Autor: agitosp

  • Entenda porquê o chocolate pode colocar em risco a saúde dos animais de estimação

    A ingestão de chocolate pode causar taquicardia nos pets, vômito, diarreia, entre outros problemas.

    O chocolate é um alimento tóxico para cães e gatos e em tempos de Páscoa é preciso reforçar esse alerta, já que nesse período é comum as pessoas aumentarem o consumo da guloseima.
    É muito importante que os tutores resistam aos olhares de súplica dos pets e não deem a eles nem um pedacinho sequer. E ainda: que não deixem chocolates em locais de fácil acesso, pois os pets podem ser atraídos pelo aroma, e que orientem as crianças a não compartilharem o ovo de páscoa com os animais.

    Todo esse cuidado é necessário, pois a ingestão de chocolate pode colocar em risco a saúde e até a vida dos animais de estimação!

    Porque isso acontece?

    O fígado dos cães e gatos não metaboliza uma substância presente no chocolate, chamada teobromina, que está relacionada à quantidade de cacau. Quanto mais cacau, mais teobromina o produto contém e consequentemente mais tóxico ele é aos animais.

    “Isso significa que os chocolates mais escuros e amargos, que contém maior percentual de cacau, são os mais tóxicos para os animais. No entanto, o chocolate ao leite e o branco também fazem mal e não devem ser oferecidos aos pets”, explica o médico veterinário, Flavio Silva, supervisor de capacitação técnico-científica da PremieRpet®.

    Quais são os efeitos colaterais?

    Como a teobromina não é metabolizada pelo organismo do animal, ela pode causar aumento de contrações musculares, excitação nervosa, micção em excesso, elevação da temperatura corporal, respiração acelerada, taquicardia, vômitos e diarreia. A gravidade do quadro varia de acordo com a quantidade ingerida e, apesar de raros, alguns casos podem ser letais.

    Quais os riscos para a saúde do animal?

    Apesar dos casos letais serem raros, existe alta incidência de indisposições gastrointestinais, especialmente em animais pequenos e jovens, devido à quantidade de toxina em relação ao peso do pet. Além do risco de intoxicação e do mal-estar, o chocolate pode acarretar em outros males ao organismo do animal, como a obesidade e suas complicações.

    Prevenir é a melhor conduta

    Prevenir é a palavra de ordem, então é importante ficar atento e não deixar ovos e bombons em locais acessíveis a cães e gatos. Eles podem se sentir atraídos pelo cheiro, pela embalagem e “roubar” sem que os donos percebam. Além disso, é fundamental orientar as crianças para que não dividam o ovo de páscoa com o animal de estimação.

    “Para agradar os pets, o recomendado é fornecer petiscos apropriados e nutricionalmente balanceados para eles”, orienta Flavio Silva, supervisor de capacitação técnico-científica da PremieRpet®.

    Importante: Em caso de ingestão acidental do chocolate, o animal deve ser avaliado por um médico veterinário.

  • Sentar em W faz mal mesmo?

    Fisioterapeuta esclarece as principais dúvidas e dá dicas de como evitar a postura

    Joelhos rodados para dentro, perninhas esticadas para os lados e os pés para trás. Olhando de cima, o formato é de W, por isso, o nome desta comum posição é “sentar em W”. Apesar de bastante confortável e segura, esta postura não é indicada por um longo período e pode acabar gerando problemas futuros. Para saber mais sobre o tema, conversamos com a fisioterapeuta Karine dos Santos, da Clínica de Terapia Cognitiva AMI.

    “Quando falamos em sentar em W, a criança permanece com uma base de sustentação muito grande, e o tronco fica extremamente fixado. Logo, ela não consegue realizar movimentos do giro do tronco, por exemplo”, comenta. “A postura, que é observada nas crianças por volta dos 3 anos de idade, pode causar problemas no desenvolvimento motor, sendo a fraqueza do tronco e das pernas um dos mais comuns, pois nesta posição o corpo não se move tanto, prejudicando o desenvolvimento, e as pernas recebem mais peso”.

    O que acontece também é que esta posição torna difícil executar tarefas que envolvem o uso das duas mãos juntas. “A criança só vai pegar objetos no lado direito do corpo com a mão direita, e aqueles no lado esquerdo com a mão esquerda – o pode levar a dificuldades de coordenação bilateral”, comenta a fisioterapeuta. “Sentar assim também pode causar alguns problemas ortopédicos, no quadril, no joelho e nos pés, já que gera uma tensão nos músculos, que pode inibir o movimento normal, afetando a coordenação e o equilíbrio da criança. Isso traz um prejuízo principalmente na marcha, se o seu filho senta dessa forma, provavelmente vai adquirir uma marcha com o joelho e os pés virados para dentro. Então a criança vai acabar andando batendo os seus joelhos”.

