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  • Como as cores podem aumentar a autonomia dos veículos elétricos

    É sabido que as cores podem influenciar o humor, as reações e até quantas curtidas as pessoas recebem nas mídias sociais. Agora, a Ford também estuda o seu uso para aumentar a autonomia dos veículos elétricos, controlando a sensação térmica dos passageiros – veja no vídeo.

    O estudo é realizado no Centro de Testes Ambientais da Ford em Colônia, Alemanha – também chamado de Fábrica do Tempo, por reproduzir os mais variados climas do planeta – com o novo micro-ônibus conceito elétrico Transit Smart Energy Concept, de 10 lugares. Usando a iluminação ambiente para fazer os passageiros se sentirem mais quentes (com luzes vermelhas) ou mais frios (com luzes azuis), ele economiza energia na climatização para o veículo poder rodar mais quilômetros.

    Pesquisas do Laboratório Nacional de Energia Renovável dos EUA mostram que o uso do ar-condicionado pode reduzir em até 50% a autonomia de um carro elétrico a bateria. Veículos maiores, como micro-ônibus, exigem mais energia para manter o conforto térmico dos passageiros.

    “A exposição à cor pode mudar o nosso humor de várias maneiras. Aqui, trata-se simplesmente de usar iluminação ambiente vermelha dentro do veículo para fazer as pessoas se sentirem mais quentes e iluminação azul para elas se sentirem mais frias. Reduzir a carga do ar-condicionado pode fazer uma diferença significativa na autonomia do veículo”, diz Lioba Muller, engenheira de iluminação da área de Arquitetura de Veículos da Ford Europa.

    Nos testes, passageiros participaram da simulação de um dia de inverno a 0°C e de um dia de verão a 30°C, e foram solicitados a classificar o seu nível de conforto térmico – enquanto o motorista monitorava a temperatura de todos os bancos por uma tela no console. O veículo possui controle térmico individual para cada passageiro. Em ambos os casos o uso da cor na iluminação ambiente reduziu o consumo de energia, em 3,3% na refrigeração e 2,5% no aquecimento.

    A Transit Smart Energy Concept traz ainda outras inovações para otimizar o uso da energia: seis painéis solares no teto para alimentar os sistemas elétricos de bordo; um sistema inovador de recuperação de calor do sistema de tração capaz de estender em 20% a autonomia do veículo; janelas com vidros duplos ventilados para isolação térmica; isolação no piso e no teto; porta elétrica deslizante com abertura limitada para reduzir a perda de calor – que desliga automaticamente o ar-condicionado quando é aberta; e um divisor de policarbonato na porta dos passageiros para reduzir a perda térmica.

  • Mitos e verdades sobre as lâmpadas automotivas

    Tungsram, fabricante das lâmpadas automotivas GE, aponta alguns cuidados para a melhor utilização dos componentes de iluminação

    Seja de moto, carro ou caminhão, é importante que o motorista não enfrente problemas com os componentes do veículo durante o seu percurso. Muitas vezes, deixado em segundo plano, o cuidado com as lâmpadas automotivas é essencial para a correta sinalização, iluminação e segurança, colaborando, assim, para evitar acidentes. 

    Além disso, utilizar produtos de qualidade, que oferecem maior durabilidade, permite que trocas sejam feitas com menos frequência. “Essas lâmpadas têm benefícios adicionais de durabilidade, luminosidade, cor e resistência à vibração, garantindo uma condução segura e melhor iluminação nas estradas. A Tungsram também investe em um design inovador, que melhora o desempenho de direção em momentos de baixa visibilidade”, explica Mario Morelli, diretor da BR Light, distribuidora GE e Tungsram para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, além dos estados do Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

    Linha de produção Tungsram

    Para a melhor utilização e durabilidade das lâmpadas automotivas, a Tungsram aponta alguns mitos e verdades. Confira:

    • O ideal é que as lâmpadas sejam trocadas em pares

    Verdade. As lâmpadas devem ser trocadas ao mesmo tempo, mesmo se apenas uma delas queimou, pois isso indica que a outra também está perto do fim de sua vida útil. Além disso, a intensidade luminosa de uma lâmpada nova é maior que de uma antiga. Assim, se apenas uma for trocada, elas não estarão corretamente alinhadas uma com a outra.

    • A variação de tensão do carro interfere diretamente na vida útil da lâmpada

    Verdade. Sempre que possível, é importante fazer manutenção preventiva do sistema elétrico do carro, para saber se a bateria está carregando todos os componentes corretamente. Se o sistema não estiver bem regulado, pode levar à queima das lâmpadas.

    • Lâmpadas com maior intensidade luminosa podem ofuscar a visão dos outros motoristas.

    Mito. A causa do incômodo em outros motoristas é a utilização de lâmpadas não adequadas ao modelo do farol do carro. É preciso respeitar a voltagem da lâmpada original e o alinhamento correto do direcionamento da luz. Além disso, lâmpadas de má qualidade também podem ofuscar a visão.

    “Vemos que optar por uma marca reconhecida é essencial para o melhor funcionamento do sistema de iluminação do veículo. As lâmpadas Tungsram se destacam pelo seu brilho, qualidade e durabilidade. Com mais de 120 anos de atuação, sendo 60 anos no setor automotivo, entregamos produtos que atendem os requisitos técnicos originais”, finaliza Paulo Moscatelli, diretor da GLA, distribuidora GE e Tungsram para a região Sul e estado de São Paulo.

