Motoristas devem ficar atentos e ter cautela para evitar acidentes e danos ao veículo
Verão é a época das altas temperaturas e chuvas intensas. Nessa estação do ano, o número de alagamentos e inundações aumenta significativamente devido ao grande volume de água nas ruas e ambientes urbanos que possuem deficiência no sistema de drenagem. É por isso que o cuidado no trânsito deve ser redobrado para a segurança dos motoristas e pedestres. Pensando nisso, o professor e doutorando em trânsito Daniel Luis Nithack, do UniMetrocamp | Wyden, separou 5 dicas de como agir em casos de alagamento no trânsito.
Fique atento à altura da água Se você estiver em uma área alagada e a água estiver na metade do pneu do carro, não arrisque! Se possível, faça um retorno. Caso não possa voltar, estacione em um local que não atrapalhe o trânsito de outros veículos, saia do carro e procure um local seguro, que seja mais elevado e não tenha risco de inundação.
Procure saber sobre os históricos de inundações O fluxo de água escoa pelos pontos mais baixos de um relevo, por isso, em dias de chuva, procure saber se o trecho por onde você trafega possui históricos de inundação. Em caso afirmativo, procure rotas alternativas.
Cuidado redobrado com os buracos Em épocas de chuva é comum os pavimentos apresentarem mais buracos que o normal. Como eles passam despercebidos em áreas alagadas, o ideal é reduzir a velocidade para evitar acidentes e danos ao veículo.
Manutenção do veículo Em dias de chuva a aderência do pneu no asfalto é menor, então mantenha sempre a manutenção do carro em dia. São as fissuras do pneu que ajudam a manter o controle do veículo. Ao se deparar com áreas alagadas, diminua a velocidade e sinalize. Além disso, nunca freie nesses trechos, pois pode ocasionar o efeito de aquaplanagem.
Preste atenção nos sinais Existem locais que as inundações ocorrem rapidamente, por isso fique atento aos sinais. Em qualquer indício de alagamento, procure por um local de segurança e, se possível, informe aos motoristas, pedestres, e até mesmo o corpo de bombeiros. Lembre-se que segurança vem sempre em primeiro lugar.
No calor excessivo alguns cuidados são necessários para garantir o bem-estar dos animais de estimação
Faça chuva ou faça sol, os nossos companheiros de 4 patas precisam se exercitar regularmente para manter um estilo de vida saudável. No entanto, quando a temperatura aumenta, é preciso tomar alguns cuidados na hora de levar os pets para passear. Se o termômetro passa dos 22 °C a atenção já deve ser redobrada.
“Os cachorros não têm glândulas sudoríparas e transpiram através da salivação e patas. A temperatura deles demora mais tempo para diminuir, por isso é fundamentalestar atento para que a caminhada não se torne um motivo de preocupação”, afirma a médica veterinária Wendi Caetano, do CEVET – Hospital Veterinário.
Queimadura nas patas, desconforto, cansaço excessivo, desidratação e até hipertermia – quando a temperatura do corpo está mais alta do que o normal – são alguns problemas que podem acometer os pets em dias quentes. “O perigo aumenta dependendo da raça do seu pet. As chamadas braquicefálicas, ou seja, aquelas que possuem focinho achatado, como buldogues, pugs e gatos persas, sofrem ainda mais, já que possuem dificuldades respiratórias”, alerta Wendi.
Confira abaixo algumas dicas da especialista para manter o seu animal de estimação seguro durante os passeios de verão.
De olho no relógio
“Passeie com o seu cão ou gato nos momentos mais frescos do dia, pela manhã ou início da noite. Os melhores horários são antes das 10h e após às 16h”, recomenda. “Para se certificar de que o pet saia em segurança é possível utilizar a técnica dos 40 segundos: basta pressionar a palma da mão contra o chão durante este tempo. Caso você consiga mantê-la sem se queimar, o sinal está verde para passear”.É importante lembrar que as chamadas “almofadinhas” das patas dos filhotes podem não suportar a temperatura tão bem quanto as dos adultos.
Hidratação é indispensável
Durante o passeio é importante oferecer água limpa e fresca para que o pet se refresque e recupere o líquido perdido no trajeto. Caso ele não queira tomar, molhe a cabeça, pescoço, peito e virilha do animal.
Use filtro solar
Sim, você leu certo! Os peludos também precisam de protetor solar para sair nos dias quentes. Invista em um produto adequado para a pele do pet e aplique no focinho, patas e nas pontas das orelhas antes de sair de casa. “Animais albinos, com pelos brancos, pele clara ou descobertos precisam de mais atenção e é recomendado que o protetor seja passado em todo o corpo.”
Tosa curta é a mais recomendada
Os pelos atuam como isolantes térmicos e são capazes de proteger os pets de queimaduras no calor, mas o excesso faz com que a temperatura aumente e por isso a melhor opção é a tosa curta, mesmo que esteticamente não caia muito bem.