    O que fazer então? Confira as dicas da especialista:

    1) Se o seu filho senta em W de vez em quando ou por um curto período, pode ficar tranquilo, pois este é um hábito que desaparecerá com o passar do tempo. Agora se ele permanece nessa posição por muitas horas e todos os dias, é importante que os pais ajudem a corrigir a postura para evitar problemas futuros. Em vez de simplesmente dizer: “Não sente assim!”, a dica é sugerir outras maneiras de sentar.

    2) As posturas mais indicadas são aquelas com os joelhos e pernas esticadas, ou lateralizadas. “Dessa maneira, a criança vai realizar melhor descarga de peso e o giro do tronco, que é essencial no seu desenvolvimento motor”, finaliza. Outra alternativa é a perna cruzada, sempre alternando a perna que está por cima.

    3) Uma boa ideia é oferecer aos pequenos opções diferenciadas de assentos, como cadeirinhas, puffs, banquinhos e outras alternativas para incentivar a criança a se movimentar mais e equilibrar a tensão nas pernas.

    4) Caso a criança continue sentando em W, recomenda-se orientação profissional. A Clínica de Terapia Cognitiva AMI, em Curitiba, disponibiliza um espaço único e profissionais qualificados para ajudar a encontrar maneiras diferentes de incentivar seu filho a se sentar em outras posições.

    5) Vale lembrar que se essa postura não for corrigida durante a infância, pode gerar problemas na fase adulta. Adquirir hábitos posturais saudáveis desde criança é a melhor maneira de evitar futuras patologias, dores crônicas e alterações estruturais.

  • Nutricionista explica os benefícios dos chocolates

    O recomendado é que seja acima de 70% de cacau na composição

    No próximo domingo (12) comemora-se a Páscoa, data que celebra a ressurreição de Cristo, e que também é marcada pelo consumo de ovos de chocolates. Mas, você conhece os benefícios desta delícia? A origem do chocolate se dá através do cacau, fruto do cacaueiro. O chocolate produzido com cacau é um dos melhores alimentos da natureza e o Brasil é o maior produtor da América Latina. Se você o aprecia, escolha chocolates sem gordura hidrogenada ou excesso de açúcar. É o que explica a nutricionista da Clínica de Nutrição da Universidade UNG, Flavia Donato Chala Terciano.

    Saiba mais sobre essa iguaria, representadas pelos ovos de Páscoa, e que fazem a alegria de muita gente nesta época do ano.

    Do que o chocolate é feito?

    O chocolate é um produto feito a partir do processamento das sementes do Cacau. É considerado, hoje, como umas das principais fontes de polifenóis (substância antioxidante).

    Quais benefícios o chocolate proporciona?

    O chocolate é rico em flavonoides, substância com função cardioprotetora e, por isso, tem se mostrado importante para a saúde cardiovascular.

    Qual a quantidade ideal de consumo ao dia?

    O consumo deve ser recomendado com cautela, mesmo com todo o benefício que ele proporciona. Sua quantidade calórica é alta, o que pode contribuir para o ganho de peso, se consumido em excesso. A quantidade hoje recomendada é, em média, 30g ao dia.

    Qual chocolate é melhor?

    Quanto maior o seu percentual, maior será seu benefício. O recomendado é que sua escolha seja sempre acima de 70% de cacau na composição.

    Chocolate ao leite, chocolate meio amargo e chocolate amargo. Qual a diferença?

    A quantidade de cacau utilizada nos diferentes tipos de chocolates, não é igual. O chocolate ao leite tem aproximadamente 30% de cacau, já o chocolate meio amargo, 41% de cacau e o chocolate com a quantidade mais elevada é o amargo, com 70% de cacau em sua composição.

    Comer chocolate é bom, por quê?

    Por conter em sua especificação substâncias com função cardioprotetora, seu efeito pode ser exercido, controlando a pressão arterial e ainda melhorando a sensibilidade à insulina e atuando no sistema antioxidante, que tem como função combater os radicais livres.

  • Como os pets nos ajudam a combater a solidão

    Que os animais de estimação são excelentes companheiros todos já sabem, não é à toa que os cães são conhecidos como “o melhor amigo do homem”. Eles transmitem a sensação de segurança e bem-estar, além de nos ajudar a lidar melhor com o estresse, a ansiedade e a depressão.

    Uma pesquisa realizada pela Mars Petcare, maior empresa de alimentos e cuidados para pets do mundo, e o Human Animal Bond Research Institute (HABRI), em 2019, nos Estados Unidos, comprovou como a interação com os pets pode ser benéfica para os seres humanos, principalmente quando é relacionada ao isolamento social, a solidão e suas consequências.

