Autor: agitosp

  • 3 assuntos para nunca conversar no primeiro encontro

    Coach de relacionamento dá dicas de como causar boa impressão e não criar uma imagem negativa

    Vocês se conectaram por alguma rede social ou foram apresentados por alguém conhecido em comum. Trocarão mensagens e então evoluirão para os primeiros encontros, onde os diálogos gerarão uma associação mútua que será lembrada mais tarde por cada um.

    Esta associação é a impressão que fica quando você lembra da pessoa. É a energia que foi gerada pelo conteúdo da conversa e as coisas que irá deixar como recordação para a pessoa associar a você. Essas lembranças podem ser positivas ou negativas.

    Minha linha é sempre a naturalidade e sinceridade quando conhecemos alguém, mas ser verdadeiro não significa mostrar seus descontentamentos ou falar de coisas que lhe incomodam profundamente, pois a lembrança do que falaram estará ecoando na cabeça da outra pessoa e estará ligada à sua imagem.

    Não vá para estes encontros pensando “Tenho que deixar uma boa impressão senão ele/ela não vai querer se relacionar comigo”. Simplesmente vá pensando em coisas positivas e agradáveis que queira partilhar com a pessoa e, quando ficarem mais íntimos, poderão falar sobre seus descontentamentos ou coisas negativas que lhe incomodam.

    Pense o quanto desagradável seria sair com alguém que ficasse falando das coisas que tem raiva ou sobre suas decepções no ano que passou, por isso, recomendo três regras básicas que irão lhe ajudar a construir uma imagem positiva nos primeiros encontros. Confira:

    1 – Não fale de experiências negativas

    Ao invés de falar de experiências ruins, lembre-se das positivas e, de preferência, das que têm humor. Dessa forma você vai deixar uma lembrança sua leve e bem-humorada para a pessoa.

     

    2 – Não fale das coisas que você odeia

    Não faça reclamações sobre seu dia a dia ou  sobre pessoas. Fale sobre coisas que são prazerosas para você. Foque em temas que você adora como viajar, estar com amigos, etc.

     

    3 – Não fale negativamente sobre você

    A visão que tem sobre você será a mesma que a pessoa terá sobre você. Se você se deprecia, vai ensinar o outro a lhe depreciar. Aceite elogios, valide o que falam de você e se elogie.   

     

    Agindo dessa maneira você pode mostrar quem é de diferentes formas. Lembre-se que as primeiras impressões ficarão marcadas e são importantes para que outros encontros possam acontecer. Assim, quando a pessoa pensar em você, vai associar com algo positivo, prazeroso e agradável.

    Por Margareth Signorelli

  • Tutores devem se preocupar com a prevenção de doenças renais nos pets

    Dia Internacional do Rim: segundo estimativas mundiais, um em cada três gatos e um em cada oito cães apresentarão Doença Renal Crônica

    Com frequência cães e gatos chegam aos consultórios e clínicas médico-veterinárias apresentando estágio avançado de Doença Renal Crônica (DRC) e todas as complicações que esse grave problema de saúde acarreta aos pets, em especial aos gatos. Por isso, é primordial que os tutores levem seus animais para exames de rotina com foco na prevenção e diagnóstico precoce.

    “Muitos animais chegam com sintomas, que debilitam ainda mais o seu estado geral de saúde, como vômito; diarreia com sangue; ulcerações bucais, que o impedem de se alimentar; e até convulsões”, diz a médica-veterinária Maria Cristina Santos Reiter Timponi, presidente da Comissão das Entidades Veterinárias do Estado de São Paulo do CRMV-SP. Ela explica que esses quadros acontecem devido à alta taxa de creatinina no sangue, que sobe porque os rins não estão filtrando como deveriam.

    Gatos são mais suscetíveis

    O médico-veterinário e presidente do Colégio Brasileiro de Nefrologia Veterinária, Luciano Henrique Giovanini, comenta que a prevalência mundial de DRC é maior entre os gatos.

    “Há estudos que demonstram que um em cada três gatos apresentará a doença”, diz o médico-veterinário. Já entre os cães, essa prevalência é de um em cada oito cães, o que também é uma incidência considera alta.

