Autor: agitosp

  • Inclua mais peixes na sua alimentação


    Pesquisadora da Secretaria de Agricultura e Abastecimento informa que peixe é um alimento saudável para adultos e criançasO peixe é um alimento rico em proteínas de alto valor biológico e minerais, como cálcio, zinco, magnésio e ferro, além de algumas espécies serem fonte de gordura boa, como o ômega 3. O pescado é um alimento altamente nutritivo e traz como mais uma vantagem a preparação rápida, em poucos minutos, trazendo praticidade para o dia a dia das famílias.

    A pesquisadora do Instituto de Pesca (IP-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Cristiane Rodrigues Pinheiro Neiva, responde seis dúvidas frequentes sobre o consumo de pescado que vão te fazer incluir mais peixes na alimentação. Confira!

    Quais as melhores espécies para consumir?

    No Brasil é possível encontrar uma rica diversidade de espécies de pescado, ou seja, de peixes, crustáceos (camarões e caranguejos), moluscos (ostras, mexilhões, polvo e lula), répteis (rã e jacaré), além de algas. “Portanto, temos muitas oportunidades de variar o consumo de espécies marinhas ou de água doce, provenientes da pesca ou da aquicultura ou ainda em preparações simples ou gourmet”, diz Cristiane.

    Os consumidores podem variar a preparação utilizando pescados magros, como pescada, linguado, merluza ou bacalhau, e gordos, como sardinha, salmão, atum e cavalinha. “O sabor de cada espécie sofre influências do conteúdo de gordura, sendo, em geral, os peixes gordos considerados por alguns consumidores como os mais saborosos, enquanto os magros apresentam sabor suave e agradam paladares mais requintados”, explica a pesquisadora do IP.

    Os benefícios à saúde são reais?

    Sim. Segundo Cristiane, há muitos dados científicos sobre os benefícios que o consumo de pescado e algas trazem a saúde, como redução do risco de morte por doença coronária e derrame, diminuição do risco de diabetes, aumento do período de gestação e melhora do desenvolvimento cognitivo e do desenvolvimento neural infantil – quando consumido antes e durante a gestação – e redução do risco de câncer de tiroide em mulheres.

    O pescado é um alimento do futuro?

    De acordo com a pesquisadora do IP, o pescado representa um alimento importante para o futuro em termos de nutrição, segurança alimentar e sustentabilidade e é a terceira proteína mais consumida pela humanidade depois de cereais e leite. “Uma alimentação rica e segura na infância estimula uma alimentação saudável na vida adulta. Portanto, a criança que cresce comendo peixe, provavelmente será um consumidor saudável quando adulto”, afirma.

    Não gosto do cheiro… o que fazer?

    O cheiro de peixe pode ser desagradável para muitas pessoas e é um indicador de como está o frescor do pescado, sendo uma característica importante para ser observada na compra do produto. “Peixes frescos e com qualidade apresentam cheiro e sabor suaves, sendo os odores ruins sinais de deterioração. Escolha locais de compra que demonstrem e garantam a procedência e os cuidados higiênicos e sanitários necessários e recomendados pelas autoridades sanitárias”, explica Cristiane.

    Como o peixe e os frutos do mar estragam mais rápido do que outras carnes, organize-se quanto a quantidade comprada e sua conservação refrigerada até o momento do preparo. Na dúvida congele pequenas porções a serem consumidas de cada vez, descongele-as sob refrigeração e evite o recongelamento.

    Como fazer com a presença de espinhas?

    Algumas espécies de peixe possuem pequenos ossos ou espinhas intramusculares, o que pode causar acidente na hora do consumo. A sugestão é atenção para a retirada desses espinhos antes do consumo ou o preparo de peixes sem esses organismos, como cação, pirarucu, pintado, tambaqui e bagre, principalmente, quando se for servir pratos à base de pescado para as crianças. Outra opção é a compra de filé ou de carne mecanicamente separada que apresentam menores chances de terem espinhas.

    Peixe pode ser consumido por crianças?

    Sim, podem. Os especialistas em saúde recomendam incluir o pescado de duas a três vezes por semana para adultos, com porções de 100 a 120g, e de uma a duas vezes por semana para as crianças com porções de 30g a mais, conforme a idade. O Guia Alimentar para Crianças Menores de 2 anos, desenvolvido pelo Ministério da Saúde, recomenda a partir do sexto mês, pode-se fazer a introdução do peixe na dieta dos bebês.

    As crianças podem ser mais receptivas ao pescado se a escolha começar por espécies com sabor mais suave como a pescada, a tilápia ou o linguado. Para conquistar o paladar infantil busque novas formas de preparo e inove nas receitas.

    Cristiane sugere o preparo, por exemplo, de iscas ou pedaços de peixes empanados em casa. “Comece temperando o peixe com sal e limão, mergulhe as tiras no ovo batido e cubra com farinha de rosca caseira, regue com azeite, leve ao forno e sirva com um delicioso molho de iogurte ou mostarda com mel. O preparo ao forno de filés com azeite, tomates, cebolas e batatas em rodelas e ervas frescas, pode ser uma ótima alternativa a fritura! Não esqueça da praticidade dos enlatados no preparo de saladas de batata, patês e molhos para massas”, orienta a pesquisadora do IP.

    Muitas crianças têm acompanhado o aumento de consumo de peixes crus, o qual pode acontecer com os cuidados relacionados a manipulação e conservação adequados antes do preparo para que não haja risco de contaminação microbiológica. “O peixe cru fica delicioso e mais seguro se servido como ceviche, mergulhado no caldo de limão, azeite e rodelas finas de cebola”, diz Cristiane.

