Autor: agitosp

  • Dieta tem efeitos rápidos na qualidade do esperma

    Esta é a conclusão de um novo estudo em que homens jovens saudáveis foram alimentados com uma dieta rica em açúcar

    Foto: Marta Dzedyshko/Pexels

    O esperma é influenciado pela dieta e os efeitos decorrentes dela surgem rapidamente. Esta é a conclusão de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Linköping, na Suécia, no qual jovens saudáveis ​​foram alimentados com uma dieta rica em açúcar. O estudo, publicado na PLOS Biology no fim de 2019, fornece uma nova visão sobre a função do esperma e pode, em longo prazo, contribuir para novos métodos de diagnóstico para medir a qualidade do esperma.

    Os pesquisadores afirmaram que a dieta influencia a motilidade dos espermatozoides e vincularam as alterações a moléculas específicas neles. O estudo revelou efeitos rápidos que são perceptíveis após uma a duas semanas.

    A qualidade do esperma pode ser prejudicada por vários fatores ambientais e de estilo de vida, dos quais obesidade e doenças relacionadas, como diabetes tipo 2, são fatores de risco bem conhecidos para a baixa qualidade.

    “Quando se pensa na saúde reprodutiva do homem, muitos pacientes acreditam que a contagem de espermatozoides (concentração) é o único critério para se avaliar  a fertilidade. Ela é, de fato, importante, mas há outros aspectos igualmente relevantes para avaliar a fertilidade masculina. Esses incluem a motilidade (movimentação dos espermatozoides) do esperma e a morfologia (formato correto e estrutura fisiológica)”, afirma Arnaldo Cambiaghi, especialista em ginecologia e obstetrícia, com certificado de atuação na área de reprodução assistida, e responsável técnico do Centro de Reprodução Humana do IPGO.

    Dos pais para os filhos

    O grupo de pesquisa que realizou o novo estudo está interessado em fenômenos epigenéticos, que envolvem propriedades físicas ou níveis de alteração da expressão gênica, mesmo quando o material genético, a sequência do DNA, não é alterado. Em certos casos, essas alterações epigenéticas podem levar à transferência de propriedades dos pais para os filhos por meio do esperma ou do óvulo.

    Em um estudo anterior, cientistas mostraram que as moscas-das-frutas masculinas que consumiram excesso de açúcar pouco antes do acasalamento produziram mais frequentemente filhotes que ficaram com sobrepeso. Estudos semelhantes em ratos sugeriram que pequenos fragmentos de RNA, conhecidos como tsRNA, desempenharam um papel nesses fenômenos epigenéticos que apareceram na próxima geração. Esses fragmentos de RNA estão presentes em quantidades incomumente grandes no esperma de muitas espécies, incluindo humanos, moscas-das-frutas e camundongos.

    Até agora, sua função não foi examinada em detalhes. Os cientistas especularam que os fragmentos de RNA no esperma podem estar envolvidos em fenômenos epigenéticos, mas é muito cedo para dizer se esse é o caso em humanos. O novo estudo foi iniciado pelos pesquisadores para investigar se o alto consumo de açúcar afeta os fragmentos de RNA no esperma humano.

    Foto: Alexander Mils/Unsplash

    O estudo examinou 15 homens jovens normais e não fumantes, que seguiram uma dieta na qual receberam todos os alimentos dos cientistas por duas semanas. A dieta foi baseada nas Recomendações Nórdicas de Nutrição para uma alimentação saudável, com uma exceção: durante a segunda semana, os pesquisadores adicionaram açúcar, correspondendo a cerca de 3,5 litros de refrigerantes, ou 450 gramas de doces, todos os dias. A qualidade do esperma e outros indicadores de saúde dos participantes foram investigados no início do estudo, após a primeira semana (durante a qual eles fizeram uma dieta saudável) e após a segunda semana (quando os participantes consumiram adicionalmente grandes quantidades de açúcar).

    No início do estudo, um terço dos participantes apresentava baixa motilidade espermática. A motilidade é um dos vários fatores que influenciam a qualidade espermática, e a fração de pessoas com baixa motilidade espermática no estudo correspondeu à da população em geral. Os pesquisadores ficaram surpresos ao descobrir que a motilidade espermática de todos os participantes se normalizou durante o estudo.

    Segundo os cientistas, o estudo mostrou que a motilidade espermática pode ser alterada em um curto período e parece estar intimamente ligada à dieta. Isso tem implicações clínicas importantes, mas eles ainda não podem dizer se foi o açúcar que causou o efeito, pois pode ser um componente da dieta saudável básica que tem efeito positivo no esperma.

    Os pesquisadores também descobriram que os pequenos fragmentos de RNA, que estão ligados à motilidade espermática, também mudaram. Agora, eles planejam continuar o trabalho e investigar se existe uma ligação entre a fertilidade masculina e os fragmentos de RNA no esperma. Eles também determinarão se o código de RNA pode ser usado para novos métodos de diagnóstico para medir a qualidade do esperma durante a fertilização in vitro.