    Previna seu pet

    Para evitar que seu pet seja uma das vítimas de DRC, a dica dos médicos-veterinários é de que haja um controle anual, com exames simples, incluindo coleta de urina tipo I. Assim, qualquer alteração que sinalize problemas renais poderá ser detectada no início.

    “Além de evitar que o pet sofra, é infinitamente mais barato do que o valor de tratamentos para um doente renal crônico”, enfatiza a Cristina Timponi. Segundo ela, com frequência os problemas renais são silenciosos.

    Por outro lado, muitas vezes um sintoma da doença é o aumento da frequência e quantidade de urina, o que os tutores costumam considerar positivo, entendendo, erroneamente, que esse seria um sinal de que os rins funcionam bem.

    A médica-veterinária destaca também o risco de entrada de bactérias que se alojam nos rins a partir de problemas bucais. Por isso, manter a limpeza de tártaros do seu peludo em dia é de extrema importância.

  • Sintomas que podem indicar doença dos rins

    O Dia Mundial do Rim, comemorado dia 14 de março, alerta para a saúde renal. Estima-se que exista 850 milhões de pessoas no mundo tenham doenças renais de várias causas, segundo a World Kidney Day.

     

    A doença renal pode acometer qualquer pessoa, de qualquer idade ou sexo e entre as doenças mais comuns estão: cálculos renais (pedra nos rins); infecção renal ou pielonefrite; cistos renais; tumores ou câncer de rim e, em casos mais avançados e graves, a insuficiência renal.

     

    Por isso, identificar um possível problema neste órgão é fundamental para o diagnóstico e tratamento adequado.

     

    O médico nefrologista e presidente da Fundação Pró-Rim, Dr. Marcos Alexandre Vieira, alerta que, na maioria dos casos, as doenças renais não apresentam muitos sintomas em suas fases iniciais e muitas vezes quando se descobre, o problema está em uma fase mais avançada.

     

    Porém, é preciso falar de alguns sinais que o organismo possa dar. Como:

     

    1. Pressão Alta e diabetes;
    2. Inchaço ao redor dos olhos e nas pernas;
    3. Fraqueza constante;
    4. Náuseas e vômitos frequentes;
    5. Dificuldade de urinar;
    6. Queimação ou dor quando urina;
    7. Urinar muitas vezes, principalmente à noite;
    8. Alteração na urina: urina com sangue, urina com muita espuma, dificuldade de urinar;
    9. Dor lombar;
    10. História de pedras nos rins.

     

    “Se reconhecer qualquer um desses sintomas, é essencial que a pessoa procure um médico para fazer uma avaliação criteriosa. Exames de sangue que medem a dosagem de creatinina, permite calcular a taxa de filtração do sangue nos rins. Já o exame de urina pode identificar a presença de sangue, proteínas, glicose ou outras substâncias que apontam para uma possível doença renal “, indica Dr. Marcos.

     

    Já a insuficiência renal, que pode ser aguda ou crônica, é considerada o estágio em que os rins perdem subitamente a capacidade de filtrar resíduos, sais e líquidos do sangue. Ela apresenta outros sinais que devem ser levados em conta:

     

    1. Diminuição da produção de urina, embora, ocasionalmente, a urina permaneça normal;
    2. Retenção de líquidos, causando inchaço nas pernas, tornozelos ou pés;
    3. Sonolência;
    4. Falta de fome;
    5. Falta de ar;
    6. Fadiga;
    7. Confusão;
    8. Náusea e vômitos;
    9. Convulsões ou coma, em casos graves;
    10. Dor ou pressão no peito.

     

    O médico alerta que “as pessoas que possuem maiores chances de desenvolver insuficiência renal são aquelas que são diabéticas ou hipertensas. Além disso, antecedentes familiares ou pessoas com mais de 60 anos de idade também têm mais chance de desenvolver esta doença”.