    Mais informações

    Para mais informações sobre o consumo de pescado, acesse as publicações da série Pescado é Saúde, produzidas pelo IP e a Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (Codeagro):

    Pescado é Saúde – Aproveitamento Integral do Pescado
    Pescado é saúde: salga, secagem e defumação
    Pescado é saúde: uso do frio

  • 4 em cada 10 homens deixaram de procurar o urologista

    Levantamento do HCor também aponta queda de 41% na realização do PSA, um dos exames de rastreamento para o câncer de próstata

    Um levantamento realizado no HCor aponta que quatro em cada 10 homens deixaram de lado sua consulta com o urologista desde o início da pandemia. A análise compara dados de março a setembro de 2019 com o mesmo período deste ano.

    A redução significativa nos consultórios urológicos da instituição foi acompanhada pela queda na realização da coleta do PSA (antígeno prostático específico), um dos exames solicitados para rastreamento do câncer de próstata em homens assintomáticos.

    “Nos meses de abril e maio, quando tivemos um isolamento social mais rígido no estado, essa proporção chegou a ser inversa, ou seja, a cada 10 homens somente três mantiveram sua rotina de consultas”, destaca o urologista do HCor, Dr. Alexandre Pompeo.

    Pompeo reforça que a ida aos consultórios e a realização de exames de sangue e toque permite não somente o diagnóstico precoce do câncer de próstata, como também quadros de prostatite – infecção ou inflamação da próstata – e hiperplasia benigna da próstata, que ocorre quando há aumento de tamanho da glândula.

    De acordo com o especialista, isoladamente, o PSA não auxilia na tomada de condutas clínicas. Por isso, a comunidade médica defende um rastreamento que contemple avaliação de fatores de risco e histórico familiar, bem como a realização do toque retal e outros exames complementares.

    A Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) orienta que consultas periódicas devem ser feitas por todos os homens acima de 50 anos, ou a partir dos 45 anos, por aqueles que apresentam fatores de risco, tais como: história de câncer de próstata na família, obesidade ou pacientes negros.

    Sobre o câncer de próstata

    O Novembro Azul é mundialmente conhecido como o mês de conscientização e combate aos tumores de próstata, promovendo a prevenção da doença, que é, hoje, o tipo de câncer mais frequente em homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma).

    A estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é de 65,8 mil novos casos para cada ano do triênio 2020-2022 no Brasil. No entanto, segundo o urologista, se diagnosticados precocemente, esses casos têm até 90% de chances de cura.

    “O câncer de próstata costuma ser silencioso. Sinais e sintomas como micção frequente, fluxo urinário fraco ou interrompido, vontade de urinar frequentemente à noite, sangue na urina ou no sêmen e disfunção erétil, costumam aparecer somente em quadros mais avançados” explica.

  • dormir com o cachorro pode ser bom para a saúde

    Quem tem cachorro em casa sabe como é difícil resistir aos encantos dos pets e mandá-los dormir em outro lugar que não seja junto com seu dono. Por este motivo, muitas pessoas deixam os animais viverem livremente dentro de casa e se juntam aos bichinhos na hora de dormir.

    Para quem não abre mão de dormir juntinho de seu animal de estimação, há uma boa notícia: cientistas provaram que o hábito não prejudica a qualidade do sono, pelo contrário, ajuda.

    Um estudo recente, publicado na Mayo Clinic Proceedings, analisou os efeitos dos cães no sono humano no ambiente doméstico. A pesquisa utilizou informações de 40 adultos que dormiam com seu pet no quarto, na mesma cama ou em outro lugar do cômodo, durante sete noites. Os donos tiveram de responder questionários sobre a qualidade do descanso e, tanto eles quanto os animais, usaram dispositivos de rastreamento do sono.

    Tudo isso foi feito para que os pesquisadores pudessem calcular a eficiência do sono, que é uma comparação do tempo deitado na cama com os períodos dormindo. O resultado foi certeiro: A presença do cachorro não compromete o descanso.

    Tanto o sono dos cachorros quanto o sono dos humanos não sofreram nenhum tipo de alteração. Pessoas que deixam o animal no quarto mantiveram 83% da eficiência no sono. Já as que deixaram o pet ficar na mesma cama tiveram média um pouco menor, de 80%, já que acordaram um pouco mais durante a noite. Ambas as percentagens são consideradas satisfatórias e provam que a presença do pet pode até mesmo colaborar para uma boa noite de sono.

  • Você toma muito analgésico contra dor de cabeça?


    São centenas de remédios que, se usados sem controle, trazem riscos para os ouvidos

    Apesar de ser muito comum as pessoas tomarem remédios para combater resfriados, febre ou dor de cabeça, a automedicação pode ocasionar um sério risco para a saúde, principalmente se isso for uma prática constante. Especialistas advertem que o uso prolongado de cerca de 200 medicamentos ototóxicos pode provocar zumbido, tonturas e perda de audição.

    O consumo regular (duas ou mais vezes por semana) de acetaminofen – mais conhecido como Paracetamol – aumenta em 99% o risco de deficiência auditiva em homens com menos de 50 anos; e em 38% em homens entre 50 e 59 anos. Para quem tem mais de 60 anos, o risco de perda auditiva é 16% maior. Esta é a conclusão de um estudo conduzido por cientistas da Universidade de Harvard, Hospital Brigham and Women, da Universidade Vanderbilt e da Massachusetts Eye and Ear (EUA), publicado no American Journal of Medicine .

    A pesquisa também mostrou que entre as pessoas que usam regularmente aspirina – indicada na prevenção de doenças cardiovasculares -, o risco de perda auditiva foi 33% maior em homens abaixo dos 59 anos. E entre os que usam com frequência anti-inflamatórios não esteroides, como o ácido acetilsalicílico, ibuprofeno e dipirona sódica, o risco foi 61% maior para homens abaixo dos 50 anos, 32% maior para a faixa entre 50 e 59 anos e 16% maior para quem tem 60 anos ou mais.

