Autor: agitosp

  • Dia Mundial do Sono: 83% dos brasileiros não conseguem dormir bem

    72,1% da população acorda durante a madrugada, segundo levantamento Hibou

    Com a proximidade do Dia Mundial do Sono (13), a Hibou, empresa de pesquisa e monitoramento de mercado, mapeou a percepção de mais de 5.000 brasileiros, maiores de 18 anos, sobre a qualidade do próprio sono e o que costumam fazer na hora de dormir. O levantamento em formato digital, foi realizado com brasileiros de classes sociais A B C e D, com 45,7% homens e 54,2% mulheres, em janeiro de 2020.

    94% dos brasileiros consideram que uma bela noite de sono tem impacto no bem estar e no dia a dia, no entanto, 83% reclamaram que não conseguem dormir bem.

    Plano de Saúde = sonífero

    E o que é considerado como fator importante para uma boa de noite de sono para os brasileiros? 53,2% dormem melhor quando possuem plano de saúde. “O brasileiro se sente mais relaxado e consegue dormir melhor quando sabe que em qualquer emergência de saúde ele está assegurado.” explica Ligia Mello, fundadora da Hibou e coordenadora do estudo.

    Contas em dia = relaxamento total

    79,8% dos entrevistados afirmam que estar com as contas em dia é o que traz tranqüilidade para dormir bem. 79,3% consideram a alimentação balanceada, enquanto 78% acreditam que praticar atividades físicas é o que as faz dormir melhor. 53,3% afirmam que meditar e/ou cuidar da saúde mental e 34,9% comer mais alimentos orgânicos são fatores para boa noite de sono.

    79,3% acreditam que dormir ao menos 8h por dia é uma boa noite de sono.

    Parceiro da noite, o celular

    95,4% das pessoas levam o celular para o quarto na hora de dormir. Apenas 68,3% deixam o celular no modo silencioso enquanto dormem. No momento em que deitam na cama, 71,7% das pessoas dão aquela última conferida no celular. 44% ainda preferem televisão. 9,7% gostam de escutar música.

    Celular na madrugada

    72.1% das pessoas acordam durante a madrugada e quando acordam costumam mexer no celular. O que fazem? 56.9% só conferem que horas são. 24% acessam aplicativo de conversa. 20,2% acessam redes sociais. 5,6% vão conferir as ligações perdidas. 4,9% entram em portais para ler noticias. 3,2% acessam emails.

    Para os menos adeptos da tecnologia, 29,4% na hora que vão para o quarto preferem conversar com seus parceiros. 17,1% escolhem ler um livro ou revista. 12,9% interagem com seus filhos. 7,6% consomem alimentos e bebidas na cama. 7,1% meditam.

    Dormir “feito pedra” é para poucos

    65% dos entrevistados utilizam despertador para acordar todas as manhãs. E todos gostariam de levantar? 84,5% responderam que dormiriam mais se pudessem. E isso está diretamente ligado a qualidade do sono. 30,1% dos brasileiros têm o sono interrompido. 28,5% dormem bem. 26,7% têm insônia às vezes. 23,4% têm sono leve. 19,9% dormem pouco. 16,9% roncam (reclamações de terceiros). 14,2% sonham muito. 12,9% dormem feito pedra. 6,6% têm pesadelos recorrentes.

    Acompanhantes

    58,3% dormem com seus parceiros. 54% afirmaram que dormem com seus animais de estimação, sendo 36,9% com cachorro e 17,1% com gato. Apenas 25,2% das pessoas dormem sozinhas. Objetos também foram mencionados: 26,2% dormem com o telefone, 15,1% com almofada ou pelúcia, 14,1% com controle remoto e 3,8% com livro.

    Ansiedade

    No quesito pensamentos e preocupação, 36,2% dos brasileiros ficam ansiosos pelo futuro no momento em que vão dormir. 21,3% pensam no trabalho. 17,8% revivem memórias indesejadas recorrentes. 20,1% pensam em questões de saúde. 14,7% reclamam de barulho da casa ou de fora. 11,7% têm desejos e sonham acordados.

    Não indico!