    Dela participaram tutores e não tutores de pets e os resultados evidenciaram que cerca de 26% dos entrevistados entendem a importância dos animais para a saúde mental. Além disso, 80% dos entrevistados que possuem pets confirmaram que eles se sentem menos solitários por terem a presença de seus animais. 1 em cada 4 tutores de animais também declarou ter tomado a decisão de ter um pet por reconhecer os benefícios desta relação para a saúde mental.

    No Brasil, a realidade não é diferente, principalmente neste momento de isolamento social em que muitas pessoas estão sozinhas em casa, se adaptando com uma nova rotina.

    Um exemplo disso é o Gerente de Marketing Rafael Cruz, morador de São Caetano do Sul/SP e tutor de duas cadelas sem raça definida, Amora e Cacau. Para ele tem sido uma fase de extrema preocupação, mas a presença das duas em casa faz tudo ficar mais leve. “Eu considero que nós nos cuidamos. Eu cuido delas com os cuidados básicos necessários e elas cuidam de mim emocionalmente. Acredito que a interação social é um ponto importante para o bem-estar pessoal, mas os momentos de introspecção, de entendimento e aprendizado com tudo o que está acontecendo, também fazem parte. Nestes momentos estar com “as meninas” é ter companhia para esta evolução individual”, declara ele.

    Já Tabata Pinol, Jornalista residente em Belo Horizonte/MG, conta que está trabalhando de casa e que se não tivesse o Gregório, um Buldogue Francês de 5 anos, ela estaria trabalhando das 8h às 22h. “Com ele, faço pausas ao longo do dia, sento um pouco no sol, vamos até a calçada. Por conta dele me mexo mais e presto mais atenção na minha saúde. Sem ele neste momento eu estaria só trabalhando e ficando mais ansiosa.” Ela, que é paulista e está sem a família em Minas Gerais, vai completar 40 anos em breve e o Gregório será sua única companhia na comemoração. “É uma data redonda, queria muito estar com minha família, mas agora seremos só eu e meu pet aqui”, conta Tabata.

    O Ator Matheus de Souza, morador da capital paulista, viu sua rotina mudar completamente de forma rápida e inesperada. Para ele, manter a saúde mental nos últimos dias tem sido tarefa complicada, porém a presença do Tobias, um Shih Tzu de 1 ano e 7 meses, tem sido essencial. “Ele é uma figura, sempre apronta alguma arte e me arranca boas gargalhadas, sem falar do amor e carinho que ele sente por mim. É algo surreal a capacidade que esses animais têm de amar. Além de me manter ocupado também com as tarefas relacionadas ao cuidado dele”, explica.

    Tutores de gatos também têm sentido o quanto o carinho deles é fundamental nesse momento. Como a Estudante Maria Eduarda Mello, de 25 anos, que saiu do Rio de Janeiro/RJ e hoje mora sozinha em São Paulo/SP. Ela comentava com a namorada que se sentia solitária e foi assim que ganhou a gatinha Marie, que chama de filha. Elas já tinham uma relação próxima e hoje convivendo o dia todo em casa, juntas, ficou ainda mais intensa. “Ela é muito apegada mesmo, me segue pela casa e tenta ficar no meu colo em todas as oportunidades, a gente faz tudo juntas”.

    Todos os entrevistados concordaram sobre o quanto a convivência com os pets pode ser favorável, até mesmo no ambiente de trabalho. Mas alguns deles, como a Tabata e o Rafael, comentaram que não gostariam de perder o contato que estão tendo com seus pets agora quando a necessidade de isolamento social terminar. Para eles, a implantação de um sistema mais sólido e acessível de home office ou até mesmo horários mais flexíveis no trabalho podem ser medidas simples para isso. “Será ótimo voltar a conviver com outras pessoas, mas eu e ele sentiremos falta dessa convivência nossa”, diz Tabata.

    Informações sobre a pesquisa:

    A pesquisa, conduzida pela Edelman Intelligence em nome da HABRI e da Mars Petcare, em 2019, foi um questionário on-line de 30 minutos nacionalmente representativo, realizado nos Estados Unidos, para explorar o papel que a interação entre animais de estimação e humanos pode ter no tratamento do isolamento social e da solidão. Foi realizada com 2.036 entrevistados, incluindo 1.469 tutores de pets (72%).

  • Visite a Noruega sem sair de casa


    Confira uma seleção de filmes e séries que têm como cenário o incrível país nórdico

    A Noruega é um destino famoso por sua natureza exuberante e riqueza cultural. Por isso, muitos sonham em conhecer o país. Em tempos de isolamento social e fechamento de fronteiras, infelizmente viajar se torna inviável. Apesar disso, é possível ter um gostinho do país nórdico através de alguns filmes e séries que retratam sua beleza, cultura e história.