  • Novo livro da Turma da Mônica Jovem traz história do outro mundo

    Obra será um dos grandes lançamentos na 19ª Bienal do Rio de Janeiro

    Neste livro, a Turma da Mônica Jovem conhece a história de Patrícia, uma garota que conta sua recém-chegada ao “outro mundo”, registrada no livro best-seller chamado Violetas na Janela. A obra já vendeu mais de dois milhões de exemplares.

    “Turma da Mônica Jovem conhece Violetas na Janela” já está fazendo um grande burburinho entre seguidores e fãs da turma jovem, e será um dos grandes lançamentos da Petit Editora para a 19ª Bienal do Rio de Janeiro.

    Compartilhando aventuras, encontros e reencontros repletos de curiosidades, o livro traz belas reflexões sobre como encarar este momento, lembrando-nos, de forma divertida, de que devemos valorizar ainda mais a nossa vida.

    André, que é primo do Cascão, reencontra os jovens e narra as aventuras de Patrícia após a morte do corpo físico. A turma se encanta com tudo o que ela encontrou por lá. E o mais surpreendente é que descobrem um mundo semelhante ao nosso:

    André contou que, quando Patrícia finalmente saiu do hospital, ela viu um jardim de flores do lado externo. Havia muita vegetação, aves e uma linda harmonia na natureza. E foi aí que recordou que existiam colônias espirituais acima das cidades da Terra. – Página 29

    Parceiras de longa data, a Boa Nova Editora e Mauricio de Sousa Produções, desde 2014, vêm lançando livros para os fãs da Turma da Mônica, que já venderam cerca de 350 mil exemplares, explorando temas que falam de amizade, caridade, humildade, lições de amor ao próximo, e muitos outros.

    Lançamento e sessão de autógrafos do livro “Turma da Mônica Jovem conhece Violetas na Janela” com Mauricio de Sousa e os autores Ala Mitchell, Luis Hu Rivas e a médium Vera Lucia Marinzeck de Carvalho, domingo dia 01/09/2019, às 11h, no estande da Boa Nova Editora, localizado no Pavilhão 3 Azul, Ruas G10/I10, próximo ao Café Literário.

    Na ocasião, serão lançadas as obras, “Turma da Mônica Jovem conhece Violetas na Janela” e “Chico Bento – Além da Vida”. A sessão tem um número de senhas limitado, serão 50 senhas no total, referentes às duas obras. É necessário retirar no dia do evento com antecedência, no estande da Editora Boa Nova.

    Ficha Técnica

    Livro: “Turma da Mônica Jovem conhece Violetas na Janela”

    Autor: Luis Hu Rivas, Ala Mitchell e Mauricio de Sousa
    Gênero: Infantojuvenil

    Formato: brochura

    Páginas: 96

    ISBN: 978-85-7253-349-2

    Preço de capa: R$ 33,90

  • Como as emoções afetam nossas escolhas alimentares?

    Você sabia que a sua alimentação pode estar sendo afetada pelos seus sentimentos? E que, talvez, esses sentimentos – estresse, ansiedade, depressão – estejam dificultando hábitos mais saudáveis e até a perda de peso? Segundo a psicóloga clínica, especialista em saúde focada em emagrecimento, nutrição emocional e comportamental, Dra. Daiana Peixé, nossas emoções afetam nossas escolhas porque o ser humano é guiado por duas forças: a busca pelo prazer e o medo da dor. 

    A consequência disso, é nossa tendência em optar por alimentos que estejam associados ao prazer, ao afeto, alimentos que preencham aquela determinada necessidade emocional, e se não estivermos atentos, isso pode causar não só o ganho de peso como também outros problemas relacionados a má alimentação.  “É por isso que as nossas emoções afetam tanto as nossas escolhas, inclusive alimentares. Se não estamos bem emocionalmente, automaticamente vamos buscar alternativas que ajudem a melhorar aquela situação, e na grande maioria das vezes a opção escolhida é por um prazer imediato, que não é tão saudável”, avalia a terapeuta.

    Vamos usar aqui o seguinte exemplo: Você chega em casa após um dia cansativo de trabalho e pede uma pizza. Automaticamente, seu cérebro associa esse ato a algo bom, como uma “recompensa”, sendo assim, da próxima vez que você chegar em casa cansado, sua mente pedirá automaticamente por aquela recompensa. De acordo com a Dra. Daiana, são essas escolhas emocionais que acabam fazendo com que a pessoa entre em um ciclo vicioso de dopamina e serotonina, atrelando imediatamente aquele alimento ao prazer. “Isto acontece porque quando pensamos em determinado alimento, seja ele doce ou fritura (nossas escolhas mais comuns), temos uma descarga da dopamina, que é o prazer imediato, seguido de uma descarga de serotonina, que é o prazer de recompensa”, explica. 