Fique atento aos sinais
Se o seu pet estiver ofegante em poucos minutos de caminhada, é um grande sinal de que está quente demais e é hora de voltar para casa. Se ele se recusar a andar ou estiver muito cansado, constantemente com a língua para fora, é importante fazer uma pausa com água fresca na sombra por alguns minutos até que a respiração volte ao normal. Caso o animal esteja babando, com a língua e gengivas pálidas e mucosas cinza-azuladas a situação é de risco e ele deve ser encaminhado imediatamente ao veterinário.
A quantidade de caminhadas varia
Você talvez já tenha se perguntado qual é a frequência ideal para passear com os pets em dias quentes. Wendi esclarece que isso está relacionado ao porte, temperamento e raça do animal de estimação. “Os mais ativos precisam passear mais para gastar energia, ao menos duas vezes ao dia. Já os mais calmos podem sair uma vez ao dia”.
Vacinar previne doenças
A vacinação não é capaz de evitar os danos causados pelo sol e calor, mas é essencial para prevenir doenças e parasitas devido ao contato com outros animais e pessoas durante os passeios diários. Leve o seu pet ao veterinário anualmente para deixar a carteirinha de vacinação sempre em dia.
Não deixe o pet sozinho no carro
Se o passeio vai ser de carro a recomendação é jamais deixar o animal sozinho dentro do automóvel.A temperatura pode atingir níveis altíssimos e ele pode não suportar. O carro esquenta rapidamente, mesmo quando não está tão quente. “Para se ter uma ideia, quando está a 22 °C do lado de fora, dentro de uma hora com as janelas fechadas a temperatura em um carro pode atingir 47 °C”, finaliza a médica veterinária.
O uso de combustíveis aditivados nos veículos traz benefícios efetivos de economia, desempenho e sustentabilidade. Os aditivos podem já estar presentes diretamente na bomba do posto, nos combustíveis aditivados, ou pode ser adicionado depois, de acordo com a preferência do consumidor.
As vantagens promovidas pelos aditivos atendem critérios que os motoristas indicam como importantes, segundo o engenheiro Luis Fernando Sabino, gerente de combustíveis do negócio de Aditivos e Lubrificantes da BASF. “Os aditivos contribuem para prolongar a vida útil do motor, promover a economia de combustível e o aumento do desempenho do veículo – que amplia a vantagem de redução no consumo”, explica. Também contribui para a redução de emissões de gases poluentes.
Entretanto, um ponto fundamental para garantir que esses benefícios sejam efetivos, é avaliar a qualidade dos produtos, verificando se são aprovados pelos fabricantes automotivos ou provenientes de distribuidoras de combustíveis confiáveis, o que sinaliza que passaram por rigorosos testes de qualidade. Conheça os principais benefícios dos combustíveis aditivados:
Limpeza e proteção do motor
O uso do combustível aditivado aumenta a vida do motor protegendo seu sistema de admissão contra a formação de depósitos. Os aditivos promovem a limpeza removendo os depósitos já existentes e impedindo a formação de novos depósitos. Esse benefício garante redução na manutenção.
Melhora a economia de combustível
Com a limpeza das válvulas, há uma maior facilidade no processo de combustão, melhorando assim a economia geral de combustível.
Permite melhor arranque e comportamento de condução
O motorista também se beneficiará do melhor comportamento de partida e direção, tendo restaurado todo o potencial do seu motor. Há melhora na experiência do condutor, inclusive com redução do ruído.
Contribuição Ambiental
Ao aumentar o desempenho do combustível, você reduz o seu consumo. Esse benefício promove, consequentemente, a redução das emissões.
Os benefícios de desempenho, possibilitados pelos aditivos multifuncionais da BASF, foram comprovados em uma ampla variedade de testes de motores, em estradas, entre outros tipos, conduzidos pelo Competence Center Fuel & Lubes da BASF em Ludwigshafen, Alemanha.
A BASF produz aditivos para combustíveis na Alemanha desde a década de 1920, sempre investindo em Pesquisa & Desenvolvimento e promovendo testes de desempenho. Atualmente, a companhia fornece aos principais distribuidores de combustíveis e aos grandes fabricantes automotivos mundiais os pacotes de desempenho KEROPUR ®. São aditivos multifuncionais, aprovados pelas grandes montadoras e projetados para operar, não apenas em motores convencionais, mas também em tecnologias avançadas, como motores de injeção direta (GDI), motores de turbocompressor / downsized, motores flex e híbridos.
Além de ser um veículo zero emissões e contar com tecnologias que inovam a experiência de condução, o Novo Nissan LEAF também traz benefícios ao comprador em relação ao custo de manutenção. Somadas as revisões obrigatórias feitas na rede autorizada da Nissan até os 60 mil km, o 100% elétrico mais vendido do mundo totaliza um valor bem mais baixo que um veículo movido a combustão. Em todas essas seis revisões, o proprietário desembolsará R$ 2.404 (com mão de obra inclusa em todas), que é pelo menos 30% menor em relação a carros movidos a combustão de porte médio.