    Confira abaixo uma seleção de filmes e séries que mostram diferentes aspectos da Noruega:

    Lilyhammer

    Lilyhammer é uma série da Netflix ambientada em uma cidade norueguesa de nome parecido, chamada Lillehammer. A divertida história gira em torno de um mafioso nova-iorquino que adota uma nova identidade e se muda para a pacata cidade na Noruega. Além de acompanhar as reviravoltas da trama, a série também é perfeita para admirar as paisagens da região leste da Noruega, onde Lillehammer está localizada.

    Vikings

    A aclamada série é digna de uma maratona. Vikings mostra a cultura do povo nórdico que habitava as terras da Noruega do final do século VIII até ao século XI. A série foi filmada em vários países, mas em alguns momentos marcantes podemos admirar pontos icônicos da Noruega, como a famosa Pulpit Rock. O grande destaque de Vikings é o enredo histórico, que mostra como era a vida dos guerreiros e exploradores da Escandinávia.

    Frozen

    Os idealizadores da famosa animação da Disney usaram a Noruega como inspiração para criar o reino de Arendelle, onde a princesa Elsa e sua irmã Ana vivem suas aventuras. Foram realizadas uma série de viagens de pesquisa ao país nórdico, o que permitiu a criação da estética de um paraíso invernal. Ao assistir o filme, vale a pena prestar atenção nas referências não só das paisagens norueguesas, mas também dos trajes típicos do país e de elementos da cultura local.

    Pequena Grande Vida

    O filme conta com elenco ilustre formado por Matt Damon, Kristen Wiig, Neil Patrick Harris, Laura Dern e muito mais. A trama conta a história de uma invenção norueguesa para tornar o mundo mais sustentável: encolher os humanos. Parte do filme foi gravada nos belíssimos cenários da região dos fiordes da Noruega e a temática da sustentabilidade explorada realmente é muito importante no país.

  • Como os cães enxergam?

    Com menos cores, mas com uma visão periférica poderosa, os pets veem o mundo de uma forma única

    Em preto e branco, cinza, com apenas duas cores, muitos são os mitos em torno da visão dos cães, porém o fato é que os pets realmente enxergam o mundo de forma diferente dos humanos.

    “Os cones, células sensíveis às cores que estão presentes na retina dos cães, detectam apenas algumas tonalidades, assimilando o restante como sendo cores repetidas. Além disso, os cães não enxergam o vermelho e o verde”, explica a Médica Veterinária e Gerente de Produtos da Unidade Pet da Ceva Saúde Animal, Priscila Brabec.

    Apesar de verem menos cores, os cães possuem uma visão periférica superior à dos humanos, o que faz com que consigam enxergar objetos que estão fora de seu campo de visão, principalmente quando estão em movimento.

    Estima-se que a visão dos cães chegue a um ângulo de alcance de até 250°. Isso é possível por conta da constituição fisiológica da retina. “Os pets possuem um número elevado de bastonetes nos olhos, que são as células fotorreceptoras responsáveis pelo reconhecimento da luminosidade e dos movimentos, essa é uma das razões pela qual a visão noturna deles é mais apurada”, explica Priscila.

    Em locais de pouca luminosidade, os receptores dos olhos dos cães são ajustados para detectar movimentos. Pesquisas indicam que nessas condições os animais consigam identificar um item em movimento a 900 metros de distância, enquanto no caso de objetos estáticos, as capacidades de reconhecimento caem para aproximadamente 500 metros.

    Além disso, por conta da amplitude de visão, os cães conseguem enxergar o que está atrás deles. “Isso ocorre pois os animais possuem olhos mais laterais que permitem esse alcance maior, porém a amplitude irá variar de acordo com a raça, já que a posição dos olhos muda dependo do tipo físico do animal”, informa a veterinária.

    Por outro lado, identificar objetos muito próximos pode ser um desafio para os pets.

    “Devido à estrutura dos olhos e da órbita ocular, os cães têm maior dificuldade para focar em objetos que estejam muito próximos aos olhos”, finaliza Priscila.

  • Como prevenir seu Pet de doenças

    Com a segunda maior população de animais de estimação do mundo, não restam dúvidas de que os pets conquistaram os corações dos brasileiros. Apesar disso, alguns temas ainda merecem a atenção dos tutores quando o assunto é cuidar da saúde dos animais de estimação: maior expectativa de vida, menos espaços para atividades físicas, pouco conhecimento sobre a alimentação adequada, dentre outros.

    O ditado “prevenir é melhor do que remediar” é verdadeiro tanto para humanos quanto para os pets. Para levar mais conscientização sobre a importância da prevenção e celebrar o Dia Mundial da Saúde, comemorado todos os anos em 07 de abril, a Médica-Veterinária Natália Lopes, Gerente de Comunicação Científica da ROYAL CANIN® Brasil, selecionou alguns dos principais problemas que impactam diretamente a saúde dos gatos e cães no mundo e que merecem a atenção do tutor.