    Questionados se indicariam sua noite de sono para um amigo (utilizando o sistema NPS, índice usado por empresas para medir o quanto seus consumidores indicariam seus produtos e serviços a um amigo), a resposta foi assustadora. O índice ficou em -42 (o NPS vai de -100 a 100), “Apenas 18% dos entrevistados indicariam uma noite igual à sua para um amigo. Esse dado corrobora com a conclusão da pesquisa como um todo. O brasileiro dorme mal, ou pelo menos tem essa percepção muito clara.” conclui Ligia Mello. “Ele entende que o sono é fundamental para o bem estar, mas a rotina não balanceada de alimentação, as distrações de entretenimento na hora de dormir e as preocupações do dia a dia, deixam a boa noite de sono fora de alcance.” explica Ligia Mello.

  • ICON Park™ apresenta novo pacote de descontos e ingressos

    O complexo de entretenimento mais icônico de Orlando, localizado na International Drive, anuncia nova opção para tornar a experiência dos visitantes ainda mais divertida. Trata-se do Play Pass, um pacote que garante em atrações, lojas e restaurantes do ICON Park™ que chegam até 45% e já está disponível para compra no site oficial e na bilheteria.

    Com o preço de US$65 por pessoa, o pacote inclui entrada para a The Wheel™ (a Roda), o museu de cera Madame Tussauds Orlando, o SEA LIFE Orlando Aquarium, o carrossel Orlando Starflyer, um passeio no Pearl Express Train, uma “volta” na montanha-russa às cegas 7D Dark Ride Adventure e crédito de $5 no play card do fliperama Arcade City.

    Para uma refeição em família, um lanche com os amigos ou um jantar a dois, o Play Pass garante até 20% de desconto em restaurantes como Sugar Factory, Tin Roof, Mikado, Shake Shack, Ox Grill, entre outros bares e cafeterias, além de entrada gratuita e ilimitada nos Lawn Bar, Deck Bar e Wheelhouse Bar. E como não existe visita no ICON Park™ sem uma comprinha, pelo menos 25% de desconto está garantido em lojas como Tervis, Sunglass Boutique, Flip Flop Shop, The Wheel Gift Shop e mais!

    Para que toda a experiência no complexo seja para sempre lembrada, os titulares do pacote têm direito a uma foto digital grátis e 50% de desconto para imprimir quantas imagens quiser.

    O Play Pass é válido por 30 dias a partir da data de compra, por isso que ninguém precisa se preocupar em usar tudo de uma vez!
    Acesse o site, curta no Facebook, siga no Instagram e no Twitter.

  • Conheça as oito melhores praias com Bandeira Azul para desfrutar na República Dominicana

    Lugares cumprem critérios relacionados à qualidade da água, limpeza da costa e segurança para banhistas

    Ao longo de seus 1,6 mil quilômetro de costa, a República Dominicana não só conta com as praias mais sonhadas do Caribe, mas muitas delas se destacam por serem reconhecidas pelo certificado internacional Bandeira Azul, concedido ao litoral de diferentes lugares do mundo que atendem aos exigentes padrões de cuidado com o meio ambiente.

    “Nossas praias certificadas com Bandeira Azul são exemplos dos esforços da República Dominicana em preservar a sua beleza natural e fomentar o turismo sustentável nesses maravilhosos cenários costeiros, um dos principais atrativos do destino”, explica Magaly Toribio, assessora de Marketing do Ministério de Turismo da República Dominicana (MITUR).

    A Bandeira Azul nasceu na França, em 1987, e se estendeu a outros países até se tornar um programa global. É um certificado ecológico voluntário que reconhece praias e marinas que preenchem os requisitos de qualidade ambiental. O lema do programa compreende os principais eixos levados em conta para qualificar as praias: água pura, costas limpas, segurança e acessibilidade.

    A República Dominicana participa do programa desde 2004 e, atualmente, conta com 29 praias certificadas, localizadas em diferentes pontos do país. Cada certificação tem duração de um ano.

    Entre os critérios avaliados para receber a Bandeira Azul estão: organizar atividades de educação ambiental ao público; qualidade da água excelente em todos os pontos onde se realizam as coletas das mostras durante todo o ano, com base em padrões internacionais rigorosos; preencher as regulamentações de limpeza das áreas costeiras; gestão de águas residuais e conservação ambiental.

