Alguns países ao redor do mundo já suspendem o uso de máscaras após avanço da vacinação; entenda como esse cenário não se aplica ao Brasil
Imagens simbólicas têm viralizado recentemente na internet com repórteres tirando as máscaras ao vivo ao noticiar que, nos Estados Unidos, o uso de máscaras não é mais obrigatório para a população já vacinada com as duas doses. Um gesto simples e tão esperado por milhões de pessoas ao redor do mundo que traz esperança de volta à normalidade. Mas, no Brasil, essa realidade ainda está distante. Confira abaixo alguns motivos pelos quais deve-se manter o uso de máscaras e o distanciamento social no Brasil mesmo com a vacinação.
Aumento constante no número de casos
Em mais de um ano de pandemia do novo coronavírus, o país vive o pior momento no número de contágios e mortes diárias por causa da Covid-19. São mais de 70 mil novos casos diários, enquanto nos Estados Unidos a curva de contágio tem diminuído conforme a vacinação avança no país. O infectologista do Hospital Universitário Cajuru, João Telles, explica que o aumento no Brasil se deve a três fatores principais. “A presença de variantes de cepas circulando no território nacional, somado ao baixo número de pessoas vacinadas com as duas doses e o aumento da circulação da população economicamente ativa acabam culminando no alto número de casos de Covid no Brasil”, diz.
Baixo índice de vacinados no país
A suspensão do uso de máscaras entre os norte-americanos é resultado do alto número de pessoas já completamente vacinadas no país, que contempla inclusive adolescentes a partir de 12 anos de idade. Enquanto isso, o Brasil ainda vacina idosos e pessoas com comorbidades.
O infectologista explica que, para suspender as máscaras, é necessário que uma alta parcela da população esteja imunizada. “Se tivermos um alto índice de vacinação, com uma curva baixa de contágios e baixa ocupação hospitalar, os riscos de transmissão comunitária são menores. É preciso que esses três fatores estejam andando juntos. Mas essa é uma realidade completamente diferente do Brasil, onde não temos uma grande parcela da população vacinada, com número de casos variando bastante e taxa de ocupação hospitalar muito alta, na maioria das cidades”, afirma.
Crescimento de casos em jovens
Outro fator que justifica o constante uso de máscaras no Brasil é a queda de idade entre os casos mais graves da Covid-19. “Como a vacinação completa está entre as pessoas acima de 70 anos, eles têm menores chances de desenvolver o estágio grave da Covid se forem contagiados pelo vírus. Dessa forma, há uma tendência da curva aumentar entre a população mais jovem, além de serem as pessoas em maior circulação nas ruas devido à necessidade de voltar ao trabalho e também por causa das variantes que podem desenvolver casos mais graves em pacientes nessa nova faixa etária”, finaliza o infectologista.
A orientação dos médicos é, de acordo com a situação da pandemia no Brasil, que a população continue usando máscaras em ambientes abertos e fechados e mantenha o uso constante de álcool em gel e distanciamento social. Uma vez que a vacinação está no início, essas ainda são as formas mais efetivas de evitar o vírus da Covid-19.
Nutricionista fala sobre como hábitos de vida e alimentação podem potencializar a imunidade
Há um mês do inverno, torna-se necessário reforçar os cuidados com a saúde para prevenir doenças respiratórias, que se intensificam nessa época do ano. Isso porque as baixas temperaturas e o tempo mais seco prejudicam o funcionamento dos mecanismos de defesa das vias aéreas, deixando o organismo mais suscetível a gripes e resfriados. “Para ajudar o corpo a manter uma boa imunidade, é essencial que haja uma nutrição adequada, com equilíbrio entre macro e micronutrientes – o que pode ser alcançado com uma dieta variada”, aponta a nutricionista ortomolecular Claudia Luz, da Via Farma.
O frio, aliás, costuma despertar o apetite por alimentos mais calóricos e gordurosos, o que também deve ser um ponto de atenção. “Nesse momento de pandemia, muitas pessoas não estão praticando exercícios como antes. Por isso, é importante ficar atento ao peso corporal, já que a obesidade é um fator de risco para a Covid-19”, diz Claudia. Um dos motivos para esse risco aumentando é que o excesso de peso eleva a reação inflamatória do organismo, prejudicando as defesas. “Além disso, o tecido adiposo produz substâncias que atrapalham o trabalho das células imunes, deixando o corpo mais propenso a infecções”, afirma.
Assim, cuidar da alimentação e da forma física é um dos segredos para manter a imunidade em alta, mas outros bons hábitos também devem completar a lista de cuidados. Confira abaixo as sete dicas da nutricionista Claudia Luz para passar pelo inverno com saúde:
1. Não esqueça da água
Nos dias mais frios, é comum sentir menos sede. Isso porque, com as baixas temperaturas, a maioria das pessoas diminui o ritmo, o que se reflete na vontade de beber água. No entanto, as necessidades de hidratação continuam as mesmas e devem até ser reforçadas nos dias mais secos. Além de ter papel essencial nas reações químicas do organismo, a água regula a temperatura corporal e ajuda na eliminação de toxinas, fatores essenciais para um sistema imunológico saudável.
