Autor: agitosp

  • Os benefícios da castração para a saúde dos gatos

    Nos últimos seis anos, a população de gatos aumentou 20% no Brasil, chegando à marca de 23 milhões*. Os dados são do último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, Rio de Janeiro/RJ), realizado em 2017.

    Não é à toa que os felinos estão ganhando cada vez mais a preferência dos tutores. Conhecidos como “independentes”, são ótimas opções de animais de estimação considerando o estilo de vida cada vez mais agitado, e os lares cada vez menores (um resultado da verticalização das cidades) de boa parte da população brasileira.

    Mas ainda que de cuidado fácil, é importante que o tutor preste atenção em alguns cuidados essenciais para a saúde e o bem-estar do novo melhor amigo! Entre os principais, têm destaque as visitas regulares ao médico-veterinário, a nutrição adequada e a castração, que contribui não apenas para a saúde do animal, mas também para o controle populacional da espécie – ou seja, menos gatinhos abandonados nas ruas! E, apesar de o procedimento ser cada vez mais adotado, ainda há muitas dúvidas, desde sobre o processo e seus benefícios, até os cuidados extras necessários.

    A Dra. Natália Lopes, Médica-Veterinária da Royal Canin Brasil ajuda a esclarecer algumas questões sobre o tema a seguir:

    A CASTRAÇÃO

    O procedimento cirúrgico é simples. Consiste na remoção dos órgãos sexuais responsáveis pela reprodução do animal, ou seja, dos testículos, para os machos e dos ovários ou ovários e útero para as fêmeas.  Ele costuma ser feito a partir dos 6 meses de vida do animal, e cada clínico pode adotar um protocolo específico, podendo ser realizado também no animal adulto.

    BENEFÍCIOS

    Um grande destaque é a redução das “fugas” em até 94%, diretamente relacionada à expetativa de vida duas vezes maior do que a de um gato que não passou pelo procedimento, já que ele se torna menos suscetível a doenças infecciosas contraídas na rua, a acidentes, traumatismos, intoxicações e maus tratos.

    Além disso, evita a reprodução indesejada, o abandono de animais e as doenças do sistema reprodutivo – especialmente nas fêmeas, em que reduz o risco de tumor de mama e de doenças uterinas.  

    ALTERAÇÕES HORMONAIS MERECEM ATENÇÃO

    As alterações hormonais causadas pela castração demandam certos cuidados extras. E a alimentação de qualidade e adequada às necessidades de cada felino é uma ótima aliada dos tutores no cuidado diário com os gatinhos.

    Necessidade energética: estudos mostram que o gato castrado fica menos ativo fisicamente, e consequentemente gasta menos energia. Se ele continuar ingerindo o mesmo alimento de antes, na mesma quantidade, pode acabar com sobrepeso.

    Maior ingestão de alimentos: logo após a cirurgia, o gato castrado aumenta a sua ingestão voluntária de alimentos. Em gramas, um macho castrado tende a comer 26% a mais, e a fêmea castrada 18% a mais, se mantido alimento em quantidade à vontade. 

    ENTÃO VALE MESMO A PENA CASTRAR?

    Com certeza! Os benefícios da castração ainda são mais vantajosos do que os pontos de atenção. Além disso, com a adequação da rotina, especialmente a adoção de uma dieta desenvolvida especialmente para os gatinhos castrados, que, reduz calorias, enquanto mantem a saciedade, você e seu gato levarão uma vida normal e saudável. Mas lembre-se de sempre consultar um Médico-Veterinário.

    A ROYAL CANIN®, referência em nutrição para gatos e cães, desenvolveu a linha Sterilised, composta por produtos que atendem as necessidades dos gatos castrados desde a fase de filhote até se tornar idoso. Eles contêm os nutrientes adequados e fibras específicas, que contribuem para a saúde e a sensação de saciedade do animal. Para mais informações sobre o portfólio, consulte o site da marca aqui.