     

    O melhor conselho, segundo o nefrologista, é a prevenção. Veja:

     

    • Ingerir bastante líquidos;
    • Urinar em intervalos de 2 a 3 horas;
    • Mantenha o peso saudável;
    • Controle o diabetes;
    • Acompanhe a pressão arterial;
    • Evite o excesso de sal na alimentação;
    • Tenha uma alimentação equilibrada;
    • Pratique regularmente exercícios físicos;
    • Não use medicamentos sem orientação médica;
    • Não fume;
    • Faça exames preventivos: urina e creatinina;
    • Consultar seu médico regularmente.

     

     

    Para saber mais sobre a saúde dos rins e do Dia Mundial do Rim, acesse: http://diamundialdorim.com.br/

     

    Sobre a Pró-Rim – A Fundação Pró-Rim foi fundada em 1987, em Joinville (SC), pelos médicos nefrologistas Dr. José Aluísio Vieira e Dr. Hercilio Alexandre da Luz Filho com o propósito de oferecer um tratamento mais digno e diferenciado aos pacientes renais. É reconhecida como referência nacional na área de nefrologia. É pioneira em transplantes renais no Estado e sua equipe está entre as que mais realizam transplante no país. Já ultrapassou a marca de 1600 transplantes renais, é a primeira instituição de nefrologia do mundo a receber a certificação internacional Qmentum. Possui unidades de hemodiálise em Santa Catarina e Tocantins e atende pacientes renais crônicos de todo o Brasil (www.prorim.org.br) 

  • Cinco sinais de que você precisa procurar um reumatologista

     

    Dores persistentes ou recorrentes por três meses são apenas um dos sinais que indicam a necessidade de buscar ajuda médica

    O corpo dá sinais a toda hora quando algo está errado com a nossa saúde. Sentir dor, por exemplo, não é normal, e serve como aviso de que algo não está bem no organismo – além de funcionar como um alerta de doenças. Para a reumatologia, esses sinais podem dizer muito e serem determinantes para diagnósticos. As doenças reumáticas podem acometer desde crianças até idosos, e por isso a Sociedade Catarinense de Reumatologia (SCR) destaca cinco sinais de que você deve procurar um médico reumatologista:

    1 – Dor!

    Conforme a reumatologista e vice-presidente da SCR, Adriana Zimmermann, a dor crônica é o principal sinal de que o reumatologista deve ser consultado. Dores na coluna, pescoço, tórax, lombar ou articulações precisam ser observadas. “Dor que persiste ou recorre por aproximadamente três meses precisa ser avaliada por um reumatologista”, diz a médica.

     

    2 – Dificuldade e rigidez ao realizar movimentos articulares

    Rigidez articular de longa duração, principalmente no período da manhã, é um importante sinal de alerta.

     

    3 – Inchaço

    Inchaço das articulações acompanhado de calor na região; um dos sinais que evidenciam inflamação da articulação.

     

    4 – Alterações de cor

    Alterações da cor (palidez, arroxeamento ou vermelhidão) das extremidades, principalmente mãos e pés, relacionadas com exposição ao frio ou com estresse.

     

    5 – Fraqueza muscular

    Fraqueza muscular podendo manifestar-se com dificuldade para subir escada, levantar-se da cadeira e/ou pentear o cabelo.

     

    A presidente da Sociedade Catarinense de Reumatologia, Mara Suzana Cerentini Loreto, destaca que algumas doenças são “silenciosas” e não manifestam sintomas, como é o caso da osteoporose. Por isso, é importante procurar um reumatologista para a sua prevenção, o correto diagnóstico e tratamento mais adequado. Fica o alerta!

  • Dia Nacional dos Animais: condomínios se adaptam para os pets

    Brasil tem mais de 77 milhões de cães e gatos criados em domicilio e cada vez mais os bichanos conquistam espaços nos condomínios

    Nesta quinta-feira, 14 de março, é celebrado o Dia Nacional dos Animais. Cada vez mais valorizados pelos donos e considerados membros da família, os bichanos vêm mudando os projetos de muitos empreendimentos, que agora oferecem espaços destinado para os pets, pensados no bem estar animal e também na interação entre os moradores.

    E não seria por menos. Com um mercado que movimenta 20 bilhões por ano, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (ABINPET), o Brasil é o quarto maior país do mundo em população total de animais de estimação, totalizando 132,4 milhões de pets. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou 55 milhões de cães e 22 milhões de gatos criados em domicílios em todo o país.