2. Conte com o poder dos alimentos
Uma alimentação variada e colorida é essencial para garantir a ingestão de todos os nutrientes essenciais para uma saúde fortalecida. Alimentos como frutas cítricas, vegetais verde-escuros, leguminosas, oleaginosas e fontes de proteínas animais e vegetais são ótimos para deixar a imunidade “tinindo”. Além disso, também é importante não exagerar na quantia: como o corpo gasta mais energia para se manter aquecido no frio, a fome pode aumentar. Nesse caso, o ideal é não abusar dos carboidratos e apostar em alimentos naturais.
3. Fique firme nos treinos!
O frio não é desculpa para burlar a rotina de exercícios físicos. Principalmente porque além de ser essencial para manter uma boa composição corporal, a atividade moderada ainda é benéfica para o sistema imunológico. E para quem busca emagrecimento, mais um motivo para pular da cama e treinar mesmo nos dias mais frios: as baixas temperaturas estimulam o metabolismo, devido à necessidade do corpo em produzir mais calor, estimulando os mecanismos de queima de gordura e potencializando a perda de peso.
4. Não abra mão do descanso
Uma boa noite de sono é um dos grandes pilares para uma boa saúde. É durante a noite que o organismo regula o metabolismo, liberando hormônios importantes para a reparação de tecidos e renovando as energias para o dia seguinte. Nesse processo, também é feita a manutenção do sistema imunológico, com a restauração das células de defesa. Apenas uma noite mal dormida já é capaz de afetar esse equilíbrio – por isso, a hora do sono é sagrada!
5. Conte com ativos naturais
Quando indicada por um especialista, a suplementação pode ser uma excelente opção para manter a saúde fortalecida no inverno. O nutricionista pode auxiliar na escolha de fórmulas personalizadas, com nutrientes essenciais para manter a imunidade em dia. A combinação entre própolis verde, zinco, vitamina C e cogumelo Agaricus blazei (Imunovitae), por exemplo, é uma boa opção, já que osingredientes se completam para oferecer ao organismo os principais nutrientes essenciais para o desenvolvimento das células de defesa.
6. Tome sol
A exposição ao sol estimula a produção de Vitamina D e é a principal “fonte” do nutriente para o organismo, embora ele também seja encontrado em alguns alimentos. Dentre muitas funções que tornam essa vitamina indispensável ao organismo, está também a modulação do sistema imunológico, como sugerem alguns estudos. Assim, aproveitar o sol ameno da manhã também é importante para manter a saúde em dia durante o inverno.
7. Passe longe do álcool e do cigarro
O tabagismo e o consumo excessivo de álcool são hábitos que afetam diretamente as defesas do organismo. Isso acontece porque ambos interferem no funcionamento das células responsáveis por identificar os “invasores”, prejudicando a resposta do corpo a infecções. Além disso, o cigarro ainda provoca danos nos pulmões, deixando o indivíduo mais propenso a infecções respiratórias.
Todos nós já vimos ou ouvimos que a recomendação para a introdução alimentar dos pequenos deve ser por meio das papinhas. Mas cada vez mais tem sido discutida a importância de a comida das crianças ser igual à do restante da família e, com alguns ajustes, a família toda pode e deve ter a mesma alimentação, sendo ela saudável e feita em casa, claro.
A Camil, marca líder em arroz no Brasil, e que possui um portfólio completo de grãos, com feijão, lentilha, soja, grão de bico, entre outros, procura incentivar e valorizar o cozinhar em casa por meio da campanha “Comida de Casa é Camil” e, com a consultoria de seus especialistas, traz informações e dicas sobre a alimentação das crianças:
• A comida da família e do bebê, que esteja na fase da introdução alimentar, deve ser a mesma, tendo apenas algumas adaptações quanto à quantidade de sal, a textura e o cuidado aos temperos mais fortes;
• A preparação da refeição pode ser a mesma para todos, em alguns casos, os alimentos podem ser levemente amassados para que a criança consiga comer melhor, mas não é necessário triturar ou passar na peneira – para que o ingrediente tenha sua consistência mais natural;
• Essa alimentação com a “comida de verdade” ensina o bebê a mastigar e também a conhecer e ter contato com os mais diversos alimentos, sabores e texturas;
• Sempre seguindo a orientação médica ou do nutricionista e dependendo da idade da criança, os grãos são uma ótima opção para começar a introdução alimentar dos pequenos: arroz integral, arroz branco, feijão preto, carioca, lentilha, entre outros, é só escolher a melhor combinação para a família toda;
• No caso desse grupo de alimentos, é sempre aconselhável que se faça o molho e remolho dos grãos, para evitar os fitatos – que geram gases e podem interferir na absorção de alguns nutrientes;
• Uma boa dica é preparar uma quantidade maior do prato escolhido para a semana e congelar em potes com tampa, preferencialmente de vidro, descongelando a porção ideal para a criança a cada dia. O descongelamento pode ser feito inclusive no micro-ondas. E diferente do que muitos pensam, quando os alimentos são congelados, apresentam uma perda mínima ou nenhuma perda de nutrientes.
