Autor: agitosp

  • DER-SP reforça segurança dos usuários com ativação de 11 novos radares

    DER-SP reforça segurança dos usuários com ativação de 11 novos radares a partir desta terça-feira (25)
    Expansão da fiscalização eletrônica, reconhecida por reduzir acidentes e vítimas, fortalece a proteção a motoristas e passageiros

     

    O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-SP), vinculado à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de SP (Semil), coloca em operação, a partir da 0h desta terça-feira (25), 11 novos radares em trechos estratégicos das rodovias estaduais não concedidas. A iniciativa reforça a segurança viária e protege quem utiliza as estradas, diminuindo o risco de acidentes graves por meio do controle de velocidade — uma das medidas mais eficazes na preservação de vidas.

    Com a ativação, o total de equipamentos ativos nas rodovias não concedidas chega a 493. A lista completa com a localização dos pontos de fiscalização está disponível no site do DER-SP. Motoristas que trafegarem acima da velocidade permitida serão autuados, numa ação que busca reduzir ao máximo o número de acidentes nas estradas paulistas.


    “A instalação de radares reforça o compromisso do Governo de São Paulo com a segurança nas rodovias e com a meta de zerar os acidentes”, afirma o presidente do DER-SP, Sergio Codelo.


    Os equipamentos fazem parte do contrato do Edital nº 145/2023, que prevê a implantação de 649 radares em pontos estratégicos ao longo dos mais de 12 mil quilômetros de rodovias estaduais não concedidas.


    A escolha de cada ponto resulta de mapeamento técnico que considera histórico de acidentes, excesso de velocidade, características da via, pontos críticos e áreas de travessia de fauna. Os demais equipamentos previstos seguem em fase de implantação, com testes e homologação antes de entrarem em operação.


    O início da fiscalização será divulgado oficialmente pelos canais do Governo, pela imprensa e no Diário Oficial do Estado de São Paulo.


    Confira a localização dos 11 novos equipamentos:
     

    Rodovia Km Sentido Município Velocidade
     

    SP 095 068,383 Oeste Jaguariúna 50 / 50 (km/h)
    SP 121 026,224 Leste/Oeste Natividade da Serra 50 / 50 (km/h)
    SPA 099/060 001,917 Norte/Sul Pindamonhangaba 60 / 60 (km/h)
    SP 031 049,042 Leste/Oeste Ribeirão Pires 80 / 80 (km/h)
    SP 457 059,898 Norte/Sul Rancharia 60 / 60 (km/h)
    SP 501 011,110 Norte/Sul Álvares Machado 60 / 60 (km/h)
    SP 501 025,927 Norte/Sul Presidente Prudente 60 / 60 (km/h)
    SP 501 044,188 Norte/Sul Santo Expedito 60 / 60 (km/h)
    SP 304 121,270 Leste Americana 80 / 80 (km/h)
    SP 306 015,950 Norte/Sul Santa Bárbara d’Oeste 100 / 80 (km/h)
    SP 344 244,960 Norte/Sul Vargem Grande do Sul 60 / 60 (km/h)

  • Centro de Boas-Vindas Visit Central Florida: porta de entrada para aventura e economia

    Centro de Boas-Vindas Visit Central Florida: porta de entrada para aventura e economia

    Onde planejamento inteligente, vantagens exclusivas e a magia da Flórida Central se encontram!

    Divulgação/Visit Central Florida

    Deixe suas férias na Flórida Central começarem do jeito certo, guiado pela cordialidade e expertise do Welcome Center do Visit Central Florida. Nossa equipe, apaixonada pela região, está pronta para revelar os segredos mais bem guardados do encantador Condado de Polk, localizado entre as luzes de Orlando e as praias de Tampa.

    Nosso pessoal, sempre acolhedor, adora compartilhar seu conhecimento privilegiado sobre tudo o que faz Polk vibrar: desde hospedagens dos sonhos e gastronomia premiada até eventos especiais, atividades ao ar livre cheias de emoção e as melhores oportunidades de compras.

    Natureza exuberante e sabores autênticos

    Além da magia dos parques temáticos, o Condado de Polk convida você a se reconectar com a natureza exuberante da Flórida. Descubra um paraíso de atividades ao ar livre: desde tranquilos passeios de caiaque por áreas úmidas intocadas e trilhas desafiadoras para ciclismo até oportunidades imperdíveis de observação de aves.

    E para recarregar as energias, permita que a gente te guie por uma jornada de sabores autênticos. A cena culinária da Flórida Central é um verdadeiro deleite, oferecendo desde o acolhimento dos restaurantes locais que servem a genuína cozinha sulista até sofisticadas opções farm-to-table. Pergunte aos nossos dedicados voluntários, conhecidos como Certified Ambassadors of Tourism and Sports (CATS), pelas joias gastronômicas escondidas.

    Portal para a magia

    O ponto de partida está em Davenport, estrategicamente situado na Rodovia 27, a apenas 800 metros ao sul da Interstate 4 (Saída 55). Lá você encontra folhetos detalhados, mapas gratuitos e cupons de desconto valiosos. Se precisar de orientação especializada, nossos CATS ajudam a planejar seu itinerário, atuando como verdadeiros guias pessoais na exploração do Condado de Polk. Os CATS são o rosto do orgulho local – sempre prontos para compartilhar a riqueza da Flórida Central com o mundo.

    Planeje e economize com vantagem

    Como escritório oficial de turismo do condado, o Visit Central Florida oferece publicações essenciais, incluindo nosso novo Guia de Viagem, repleto de artigos fascinantes e informações práticas.