    Também é levado em conta se a praia possui socorristas, equipes de resgate, primeiros socorros e salva-vidas para garantir a segurança dos visitantes, e que oferecem cartazes informativos e boa sinalização dos lugares.

    Confira algumas das praias dominicanas certificadas pela Bandeira Azul que valem a visita:

    Costa Dorada: situada no lado leste da cidade de Puerto Plata, na costa norte da ilha, possui 125 quilômetros de areia dourada, deliciosas sombras e água cristalina. Conta com socorristas, equipe de resgate e instalações.

    La Honda: é parte de Cayo Levantado, uma pequena ilha paradisíaca da Baía de Samaná, na costa norte dominicana. Cumpre com dois critérios essenciais da Bandeira Azul: águas puras e cristalinas, e areia branca e limpa.

    Playa Minitas: distante cerca de uma hora de Santo Domingo, em La Romana, esta bela praia conta com serviços que a qualificam como Bandeira Azul: socorristas, fornecimento de água doce e primeiros socorros. Além disso, tem fácil acesso por transporte público.

    Playa Bayahíbe: está localizada próximo a La Romana, a duas horas de Santo Domingo. Sua beleza natural faz com que seja muito concorrida, pois conserva todo o encanto de uma praia muito bem cuidada, de areia branca e coqueiros, que convidam ao relaxamento.

    El Cortecito: é uma das praias mais populares na área de Punta Cana, em Bávaro, e pertence à área conhecida como “Costa do Coco”, com 40 quilômetros de comprimento. O local se destaca por suas águas de cor turquesa, tranquilas e rasas.

    Playa de Bávaro: também faz parte da “Costa do Coco”. De águas cristalinas, possui socorristas, salva-vidas, instalações esportivas, alojamento durante todo o ano e painéis informativos. Além disso, é possível acessar por meio de trilhas que saem dos hotéis localizados nesta área, uma característica muito valorizada para qualificá-la como Bandeira Azul.

    Cabeza de Toro: recebeu esse nome pelo seu formato, e é muito concorrida por ser o lugar onde o sol nasce em Punta Cana. Situada na costa leste, entre o Mar do Caribe e a lagoa de Bávaro, é um bom lugar para passeios de catamarã ou jet-ski.

    Playa Arena Gorda: é uma praia com mar azul-turquesa, rodeada de coqueiros e com ventos moderados, o que a torna o cenário ideal para a prática de esportes aquáticos, como surfe, kitesurfe ou windsurfe. Tem serviços de segurança próprios da Bandeira Azul, incluindo socorristas e primeiros socorros.

  • Campanha mundial alerta para a prevenção das doenças renais

    Em Brasília, ABCDT se juntará à SBN e FENAPAR para discutir a crise do setor nefrológico em sessão especial no Senado no dia 12 de março

    No dia 12 de março de 2020 será comemorado o Dia Mundial do Rim, data que busca alertar a população para doenças renais. Nesta data, as entidades brasileiras em defesa da saúde do rim, pacientes e clínicas de diálise se unirão em diversas atividades pelo país para ressaltar a importância da saúde renal e conscientizar as pessoas sobre a necessidade da prevenção. A iniciativa também busca mobilizar o governo sobre investimentos para a hemodiálise, fundamental para a sobrevivência de mais de 133 mil pacientes renais crônicos no Brasil que dependem do tratamento para manter uma vida próxima do normal.

    Brasília será um dos centros da campanha, que traz o tema “Saúde dos rins para todos. Ame seus rins. Dose sua creatinina!”, por meio da realização de sessão especial no Senado Federal às 12h do dia 12. Junto com a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) e Federação Nacional das Associações de Pacientes Renais e Transplantados do Brasil (FENAPAR), a Associação Brasileira dos Centros de Diálise e Transplante (ABCDT) vai apresentar e debater o cenário nefrológico do país com parlamentares.