De acordo com o estudo de Transtornos Sexuais Dolorosos Femininos do ProSex, realizado pela USP (Universidade de São Paulo), 55% das mulheres brasileiras não atingem o orgasmo durante a relação sexual, sendo que 59% delas relata que a causa para isso é a dor sentida durante o sexo.
O orgasmo é um momento de prazer máximo e, para conseguir atingir isso, é necessário, além de curtir o momento, estar relaxada. Do contrário, existem muitas coisas que podem interferir na ocasião, como doenças, problemas psicológicos, baixa autoestima, uso de drogas e álcool, insegurança e falta de conhecimento do próprio corpo.
Para ajudar nesse momento, a ginecologista e especialista em saúde sexual, Erica Mantelli, lista 10 dicas que podem ajudar a mulher a alcançar o orgasmo.
Confira:
Relaxar a mente: Não fique pensando em problemas, inseguranças ou medos, também não tente controlar as reações do seu corpo. Relaxe e curta o momento de forma tranquila.
Conheça o seu corpo: É muito importante que toda mulher tenha conhecimento das áreas do seu corpo que lhe proporcionam mais prazer.
Tenha intimidade com o seu parceiro: Estar à vontade durante a relação sexual, sem ter vergonha e expressando o que gosta ou não ao parceiro é fundamental.
Estimule o clitóris: Ele é a parte mais sensível do corpo da mulher, exclusivo para o prazer. Além disso, é importante ter cuidado para não entrar em contato com ele sem lubrificação vaginal, pois pode causar desconforto.
Use a masturbação durante o sexo: se masturbar mutuamente pode ser divertido para o casal durante o sexo, pois une o prazer com novas descobertas e experiências;
Invista em brinquedos eróticos: vibrador, lubrificante, pastilhas e até mesmo lingeries podem apimentar a relação e fazer com que o prazer chegue rapidinho;
Abuse e use do lubrificante: lubrificante pode ser o diferencial entre ter um orgasmo ou não. Nunca se esqueça de um bom lubrificante, mesmo se acha que tem lubrificação por conta própria. Lembrando que o óleo de coco também pode ser uma alternativa (mas nunca usado com preservativo com látex, pois pode danificá-lo!)
Curta o momento: na hora H, busque se estimular para aproveitar o momento. Evite se cobrar para ter o orgasmo. Se entregue ao momento e lembre-se que nem sempre o orgasmo vem apenas com a penetração. Sexo oral e masturbação também são ótimos aliados.
Use uma almofada: Coloque o objeto sob os glúteos para tornar o “ponto G” mais acessível ao parceiro. Mudar a inclinação da relação sexual faz com que no momento da penetração o homem encontre essa região, que pode aumentar o prazer em algumas mulheres. A posição ainda permite que a mulher massageie o próprio clitóris.
Tente as zonas erógenas: Amplie os locais estimulados para sentir ainda mais prazer. Pescoço, mamilos e orelhas são exemplos de regiões que podem aquecer a relação.
“O uso de lubrificantes também é indicado, pois ajudam a deixar a pele mais sensível aos estímulos”, ressalta Erica, que ainda acrescenta: “Vale lembrar que o orgasmo é uma reação que varia de mulher para mulher. Cada uma pode chegar ao clímax de uma forma diferente e é bem importante que o parceiro saiba disso, para procurar outras formas de proporcionar prazer para a parceira”.
Como em toda a arte, preparar um café também tem seus segredos. A convite da Tramontina, o consultor em Gestão Sensorial de Bebidas & Alimentos, Ensei Neto, selecionou algumas dicas que farão você brilhar como barista em casa, da escolha do grão ao material da xícara para apreciar a bebida.
Grão.
Primeiro de tudo, escolha os grãos que são seus prediletos. “Existem diversas formas de classificar a qualidade do café, mas, sem dúvida, experimentar é a melhor de todas. Se é para um momento de afago, que seja o que mais lhe agrada. E ponto final”, comenta Ensei. Também vale a regra da relação benefício-custo. Nem sempre algo muito caro vai proporcionar uma boa experiência, até porque a bebida não precisa ser complicada de entender para ser considerada excelente. Em seguida, veja a data da torra, que é muito mais importante do que a de validade. Quanto mais recente, melhor. “O tempo é o senhor de tudo! Para se obter a máxima potência de aromas e sabores de um café, sua torra deve ser tão recente quanto possa. É como acontece com um prato que você preparou com capricho. Se deixar para depois, a mágica dos sabores pode ter deixado somente saudades…”, complementa. Outra dica importante é comprar a quantidade que você vai consumir em até 15 ou 20 dias. O ideal seria comprar grãos de torra nova todos os dias, mas nem sempre existe essa possibilidade.
Água.
É o componente mais importante do seu café, pois corresponde a mais de 97% da bebida. Considere sempre usar água mineral ou uma boa filtrada. “Água para um excelente café deve ter pH levemente ácido, em torno de 6,20, e o teor de minerais menor que 60 ppm, que é o resíduo de evaporação, além de quantidades comportadas de cálcio, sódio, magnésio e potássio, isto é, nenhum destes deve ficar sobrando”, lembra Ensei.
Pode ferver?