    E por que o nosso cérebro entende isso como “recompensa”? Simples. Ao escolher a pizza, para compensar – mesmo que inconscientemente – a dor e o cansaço, e ainda ter o prazer imediato ao saborear, você acaba criando um hábito. Ou seja, automaticamente o seu cérebro vai atrelar a pizza a uma “recompensa” quando seus dias forem cansativos. Isso serve para explicar aquele seu desejo enorme por alimentos ricos em açúcar e fritura. “É por causa desse ciclo de recompensa que as pessoas criam hábitos de comer um doce após o almoço, um chocolate quando se sentem tristes, uma coxinha para aliviar o estresse. É graças a este “prazer” que o nosso cérebro cria uma imagem e associa aquilo a algo bom. O grande problema, ocorre quando temos a queda da dopamina, pois, esse ciclo inicia novamente, tornando algo incontrolável”, complementa.

    Se você está com tal problema, a primeira coisa a ser feita para melhorar este cenário, é identificar a situação pela qual você está buscando aquele alimento, se é por necessidade física ou se é emocional. Isto feito, é preciso desenvolver novos hábitos, os quais vão ter o mesmo efeito de prazer causado pelo ciclo de dopamina e serotonina. Caso você venha a ter muita dificuldade, o aconselhado é procurar ajuda de um especialista.  “É importante ter consciência quando você sente fome, parar e se perguntar se você está realmente sentindo aquilo. Se a resposta for sim, tente analisar se é uma fome “física”, que precisa ser saciada para nutrir o seu corpo, ou se é fome “emocional”, aquela que você nutre a sua alma. Nem sempre é fácil ter essa consciência, muitas vezes precisamos de ajuda, e o ideal é sempre procurar um especialista para te orientar”, finaliza Daiana.

    8 passos para você criar novos hábitos alimentares

    1.         Decida qual ciclo você prefere seguir: o do prazer da comida ou da vida saudável;

    2.         Tenha consciência sobre sua fome emocional; avalie o ato, mostrando os ganhos imediatos e secundários de cada decisão;

    3.         Faça substituições saudáveis.

    4.         Aprenda a mudar sua relação com o alimento que o fez entrar nesse ciclo.

    5.         Ria! Rir ajuda a aumentar os níveis de dopamina. Veja filmes de comedia, se divirta mais.

    6.         Treine sua consciência alimentar.

    7.         Visualize sempre as recompensas imediatas e tardias de suas escolhas.

    8.         Se não estiver conseguindo, procure ajuda.

  • 5 golpes mais comuns na hora de comprar um carro usado

    Comprar um seminovo não é tão simples como parece e pode ser. Os problemas começam quando alguns vendedores buscam esconder defeitos no automóvel para poder vendê-lo com um preço tentador, o que facilita o golpe em um consumidor mais desatento. 

    “Na hora de comprar um seminovo, não existe nada mais perigoso do que a expressão ‘amor à primeira vista’”, avalia Fabio Pinto, especialista em carros e CEO da Carflix (www.carflix.com.br), startup que conecta compradores e vendedores de seminovos por meio de uma plataforma interativa.  

    Fabio Pinto explica que se não estiver atento na hora de comprar um usado e não contar com um profissional de confiança durante a escolha, o consumidor pode ser enganado facilmente. “Você se apaixona por um carro ou pelo preço bem abaixo da concorrência, dá uma conferida e ele parece estar em ordem, mas depois da compra, em poucos meses, o automóvel passa a apresentar várias falhas e irregularidades incomuns. Isto sem falar em golpes em que o consumidor antecipa o pagamento para o vendedor e não recebe o seminovo de volta. Todo cuidado é pouco na hora de comprar um carro usado”, explica.

    O CEO da Carflix aponta os 5 golpes mais comuns para quem busca comprar um carro usado e dá dicas para que o comprador não caia numa cilada.

    Consórcio Sorteado/contemplado: Neste golpe, os vendedores anunciam um consórcio, já contemplado, disponível para aquisição. Basta o comprador pagar uma taxa de transferência de titularidade e outras taxas administrativas.

    O esquema é comprovado para a vítima a partir de documentos falsos. Os golpistas desaparecem após o comprador fazer o pagamento da suposta taxa de transferência e na melhor das hipóteses a vitima acaba realmente entrando em um consórcio, mas terá que esperar o sorteio, como todos os outros participantes.

    Esconder colisões: Quando uma batida compromete parte da lataria, é possível disfarçar para que não haja desvalorização do automóvel. Ao invés de fazer os reparos adequados, que são mais caros, coloca-se uma “massa” no local danificado e a pintura é feita por cima.

    Para fugir desse golpe, é fundamental perceber a diferença de tonalidade do local onde houve a colisão e o restante do carro.

    Quilometragem adulterada: adulterar a quilometragem é um dos golpes mais comuns. O ideal é que pedais, bancos, volante e câmbio não estejam nem muito gastos – indicando que o carro tem uma quilometragem maior do que parece – e nem muito novos – um revestimento muito novo pode ser feito a fim de mascarar desgastes.

    Além disso, o Detran disponibiliza em seu site no estado de São Paulo as últimas inspeções realizadas no automóvel. O consumidor pode conferir as km das últimas vistorias e ver as fotos do carro durante essas vistorias.

    Qualidade do pneu: a expressão “nem tudo que reluz é ouro” pode ser aplicada aos pneus. Os golpistas limpam e aplicam produtos como silicone e reparador para aparentar que são novos, mas na realidade foram trocados recentemente e possuem desgastes muito severos.