    Cambiaghi explica que diversos fatores estão envolvidos nas deficiências nutricionais: socioeconômicos, culturais (tabus e crenças) e maus hábitos alimentares. Ele ressalta que deficiências nutricionais surgem em decorrência de uma alimentação inadequada a curto, médio ou longo prazo. Essas carências originam-se de acordo com a qualidade da alimentação e a frequência com que determinados alimentos são inseridos na rotina do indivíduo.

    “O consumo alimentar deficiente em nutrientes importantes para a manutenção das funções reprodutoras, seja ele superior ou inferior às recomendações diárias, pode ter relação com a má qualidade, a baixa concentração, a alteração da forma e a produção de espermatozoides”, conclui o médico.

    Cambiaghi, inclusive, tem um livro lançado que aborda o tema da alimentação – Dieta da Fertlidade – que pode ser baixado gratuitamente neste endereço: https://dietadafertilidade.com.br

    A seguir, algumas recomendações de Cambiaghi para maximizar a fertilidade masculina

    1. Pare com os maus hábitos: Evite beber álcool , pare de fumar e não use drogas ilegais. Todos esses hábitos inadequados podem reduzir a contagem e danificar o espermatozoide, causando uma incapacidade para fertilizar óvulos. Se estes maus hábitos não puderem ser evitados, reduza a regularidade de cada um deles.

    2. Evite alimentos processados na sua dieta: nutrição, é claro, é uma variável-chave. É importante manter uma dieta rica em proteínas, verduras e grãos integrais. Prefira sempre uma dieta baixa em gordura e açúcar. Quando se segue uma dieta saudável, a qualidade do sêmen tende a ser melhor porque o organismo se torna também mais saudável com um metabolismo funcionando corretamente. Sempre que possível, optar por alimentos orgânicos para manter uma dieta ideal.

    3. Faça exercícios regularmente. Exercitar-se pelo menos 30 minutos por dia, pode minimizar o estresse e maximizar a qualidade do esperma. Exercícios de baixo impacto são melhores, como o tai chi, yoga ou meditação. No entanto, é importante não exagerar ou participar de atividades que possam danificar o organismo, principalmente o sistema reprodutor.

    4. Frequência das relações sexuais. Considera-se ideal a frequência de duas a três relações sexuais por semana para que se obtenha uma chace máxima de sucesso de gestação natural. Entretanto, pesquisas têm demonstrado que este número de relações sexuais tem diminuído nos últimos tempos. Às vezes, são até bem esporádicas. As razões para isso são excesso de trabalho, muitas vezes intercalado com viagens frequentes, tornando difícil ao casal estar junto, o estresse diário e outros tópicos.

    Foto: StockSnap/Pixabay

    5. Hábitos e estilo de vida: abster-se do uso de drogas ilícitas e parar de fumar. Beber álcool só moderadamente. Passar muito tempo em uma sauna ou banheira de água quente pode causar calor excessivo, o que faz que os testículos produzam um sêmen de má qualidade. Além disso, roupas íntimas, shorts ou jeans muito justos devem ser evitados e substituídos por roupas mais largas, a fim de permitir que os testículos “respirem”.

    6. Alguns suplementos podem ajudar: antioxidantes são essenciais para a saúde do esperma e fertilidade masculina. A vitamina C e vitamina E têm sido sugeridos para melhorar a saúde do esperma. Outros suplementos como Arginina, Citrulina, Acetilcisteima, Picnogenol, Zinco, Selênio, Coenzima Q10 podem ser úteis na melhora da qualidade do sêmen.

    7. Toxinas ambientais: mudanças ambientais têm preocupado autoridades no mundo todo. Muitas delas têm sido causadas pela evolução tecnológica, gerada pelo próprio homem e interferem no bem-estar das pessoas, agredindo vários órgãos do corpo humano e causando problemas de saúde. O uso de pesticidas nas plantações é uma delas.

    8. Estresse: também é uma variável em baixa contagem de espermatozoides. O estresse emocional e físico, bem como insônia, podem facilitar desequilíbrios hormonais em homens. Isso tem impacto sobre a produção de esperma. Se o paciente tiver dúvidas sobre como as questões de estilo de vida podem afetar a fertilidade e a contagem de espermatozoides, uma ajuda especializada poderá ajudar a dissipar certos mitos.

    9. Exame médico: É uma etapa importante para diagnosticar as causas de um espermograma com problemas. Salienta-se que, em caso de dúvida, o ideal é repetir este exame por pelo menos três vezes para confirmação do diagnóstico. Essas causas incluem varicocele (dilatação anormal das veias dos testículos, podemos dizer que são varizes das veias testiculares; exposição a produtos químicos ou radiação, anormalidades testiculares congênitas e idade (embora este é mais um fator para problemas de fertilidade entre as mulheres).

  • Fique em casa: cuide da saúde dos rins durante a quarentena

    Consumir alimentos saudáveis reduz a ansiedade e aumenta a imunidade

    A ordem é ficar em casa. Com a disseminação da COVID-19, o Coronavírus, o Brasil adotou medidas de saúde para controlar o avanço da doença, que atinge principalmente pessoas em grupo de riscos como idosos e doentes crônicos – hipertensos e diabéticos, incluindo também transplantados, que tem a imunidade mais baixa por conta dos imunossupressores. Como forma de evitar o contágio da doença, muitas empresas estão adotando o regime home office e as pessoas estão ficando em casa.