Pode, não é nenhum pecado mortal. Só não exagere, porque a água que fica fervendo por muito tempo perde oxigênio, resultando num gosto de “água choca”. Mas, basta uma colher para dar uma agitada e o gosto vibrante voltar. Para passar a água no café moído, a fervura pode ser um bom sinal para indicar a temperatura ideal. Apague o fogo e aguarde 30 segundos. Está pronta para ser usada!
Moagem.
Quando se usa a moagem grossa? E a fina? Tudo vai depender do método de preparo escolhido. Naturalmente, com o tempo, você vai ajustar a moagem de acordo com sua preferência de resultado com cada método. Mas, basicamente:
Moagem grossa: vai bem na prensa francesa e numa Pressca.
Moagem média: é a mais versátil e, por isso, combina com a maioria dos métodos de preparo.
Moagem fina: espresso, cafeteira italiana, coador de pano e o ibriq (árabe).
Em grãos ou moído?
Na maior parte dos locais que vendem o café torrado, encontra-se com mais facilidade pacotes com grãos já moídos. São práticos e convenientes, com tecnologias de embalagem cada vez mais sofisticadas que aumentam em muito o tempo de manutenção dos aromas e sabores descritos no produto. Afinal, esse é o desafio: depois de torrado, precisamos saber por quanto tempo teremos aqueles sabores e aromas. Por isso, vale a pena ter um moedor de café em casa. “Moer os grãos no momento em que você decide preparar seu café é tão bom quanto comer um pão que saiu do forno…é sempre imbatível em seu sabor!”, afirma Ensei.
Existem vários modelos de moedor no mercado, desde os tradicionais manuais – com corpo em ferro e discos que quebram os grãos pelo movimento da manivela e, que, ainda hoje podem ser encontrados em casas do interior – até os moinhos profissionais, que garantem uma alta precisão do tamanho das partículas. “Não importa qual você tenha, mas, sim, saber usar. Comece com um mais simples, que são os modelos chamados de moinhos de faca, que lembram o liquidificador. Com esses você poderá treinar e aprender os principais segredos para obter uma moagem para cada tipo de preparo. E lembre-se: se puder, faça a moagem somente quando for preparar o seu café”, comenta Ensei.
Proporção.
Qual a quantidade de pó para preparar o café? “Cada pessoa é dona de seu paladar. Isso vale sempre e significa que a quantidade de pó depende da sua preferência”, comenta Ensei. Numa cafeteria, o café é preparado de acordo com o que a média das pessoas prefere, mas que, em alguns casos, pode não agradar a você.
Mais pó (4 ou mais colheres de sopa cheias, entre 80g e 100g, para preparar 1 litro de café) confere à bebida um sabor mais amargo, por conta da maior quantidade de cafeína. Menos pó (2 colheres de sopa cheias para preparar 1 litro de café), fica mais perceptível o gosto azedinho ou leve adocicado. Você vai também concluir que uma quantidade média (em torno de 70g para preparar 1 litro de café), pode ser a mais saborosa porque fica equilibrada. E lembre-se: confie nos seus sentidos, sempre! Se não agradou, vire a página. Se a experiência foi boa, repita!
Xícara.
Boca larga, boca estreita, esguia e alta, baixa e rechonchuda…a forma da xícara ou caneca é como a natureza humana: cheia de variações! Aqui entra novamente o componente pessoal, das escolhas. E quanto ao material, porcelana, vidro, aço ou cerâmica? “Os materiais são como as pessoas: alguns são mais reservados, absorvendo muito ou pouco calor e liberando gradativamente. Outros são extravagantes, abertos, liberando tudo…”, brinca Ensei. Xícaras que utilizam metal nobre, como o aço inox ou o vidro, têm sido confeccionadas em parede dupla, mantendo bela estética e ao mesmo tempo garantindo à bebida pequena variação de temperatura.
Experimente, tenha ousadia. O mundo do café é para ser explorado.
Uma boa noite de sono é reconhecida por décadas como um processo vital para o organismo manter as condições fisiológicas internas, além de influenciar em nossa disposição, humor e na atenção durante a execução de tarefas. A emissão de barulhos durante a noite, somados a dores de cabeça, sonolência e recorrentes despertares, podem não ser apenas coincidência.
A Apneia Obstrutiva do Sono – AOS, compreende situações em que há obstrução parcial ou total das vias respiratórias durante o sono. “É quando por alguma razão o ar inspirado pelo nariz ou pela boca não chega na traqueia para alcançar os pulmões. Quando a obstrução das vias aéreas inferiores é parcial, ocorre uma hipopneia. No caso de fechamento total com duração acima de 10 segundos, é considerada apneia e há riscos de paradas respiratórias enquanto o indivíduo dorme”, esclarece o otorrinolaringologista do Grupo São Cristóvão, Dr. Luiz Augusto de Lima e Silva.
Um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF),revela pelo menos cerca de 40 a 60% da população adulta com distúrbios de sono. Porém, nem todos os indivíduos que roncam possuem AOS: a apneia e hipopneia acometem com maior frequência indivíduos na fase adulta, com obesidade, retrognatas, de pescoço curto ou alterações anatômicas nas vias aéreas superiores, relata Dr. Luiz Augusto.