    1. Obesidade e Sobrepeso
    Mais de 50% da população mundial de pets sofre com o sobrepeso e a obesidade, sendo essa a condição clínica mais importante que afeta os pets do mundo todo. Como doença primária, a obesidade pode predispor ao aparecimento de várias outras condições, como diabetes, doenças osteoarticulares, dermatológicas, digestivas, entre outras. Mas não é só isso. A partir de um estudo realizado pela Universidade de Liverpool, com mais de 50 mil cães do continente americano, de 12 raças diferentes, descobriu-se que, para cada uma delas, o sobrepeso estava associado com um menor tempo de vida. Em cães de porte grande isso representou uma média de 6 meses, enquanto raças pequenas representou cerca de 2 anos a menos.

    As pessoas, de um modo geral, amam agradar seus pets com petiscos ou sua própria comida. Afinal, muitas têm o entendimento de que comida é amor, e esse é um dos grandes desafios na luta contra a obesidade: conscientizar o tutor de que pequenas atitudes na dieta do pet podem levar à obesidade, acarretando consequências graves. A recomendação é não oferecer alimentos destinados a humanos e limitar o consumo de calorias vindas de petiscos em até 10% da necessidade energética do pet, um cálculo que o Médico-Veterinário ajudará o tutor a fazer.

    Somado a esse cenário, uma pesquisa do WALTHAM™ Science Institute, parte da Mars Pet Care, identificou que somente 20% dos tutores de cães e gatos pesam a quantidade de alimento que oferecem aos seus pets. Os resultados ainda apontaram que 61% dos entrevistados não sabiam que animais com excesso de peso podem ser suscetíveis a diabetes e doenças ortopédicas; 53% não sabiam dos riscos cardíacos; e 51% não tinham ideia que seu pet poderia viver menos por ter o peso acima do recomendado.

    2. Doenças vs Alimentação
    Alergias alimentares e intolerâncias são exemplos de reações do organismo do animal a determinadas substâncias presentes no alimento. Alguns sintomas característicos desses quadros são vermelhidão da pele, pequenas feridas, coceira, lambedura excessiva de uma área e alterações gastrointestinais como vômito e diarreia. Desta forma, é essencial a consulta ao Médico-Veterinário frente a quaisquer alterações que sejam notadas no pet.

    Hoje, é frequente tutores optarem em preparar o alimento do pet em casa, uma escolha que, se realizada sem a supervisão e prescrição do Médico-Veterinário Nutrólogo, pode acarretar danos à saúde do animal. As deficiências nutricionais, como de vitaminas e minerais, levam a riscos que afetam, por exemplo, a visão, o crescimento e a saúde da pele. Um estudo realizado pelo WALTHAM™ Science Institute, que avaliou cientificamente dois livros didáticos para alimentação caseira, nove livros de dicas para tutores e Veterinários e 22 portais de internet (64% voltado para Veterinários e 36% destinado a tutores), identificou que 95% das receitas tiveram, pelo menos, deficiência em um nutriente, e 83% apresentaram múltiplas deficiências, como falta de Zinco, Vitamina E, Vitamina D e Cálcio.

    3. Doença Renal Crônica
    Gatos e cães estão ficando, cada vez mais, dentro dos lares e sendo acolhidos como membros das famílias. Essa atitude, combinada com a conscientização da importância de se oferecer cuidados e assistência veterinária de qualidade, faz com que os pets vivam mais. Embora seja uma ótima notícia, o aumento da expectativa de vida de gatos e cães merece atenção: com a idade avançada surgem algumas doenças que não são tão comuns em animais mais jovens e, muitas vezes, são descobertas tardiamente. Um exemplo é a Doença Renal Crônica (DRC), condição marcada por diferentes causas, que pode acometer 1 a cada 3 gatos e 1 a cada 10 cães ao longo da vida, sendo mais evidente em animais acima de 10 anos.

    Alguns dos sinais clínicos dessa doença são perda de apetite, perda de peso, pelagem em má qualidade, vômito e diarreia. Aumento no consumo de água e na micção também podem ser indicativos. Além disso, o animal pode apresentar fraqueza, abatimento e palidez de mucosa. Mas atenção: muitos destes sinais são comuns a outras doenças e, portanto, somente o Médico-Veterinário pode determinar o diagnóstico definitivo.

    Um dos agravantes é que a DRC pode ser silenciosa e, muitas vezes, os sinais clínicos aparecem somente em uma fase mais avançada da doença. A melhor forma de prevenção da doença é a visita anual ao Médico-Veterinário para check ups semestrais, principalmente para pets acima de 7 anos.