  • Mitos e Verdades sobre Osteoporose

    A osteoporose é uma patologia que acelera a perda de massa óssea, deixando os ossos mais frágeis e porosos. Ela costuma surgir na terceira idade e provoca a diminuição da absorção de minerais e de cálcio. Com isso, os riscos de fraturas aumentam, principalmente no quadril, costela e colo do fêmur. De acordo com a Fundação Internacional da Osteoporose, a doença atinge 10 milhões de brasileiros e deve crescer 32% até 2050 no país.

    Há muitas dúvidas sobre as causas e tratamentos da doença. Por isso, convidamos o Dr. Levi Jales Neto, reumatologista na Rede de Hospitais São Camilo de SP, para esclarecer o que é MITO e o que é VERDADE. Confira:

    1. MITO ou VERDADE: apenas as mulheres desenvolvem a patologia.

    MITO. Homens também têm osteoporose, sendo prevalente após os 70 anos. Segundo a Fundação Internacional da Osteoporose, uma em cada três mulheres acima de 50 anos terá osteoporose. Entre os homens, o índice é de um em cinco. A chance entre as mulheres é maior por causa da diminuição de alguns hormônios após menopausa.

    1. MITO ou VERDADE: apenas os laticínios são fontes boas de cálcio.

    MITO. Existe cálcio também de origem vegetal.  Como nozes, sementes, alho e vegetais de folha verde escura. É importante a consulta com o nutricionista para adaptar fontes variadas de cálcio no cardápio.

    1. MITO ou VERDADE: hábitos alimentares ruins na infância podem influenciar no surgimento da doença.

    VERDADE. A massa óssea é formada na infância e adolescência e necessita do cálcio e da vitamina D para sua formação, geralmente proveniente de uma dieta equilibrada e exposição solar.

    1. MITO ou VERDADE: é arriscado praticar atividades físicas quando há o diagnóstico da doença.

    MITO. Somente as atividades de elevado impacto e atividades com flexão da coluna podem aumentar a incidência de fratura.

    1. MITO ou VERDADE: osteoporose pode ser uma doença silenciosa.

    VERDADE. A maioria dos casos de osteoporose só é diagnosticada após a fratura, porque não apresentam sintomas. Por isso, é necessária a investigação com densitometria óssea durante os exames anuais para tratarmos preventivamente.

    1. MITO ou VERDADE: osteoporose não possui cura e tratamento.

    MITO. Apesar de não haver cura, existem diversos tratamentos incluindo medicamentos e medidas não medicamentosas. O tratamento depende de cada paciente, por isso é fundamental acompanhamento médico.

    1. MITO ou VERDADE: a principal forma de prevenção é ter uma alimentação equilibrada e praticar exercícios físicos

    VERDADE. Diversos estudos comprovam essas medidas como prevenção. Por isso é fundamental a inclusão de alimentos ricos em cálcio na dieta, além de manter uma alimentação equilibrada. Já a atividade física exerce pressão sob o tecido ósseo, estimulando sua formação e rigidez. Sem contar o desenvolvimento do reflexo e equilíbrio, prevenindo quedas.

  • Matéria PetFriendly na Casa e Jardim

    Há 3 anos iniciamos o projeto 🐾 #AgitoPet – GDF (Guia DogFriendly) onde viajamos 🚗 com nossos pets Lucky (@diariosolucky) e Peppa (@blogpeppapug) por todo o Brasil em busca de estabelecimentos onde os pets 🐶 são bem-vindos.


    Já são mais de 120 locais visitados e à convite da Revista Casa e Jardim da Editora Globo, que tem uma seção super bacana pet, selecionamos 30 estabelecimentos (hotéis, pousadas e restaurantes) #DogFriendly para fazer parte desta matéria super legal


    Para ler na íntegra clique aqui
    ⠀ 
    Ah e claro, não deixe de ler mais dicas pets acessando www.agito.pet e deixar seu comentário sobre a matéria aqui embaixo 😉

  • Dicas para montar um prato saudável no buffet por quilo

    Se o objetivo é emagrecer, as pessoas devem buscar alimentos ricos em proteínas e baixo em carboidratos. Prefira carnes. Evite arroz e feijão

    Com a vida atribulada da metrópole, em que o trabalho acaba ocupando uma grande parte do tempo das pessoas, é cada vez mais comum que elas almocem – e algumas vezes jantem – fora de seus lares. Nesse sentido, restaurantes do tipo self-service por quilo se tornam excelentes opções por oferecem menores preços e cardápios mais variados. Contudo, em relação a este último item, o que é vantajoso pode se tornar um problema: diante de tantas escolhas, muitas pessoas se perdem montando um prato com alimentos sortidos e na maioria das vezes pouco saudáveis.