Além disso, engana-se quem pensa que as crianças não têm esse transtorno. “Infantes com dificuldade de mamar, mastigar ou engolir um alimento sem interromper a respiração, ou com sono agitado, podem estar com hipopneia”, destaca o especialista. Como quadros de rinite, sinusite ou resfriados também podem dificultar a respiração, é importante observar menores de idade e investigar outros sintomas, como falta de apetite.
De acordo com o otorrino, o tratamento depende de um diagnóstico etiológico, ou seja, para detectar a origem da apneia. Para isso, será preciso iniciar com uma boa anamnese e exame físico, seguidos de exames complementares, como polissonografia, eletrocardiograma, tomografia computadorizada e mais recentemente o exame de endoscopia do sono, sendo este uma nasofibroscopia realizada com o paciente sedado, em ambiente hospitalar e acompanhado por um anestesista.
É de extrema importância zelar pela saúde e observar tais características em seu cotidiano e de seus familiares. Assim, com diagnostico fechado, “o tratamento pode ser desde o uso do cepap, próteses orais e cirurgias, inclusive a robótica”, enfatiza Dr. Luiz. Desse modo, riscos como arritmias cardíacas, hipertensão, diabetes e sonolência diurna, grande causadora de acidentes, poderão ser cessados. “Evitar ganho de peso, fumo, bebidas alcoólicas e dormir logo após o jantar também são métodos preventivos”, finaliza o médico.
Sendo assim, converse com seu parceiro(a) e família e ao menor sinal, agende uma visita ao médico capacitado. Cuidando de sua saúde e bem-estar, sua qualidade de vida quanto indivíduo aumenta proporcionalmente.
OBESIDADE DOS PETS: conseguimos saber de quem é a culpa?
Assim como os humanos, gatos e cães podem ter tendência à obesidade e esse quadro não deve ser sempre compreendido como culpa do tutor
Ter um estilo de vida saudável, praticar exercícios físicos e manter uma alimentação equilibrada são fatores importantes para a saúde de todos os seres vivos. Mas, segundo especialistas, existe a hipótese de que – aproximadamente – 60% do nosso peso corporal esteja relacionado à genética e não às escolhas feitas.
E, com gatos e cães, não é tão diferente. Assim como os seres humanos, grande parte das características físicas e condições de saúde dos pets estão relacionadas ao DNA. O desafio de manter o peso corporal dos animais é diário e, inclusive, o tutor deve resistir à tentação de ceder à “carinha de pidão” do pet.
Recentemente, um painel de debates reuniu profissionais renomados da Medicina Veterinária, incluindo o Professor Alex German, Especialista em obesidade animal, da Universidade de Liverpool, e a Nutricionista de saúde pública Dra. Hilda Mulrooney, da Universidade Kingston. Na mesa redonda, eles discutiram a necessidade dos Médicos-Veterinários e dos tutores de olharem para um cenário além dos estereótipos da obesidade e aumentarem a atenção para fatores que podem influenciar o peso dos pets, como o ambiente, o comportamento e a biologia.
A obesidade, portanto, deve ser tratada como qualquer outra condição de saúde que possui um mecanismo mais complexo e que contempla uma base genética, sem a necessidade do tutor sentir culpa ou qualquer “sentimento de falha” perante o quadro desenvolvido pelo animal.
É sempre importante lembrar que é responsabilidade do tutor garantir ao pet um estilo de vida, alimentação e um ambiente saudável. Mas a ideia de que a obesidade é o resultado apenas da falta de conhecimento, força de vontade ou falta de amor dos tutores para com seus pets não é verdadeira. As mudanças devem ser feitas sempre com o reforço positivo e com o suporte necessário para manter a qualidade de vida dos gatos e cães, seguindo as orientações do Médico-Veterinário.
Portanto, o “jogo da culpa” não deve existir, independente do papel que a pessoa ocupe na vida do pet. O principal é buscar conhecimento sobre a doença e saber como gerenciar o peso corporal dos pets para ajudá-los a viver o mais saudável possível, para uma vida longa e feliz.
Controle de peso em gatos e cães
Aproximadamente 59% dos cães e 52% dos gatos apresentam sobrepeso ou obesidade, uma das doenças que mais afetam pets atualmente. Fatores como nutrição inadequada, pouca atividade física e predisposição genética contribuem para aumentar os riscos do sobrepeso e obesidade.
O excesso de peso reduz a qualidade e a expectativa de vida do animal, além de contribuir com o surgimento de doenças como diabetes, complicações ortopédicas e cardiorrespiratórias.
Considerando que a obesidade pode ser uma doença primária ou até mesmo surgir como causa secundária, recomenda-se o acompanhamento do Médico-Veterinário.
Como controlar o peso do pet
• Tudo começa na consulta com o Médico-Veterinário
Levar o pet para check-ups regulares é essencial. O Médico-Veterinário poderá identificar os fatores predisponentes e de risco, e prevenir ou identificar o excesso de peso, assim como indicar soluções específicas para o caso individual do pet.