    Além disso, no nosso Centro de Boas-Vindas, não só vendemos lembranças e oferecemos guias gratuitos, como também comercializamos ingressos com desconto para as atrações mais famosas da região de Tampa e Orlando:

    • LEGOLAND Florida® Resort e Peppa Pig Theme Park (ingresso combinado)
    • Parques do Walt Disney World® (Magic Kingdom, Hollywood Studios, Epcot, Animal Kingdom)
    • Universal Studios Orlando
    • SeaWorld Orlando, Aquatica e Busch Gardens Tampa
    • Gatorland
    • Kennedy Space Center Visitor Complex

    Comprar ingressos no Welcome Center garante:

    • Economia Garantida: Aproveite ingressos com desconto – sempre bem-vindo para quem viaja em família.
    • Acesso Rápido e Direto: Diga adeus às longas filas! Comprando antecipadamente, você recebe um ticket eletrônico (na maioria dos casos), podendo ir direto para a entrada do parque e aproveitar melhor seu tempo.
    • Flexibilidade Total: Os ingressos não precisam ser usados no mesmo dia da compra, permitindo ajustar sua programação com total liberdade.
  • O Modelo T de Henry Ford movido a batatas

    • Na década de 1910, Henry Ford pesquisou o uso de biocombustíveis para substituir a gasolina, incluindo açúcar, madeira e o popular vegetal
    • Os experimentos mostraram que o álcool combustível, além de tecnicamente eficiente, poderia ser um produto comercialmente viável
    • A Lei Seca e o fechamento de destilarias atrapalharam o desenvolvimento do projeto, que acabou sendo deixado de lado 

    Abastecer os carros com álcool é uma prática comum no Brasil desde os anos 70, mas a pesquisa dos combustíveis de origem vegetal começou muito antes. O pioneiro Ford Modelo T, lançado há 117 anos nos EUA, era conhecido pela capacidade de operar com gasolina e outros tipos de combustível, como álcool e querosene. E documentos da década de 1910 mostram que Henry Ford pesquisou o uso de combustíveis à base de diferentes produtos, como açúcar, madeira, milho e batatas.


    “Todo mundo está esperando por um substituto para a gasolina”, declarou Henry Ford para uma edição de 1916 do jornal Western Brewer, voltado aos produtores de cerveja. Notório abstêmio, ele também lamentou o fechamento de cerca de 60 cervejarias devido à proibição da bebida no estado de Michigan.


    “Quando isso acabar não haverá mais gasolina e, muito antes disso, o preço da gasolina terá subido a um ponto em que será muito caro para ser queimado como combustível automotivo”, disse.


    Resultados promissores

    Experimentos realizados nos laboratórios da Ford durante 18 meses mostraram que o álcool combustível podia não só ser um substituto adequado para a gasolina, mas também um produto comercialmente viável. Na visão de Henry Ford, as cervejarias fechadas poderiam ser convertidas em destilarias para produzir álcool combustível, aproveitando os milhões de dólares já investidos naquelas instalações.


    O típico motor de quatro cilindros do Modelo T gerava uma potência de 20 cv, com consumo de 5,5 a 8,9 km/l. Ford orgulhou-se de que um Modelo T testado com álcool tinha uma potência 15% maior do que com gasolina, embora com autonomia um pouco menor – algo que os donos de carros flex hoje experimentam na prática. 


    O combustível alternativo foi apontado também como um benefício para os agricultores, que logo usariam tratores agrícolas, como o popular Fordson da Ford. Henry Ford declarou ao Western Brewer que já tinha 30 desses “tratores motorizados” funcionando com álcool em Dearborn. E previu um futuro em que o álcool combustível poderia ser fornecido por tubulações subterrâneas para uso na iluminação e cozinhas, como o gás natural.


    Nesses testes vários grãos e vegetais foram convertidos em álcool, incluindo resíduos de fábricas de enlatados e de açúcar que normalmente seriam descartados. Outras fontes promissoras eram talos de milho e uma variedade de batatas da Alemanha, que poderiam ser cultivados localmente.


    Lei Seca

    Apesar do potencial dos biocombustíveis, a dificuldade de operar destilarias na era da Lei Seca acabou inviabilizando o projeto. A proibição do álcool no estado de Michigan já existia antes da lei nacional entrar em vigor, em 1920. E quando ela terminou, em 1933, a Ford já havia avançado, substituindo o Modelo T pelo Modelo A e, em seguida, pelo motor V8 de cabeçote plano.


    A ideia de Henry Ford não se concretizou, mas seus esforços no desenvolvimento de combustíveis alternativos fazem parte do legado de engenhosidade e pensamento inovador que hoje definem a Ford.

  • Nascente Azul: os segredos do atrativo mais visitado de Bonito/MS

    Por cinco anos consecutivos, a Nascente Azul, verdadeiro paraíso de águas cristalinas em Bonito, Mato Grosso do Sul, lidera o ranking de visitações entre todos os atrativos da capital brasileira do ecoturismo. Com maravilhas naturais únicas e uma estrutura ideal para lazer e aventura, este parque natural reúne elementos que o tornam uma experiência inesquecível. Descubra a seguir o que torna a Nascente Azul única:

    Espetáculo da natureza

    A essência da Nascente Azul está na natureza. O colorido da fauna e da flora subaquáticas, a exuberância da mata nativa ao redor, a diversidade de espécies de peixes e a transparência da nascente, uma das mais cristalinas do mundo, encantam os visitantes que praticam a flutuação e contemplam a incrível tonalidade azulada da água. O visitante é transportado para um mundo de paz e harmonia e vive experiências que ficam para sempre na memória.