    Segundo Rodrigo Polesso, idealizador do site emagrecerdevez.com, especialista em emagrecimento e certificado em Nutrição Otimizada e Saúde e Bem-estar pela Universidade Estadual de San Diego, as pessoas que buscam a saúde em primeiro lugar devem, no restaurante por quilo, montar um prato visando aquilo que ele denomina Alimentação Forte.  “Uma alimentação baseada em alimentos de verdade que prioriza os alimentos mais nutritivos, limitada em substâncias comestíveis e mais reduzida em carboidratos”, explica.

    O especialista em emagrecimento fornece a seguir dicas de alimentos que podem ser escolhidos e preteridos quando você estiver diante do buffet do restaurante por quilo em busca de uma dieta saudável:

    Vegetais são sempre uma boa pedida, de acordo com Polesso. “Rúcula e agrião, por exemplo, estão entre as folhas mais nutritivas, mas não se esqueça de outras boas opções como tomate, pepino, alface, cenoura e repolho”, diz. Conforme o especialista, são todos carboidratos fibrosos, que se enquadram no quesito “alimento de verdade”, e fazem muito bem à saúde. Nesta seção do buffet, outra boa opção é o guacamole, que Polesso indica que faça parte do prato, pois é uma ótima fonte de gordura.

    Como as alternativas são tantas, Polesso sugere que as pessoas escolham dentro da filosofia da Alimentação Forte, os alimentos que mais gostam e não se preocupem tanto com controle de porções. “Eu acredito que devemos consumir a quantidade de comida que desejarmos, desde que sejam alimentos de verdade. E a ciência apoia. Em estudos comparativos, a qualidade sempre aparece como mais importante que a quantidade para o emagrecimento e para a saúde”, afirma o especialista.

    Selecionados os verdes, parta para as proteínas, escolhendo a carne de sua preferência: boi, frango, peixe, porco etc, ou ainda ovos, queijos, etc. “Em um por quilo, o grill é uma ótima área para se explorar. Evite apenas a linguiça, por não saber todos os ingredientes que a compõem”, diz Polesso. No que se refere à carne de porco, existem ótimas e saborosas opções. As pessoas costumam evitar, mesmo gostando, por acreditarem que engorda e faz mal ao coração. Pensamento equivocado. Segundo o especialista em emagrecimento, medalhão suíno, bacon e outros derivados de porco são ótimos para a saúde e podem ajudar a emagrecer. O especialista aconselha apenas que se tome cuidado com os molhos que acompanham as carnes, preferindo aqueles sem ou com pouco aditivos.

    No que diz respeito aos acompanhamentos, Polesso indica ovos de todos os tipos – de galinha, codorna etc -, pois são ricos em nutrientes. Da mesma forma, azeitonas são excelentes opções, por serem fontes de gordura bem-vindas ao organismo. O queijo, para quem tolera lactose, também é bem nutritivo. O especialista destaca que o problema não é a gordura em si, mas a fonte dela. “Evite sempre óleos vegetais, como canola, milho, soja e outros”, diz. Conforme Polesso, temperos podem ser consumidos à vontade, inclusive ervas, que são excelentes fontes nutricionais.

    Entre os alimentos que devem ser limitados por aqueles que buscam um emagrecimento acelerado estão o arroz e feijão, por terem alta quantidade de carboidratos. Polesso pede ainda que as pessoas fujam de fritos e empanados. Para prepara-los, geralmente se utiliza farinha de trigo, que é um produto industrializado, e óleo vegetal, substância responsável por inflamar as artérias. Aquele que preza pela boa saúde também deve ficar longe do pãozinho, figurinha carimbada nos buffets. “Alta fonte de carboidratos e pobre em nutrientes, ele promove o acúmulo de gordura no organismo”, argumenta. 

