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  • Android Auto ganha novo design e recursos


    Google anuncia hoje uma nova interface do Android Auto, que será lançado para todos os carros compatíveis no segundo semestre. A nova interface do Android Auto foi projetada para facilitar a vida na hora de ir para a rua, mostrar informações ainda mais úteis – que o motorista possa enxergar numa olhada rápida – e simplificar tarefas que costumamos fazer enquanto dirigindo. Lançado há cinco anos, para para tornar a experiência atrás do volante mais simples, o Android Auto pode ser usado em mais de 500 modelos de automóveis, de 50 montadoras diferentes.

    Veja abaixo todas as novidades:

    • Simplicidade na hora de ir para a rua: Quando você liga o carro, o Android Auto continua tocando a música que você estava ouvindo antes, e abre o aplicativo de navegação que você está habituado a usar. Basta tocar sobre um local sugerido ou dizer “OK Google” para saber como chegar ao destino.
    • Controle dos aplicativos preferidos: A nova barra de navegação mostra instruções a cada curva. Com ela, você pode controlar os apps e o telefone na mesma tela.
    • Mais ações com menos comandos: A nova barra de navegação também permite controlar os aplicativos com apenas um toque, sem complicações. Você pode ver instruções sobre o percurso a cada curva, voltar alguns segundos o podcast que estava ouvindo ou atender o telefone – tudo na mesma tela.
    • Comunicação fácil e segura: O novo centro de notificações mostra chamadas recentes, mensagens e alertas – e você escolhe o momento mais seguro para visualizar, escutar e responder.
    • Cores suaves para os olhos: O design do Android Auto foi aprimorado para se adaptar melhor ao interior de um carro. O tom escuro, com toques coloridos e fontes fáceis de ler, melhora a visibilidade da tela.
    • Tela adequada a mais modelos de carros: Para automóveis com visores grandes, o Android Auto agora aproveita ainda melhor esse espaço e mostrar mais informações: quando fazer a próxima curva, comandos para voltar ou avançar uma música e controle de telefonemas.
  • Ciclos menstruais imprevisíveis podem ser sinal de menopausa prematura

    Cerca de 3% das mulheres entram na menopausa antes dos 40 anos de idade 

    Apesar de todos os avanços da medicina, há aspectos da saúde humana que não imutáveis. Um deles é o ciclo reprodutivo da mulher. Inevitavelmente, após os 40 anos, a fertilidade da mulher diminui e por volta dos 51 anos, em média, ocorre a chamada menopausa, ou seja, a última menstruação da mulher.

    Entretanto, para cerca de 1 a 3% das mulheres com menos de 40 anos, a menopausa pode acontecer antes do tempo, devido à Falência Ovariana Prematura (FOP). 

    O que é FOP?
    Segundo o ginecologista e obstetra, Dr. Edvaldo Cavalcante, a FOP ocorre quando os ovários não funcionam como deveriam. A FOP afeta a foliculogênese, processo de maturação de um folículo primordial em um folículo ovulatório.

    “O folículo primordial é um oócito (célula que dá origem ao óvulo) envolvido por camadas de células protetoras. Eles são formados ainda na vida intrauterina. A principal função do folículo é proteger o oócito até seu crescimento e maturação, que só ocorre a partir da primeira menstruação”, explica Dr. Edvaldo. 

    “Entretanto, nem todos os folículos primordiais irão evoluir para folículos ovarianos. Durante o ciclo fértil, o FSH (hormônio folículo estimulante) é produzido para selecionar e estimular a maturação dos folículos. De todos os que são recrutados, apenas um é liberado para a fecundação, chamado de folículo dominante, ou simplesmente de óvulo”, comenta o especialista.  

    A FOP ocorre quando há níveis elevados de FSH nos exames associado à ausência de fluxo menstrual (amenorreia), antes dos 40 anos de idade. “O quadro é evidenciado pela diminuição da fertilidade natural. O que isso quer dizer? A mulher produz mais FSH do que deveria, porém não ovula e não menstrua, portanto não consegue engravidar”, diz o ginecologista. 