    Para atender esta demanda do mercado imobiliário, a Incorporadora D. Borcath vem apostando em espaços voltados aos animais. O Princess Residence, que tem previsão de entrega no segundo semestre de 2021, é um dos lançamentos que traz o espaço Pet Care. Localizado no centro de Curitiba, em uma região servida com transporte, shoppings, centros comerciais, restaurante e faculdades, o empreendimentos tem o conceito coliving e foi pensando para oferecer excelentes áreas comuns ao moradores, sem esquecer de seus animais de estimação. O Pet Care conta com estrutura para atender às principais necessidades dos bichanos, com pias para banhos, bancadas e secadores, reduzindo gastos com pet shop, além de uma área de lazer para os pets, com conforto e segurança.  

    Além de agregar valor ao imóvel, os donos também podem fazer passeios mais tranquilos, o que reduz os latidos e a destruição dos móveis dentro do apartamento. “Muitas vezes, o espaço pet é decisivo na venda de um imóvel. A D. Borcath já está estudando novos projetos em parceria com empresas especializadas no mundo animal para que possamos entregar produtos que se encaixem nesta nova realidade”, afirma Douglas Borcath Filho, diretor da D. Borcath.

  • Dia Mundial do Rim terá orientações profissionais e exames gratuitos

     

    Fundação Pró-Renal promove mutirão para atender a população na Boca Maldita e no Sesc da Esquina 

    Quinta-feira, 14 de março, é o Dia Mundial do Rim, evento anual criado pela Sociedade Internacional de Nefrologia (ISN) e a Federação Internacional de Fundações do Rim (IFKF), para conscientizar a população sobre a saúde dos rins. Em Curitiba, a Fundação Pró-Renal realizará no dia 14 (das 9h às 16h), na Boca Maldita, uma campanha de conscientização e orientações de saúde com nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e enfermeiros. No dia 15, no Sesc da Esquina (das 9h30 às 15h), acontece a Feira de Saúde, com orientação de equipe multiprofissional e médicos e exames preventivos, como glicemia, colesterol e urina. O atendimento será gratuito com senhas limitadas.

    Neste ano, o Dia Mundial do Rim alerta para o crescente número de doenças renais em todo o mundo e ressalta a necessidade da prevenção. “As doenças renais são silenciosas. Os sintomas aparecem quando restam entre 20% e 25% da função renal. Muitos países não oferecem diálise e há uma grande preocupação da disparidade da doença no mundo”, explica o médico Miguel Carlos Riella, diretor da Fundação Pró-Renal.

    Atualmente, mais de 10% da população mundial apresenta algum tipo de disfunção renal e os números para os próximos anos não são animadores. A previsão para a próxima década é o aumento em 17% nas doenças renais, que são um problema global de saúde pública. “As doenças renais vem aumentando em todo mundo, basicamente pelo aumento do diabetes, devido a obesidade, e também pelo aumento da hipertensão arterial”, afirma o médico. Os principais grupos de riscos são os hipertensos, diabéticos e obesos e também àqueles que têm histórico familiar de doença renal ou cardiovascular.

    Prevenir ainda é o melhor remédio

    De acordo com Riella, a melhor forma de evitar as doenças renais ainda é a prevenção. “É necessário saber se a pessoa está em algum grupo de risco como diabetes, hipertensão, obesidade ou doença cardiovascular”, diz. O médico também orienta que outras formas de evitar a doença são manter hábitos alimentares saudáveis, fazer exercícios físicos, hidratatar-se, controlar a pressão arterial e o diabetes, evitar o tabagismo e o uso de antinflamatório e fazer periodicamente exames preventivos.

    Doença silenciosa e mortal

    O rim é um dos órgãos mais esperado para transplante e um dos mais transplantados. Mais de 22 mil pessoas esperam por um órgão no país, segundo dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). Estima-se que 850 milhões de pessoas no mundo tenham doenças renais por várias causas. As Doenças Renais Crônicas (DRC) causam pelo menos 2,4 milhões de mortes por ano e atualmente são a 6a causa de morte que mais cresce no mundo.

    Segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), em 2018 o número de pacientes com DRC, que fazem diálise (quando perde totalmente a filtração dos rins), registrou mais de 125 mil casos no Brasil. Até setembro, mais de 4 mil pessoas fizeram transplantes de rim no país e a hipertensão ainda é a primeira causa da DRC – atinge cerca de 30% da população, seguido do diabetes e o envelhecimento (após os 35 anos, o rim perde 1% por ano da capacidade de filtração dos rins).

    Já a Insuficiência Renal Aguda (IRA), uma importante causadora da DRC, afeta mais de 13 milhões de pessoas em todo mundo, sendo 85% dos casos encontrados em países de média e baixa renda. Estima-se que cerca de 1,7 milhões de pessoas morram anualmente por causa da IRA.

    Sobre a Pró-Renal

    Criada em 1984 por iniciativa do médico Dr. Miguel Carlos Riella, a Fundação Pró-Renal é uma entidade beneficente que assiste pacientes renais crônicos e pacientes em tratamento conservador. Atualmente, a entidade atende cerca de 15 mil pacientes por ano e desenvolve campanhas educativas nas empresas, escolas e comunidade para a prevenção das doenças renais. Também presta atendimento integral aos pacientes ambulatoriais, em diálise e em lista de transplante renal, e transplantados, fornecendo o apoio necessário para o aumento da sobrevida e melhora na qualidade de vida. estes pacientes estas pessoas realizam o tratamento e tenham mais qualidade de vida. Por ano, a Fundação recebe cerca de 15 mil pacientes, sendo mais de 47 mil atendimentos realizados aos pacientes ambulatoriais, em diálise e em lista de transplante renal, fornecendo todo o apoio necessário para que estas pessoas realizem o melhor tratamento.

    www.pro-renal.org.br.

     

    Dia Mundial do Rim – Fundação Pró-Renal

    Programação:

    14/03 – Boca Maldita – das 09h às 15h

                  Conscientização e orientações de saúde

    15/03 – Sesc da Esquina (Rua Visconde do Rio Branco, 969) – das 09h30 às 15h

                  Orientações e exames preventivos: glicemia, colesterol e urina.

    Informações: (41) 3312-5400

    http://www.pro-renal.org.br/mundial.php

  • Dormir depois de uma briga? Nunca faça isso!

    Durante as oito horas que dormimos, a alma se desprende do corpo físico e experimenta atividades semelhantes àquelas que viveu durante o dia. O sono é um dos momentos mais importantes, pois frequentamos os locais e principais fatos que contribuíram para nossa alegria ou tristeza e, também, recebemos ajuda espiritual para quando acordarmos.

    O corpo espiritual, no plano extrafísico, encontra vibrações de mesma característica de quando fomos dormir. Seguindo a lógica de que semelhante atrai semelhante, ao dormirmos após uma discussão, iremos atrair mais do mesmo e estaremos mais propensos aos ataques espirituais.

    É preciso higienizar o campo mental emocional com práticas de respiração profunda de 5 a 10 minutos após uma discussão. A natureza proporciona elementos que contribuem para voltarmos ao nosso ritmo, uma das formas é a fitoenergética, criada por Bruno Gimenes, químico e palestrante, e Patrícia Cândido, professora e pesquisadora na área de espiritualidade há vinte anos. Esta prática é um sistema natural de cura, equilíbrio e elevação da consciência que, através da energia das plantas ajuda os seres vivos no equilíbrio das emoções e pensamentos.

    Na obra Fitoenergética, Bruno elenca 117 plantas que apresentam propriedades energéticas e, além disso, o caráter energético, chacra que atua, nível de energia e polaridade (Yin/Yang). Dentre elas, encontramos o ipê-roxo que gera sono, ajuda a desacelerar a mente, aumenta a conexão e absorção de energia vital pelo corpo. Tem efeitos antiestresse, anti-insônia e calmante contra o nervosismo e a hiperatividade. É um poderoso relaxante indutor do sono e ajuda a conectar com esferas superiores.