    Outro estudo, este conduzido pelo NUPES (Núcleo de Pesquisa e Extensão em Saúde), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), comprovou a relação entre o uso de anticoncepcionais e alterações auditivas. Foi observado que “os contraceptivos hormonais tendem a influenciar alterações do sistema auditivo e do sistema vestibular; ocasionando sintomas como zumbido e vertigem, porém, tais alterações dependem da dosagem administrada. Tais achados evidenciam que os contraceptivos estão diretamente relacionados à perda auditiva neurossensorial em mulheres”.

    Medicamentos diuréticos, como furosemida e bumetanida, usados no tratamento de pressão alta e insuficiência cardíaca, também podem causar perda auditiva, principalmente se a pessoa tomar mais de um, durante o período de uma hora, segundo aponta relatório da ASHA (American Speech-Language-Hearing Association). A neomicina é outra droga também traz riscos à audição.

    Todos esses remédios podem causar lesões graves – algumas vezes irreversíveis – nas partes do ouvido humano responsáveis pela audição e pelo equilíbrio. Os efeitos da ototoxidade dos remédios são amplos e atingem indivíduos de todas as idades. As substâncias conhecidas como ototóxicas podem provocar perda neurossensorial, temporária ou definitiva, de grau variado (de leve à profunda), de acordo com o remédio, a dose ingerida e o tempo de tratamento.

    Muitas pessoas tomam remédios por conta própria, influenciadas pela indicação de vizinhos e amigos, mas esses medicamentos devem ser consumidos apenas sob prescrição médica.

    “Aconselho a quem suspeita de alguma dificuldade para ouvir que procure um médico otorrinolaringologista o mais rápido possível, para que o problema não se agrave. A perda de audição pode ter muitas causas: trauma acústico, infecções, idade avançada, mas pode ser conseqüência também do uso prolongado de um medicamento ototóxico”, adverte a fonoaudióloga Marcella Vidal, da Telex Soluções Auditivas.

    Claro que, devidamente recomendados, esses remédios são essenciais no tratamento das doenças para os quais foram criados. Por isso, se o indivíduo sabe que está começando a tomar medicamento ototóxico, deve ser acompanhado por um profissional da área auditiva antes e durante o tratamento. O ideal é que, antes mesmo de tomar, sejam feitos exames para se verificar se já existe lesão auditiva que possa se agravar com o uso da substância.

    Quimioterápicos usados contra o câncer; antibióticos da família dos aminoglicosídeos (prevenção e tratamento de infecções pós-operatórias e contra tuberculose); além de antineoplásicos e antimaláricos também fazem parte da lista de remédios ototóxicos. É um dilema enfrentado pelos médicos. Até os bebês prematuros correm riscos, já que precisam tomar antibióticos para combater determinadas infecções respiratórias.

    A perda auditiva causada por medicamento ocorre quando a medicação prejudica as células sensoriais da cóclea, no ouvido interno. Alguns têm perda de audição temporária. Uma vez que a medicação é suspensa, a audição pode retornar. Outros remédios, no entanto, podem causar danos mais sérios, resultando em perda auditiva permanente. Portanto, é preciso cuidado e atenção!

  • Como estimular bebês e crianças de zero a um ano ou mais

    O isolamento social durante a pandemia do novo coronavírus tem afetado o desenvolvimento dos bebês e crianças pequenas. Em momentos extremos, o que fazer para o bebê se desenvolver? A pediatra e gerente médica da Maternidade Brasília, Sandi Sato, dá dicas de como driblar as adversidades e estimular a criança em momentos com poucas possibilidades de interação externa.

    Estímulo para crianças de 0 a 6 meses:

    1.  Rede de balanço

    A rede proporciona a estimulação vestibular. Balance o bebê na rede para estimular o reflexo de susto. A ação deve ser feita nos três primeiros meses e tem a intenção de promover um estímulo corporal adequado. Isso pode refletir em todo o desenvolvimento da criança no sentido de fazê-la sentir-se segura com o próprio corpo.

    2. Brinquedos contrastantes e bem coloridos

    Móbiles com duas cores não são adequadas. O bebê dessa faixa etária enxerga contraste e cores vivas e quanto mais cores mais estímulo ele terá. Os móbiles devem ficar de 20 cm a 30 cm de altura do bebê para que ele consiga enxergar. 

    Dica: Nesta idade o bebê não tem percepção de dimensões. Dê preferência para brinquedos geométricos, quadrangulares, circulares, que tenham borda, linhas verticais. cores vivas e que fiquem virados para a criança.

    3. Luvas não! 

    Luvas servem para o recém-nascido sair em climas extremamente frios, o que é muito diferente do nosso clima tropical. Não é proibido o uso, o problema é o exagero. Quanto mais tempo de luva, a mãozinha poderá mostrar falha no desenvolvimento muscular e  dificuldades no futuro. Esquentou? Tira a luva. 

    Dica: Nem sempre a mão fria significa que o bebê está com frio. Nos primeiros dias de vida, o corpinho está se adaptando ao mundo e a estabilização da temperatura corporal faz parte desse período. Em geral, acontece nos primeiros sete dias de vida. 

    Seis meses a um ano

    1. Celular

    Hoje em dia, é difícil evitar a utilização de aparelhos eletrônicos. A agitação do dia a dia requer cada vez mais agilidade e tempo. Porém, isso acaba prejudicando a evolução das crianças pequenas. É preciso tirar um tempo para dar atenção completa para o bebê.