    Causas podem ser genéticas e autoimunes
    A falência ovariana prematura é classificada em primária e secundária. Nas causas primárias entram as mutações genéticas, responsáveis por cerca de 5% dos casos. A mais conhecida de todas as síndromes causadas por alterações no cromossomo X é a síndrome de Turner, que afeta 1 em cada 2500 recém-nascidos do sexo feminino, em todo o mundo. 

    “Essas alterações no cromossomo X podem causar diversas condições, como monossomia, trissomia, translocações, deleções ou os autossomos, prejudicando os processos de crescimento celular”, comenta Dr. Edvaldo. 

    Outra causa importante da FOP são as doenças autoimunes, que podem danificar os ovários, como o diabetes tipo 1, miastenia gravis, doenças da tireoide e reumatismo. Em aproximadamente 10% dos casos, a causa do mau funcionamento dos ovários é uma doença autoimune”, reforça o ginecologista.  

    Já a FOP secundária pode ocorrer devido a infecções, ooforectomia bilateral, quimioterapia e radioterapia. “Em resumo, a FOP pode ocorrer de duas formas: quando há algum processo patológico que impede a formação dos folículos, mesmo que os mesmos estejam presentes ou ainda quando não há presença dos folículos primordiais, seja por alterações genéticas ou por doenças e tratamentos que levam à destruição folicular”, diz Dr. Edvaldo. 

    Diagnóstico pode demorar até 5 anos
    Quando a causa é desconhecida, o que ocorre em cerca de 65 % dos casos, o diagnóstico da FOP pode ser desafiador.

    “Excluindo o grupo das mulheres com alterações genéticas conhecidas, com doenças autoimunes ou aquelas que fizeram tratamentos como quimioterapia e radioterapia, os sinais e sintomas que antecedem a menopausa prematura podem não ser tão óbvios. Por isso, pode ser mais difícil chegar ao diagnóstico de forma precoce”, comenta Dr. Edvaldo. 

    De acordo com a literatura e as evidências científicas, a maioria das mulheres diagnosticadas com FOP apresenta um histórico normal de ciclos menstruais e até mesmo de fertilidade antes da manifestação dos sintomas. Um sintoma que deve chamar a atenção é a falha em retomar a menstruação após parar de tomar pílulas anticoncepcionais ou até mesmo depois do parto

    “Além disso, mulheres com ciclos maiores que 35 dias (oligomenorreia) ou com ciclos com menos de 24 dias (polimenorreia) e sangramentos uterinos disfuncionais, também devem ser investigadas. Isso porque aproximadamente metade das mulheres com FOP apresenta função ovariana intermitente, ou seja, menstruações imprevisíveis”, acrescenta o ginecologista. 

    Consequências da menopausa prematura
    Como a FOP atinge mulheres mais novas, a principal consequência é a infertilidade. Muitas, inclusive, acabam descobrindo a condição quando tentam engravidar e não conseguem.

    “Entretanto, o que mais preocupa é o aumento dos riscos de desenvolver outros problemas de saúde, como as doenças cardiovasculares, depressão, estresse, osteoporose e disfunções sexuais”, reforça Dr. Edvaldo. 

    O tratamento é individualizado e pode ser feito com reposição hormonal. Para aquelas que desejam engravidar, a fertilização in vitro com óvulos doados é a única opção. 

  • A masturbação ajuda no autocuidado feminino?

     

    Se tocar não é algo errado! A masturbação feminina além de proporcionar momentos de prazer, ajuda na saúde intima evitando vários problemas futuros

    A masturbação é um ato intimo que, além de proporcionar prazer, pode trazer inúmeros benefícios para a saúde da mulher, como aliviar o estresse, melhorar a libido, prevenir a incontinência urinária e até diminuir a intensidade das cólicas durante a TPM. Mesmo que muitos considerem um ato cheio de tabu, a masturbação na verdade é bastante saudável, natural e excelente para o autocuidado feminino. Por meio do estímulo dos genitais, as moças passam a conhecer melhor os limites necessários do próprio corpo, além de ter um ‘relacionamento’ positivo consigo mesma.