    4. Outras Doenças
    Para uma melhor qualidade de vida, além de uma alimentação saudável e atividades físicas regulares, é necessário estar em dia com as vacinas.
    Para os cães, protocolos que incluam a vacina antirrábica (obrigatória) e as polivalentes V8 ou V10 devem ser considerados, prevenindo doenças tais como raiva, parvovirose, cinomose ou leptospirose. Outras, como vacinas contra gripe, giardíase e leishmaniose devem ser consideradas de acordo com a região e estilo de vida do animal.
    Já nos gatos, a vacina antirrábica também é obrigatória, e eles ainda podem se beneficiar das polivalentes, tríplice ou quádrupla felina. Como vacinas eletivas, aquelas contra leucemia felina e peritonite infecciosa poderão ser discutidas com o Médico-Veterinário responsável.
    Vale ressaltar que é importante manter a carteira de vacinação do pet sempre atualizada e seguir todas as recomendações do Médico-Veterinário de confiança.

  • 10 cuidados com as crianças para prevenir os acidentes oculares

    Acidentes domésticos são perigosos em qualquer época e anualmente provocam até mortes, além de sequelas na população infantil. Por isso os cuidados com os pequenos nestes dias de quarentena forçada, em que as crianças precisam ficar confinadas, devem ser redobrados. “Como elas estão em tempo integral em casa, naturalmente aumentam as chances de acidentes domésticos e a área dos olhos é uma das regiões mais delicadas e sensíveis”, alerta André Borba, oftalmologista e especialista em cirurgia oculoplástica.

    Segundo o especialista, a adoção de algumas condutas é necessária para evitar acidentes. “Muitos casos de perfuração ou queimadura nos olhos ocorrem em casa, pois é um ambiente que possui muitos objetos que representam potenciais riscos de acidentes para as crianças. Portanto todo cuidado é pouco”, afirma Borba.

    Abaixo o oftalmologista aponta alguns cuidados extras para evitar os acidentes oculares.

    • Não permitir que a criança utilize brinquedos pontiagudos, estilingues, facas ou tesouras com pontas. O objetivo é diminuir o risco de perfuração ocular.
    • Ter atenção com plantas venenosas e pontiagudas, ao alcance dos pequenos. Plantas domésticas, que sejam pontudas, espinhosas, ou que soltam líquido leitoso podem causar irritação se atingirem os olhos.
    • Tomar cuidado com cigarros na boca dos adultos quando pegarem as crianças no colo. ”O ideal é não fumar perto das crianças, porém se não for possível, atenção a proximidade, pois sem cautela, pode causar queimadura ocular”, alerta o especialista.
    • Manter longe do alcance das crianças os produtos de limpeza guardando todos na parte mais alta dos armários. “Algumas substâncias como a soda cáustica e os agrotóxicos são um risco ainda maior para as crianças”, afirma Borba.
    • Deixar sempre o cabo da panela virado para dentro, prevenindo, assim, queimaduras térmicas oculares por líquido escaldante da panela.
    • As fezes de alguns animais, principalmente a do gato e a de aves, podem transmitir a toxoplasmose, doença que provoca inflamação no olho, podendo levar à cegueira. O contágio é feito por meio do contato das fezes do animal com as mãos da criança, que depois as leva à boca. “É muito importante ensinar as crianças a lavar bem as mãos sempre e muito mais agora com o Covid-19. Lavar as mãos deve se tornar um hábito para todos”, afirma o oftalmologista.
    • Orientar as crianças sobre o cuidado com “as aves que bicam”, “o gatinho que arranha” e “o cãozinho que morde”, pois esses animais podem, mesmo sem querer, ferir os olhos das crianças, durante a brincadeira.
    • Ensinar as crianças a não coçar os olhos repetidamente, pois a frequência pode facilitar o aparecimento de infecções e levar ao desenvolvimento de doenças oculares como o ceratocone (córnea pontiaguda), a queda da pálpebra, o olho vermelho, o excesso de lacrimejamento e agora a contaminação do Covid-19.
    • Atenção quanto ao uso de objetos como lápis e tesoura, pois podem ferir os próprios olhos das crianças ou familiares.
    • O álcool gel, produto recomendado para uso constante, deve ser mantido longe das crianças por causa do perigo de ingestão e também do risco de passar nos olhos podendo causar irritação.
  • Conheça a durabilidade dos queijos e aproveite ao máximo o potencial do alimento

    Prepare pratos saborosos, equilibrados e nutritivos com queijos que podem ser conservados por mais tempo

    Os queijos, além de deliciosos, são itens muito delicados. Por isso, é fundamental consumi-los durante seu prazo de validade e respeitando o tempo máximo após a abertura da embalagem. Cada queijo possui um determinado “tempo de vida” e características próprias, então, a Tirolez, uma das mais tradicionais marcas de laticínios do País, explica os diferenciais de cada um.