    De acordo com Mayara Olikszechen, nutricionista do Ambulatório de Nefrologia da Fundação Pró-Renal, este é um momento em que as pessoas não vão se movimentar tanto e, consequentemente, vão ter menos sede, além de ter um aumento na ansiedade, fazendo com que comam mais, ingerindo alimentos industrializados, altamente calóricos e ricos em sódio, gorduras e açúcares. A consequência será um aumento de peso, glicemia e pressão arterial da população. “Quem é diabético e hipertenso deverá ter cuidado redobrado devido à possíveis mudanças na alimentação e inatividade física. Por incrível que pareça, muitas pessoas se alimentam melhor em restaurantes do que em casa, porque não gostam ou não tem hábito de cozinhar”, explica.

    Neste período, a nutricionista ressalta que cuidar da saúde dos rins é fundamental. O ideal é beber muita água por dia e cuidar com o uso de medicamentos sem receita, que podem lesionar o órgão. Ela também afirma que as pessoas podem incluir na dieta frutas, nos intervalos das grandes refeições, aveia, chia ou linhaça, que são ótimas fontes de fibras e proteínas e fornecem mais saciedade. “Outra ideia é cortar a cenoura em palitos e petiscar. Dá até para fazer um patê com ricota fresca ou creme de ricota e ervas finas”, recomenda Mayara.

    Cuidados com as crianças

    Já em relação às crianças, o ideal é incentivar a ingestão de líquidos, principalmente água, e o consumo de frutas e verduras, que reforçam a imunidade. “Os pais devem evitar oferecer refrigerantes e sucos industrializados que são ricos em açúcar, além de outros alimentos como salgadinhos, biscoitos recheados e guloseimas. Outra dica é aproveitar o tempo em casa e fazer receitas com os filhos, como, por exemplo, um bolo de cenoura mais saudável, omelete com legumes e sanduíches naturais”, destaca a nutricionista da Pró-Renal.

    Quando procurar auxílio médico?

    A Doença Renal Crônica (DRC) é assintomática, ou seja, difícil de perceber. Alguns sintomas como inchaços nas pernas e nos pés, aumento da pressão arterial, cansaço, urinar com menos frequência ou urina com espuma ou muito escura, fraqueza, náuseas, vômitos e perda de peso muito rápida podem indicar lesão renal. “É importante que neste momento delicado da pandemia da COVID-19, as pessoas não procurem atendimento por qualquer sintoma simples. Quem tem o contato pessoal de seu médico ou da equipe de saúde, pode tirar suas dúvidas antes de ter que se deslocar para tais locais de atendimento, impedindo o contágio/transmissão da doença e evitando sobrecarregar o sistema de saúde”, indica Mayara Olikszechen, nutricionista da Fundação Pró-Renal.

    A Pró-Renal listou algumas dicas de alimentação saudável para fazer em casa durante a quarentena:

    Beba muita água;
    Melhore sua imunidade, consumindo frutas e hortaliças diariamente;
    Inclua na alimentação o kefir ou Kombucha ou alimentos como batata-doce, batata yacon, alho, cebola, biomassa de banana verde, maçã com casca, chicória e aveia, pois têm função de equilibrar a microbiota intestinal, melhorando também a imunidade;
    Para reduzir o estresse e a ansiedade aposte no consumo de uma banana com canela em pó ao dia (sugestão como lanche da tarde, quando temos redução da serotonina, hormônio do relaxamento e prazer), coco natural em pedaços ou lascas de coco sem açúcar, abacate e chocolate com pelo menos 70% de cacau, quando sentir vontade por doces;
    Não abuse do consumo de farinha branca e alimentos açucarados, pois reduzem o status imunológico;
    Exercite-se em casa mesmo. Tem muitas academias que já disponibilizaram vídeoaula ou programas de exercícios para fazer na quarentena!

  • Obesidade pet – saiba se seu animal está acima do peso e quais os riscos

    Assim como nos humanos, o peso pode interferir na qualidade de vida e longevidade de seu pet

    Ter um animal de estimação é ter um complemento na nossa rotina, além da troca reciproca de amor e carinho, é importante estar atento a qualidade de vida dele.  Nem sempre é fácil resistir à cara de pidão que o pet pode fazer quando quer algum alimento diferente e de preferencia que está sendo cozinhado ou consumido na hora, mas, esses excessos podem contribuir para o aumento de seu peso e leva-lo ao quadro de obesidade. “Todo animal deve ter uma dieta balanceada. Existem alimentos que podem e que não podem ser consumidos por eles. Comidas muito gordurosas ou cheias de corantes e conservantes, como os junk foods, se oferecidos com frequência, podem contribuir para o aumento do peso e também para o desenvolvimento de doenças mais severas, como as estomacais e também renais” – afirma.