• Atividade física ajuda na prevenção e perda de peso
Exercícios físicos regulares e adequados são fundamentais para o bem-estar do pet. Os tutores de cães podem levá-los para praticar exercícios externos, como caminhadas ou corridas de curta distância. Já no caso de gatos, podem estimulá-los com brincadeiras que promovam a atividade do animal, como varinhas, bolinhas e enriquecimento ambiental. Além dos benefícios físicos em si, isso fortalece o vínculo com o pet. Para animais com excesso de peso, a intensidade e duração da atividade física deve ser sempre recomendada e acompanhada pelo Médico-Veterinário.
• A alimentação faz toda a diferença
Oferecer ao pet uma alimentação adequada, na quantidade certa, é extremamente importante. Isso vai garantir o balanço ideal de calorias e nutrientes para o pet.
Ilha da Madeira: paraíso português se destaca como destino seguro e se prepara para alta temporada
Enquanto o segmento de viagens ainda vive momentos difíceis, alguns destinos abertos tiveram a chance de conciliar o turismo com a pandemia para se posicionar como um lugar seguro, implementando cada vez mais protocolos efetivos e que mantiveram o turismo em atividade. Este é o caso do Arquipélago da Madeira, destino português localizado em meio ao Atlântico com cenários magníficos de montanhas, falésias e piscinas naturais, e que tem o segmento como um dos seus principais pilares econômicos.
Considerado o ‘Melhor Destino Insular do Mundo’, a Madeira reabriu suas portas ao turismo em julho de 2020. Desde então, a região autônoma de Portugal não deixou de receber seus viajantes e apostou em estratégias focadas em se manter como um destino seguro com relação ao Covid-19. Para garantir a segurança de residentes e visitantes, o primeiro passo foi a exigência da apresentação de um exame RT-PCR com resultado negativo, realizado até 72 horas antes da viagem. Os viajantes também podem optar por fazer o teste no momento do desembarque, gratuitamente, e aguardar o resultado em isolamento no hotel.
A partir desta semana, os viajantes também poderão fazer o exame no fim da viagem, para apresentar o resultado aos destinos que o exigem para o retorno. “O governo madeirense oferece um exame gratuito aos seus viajantes, que pode ser realizado no desembarque, caso o passageiro não tenha este resultado negativo na chegada, ou no final da viagem, para apresentar no destino que tenha a exigência deste documento”, explica Nuno Vale, diretor executivo da Associação de Promoção da Madeira.
Ainda mirando o aumento de turistas durante o verão na Europa, o governo local informou que irá flexibilizar algumas medidas utilizadas para conter a segunda onda da Covid-19, como a redução do toque de recolher, que passa a ser entre 23h e 5h. Isso irá possibilitar a reabertura dos restaurantes locais no período da noite, que poderão funcionar até as 22h. Além disso, também foi anunciado que os profissionais do turismo serão vacinados até o fim de maio.
Uma outra estratégia foi a implantação do “corredor verde” para os visitantes que comprovarem ter finalizado o ciclo de vacinação ou para aqueles que apresentarem um certificado válido que comprove que se recuperou da Covid-19 nos 90 dias anteriores à viagem. Este “passaporte de imunização” abre mais oportunidades de receber os turistas, já que não seria necessário perder tempo com a realização do exame antes do embarque ou com o isolamento em hotel, por exemplo, nem seria necessário restringir a entrada por nacionalidade.
Segundo o diretor, a Madeira não estabelece restrições à entrada de brasileiros. No entanto, como esses turistas não conseguem entrar em Portugal (continente), devido às restrições e suspensões de voos, também não conseguem desembarcar na ilha. “A Madeira não coloca restrições à entrada de cidadãos brasileiros ou de qualquer outra nacionalidade, desde que cumpram as regras estipuladas”, explica.
Em clima de esperança e renovação para a alta temporada, o órgão de promoção turística acaba de lançar uma nova identidade visual para o destino. O slogan “Madeira. Toda sua!” para o mercado brasileiro e a nova identidade visual foram criados a partir de um estudo profundo, que identificou os seus principais atributos: um lugar que pertence a todos e do qual todos sentem que fazem parte.
Anteriormente, a região já apostava em medidas que transmitissem toda a sua segurança sanitária aos turistas e, consequentemente, se posicionou como um destino seguro. Desde sua reabertura, além da apresentação do resultado negativo no aeroporto, a Madeira foi pioneira em criar uma cartilha de boas práticas, assim como o aplicativo Madeira Safe, que facilita a identificação e contato com os turistas e digitalização dos documentos exigidos. O governo local também investiu na certificação de gestão de riscos biológicos para os estabelecimentos turísticos.
Com 266 mil habitantes, o Arquipélago da Madeira agiu com rapidez para controlar o vírus em seu território. Atualmente, conta com 266 casos ativos dos 9.010 confirmados durante a pandemia. O destino também já administrou 81.673 vacinas contra a Covid-19. Com isso, cerca de 8,5% da população residente já conta com o ciclo de vacinação completo e 23,6% com uma dose da vacina.