    Variedade de atividades

    Além da flutuação, o complexo de ecoturismo da Nascente Azul conta com um balneário com atividades para todas as idades: lago de água corrente com circuito de pontes suspensas, parque aquático flutuante, praia de água doce, tirolesa aquática, piscina ecológica, decks para banho, cascata, bar e restaurante. Entre os cenários mais marcantes está a cachoeira de tufas calcárias.

    O complexo também oferece trilhas pela mata ciliar, mirantes com vista para a Serra da Bodoquena e o Lago Pantanal, onde é possível observar espécies típicas do bioma pantaneiro, como tuiuiús, socó-boi e garças-cara-preta. Quem busca emoção encontra no Circuito de Aventura o Pêndulo Humano e a Tirolesa, que proporcionam a sensação de voar sobre cachoeiras e árvores.

    Referência em sustentabilidade

    Quem chega hoje à Nascente Azul dificilmente imagina que esse cenário já foi bem diferente. Em 2008, a área estava completamente degradada. A partir daí, teve início um processo de recuperação ambiental baseado em estudos técnicos, equipes especializadas, investimento e muita dedicação. Em apenas quatro anos, a vida voltou a florescer, e em 2013 o atrativo abriu suas portas ao público. Desde então, melhorias constantes consolidaram o espaço como referência em práticas sustentáveis.

    Toda a água utilizada no parque passa por uma Estação de Tratamento de Água (ETA), que realiza um rigoroso processo de purificação antes de chegar até o visitante. O sistema segue padrões de potabilidade equivalentes aos da água mineral, garantindo segurança e reduzindo desperdícios. Os efluentes também recebem atenção especial: ao invés de serem apenas coletados, eles são totalmente tratados dentro da própria propriedade, por meio de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) que combina processos mecânicos e biológicos. Essa medida impede qualquer risco de contaminação das nascentes e rios.

    O parque também conta com um sistema de energia solar fotovoltaica, que reforça o compromisso da Nascente Azul com uma operação de baixo impacto ambiental. Outro projeto diferenciado é o manejo completo dos resíduos orgânicos gerados no restaurante e nos bares. Todo resíduo alimentar é encaminhado para uma composteira elétrica de alta eficiência, que transforma os restos de comida em adubo em poucas horas. Esse adubo é então utilizado na horta orgânica do próprio parque, responsável por fornecer verduras frescas e livres de agrotóxicos para o buffet.

    Além das tecnologias implantadas, a Nascente Azul mantém projetos contínuos de educação ambiental, programas de conservação e ações de sensibilização voltadas a colaboradores, moradores e visitantes. Atualmente, a propriedade está em processo de transformação em Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). Hoje, 95% da área já é destinada à preservação, e apenas 5% à visitação.

    Acessibilidade: natureza para todos

    A Nascente Azul é referência nacional em acessibilidade. Todo o espaço foi planejado e adaptado nos mínimos detalhes para receber pessoas de todas as idades e condições físicas. O atrativo é citado na cartilha do Ministério do Turismo como referência de boas práticas em acessibilidade em ambientes naturais.

    Mais que o passeio mais visitado de Bonito

    A Nascente Azul é símbolo de recuperação ambiental, sustentabilidade, acessibilidade e inovação. O reconhecimento veio em 2020, quando a Nascente Azul se tornou o passeio mais visitado entre mais de 50 atrativos de Bonito e região, posição que mantém até hoje. Atualmente, um em cada três visitantes de Bonito escolhe a Nascente Azul. Mesmo com alta demanda, o atrativo mantém índices excepcionais de satisfação, comprovados por avaliações e prêmios recorrentes, como o selo Travellers’ Choice do Tripadvisor.

    Mais de 750 mil pessoas já vivenciaram a Nascente Azul, número que cresce a cada ano. O atrativo investe continuamente em infraestrutura, segurança e novas experiências, reafirmando seu compromisso com a excelência e a missão de proporcionar a todos um contato autêntico e especial com a natureza.

    Nascente Azul

    Rodovia Bonito Bodoquena, km 22 – Bonito/MS

    Mais informações em: nascenteazul.com.br

  • O que fazer quando a parte íntima está ressecada?

    Com a aproximação do verão, cuidados simples e acompanhamento médico fazem toda a diferença no bem-estar feminino

    O ressecamento vaginal é um tema que ainda gera muitas dúvidas entre as mulheres, especialmente durante a menopausa. Desconforto, coceira e dor nas relações sexuais são alguns dos sintomas que podem impactar a qualidade de vida e a autoestima. Mas afinal, beber mais água ajuda na lubrificação vaginal?

    De acordo com a ginecologista Loreta Canivilo, manter o corpo bem hidratado é essencial para a saúde de forma geral e isso inclui a região íntima. “A água tem um papel fundamental em todo o organismo. Ela ajuda a manter as mucosas, inclusive a vaginal, mais saudáveis e equilibradas. Então, sim, a hidratação pode contribuir para uma lubrificação melhor”, explica a especialista.

    No entanto, a médica alerta que a lubrificação vaginal não depende apenas da ingestão de líquidos. Diversos fatores influenciam esse processo, como os níveis hormonais, a excitação sexual, o uso de medicamentos e até o estado emocional da mulher.

    “Quando o estrogênio diminui, especialmente na menopausa, o tecido vaginal fica mais fino e menos elástico. É por isso que muitas mulheres sentem mais secura nessa fase”, completa Canivilo.

    O ressecamento vaginal é mais comum entre os 45 e 55 anos, período em que o corpo feminino passa por intensas mudanças hormonais. Mas ele também pode surgir antes, por exemplo, após o parto, durante o uso de certos anticoncepcionais ou em momentos de estresse.