    O Queijo Minas Padrão tem duração de 150 dias, já o creme de Minas Frescal, por exemplo, dura até 95 dias. O Requeijão Cremoso, usado como acompanhamento ou mesmo como ingrediente para compor diversas receitas, se mantêm em bom estado por 90 dias. O Queijo Prato, para lanche, tem período de vida de 180 dias. Já a duração da Mussarela, também muito comum, é de 180 dias. O Creme de Ricota, que muitos acreditam durar poucas semanas, pode ser conservado por até 70 dias.

    Agora que você já conhece o tempo de vida dos queijos, que tal aproveitar os ingredientes que estão na despensa e na geladeira e preparar receitas práticas? O Pastel de forno no palito pode ser servido como um lanche da tarde. Já a Lasanha aos quatro queijos é ideal para compor a mesa na hora do almoço.

    Pastel de Forno no Palito

    Ingredientes

    Recheio:

    ½ cebola descascada e picada em cubos pequenos
    1 colher (sopa) de azeite
    200 g de carne moída
    2 xícaras (chá) de folhas de espinafre picadas
    1 xícara (chá) de milho (congelado ou in natura cozido)        
    1 pote de Creme de Queijo Minas Frescal Tirolez
    1 colher (café) de sal
    Salsinha picada a gosto

    Massa:

    2 xícaras (chá) de farinha de trigo
    1 xícara (chá) de farinha de trigo integral
    1 pitada de sal
    1 xícara (chá) de água morna
    2 colheres (sopa) de azeite (mais um pouco para untar a assadeira)
    Plástico-filme
    14 palitos de sorvete
    1 gema (para pincelar)

    Modo de Preparo

    Recheio:

    – Em uma panela, doure a cebola no azeite, acrescente a carne e refogue;

    – Quando a carne estiver cozida, junte o espinafre, o milho e refogue; desligue o fogo e acrescente o Creme de Queijo Minas Frescal Tirolez e misture; tempere com o sal e a salsinha e reserve o recheio.

    Massa:

    – Em um recipiente, misture as farinhas e o sal; acrescente a água e o azeite e misture tudo; sove (amasse) com as mãos até que a massa fique lisa e homogênea;

    – Enrole a massa com plástico-filme e deixe descansar por 10-15 minutos;

    – Abra a massa com ajuda de um rolo (espessura fina) e corte-a em círculos com ajuda da boca de uma xícara, copo ou aro metálico (aproximadamente 10 cm de diâmetro).

    Montagem:

    – Sobre um círculo de massa, coloque um palito de sorvete e um pouco do recheio (1 colher de sopa); cubra com outro círculo de massa e feche o pastel apertando as bordas com ajuda de um garfo. Repita o procedimento com o restante dos ingredientes;

    – Disponha os pastéis em uma assadeira untada com azeite, pincele os “pirulitos” com gema e leve para assar em forno médio por aproximadamente 30 minutos. Sirva em seguida.

    Lasanha aos Quatro Queijos

    Ingredientes:
    Molho de gorgonzola:
    8 colheres (sopa) de Manteiga Tirolez sem Sal
    8 colheres (sopa) de farinha de trigo
    1 litro de leite
    1 cebola pequena
    2 folhas de louro
    2 cravos
    1 pitada de noz-moscada
    1 pitada de pimenta-do-reino
    Sal
    150 g de Gorgonzola Tirolez

    Montagem: 

    500 g de massa de lasanha fresca e pré-cozida
    600 g de Mussarela Tirolez ralada
    1 sachê de Requeijão Cremoso Tirolez (250 g)
    100 g de Parmesão Tirolez ralado

    Modo de preparo:

    – Comece pelo molho de gorgonzola: coloque a manteiga Tirolez em uma panela e deixe derreter em fogo baixo. Acrescente a farinha e deixe tostar, mexendo sempre, até que comece a exalar aroma de castanhas (cerca de 2 minutos). Adicione o leite aos poucos, mexendo vigorosamente para não formar grumos.

    – Para aromatizar o leite, corte a cebola ao meio e, em uma das metades, espete uma folha de louro com um cravo, para que fique presa. Coloque as metades de cebola no molho e deixe-o cozinhar, ainda em fogo baixo, mexendo sempre, até que comece a engrossar (cerca de 15 minutos). Tempere com a noz-moscada, a pimenta-do-reino e o sal e retire as metades de cebola. Amasse o gorgonzola Tirolez com um garfo e junte-o ao molho ainda quente, mexendo até que derreta completamente.