    Procurar pneus de marcas conhecidas no mercado, tomar cuidado com os modelos remold, que colocam em risco a segurança do motorista e passageiros. Usar as marcações originais do pneu, chamado de TWI (Tread Wear Indicator), que é o indicador de desgaste de rodagem do pneu.

    Veículo fantasma – entrada para segurar a venda: Os golpistas anunciam o veículo por preço abaixo do mercado e em condições mais atrativas do que a concorrência. Quando o interessado entra em contato, costumam informar que o veículo se encontra em outro estado e divulgam fotos do automóvel e até convidam o consumidor a olhar pessoalmente o carro.

    Nos próximos contatos, os golpistas informarão que receberam uma oferta de outro interessado e que estão prestes a fechar a venda. Para enganar o consumidor, é informado que só podem segurar o negócio por meio de um depósito ou transferência bancária. Desesperado para não perder a oportunidade, o comprador faz o que o golpista pede e perde o dinheiro, pois o golpista irá sumir sem dar aviso.

  • Sexo casual: prazer, lazer ou sofrimento?

    Prática de sexo casual oferece mais benefícios ou mais prejuízos, questões que ainda causam dúvidas entre quem escolhe este tipo de relação

    Apesar das críticas e da falácia negativa em torno dos sites de encontros, a internet e as novas ferramentas da Tecnoclogia da Comunicação e Informação (TIC) fizeram renascer as buscas por parceiros, usando os aplicativos. Fotos sem roupa são mais que comuns pelas redes sociais e a cultura do engate vive uma nova era. Vai dos aplicativos pelos smartphones, que permitem encontrar alguém próximo, aos sites de namoro e sexo casual como o C-date (www.c-date.com.br). Apesar de parecer ser um tabu, este modelo de sexo consentido entre duas pessoas e que não pretendem uma relação emocional profunda ganhou muitos adeptos, especialmente no Brasil.

    Há ainda quem diga que o sexo casual, parente pobre da sexualidade humana, não é tão inofensivo e livre quanto o seu cariz moderno quer fazer parecer, mas o certo é que boa parte das pessoas procuram satisfazer suas necessidades sexuais em encontros diários, quando numa festa, numa balada, num restaunrante, num bar ou por ai, nas ruas, praças, no transporte público ou quando estão parados no trânsito infernal das grandes cidades. Será? Para a sexóloga e consultora do C-date, Carla Cecarello, sim. Isso de fato ocorre. “As pessoas entenderam que o sexo não é algo ruim e tampouco ir para a cama com alguém que conheceu recentemente também não precisa ser uma dor de cabeça”, afirma a sexóloga.

    Desde 2009 já se questionava se as relações de “friends with benefits” ou “amigos coloridos ou amigos com benefícios para ambos” seriam emocionalmente nefastas. Depois de mais de 1000 entrevistas a jovens adultos americanos, com uma média de idades de 20 anos, concluiu-se que não. Naquela ocasião, a constatação foi de que quem optava por sexo casual corria os mesmos riscos do que quem tem sexo apenas num contexto de relacionamento amoroso (namoro, casamento, relação estável, etc). Já em 2014, outro estudo publicado no ‘Journal of Sex Research’, com estudantes heterossexuais entre os 18 e 20 anos, concluiu que o sexo casual era negativamente associado a bem estar psicológico e positivamente associado a alterações emocionais, ou seja, poderia aumentar o risco de danos psicológicos.

    Em 2015, uma nova pesquisa foi feita para tentar isolar fatores e verificar se o sexo casual poderia deixcar marcas invisíveois nos corações e cabeças de quem o pratica. Para tanto, estudou se a autonomia ou a falta dela nos encontros. Quanto a “autonomia” entenda-se a atração pela outra pessoa; a vontade de explorar a sua sexualidade; uma forma de aprendizagem. Por “não autonomia”, a pessoa estar bebada ou inconsciente de suas práticas e atos, assim como querer mais do que a simples relação sexual; ou ter sexo com alguém por vingança contra outrem. Neste caso, a conclusão foi de que os sujeitos que praticam sexo casual de forma autônoma não são afetados pela falta de ligação ao outro. Os demais sentem um decréscimo no seu bem estar ou autoestima.

    Para a sexóloga Carla Cecarello é necessário que as pessoas compreendam a ação e a prática. Decidir pelo sexo casual sem a segurança de que o sexo começa e termina no mesmo dia, local e pessoa, pode ser prejudicial. “Como em tudo na vida, há benefícios e riscos. Mas se a pessoa sabe o que quer e como quer o sexo casual pode ser saudável e trazer benefícios. Já sea pessoa não tem tanta cereteza, isso pode ser negativo”, afima a consultora do C-date. Para a sexóloga, a quebra do tabu significa antes de tudo que uma grande parte das pessoas, em especial as mulheres, compreendeu que podem tomar à frente quando o assunto é sexo, mas isso não significa que os comportamentos tenham mudado em relação as questões sentimentais. “Isso quer dizer que a prática de sexo casual é para quem não quer compromisso sério, senão não é recomendável fazê-lo”, diz Carla.

    O sexo casual afeta diferentes pessoas de diferentes formas, o significa que ele não é intrinsecamente bom ou mau. O que somos, como o fazemos e porque o fazemos são fatores críticos para compreender os efeitos do sexo sem compromisso. Enquanto sociedade, temos ainda muita dificuldade em aceitar que o sexo possa ser vivido prazerosamente fora do desenho das relações. Por essa razão, a noção de amor romântico, que acasala para a vida, está cada vez mais longe dos desejos e pulsões que naturalmente sentimos e que o mundo nos incita, cada vez mais, a sentir e agir sobre. Não é, por isso, de estranhar, o surgimento de novas formas de relação e de família.