    Mas, por que a mistificação da masturbação feminina se ela é tão benéfica? Enquanto os homens são encorajados de forma direta ou indireta a explorar o próprio corpo, descobrindo quais as áreas que proporcionam maior prazer quando estimuladas, as mulheres sofrem uma espécie de “repressão velada” no que diz respeito a conhecer melhor a própria anatomia.

    A masturbação é sinônimo de bem-estar, por isso praticar não é motivo de constrangimento, pois esse ato deve ser encarado, em primeiro lugar, como uma prática natural, capaz de ajudar a conhecer o corpo e identificar o que te proporciona prazer, e ainda melhorar a saúde intima. Ao contrário do que possivelmente aprenderam a respeito do tema, ela não é uma atividade exclusivamente masculina – e também não é algo “sujo” ou “pecaminoso”.

    A autora de livros eróticos Lani Queiroz, incentiva em suas obras o ‘self-care’, o autoconhecimento, e mostra que a sexualidade e a masturbação feminina não é tabu algum. Com o intuito de fazer com que o público desvende o que realmente gosta e desejam, suas obras são cheias de ‘hot’ e sua escrita faz com que os leitores imagine cada detalhe.

    Lani tem mais de 10 livros escritos, autora de romances picantes começou sua carreira ainda em 2014. Suas publicações foram tão bem aceitas pelo público que depois de um ano, apenas, já tinha sua primeira publicação por uma editora. Hoje, Lani Queiroz é best-seller no gênero ‘romance erótico’ e ajuda mulheres a tomarem consciência sobre seus corpos, sobre a masturbação, direitos, poderes e também fantasias sexuais. Com a imaginação da literatura, há infinitas possibilidades – e um novo mundo se abre para as mulheres também.

    Fonte de pesquisa: https://www.tuasaude.com/os-beneficios-da-masturbacao-para-a-saude-sexual-feminina/ e https://www.dicasdemulher.com.br/masturbacao-feminina-entenda-os-principais-aspectos-dessa-pratica/

  • Revisão do ar-condicionado dos automóveis ajuda a evitar problemas técnicos e de saúde

     

    Poucas pessoas se preocupam com a higienização do equipamento, mas a sua manutenção é fundamental para garantir a qualidade do ar que circula no interior do veículo. Pesquisa feita pelo CTTi da DPaschoal comprova redução de micro-organismos após limpeza e troca de filtros. Anvisa recomenda higienização a cada seis meses.

    O ar-condicionado nos automóveis é um item cada vez mais indispensável, seja no verão ou no inverno, uma vez que também produz aquecimento. Mas poucos são os proprietários de veículos que se preocupam em fazer manutenções periódicas do sistema, apesar de as revisões serem gratuitas em muitas oficinas e os preços das peças, relativamente baratos quando a troca é necessária.

    Os médicos alertam que a falta de manutenção do ar-condicionado veicular pode gerar inúmeros problemas para a saúde. Sem a manutenção correta, o equipamento sujo acumula fungos, ácaros, vírus e bactérias, o que afeta, em especial, idosos, crianças e pessoas com doenças respiratórias. “Esses micro-organismos são invisíveis e ficam suspensos no ar. Quem respira o ar sujo pode ter crises respiratórias alérgicas ou infecciosas”, diz a médica Talita Rehder.

    De acordo com o gerente do Centro de Tecnologia, Treinamento e Inovação (CTTi) da DPaschoal, Leandro Vanni, não se cobra nada pela revisão dos aparelhos de ar condicionado nas lojas da rede e nas oficinas credenciadas. E, se necessária a troca do filtro (dependendo do modelo instalado em cada veículo), os preços variam de R$ 30,00 a R$ 40,00. O serviço de higienização custa, no máximo, R$ 140,00.

    A Anvisa dispõe de regulamentação destinada à concentração de micro-organismos na qualidade do ar predial. No entanto, nenhum órgão regulador, certificadora ou agência de vigilância no mundo tem normas, regulamentos ou restrições quanto à quantidade de micro-organismos presentes no sistema de ventilação dos veículos.