    No evento, o Dr. Yussif Junior, presidente da ABCDT, abordará o panorama das clínicas de diálise e os desafios enfrentados diariamente para oferecer um tratamento de qualidade aos pacientes renais que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS). A luta pelo reajuste no custo da sessão de hemodiálise será discutida com parlamentares da Casa na presença da comunidade, redes clínicas, indústrias, médicos, equipes multidisciplinares e familiares de pacientes com doenças renais

    Na mesma data, em frente ao Congresso Nacional, será inflado um rim gigante para chamar a atenção da população e a ABCDT oferecerá gratuitamente serviços de aferição de pressão, teste glicêmico e distribuição de folders sobre as doenças renais crônicas. A SBN também fará a campanha de prevenção no Espaço Mário Covas, na Câmara dos Deputados. Segundo Dr. Yussif Junior, além de orientar a população para mudar hábitos alimentares e físicos, a iniciativa visa alertar forças públicas a manejarem a saúde em prol de diagnósticos e tratamentos rápidos e precisos.

    Principais pleitos

    O valor pago pelo Ministério da Saúde por sessão de hemodiálise está abaixo do custo real e não acompanha a cotação do mercado. O tratamento ficou quatro anos sem reajuste e somente em janeiro de 2017 foi publicada no DOU Nº 06 seção 01, a portaria Nº 98, a última responsável por ajustar valores de procedimentos de Terapia Renal Substitutiva (TRS) na tabela de procedimentos, medicamentos, órteses, próteses e materiais especiais do SUS. A sessão passou de R$ 179,03 para R$ 194,20, com reajuste de 8,47%. Porém, a nova quantia ainda é insuficiente e as clínicas precisam arcar com a diferença de R$ 37,42 em cada sessão.

    Grande parte dos insumos, como produtos e maquinários, são importados, além de gastos com dissídios trabalhistas, folha de pagamento, água, energia e impostos. Com todas essas despesas e a grave diferença de valor, a maioria das clínicas de diálise prestadoras de serviço ao SUS precisa recorrer a empréstimos bancários. Para um trabalho justo e de qualidade, o reajuste deveria ser de 30%, com sessões de hemodiálise a R$ 253. Devido ao valor injusto, muitas clínicas são impossibilitadas de disponibilizar mais vagas para o tratamento da doença, resultando em um grande número de pacientes na fila de espera.

    De acordo com Dr. Yussif Junior, presidente da ABCDT, a principal preocupação está ligada à menor oferta de tratamento à população: “As clínicas estão em insolvência financeira, muitas em fase falimentar, e já ultrapassaram todos os limites de sobrevivência. A consequência disso é que os pacientes renais crônicos, que dependem da hemodiálise três vezes por semana – 4h por sessão – para sobreviverem, poderão ficar sem tratamento, até mesmo vindo à óbito.” Por este motivo, as clínicas que oferecem tratamento renal travam uma batalha incessante para tentar equiparar o valor pago pelo Ministério com o custo real da sessão de hemodiálise.

    Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), aponta que a diálise peritoneal – tratamento que filtra o sangue do paciente por meio de um cateter flexível no abdômen para a infusão de líquido de diálise – é realizada em casa e pode representar uma economia de 5% aos cofres públicos e gerar qualidade de vida ao paciente. Entretanto, segundo a ABCDT, a terapia ainda é subutilizada pelo sistema de saúde. A entidade calcula que atualmente, no Brasil, somente nove mil pacientes realizam esse tipo de tratamento.

    Saúde dos rins para todos

    De acordo com a SBN, estima-se que haja atualmente no mundo 850 milhões de pessoas com doença renal, decorrente de várias causas. A Doença Renal Crônica (DRC) causa pelo menos 2,4 milhões de mortes por ano, com uma taxa crescente de mortalidade. A Injúria Renal Aguda (IRA), um importante fator de risco para Doença Renal Crônica, afeta mais de 13 milhões de pessoas no mundo, sendo que 85% desses casos ocorrem em países de baixa e média renda. Estima-se que cerca de 1,7 milhões morram anualmente por causa da IRA no mundo. Neste ano, a campanha “a saúde do rim para todos” propõe uma cobertura universal de saúde para prevenção e tratamento precoce da doença renal.