Como é um carro que não tem as engrenagens comuns de um veículo movido a combustão, o Novo Nissan LEAF tem uma manutenção diferenciada, que inclui a inspeção das portas de carregamento e dos rotores e um relatório do uso da bateria. Claro que itens importantes para qualquer tipo de veículo também são revisados, como pastilhas de freio, componentes do freio (para folgas, curso e operações livres), fechaduras, sistema de suspensão, dobradiças e trincos. Em algumas das revisões são trocados itens como filtro de ar-condicionado e fluído de freio e são feitas inspeções e verificações de sistemas do veículo. Confira aqui os valores de cada revisão.
Nissan LEAF Lançado em julho no mercado brasileiro – sendo vendido em sete concessionárias de cinco estados (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo) mais o Distrito Federal –, o Novo Nissan LEAF é o ícone da Nissan Intelligent Mobility, visão da marca que busca transformar a maneira como os veículos são conduzidos, impulsionados e integrados à sociedade. Com ela, a Nissan incorpora em seus veículos um conjunto de tecnologias avançadas que cria uma forma completamente nova de direção. Esta visão tem três pilares: Nissan Intelligent Drive, Nissan Intelligent Power e Nissan Intelligent Integration.
Seguindo o conceito desses pilares, e graças à maior autonomia e a sistemas inovadores como o e-Pedal, o Novo Nissan LEAF fortalece a liderança da Nissan em veículos elétricos e promove a expansão do segmento globalmente – o modelo é comercializado em 50 países e tem mais de 400 mil unidades vendidas. O Novo Nissan LEAF está equipado com um conjunto de tecnologias avançadas de segurança, o Nissan Intelligent Safety Shield. Esse “escudo inteligente de segurança” integra sistemas como: Alerta Inteligente de Mudança de Faixa, Sistema Inteligente de Prevenção de Mudança de Faixa, Assistente Inteligente de Frenagem de Emergência, Controle Inteligente de Velocidade, Sistema de Advertência de Ponto Cego, Visão 360° Inteligente com Detector de Movimento, Alerta Inteligente de Atenção do Motorista, Sistema de Monitoramento de Pressão dos Pneus e Alerta de Tráfego Cruzado Traseiro.
O ato de dirigir por si só, ou seja, manejar os pedais e a direção do carro, não causa nenhum prejuízo à gravidez. “Por isso, se não houver contraindicação e a gestação estiver transcorrendo normalmente, a mulher poderá dirigir sem problema, bastando tomar alguns cuidados, ” alerta a Drª Erica Mantelli.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ No caso de usar o cinto de segurança de três pontos, a gestante não deve passar a alça inferior por cima do abdome, e sim na linha da cintura, para que o abdome não seja comprimido, no caso de uma frenagem brusca ou colisão.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Os riscos a que uma gestante se expõe ao dirigir são semelhantes, embora não idênticos, aos que uma mulher não gestante se expõe. “No caso de uma colisão, por exemplo, o abdome de qualquer uma das duas poderia ser afetado com o impacto no volante, ” informa a ginecologista.
Mas as gestantes, claro, precisam ter alguns cuidados mais pontuais: o ideal é que a direção fique pelo menos um palmo de distância do abdômen da gestante.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Caso a gestante sinta algum mal-estar, inicie as contrações ou perceba que a bolsa rompeu. “O primeiro passo será parar o carro em algum lugar seguro, ligar para seu médico e pedir ajuda de algum familiar”, finaliza a médica.
O brasileiro é apaixonado por carro, mas na hora da manutenção, para que nada fuja do cronograma, a Pirelli fez um check-list para você dar um tratamento especial em seu veículo e deixá-lo pronto para encarar qualquer desafio. Afinal, no dia 25 de julho comemora-se o Dia do Motorista e nada mais justo do que esse “presente” para seu amigo.
Pneus
Veja como está o estado de seus pneus. Observe a marca do TWI, que revela o desgaste. Se estiver no mesmo nível da banda de rodagem, ou até bem próximo, é hora de efetuar a troca do conjunto, sempre tomando o cuidado de comprar um modelo nas mesmas medidas e dimensões originais do veículo.
Se os pneus estiverem em bom estado, trate de calibrá-los da maneira correta e indicada no manual do veículo (ou, em alguns veículos, esses números estão na região das portas ou no bocal do tanque de combustível). Uma calibragem em dia garante sua segurança e que eles se desgastem homogeneamente.
Por último, mas não menos importante, a Pirelli indica que o proprietário do veículo faça rodízio a cada 10.000 km, para assegurar um desgaste por igual nos quatro pneus. Fazer essa troca é de extrema importância, pois os pneus localizados no eixo de tração tendem a se desgastar mais rapidamente do que os outros.