    Pesquisa

    Recentemente, O CTTi da DPaschoal – em parceria com a Fundação André Tosello e com a Cartech Air – promoveu uma pesquisa sobre a atividade e o impacto microbiológico no sistema de ventilação do ar-condicionado de veículos antes e após os serviços de higienização.

    A pesquisa teve por objetivo compreender a necessidade da manutenção do sistema, com a troca do filtro da cabine e com a higienização. Para tanto, foram feitas coletas para a análise de contagem de micro-organismos (bactérias e fungos) em sete diferentes veículos. A verificação da concentração de agentes microbiológicos foi analisada em três situações: antes da higienização e da troca do filtro, 15 minutos após a higienização e troca do filtro, e uma hora e meia após a realização do serviço.

    Todas as análises comprovaram que a higienização com a troca do filtro diminuiu a concentração de micro-organismos. Em um automóvel Nissan Livina, por exemplo, a contagem total das UFCs – Unidades Formadoras de Colônias – era de 16 na pré-higienização, 11 na pós-higienização e de apenas 6 após 90 minutos da realização do serviço. As coletas para análise foram feitas diretamente nos veículos em ambiente controlado, com o menor número de variáveis possíveis.

    “Este serviço deve ser feito periodicamente a cada seis meses ou a cada 10.000 quilômetros. No entanto, muitos motoristas ainda confundem o filtro de ar de cabine com o filtro de ar de motor, fazendo a manutenção incorreta. A maior parte dos usuários demora anos para trocar o filtro ou para higienizar o sistema de ventilação, comprometendo a qualidade do ar que eles e os seus passageiros respiram”, lembra Leandro Vanni.

    A Fundação André Tosello foi escolhida para o experimento por ser uma das principais instituições brasileiras na promoção de projetos em parceria com empresas por meio da prestação de serviços administrativos e de manutenção de uma das maiores coleções de culturas microbianas do mundo. Já a Cartech Air atua no segmento de serviços de limpeza automotiva.

    Problemas técnicos

    A falta de manutenção nesse equipamento pode acarretar, também, problemas técnicos, como a perda de eficiência do ar-condicionado devido à sujeira acumulada no filtro, a consequente diminuição da vida útil dos componentes, além de aumento do consumo de combustível.

    Embora durante a manutenção seja necessária a avaliação de todos os componentes do sistema, normalmente é indicada a troca do filtro de cabine. “Para detectar se o sistema de ar-condicionado não está funcionando adequadamente, basta observar se o ar está resfriando ou não conforme o padrão do manual de cada carro. Mas é sempre recomendado que a manutenção seja feita por um especialista”, orienta Leandro.

     

  • Carros autônomos: Ford mostra os pilares do serviço de transporte do futuro

    A Ford anunciou o lançamento dos seus primeiros carros autônomos em 2021, na forma de serviços de transporte para empresas. Essa novidade traz uma grande ruptura na estrutura tradicional de negócios do setor automotivo e Sherif Marakby, CEO da Ford Autonomous Vehicles, divisão da marca voltada ao segmento, explica quais são as bases para viabilizar a adoção dessa tecnologia em larga escala.

    “Para a Ford, os veículos autônomos são apenas o facilitador de um novo tipo de negócio que está sendo construído. Por isso, já estamos projetando, testando e operando o ecossistema de serviços que será necessário para o nosso futuro negócio de carros autônomos, criando os recursos para a sua expansão e geração de um fluxo sustentável de receitas no futuro”, diz o executivo.

    Segundo ele, a proposta da marca é que os veículos autônomos resolvam problemas reais, com níveis de acessibilidade, conveniência e preço que não são possíveis hoje.

    “Acreditamos que um serviço de carros autônomos de sucesso deve ser construído com base nos princípios de fornecimento, operação e demanda. Isso pode parecer óbvio, mas o diabo está nos detalhes. Primeiro, é preciso ter acesso a veículos e tecnologia de condução autônoma. Depois, vem a operação, que não recebe muita atenção comparado ao desenvolvimento da tecnologia de direção autônoma, mas é o que fará a diferença na gestão de um negócio viável. E, por fim, claro, é preciso identificar os clientes que poderão ser atendidos pelo serviço”, destaca.