  • Dia Mundial do Rim traz alerta sobre o aumento das doenças renais

    No Dia Mundial do Rim (12 de março) a Sociedade Internacional de Nefrologia, apoiada pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), lança a campanha de conscientização sobre a doença renal crônica “Saúde dos rins para todos. Ame seus rins. Dose sua creatinina”. Somente no Brasil, cerca de 13 milhões de pessoas sofrem com algum problema renal, um número duas vezes maior que há dez anos. De acordo com a SBN, 126 mil dos casos estão em estágio grave, no qual o paciente precisa de hemodiálise ou transplante. No mundo, estima-se que 850 milhões de pessoas tenham alguma doença renal.

    Uma das principais dificuldades quando se fala em doenças renais é o diagnóstico nos estágios iniciais. Geralmente a função dos rins pode estar comprometida em cerca de 80% a 90% antes dos sintomas aparecerem.

    Exames simples como a dosagem de creatinina e o parcial de urina, realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ajudam no diagnóstico ao indicar condições como insuficiência renal, infecção nos rins, desidratação e até mesmo problemas durante a gravidez.

    Para a nefrologista Juliana Leme, do Plunes Centro Médico, em Curitiba, a necessidade do diagnóstico precoce é essencial. “Exames como dosagem de creatinina e parcial de urina precisam ser uma rotina. As doenças renais atingem pessoas de todas as idades, sem distinção. Os casos de câncer de rim, por exemplo, têm taxas altíssimas de mortalidade”, conta.

    Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA) cerca de 6,3 mil novos casos de câncer de rim foram diagnosticados em 2019 no Brasil – 3,8 mil em homens e 2,5 mil em mulheres. O perfil com maior risco de desenvolver alguma doença renal são aqueles com histórico familiar de hipertensão arterial, doença renal, diabetes, obesidade, que fumam, sedentárias ou que passaram dos 40 anos.

    A adoção de hábitos saudáveis como ingestão frequente de água, dieta equilibrada, controle do tabagismo e o rastreio constante de doenças renais por meio de consultas médicas são as principais ferramentas no combate às doenças renais.

    “O diagnóstico precoce pode salvar uma vida e a população precisa ser conscientizada sobre como as doenças renais são frequentes e como podem ser evitadas. Prevenção é tudo”, finaliza a médica.

  • Complexo de Visitantes da NASA apresenta passeio inédito por áreas restritas em Cabo Canaveral

    O Complexo de visitantes da NASA próximo a Orlando, na Flórida, apresenta mais uma oportunidade de aproximar os turistas da história espacial. Trata-se do novo tour de interesse especial “Cape Canaveral’s Rise to Space” que levará os participantes às áreas restritas da Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral. Durante o passeio, um especialista em espaço está à postos para guiar todos pelas plataformas de lançamento, pelo museu Sands Space History Center, no farol Cape Canaveral Lighthouse e no Hangar C.

    “Estamos animados em expandir nossas ofertas de atividades e aproximar ainda mais o público da história com o novo tour”, declarou o diretor de operações do Complexo, Therrin Protze. “Cape Canaveral’s Rise to Space é perfeito para os entusiastas que querem aprender ainda mais sobre o desenvolvimento espacial norte-americano. Entre as visitas está o Launch Pad 34, que mantém viva a história da tripulação da missão Apollo 1, o memorável Cape Canaveral Lighthouse e as informações sobre cada complexo de lançamento no museu Sands Space History Center. Além disso, pela primeira vez o Hangar C será aberto ao público apresentando artefatos históricos, uma experiencia única!”, finalizou.

    Hangar C é a primeira e mais antiga estrutura em Cabo Canaveral construída para produção de mísseis. Lá é possível ver artefatos como o Atlas, o primeiro míssil balístico da América; o único míssil Firebird existente e artefatos das simulações para as missões Gemini e Apollo.

    Para participar do tour Cape Canaveral’s Rise to Space, é necessário investir USD 75 mais taxas, ter a partir de 14 anos de idade e utilizar sapatos fechados durante o passeio. Este valor não inclui o admission do NASA Kennedy Space Center Visitor Complex. O tour está disponível todas as terças-feiras e os ingressos devem ser adquiridos com o mínimo de cinco dias de antecedência.

    Mais informações estão disponíveis no site oficial do complexo.