Suspensão
Outro item muito importante é a suspensão, pois ela absorve os impactos com o piso e faz com que o veículo tenha maior dirigibilidade e segurança. Nesse item, é muito importante fazer o alinhamento da suspensão, para deixá-los nos parâmetros feitos pelos engenheiros de cada montadora, para cada tipo de carro. Toda a geometria de suspensão trabalha para que o contato do pneu com o solo seja feito da maneira mais eficaz possível, garantindo maior aderência e longevidade do pneu. É fundamental fazer o alinhamento e balanceamento a cada 10.000 km, no máximo. Se o veículo é usado intensamente em condições mais severas, a Pirelli indica que este período entre uma revisão e outra seja reduzido para até 5.000 km.
O alinhamento perfeito não é suficiente para garantir por si só o ideal funcionamento do conjunto. O balanceamento de rodas tem que ser realizado para assegurar que não gerem vibração no volante em altas velocidades, que é um sinal claro de que o serviço precisa ser executado. Geralmente, pesos de chumbo são colocados no interior das rodas para que equilibrem o centro de gravidade do conjunto roda e pneu, deixando livre de trepidações ao rodar.
Motor
As trocas de óleo do motor de seu carro não podem ser esquecidas. Não existe uma quilometragem correta para efetuar essa troca, pois esse parâmetro varia de carro para carro. Por isso,confira no manual do veículo qual é a periodicidade da troca do fluido do motor. Não deixe, também, de se atentar para a troca do filtro de óleo, que retém todas as partículas que se desprendem do motor com o tempo de uso.
Ar-condicionado
Item muito esquecido na hora de uma revisão, o ar-condicionado traz uma função da saúde dos ocupantes do veículo. O recomendado é higienizar o sistema de ar-condicionado do automóvel com uma frequência de seis meses, sempre fazendo a troca do filtro de cabine, pois o carro acumula muita sujeira, bactérias e ácaros que ficam alojados nos dutos e precisam ser limpos. Um equipamento malcuidado pode gerar problemas respiratórios por não manter a qualidade do ar que respiramos no ambiente fechado.
Seguir essas orientações irá fazer seu carro consumir menos combustível, ter uma vida útil bem maior e cuidar da segurança e saúde dos ocupantes. Aproveite seu carro com segurança e tranquilidade e tenha um Feliz Dia do Motorista!
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há mais de 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos no Brasil. E 61% dos tutores desses animais os consideram como membros da família – o que explica o fato de ser cada vez mais comum o planejamento de viagens com os pets, para que eles participem das férias da família.
Para que esta experiência seja tranquila, tanto para os animais quanto para os tutores, os médicos-veterinários do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) dão algumas orientações e esclarecem dúvidas frequentes neste período.
Pré-requisito: saúde em dia
“Antes de viajar com seu cão ou gato, uma visita ao médico-veterinário é muito importante para garantir que ele está em boas condições de saúde. Isso inclui observar se as vacinas e a vermifugação estão em dia, se ele está com alguma medida preventiva atualizada para evitar pulgas ou carrapatos e se não apresentou mudanças de comportamento recentemente. Outra função importante do profissional é avaliar o destino da viagem, para receitar medidas protetivas de acordo. Por exemplo, se vai à praia, tem que se proteger contra a dirofilariose, a doença o verme do coração. Se vai a uma região endêmica, ver se precisa de proteção contra leishmaniose, entre outras”, explica Carolina Filippos, que faz parte da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP.
Limitações físicas, doenças, idade avançada e sobrepeso são alguns dos fatores que podem exigir repensar a ideia de viajar com o pet. Outra questão aconselhada pela especialista é uma reflexão prévia sobre a região da viagem, o trajeto necessário e o perfil do animal. “Meu cachorro ou gato se adapta facilmente a um ambiente novo? Ele está acostumado a passear com a família ou fica incomodado sempre que há uma alteração na rotina? Vamos para um lugar em que o animal passará muito calor? Ele poderá ser incluído nos planos de passeio das férias? Todas essas perguntas são relevantes para pensarmos se o bem-estar do pet será assegurado durante a viagem propriamente dita e nos dias fora de casa.”
Após uma avaliação cuidadosa e se estiver tudo bem, o médico-veterinário poderá emitir um Atestado de Saúde do Animal, que deve ser levado na viagem, junto com a carteira de vacinação do pet. “Ter em mãos um atestado de saúde emitido por um médico-veterinário é uma garantia a mais em casos de fiscalizações durante a viagem”, destaca Anne Pierre Helzel, assessora técnica médica-veterinária do CRMV-SP.
Mais um aspecto importante a levar em conta e que precisará da orientação do médico-veterinário, é se o pet toma alguma medicação controlada ou de uso contínuo. Nas situações em que o tratamento é mantido, a receita atualizada também deverá acompanhar a família.
Segurança sobre quatro rodas
Para transporte de animais em carro, o Código de Trânsito Brasileiro prevê alguns cuidados. Animais no colo, no banco do carona ou com a cabeça fora da janela podem resultar em situações de risco, tanto para os pets quanto para os demais ocupantes do veículo, bem como multa.