    A seguir, um resumo do que a Ford está fazendo para criar um serviço viável de carros autônomos, com fundamentos sólidos de negócios.

    Fornecimento

                A Ford está usando a sua grande experiência na produção de automóveis para garantir que os carros autônomos atendam as necessidades dos consumidores e das empresas. Ou seja, veículos que sejam duráveis para enfrentar o ambiente urbano, com tecnologia híbrida para otimizar o rendimento e alto nível de segurança incorporado desde o projeto.

    “Nossa vantagem é que podemos projetar e fabricar veículos personalizados para esse fim. Os serviços autônomos, seja de passageiros ou de entrega de mercadorias, são totalmente novos, por isso precisamos projetar para o futuro em vez de apenas adaptar o que existe hoje”, afirma Sherif Marakby.

    Um veículo autônomo, é claro, tem de saber dirigir. A Ford trabalha em parceria com a Argo AI para desenvolver o cérebro por trás dos seus veículos autônomos. Esse relacionamento envolve uma profunda integração de todas as áreas, tanto de hardware como de software. A equipe de software da Argo AI trabalha diretamente com as equipes de chassi, motores e transmissões da Ford para desenvolver controles aprimorados e sensores confiáveis e duráveis para aplicação automotiva, com uma compreensão completa da dinâmica do veículo.

    O foco da Argo é desenvolver veículos autônomos que rodem naturalmente, integrando-se ao comportamento dos usuários de cada cidade. Por meio de algoritmos avançados que fazem previsões com base no que vêem no ambiente, eles poderão realizar rapidamente os mínimos ajustes necessários para proporcionar um passeio tranquilo e confortável às pessoas, inspirando confiança.

    Operação

    Quando os carros autônomos chegarem ao mercado, saber administrar a frota será um item essencial. A Ford trabalha com gestores de frotas desde o seu início e este ano lançou a Ford Commercial Solutions (FCS), braço que ajuda empresas de transporte a melhorar sua operação monitorando o desempenho de veículos conectados. A FCS também vai ajudar a gerenciar as frotas próprias de veículos autônomos da Ford.

                A FCS já administra a frota de veículos autônomos de teste da Ford em Miami, EUA, e seu software é usado em dois serviços: o Chariot, de compartilhamento de caronas, e o GoRide, que transporta idosos, pessoas com deficiência e moradores de locais isolados para atendimento médico.

    Outra tecnologia por trás desses serviços é a Nuvem de Mobilidade no Transporte, desenvolvida pela Autonomic, que serve de base para o sofisticado sistema dinâmico de rotas e para o software de reservas.

    Além de coletar dados para melhorar o desempenho e reduzir o tempo ocioso dos veículos, com a ajuda de aplicativos, esse sistema gerencia a manutenção dos carros na rede de concessionárias da Ford. A empresa desenvolveu também ferramentas específicas para o gerenciamento de frotas de polícia. Toda essa experiência ajudará a administrar a frota própria de carros autônomos da Ford, organizando desde a manutenção de rotina e atualizações de software até a compra de peças.

    “O tempo ocioso é inimigo de um serviço de transporte autônomo de sucesso. A frota deve estar sempre rodando para maximizar o uso de cada veículo, já que o negócio se baseia em quilômetro percorrido e não em veículos vendidos”, diz Marakby.

    Demanda

    O uso da carona compartilhada e entrega de mercadorias está crescendo com a ajuda dos aplicativos e conexão com a internet, setores em que os veículos autônomos devem atuar. A estratégia da Ford é trabalhar com empresas líderes que já contam com uma base de clientes desses serviços.

    Muitas empresas, como a Domino’s Pizzas e o Walmart, poderiam vender mais, mas muitas vezes não dispõem de motoristas suficientes para a entrega. Um serviço de entrega autônoma poderia complementar esse atendimento nos horários de pico. Pequenas e médias empresas que não têm recursos para montar uma frota própria também poderiam usar essa plataforma de veículos autônomos. Usando recursos de roteamento dinâmico e despachos otimizados, essa plataforma poderá fornecer veículos para as empresas nos horários de pico e, nos períodos livres, realizar entregas para mercearias ou lavanderias, por exemplo.