    Parece difícil conceber que alguém queira sexo casual como modo de vida, como se todos tivéssemos de procurar o mesmo e nos satisfazermos de igual modo. Por essa razão surgiram também novas expressões que permeiam as relações sociais como ‘one night stand’, ou ‘fuck buddy’ , ‘booty call’, ‘sex with an ex’. Apesar das expressões serem para um público definido e que sabe o que faz, boa parte das pessoas já fizeram, mesmo quando sequer imaginavam estar fazendo o que essas expressões remetem. O sexo com um estranho (ou mesmo com um amigo) leva a entender que é um pecado, que é uma ação errada ou que a sociedade irá condenar por tal prática. Por isso, quem entra deve ter em conta que é preciso estar ciente sobre os resultados de tal decisão.

  • Perigos e riscos da automedicação por meio do “Dr. Google” 

    O Dr. Gustavo Eder Sales, cardiologista do Hospital Albert Sabin, explica os riscos de se automedicar com “dicas” da internet. 

    Atualmente, 3,2 bilhões de pessoas acessam diariamente a internet no mundo. A grande maioria utiliza a ferramenta de busca Google como forma de acesso a informações sobre os mais diversos assuntos e interesses, e muitos desses internautas procuram respostas sobre variadas doenças.

    Um recente levantamento realizado pelo Google, com o objetivo de saber como os brasileiros pesquisam e consomem conteúdo de saúde na própria plataforma e no YouTube, mostrou que o índice de pessoas que utilizam esses recursos como primeira fonte de informação em casos de problemas de saúde, chega a 26%, próximo aos que buscam imediatamente um médico, com 35%.

    “É sabido que a internet possui muitas inverdades para diversos assuntos, sendo esse o principal risco a que se expõe a pessoa que procura orientação no “Dr. Google” ou até mesmo em sites confiáveis, porém, a coleta e interpretação das informações não serão eficazes como as feitas por profissional médico.”, adverte o cardiologista do Hospital Albert Sabin, Dr. Gustavo Eder Sales.

    Como principal risco da utilização de tais informações está a automedicação, sempre gravíssima, pois, pode-se desenvolver intoxicações, prejudicar diagnósticos e ainda lesionar órgãos, não acometidos até o momento, pelo uso indevido de fármacos.

    “Como exemplo, cito um fato ocorrido recentemente na UTI do nosso hospital. O paciente apresentava um quadro de cefaleia (dor de cabeça) e se medicava em domicílio por meio de “dicas” adquiridas na internet e outras fontes. Após dois ou três dias de automedicação procurou o hospital, pois, não apresentava melhora do quadro e, pior, havia evoluído. Foi então diagnosticado com meningite bacteriana, insuficiência renal aguda e outras patologias que culminaram com o óbito em menos de 24 horas de internação. Se este paciente procurasse atendimento médico no início dos sintomas, fosse diagnosticado e medicado adequadamente, certamente teria sua vida salva” desabafa o Dr. Sales.

    Muitas vezes, o paciente faz a busca pelos sintomas e, de imediato, encontra o suposto diagnóstico. Porém, não leva em consideração que um mesmo sintoma pode estar associado a diferentes patologias e que cada pessoa é única. A coleta de informações a respeito de doenças em sites confiáveis não deixa de ser válida, contudo, desde que seja por pura e tão somente fonte de conhecimento, deixando o diagnóstico e a prescrição de remédios sempre a cargo de um médico.

    “Quando o paciente nos procura trazendo informações de suas pesquisas na internet, em nada nos atrapalhará, pois, detendo o conhecimento adequado e específico, não nos influenciaremos. Porém, se o indivíduo se utiliza de tais informações para modificar o tratamento, colocará sua saúde e até sua vida em risco”, finaliza o Dr. Gustavo.

    Hospital se torna referência na zona oeste de São Paulo.

    Com 40 anos de experiência, Hospital Albert Sabin passa por revitalização completa e se posiciona como principal polo de saúde da Lapa e região.

    O  Hospital Albert Sabin foi totalmente reformulado, e conta agora com uma infraestrutura completa, com a maior comodidade possível, fator que ajuda amenizar as patologias, pois o bem-estar dos pacientes é fundamental para o sucesso de cada tratamento.

    Hoje, totalmente humanizada, a UTI conta com 18 leitos, sendo 2 de isolamento (1 com pressão positiva e outro com pressão negativa), capaz de atender qualquer tipo de patologia com segurança. Além da UTI, o HAS está finalizando a revitalização da fachada, que será totalmente acessível a deficientes físicos e visuais, incluindo piso tátil e rampas para o acesso a cadeirantes. 

    Com excelência de atendimento e Certificado Nacional de qualidade, o HAS oferece também total segurança em seu Centro Cirúrgico, que dispõe de avançados recursos tecnológicos, com instalações completas. Realiza exames laboratoriais de imagens e cardiológicos, conta com equipe de nutricionistas, atendimento 24 horas em diversas especialidades médicas, incluso suporte fisioterapêutico.