Entre as opções permitidas, estão as caixas de transporte, que têm que ser adequadas ao tamanho do animal, acopladas ao cinto de segurança, com ventilação em todos os lados e porta e travas de ferro. Para cães maiores ou que não ficam em caixas, também existem cintos de segurança que podem ser ligados às guias. “Antes de sair para muitas horas de viagem, vale fazer um teste, para ver se o animal se adapta a esses acessórios. E se não sente enjoo em trajetos de carro”, lembra Carolina Filippos.
As pausas durante a viagem também são essenciais, a cada duas ou três horas ou quando o comportamento do pet indicar que é preciso. “Além de permitir que o animal ande um pouco e desestresse, as paradas são importantes para que o pet possa tomar água, se refrescar e fazer suas necessidades”, orienta a integrante da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais.
Deve-se observar, ainda, a temperatura do veículo durante a viagem. A dica é escolher os horários mais frescos do dia, para evitar o desconforto térmico do animal.
Segurança nas alturas
Se a viagem for de avião, o primeiro preparativo é verificar as regras da companhia aérea, pois as diretrizes podem variar de uma empresa para outra e conforme o destino final. Uma das exigências é o Atestado de Saúde do Animal, assinado por um profissional registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária.
Para o transporte internacional de animais, também serão solicitados outros dois documentos: o Certificado Veterinário Internacional (CVI), que deverá ser emitido para cada viagem que o animal for realizar, ou o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos, que poderá ser reutilizado em várias viagens. Ambos são emitidos de graça pelo Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Vale salientar que, para a concessão do passaporte, é obrigatória a identificação eletrônica do animal, por meio de um microchip.
As documentações possuem a finalidade de atestar as condições de saúde do animal e o cumprimento das condições sanitárias exigidas para o trajeto até o país de destino.
“A reflexão sobre a necessidade da viagem é ainda mais importante no caso do avião, pois o animal precisaria ficar mais tempo na caixa de transporte, no compartimento destinado aos animais, ou mesmo na cabine junto com os tutores, enfrentando diferença de pressão e barulho”, alerta Carolina Filippos.
Já quando se fala em viagens de navio, animais como passageiros são mais raros, afinal a maior parte das companhias não permite – a não ser nos casos de cães-guia.
Outras dicas
Independentemente do pet ser treinado e manter a calma durante viagens, uma precaução a ser tomada antes de sair de casa é providenciar uma identificação para a coleira do pet, inserindo nome, endereço e contato dos tutores.
Por fim, na visita ao médico-veterinário, este profissional também poderá auxiliar o tutor na montagem de um kit de primeiros socorros personalizado, de acordo com as características de cada pet. “Os medicamentos imprescindíveis vão depender do animal. De modo geral, podemos indicar analgésicos, antieméticos (contra enjoos), anti-histamínicos (para reações alérgicas), pomada cicatrizante e colírio lubrificante, sempre com exame prévio de um médico-veterinário para atestar que o pet está em condições de receber tais medicações”, explica Carolina.
Além de medicamentos, a médica-veterinária indica a inclusão de insumos para pequenos curativos, como soro fisiológico para lavagem de feridas, solução antisséptica, esparadrapo microporado, gazes e bandagem. Tudo isso contribuirá para uma viagem mais tranquila, com momentos de lazer para todos.
Comprar um seminovo não é tão simples como parece e pode ser. Os problemas começam quando alguns vendedores buscam esconder defeitos no automóvel para poder vendê-lo com um preço tentador, o que facilita o golpe em um consumidor mais desatento.
“Na hora de comprar um seminovo, não existe nada mais perigoso do que a expressão ‘amor à primeira vista’”, avalia Fabio Pinto, especialista em carros e CEO da Carflix (www.carflix.com.br), startup que conecta compradores e vendedores de seminovos por meio de uma plataforma interativa.
Fabio Pinto explica que se não estiver atento na hora de comprar um usado e não contar com um profissional de confiança durante a escolha, o consumidor pode ser enganado facilmente. “Você se apaixona por um carro ou pelo preço bem abaixo da concorrência, dá uma conferida e ele parece estar em ordem, mas depois da compra, em poucos meses, o automóvel passa a apresentar várias falhas e irregularidades incomuns. Isto sem falar em golpes em que o consumidor antecipa o pagamento para o vendedor e não recebe o seminovo de volta. Todo cuidado é pouco na hora de comprar um carro usado”, explica.
O CEO da Carflix aponta os 5 golpes mais comuns para quem busca comprar um carro usado e dá dicas para que o comprador não caia numa cilada.
Consórcio Sorteado/contemplado: Neste golpe, os vendedores anunciam um consórcio, já contemplado, disponível para aquisição. Basta o comprador pagar uma taxa de transferência de titularidade e outras taxas administrativas.
O esquema é comprovado para a vítima a partir de documentos falsos. Os golpistas desaparecem após o comprador fazer o pagamento da suposta taxa de transferência e na melhor das hipóteses a vitima acaba realmente entrando em um consórcio, mas terá que esperar o sorteio, como todos os outros participantes.