    Garrafinhas com grãos, fitas de cetim coloridas. Tente ao máximo não apresentar telas. Elas provocam um grande atraso no desenvolvimento, na linguagem, na interação social. A maioria das crianças fica antissocial, fala poucas palavras pois fica no mundinho dela. 

    Atenção: Telas não são para crianças! O cérebro delas ainda é imaturo e telas podem prejudicar o desenvolvimento oftalmológico, com o aumento do risco de miopia, principalmente se há predisposição genética, além de prejudicar o desenvolvimento cerebral. A questão da socialização é outro ponto importante. O contato da tela é unilateral e atrasa o desenvolvimento da socialização. 

    2. Peso, tamanho e textura dos brinquedos 

    É preciso se atentar ao peso dos brinquedos, pois os bebês ainda estão desenvolvendo a musculatura. Brinquedos que conseguem colocar na boca, também não podem ser muito pequenos. Esta é a fase oral,portanto, é normal, esperado e saudável que eles coloquem o brinquedo na boca. Por isso, precisam ter brinquedos para isso. Esta é uma das formas deles reconhecerem o ambiente. 

    Dica: Esponja com duas texturas, bolinhas com pontinhos massageadores, brinquedos sensoriais são bons exemplos de textura, que também estimula o desenvolvimento das crianças. Os brinquedos menos prováveis é o que elas mais gostam. Evite brinquedos que elas brinquem sozinhos. 

    3. Paciência

    Temos que ter paciência para ver o bebê brincar. Deixe o bebê, mesmo irritado, utilizar sua autonomia. Ao invés de levar o brinquedo para a criança, mostre como ela vai até ele. Pode até dar um apoio, uma cosquinha para ele se mexer mais. Ajudar é diferente de entregar quando chora. Senão, esse bebê vai entender que é “tudo o que eu quero na hora que eu quero”.

    Dica: Deixe os brinquedos próximos para estimular o interesse. Dependendo da distância, o bebê ainda nem conseguirá enxergar. 

    Crianças acima de um ano

    1. Sem andajá 

    Até os 18 meses é o período natural para o bebê começar a andar sem estar atrasado. A fabricação de andadores é proibida no Brasil, entretanto é fácil de encontrar. Estes aparelhos causam acidentes, fazem padrão de perninhas de alicate nas crianças, fazem com que elas andem de ponta de pé, ou seja, não ajudam a criança a aprender a andar. No andador ela fica sentada e ninguém consegue andar sentado. Para andar é preciso ter controle do tronco. 

    Dica: Para auxiliar a marcha, pode ser utilizado como apoio um tipo de carrinho que o bebê empurra. 

    2. Pé no chão 

    Chinelo, sandália e tênis são péssimos para o desenvolvimento nesta idade. A base/sola do pé é um ponto de equilíbrio. É preciso fortalecer o pé e estimular a sensação de texturas. Pisar na grama, no chão liso ou mais grosso ajuda o bebê a fortalecer a musculatura.

    Em tempos de pandemia, quando não se pode levar a criança para a área externa, as alternativas são  pisar em diferentes texturas, utilizar tapetes, colocar grãos para pisar. 

    3. Mão para comer

    Permita que a criança explore os alimentos com as mãos e utilize copos de transição. Estas são formas de estimular a independência. Neste período, a criança já tem um melhor movimento de “pinça” com as mãos. Ela deve conseguir segurar e você deve oferecer sempre alimentos para ela experimentar. A fase do “nojinho” é normal, mas ela passa com o tempo e insistência do estímulo. 

    Dica: Ofereça gelatina de agar agar, caroço de manga, algodão desfiado na água para a criança sentir a textura. Se for o caso, coloque a criança para comer em um ambiente que ela possa se sujar sem correr riscos de contaminação. Podem ser utilizados a cadeira de alimentação, um tapete ou mini piscina.

    Para todas as fases: contar histórias, cantar e conversar

    O hábito de contar histórias deve acontecer ainda no período intra-uterino. É importantíssimo, pois a criança aprende e começa a gostar de ouvir histórias antes mesmo de nascer. Cante, converse sobre as coisas do ambiente, mostre o que é cada coisa. A linguagem que vc usa também desenvolve a área psíquica do bebê.

    Dica: Os bebês começam a se perceber como sujeito, como pessoa diferente, através da fala. Chame pelo nome, explique o que há no ambiente, mostre o cachorro, os pais, mesmo que pareça que eles não estão entendendo, mas a verdade é que estão, sim.

  • 10 apps para ‘apimentar’ a conversa com o crush

    Sexóloga dá dicas para investir nas conversas virtuais de uma maneira mais divertida e “quente”

    Nos últimos meses, a rotina em casa tem deixado muitos solteiros à flor da pele com a vida sexual. Pesquisa da Universidade de Florença (Itália) mostra um aumento significativo na insatisfação sexual, que antes era de 7,4% e durante a pandemia aumentou para 53%. E um detalhe importante é que isso não mostra que o desejo sumiu, mas, sim, o acesso ao corpo do outro. Uma das principais alternativas usadas pelas pessoas tem sido os sites e aplicativos de relacionamento.

    Segundo orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para os solteiros, no período da pandemia o recomendado é a masturbação (lavar as mãos com água e sabão, antes e depois) e sexo “virtual”, tendo o cuidado de higienizar as mãos e brinquedos sexuais também com água e sabão, por pelo menos 20 segundos, antes de utilizar, além de usar álcool gel a 70% dispositivos nas telas sensíveis ao toque, como telefones, tablets e notebooks.

    “É preciso desapegar de estereótipos de gênero porque tanto o homem quanto a mulher sentem atração por coisas diferentes. Propor jogos eróticos é uma forma de sair da rotina, instigar o desejo e a criatividade de ambos”, afirma Carla Cecarello, sexóloga do site de sexo casual C-date (www.c-date.com.br).