    Polesso destaca que um prato saudável e otimizado para o emagrecimento montado em um restaurante por quilo pode ser muito mais saboroso do que se imagina. “As pessoas não querem viver de dieta em dieta, para o resto da vida, por isso a escolha por alimentos que as façam se sentir bem”, diz. Dessa maneira, a estratégia alimentar defendida pelo especialista, baseada no conceito de alimentação forte, é muito mais um estilo de vida do que uma dieta.

  • Cinco dúvidas sobre suspender a menstruação

    Especialista revela se método é saudável e se todas as mulheres podem fazer essa escolha

    Para muitas mulheres o período menstrual resume-se a cólicas, irritação, inchaço e TPM. Neste cenário, interromper ou suspender a menstruação permanentemente tem sido uma boa opção. De acordo com *Renato de Oliveira, ginecologista e infertileuta da Criogênesis, foi-se o tempo em que a menstruação era o melhor termômetro do bom funcionamento do organismo e um sinal evidente que não ocorreu gravidez. “Desde o momento que ocorreu uma mudança no papel da mulher na sociedade, aumenta-se o número de pacientes que desejam suspender a menstruação”, comenta.

    Embora o tema seja relevante entre as mulheres, ainda existe muito receio em parar de menstruar. Abaixo, o especialista esclarece algumas dúvidas sobre o assunto. Confira:   

    Todas as mulheres podem suspender a menstruação?

    Sim, porém qualquer método que possua estrogênio não deve ser utilizado por mulheres com hipertensão não controlada, que tenham passado por cirurgia de grande porte com imobilização prolongada, que tenham antecedente de acidente vascular cerebral, doenças cardíacas isquêmicas, enxaquecas severas, tumores hepáticos ou hepatites agudas.

    Quem tem mioma e/ ou endometriose pode se beneficiar com a suspensão?

    Sim, suspender a menstruação também pode ser tratamento para algumas doenças como mioma e/ ou endometriose. Para o mioma, por exemplo, o possível sangramento intenso pode ser controlado pela suspensão da menstruação. “No caso da endometriose, que caracteriza-se pela presença de tecido endometrial implantado fora da cavidade uterina, pode cursar, para algumas pacientes durante sua menstruação, com intensas dores, diarreia e até mesmo sangue na urina. Nesta situação, a suspensão seria uma excelente alternativa para diminuir esses sintomas, porém lembrando que, essa técnica pode tornar a chance de gravidez praticamente nula”, explica Oliveira. 

    Parar de menstruar causa infertilidade?

    Não, os métodos hormonais não causam infertilidade permanente. “A interrupção do método e o retorno aos ciclos menstruais sugere o retorno à fertilidade. No entanto, há outros fatores que podem associar-se à dificuldade de engravidar, como a idade, por exemplo. Dessa forma, não é o fato de ter usado 10 a 15 anos de anticoncepcional, que dificulta a gravidez, mas sim o fato da paciente ter perdido esses anos de vida reprodutiva”, esclarece o especialista.

    Quais são os métodos para suspender a menstruação?

    O método mais comum é o uso contínuo da pílula anticoncepcional. Neste caso, a paciente toma o medicamento, que pode ser uma combinação dos hormônios estrogênio e progesterona, ou somente a progesterona, sem interrupções. Dentre os outros métodos estão: DIU liberador de levonorgestrel, opção que pode evitar a menstruação e a gravidez, sendo aconselhado mantê-lo por até cinco anos; Implante subcutâneo – um pequeno bastão flexível, mais fino que um palito de dente, é fabricado à base de progesterona e deve ser colocado sob a pele no antebraço; e a Injeção trimestral de acetato de medroxiprogesterona.  

    Como escolher o melhor método?

    A suspensão da menstruação deve ser indicada por um especialista. “A prescrição de qualquer método deve considerar a segurança para cada paciente conforme os critérios de elegibilidade da Organização Mundial de Saúde (OMS). Assim, a consulta médica é fundamental para evitar os riscos da automedicação”, finaliza.