  • Review #AgitoPet: Radisson Red Campinas

    Com ótima localização no bairro central do Cambuí, o Hotel Radisson Red tem suas proximidades diversos restaurantes, shoppings, teatro municipal e parques.
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    O Red é o irmão mais moderninho e descolado da família Radisson. Em sua entrada tem uma moldura na cor vermelha, que fica ligada durante a noite.

    No hall não há aqueles tradicionais balcões para fazer o atendimento. Tudo é realizado através de um tablet ou no computador. Um dia antes, recebi um e-mail para fazer o check in expresso, assim ganhamos agilidade quando chegamos.

    O hotel aceita pets 🐾 de todos os portes (desde que sociáveis), com uma taxa de $90 + 5% por pet/dia e é necessário apresentar a carteira de vacinação, preencher e assinar o termo pet.

    Ficamos hospedados no studio 1301, que possui 21m2 e é bem confortável! Ao entrar tem um armário com dois grandes espelhos na porta, nele encontramos dois roupões, cofre, tábua e ferro de passar. Ao lado tem uma grande bancada de madeira, cadeira, TV, mini frigobar, cama king size, criado mudo e luzes de leitura em cada lado da cama.

    Há dois bonequinhos pendurados na parede que servem de porta treco, bem legal. O ar condicionado é central e o controle está fixado na parede.

    Tem uma pequena varanda com cortina blackout e véu branco (legal pq tem um prédio bem na frente). O banheiro é espaçoso com um grande espelho, pia com água quente/fria, toalhas de banho (fofinhas), de mão e de rosto, secador de cabelos, chinelos, amenities e uma ducha 🚿 deliciosa com muita pressão e esquenta rapidinho.

    Em cima da cama ganhamos um “Lucky dog” com vale drink 🍹, chocolatinhos 🍫 e uma cartinha de boas vindas. Para os pets, há um kit Pet com caminha (não pode levar embora) e uma sacolinha da Cobasi com tapete higiênico, petisquinho e brinquedinho.

    O café da manhã (incluso na diária do Radisson Red) é servido no Rod Grainnes, que fica no térreo. Seu ambiente remete à um Sport Bar com dois espaços e mesinhas.

    Há uma boa variedade de alimentos, no buffet central há frios, pão de queijo (grande, mas não tem recheio), ovo mexido, bolos, mini sonho e pães 🍞. No balcão do bar ficam os sucos, café e leite e em outro frutas, iogurte e cereais. Tapioca, omelete, pão na chapa, torrada, panqueca e waffles são preparadas na hora, é só pedir para o garçom.

    Na área entre o restaurante e a piscina 🏊🏻‍♂️ tem um espacinho com uma mesinha alta e um sofá, onde dá para tomar café da manhã com os dogs (eles só não podem entrar no restaurante e dentro da piscina, as demais dependências são liberadas).

    Ao lado do lobby fica o salão de jogos, que tem uma mesa de sinuca 🎱 e pingue-pongue 🏓, além de almofadões para descansar.

    No 21 andar fica a academia 💪🏻, que é bem completinha e tem grandes vidros com vista para a cidade. A sauna também fica neste andar, mas estava em manutenção.
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    Tivemos uma boa experiência no hotel, com o quarto confortável e bom atendimento da equipe. O kit Pet é um mimo bem legal para os dogs se sentirem bem vindos.

    No domingo (08) a Nete ganhou também um mimo pelo dia das mulheres.

    Para saber mais e facer sua reserva, acesse @radissonredcampinas

    Confira mais fotos em nossa fanpage e os stories no instagram

    Avaliação #AgitoSP
    Atendimento 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻
    DogFriendly 🐾🐾🐾🐾🐾
    Conforto 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻
    Alimentação 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻
    Wi-Fi 👍🏻👍🏻👍🏻
    Aceita cartão? Sim
    Estacionamento: Sim (coberto)
    Restaurante: Sim

  • Consulta com ginecologista auxilia na prevenção de doenças que vão além do sistema reprodutor

    A importância do cuidado com a saúde feminina, que envolve exames preventivos e idas rotineiras ao ginecologista, ainda não é uma cultura estabelecida no Brasil. De acordo com pesquisa realizada pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), 5,6 milhões de mulheres não costumam ir ao ginecologista e 4 milhões nunca procuraram atendimento com este profissional.