    Nesse cenário, um dos principais aliados das conversas virtuais pode ser o vibrador. Segundo pesquisa do portal Mercado Erótico, durante os primeiros meses de pandemia foram vendidos um milhão de vibradores, o que representa um aumento de 50% comparado ao mesmo período no ano anterior.

    Mas fica um alerta. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma pessoa não deve se masturbar mais do que três vezes ao dia, pois, além do recomendado, explica Carla Cecarello, já pode ser considerado um comportamento patológico, tornando perceptível um comportamento de ansiedade e compulsividade.

    A sexóloga do C-date (www.c-date.com.br) afirma ainda que a masturbação pode ser benéfica inclusive para a mulher, tornando-a ainda mais exigente na vida sexual e mais ousada, já que ela passa a liberar fantasias sexuais.

    “O parceiro não vai conseguir adivinhar o jeito que ela quer, por exemplo, o ritmo ou a pressão. Além disso, não é 100% garantido, mas quem se masturba tem uma chance maior de ter uma libido melhor durante as relações sexuais”, destaca a sexóloga.

    Jogos eróticos nas conversas virtuais

    Além disso, os jogos eróticos nas conversas virtuais tornam o momento muito mais divertido e prazeroso. Segundo a sexóloga do C-Date (http://www.c-date.com.br), Carla Cecarello, essas brincadeiras podem ser feitas em qualquer estágio do relacionamento, pois beneficiam e auxiliam a explorar e conhecer mais a intimidade do parceiro. “Propor jogos eróticos é uma forma de sair da rotina e dar uma nova cara ao sexo. Instiga o desejo e a criatividade de ambos”, explica.

    E como a melhor recomendação ainda é ficar em casa, a boa notícia é que você pode ter inúmeros aplicativos para celular que trazem ideias de jogos e que as pessoas podem se divertir virtualmente enquanto conversam nos sites de relacionamentos com seus parceiros de sexo casual. Conheça algumas opções:

    1) Kindu

    Disponível para Android e iOS, a plataforma propõe que casais explorem seus desejos com ideias de atividades novas e divertidas que desejam experimentar com o parceiro. Depois disso, é hora de aprovar ou desaprovar as ideias que irão aparecer na tela do aplicativo. Os usuários também podem incluir coisas que gostariam de tentar. É necessário ter noções básicas de inglês para compreender os comandos.

    2) Peachin

    Disponivel para iOS, o Peachin é um jogo com mais de mil desafios para casais, que passam pelos modos suave, sexy, quente, extremo e aleatório.

    3) Lick This

    Traz exercícios para quem quer incrementar as habilidades no sexo oral, com desafios que devem ser feitos com o uso da língua na tela do celular.

    4) Kamasutra – Sex Position

    Disponível para iOS e Android, o livro indiano de posições sexuais tem sua versão online e gratuita com 30 sugestões de figuras e gráficos 3D realistas, com posições separadas pelas categorias clássicas, rápidas, exóticas e criativas. A versão paga tem mais de 200 sugestões que incluem lugares, cenas de filmes e algumas surpresas.

    5) Desire – Couple Games

    Disponível para iOS e Android, o jogo de desafios acumula pontos e libera novos desafios, que são atualizados toda semana. Entre os recursos estão marcar dates, escrever diários compartilhados sobre o tempo com o crush e trocar fotos.

    6) Strip Roulette

    Disponível para iOS e Android, esse aplicativo é para quem gosta de associar jogos eróticos ao strip tease com a ajuda de uma roleta.

    7) Addicted Dice / Sexy Dice

    Disponível para iOS e Android, os famosos dados das sex shop também foram adaptados para sua versão on-line e basta chacoalhar o smartphone que o aplicativo seleciona onde o parceiro deverá brincar e o que deve ser feito.

    8) Dados Eróticos – Jogo de Sexo

    Disponível para iOs, o aplicativo tem a mesma dinâmica de um jogo com dados eróticos reais, podendo ser personalizado pelos usuários com as partes do corpo e muitas outras opções.

    9) Dirty Game: Hot Truth or Dare

    Disponível para iOS e Android, este jogo é uma versão do clássico “verdade ou consequência” trazendo uma proposta mais picante e sensual.

    10) Dirty Truth or Dare Game for Couples and Party

    Disponível para o sistema operacional Android, o aplicativo é semelhante ao jogo “Verdade ou Desafio”, porém muito mais caliente.

  • Cachorros também precisam de higiene bucal diário

    Dr. Marcello Roza ajuda a cuidar da higiene bucal do seu cão e identificar comportamentos atrelados a doenças inflamatórias

    A saúde bucal é um elemento chave para manter o bem-estar geral dos cães, mas essa informação ainda é pouco difundida entre os tutores de pet. Quatro em cada cinco cachorros com idade superior à 3 anos sofrem de periodontite, causada pelo acúmulo de placa bacteriana. A doença atinge o conjunto de estruturas que sustentam os elementos dentários e se negligenciada, pode ocasionar perda dos dentes e desencadear inflamação em outros órgãos.

    A seguir, o Dr. Marcello Roza, doutor em odontologia veterinária, sócio fundador do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Odontologia Veterinária e membro do conselho consultivo, fala sobre prevenção e tratamento da doença periodontal e lista algumas dicas sobre cuidados orais para seu cachorro:

    Qual a melhor forma de prevenir doenças ligadas à saúde bucal?

    A escovação ainda é a principal ferramenta para prevenção, pois traz dois mecanismos de ação: a mecânica, que remove as placas bacterianas em estágio inicial, e a enzimática, com o uso de cremes dentais feitos especialmente para endereçar as necessidades dos cães.