    Felizmente, existem formas eficazes de aliviar o desconforto. Entre as opções estão os hidratantes e lubrificantes íntimos, além da terapia de reposição hormonal (TRH), que ajuda a restaurar o equilíbrio do estrogênio no organismo.

    “A reposição hormonal, quando bem indicada e acompanhada por um ginecologista, costuma trazer alívio rápido e melhora significativa da qualidade de vida”, orienta Loreta.

    Com o verão se aproximando, os cuidados devem ser redobrados. O calor, as roupas apertadas, o uso prolongado de biquínis molhados e o aumento da transpiração podem piorar o ressecamento e favorecer irritações.

    “Nessa época, é importante escolher roupas leves, manter a região íntima seca e procurar ajuda médica se houver ardência, dor ou coceira. Pequenas mudanças de hábito fazem toda a diferença”, explica Loreta Canivilo.

    O principal recado da especialista é claro: o ressecamento vaginal é comum, mas não precisa ser motivo de sofrimento. Buscar acompanhamento com um ginecologista é o primeiro passo para entender as causas e encontrar o tratamento ideal para cada fase da vida.

  • Tudo o que você precisa saber sobre transporte e cuidados com os pets

    Com o pet na estrada: tudo o que você precisa saber sobre transporte e cuidados

    Especialista orienta sobre transporte correto, documentação exigida e formas de reduzir o estresse dos animais em deslocamentos

    Malas prontas e o olhar curioso do pet acompanhando cada movimento. Para muitos tutores, deixar o animal em casa já não é uma opção: os cães estão cada vez mais presentes nas viagens em família. Mas, por trás das fotos fofas e das aventuras nas redes sociais, existe um desafio real – garantir que o deslocamento aconteça com segurança e sem estresse para o animal. Com um pouco de planejamento, o trajeto pode ser tão agradável para o pet quanto o destino.

    Antes de sair: avaliação e preparo

    Nem todos os animais estão aptos a encarar longos deslocamentos. Filhotes muito jovens, fêmeas gestantes, idosos ou pets com problemas cardíacos ou respiratórios devem ser avaliados com atenção antes da viagem. Uma consulta prévia com o médico-veterinário é essencial para verificar a condição de saúde, atualizar as vacinas e definir o melhor plano de cuidados.
    O profissional também pode prescrever medicamentos contra enjoo, se necessário, e orientar sobre intervalos de descanso, hidratação e alimentação.

    No carro: conforto, segurança e adaptação

    Para muitos tutores, o carro é o meio mais prático – e também o primeiro contato do pet com viagens mais longas. O segredo está em transformar o trajeto em uma experiência segura e agradável, tanto para o animal quanto para quem dirige. Escolher o acessório certo faz toda a diferença: a caixa de transporte é o item mais indicado, pois oferece proteção e conforto, além de permitir que o pet viaje em um espaço ventilado e estável.

    O acessório deve ser colocado no banco traseiro e preso ao cinto de segurança. Outra opção é o assento pet, que mantém o animal fixo e confortável durante o percurso. Já os cães de grande porte podem viajar com o uso de um cinto específico, preso ao peitoral e ao engate do carro – medida que evita acidentes em freadas bruscas.
    “O tutor deve garantir que o pet esteja devidamente posicionado, pois esses acessórios são imprescindíveis para protegê-los em emergências”, explica a médica-veterinária Marina Tiba, gerente de Produto da Unidade de Animais de Companhia da Ceva Saúde Animal.

    Vale lembrar que o transporte incorreto de animais é considerado infração média pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), sujeita a multa e pontos na carteira de habilitação. Mais do que uma questão legal, a norma existe para garantir a segurança do tutor, do animal e de todos os ocupantes do veículo. Um pet solto pode se distrair com o movimento, tentar alcançar o motorista ou ser projetado em caso de frenagem brusca, aumentando o risco de acidentes.

    Além da segurança, o conforto também é essencial.
    “Antes de pegar a estrada, vale acostumar o pet ao carro com pequenos trajetos, para que ele se adapte aos sons e movimentos do veículo. Montar um kit de viagem com água, potes dobráveis, lenços umedecidos, brinquedos e uma manta com o cheiro de casa ajuda a reduzir o estresse e garante praticidade durante o caminho”, orienta Marina.

    Proteger o interior do carro também faz parte do planejamento: uma capa protetora nos bancos traseiros evita sujeira e danos ao estofado, enquanto uma grade divisória entre os bancos dianteiros e traseiros aumenta o conforto e impede que o animal tente ir para a frente.
    É importante manter o ambiente com temperatura agradável e boa ventilação, além de fazer paradas a cada uma ou duas horas, para que o pet possa se hidratar, se exercitar e fazer suas necessidades.

    Durante o trajeto, o tutor deve estar atento a sinais de estresse, como respiração ofegante, salivação excessiva e tremores. Nestes casos, é indicado parar o veículo, oferecer água e um breve descanso. Se os sintomas persistirem, o ideal é procurar orientação veterinária.

    Viagens de avião: atenção redobrada

    Quando a viagem for de avião, é fundamental verificar com antecedência as exigências da companhia aérea. Em geral, cães e gatos de pequeno porte – desde que o peso total, incluindo a caixa de transporte, respeite os limites definidos pela empresa (normalmente entre 7 e 10 kg) – podem embarcar na cabine de passageiros, acomodados sob o assento à frente do tutor.
    Animais de médio e grande porte devem ser transportados no compartimento de carga pressurizado, em caixas rígidas e bem ventiladas, que sigam os padrões da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

    Em relação a cães-guia ou animais de assistência, há diferenças importantes:
    Cães-guia e cães de serviço treinados para auxiliar pessoas com deficiência têm direito legal de viajar gratuitamente na cabine, ao lado do tutor, sem necessidade de caixa, desde que devidamente identificados e com comprovação de treinamento, conforme regulamentação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
    Já animais de suporte emocional e demais pets seguem as políticas específicas de cada companhia aérea, que podem variar quanto ao peso, número de animais por voo e exigência do uso de caixa de transporte.