    Apesar de parecerem mais fofinhos, os animais que apresentam quadro de obesidades podem ter diversos problemas de saúde acometidos pelo excesso de peso em seu organismo. “Animais castrados podem apresentar um aumento de peso significativo, entretanto não apresentar obesidade, cabe ao tutor ficar atento a sua saúde. Os problemas respiratórios e cardíacos são os primeiros indícios de obesidade, em seguida os altos índices de colesterol e também diabetes. Problemas de locomoção e sedentarismo podem acarretar em depressões” – comenta.

    Para evitar que o seu animal se torne obeso, é importante manter uma alimentação balanceada, oferecer alimentos apenas prescritos pelo médico veterinário de sua confiança, não ceder às chantagens por petiscos e torna-lo mais ativo. “Atualmente existem diversas maneiras de controlar o peso do seu pet. No mercado, encontram-se rações próprias para isso, mas caso o tutor opte por uma dieta natural, com o uso de alimentos como arroz, vegetais e carne, é imprescindível saber a dosagem e a harmonização, para que não falte ou sobre nutrientes e proteínas no organismo” – finaliza Carol.

  • #Quarentena: O que fazer com o #tesão?

    Quarentena: O que fazer com o tesão? Sexlog tem conteúdo suficiente para 11 anos de isolamento

    Além de ter à disposição milhares de horas de vídeos, rede social lança e-book com dicas para não cair no tédio durante a pandemia

    A palavra quarentena já deve ser a mais vista e ouvida nos últimos dias, seguida de coronavírus e o sentimento de solidão que ambas têm trazido a muita gente. A pandemia é uma realidade e, pelos próximos dias, nós vamos precisar driblar o tédio e reinventar algumas relações sociais. O Sexlog, que tem mais de 11 milhões de pessoas cadastradas, incentiva que cada uma delas fique em sua casa e curta a infinidade de possibilidades que a rede oferece. Por isso, a rede lançou um e-book com dicas para não deixar o tesão diminuir nessa época sem precisar correr riscos.

    O Sexlog garante que o tédio não será uma opção para os cadastrados na rede, já que são mais de quatro terabytes de fotos e cinco terabytes de vídeos que, traduzindo ao pé da letra, garantiriam 11 anos de conteúdo recheado de prazer para qualquer um curtir esse tempo de resguardo à vontade. A média de upload de fotos diária é de mais de 6800. Enquanto os uploads de vídeos são de mais de 388 por dia. Todos os vídeos da plataforma, por exemplo, totalizam mais de 104 mil horas de visualização, ou mais de 4 mil dias. É conteúdo que não acaba mais.

    É verdade que não vai ter beijo, nem abraços, e não tem álcool em gel que dê conta quando o assunto é sexo. Portanto, o Sexlog ressalta que Swing e suruba estão proibidos por ora. Mas nude, sexting, livecam, punheta e siririca estão liberados. É só higienizar o computador, o celular e lavar as mãos e tá tudo certo.

    Outra boa notícia em meio a tantas outras ruins, é que segundo um estudo da Clínica Universitária de Essen, orgasmos aumentam a nossa imunidade. É claro que não é uma cura contra o Coronavírus, mas é um fortalecimento capaz de diminuir gripes e resfriados e traz também outros benefícios já conhecidos como diminuir ansiedade e reduzir o stress.

    A diretora de marketing do Sexlog, Mayumi Sato, ressalta que, neste momento, é importante dar uma pausa nas festinhas. “A gente pode respeitar esse momento pelo bem de todos e aproveitar para se curtir. Dá pra continuar assistindo livecam, se exibindo ao vivo online, trocando mensagens quentes, tudo em segurança, além de esquentar as coisas para quando tudo voltar ao normal, pegar fogo de vez”, diz.

    Baixe já o E-book: https://bit.ly/2U79zAs 

  • 7 dicas para administrar a ansiedade na quarentena

    O novo coronavírus já deixou de ser uma ameaça e se tornou uma realidade. Com centenas de casos confirmados da doença no Brasil, governadores já começaram a adotar medidas mais restritivas, como os fechamentos de shoppings e academias. Seguindo conselho da Organização Mundial de Saúde, pessoas devem ficar em casa e sair somente em casos mais urgentes, inclusive os mais velhos.

    Mesmo que ainda não obrigatória, a quarentena e afastamento social tem aumentado no país e estima-se que nos próximos dias, cresça de forma relevante. E com o isolamento, existe a possibilidade das pessoas, inclusive com mais idade desenvolverem doenças psicológicas, como excesso de ansiedade e a depressão.

    E qual seria a melhor alternativa para não “pirar” dentro de casa?  De acordo com a psicanalista Eloah Mestieri, especialista no bem-estar do idoso, existem algumas dicas que, se praticadas com certa rotina em horários alternados, contribuirão para que o período de quarentena seja menos estressante. Veja abaixo:

    Banho de sol

    Em momentos de quarentena, quem está em casa acaba deixando de tomar um pouco de sol, o que pode ser prejudicial à imunidade. “O sol é a principal fonte de vitamina D para o nosso corpo. Ao tomarmos pelo menos 15 minutos de banho de sol, aumentaremos nossa imunidade, diminuímos o risco de depressão e melhorarmos a qualidade de nosso sono”, pontua Eloah.