    – Monte a lasanha: escolha um refratário grande e fundo (22 x 36 cm e 8 cm de altura). Espalhe uma camada fina de molho de gorgonzola no fundo do refratário. Distribua (sem sobrepor) as lâminas de massa para lasanha, formando uma camada. Não há problema se ficar algum espaço entre elas. Adicione outra camada de molho e distribua 1/3 do queijo mussarela Tirolez, formando uma camada uniforme. Continue alternando as camadas de massa, molho de gorgonzola e mussarela. Finalize espalhando um pouco do molho e acrescente o requeijão cremoso Tirolez em pingos, apertando diretamente do sachê. Distribua dessa forma por toda a superfície. Cubra com o molho de gorgonzola restante e polvilhe o parmesão Tirolez.

    Leve ao forno médio (180 °C) preaquecido e asse por cerca de 40 minutos ou até que a lasanha esteja gratinada na superfície.

  • 7 dicas para conservar os alimentos na geladeira da maneira correta

    Alguns cuidados são indicados para manter os produtos em boas condições por mais tempo e evitar o desperdício

    O descuido no armazenamento dos alimentos na geladeira aumenta a probabilidade de o produto perder as boas condições de consumo antes do vencimento, gerando o desperdício. Para evitar que isso ocorra, a Tirolez, uma das marcas mais tradicionais de laticínios do País, sugere alguns cuidados fundamentais:

    1. Higiene da geladeira. Separando o processo por etapas, o primeiro passo é a higienização do interior da geladeira. É recomendado esvaziar o espaço e usar bicarbonato de sódio e água para limpar. Removedores ou outras soluções com álcool não são indicados por conta do cheiro, que pode ser absorvido pelos alimentos. Antes de devolver os produtos ao seu devido lugar, é necessário checar a data de validade e o estado de conservação de cada um;
    2. Divisão dos espaços. Considere sempre o tipo de produto que será armazenado na geladeira antes de separar cada um por compartimentos. Por exemplo, na porta, podem ser inseridos produtos em conservas, bebidas, condimentos e outros alimentos industrializados, que não requerem refrigeração intensa;
    3. Temperaturas mais altas. As prateleiras superiores são mais frias, pois estão mais próximas do freezer. Nelas, devem ser armazenados alimentos que tenham maior sensibilidade às variações de temperaturas, como as carnes cruas, frios e os laticínios, como queijos, cremes e requeijões;
    4. Temperatura intermediária. As prateleiras intermediárias devem acomodar alimentos semipreparados, sucos, ovos, saladas prontas e sobras de alimentos;
    5. As gavetas inferiores podem comportar legumes e verduras. Acima, podem ficar as frutas e os produtos que, em breve, serão descongelados;
    6. Não é recomendável deixar os ovos na porta da geladeira, pois essa área sofre constante mudança de temperatura, o que pode possibilitar o desenvolvimento e reprodução de bactérias;                                                        
    7. Atenção à embalagem. Fique atento ao vencimento dos alimentos e ao tempo de duração após as embalagens estarem abertas.

    Viu como é fácil? Com pequenos cuidados, você consegue conservar os alimentos por mais tempo.

    Agora, a Tirolez propõe uma sugestão de prato prático, preparado em apenas 30 minutos, que pode ser ideal para o almoço ou para o jantar. Confira:


    Creme de mandioquinha gratinado

    Ingredientes
    500 g de purê de mandioquinha (cozida e passada na peneira)
    1 xícara (chá) de Creme de Leite Fresco Tirolez (200 ml)
    1 colher (chá) de sal (4 g)
    ½ xícara (chá) de Queijo Parmesão Tirolez ralado (55 g)
    Noz-moscada (preferencialmente ralada na hora)
    6 colheres (sopa) de Requeijão Cremoso Tirolez (78 g)
    1 colher (sopa) de açúcar (13 g)
    1 cebola média em tiras finas (140 g)

    Modo de Preparo

    – Preaqueça o forno a 180 ºC. Em uma tigela, misture bem a mandioquinha, o creme de leite, o sal e 2 colheres (sopa) de queijo parmesão Tirolez e adicione noz-moscada a gosto.

    – Distribua metade da mistura em 6 tigelas refratárias individuais (9 cm de diâmetro x 4 cm de profundidade).

    – Coloque 1 colher (sopa) de requeijão cremoso Tirolez no centro de cada tigela, cubra com o restante do creme de mandioquinha e alise a superfície.

    – Em uma frigideira pequena, leve ao fogo o açúcar, mexendo sempre, até começar a caramelizar. Adicione a cebola e mexa até que fique levemente murcha e caramelizada.

    – Distribua as cebolas nas tigelas e polvilhe com o restante do queijo parmesão Tirolez.

    – Coloque as tigelas em uma assadeira e leve ao forno por 15 minutos, ou até gratinar. Sirva quente!  

    Dicas

    – Se preferir, faça essa receita sem a cebola caramelizada.

    – Faça essa receita em uma travessa de 30 cm x 20 cm.

    Rendimento: 4 a 6 porções
    Tempo de preparo: 30 minutos