Esconder colisões: Quando uma batida compromete parte da lataria, é possível disfarçar para que não haja desvalorização do automóvel. Ao invés de fazer os reparos adequados, que são mais caros, coloca-se uma “massa” no local danificado e a pintura é feita por cima.
Para fugir desse golpe, é fundamental perceber a diferença de tonalidade do local onde houve a colisão e o restante do carro.
Quilometragem adulterada: adulterar a quilometragem é um dos golpes mais comuns. O ideal é que pedais, bancos, volante e câmbio não estejam nem muito gastos – indicando que o carro tem uma quilometragem maior do que parece – e nem muito novos – um revestimento muito novo pode ser feito a fim de mascarar desgastes.
Além disso, o Detran disponibiliza em seu site no estado de São Paulo as últimas inspeções realizadas no automóvel. O consumidor pode conferir as km das últimas vistorias e ver as fotos do carro durante essas vistorias.
Qualidade do pneu: a expressão “nem tudo que reluz é ouro” pode ser aplicada aos pneus. Os golpistas limpam e aplicam produtos como silicone e reparador para aparentar que são novos, mas na realidade foram trocados recentemente e possuem desgastes muito severos.
Procurar pneus de marcas conhecidas no mercado, tomar cuidado com os modelos remold, que colocam em risco a segurança do motorista e passageiros. Usar as marcações originais do pneu, chamado de TWI (Tread Wear Indicator), que é o indicador de desgaste de rodagem do pneu.
Veículo fantasma – entrada para segurar a venda: Os golpistas anunciam o veículo por preço abaixo do mercado e em condições mais atrativas do que a concorrência. Quando o interessado entra em contato, costumam informar que o veículo se encontra em outro estado e divulgam fotos do automóvel e até convidam o consumidor a olhar pessoalmente o carro.
Nos próximos contatos, os golpistas informarão que receberam uma oferta de outro interessado e que estão prestes a fechar a venda. Para enganar o consumidor, é informado que só podem segurar o negócio por meio de um depósito ou transferência bancária. Desesperado para não perder a oportunidade, o comprador faz o que o golpista pede e perde o dinheiro, pois o golpista irá sumir sem dar aviso.
Saiba o valor real praticado pelo mercado na venda e compra de veículos usados de acordo com as particularidades do automóvel e faça o melhor negócio
Vender um carro usado é uma prática muito comum entre os proprietários de veículos no Brasil, mas uma questão em particular impede que muitos proprietários de carros usados façam um bom negócio: “Afinal, quanto vale o meu carro atualmente?”. Pensando nisso, a KBB Brasil, empresa de cotação de carros novos e usados mais reconhecida dos Estados Unidos e presente no Brasil desde 2017, ensina como descobrir quanto vale o seu carro usado, seja para venda a particulares ou a revendedoras.
Para obter sucesso na venda de um seminovo, não basta ter um bom veículo e em bom estado de conservação, é preciso conhecer os preços de compra e venda praticados no mercado para não haver problema nas negociações. Porém, é um processo repleto de insegurança e dúvidas sobre as melhores práticas para não sair no prejuízo.
A primeira ação necessária para quem tem interesse em vender seu automóvel é saber o preço real do veículo. A partir disso, o usuário precisa decidir por qual meio será realizada a venda. É possível anunciar o veículo em sites, levá-lo a revendas e concessionárias ou mesmo a uma feira de automóveis para realizar uma venda particular sem ter de anunciar. Para cada uma das opções, a KBB explica as vantagens e como precificar seu veículo.
Vender para Revendedor
Quando se recorre a uma loja para a venda de um usado, o valor do veículo na maioria das vezes fica abaixo do valor descrito em tabelas de preço tradicionais, variando em razão do estado geral de conservação e da facilidade de comercialização do seu carro. Por outro lado, entregar o carro a uma revendedora de veículos oferece ao interessado velocidade maior na realização da venda.
Muitos quesitos são avaliados durante a venda de um automóvel usado para uma revendedora, como quilometragem, conservação, nível de equipamentos, cor, oferta e demanda do modelo em questão e alterações realizadas no veículo, bem como o valor dos impostos e outras despesas com que a loja terá de arcar para ter lucro ao negociar o veículo.
Para evitar frustrações e com o objetivo de ajudar os proprietários de veículos a compreender o preço oferecido pelas revendas na sua região, a KBB oferece aos usuários o valor do veículo em revendas, sendo possível selecionar quaisquer opções e itens adicionais presentes no carro.
Vender para Particular
A venda por meio de pessoa física pode tornar o negócio mais vantajoso, permitindo ao vendedor negociar seu veículo por um valor maior. Ao mesmo tempo, por esse meio pode haver uma demora maior para concretizar a venda, além de riscos maiores na negociação.