    Além disso, há produtos no mercado que contribuem para limpeza dos dentes, diminuindo a aglomeração de bactérias nocivas. A PEDIGREE®, por exemplo, criou o DentaStix™, um petisco funcional que ajuda no combate à formação de placas bacterianas.

    Como introduzir a escovação na rotina do cão?

    É um processo gradativo. O ideal é que o cão seja colocado em uma superfície alta e lisa, em um local sem distrações. A escovação deve ocorrer sempre no mesmo horário. No primeiro momento, o tutor deve inserir apenas o dedo, massageando a gengiva e os dentes para que o cão se familiarize com a ação. A repetição é o elemento chave para que o procedimento seja algo tranquilo tanto para o pet quanto para o tutor. Aos poucos, introduza a escova com creme dental para cães. 

    Há raças de cães mais propensas para desenvolver a doença periodontal?

    Sim. Os cães braquicefálicos, cujo comprimento do focinho é menor que o do crânio, estão mais propensos a acumular resíduos devido à estrutura anatômica da arcada dentária. Entre os exemplos de cães que possuem os dentes mais próximos um do outro estão o Pug, Lhasa Apso e Maltês. Por isso, é importante que tutores dessas raças se atentem ainda mais à saúde oral de seus pets.

    Quais comportamentos indicam que o cão está desenvolvendo alguma doença oral?

    Cães que tenham alguma alteração dentária podem apresentar feridas na face, coceira (principalmente no focinho), dificuldade para apreender o alimento, diminuição do apetite decorrente da dor nos dentes e produção excessiva de saliva.

    Considerando que as pessoas estão cada vez mais conectadas com seus pets, acredita que haja maior preocupação com a saúde oral hoje?

    Com certeza. Hoje, cães e tutores convivem com maior proximidade no ambiente doméstico e os veterinários vêm falando bastante sobre a necessidade de regularizar a higiene bucal dos pets. Por isso, ficou mais fácil identificar sintomas clínicos que denunciam quando algo não vai bem. 

    +++++ 

    A marca PEDIGREE® possui em seu portfólio o Dentastix™, fruto de uma combinação de estudos minuciosos e profissionais que contribuíram ativamente para que a textura e digestibilidade do produto atendessem às necessidades dos cachorros. Segundo estudos independentes, sua composição reduz a formação de tártaro nos dentes e na linha da gengiva, região sensível que requer atenção especial.

    Assim como o Dentastix™, os produtos da Mars Petcare são produzidos com base nos estudos de seu Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal – WHALTAM™, que atua no desenvolvimento de pesquisas sobre nutrição e benefícios na interação humano-animal. O compromisso com a qualidade, os benefícios para a saúde dos animais de estimação e satisfação dos tutores estão alinhados ao propósito da empresa de fazer um mundo melhor para os pets.

  • Qual a diferença entre hotel, pousada e resort?

    Temperatura subindo, férias à vista… Começa a dar aquela vontade de viajar, conhecer lugares e culturas novos.  Definido o destino, como escolher o melhor lugar para se hospedar? Um resort completo? Uma pousadinha charmosa? Um hotel perto de todas as conveniências?  

    Nessa hora, podem surgir algumas dúvidas já que existe uma infinidade de opções. Não há uma regulamentação internacional que estabeleça as diferenças entre cada tipo de hospedagem. No entanto, o Brasil criou em 2011 uma maneira de organizar as categorias, o Sistema de Classificação de Meios de Hospedagem (SBClass), de forma que o turista tenha os serviços adequados de acordo com o que foi contratado. Mas você sabe qual é a diferença entre elas?  

    Confira aqui cinco tipos de hospedagem e escolha o que mais tem a ver com a sua viagem:  

    Hotel  

    A principal característica de um hotel é oferecer condições para um alojamento temporário – com ou sem alimentação. Outro diferencial é a presença de recepção 24 horas. A medida de cobrança é diária, podendo oferecer pacotes para períodos de estadia. Nesta categoria, existe uma gama de estabelecimentos que também oferecem o turismo de negócios, um serviço especializado em abrigar eventos e outras atividades com foco nas empresas. Os hotéis podem ter classificação de uma até cinco estrelas. Caso não tenha referências sobre o hotel, aposte nas redes conhecidas como Accor, Atlantica e Nacional Inn, que costumam oferecer um serviço padrão. 

    Resort 

    O resort segue basicamente as mesmas características do hotel, porém oferece outros tipos de opções para  lazer e entretenimento, como serviços de estética, atividades físicas, recreação e até parques temáticos para as crianças no próprio empreendimento. Sua marca principal é ser um destino completo, com opções para toda família. Se a ideia é aproveitar para relaxar, um dos melhores resorts do litoral do Brasil, o Casa Grande Hotel, no Guarujá, conta com spa completo com piscina aquecida com borda infinita junto ao watersoaking e academia com vista para o mar, além de experiências de yoga, pilates e acupuntura. O resort oferece, entre outras coisas, um verdadeiro complexo gastronômico com seis restaurantes com culinária de diversas regiões do mundo e três bares. Uma curiosidade: os resorts no Brasil têm classificação a partir de quatro estrelas. 

    Pousada 

    Neste caso, a construção deve ter no máximo 30 quartos e 90 leitos, além disso, não pode ser um prédio, mas sim construções horizontais. Serviços de alimentação e recepção também são oferecidos. Chalés e bangalôs, marcados por muito charme e um ambiente intimista, são variáveis encontradas. Este tipo de estabelecimento está entre os mais buscados no País, pois apresenta um bom custo-benefício e muitas opções. Assim como o hotel, a pousada pode ter classificação entre uma e cinco estrelas. 