    *Renato de Oliveira – Formado em Medicina no ano de 2007 na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Residência em Ginecologia e Obstetrícia entre 2009 e 2012 no Centro de Atenção Integral à saúde da Mulher (CAISM) na UNICAMP. Especialização médica em Reprodução humana na Faculdade de Medicina do ABC, entre 2012 a 2014. Ginecologista responsável pela área de reprodução humana da Criogênesis. Membro da equipe de infertilidade do Instituto Ideia Fértil. Participou de diversas publicações sobre endometriose, infertilidade e carcinoma no colo do útero. 

  • Vamos falar sobre a voz?

    O que mais se encontra na internet e em revistas são dicas de como cuidar fisicamente do seu corpo e manter um estilo de vida saudável. Mas já leu algo sobre cuidados com a voz? Muitas vezes, a devida atenção que ela merece fica em segundo plano.

    Por isso, em comemoração ao Dia Mundial da Voz (16 de abril), o Dr. Domingos Tsuji, otorrinolaringologista do Hospital Paulista, aproveita para conscientizar o público sobre a importância dos cuidados com a voz.

    Mas o que é a voz?

    A voz é o som ou conjunto de sons gerados pelos seres humanos graças à interação do fluxo de ar pulmonar com o aparelho fonador. É um importante instrumento de comunicação e expressão de ações, desejos e emoções, dando vida às palavras e frases.

    Confira alguns hábitos para melhorar a saúde vocal:

    • Beba água

    Beba, ao longo do dia, 7 a 8 copos de água, em pequenos goles. Se estiver em ambientes com ar condicionado, reforce a hidratação para manter as cordas vocais limpas e úmidas.

    • Cuidado com a comida

    Alguns alimentos são capazes de alterar a saúde vocal e uma alimentação saudável ajuda a prevenir o refluxo, que é prejudicial à laringe e às cordas vocais.

    • Aqueça a voz

    Se você sabe que vai falar durante um longo período de tempo, faça exercícios de aquecimento vocal e desaquecimento vocal.

    • Não se automedique

    Existem fármacos – como os anti-histamínicos, diuréticos, descongestionantes nasais e antidepressivos – que podem afetar a voz.

    • Evite usar roupas apertadas na zona do pescoço e cintura

    As roupas apertadas junto da zona do pescoço e cintura limitam os movimentos necessários para a respiração e fonação.

    • Atenção à forma de falar

    Fale suavemente, de forma pausada, respirando de modo adequado. Ações como gritar, por exemplo, devem ser evitadas, pois o impacto causado por um grito pode lesionar as cordas vocais.

    Importante!

    • Evite o uso de cigarros, principalmente durante o período em que se encontra com rouquidão, pois a fumaça passa direto pelas cordas vocais ressecando a área e causando irritação.

    As dicas acima são importantes para a prevenção de diversos problemas que podem afetar a voz, como:

    Disfonia – significa qualquer alteração na qualidade vocal, que deixa de ser normal, e passa a ter características como aspereza, fraqueza, soprosidade, instabilidade, etc. Geralmente é causada por abusos vocais ou maus hábitos, como consumo excessivo de álcool e cigarro, além de  falar e cantar demasiadamente sem realizar um preparo vocal adequado.

    Rouquidão – é uma mudança na qualidade da voz, caracterizada pela presença de irregularidades, “rugosidade” e aspereza, geralmente acompanhada da sensação de falta de ar ao falar, podendo ser crônica ou aguda. Na grande maioria dos casos, está associada às doenças respiratórias (rinite, gripes, resfriados, etc.).

    Câncer na laringe – ou tumor maligno da laringe é uma doença grave que atinge as cordas vocais ou qualquer outra estrutura da laringe. Como consequência, um dos sintomas mais presentes é a rouquidão. O diagnóstico em um estágio precoce (inicial) aumenta muito as chances de sucesso no tratamento, podendo chegar a mais de 95% de cura completa.

    Refluxo – o refluxo gastresofágico é o retorno do ácido do estômago para o esôfago, podendo subir até a garganta, especialmente quando dormimos. Esta ocorrência pode causar sintomas como inflamações, irritações, rouquidão, dor, pigarro, sensação de “bola” presa na garganta e outros.