    O tutor também deve apresentar atestado de saúde atualizado, carteira de vacinação em dia e, em alguns casos, comprovante de tratamento antiparasitário recente.
    É recomendável oferecer a última refeição entre 2 e 4 horas antes do embarque, mantendo água disponível até o momento da viagem. Isso ajuda a evitar mal-estar, enjoo ou acidentes durante o trajeto.
    Acostumar o pet à caixa de transporte antes do embarque é uma das principais estratégias para reduzir o estresse. “Deixe o animal explorar o espaço com brinquedos e petiscos, para que associe o ambiente a algo positivo”, recomenda Marina.

    Nas viagens internacionais, as exigências podem incluir microchip, certificado veterinário internacional (CVI) e vacinação antirrábica dentro do prazo exigido pelo país de destino. Por isso, é importante verificar todas as regras com antecedência.

    Detalhes que garantem o bem-estar do pet

    Além do transporte, é preciso cuidar de outros detalhes para que a experiência seja positiva do início ao fim. A identificação correta é essencial: uma coleira com plaquinha contendo o nome do animal e telefone do tutor é indispensável, e o microchip oferece uma camada extra de proteção, facilitando a localização em caso de perda.

    Manter uma rotina semelhante de alimentação, passeio e descanso também ajuda o pet a se adaptar melhor ao novo ambiente. Preparar um espaço tranquilo, com objetos familiares, brinquedos e uma manta de casa, favorece a adaptação e reduz o estresse. Outra medida é o uso de feromônios sintéticos, disponíveis em spray, coleira e difusor. Essas substâncias reproduzem sinais químicos naturais que transmitem sensação de segurança e conforto aos animais. “Os feromônios sintéticos ajudam o pet a se sentir em um ambiente familiar, mesmo longe de casa. Eles podem ser aplicados na caixa de transporte e utilizados no local da hospedagem, contribuindo para uma experiência mais tranquila”, explica Marina.

    Durante viagens, especialmente em regiões quentes, é importante garantir proteção contra pulgas, carrapatos e mosquitos transmissores de doenças, além de evitar a exposição prolongada ao sol. O uso de antiparasitários e repelentes veterinários deve estar sempre em dia.

    Com planejamento, cuidado e atenção às necessidades do animal, é possível garantir uma viagem segura, tranquila e cheia de boas lembranças – para todos os integrantes da família, humanos e de quatro patas.

  • Câncer de próstata em pets: o perigo que poucos tutores conhecem

    Estudos recentes revelam que cães castrados e com idade média de 8 a 11 anos estão predispostos a desenvolver a doença 

    Assim como ocorre com os humanos, o Novembro Azul traz também um alerta para os tutores de cães e gatos: o câncer de próstata. Apesar de pesquisas recentes revelarem que essa patologia afeta menos de 1% dos caninos e raramente os felinos, é preciso ficar atento aos sinais dessa doença que pode ser devastadora. 

    Docente nos cursos de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ) e do Centro Universitário Max Planck (UniMAX Indaiatuba), a médica-veterinária Dra. Claudia Britto explica que, normalmente, o câncer de próstata é constituído por tumores (carcinomas) com alto grau de agressividade, cujo resultado costuma ser a deterioração da qualidade de vida do animal. 

    “O câncer de próstata se inicia a partir de mutações de células que constituem o tecido glandular prostático, levando a um aumento de volume local, que reflete em alguns desconfortos como dificuldade em urinar e defecar”, explica a médica-veterinária que éespecializada em oncologia.“A doença é mais comum em cães devido a questões anatômicas, pois, nos caninos, a próstata é a única glândula acessória do reprodutor masculino (como em humanos). Já em gatos, além da próstata, existe a vesícula seminal,que possui uma maior importância na formação dos líquidos seminais. Ou seja, nos felinos a próstata é uma glândula com menor importância funcional do que em cães.”

    Algumas características específicas podem levar o animal a desenvolver a doença. Cães entre 8 e 11 anos ou mais são os mais diagnosticados com câncer de próstata. Outro fator é determinante sãoos cães castrados. “Curiosamente, a castração não protege e pode até estar associada a maior risco ou progresso mais agressivo da doença. Inclusive, animais já diagnosticados com câncer de próstata não devem ser castrados, uma vez que o procedimento pode piorar a evolução do quadro”, alerta a médica-veterinária.

    Alguns sinais são característicos e revelam que o pet pode estar sofrendo não somente com câncer de próstata, mas também de várias outras doenças prostáticas ou urinárias. Entretanto, segundoClaudia, são “sinais de alerta” que merecem consulta veterinária com rapidez. Confira os principais sinais: 

    Sintomas iniciais  
    – Esforço para urinar, com jato de urina fraco ou intermitente 
    – Micção mais frequente ou em pequenas quantidades 
    – Sangue na urina (hematúria)
    – Esforço para defecar (fezes em forma de fita), sobretudo se a próstata dilata ou comprime o reto
    – Dor ou sensação de desconforto na região pélvica ou lombar.

    Sintomas mais avançados
    – Obstrução urinária total ou parcial, risco de retenção de urina
    – Emagrecimento do animal (“afundamento da cabeça”)
    – Dor óssea, mancar (se ossos afetados), fraqueza
    – Infecções secundárias do trato urinário ou bexiga dilatada
    – Parar de comer e ficar muito prostrado.