    Crie novos hábitos 

    Exercícios online gratuitos também podem ser feitos dentro de casa. “Isso nos ajudará a diminuir o estresse, diminuindo a endorfina e aumentando a qualidade de vida”, aconselha a especialista. 

    Não se desconecte das pessoas

    Em tempos de isolamento e de pouco contato físico com amigos e parentes, usar o telefone ao invés das redes sociais é uma opção. “Dê um telefonema para um amigo que não conversa há algum tempo ou que tenha gostos em comum, fale de outros assuntos que não seja o coronavírus. Falar pelo telefone traz uma sensação maior de conexão com o próximo, e isso conforta nos tempos que vivemos”, explica Eloah.

    Aprenda a lidar com a solidão

    É normal que a gente queira sair e ver pessoas, marcar aquele encontro de semana com os amigos, mas, em tempos como o de hoje, precisamos aprender a lidar com nossa própria companhia. “O mundo vai sair diferente dessa pandemia. É importante e necessário aprender a ficar sozinho. É uma habilidade que teremos que adquirir. Hoje há bastante material de meditação, por exemplo, que pode ser útil”, elucida a psicanalista. 

    Retome afazeres que nunca foram concluídos

    Sabe aquela gaveta de documentos dos seu quarto que você não mexe há anos? Que tal organizá-la? “Deixar a nossa casa em ordem fará muito bem para o nosso cérebro, para nosso interior e para o astral como um todo. É importante manter o nosso ambiente ao redor o mais organizado e agradável possível. Agindo dessa forma, passar o período em quarentena será mais leve”, explica

    Mantenha a vaidade em casa

    Conforme mais tempo a pessoa fique dentro de casa, natural que cuidados com a aparência diminua. Para Eloah, continuar sendo vaidoso ajudará a tornar o período de isolamento mais saudável. “Não é necessário que estivesse indo para um casamento, mas sim que a pessoa esteja bem arrumada, com um roupa que fosse usar na rua, maquiagem e até mesmo usando perfume, pois quando ela se olhar no espelho, veja que não está com aspecto de doente, pois o objetivo principal desta quarentena é encontrar formas de não ficar doente”, explica. 

    De acordo com a especialista, é essencial que o “quarteto da felicidade” esteja em alta justamente por manter a pessoa blindada de doenças. “Manter a vaidade , com certeza vai ativar a endorfina, serotonina, dopamina e ocitocina, pois eles são neurotransmissores importantíssimos para o nosso sistema imunológico”, diz Eloah

     Desafie-se 

    Tenha um objetivo claro. Neste período de quarentena, entende-se que o tempo esteja sendo perdido, e na verdade é uma oportunidade para ampliar o conhecimento em algum hobbie, qualificação pessoal  ou mesmo uma meta. “ O sentimento de perda de tempo, pode levar ao tédio e ao desalento, podendo desencadear ou aumentar o nível de ansiedade, depressão ou outras patologias”, afirma a psicanalista

    Desenvolver uma nova habilidade, tocar um instrumento novo, falar um idioma desconhecido, fazer algum curso de qualificação profissional, são alguns exemplos a serem feitos. “A ideia é que ao fim da quarentena, a pessoa saia com a sensação de ter tido um ganho real por algo que ela fez por ela mesma. No fim, com a autoestima em alta, ela passa a se valorizar mais, podendo externar ao mundo suas novas aptidões”, conclui Eloah.  

  • Todos em casa: dicas para manter os pets ativos e saudáveis

    Pesquisas mostram que realizar atividades em conjunto com os pets fortalece ainda mais os laços entre animal e tutor

    É de conhecimento da grande maioria dos tutores os cuidados básicos necessários com os pets no dia a dia: manter o acesso ilimitado à água para que eles possam estar sempre hidratados, assegurar que a alimentação forneça os nutrientes que precisam, visitas regulares ao Médico-Veterinário e manter uma rotina diária de carinho e exercícios.

    Pesquisas do WALTHAM™ Petcare Science Institute, parte da Mars Petcare, mostram que os animais de estimação proporcionam benefícios – físicos e emocionais – tangíveis à saúde dos seres humanos, podendo, inclusive, facilitar a adaptação a períodos difíceis. Os animais podem agir como “amortecedores de estresse”, aliviando o sofrimento associado a experiências provocadoras de ansiedade e ajudando a diminuir a percepção de dor física e emocional.

    Aproveitando este momento em que muitos tutores estão em casa, por que não aproveitar o tempo para realizar atividades juntos? Separar um tempo para brincar e se exercitar com os pets é uma maneira de construir uma relação saudável e feliz com eles, reforçando o elo entre tutor e animal. Confira algumas dicas!

    Olhando para os cães:

    – Aconselha-se que eles pratiquem exercícios duas vezes ao dia, sempre respeitando as condições do animal, como porte, raça, idade e questões de saúde preexistentes.

    – No momento, é recomendado evitar atividades ao ar livre, mas caso seja necessário para o animal, certifique-se de ir a um ambiente externo por tempo suficiente, seguindo as diretrizes do Governo e mantendo distância de outras pessoas e animais, conforme recomendações de saúde.

    – Procure encontrar novas maneiras de brincar dentro de casa: comedouros interativos e brinquedos para ambientes internos podem ajudar a estimular a mente e exercitar o corpo do cão.