    O impacto desse cenário, ao contrário do que pode se imaginar, não se restringe apenas à saúde do sistema reprodutor feminino, como ressalta a ginecologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Luana Ariadne Ferreira Zanchetta Souza. “O médico ginecologista é o profissional da saúde que mais tem contato com a mulher, sendo responsável por sua saúde no geral, auxiliando na investigação de doenças além da parte ginecológica, como hepáticas, renais e endocrinológicas, por exemplo.”

    Essa dimensão de cuidados, como lembra a médica, garante à mulher uma maior probabilidade de diagnóstico rápido para diversas doenças, ampliando as chances de um tratamento eficaz e menos invasivo. “É importante lembrar que essa atenção com a saúde deve já ser iniciada na puberdade e estender-se até o período pós-menopausa, com duas consultas ao ano para manter a rotina preventiva”.

    Luana explica que nestes momentos são realizados exames que envolvem avaliação física, ginecológica e até mesmo emocional. Além disso, são solicitados exames laboratoriais que incluem a parte ginecológica e outras funções. Exames de imagem também entram na lista com o intuito de avaliar a reprodução, mamas, abdômen e vias urinárias.

    Entenda quais são os exames básicos ginecológicos:

    1. Papanicolau: consiste na raspagem do colo uterino para a coleta de células que auxiliam no diagnóstico de infecções causadas por doenças sexualmente transmissíveis, lesões pré-câncer de colo uterino e câncer de colo.

    2. Colposcopia e Vulvoscopia: ajudam na avaliação de todo trato genital inferior, localizando lesões e indicando o tratamento a ser seguido. Além de detectar a presença ou não do vírus HPV, responsável pelo câncer de colo uterino.

    3. Ultrassom ginecológico: analisa o tamanho, forma e desenvolvimento ou não de tumores uterinos, ovarianos e endométrio.
    4. Ultrassonografia transvaginal: indicado para pacientes em acompanhamento de endometriose.

    5. Ultrassonografia das mamas e mamografia: detecta precocemente o aparecimento ou não de lesões tumorais.
  • SeaWorld Rescue devolve 15 tartarugas reabilitadas ao oceano Atlântico

    Nas últimas semanas, 15 tartarugas reabilitadas foram devolvidas pelo time do SeaWorld Rescue ao Oceano Atlântico em Canaveral National Seashore, na Flórida. Um grupo de 29 tartarugas marinhas foi resgatado em New England após sofrer de hipotermia. Posteriormente, os animais foram levados até Orlando onde receberam cuidados e tratamento especializado.

    Dez das tartarugas reabilitadas são da espécie tartaruga-de-kemp, ameaçada de extinção. As outras cinco são tartarugas-verde, também classificadas como ameaçadas. O grupo resgatado no nordeste dos Estados Unidos foi transportado até o SeaWorld pela Florida Fish and Wildlife Commission. Depois de chegarem a Orlando, o time de resgates do parque realizou exames completos nas tartarugas para determinar o melhor tratamento para cada uma das pacientes. Após o período de reabilitação, 15 já estavam prontas para serem devolvidas à natureza.

    De acordo com Meghan Koperski, bióloga marinha da Florida Fish and Wildlife Commission, “a nossa equipe trabalhou para identificar as organizações de reabilitação que poderiam cuidar das tartarugas resgatadas, e assim, pudemos liberar espaço para novos animais que precisassem de cuidados. Parceiros como o SeaWorld puderam nos dar esse suporte, e tornaram possível esse final feliz”.

    Em colaboração com agências governamentais e organizações parceiras de vida marinha, mais de 2,8 mil tartarugas marinhas foram resgatadas pelos times de resgate do SeaWorld desde 1980. Por mais de 55 anos, o SeaWorld Parks & Entertainment tem ajudado animais em perigo – doentes, feridos, órfãos ou abandonados, com o objetivo de retorná-los à natureza. Mais de 36 mil animais foram resgatados pela equipe da companhia, que está à postos 24 horas por dia, durante os 7 dias da semana.

    Todas as imagens dos animais foram produzidas pelo SeaWorld com permissão da Florida Fish and Wildlife Commission. 