    Entre os serviços de diagnose e terapia, o hospital –  novamente com o que há de mais moderno em equipamentos e com extrema qualidade profissional – oferece Exames Laboratoriais, Anatomia Patológica, Broncoscopia, Colonoscopia, Doppler Transcraniano, Ecocardiograma, Ecodoppler, Eletrocardiograma, Endoscopia Digestiva Alta, Hemodinâmica, Prova de Função Pulmonar, Quimioterapia, Radiologia em Geral, Ressonância Magnética/Angiorressonância, Tomografia Computadorizada/Angiotomografia e Ultrassonografia.

    Concluindo sua estrutura, o Hospital Albert Sabin ainda dispõe de amplo Pronto Atendimento clínico e ortopédico, Internações eletivas e de urgência, e cirurgias nas mais diversas especialidades. Tudo com a busca incessante da satisfação total de todos os usuários, sejam pacientes, médicos ou visitantes. 

    Serviço

    Endereço

    Rua Brigadeiro Gavião Peixoto, 123 – Lapa – São Paulo – SP

    Central de atendimento

    (11) 3838 4655

    Site

    http://www.hasabin.com.br

  • Descubra como não perder dinheiro na venda do seu carro usado

    Saiba o valor real praticado pelo mercado na venda e compra de veículos usados de acordo com as particularidades do automóvel e faça o melhor negócio

    Vender um carro usado é uma prática muito comum entre os proprietários de veículos no Brasil, mas uma questão em particular impede que muitos proprietários de carros usados façam um bom negócio: “Afinal, quanto vale o meu carro atualmente?”. Pensando nisso, a KBB Brasil, empresa de cotação de carros novos e usados mais reconhecida dos Estados Unidos e presente no Brasil desde 2017, ensina como descobrir quanto vale o seu carro usado, seja para venda a particulares ou a revendedoras.

    Para obter sucesso na venda de um seminovo, não basta ter um bom veículo e em bom estado de conservação, é preciso conhecer os preços de compra e venda praticados no mercado para não haver problema nas negociações. Porém, é um processo repleto de insegurança e dúvidas sobre as melhores práticas para não sair no prejuízo.

    A primeira ação necessária para quem tem interesse em vender seu automóvel é saber o preço real do veículo. A partir disso, o usuário precisa decidir por qual meio será realizada a venda. É possível anunciar o veículo em sites, levá-lo a revendas e concessionárias ou mesmo a uma feira de automóveis para realizar uma venda particular sem ter de anunciar. Para cada uma das opções, a KBB explica as vantagens e como precificar seu veículo.

    Vender para Revendedor

    Quando se recorre a uma loja para a venda de um usado, o valor do veículo na maioria das vezes fica abaixo do valor descrito em tabelas de preço tradicionais, variando em razão do estado geral de conservação e da facilidade de comercialização do seu carro. Por outro lado, entregar o carro a uma revendedora de veículos oferece ao interessado velocidade maior na realização da venda.

    Muitos quesitos são avaliados durante a venda de um automóvel usado para uma revendedora, como quilometragem, conservação, nível de equipamentos, cor, oferta e demanda do modelo em questão e alterações realizadas no veículo, bem como o valor dos impostos e outras despesas com que a loja terá de arcar para ter lucro ao negociar o veículo.

    Para evitar frustrações e com o objetivo de ajudar os proprietários de veículos a compreender o preço oferecido pelas revendas na sua região, a KBB oferece aos usuários o valor do veículo em revendas, sendo possível selecionar quaisquer opções e itens adicionais presentes no carro.

    Vender para Particular

    A venda por meio de pessoa física pode tornar o negócio mais vantajoso, permitindo ao vendedor negociar seu veículo por um valor maior. Ao mesmo tempo, por esse meio pode haver uma demora maior para concretizar a venda, além de riscos maiores na negociação.

    As maneiras convencionais de precificação de carro fornecem um valor genérico do veículo, além de não contemplar o estado de conservação e rodagem do automóvel, seus itens de série e opcionais ou mesmo o preço de acordo com a região geográfica. E a demanda que há para aquela cor naquele local específico. Isso já fez muita gente perder dinheiro à toa.

    Saber essas informações permite realizar o melhor negócio. Para isso, a KBB oferece todas as variações do preço de um carro, tanto na compra quanto na venda, mensurando, por exemplo, como as características e a quilometragem interferem no valor dependendo da região do País em que ele é negociado.

    Vender através de Classificados

    As chances de vender o carro mais rápido aumentam ao expor o veículo em um ou mais classificados online, mas mesmo assim, pode demorar. O preço oferecido no veículo pode variar de acordo com a pressa do vendedor. E cai na mesma proporção da urgência dele.

    Mesmo conseguindo alcançar mais pessoas com os anúncios e com mais flexibilidade e autonomia na negociação do veículo, há o risco de não conhecer o comprador interessado, que tanto pode ser alguém idôneo como um estelionatário de carteirinha. Nesse caso, é recomendável que se marque um encontro em local público e apenas entregar o veículo quando a transferência financeira for realizada e o documento de transferência estiver devidamente assinado.

    Independentemente do método escolhido para realizar a venda de um veículo seminovo ou usado, no site www.kbb.com.br é possível avaliar gratuitamente o valor real do automóvel praticado no mercado com o Preço KBB™. E também pesquisar o preço mais correto do modelo zero quilômetro em que se está de olho, algo que nenhuma outra tabela no mercado oferece.