    – Treinamentos de agilidade e obediência também são uma boa opção para pet e tutor fazerem juntos.

    Olhando para os gatos:

    – As atividades e brincadeiras podem ser voltadas ao instinto natural de caça, típico desses animais. Eles gostam de se esconder e depois “atacar”, sendo assim, esconder o brinquedo que simule uma presa pode ser uma boa maneira de despertar o interesse de brincar nos felinos. 

    – Brinquedos do tipo varinha, bolinhas e estruturas para arranhar e escalar também são bem-vindos para estimular o gato a se exercitar.

    – Uma simples caixa de papelão já é fonte de entretenimento para os felinos.

    – Vale lembrar que os gatos ficam entediados rapidamente com brinquedos familiares. Por isso é importante oferecer mais de um tipo, sempre revezando entre eles.

  • Mês da conscientização sobre a Doença Renal Crônica:envelhecimento dos pets faz aumentar o número de casos

    No mês internacional do cuidado com as doenças renais, “Março Amarelo”, Médico-Veterinário que atua no tema, dá dicas de como identificar e prevenir esse mal em pets

    Gatos e cães estão ficando, cada vez mais, dentro dos lares e sendo acolhidos como um membro da família. Essa atitude, combinada com a conscientização da importância de oferecer uma alimentação de qualidade, bem como com uma assistência veterinária de qualidade, faz com que os pets vivam mais. Embora seja uma ótima notícia, o aumento da expectativa de vida de gatos e cães merece atenção: com a idade se aproximam algumas doenças, que não são tão comuns em animais mais jovens e, muitas vezes, são descobertas tardiamente. Um exemplo é a Doença Renal Crônica (DRC), condição marcada por diferentes causas, que pode acometer cães e gatos de todas as idades, mas principalmente animais acima de 10 anos, que têm 81% de chances de apresentar algum sintoma.

    Por isso, o mês internacional do cuidado com as doenças renais, conhecido como “Março Amarelo”, tem o objetivo de conscientizar Médicos-Veterinários e tutores sobre a prevenção da doença e diagnóstico precoce. Na maioria das vezes, o diagnóstico é realizado tardiamente, devido a característica de que a DRC é uma doença silenciosa, que apresenta sinais mais nítidos quando boa parte dos rins já estão comprometidos.

    O Médico-Veterinário estudioso da área de nefrologia veterinária e Professor da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Júlio Cambraia, dá dicas para identificar a doença renal crônica em pets:

    1)     Os primeiros sinais clínicos do problema são o aumento na micção seguida do aumento da ingestão de água.

    2)      A falta de apetite e, consequente perda de peso, também é um dos sinais comuns da doença.

    3)     O animal pode apresentar fraqueza, abatimento e palidez de mucosa.

    4)     Algumas das raças mais propensas a desenvolver a doença, incluindo aquelas que apresentam uma expectativa de vida maior.  Em cães: Beagle, Bull Terrier, Chow Chow, Cocker, Pinscher, Pastor Alemão, Lhasa Apso, Shih Tzu, Maltês, Schnauzer, Daschund, Sharpei, Poodle. Em gatos: Maine Coon, Abissinio, Siamês, Russian Blue, Persa.

    5)     Idas anuais ao Médico-Veterinário para check ups são fundamentais para a prevenção, principalmente para pets acima de 7 anos.

    O Professor ainda ressalta que um cuidado especial deve ser tomado pois muitos destes sinais são comuns a outras doenças e, portanto, somente o Médico Veterinário pode determinar o diagnóstico definitivo.

     A nutrição é a base da conduta terapêutica do paciente doente renal crônico. A dieta específica a ser oferecida ao pet com problemas renais deve ser cuidadosamente calculada em seus constituintes. Muitos deles devem ser restritos, bem como outros, acrescidos. Sódio e proteína, por exemplo, são controlados em quantidade e qualidade, para que as necessidades nutricionais sejam atendidas, sem gerar resíduos no organismo. O fósforo também se encontra em concentrações reduzidas, para diminuir a velocidade de progressão da doença renal e aumentar a expectativa de vida do paciente; assim como os antioxidantes, acrescidos na dieta, que ajudam a retardar o avanço da doença. Como uma das maiores dificuldades ao longo do tratamento do gato ou cão acometido da Doença Renal Crônica é a inapetência, a palatabilidade reforçada do alimento faz com que o animal tenha interesse em comer, já que o jejum piora o quadro clínico rapidamente.

    “O alimento adequado para gatos e cães portadores de DRC é muito importante para nutrir adequadamente estes animais que tem restrições, evitando, muitas vezes, a necessidade de medicamentos, ajudando a manter a doença sob controle, preferencialmente, sem progressão e, principalmente, permitindo qualidade de vida e longevidade do pet”, afirma o Professor Júlio.

    ALIMENTOS QUE AJUDAM NA NUTRIÇÃO DO DOENTE RENAL CRÔNICO

    No Brasil, a ROYAL CANIN® possui 6 produtos para gatos e cães que auxiliam no tratamento dos doentes renais crônicos. Consulte o Médico-Veterinário de sua confiança, para saber qual a melhor alimentação para o pet.