    Laringite – inflamação da laringe e das cordas vocais, normalmente ligadas a doenças respiratórias.

    Calos e Pólipos – nódulos e lesões causadas por abuso vocal, que são geralmente tratadas com terapia da fala, repouso e, quando persistentes, com cirurgia.

    Apesar de todas as orientações, alguns deslizes podem ser cometidos, mas não se desespere e tenha atenção. “Fique atento à sua voz e, caso tenha alguma alteração que não melhore completamente em três semanas, procure um otorrinolaringologista para verificar o que está ocorrendo. Quando detectado no início, até mesmo problemas vocais mais sérios podem ser tratados”, finaliza o especialista em otorrinolaringologia do Hospital Paulista.

  • Adrenalina pode afetar desempenho sexual

    Liberação do hormônio está ligada à picos de ansiedade e stress

    A adrenalina é um hormônio comumente relacionado a grandes feitos, como um pulo de paraquedas ou uma importante apresentação profissional. O que muitas pessoas não entendem é que a liberação desse hormônio está diretamente relacionada ao stress e à ansiedade. Ambas são sensações que estimulam a produção de cortisol e adrenalina no organismo, hormônios que, por sua vez, atrapalham a circulação sanguínea nos genitais, prejudicando a vida sexual.

    Segundo Dr. Emilio Sebe Filho, cirurgião especialista em urologia, rins, próstata e prótese, e fundador da Lifemen, rede de clínicas que reúne serviços especializados na área de saúde sexual masculina, a ansiedade é um problema que atinge grande parte das pessoas sexualmente ativas. “Os homens são constantemente cobrados por sua performance sexual e pelo tamanho de seu pênis. As mulheres, por outro lado, são pressionadas por um padrão inatingível de beleza e corpo. São todas variáveis que podem gerar bloqueios emocionais na hora do sexo”, pontua.

    Mas o que isso significa na prática? O médico explica que o aumento na adrenalina pode causar disfunção erétil, ejaculação precoce, falta de lubrificação e diminuição na libido.

    Dr. Emilio ressalta a importância de uma conversa honesta entre os parceiros para que seja possível investigar e mapear as causas da ansiedade. “Muitas vezes é algo externo, relacionado ao trabalho, por exemplo. É uma excelente oportunidade para os parceiros se ajudarem e ficarem ainda mais próximos”, orienta.

    Se o motivo estiver diretamente relacionado ao parceiro, é essencial que essa conversa gere bons frutos, como mudanças na rotina, maior cuidado com os sentimentos do outro e desenvolvimento da intimidade e confiança. “A terapia sexual também é aconselhável, pois em muitos casos, quando o problema está relacionado à performance de um dos parceiros, é muito difícil entrar nesse assunto sem um profissional mediador”, conclui o especialista.

  • Você troca o dia pela noite? Entenda como o sono invertido pode influenciar na sua saúde

    Especialista da Duoflex dá dicas para equilibrar as atividades profissionais noturnas com um estilo de vida mais saudável

    Uma alta demanda de serviços e diversos cargos exigem horários diferenciados na jornada de trabalho. Segundo dados do Ministério do Trabalho, cerca de 15 milhões de brasileiros atuam no turno da noite. Um dos principais atrativos é o adicional noturno, que representa um acréscimo de 20% sobre o valor da hora normal de trabalho.

    Porém, segundo a Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, o sono da noite é melhor que o sono da manhã, que está mais suscetível a interferências externas. “Biologicamente, somos programados para dormir à noite. Existem fatores que predispõem o corpo a descansar neste período, como a ausência da luz, a queda da temperatura do corpo e a produção da melatonina – hormônio capaz de contribuir na indução do sono”, alerta.

    A especialista explica que o corpo é regulado pelo ciclo circadiano, uma espécie de relógio interno, que identifica a duração dos períodos luminosos e não luminosos (dia e noite) e é responsável por ajustar as funções fisiológicas no período de 24 horas, aproximadamente. “Além disso, é durante o sono que o organismo realiza o processo de regeneração celular e recupera as energias essenciais para o equilíbrio do corpo e da mente”, completa Renata.