    Tratamento 
    Segundo a docente de Medicina Veterinária daUniFAJ e da UniMAX, o tratamento para esse tipo de neoplasia em cães é complexo e está relacionado ao controle da doença e à oferta de qualidade de vida ao animal. “A cura completa para esse tipo de tumor prostático em cães não é comum — a maioria dos casos já está em estágio avançado no momento do diagnóstico. Já a média de sobrevida, em casos de carcinoma prostático e com base nas literaturas atuais, gira em torno de 6 a 7 meses”, salienta.  

    O tratamento da doença inicia-se com diagnóstico assertivo, com exames de sangue e de imagem, podendo haver a necessidade de cirurgia, quimioterapia, radioterapia e terapias alternativas (Medicina Integrativa). “Pensando na terapia mais paliativa, é importante que o tutor entenda que o tratamento exige investimento, acompanhamento e nem sempre resulta em retorno prolongado — e que a qualidade de vida do pet é fator crucial para decisões”, destaca Claudia. 

    Tem como prevenir o câncer de próstata em pets? 

    De acordo com a médica-veterinária, embora não existam métodos seguros que previnam totalmentecontra o câncer de próstata, uma vez que as causas exatas da doença não são bem definidas, há práticas que podem auxiliar nessa “batalha” contra a doença. 

    Uma delas está relacionada à qualidade de vida dopet. “É fundamental manter o animal em um estilo de vida saudável, sempre com peso adequado, boa nutrição e evitar exposição a substâncias tóxicas – embora a evidência específica para tumor prostático seja limitada”, orienta. “Também é importante manter o acompanhamento veterinário com frequência, especialmente para cães machos mais idosos, com exame físico que inclua palpação/ultrassom da próstata se indicado. Não deixe de observar e relatar rapidamente qualquer sinal urinário ou intestinal, tais como esforço parar urinar ou defecar, sangue na urina, jato fraco etc. A detecção precoce pode ajudar no prognóstico.”

  • 8 cuidados para quem tem alergia à maquiagem

    O Brasil é um dos maiores mercados de cosméticos do mundo, ocupando a terceira ou quarta posição global, dependendo da fonte e do ano de referência. Portanto, boa parte das brasileiras costuma usar algum tipo de maquiagem no dia a dia.

    Contudo, reações alérgicas relacionadas ao uso de maquiagem podem atingir de 30 a 77% das mulheres. As maquiagens aplicadas nos olhosestão em primeiro lugar no ranking de alergias a esses produtos.

    Segundo a oftalmologistaDra. Maria Beatriz Guerios, além da sensibilidade natural dos olhos e da delicadeza pele das pálpebras, alguns produtos podem conter substâncias que são altamente irritantes. “As maquiagens como sombras, lápis e delineadores podem conter metais pesados em suas fórmulas, especialmente os coloridos e brilhantes. Entre os metais estão o alumínio, cobalto, níquel, cromo e chumbo”.

    “Além dos metais, muitas maquiagens precisam de conservantes, para aumentar a validade. Uma desses conservantes é o timerosal, uma forma de mercúrio com alto risco de desencadear reações alérgicas nos olhos e nas pálpebras”, alerta a oftalmologista.

    Reações alérgicas podem ser imediatas ou tardias

    Um ponto importante de atenção, segundo Dra. Maria Beatriz, é que nem sempre as reações alérgicas aparecem no momento do uso da maquiagem. “A mulher deve ficar atenta aos sinais e sintomas que podem surgir logo após a aplicação de certas maquiagens. Entretanto, a alergia pode se manifestar mais tardiamente”.
     Veja abaixo as manifestações que têm relação com uso de maquiagem:

    • Ardência;
    • Vermelhidão;
    • Coceira;
    • Lacrimejamento;
    • Inchaço;
    • Surgimento de bolhas ou erupções na pele das pálpebras.

    Maquiagem para quem alergia– Realce a beleza sem prejudicar os olhos

    Apesar do risco das alergias, a boa notícia é que hoje existem inúmeros produtos no mercado que reduzem a chance de a mulher apresentar reações alérgicas. Além disso, há cuidados importantes que também ajudam a realçar a beleza e que contribuem na prevenção de alergias e outros problemas.

    Agora, veja 8 de cuidados para quem tem alergia à maquiagem

    1- Escolha produtos hipoalergênicos e oftalmologicamente testados

    No momento da compra de maquiagem, especialmente para os olhos, é crucial ler o rótulo e checar se o produto é hipoalergênico e testado por oftalmologistas.

    aturalmente, esses produtos têm um valor mais elevado. Contudo, trata-se de uma questão de proteger a saúde, bem como ter certeza sobre a procedência da maquiagem.
    Entre os produtos estão:

    • Lápis de olho;
    • Delineadores;
    • Corretivos;
    • Sombras;
    • Rímel.

     2- Evite maquiagem nas bordas internas dos olhos

    As margens das pálpebras é aquela linha em que as mulheres aplicam lápis e delineadores. Entretanto, é justamente nessas bordas que ficam as glândulas que produzem a parte oleosa que participa da lubrificação dos olhos.

    Sendo assim, o ideal para quem alergia ou blefarite (inflamação nessas glândulas) é evitar aplicar lápis e delineadores no dia a dia. A dica é reservar esses produtos para ocasiões especiais. Outro cuidado importante é escolher produtos com fórmulas mais leves e que não sejam à prova d´água.

    3- Cuidado com a máscara de cíliosEm relação ao rímel, além de escolher as versões hipoalergênicas, opte pelos que não são a prova d´água. A razão é que esses produtos exigem removedores mais potentes, que podem aumentar a irritação na pele e causar reações alérgicas.