  • Pets precisam escovar os dentes?

    No dia 20 de março, dia dedicado a conscientização sobre a saúde bucal, fica o alerta: até 85% dos cães e gatos com mais de 3 anos tem doença periodontal

    Não são apenas os humanos que precisam estar atentos a saúde bucal, já parou para pensar que cães e gatos também necessitam de cuidados diários? Muitas pessoas desconhecem o fato de que a boca é uma das principais causadoras de problemas e doenças em animais. A infecção da cavidade oral pode se estender a outros órgãos, como rins e coração, por exemplo.

    Um dos primeiros sinais de que há algo errado é o mau hálito, que pode indicar que o pet já esteja sofrendo de doença periodontal, mal que atinge 85% dos cães e gatos com mais de 3 anos de idade. Outros sintomas comuns e que os tutores devem ficar atentos são: mudança de cor e edema nas gengivas (crescem e ficam mais avermelhadas), corrimentos orais com ou sem sangue, aumento da salivação e prurido (coceira) na região do focinho.

    No dia 20 de março, dia mundial da saúde bucal, vale o alerta de que, geralmente, os fatores para o desenvolvimento desta doença são quase sempre os mesmos: a falta de cuidado do tutor. A maioria deles acreditam que os dentes e as gengivas de seu animal estão saudáveis e ignoram o fato de que cães e gatos precisam escovar os dentes diariamente.

    “Os cuidados com a saúde bucal devem começar cedo, incluindo escovação regular, complementada com produtos funcionais mastigáveis específicos para a saúde oral e visitas frequentes ao Médico-Veterinário”, explica o Dr. Marcello Roza, Médico Veterinário, Embaixador da Mars Petcare, especializado em odontologia veterinária.

    Um estudo realizado pelo Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM™, da Mars Petcare, referência científica no cuidado, nutrição e bem-estar animal, mostrou que cães pequenos e idosos são mais suscetíveis à doença periodontal. “Os cães pequenos, por possuírem dentes proporcionalmente grandes ao reduzido tamanho e espaço de sua boca, têm predisposição ao acúmulo de placa bacteriana, favorecendo a formação de tártaro e, consequentemente, o mau hálito”, complementa o veterinário.

    Pensando nesta necessidade, a Mars possui, no portfólio de PEDIGREE®, o produto DENTASTIX™, que auxilia no combate à formação do tártaro e, consequentemente, melhora a qualidade de vida dos cães. Estudos internos comprovam que oferecer 1 unidade de DENTASTIX™ por dia, continuamente, ajuda a reduzir em até 80% a formação do tártaro em cães que possuem uma boca saudável.

    Escovação dos dentes é fundamental: aprenda a realizá-la!

    A escovação diária dos dentes de cães e gatos é recomendada desde cedo, nos primeiros meses de vida. O Médico-Veterinário tem o papel de orientar o tutor sobre a correta forma de realizar a higiene oral, lembrando que associar a escovação a um estímulo positivo, como uma brincadeira, um passeio ou um carinho, ajuda na aceitação pelo animal.

    Confira, abaixo, 6 dicas do Dr. Marcello Roza, médico veterinário especializado em odontologia veterinária e Embaixador da Mars Petcare:

    1) Utilizar, com delicadeza, uma escova dental com cerdas macias (as escovas para humanos podem ser utilizadas). A dedeira também pode ser utilizada no processo de adaptação e depois substituída pela escova, assim que o animal estiver condicionado.

    2) A pasta dental para humanos não deve ser utilizada porque contém flúor, que é engolido pelos animais e irrita o tubo gastrointestinal. Além do sabão, que levaria à formação de espuma, atrapalhando o processo de escovação. A pasta dental veterinária tem um sabor agradável e facilita a escovação. Entretanto, também é importante buscar por pastas com ação química.

    3) O animal deve estar bem confortável. Carícias e mimos ajudam a deixá-lo receptivo à escovação.

    4) Realizar a escovação em ambiente calmo e em um momento tranquilo e relaxado também auxiliam.

    5) Sempre que possível, tentar fazer a escovação no mesmo horário, estabelecendo uma rotina, para que o processo de aceitação seja mais rápido.

    6) A escovação deve ser diária, uma vez por dia, e deve durar cerca de 1 minuto

  • Cuidar da saúde bucal dos pets evita infecções e quadros graves

    Escovação diária dos dentes e consultas periódicas ao médico-veterinário são medidas preventivas

    A doença periodontal atinge aproximadamente 80% dos cães e gatos, mostrando-se uma vilã na manutenção da saúde geral dos pets. No Dia Mundial da Saúde Oral (20/03), o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) alerta que o simples hábito de escovar os dentes dos animais de estimação evita sérias infecções que podem atingir órgãos e comprometer a vida dos peludos.

    Provocada pela presença de placas bacterianas nos dentes, a doença periodontal é a alteração na estrutura da gengiva e dos tecidos de sustentação dos dentes.