Sobre o Arquipélago da Madeira
Considerado o melhor destino insular do mundo, a Madeira é um pequeno paraíso português situado em meio à imensidão do Oceano Atlântico. De origem vulcânica, sua localização privilegiada proporciona clima ameno e mar com temperatura agradável o ano inteiro, além de impressionantes cenários de montanhas, vales e penhascos, todos cobertos pela exuberante vegetação Laurissilva, nomeada Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco. O arquipélago é formado por um conjunto de ilhas, sendo as principais e únicas habitadas Madeira e Porto Santo. Há excelentes opções em balneários, monumentos históricos e ótimos hotéis e restaurantes, onde se pode provar a deliciosa gastronomia e os premiados vinhos madeirenses. Para mais informações, acesse www.madeiraallyear.com.
Arquipélago tem opções para aproveitar o romance em todas as estações do ano. Organização Nacional do Turismo Japonês dá dicas para casais programarem a viagem
Com belezas naturais espalhadas por todos os cantos, cidades que contrastam modernidade e tradição, história e cultura fascinantes, o Japão promete ser um destino perfeito para os recém-casados. Com atrações para todos os gostos, o arquipélago reserva uma infinidade de surpresas para os que buscam romance, aventura, experiências gastronômicas, conforto, hospitalidade e passeios culturais.
A Organização Nacional do Turismo Japonês (JNTO) lista razões para escolher o Japão para viagem dos sonhos de lua de mel e dá dicas para aproveitar ao máximo o que o país tem a oferecer.
1. Tecnologia e tradição
O Japão é um país de contrastes entre o novo e o antigo, com opções para todos os tipos de casais. Para os que gostam de modernidade, grandes cidades como Tóquio e Osaka oferecem muitas atrações, contato com a tecnologia, muitas lojas, bairros modernos e opções de entretenimento como museus de arte, parques, aquários e restaurantes. Já Quioto e Nara são boas alternativas para casais que desejam experimentar o Japão tradicional, pois são as capitais culturais do país. Nelas, há muitos templos budistas, jardins, palácios imperiais, santuários xintoístas e ostentam a arquitetura antiga japonesa.
2. Aventura e natureza
Para os recém-casados em busca de aventura e natureza, o país tem mais de 30 parques nacionais e é lar de quatro Patrimônios Naturais da UNESCO, que guardam paisagens de tirar o fôlego, ilhas paradisíacas, florestas, cachoeiras e montanhas com muitas atividades, como trekking, escalada, trilhas e estações de esqui. Um passeio que leva ao topo do Monte Fuji, um dos principais cartões postais do Japão, em Shizuoka, para ver o nascer do sol é uma boa dica. São quatro trilhas até o cume, que abrem em julho, e o espetáculo nas primeiras horas da manhã é uma experiência de tirar o fôlego.
3. Belíssimas paisagens em qualquer estação do ano
Primavera, verão, outono e inverno. Não importa a estação, o Japão oferece aos recém-casados vistas incríveis em uma viagem de lua de mel perfeita. O clima e as estações bem definidas em cada região garantem paisagens deslumbrantes e experiências únicas.
Primavera
Na estação mais colorida do ano, o grande destaque são as flores que colorem as ruas, os parques e as montanhas em todo o país. As mais famosas são as cerejeiras (sakuras) e um tradicional piquenique de hanami (tradição japonesa de contemplar as flores) sob as árvores é uma boa opção para celebrar a vida nova juntos. Em Tóquio, um dos melhores lugares é o Parque das Cerejeiras em Flor de Inokashira, com cerca de 500 árvores da sakura e onde é possível passear de barco no lago decorado com as pétalas das flores.
Verão
Os dias quentes e ensolarados do verão japonês são ideais para visitar as praias do arquipélago e aproveitar os shows de fogos de artifício nos festivais que acontecem no país todo. O Japão tem milhares de opções para os amantes curtirem a lua de mel com sombra e água fresca com uma paisagem paradisíaca. As ilhas de Okinawa oferecem excelentes opções de praias, algumas bastante remotas, com longos trechos de areia branca e mar turquesa. Há muitas opções de resorts de luxo, que oferecem spa, restaurantes e opções de esportes aquáticos.
Outono
A paisagem fica realmente encantadora durante o outono. À medida que o tempo esfria, as folhas das árvores se transformam e colorem o país de tons vibrantes de vermelho, laranja e dourado, garantindo belas fotos românticas. Quioto é um dos lugares mais famosos para apreciar a folhagem. As árvores de bordo japonesas (momiji) estão presentes nos jardins de vários templos. O Templo Kozanji, no vale montanhoso de Takao, é uma boa dica.
Inverno
A neve toma conta das montanhas japonesas e cria um clima perfeito para os recém-casados que podem desfrutar das atrações das estações de esqui e das vistas maravilhosas dos alpes. Niseko, em Hokkaido, e Hakuba, em Nagano, são destinos muito procurados, pois, durante o inverno, se transformam em um centro de atividades na neve, e são regiões com grande variedade de hospedagens.
4. Hospitalidade
O Japão é referência mundial quando se trata de hospitalidade. No país, a arte de receber, tratar e servir bem, o omotenashi, é uma filosofia enraizada na cultura e sociedade que pode ser vivenciada em todos os tipos de acomodações que o arquipélago oferece, como hotéis ocidentais, resorts, ryokans, hotéis cápsula, além estadias exclusivas em templos e em castelos.