    A empresa conta com uma equipe de analistas especializados em gerar informações precisas para a negociação, dispondo de mais de 2 milhões de dados sobre preços de carros novos e cotações de usados, com base em transações reais e não em valores de venda anunciados. Com big data e tecnologia de ponta, os consumidores brasileiros podem ter acesso ao valor real do veículo de acordo com suas especialidades e evitar perdas financeiras ou frustrações durante as vendas.

  • Cadeirinha do carro: conheça (e evite) os 16 erros mais comuns ao usar

    tyll Baby explica a forma correta de usar a cadeirinha para automóvel para maior segurança e conforto das crianças

    Na hora de sair de casa com as crianças, os pais sempre fazem um checklist mental: fralda, leite, lenço umedecido… E por aí vai. E um dos itens que não podem passar despercebido nesse momento é a cadeirinha para o carro. É ela quem garante a segurança dos filhos, então é uma peça de suma importância. Entretanto, muitas vezes ela até é usada, mas de maneira incorreta. Pensando nisso, a Styll Baby, empresa especializada em criança e bebê, preparou uma lista com os erros mais comuns ao usar a cadeirinha. Confira:

    1) Instruções de uso: antes de colocar a cadeirinha ou o bebê conforto no carro, leia as instruções do fabricante. Mesmo se não for a primeira vez em que for usar. Cada marca tem especificações diferentes. Muitas vezes, por ser o segundo filho, os pais tendem a ir no modo automático, repetindo como fez da primeira vez, mas vale a pena começar do zero.

    2) Instalação: após ler o Manual de instruções, faça o passo a passo para instalar a peça conforme as indicações do fabricante. Lembre-se que cada marca tem indicações especificas. De nada adianta usar a cadeirinha se ela estiver instalada de maneira incorreta.

    3) Cinto de segurança: não deve estar folgado nem tampouco muito justo, ao ponto de machucar a criança. Adquira uma cadeira com cinto com alarme, como a Cadeira Auto Alarma Styll Baby. Assim, fica fácil saber se a criança se solta sozinha, o que dá a chance aos pais de colocarem o cinto novamente, evitando possíveis acidentes.

    4) Lado certo: o jeito certo de levar o bebê conforto é de costas para o banco traseiro. Caso queira ver a criança, a sugestão é usar um retrovisor acoplável, assim a peça continua sendo usada do lado correto.

    5) De acordo com a idade: Não vale postergar o uso do bebê conforto para adiar a compra da cadeirinha. O assento não pode ser nem muito grande e nem muito pequeno, precisa ser do tamanho ideal. Cada cadeirinha serve para uma fase da criança (idade, altura e peso), de acordo com as regras e certificações do Inmetro e do Conselho Nacional de Trânsito (Contran):

    O bebê conforto deve ser usado por crianças de até 1 ano:

    • Grupo 0+: até 13kg, 0,80 m de altura.

    A cadeira de segurança deve ser usada por crianças de 1 a 4 anos:

    • Grupo 1: de 9 kg a 18 kg, 1m de altura, 32 meses;
    • Grupo 2 / Grupo 3: de 15 kg a 36 kg, 1,30 m de altura, 7,5 anos;

    6) Acessórios: os pais, principalmente os de primeira viagem, se preocupam em comprar vários acessórios para usar no carro, como apoio para cabeça, almofadinha protetora do cinto de segurança. Mas o erro aqui é usar acessórios que podem prejudicar a performance da cadeirinha. Por isso, confira sempre o Manual antes de sair às compras.

    7) Só desta vez: não existe o “Só desta vez” para livrar a criança da cadeirinha. Pode ser para um trajeto de 5 minutos, até a padaria mais próxima, ou até a escolinha, ou até a casa da vovó. Segurança é primordial, independente de quanto tempo o pequeno vai ficar dentro do carro.

    8) Carro em movimento: jamais tire a criança da cadeirinha ou do bebê conforto com o veículo em movimento, nem que seja para amamentar ou trocar uma fralda premiada. Na cidade, pare assim que possível. Na estrada, siga até o próximo acostamento ou parada. Dessa forma, a proteção da criança está garantida!

    9) Sempre cabe mais um: parece lógico colocar todas os amiguinhos ou primos em um carro só quando o destino é o mesmo, sem cadeirinha, já que ela ocupa mais espaço – e cabem mais crianças apertadinhas sem a peça. Mas os assentos específicos para elas existem por um único motivo: proteção. Não importa se o caminho são apenas duas quadras. Todas as crianças precisam sempre ir no assento adequado ao seu tamanho, independente de quantas viagens os pais ou responsáveis tenham que fazer para transportar todas em segurança.

    10) Carro da mamãe e carro do papai: se existem dois ou mais carros na residência, o ideal é ter um assento para a criança em cada automóvel. Caso a ideia não seja possível, todas as vezes em que o pequeno for sair, precisa mudar a cadeirinha de carro. Isso serve também para finais de semana, no caso de pais separados, ou até férias, na casa dos avós. Onde a criança estiver, a cadeirinha precisa estar junto.