    O médico-veterinário Eduardo Pacheco, da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais (CTCPA) do CRMV-SP, explica que, inicialmente, o cão ou o gato desenvolve uma gengivite, que é a inflamação da gengiva. Se não tratada, ela evolui para a periodontite, quando os ligamentos e ossos que dão suporte aos dentes inflamam e infeccionam.

    Sinais do problema

    Os sinais mais clássicos são forte mau hálito, vermelhidão, inchaço e sangramento das gengivas, além de dificuldade de mastigar. “O animal apresenta sinal de dor e os dentes recobertos por uma camada amarelada ou amarronzada, que é o cálculo dentário, chamado de tártaro”, menciona Pacheco.

    Porém, os indícios da doença nem sempre são evidentes. O conselheiro do CRMV-SP, Leonel Rocha, que atua na área de odontologia veterinária, alerta para o fato de a doença periodontal ser silenciosa por um longo período, o que acaba contribuindo para um diagnóstico tardio.

    Complicações

    “O resultado é a queda dos dentes, com exposição da raiz dentária, dificuldade para se alimentar e, especialmente, uma disseminação bacteriana por via sanguínea”, argumenta Pacheco.

    Com isso, há probabilidade de agravamentos no quadro geral de saúde do animal. “Todo o processo inflamatório leva a complicações, chegando aos rins, fígado, coração e articulação, assim como provocam estresse imunológico”, ressalta Rocha.

    Raças pequenas exigem mais cuidados

    Os cães de pequeno porte são os que têm mais chances de sofrer da doença periodontal. Leonel Rocha comenta que, normalmente, 70% deles são acometidos a partir dos cinco anos de idade.

    Isso porque, proporcionalmente, raças menores têm dentes grandes. Por consequência, possuem osso e dentes com espessura mais fina, além de a dentição mais apertada, o que favorece o acúmulo de resíduos e dificulta a limpeza”, esclarece.

    Essas características são desfavoráveis para autolimpeza em comparação às de cães maiores. “Em um pastor alemão, por exemplo, podemos perceber que o primeiro pré-molar superior se encaixa exatamente entre o primeiro e o segundo pré-molares inferiores, e assim é sucessivamente. Isso promove uma autolimpeza.”

    Tratamento cirúrgico

    A doença periodontal pode ser tratada apenas cirurgicamente. Sob anestesia geral, o animal é submetido à raspagem de eventuais raízes expostas e polimento de dentes. Em casos em que há comprometimento dos tecidos de sustentação, pode haver a extração dentária. O procedimento pode levar de uma a duas horas de duração, dependendo da gravidade.

    O valor da escovação diária

    A maneira mais eficiente de prevenir a doença é promover a escovação diária dos dentes dos pets. “Apenas uma vez na semana, na visita ao petshop, a higienização não tem eficácia. Da mesma forma, não adianta substituir a escovação por brinquedos e petiscos que prometem fazer a limpeza dos dentes. Eles contribuem, mas não são a principal medida”, ressalta o conselheiro do CRMV-SP, Leonel Rocha.

    A limpeza diária deve se tornar um hábito desde a infância do pet, para que o animal já se acostume com a higienização e para que a prevenção ocorra desde filhote.

    Outra medida fundamental é levar o pet para consulta ao médico-veterinário, quando será avaliada a necessidade de exames e de profilaxia. “Cerca de 80% dos problemas ocorrem abaixo da linha da gengiva. Por isso, é importante um exame de raio-x intra-oral, para saber como está a saúde nesta região”, diz Rocha.

  • Terapeuta tântrica ensina métodos para curar a ejaculação precoce sem usar remédios

    A terapeuta tântrica Beatriz Rios revela segredos do tantra para ajudar cm o problema da ejaculação precoceA ejaculação precoce é uma forma de disfunção sexual que pode afetar a qualidade da vida sexual de um homem. Segundo estudos, mais de 40% das queixas em consultórios de terapeutas é relacionada a esse problema, que é caracterizada quando um orgasmo ou “clímax” ocorre mais cedo do que o desejado.

    A terapeuta tântrica Beatriz Rios revela que a ejaculação precoce é uma queixa sexual comum e que pode atingir o homem em algum momento da vida. ” Estima-se que 1 em cada 3 homens tenham esse problema em algum momento da sua vida adulta. No entanto, existem meios para resolver a questão e eles podem ir muito além do fisiológico”, comenta. Confira as dicas de Beatriz Rios para curar a ejaculação precoce sem o uso de medicamentos:

    A cura está no fator psicológico  A ejaculação precoce pode ser uma disfunção fisiológica e isso não somos nós que resolvemos e sim um médico. Mas muitas vezes não se trata do corpo e sim da mente. Ou pode ser tesão incontrolável e até mesmo egoísmo no ato sexual. É preciso controlar a sua mente para prolongar o prazer no ato sexual.  Pensar no outro em primeiro lugar Uma das técnicas é satisfazer primeiro o parceiro antes de si mesmo. Invista nas preliminares, no poder de sedução, no toque e em usar todo o corpo do parceiro como meio de chegar ao prazer. Autocontrole Se o tesão for muito grande e for difícil se controlar, uma dica é abaixar o fogo com pensamentos distantes do campo erótico. Pensa em carneirinhos que é bom (risos).