    Dica importante: Troque o rímel a cada 3 meses, mesmo que esteja dentro da data de validade. O motivo é que as cerdas acabam acumulando bactérias, que podem agravar alergias e condições como a blefarite.

    4- Mantenha pinceis e esponjas limpos

    Os aplicadores de maquiagem, como esponjas e pinceis, acumulam restos de pele e oleosidade. Isso, por sua vez, aumenta o risco da proliferação de micro-organismos, como ácaros Demodex e bactérias.

    Como limpar esses objetos?
    Lave-os com água e xampu neutro infantil. Tire o excesso de água com papel limpo e deixe secar, preferencialmente, ao sol.

    5- Jamais empreste a maquiagem para outra pessoa

    A maquiagem é um produto de uso pessoal, já que entra em contato com as mucosas da boca, olhos e com a pele do rosto. Portanto, o compartilhamento pode aumentar o risco de transmissão de bactérias e fungos, por exemplo.

    6- Sempre tire a maquiagem antes de dormir

    Quem nunca chegou de um evento ou até mesmo do trabalho muito cansada e deixou de tirar a maquiagem? Mas saiba que isso é um dos maiores erros que se pode cometer. A maquiagem obstrui os poros e pode agravar processos inflamatórios, como a blefarite.

    Portanto, sempre remova a maquiagem, dando preferência aos demaquilantes suaves ou à água micelar. Evite removedores à base de óleo. Finaliza a higiene com água morna.

    Dica: Na presença de blefarite, faça também a higiene das pálpebras.

    7- Escolha sombras cremosas ou compactas

    Para quem tem alergia, as sombras em pó podem irritar os olhos mais facilmente. Procure sombras cremosas ou compactas, para evitar esse incômodo.

    Cuidado: Maquiagens em geral, incluindo sombras, que são brilhantes ou com glitter, são extremamente perigosas para quem é alérgico. Além disso, possuem metais em sua composição. Evite usar e reserve esses produtos para ocasiões especiais.

    8- Atente-se ao prazo de validade e procedência

    Uma última dica importantíssima é se atentar à validade das maquiagens. A recomendação é realizar uma organização dos produtos a cada 3 meses.

    Além da validade, também é essencial avaliar se o produto apresenta mudança no cheiro, na textura e em sua forma original. Não use produtos fora da data de validade. Por fim, cuidado com maquiagens sem procedência ou aprovação dos órgãos de vigilância sanitária.

    Fique bonita, mas proteja sua saúde

    “Atualmente, há uma infinidade de marcas de maquiagens, muitas de procedência duvidosa, especialmente as importadas. Sendo assim, quem tem alergia precisa redobrar a atenção na hora de comprar. Além disso, seguindo nossas dicas é possível dar aquele up no visual, reduzindo os riscos de alergias e irritações.Na presença se sinais e sintomas persistentes, como coceira, irritação, ardência, surgimento de bolhas e erupções, procure um Oftalmologista”, finaliza Dra. Maria Beatriz.

  • Congelar sem errar: dicas práticas para preservar sabor, textura e nutrição dos alimentos

    Nutricionista do Divino Fogão explica como armazenar alimentos com mais praticidade e menos desperdício

    Para acompanhar a rotina corrida, o congelamento dos alimentos é um processo muito eficiente de conservação dos ingredientes. Além de proporcionar praticidade, a técnica permite uma alimentação equilibrada durante toda a semana. Pensando em quem está na fase de se aventurar na cozinha e deseja deixar o dia a dia mais prático e saudável, Jéssica Benazzi, nutricionista do Divino Fogão, dá dicas sobre quais alimentos podem ser congelados e como realizar o processo da forma correta e sem desperdícios.

    Alimentos que não congelam bem 

    Para garantir a qualidade dos alimentos, evite congelar verduras de folhas cruas, como alface, rúcula e agrião, elas murcham e perdem a textura. Os ovos inteiros também não devem ser congelados, já que podem estourar, caso desejar facilitar o uso posterior, bata e congele em potes. Outro ingrediente que não reage bem ao congelamento é a batata, que tende a ficar com uma textura esponjosa após o processo. Por fim, molhos com amido, como maionese ou creme de leite fresco, também não devem passar por este processo, já que eles separam e talham. 

    Como congelar carnes, peixes e aves

    No caso das proteínas, como carne bovina e suína, peixes e aves, os ingredientes podem ser congelados crus ou cozidos. Uma boa dica é dividir em porções pequenas para facilitar no descongelamento. Retire o excesso de ar nas embalagens, que podem ser de plástico filme ou sacos próprios para freezer, e coloque a data de congelamento, para evitar o desperdício. As carnes cruas podem durar até 12 meses, enquanto as cozidas podem permanecer por dois a três meses. Os peixes podem ser mantidos congelados por três a seis meses. 

    Legumes e verduras

    Entre os alimentos mais fáceis de congelar, os legumes e as verduras apresentam uma textura e características nutricionais favoráveis para o congelamento. Podem ser congelados brócolis, cenoura, vagem, couve-flor, espinafre, abobrinha e pimentão. Antes de armazenar, é necessário branquear os ingredientes: ferva os vegetais por dois a cinco minutos e depois mergulhe-os na água com gelo e escorra bem antes de armazenar em porções pequenas. Assim, é possível manter no freezer por até oito meses. Temperos cortados, como salsinha e cebolinha, também são uma dica para quem busca praticidade para cozinhar.