    Seja a trabalho ou a lazer, trocar o dia pela noite pode comprometer a saúde ao longo do tempo, já que as pessoas ficam muito mais propensas a desenvolver doenças e distúrbios do sono. “Problemas na visão, fadiga crônica, alteração no comportamento, doenças cardiovasculares, distúrbios hormonais, digestivos e neuropsicológicos, são alguns males que podem surgir”, conta Renata.

    A especialista explica que a inversão no horário do sono pode ser prejudicial à saúde, sobretudo, quando o indivíduo não possui uma rotina. “Se a mudança dos horários é necessária para fins profissionais, a recomendação é manter a disciplina e dormir sempre no mesmo horário, mesmo nos dias de folga”, explica Renata.

    Para amenizar os prejuízos à saúde causados pela vida profissional noturna, Renata dá algumas dicas. “Uma medida importante é escolher travesseiros e colchões adequados para manter a disciplina postural e que ajudem a controlar a transpiração, já que as temperaturas tendem a ser mais altas durante o dia. Além disso, seguir uma alimentação equilibrada, evitar o consumo de bebidas energéticas algumas horas antes de dormir, manter um ambiente escuro, arejado e silencioso são medidas que podem ajudar a ter um sono relaxante”, orienta a consultora da Duoflex.

  • Você conhece a língua dos gatos?

    A veterinária Luana Sartori, da Nutrire, ajuda você a entender o que seu felino sente por meio de seus sons e até de sua postura corporal.

    Alegria, carência ou tristeza? Você conhece seu gato o suficiente para compreender o que ele sente? A veterinária Luana Sartori, especialista da Nutrire, dá algumas dicas de como se comunicar melhor com seu pet e compreender os sinais mais claros de alguns sentimentos básicos do animal.

    O corpo fala

    Há diversos estudos que revelam a forma que o nosso corpo se comunica por meio de movimentos simples durante um diálogo, por exemplo. Com os gatos não é diferente, pois alguns sinais de tranquilidade e relaxamento são dados através da sua mobilidade.

    “Quando o felino está com as patas da frente dobradas é sinal de que está tranquilo. Geralmente, quando estão relaxados as orelhas se inclinam para frente, as sobrancelhas se arqueiam e os olhos ficam apertadinhos”, revela Luana.

    Aliás, olhos quase fechando significam sono. “Quando eles dão aquelas breves piscadinhas em sua direção é sinal de contentamento”, completa a veterinária.

    O felino não gosta muito que mexam em sua barriga sem permissão. Porém, como saber que ele deseja essa aproximação? “Todas as patinhas viradas para cima pode ser um bom sinal de que está seguro, e um carinho pode ser muito bem vindo”, conta.

    A cauda do animal também revela muito sobre o que está sentindo. Quando ereta e balançando devagar significa que há curiosidade – uma característica típica desses bichanos.

    Outro movimento de fácil percepção é o rabo para baixo e rígido, o que significa descontentamento. “Além disso, se a cauda se movimentar de um lado para outro mais rapidamente, aí sim, o felino não está nada feliz”, analisa Luana.

    Os músculos faciais dos gatos se assemelham aos nossos, segundo a professora de comportamento animal da Universidade da Geórgia, Sharon Crowell-Davis. O estudo feito por ela revela que os gatos são tão expressivos quanto os cães e os humanos. “É fácil perceber como ficam tensos quando estão nervosos. O mesmo acontece quando eles estão felizes ou relaxados, pois seus músculos faciais também relaxam”, disse a estudiosa.

    Que língua é essa?

    Há diversas formas do animal se comunicar, entre as mais comuns estão miar, ronronar e grunhir. “A análise dos sons emitidos pelos felinos também depende muito da personalidade do mesmo. Ou seja, um bichano mais silencioso pode emitir sons diferentes quando está triste, por exemplo”, diz Luana.

    Normalmente, um som mais agudo pode indicar carência e frustração. O ronronar quase sempre indica felicidade, mas, em alguns poucos casos, também pode ser sinal de insatisfação.