As maneiras convencionais de precificação de carro fornecem um valor genérico do veículo, além de não contemplar o estado de conservação e rodagem do automóvel, seus itens de série e opcionais ou mesmo o preço de acordo com a região geográfica. E a demanda que há para aquela cor naquele local específico. Isso já fez muita gente perder dinheiro à toa.
Saber essas informações permite realizar o melhor negócio. Para isso, a KBB oferece todas as variações do preço de um carro, tanto na compra quanto na venda, mensurando, por exemplo, como as características e a quilometragem interferem no valor dependendo da região do País em que ele é negociado.
Vender através de Classificados
As chances de vender o carro mais rápido aumentam ao expor o veículo em um ou mais classificados online, mas mesmo assim, pode demorar. O preço oferecido no veículo pode variar de acordo com a pressa do vendedor. E cai na mesma proporção da urgência dele.
Mesmo conseguindo alcançar mais pessoas com os anúncios e com mais flexibilidade e autonomia na negociação do veículo, há o risco de não conhecer o comprador interessado, que tanto pode ser alguém idôneo como um estelionatário de carteirinha. Nesse caso, é recomendável que se marque um encontro em local público e apenas entregar o veículo quando a transferência financeira for realizada e o documento de transferência estiver devidamente assinado.
Independentemente do método escolhido para realizar a venda de um veículo seminovo ou usado, no site www.kbb.com.br é possível avaliar gratuitamente o valor real do automóvel praticado no mercado com o Preço KBB™. E também pesquisar o preço mais correto do modelo zero quilômetro em que se está de olho, algo que nenhuma outra tabela no mercado oferece.
A empresa conta com uma equipe de analistas especializados em gerar informações precisas para a negociação, dispondo de mais de 2 milhões de dados sobre preços de carros novos e cotações de usados, com base em transações reais e não em valores de venda anunciados. Com big data e tecnologia de ponta, os consumidores brasileiros podem ter acesso ao valor real do veículo de acordo com suas especialidades e evitar perdas financeiras ou frustrações durante as vendas.
tyll Baby explica a forma correta de usar a cadeirinha para automóvel para maior segurança e conforto das crianças
Na hora de sair de casa com as crianças, os pais sempre fazem um checklist mental: fralda, leite, lenço umedecido… E por aí vai. E um dos itens que não podem passar despercebido nesse momento é a cadeirinha para o carro. É ela quem garante a segurança dos filhos, então é uma peça de suma importância. Entretanto, muitas vezes ela até é usada, mas de maneira incorreta. Pensando nisso, a Styll Baby, empresa especializada em criança e bebê, preparou uma lista com os erros mais comuns ao usar a cadeirinha. Confira:
1)Instruções de uso: antes de colocar a cadeirinha ou o bebê conforto no carro, leia as instruções do fabricante. Mesmo se não for a primeira vez em que for usar. Cada marca tem especificações diferentes. Muitas vezes, por ser o segundo filho, os pais tendem a ir no modo automático, repetindo como fez da primeira vez, mas vale a pena começar do zero.
2) Instalação: após ler o Manual de instruções, faça o passo a passo para instalar a peça conforme as indicações do fabricante. Lembre-se que cada marca tem indicações especificas. De nada adianta usar a cadeirinha se ela estiver instalada de maneira incorreta.
3) Cinto de segurança: não deve estar folgado nem tampouco muito justo, ao ponto de machucar a criança. Adquira uma cadeira com cinto com alarme, como a Cadeira Auto Alarma Styll Baby. Assim, fica fácil saber se a criança se solta sozinha, o que dá a chance aos pais de colocarem o cinto novamente, evitando possíveis acidentes.
4) Lado certo: o jeito certo de levar o bebê conforto é de costas para o banco traseiro. Caso queira ver a criança, a sugestão é usar um retrovisor acoplável, assim a peça continua sendo usada do lado correto.
5) De acordo com a idade: Não vale postergar o uso do bebê conforto para adiar a compra da cadeirinha. O assento não pode ser nem muito grande e nem muito pequeno, precisa ser do tamanho ideal. Cada cadeirinha serve para uma fase da criança (idade, altura e peso), de acordo com as regras e certificações do Inmetro e do Conselho Nacional de Trânsito (Contran):
O bebê conforto deve ser usado por crianças de até 1 ano:
Grupo 0+: até 13kg, 0,80 m de altura.
A cadeira de segurança deve ser usada por crianças de 1 a 4 anos:
Grupo 1: de 9 kg a 18 kg, 1m de altura, 32 meses;
Grupo 2 / Grupo 3: de 15 kg a 36 kg, 1,30 m de altura, 7,5 anos;
6) Acessórios: os pais, principalmente os de primeira viagem, se preocupam em comprar vários acessórios para usar no carro, como apoio para cabeça, almofadinha protetora do cinto de segurança. Mas o erro aqui é usar acessórios que podem prejudicar a performance da cadeirinha. Por isso, confira sempre o Manual antes de sair às compras.