    Cama e café (bed & breakfast) 

    Esta classificação é a mais nova e surgiu com o crescimento de hospedagens compartilhadas e oferecidas por aplicativos, como Airbnb. Neste caso, entram os mais variados tipos de estabelecimentos, como casas, apartamentos e chalés. O estilo de hospedagem cama e café é classificado entre uma e quatro estrelas. 

    Hostel 

    Este tipo de hospedagem é bastante popular entre jovens aventureiros que querem conhecer muitos destinos, já que oferece as opções mais acessíveis no quesito financeiro. Muitas vezes, os quartos podem ser coletivos e os banheiros compartilhados, mas alguns estabelecimentos oferecem dependências privativas e podem ser uma boa alternativa para conhecer destinos paradisíacos com bom custo-benefício. Uma dica é optar por redes conhecidas e bem avaliadas, como HostelWorld e Hostelling International, que abrigam centenas de estabelecimentos credenciados no Brasil e no mundo. 

    Agora que você já sabe as diferenças para escolher a melhor hospedagem, é hora de arrumar as malas e colocar o pé na estrada! Boa viagem e aproveite!

  • Manter-se ativo e atento ajuda a reduzir o risco e as sequelas do AVC

    Neste ano, o foco da campanha para o Dia Mundial de Combate ao Acidente Vascular Cerebral (29/10) é a prevenção, incentivando a atividade física e a atenção aos primeiros sinais do AVC

    O Acidente Vascular Cerebral (AVC), conhecido popularmente também como “derrame”, pode acontecer com qualquer pessoa, em qualquer idade. Ele ocorre quando vasos que levam sangue ao cérebro entopem ou se rompem, impactando o funcionamento da área cerebral que teve a circulação sanguínea prejudicada. Segundo a Organização Mundial do AVC (World Stroke Organization – WSO), ele chega a afetar uma em cada quatro pessoas no mundo ao longo da vida. Ainda assim, apesar de ser a segunda causa de morte no Brasil e no mundo, a prevenção pode evitar até 90% dos casos.

    Entretanto, ainda de acordo com a organização internacional, durante a pandemia de covid-19, houve uma queda no número de pessoas que procuram os hospitais com sintomas de AVC. Isso é preocupante, conforme afirma o neurologista cooperado da Unimed-BH Paulo Pereira Christo. “Reconhecer os sinais e procurar atenção médica aos primeiros sintomas pode salvar vidas e reduzir as sequelas de pacientes com AVC”, explica o especialista. Para ele, conhecer os fatores de risco é também fundamental para a prevenção. “Hipertensão arterial, diabetes, colesterol alto e fibrilação atrial (um tipo de arritmia cardíaca) são algumas das condições a serem observadas.”Este ano, a campanha do Dia Mundial de Combate ao AVC, celebrado em 29 de outubro, reforça a prevenção e enfatiza importância do exercício físico. Para o neurologista, essa dica é de grande relevância, uma vez que o sedentarismo aumenta em 36% as chances de uma pessoa ter um acidente vascular cerebral e a atividade física regular pode reverter positivamente esse cenário.

    Com o mote “AVC Não Fique Em Casa”, a campanha também incentiva que as pessoas procurem atendimento médico, além de manter os tratamentos de rotina e o acompanhamento profissional, mesmo durante a pandemia. Paulo Christo explica que, aos primeiros sinais de um AVC, a pessoa deve ser encaminhada o mais rápido possível ao hospital. “É importante observar e anotar a hora em que os primeiros sintomas apareceram. Nos casos de AVC isquêmico, que é o tipo mais comum, com um atendimento rápido, em até 4,5 horas do início dos sintomas, pode ser administrado um medicamento que dissolve o coágulo, diminuindo a chance de sequelas mais graves”, acrescenta o especialista da Unimed-BH.COMO RECONHECER UM AVC
    A Associação Nacional do AVC (National Stroke Association), dos Estados Unidos, desenvolveu uma maneira simples de identificar um acidente vascular cerebral, conhecida pela sigla F.A.S.T. (ou “rápido”, em inglês). De acordo com o neurologista Paulo Christo, aqui no Brasil, o acrônimo utilizado é o S.A.M.U.

    O “S” vem de “sorriso”: peça para a pessoa sorrir; caso um dos lados do rosto não se movimente ou fique torto, pode estar ocorrendo um AVC. O “A” representa o “abraço”: abrace a pessoa e observe se ela consegue abraçar de volta; fique atento caso ela não consiga levantar algum dos braços ou se eles “caem” durante o abraço. O “M” vem de “mensagem” ou “música” e representa alterações na fala: peça à pessoa para cantar um trecho de uma música ou peça para ela repetir uma frase qualquer; caso haja alguma dificuldade, ela pode estar em vias de um AVC. Por fim, o “U” significa “urgência”: caso aconteça um ou mais desses sinais acima, é fundamental que a pessoa procure atendimento médico o mais rápido possível.Outros sinais do AVC podem ser: fraqueza em um dos lados do corpo; formigamento ou entorpecimento do rosto; forte dor de cabeça; perda da visão; sensação de dormência pelo corpo; e alguma alteração no caminhar ou na forma da pessoa andar.

    COMO PREVENIR O AVC
    1. Controlar a pressão arterial: a hipertensão elevada aumenta o risco de AVC, portanto, deve ser sempre mantida sob controle e acompanhamento médico. Além disso, especialistas recomendam também reduzir a ingestão de sal, alimentos ultra processados e os ricos em gordura saturada.2. Reduzir a obesidade: um maior índice de gordura no corpo é mais um fator de risco para o acidente vascular cerebral. Manter o peso controlado pode prevenir a ocorrência de doenças como hipertensão e diabetes, que aumentam o risco de AVC. O ideal é manter o índice de massa corporal (relação peso / altura) abaixo de 25.