    11) Não retirar cedo demais: existem as fases para uso da peça. Primeiro, o bebê conforto. Depois a cadeirinha e depois o booster, ou assento de elevação. A maioria das crianças usa o último até os 10 anos, dependendo da altura e peso. Não tire a criança antes da hora. O motivo “não quero mais” não é suficiente para garantir a segurança, lembre-se disso antes de liberar o banco do carro. A criança está pronta para sair do assento quando conseguir apoiar as costas no encosto e dobrar o joelho na borda do banco sem deslizar para frente.

    12) Agasalhos na medida certa: a culpa pode ser do inverno, de um resfriado ou do ar condicionado do carro. Mas o fato é que as crianças sempre estão muito bem agasalhadas. Para que o pequeno não fique desconfortável, deixe a cadeira e o cinto de segurança ajustados de acordo com a quantidade de roupas, já que todas as cadeirinhas têm esse tipo de ajuste. Muito melhor do que tirar uma blusa e deixar a criança com frio.

    13) Bebê no colo: a tentação é grande em ficar com o recém-nascido o tempo inteiro no colo, ainda mais se ele estiver chorando. Mas o modo correto é sair da maternidade com a criança já no bebê-conforto, já que os braços (da mãe, do pai, dos avós…) não oferecem a proteção necessária, diferentemente da peça – e vale lembrar que isso é lei!

    14) Proibido o banco da frente: o maior sonho das crianças é poderem sentar-se no banco da frente. Mas não pode! Lugar de criança é no banco de trás, e com o assento indicado para a idade!

    15) Independência na hora certa: outro erro comum é quando os pais permitem que a criança se coloque sozinha na cadeira, sem a supervisão de um adulto. Após a criança sentar-se, é necessário conferir se o cinto está fechado corretamente, coisa que só um adulto pode verificar.

    16) Economia: ao comprar a cadeirinha, não pense que é um gasto a mais, mas sim que é um investimento na segurança e na vida do seu filho. Procure um produto de uma marca reconhecida no mercado de puericultura, como a Styll Baby. Pesquise os preços, claro, mas confira, principalmente, se a peça está dentro dos padrões e se tem a certificação do Inmetro.

    A Styll Baby, empresa que tem como objetivo crescer junto com o seu filho, tem uma variedade de assentos que acompanham o crescimento e o desenvolvimento das crianças. Confira:

    Bebê Conforto GO+ (até 13kg)

    • 10mm de espuma, que proporciona maior conforto para a criança
    • Mais seguro, é equipado com cinto de segurança de 3 pontos
    • Acompanha cobertura protetora (capota) removível
    • Possui tecido acolchoado e antialérgico, facilmente removível para lavagem
    • Disponível nas cores: vermelho mesclado, grafite mesclado, branco mesclado, rosa mesclado, azul bebê mesclado e azul mesclado. Há também opções com duas cores: grafite e cinza, preto e grafite, vermelho e grafite, preto e vermelho, grafite e vermelho e preto e cinza.

    Cadeira Auto Alarma G1/G2/G3 (9 a 36kg)

    • Cinto de segurança com alarme sonoro que alerta os pais caso a criança o desate
    • 10mm de espuma, que proporciona maior conforto para a criança
    • Mais seguro, é equipado com cinto de segurança de 5 pontos
    • Possui ajuste de altura no protetor de cabeça que acompanha o crescimento da criança
    • Sua base destacável transforma-se em assento de elevação
    • Possui tecido acolchoado e antialérgico que é facilmente removível para lavagem
    • Cores disponíveis: vermelho mesclado, grafite mesclado, branco mesclado, rosa mesclado, azul bebê mesclado, azul mesclado.
  • Ford cria carrinho de supermercado que freia automaticamente para evitar acidentes com crianças

     A Ford apresentou na Europa o protótipo de um carrinho de supermercado equipado com sistema de freio automático para evitar que as crianças, ao brincar de correr entre as gôndolas, acabem gerando acidentes – veja o vídeo. O objetivo é tornar as compras menos estressantes quando os pais vão ao supermercado com os filhos pequenos.

    A criação é inspirada na tecnologia de assistência autônoma de frenagem da marca, disponível em modelos como o Fusion e o Edge ST, que usa uma câmera dianteira e um radar para detectar veículos, pedestres e ciclistas na pista e aplica os freios automaticamente se o motorista não responder aos alertas. De modo semelhante, o “Carrinho Autofrenante” tem um sensor que faz a varredura de pessoas e objetos à frente e aplica os freios automaticamente quando a possibilidade de uma colisão é detectada.

    O protótipo faz parte de uma série da Ford chamada “Intervenções”, que utiliza a experiência e tecnologias desenvolvidas pela marca no setor automotivo para resolver problemas do dia a dia em outras áreas. Outras criações recentes incluídas nessa série são uma cama inteligente que evita a invasão de espaço entre os parceiros (inspirada no sistema de permanência em faixa) e uma casinha que protege os cães do barulho de fogos (sistema de cancelamento de ruído).

    “O assistente autônomo de frenagem pode ajudar os motoristas a evitar ou atenuar as consequências de uma colisão. Pensamos que mostrar como um conceito semelhante poderia ser aplicado a um carrinho de supermercado seria uma ótima forma de destacar uma tecnologia realmente útil para os motoristas”, diz Anthony Ireson, diretor de Comunicação de Marketing da Ford Europa.