7) Só desta vez: não existe o “Só desta vez” para livrar a criança da cadeirinha. Pode ser para um trajeto de 5 minutos, até a padaria mais próxima, ou até a escolinha, ou até a casa da vovó. Segurança é primordial, independente de quanto tempo o pequeno vai ficar dentro do carro.
8) Carro em movimento: jamais tire a criança da cadeirinha ou do bebê conforto com o veículo em movimento, nem que seja para amamentar ou trocar uma fralda premiada. Na cidade, pare assim que possível. Na estrada, siga até o próximo acostamento ou parada. Dessa forma, a proteção da criança está garantida!
9) Sempre cabe mais um: parece lógico colocar todas os amiguinhos ou primos em um carro só quando o destino é o mesmo, sem cadeirinha, já que ela ocupa mais espaço – e cabem mais crianças apertadinhas sem a peça. Mas os assentos específicos para elas existem por um único motivo: proteção. Não importa se o caminho são apenas duas quadras. Todas as crianças precisam sempre ir no assento adequado ao seu tamanho, independente de quantas viagens os pais ou responsáveis tenham que fazer para transportar todas em segurança.
10) Carro da mamãe e carro do papai: se existem dois ou mais carros na residência, o ideal é ter um assento para a criança em cada automóvel. Caso a ideia não seja possível, todas as vezes em que o pequeno for sair, precisa mudar a cadeirinha de carro. Isso serve também para finais de semana, no caso de pais separados, ou até férias, na casa dos avós. Onde a criança estiver, a cadeirinha precisa estar junto.
11) Não retirar cedo demais: existem as fases para uso da peça. Primeiro, o bebê conforto. Depois a cadeirinha e depois o booster, ou assento de elevação. A maioria das crianças usa o último até os 10 anos, dependendo da altura e peso. Não tire a criança antes da hora. O motivo “não quero mais” não é suficiente para garantir a segurança, lembre-se disso antes de liberar o banco do carro. A criança está pronta para sair do assento quando conseguir apoiar as costas no encosto e dobrar o joelho na borda do banco sem deslizar para frente.
12) Agasalhos na medida certa: a culpa pode ser do inverno, de um resfriado ou do ar condicionado do carro. Mas o fato é que as crianças sempre estão muito bem agasalhadas. Para que o pequeno não fique desconfortável, deixe a cadeira e o cinto de segurança ajustados de acordo com a quantidade de roupas, já que todas as cadeirinhas têm esse tipo de ajuste. Muito melhor do que tirar uma blusa e deixar a criança com frio.
13) Bebê no colo: a tentação é grande em ficar com o recém-nascido o tempo inteiro no colo, ainda mais se ele estiver chorando. Mas o modo correto é sair da maternidade com a criança já no bebê-conforto, já que os braços (da mãe, do pai, dos avós…) não oferecem a proteção necessária, diferentemente da peça – e vale lembrar que isso é lei!
14) Proibido o banco da frente: o maior sonho das crianças é poderem sentar-se no banco da frente. Mas não pode! Lugar de criança é no banco de trás, e com o assento indicado para a idade!
15) Independência na hora certa: outro erro comum é quando os pais permitem que a criança se coloque sozinha na cadeira, sem a supervisão de um adulto. Após a criança sentar-se, é necessário conferir se o cinto está fechado corretamente, coisa que só um adulto pode verificar.
16) Economia: ao comprar a cadeirinha, não pense que é um gasto a mais, mas sim que é um investimento na segurança e na vida do seu filho. Procure um produto de uma marca reconhecida no mercado de puericultura, como a Styll Baby. Pesquise os preços, claro, mas confira, principalmente, se a peça está dentro dos padrões e se tem a certificação do Inmetro.
A Styll Baby, empresa que tem como objetivo crescer junto com o seu filho, tem uma variedade de assentos que acompanham o crescimento e o desenvolvimento das crianças. Confira:
Bebê Conforto GO+ (até 13kg)
10mm de espuma, que proporciona maior conforto para a criança
Mais seguro, é equipado com cinto de segurança de 3 pontos
Acompanha cobertura protetora (capota) removível
Possui tecido acolchoado e antialérgico, facilmente removível para lavagem
Disponível nas cores: vermelho mesclado, grafite mesclado, branco mesclado, rosa mesclado, azul bebê mesclado e azul mesclado. Há também opções com duas cores: grafite e cinza, preto e grafite, vermelho e grafite, preto e vermelho, grafite e vermelho e preto e cinza.
Cadeira Auto Alarma G1/G2/G3 (9 a 36kg)
Cinto de segurança com alarme sonoro que alerta os pais caso a criança o desate
10mm de espuma, que proporciona maior conforto para a criança
Mais seguro, é equipado com cinto de segurança de 5 pontos
Possui ajuste de altura no protetor de cabeça que acompanha o crescimento da criança
Sua base destacável transforma-se em assento de elevação
Possui tecido acolchoado e antialérgico que é facilmente removível para lavagem