    Frutas

    Apresentando um desempenho melhor nos sucos e nas sobremesas quando estão congeladas, as frutas, como morango, banana, mangas, abacaxi, uva, mamão e goiaba, podem ser congeladas. Uma boa dica é sempre lavar e secar bem os ingredientes, em seguida colocá-los em uma assadeira separados, para não grudarem, e depois armazenar nos sacos plásticos próprios para freezer. Assim, podem durar por até 12 meses.

    Grãos, massas e arroz

    Podem ser congelados já cozidos: arroz, feijão, lentilha, grão de bico e até mesmo o macarrão cozido al dente. Para isso, o ideal é esperar que os alimentos esfriem completamente antes de armazená-los em porções pequenas. Outra boa dica é colocar um fio de azeite no macarrão, para evitar que ele grude durante o congelamento. Dessa forma, os ingredientes podem durar de dois a três meses. 

    Laticínios

    Com alguns cuidados, os laticínios também podem ser congelados quando não forem consumidos totalmente. Para o leite o indicado é optar por uma garrafa de vidro ou plástico e preencher até ¾ do recipiente, para evitar que ele estoure com a pressão. Ao descongelar o leite, agite e use imediatamente, para preservar a textura e o sabor. Já os queijos duros, como o parmesão, podem ser armazenados em um saco plástico fechado a vácuo e descongelados na geladeira. 

    Pães e massas 

    Para preservar a textura e o sabor, os pães simples, como o francês ou caseiros, bolos, tortas e massa de pizza podem ser congelados. O ideal é esperar as massas esfriarem completamente antes de embalar. Para a massa de pizza, depois de sovar e abrir os discos, asse levemente por cinco minutos, deixe esfriar e embale os discos com plástico filme, depois leve ao freezer. As massas permanecem por até três meses armazenadas. 

    Pratos prontos 

    Os pratos já preparados, como lasanhas, sopas, carnes ensopadas e purês, podem ser congelados em potes herméticos ou sacos próprios para freezer. Para garantir que o prato dure dois a três meses, evite congelar os alimentos ainda quentes. 

    Café

    O mais diferente da lista, o café pode ser congelado em forminhas de gelo, para usar em bebidas geladas e sobremesas, como tiramissu e caldas. Assim, o café que sobrou não é desperdiçado e pode permanecer armazenado por até dois meses.

  • Recomendamos o Filimahalo Hotel em Serra Negra

    Recomendamos o Filimahalo Hotel em Serra Negra

    Neste final de semana viajamos para Serra Negra para conhecer o Filimahalo Hotel — e já começamos com uma curiosidade: “Fili”, do latim, significa filhos; “Mahalo”, do havaiano, significa obrigado. Juntas, as palavras expressam um lindo sentimento de gratidão.

    Ficamos hospedados no chalé 02, categoria Super Luxo Quádruplo, muito bem localizado, perto da recepção e da área de lazer.

    O chalé é super confortável e equipado com cama de casal, frigobar, TV, ar-condicionado, mesa, cadeira, armário, ducha, amenities Natura e secador de cabelo. No mezanino, há duas camas de solteiro, ar-condicionado, TV, banheiro e duas sacadas — uma com vista para a área de lazer e outra para os chalés e a natureza ao redor.

    O Filimahalo é ideal para quem busca tranquilidade e contato com a natureza. É comum ouvir as maritacas cantando nas árvores e até no telhado dos chalés, criando um clima ainda mais gostoso.

    A área de lazer conta com duas piscinas climatizadas (infantil e adulto), gazebo com bancos e espaguetes para uso na piscina, redário, playground e quadras de beach tênis. Há também um salão social com TV, salão de jogos com sinuca, pebolim e jogos de tabuleiro, além de uma brinquedoteca para os pequenos.

    Vamos à gastronomia?

    O café da manhã, incluso na diária, oferece pães (caseiro, recheado e francês), bolo, pão de queijo, bolinho de chuva, frutas da estação, sucos, empadinha de frango, salsicha, cereais e iogurte. Na área externa coberta, os dogs podem acompanhar sem problemas.

    No bar da piscina, o menu é bem prático — perfeito para quem quer passar o dia no hotel sem se preocupar. Há porções, caldos (R$ 35) — pedimos o de abóbora com frango desfiado, delicioso! — pastéis (R$ 20) super recheados, e pratos executivos (entre R$ 60 e R$ 95), que incluem proteína, salada, arroz e um acompanhamento à sua escolha. Os pratos são muito bem servidos. Também provamos o suco de maracujá, super saboroso!

    Para sobremesa ou um refresco durante o dia, há um freezer com sorvetes Rochinha. Nessa área, mesas cobertas permitem que os dogs fiquem juntinhos durante as refeições — e no salão também há mesinhas com ventilador.

    Ah, e olha só que legal, às 16h é servido um café da tarde cortesia com café, chá, pão de queijo, bolinho de chuva e bolachinhas.

    Pontos positivos que fazem diferença: vários locais do hotel oferecem saquinhos cata-caca, lixeiras e potinhos de água.

    Nossa estadia foi excelente! A equipe é super atenciosa e tratou nossa turminha com muito carinho. Apenas sentimos falta de alguns mimos no quarto para eles — mas nada que prejudique a experiência.

    Dica final:

    Se vier por Socorro, o Waze indica um pequeno trecho de estrada de terra (cerca de 350 m) para cortar caminho. Por Lindóia, o acesso é todo por asfalto, sem atalhos.

    Confira mais lindas fotos em nossa fanpage e relembre nossos stories

    [+] info Trip

    📍Estr. Mun. Basílio Silotto, Km 03 – Serra Negra / SP

    🧭 Distância de SP: aprox. 195 km

    🛣️ Pedágios: 2 (ida e volta) R$ 6