  • Dia Internacional da Mulher: como está a saúde sexual feminina?

    Data também deve discutir a libertação sexual, já que o assunto ainda é tratado como tabu; Segundo o “Estudo da Vida Sexual do Brasileiro”, cerca de 30% das brasileiras têm dificuldades de atingir o orgasmo

    No próximo domingo, 8 de março, é o Dia Internacional da Mulher. A data marca a reinvindicação por direitos iguais entre os sexos. Desde o início do século 20 existe a comemoração. São décadas de luta e até hoje a mulher batalha por liberdade, inclusive a sexual, que ganha cada vez mais espaço, mas ainda é tratada como tabu.

    Segundo o médico psiquiatra, sexólogo e diretor do Instituto de Estudos da Sexualidade (IES) de Ribeirão Preto (SP) e Delegado do Estado de São Paulo da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH) Arnaldo Barbieri Filho, vários fatores influenciaram na liberdade sexual da mulher. “As transformações sociais alteraram a sexualidade feminina. No passado, a mulher se casava virgem e tinha receios em relação aos seus desejos e ao próprio corpo. A liberação é um avanço, pois a vida sexual é um dos principais itens de qualidade de vida da população, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS)”, observa.

    “A sexualidade é fundamental para a reprodução da espécie e uma das principais fontes de prazer. Mas ela, infelizmente, sempre foi alvo de inúmeros mitos e preconceitos ao longo da história, por isso é importante esclarecer e desmistificar”, alerta Filho.

    De acordo com Filho, na hora do sexo, diferente dos homens, as mulheres muitas vezes se excitam (lubrificam) primeiro e o desejo vem depois. “Assim, a falta de desejo feminino – por si só – não é considerada uma doença pelas classificações modernas. Além disso, a maioria das mulheres não atinge o orgasmo só com a penetração. Precisam de mais estímulos”, explica.

    “Por outro lado, também diferente dos homens, para que a mulher consiga reproduzir, ela não precisa se excitar e nem ter orgasmo. Porém, é extremamente desejável que tais fatos ocorram”, comenta o Filho.

    Dificuldades – Segundo o “Estudo da Vida Sexual do Brasileiro” realizado pela sexóloga Carmita Abdo, cerca de 30% das mulheres brasileira têm dificuldades de atingir o orgasmo.

    Para o DSM-5 (classificação americana de problemas emocionais), o Transtorno do Orgasmo Feminino acontece quando em 75 a 100% das atividades sexuais a mulher demora muito para atingir o orgasmo, sendo que pode nem atingi-lo, ou quando em 75 a 100% das vezes há uma marcante redução da intensidade das sensações orgásticas. Tais sintomas devem persistir por no mínimo seis meses e causarem sofrimento para ser considerado Transtorno.

    “As causas da falta de orgasmo podem ser psicológicas, como repressão sexual na infância, traumas sexuais ou doenças como a depressão. “Também podem ser físicas, como alterações hormonais, o uso de certos medicamentos ou doenças neurológicas. O diagnóstico correto é o primeiro passo para o sucesso do tratamento”, aponta Filho.

    Outros transtornos que prejudicam o sexo da mulher podem ser as faltas de desejo e excitação. “No caso, a mulher tem dificuldades para ter lubrificação, ereção do clitóris e/ou desejo. Existe a Dor Gênito–Pélvica/Penetração, em que muitas mulheres sentem dores na penetração, chamada de Dispareunia. Além da contração da vagina, que dificulta ou impede a penetração, intitulada de Vaginismo”, diz Filho.

    Desejos – Assim como o homem, a mulher tem inúmeras fantasias que podem funcionar como um tempero para as relações sexuais ou se tornarem também Transtornos Parafílicos, quando são fontes de sofrimento ou quando são realizadas com alguém que não consentiu ou não tem capacidade de consentir. Da mesma forma que com o homem, a mulher pode ser homossexual, heterossexual, bissexual, assexual e transexual. “É importante dizer que no sexo, dentro de quatro paredes, vale tudo, desde que não seja ilegal ou que cause danos aos envolvidos. Tem de haver acordo comum”, finaliza Filho.