     

  • Água sanitária ajuda a combater o Aedes aegypti e evitar doenças e epidemias

    Durante o verão, a  infestação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya, zika e febre amarela, é mais intensa. O calor e as pancadas de chuvas frequentes favorecem a reprodução mais rápida do mosquito. Segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 500 cidades brasileiras, estão em estado de alerta para surto de dengue, chikungunya e zika.

     

    Como o mosquito gosta de água parada e limpa, é preciso intensificar os cuidados com a casa e o quintal.  A desinfecção deve ser feita com água sanitária para elimina os focos do Aedes aegypti. A ação do produto é reconhecida pelo Ministério da Saúde e foi comprovada por estudo do Laboratório de Radiobiologia e Ambiente do Centro de Energia Nuclear na Agricultura -CENA, da Universidade de São Paulo (USP). Encomendado pela Associação Brasileira da Indústria de Cloro, Álcalis e Derivados (Abiclor), o estudo mostrou que a água sanitária (hipoclorito de sódio diluído) é quase 100% eficaz para este uso.  A solução também é eficaz para prevenir doenças relacionadas com enchentes, como leptospirose, hepatites do tipo A e E e gastroenterites.

    A higienização das casas com água sanitária é um hábito que deve ser incorporado à rotina das famílias e empresas, considerando-se que 80% dos focos estão dentro de casa.

    Confira dicas de como usar a água sanitária para combater o mosquito e evitar doenças e epidemias:

    Garrafas, pneus e plantas:  Faça uma vistoria cuidadosa no quintal, para limpar ou eliminar recipientes que possam acumular água, como garrafas, pneus, bacias, e entulhos em geral.  Não esqueça de verificar se os pratinhos onde ficam os vasos de plantas estão secos e limpos. No caso de plantas que acumulam água entre as folhas e flores, regue com a água sanitária na proporção de uma colher das de sopa por litro de água. Esta solução não faz mal às plantas e evita o desenvolvimento da larva do mosquito.

    Ralos:  Despeje solução de água sanitária na proporção de uma colher de sopa por litro de água em ralos de pias, banheiros e cozinha. Procure fazer a limpeza das pias e dos ralos à noite, antes de dormir, para que a água sanitária possa agir por mais tempo.

    Caixas d’água: A limpeza deve ser feita a cada seis meses. Feche a entrada de água e esvazie a caixa quase toda. Deixe sobrar água suficiente para lavar, com uma escova, as paredes e o fundo da caixa. Não use produtos de limpeza nessa etapa. Enxágue bem e esvazie toda a água suja, dando repetidas descargas no vaso sanitário. Depois de limpa, encha a caixa novamente e adicione um litro de água sanitária para cada 1.000 litros de água. Espere duas horas e esvazie novamente a caixa, abrindo todas as torneiras, para limpar os canos da casa, até sair água limpa. Depois, encha com água potável e tampe.

    Piscina: Mantenha a piscina tratada, mesmo que não esteja sendo usada. Com o tempo, o cloro pode evaporar, e a piscina se tornar um foco da larva do mosquito.

  • Cuidar do bebê e da casa: Como organizar a rotina

    Conheça produtos que além de auxiliar na limpeza e no cuidado dos produtos utilizados pelo bebê, ajudam as famílias a se adaptar à nova rotina

     

    A maternidade chega repleta de desafios e descobertas, trazendo uma nova rotina, em que o foco de tudo se torna o bebê. Conseguir conciliar todas as tarefas do dia a dia, ter tempo livre para curtir o bebê e momentos de lazer e descanso são as principais dificuldades encontradas pelas famílias.

     

    É natural sentir uma mudança de prioridade na hora de distribuir os horários e entender isso alivia a auto cobrança, principalmente da mãe.

     

    Os hábitos do bebê mudam conforme ele vai crescendo e o segredo é buscar formas de se readequar as necessidades, já que as prioridades acabam mudando. Uma das sugestões é aproveitar os horários de soneca do pequeno para a mamãe também descansar, já que a rotina da amamentação demanda dedicação e tempo. Além disso, pode ser um bom momento para organizar a casa e fazer as coisas que acabam sendo deixadas em segundo plano. Se ele já estiver naquela fase que dispensa os cochilos durante o dia, a dica é que a mamãe o leve com ela pela casa, seja no bebê conforto o deixando um pouco no cercadinho para ele brincar.