    3. Fazer da atividade física um hábito diário: o movimento e o exercício físico são essenciais para a prevenção do AVC, pois garantem um bom fluxo sanguíneo nas artérias, reduzindo o risco de formação de coágulos e de outras doenças que podem ser fatores de risco potencial para o acidente vascular cerebral. Idealmente, 30 minutos de exercícios diários – uma caminhada, por exemplo – são suficientes para uma boa saúde arterial.4. Limitar o consumo de álcool: estudos indicam que a ingestão de duas ou mais doses de bebida alcoólica por dia aumenta a ocorrência do AVC. Em pequenas doses diárias, o vinho tinto é considerado a melhor opção, por conter resveratrol que apresenta ação protetora para o cérebro e o coração.

    5. Manter ou iniciar tratamento da fibrilação atrial: esse tipo de arritmia causa batimentos cardíacos irregulares, o que é um importante fator na formação de coágulos que podem acabar atingindo o cérebro e resultar em um AVC. De acordo com o neurologista cooperado da Unimed-BH Paulo Christo, a fibrilação atrial deve ser levada muito a sério, pois aumenta em até de cinco vezes o risco de um acidente vascular cerebral. Ao sentir falta de ar e palpitações, procure um cardiologista assim que possível, para que a condição possa ser avaliada, reduzindo o risco de um AVC.

    6. Controlar o diabetes: um nível elevado de açúcar no sangue afeta negativamente os vasos sanguíneos, criando um ambiente favorável para a formação de coágulos e, portanto, aumentando a possibilidade de AVC acontecer. Esteja atento e mantenha o acompanhamento médico regular.

    7. Parar de fumar: o tabagismo torna o sangue mais espesso e induz a formação de placas nas paredes das artérias, o que aumenta a probabilidade de um acidente vascular cerebral.

  • 7 castelos britânicos para levar as crianças

    Visitar um castelo é sempre boa pedida para quem viaja com crianças, mas alguns deles são verdadeiramente especiais para os pequenos!

    1. Torre de Londres, Inglaterra

    No coração da capital britânica, a Torre de Londres é um destino perfeito para as crianças – e certamente você verá muitas delas em sua visita! Este importante patrimônio da humanidade guarda as Joias da Coroa, incluindo a capa, o cetro e a coroa da Rainha. Mas o que as crianças gostam mesmo é de ver os guardas Beefeaters, guardiões do lugar, e os seus lendários corvos! Uma das lendas diz que se os corvos deixarem a torre, o império britânico ruirá. Por conta disso, os guardas da Torre de Londres tratam os corvos com toda a atenção e muitas regalias!

    2. Palácio de Hampton Court, Inglaterra

    Nos arredores da cidade, o Palácio de Hampton Court é uma das atrações mais completas de Londres, para todas as idades! Aqui aprender história fica mais fácil, graças aos atores caracterizados como os antigos moradores do local, incluindo serviçais e, claro, o polêmico rei Henrique VIII. Os jardins do palácio são uma atração à parte, e as crianças ficam fascinadas pelo maze, um labirinto de arbustos que renderá uma boa aventura.

    3. Palácio de Blenheim, Inglaterra

    Saindo Londres, no condado de Oxforshire encontramos o magnífico Palácio de Blenheim, também listado como Patrimônio Mundial da UNESCO. Foi neste local que nasceu Winston Churchill, o primeiro-ministro britânico que entrou para a história como o líder que enfrentou Hitler na Segunda Guerra Mundial. Para as crianças o palácio é um passeio perfeito, com jardins a perder de vista, trem em miniatura, a árvore de Harry Potter (usada em “A Ordem da Fênix”) e o Family Pleasure Gardens, uma área especial para os pequenos. Deixe esta última para o final, pois convencer as crianças a sair de lá poderá se tornar uma tarefa difícil!

    4. Castelo de Warwick, Inglaterra

    Localizado perto de Oxford e administrado pela Merlin Entertainments (empresa por trás da London Eye, Aquário de Londres, museu de cera Madame Tussauds e Shrek’s Adventure), o Castelo de Warwick é quase inteiramente desenhado para crianças. Com atores vestidos à caráter e uma programação especial de apresentações, as crianças que visitam Warwick vivem uma verdadeira imersão em um castelo medieval! 

    5. Castelo de Alnwick, Inglaterra

    Com nome parecido mas a quilômetros de distância, o Castelo de Alnwick é uma das grandes atrações do norte da Inglaterra. Além do passado histórico, o castelo atrai muitos visitantes por conta de um bruxinho do cinema: Harry Potter. O Castelo de Alnwick foi a locação para as aulas de voo em vassoura nos filmes da saga, e acabou por incorporar o tema em sua programação diária.

    6. Castelo de Edimburgo, Escócia

    Edimburgo é um destino excelente para viagens em família, e quem viaja com crianças não pode perder a atração mais popular da cidade: o castelo. Construído sobre a cratera de um vulcão extinto, a fortaleza histórica encanta os pequenos, que ficam fascinados com os canhões originais, as armaduras e as muitas salas cheias de artefatos para se descobrir.

    7. Castelo de Cardiff, País de Gales

    Fechando com chave de ouro, a adorável capital galesa. O Castelo de Cardiff fica no coração da cidade, a apenas duas horas de trem de Londres. É na verdade um complexo com dois castelos diferentes: uma fortaleza romana e um sofisticado palácio do século 19. O dragão galês, símbolo do país, dá as boas-vindas aos visitantes e as crianças ficam maravilhadas com as duas construções, cada uma com o seu estilo! 

    Diferentes atrações terão medidas variadas em vigor. Os visitantes são aconselhados a verificar o site das atrações e eventos antes de viajar, para que possam explorar a Grã-Bretanha com confiança.