Durante a viagem, vale reservar pelo menos uma noite para experimentar a hospitalidade de um ryokan. As tradicionais pousadas japonesas estão por todos os cantos do país e se destacam, pois proporcionam, além de muito conforto, contato próximo com a cultura milenar japonesa. Os estabelecimentos têm piso de tatame, cama de futon, quimonos e oferecem banhos quentes relaxantes e refeições com o melhor da gastronomia local.
5. Gastronomia
A culinária japonesa é Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade e não é à toa que o Japão figura entre os países com maior número de restaurantes estrelados do mundo. Tóquio, Quioto e Osaka possuem muitas opções desses locais, que valem a reserva para um jantar romântico depois de um dia explorando as cidades.
A gastronomia japonesa é minimalista e está intimamente ligada à terra, ao mar e às estações do ano. Isso garante uma grande variedade de pratos, com ingredientes sazonais e típicos de cada mês e região. Para aprender um pouco mais sobre e levar o conhecimento para casa para relembrar a lua de mel no futuro, o casal pode reservar jantar em um restaurante em que é possível fazer a própria comida, como o macarrão udon, lámen e também o okonomiyaki (panqueca japonesa), ou, ainda, programar uma aula exclusiva com um chef japonês. Em Gifu, no Ozeki Japanese Cooking Class, o mestre da gastronomia tradicional Chef Shuji Ozeki dá aulas para visitantes de todo o mundo.
6. Experiências únicas
Casamento em um santuário xintoísta
Para relembrar e celebrar a união, é possível participar de uma procissão de casamento em um santuário xintoísta. O xintoímo é uma das vertentes religiosas do país e um filosofia de vida que contempla a harmonia entre o homem e a natureza. Em Tóquio, é possível ter esta experiência no Santuário Meiji-jingu.
Fotos de casal com trajes típicos
Para complementar o álbum de casamento, vale fazer um ensaio fotográfico com trajes típicos japoneses em um cenário romântico. Quioto proporciona o plano de fundo ideal para isso. É possível adquirir ou alugar quimonos e contratar um profissional para registrar a lua de mel perfeita nas pequenas ruas de paralelepípedo cercada por construções históricas.
Banhos relaxantes em onsens privativos
Graças à geografia e à atividade vulcânica do Japão, águas mornas e ricas em minerais são abundantes em todo o país. Os onsens são mundialmente conhecidos e uma tradição local. Muitos oferecem banho privativo, uma excelente oportunidade para os recém-casados aproveitarem o momento a dois e relaxarem ao mesmo tempo que vivenciam a cultura japonesa. Existem onsens em todas as regiões do país, mas as províncias de Hakone, Gunma, Hokkaido e Kyushu são as mais famosas.
Viagens de trem
Mais do que um meio de transporte, viajar de trem é uma experiência no Japão. Há diversas rotas pelo país com serviços tradicionais e de luxo para os casais aproveitarem o tempo de locomoção entre um destino e outro curtindo a paisagem externa com conforto. Os grandes destaques das linhas ferroviárias do Japão são o trem-bala (Shinkansen) e o Seven Stars in Kyushu. O primeiro dispensa apresentações, ele parte de Tóquio e liga as principais cidades do país. Uma boa dica é reservar assentos de primeira classe na rota JR Tokaido, sentido Tóquio-Kyoto, do lado direito do trem, para apreciar uma vista única do Monte Fuji da janela. Já o segundo, é um trem de cruzeiro que conecta as sete prefeituras da ilha de Kyushu e é praticamente um hotel de luxo sob os trilhos com restaurante, piano-bar e suítes privadas.
Devido à pandemia, as restrições de viagem estão mudando continuamente e se adaptarão conforme a situação evolui globalmente. A JNTO recomenda visitar seu site para obter as últimas notícias sobre o Japão e as restrições de viagens relacionadas à Covid-19. Acesse: https://www.japan.travel/en/coronavirus/
O Dia dos Mães está chegando e nada melhor do que curtir essa data com todo amor e tranquilidade, em um lugar seguro e com muita natureza para deixar o final de semana ainda mais especial. Para deixar esse momento recheado de boas lembranças, a Pousada do Quilombo, em São Bento do Sapucaí, está com late check-out para que as famílias possam aproveitar ainda mais sua estadia.
Localizado na Serra da Mantiqueira, a 185 quilômetros de São Paulo, o hotel oferece ao hóspede um ambiente acolhedor, tranquilo e confortável, uma estrutura de lazer completa e atividades variadas para todos os tipos de mães, que vão desde trilhas a massagens relaxantes.
Para que toda família possa curtir o final de semana com muito conforto e tranquilidade, o hotel está seguindo todos os protocolos de isolamento social, como uso de máscaras e higienização frequentes das áreas em comum.
Além de comemorar a data, os hóspedes poderão aproveitar o clima do outono nas montanhas, com dias mais frescos, propícios para aproveitar a natureza e degustar da gastronomia e da carta de vinhos do Restaurante Trincheira, localizado na pousada.
Para o final de semana de Dia dos Mães, os valores do pacote com 2 diárias para casal + 1 criança de até 12 anos partem de R$1.380,00,00 com café da manhã incluso. Além disso, você pode levar seu melhor amiguinho para comemorar a data com a família toda, pois o hotel é pet friendly.
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