     

    Preparar a papinha do neném, além da sua própria refeição, também pode ser um desafio. A dica é se planejar, o ideal é que as famílias consigam se organizar desde o momento da compra da semana até a preparação dos alimentos. Fazendo em grande quantidade, podem ser congelados, proporcionando facilidade e agilidade para aqueles dias mais corridos.

     

    Para adiantar os serviços em casa, a saída é optar por produtos práticos, que foram desenvolvidos especialmente para as famílias que possuem uma rotina agitada. Veja a seguir algumas dicas da Lillo.

     

    A missão de lavar mamadeiras, chupetas e bicos pode levar um bom tempo. Por isso, a Pinça Higiênica Lillofoi desenvolvida para facilitar o manuseio dessas peças durante a esterilização na água quente, tornando a limpeza mais prática e segura.

    Valor sugerido: R$ 10,00

     

     

     

     

    Outra opção é o Esterilizador a Vapor para Micro-ondas Lillo, que permite que a mamãe possa esterilizar diversos itens em uma única vez. As hastes de tamanhos diferentes e removíveis, tornam a limpeza dos produtos do bebê ainda mais fácil.

     

    Valor sugerido: R$ 107,90

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    O Escorredor Portátil Lillo, além de prático e higiênico, comporta até 8 mamadeiras, chupetas e acessórios. Com hastes que são facilmente montadas, quando fechado ele se transforma em um case ideal para ser levado para outros lugares.

     

    Valor sugerido: R$ 57,90

     

     

  • Mitos e verdades sobre a escova dental a bateria

    Dentista esclarece dúvidas sobre o uso de escovas de dente a bateria

    O mundo está mudando cada vez mais rápido como consequência de um desenvolvimento tecnológico acelerado, transformando a forma como nos locomovemos, comunicamos e até como cuidamos da saúde.  A inovação chegou até a saúde bucal, com escovas de dente a bateria que prometem máxima eficácia na higiene bucal.

    Mas, afinal, é mesmo necessário substituir a tradicional escova por uma a bateria? Qualquer pessoa pode usar? O Dr. Fábio Bibancos, ortodontista e consultor da GUM, marca mais inovadora de cuidado bucal no Brasil, esclarece abaixo as principais dúvidas sobre o uso de escovas dentais a bateria.

    Limpa mais do que a escova manual.

    Verdade. As escovas a bateria são mais eficazes para a higiene bucal porque as vibrações permitem que os movimentos e a intensidade da escovação sejam padronizados. “Essa característica garante uma limpeza bucal mais profunda, inclusive  da linha da gengiva, onde há maior acúmulo de placa bacteriana, que é a principal causadora da gengivite e outras doenças bucais”, aponta. O especialista ainda ressalta que é importante não esquecer do fio dental e o enxaguante bucal, etapas que completam a higienização bucal.   

    Não dá para levar na nécessaire. 

    Mito. Já existem no mercado escovas a bateria, que não precisam ir na tomada e são  leves e práticas de levar na nécessaire do trabalho, nas viagens e demais compromissos. Além da substituição da bateria ser fácil, como é o caso da Sonic Deep Clean, que utiliza pilha AAA, encontrada em muitos comércios.

    Quem usa aparelho ortodôntico, implantes e lentes de contato não deve usar. 
    Mito. Pelo contrário, as vibrações padronizadas e o maior alcance da linha da gengiva  das escovas a baterias garantem melhor limpeza interdental, fator importante para esses tipos de tratamento. “Se a pessoa com facetas dentais, por exemplo, não tomar os cuidados corretos com a saúde bucal a lâmina colocada pode acumular bactérias e fungos responsáveis por diversos problemas bucais”, explica.

    Facilita a escovação para pessoas com incapacidade física. 

    Verdade. Justamente pelas escovas a bateria terem os movimentos padronizados, não é preciso colocar força ou intensidade na escovação, basta deixar sob a superfície dos dentes e rotacionar levemente para limpar. Isso dá maior autonomia para que pessoas com movimentos reduzidos na parte superior consigam realizar a escovação sozinhas.