    O Bigode também fala

    Sim, o bigode fala por si. Quando esticado e debaixo das bochechas, é provável que o pet esteja com medo. Quando se esticam para os lados, possivelmente está de muito bom humor. “Já quando estão tímidos, os felinos inclinam os bigodes para trás”, conclui a especialista.

    A origem dos gatos

    Há quem diga que a domesticação do gato começou há mais ou menos 12 mil anos, quando agricultores iniciaram as primeiras plantações de cereais e escolheram os felinos para preservar esse alimento, visto que exterminavam os maiores predadores desse tipo de plantio – os roedores.

  • Cuidados ao fazer as unhas fora de casa: saiba como evitar contaminação

    Especialista da Doctor Feet ensina dicas para proteger a saúde ao frequentar salões e esmalterias para cuidar das mãos e dos pés

    Quem não quer as unhas sempre bem-feitas e bonitas? A praticidade dos serviços de manicure faz com que muitas pessoas busquem regularmente salões e esmalterias para este fim, porém, deve-se levar em consideração os riscos de contaminação ao realizar o procedimento sem checar os cuidados com a higiene e manipulação dos produtos utilizados.

    Segundo Cristina Lopes, podologa e coordenadora técnica da rede Doctor Feet, algumas medidas, fiscalizadas antes do atendimento, podem evitar qualquer problema. “A remoção da cutícula cria pequenas aberturas por onde existe a chance de contaminação. Essas lesões são a principal porta de entrada para vírus e bactérias, além de outros riscos relacionados a técnica, como o enfraquecimento das unhas, micoses e a descamação”, comenta. A especialista dá algumas cuidados para prevenir doenças e evitar fungos e bactérias.  Veja abaixo:

    – Atente-se sobre a esterilização dos instrumentos

    Verifique se no local existe uma autoclave e veja como os instrumentos são manipulados. Se estiverem embalados em plástico é um bom sinal. Apesar da obrigação de esterilizar todos os instrumentos, é possível que você não conheça a procedência do estabelecimento na primeira visita. Segundo Cristina, um instrumento infectado pode transmitir doenças como, micoses bactérias e até mesmo hepatite B e C.

    – Levar o seu próprio material não garante que ele esteja estéril

    É comum ouvir a orientação de levar os próprios instrumentos, porém, isso não garante que ele esteja estéril e livre de contaminação. A autoclave, que funciona através da esterilização por vapor, é o principal meio de garantir a assepsia dos alicates e espátulas.  

    – Verifique se alguns itens são descartados

    Lixas, palitos de unha e saquinhos devem ser descartados e substituídos após cada uso. Veja se a profissional utiliza novos itens antes de começar. Os vasilhames para imergir as mãos e os pés também devem estar cobertos com plástico, que devem ser trocados a cada atendimento.

    – Não utilize separadores de dedo

    Muitas profissionais usam separadores de dedo de E.V.A e outros materiais. No mesmo local onde eles são posicionados ocorrem as frieiras e outras infecções por vírus e fungos, que podem ser transmitidas de uma pessoa para outra. O correto é utilizar algodão ou papel entre os dedos.

    – Veja se a profissional usa acessórios de segurança

    O uso de instrumentos cortantes exige que a profissional use luvas descartáveis e máscara para proteger a sua própria saúde e a do cliente.  “Na Doctor Feet existe o procedimento de entregar um equipamento de proteção individual as podologas, para que, desta forma, nossos clientes estejam totalmente protegidos.” comenta a especialista.

    – Toalhas devem ser de papel

    O uso da toalha de algodão para secar as mãos ou tirar o resíduo de creme é comum, porém, pode ser perigoso. O melhor é que a manicure use apenas papel toalha ou produtos semelhantes descartáveis. Mesmo quando individual, essas toalhas precisam ser lavadas em água quente e com produtos específicos para que não haja contaminação, o que não ocorre normalmente.     

    – Busque um médico no caso de inflamação por longo período

    Lesões nas cutículas são comuns durante o processo, porém, se elas permanecerem por mais de 5 dias, procure um dermatologista para evitar grandes complicações.