    “O fim da necessidade de dirigir trará uma grande oportunidade de personalizar o uso do veículo, principalmente com serviços digitais conectados”, afirma Marakby. “Há várias maneiras de melhorar a experiência do cliente, por exemplo, quando ele é levado ao trabalho ou vai passear à noite na cidade, e nosso objetivo é que ele possa aproveitar seu tempo fazendo o que quiser”.

  • Quais os documentos necessários para menores de idade fazerem viagens internacionais?

    Fim de ano, temporada de festas chegando, e de férias escolares também. Para quem planeja uma viagem internacional dos filhos menores de 18 anos, é importante saber que existem documentos que devem ser providenciados com antecedência para que tudo ocorra bem. Apesar de aparentemente burocráticos, são uma medida necessária para garantir a segurança dos jovens que viajarão desacompanhados ou acompanhados por apenas um dos pais ou por outro adulto responsável.

    Confira a seguir alguns pontos levantados pelo ViajaNet, agência de viagens 100% online, sobre o que é exigido para autorizar que um menor faça uma viagem internacional.

    Passaporte com autorização para viajar desacompanhado

    Para os menores de idade, assim como para os adultos, o passaporte é o primeiro passo que deve ser resolvido. Uma vez obtido este documento, será necessário providenciar uma autorização para que o menor possa viajar desacompanhado.

    Ela deve ser preenchida por ambos os pais (caso um deles – ou ambos – tenha falecido, ou, ainda, tenha sido destituído do poder familiar, é necessário apresentar documento que comprove isso) ou responsáveis legais do menor. A autorização deve estar de acordo com o formulário padrão, disponível no site da Polícia Federal, e deve ter firma reconhecida no cartório – caso contrário, não terá validade.

    Autorização para viagens feitas com apenas um dos pais ou terceiros

    No caso de um menor que irá viajar com apenas um dos pais ou na companhia de um terceiro – que deverá ser considerado judicialmente maior e capaz -, ainda há a necessidade de emitir uma autorização de viagem internacional para menor, que deverá estar de acordo com o modelo disponível no site da Polícia Federal e ter firma reconhecida.

    Além disso, se a viagem for com apenas um dos pais, é necessário que aquele que esteja ausente emita uma autorização. No caso de viagem na companhia de terceiros, é necessário que ambos os pais (ou responsáveis legais) preencham, autorizando a viagem na companhia do terceiro.

    Em todos os casos mencionados, caso não seja possível preencher uma autorização ou apresentar todos os documentos necessários, é possível pedir o auxílio da Vara da Infância e da Juventude para solucionar a questão e permitir a viagem do menor ao exterior.

  • Você tem uma poupança de saúde?

    O autocuidado é o caminho para prevenir doenças e viver mais

    Previdência privada, títulos de capitalização e afins são estratégias usadas por muita gente para garantir um dinheiro extra quando o cinto aperta ou para se aposentar com tranquilidade. Mas o quanto você tem investido na sua poupança de saúde? Não é nenhum serviço bancário. Trata-se da incorporação de hábitos que podem prevenir uma série de problemas e garantir uma economia com gastos médicos no futuro. Isso pode ser resumido em uma palavra: autocuidado. “As doenças que mais matam hoje são as cardiovasculares e o câncer”, explica o cardiologista Marcelo Katz, da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein. “Existem fatores de risco para várias situações relacionadas a elas”, continua Katz, que é cardiologista e pesquisador na área de saúde comportamental.  “Se fossem controlados, diminuiríamos muito a probabilidade de esses e outros males ocorrerem.”

    A mudança no estilo de vida é preponderante nessa equação. “Só para ter uma ideia, se uma pessoa adotasse hábitos de vida saudáveis, mantendo os fatores de risco em níveis ótimos, reduziria o risco de infarto em torno de 80%”, revela Katz. Daí por que se martela tanto para que a gente pratique uma atividade física com regularidade, pare de fumar, no caso dos tabagistas, controle o peso e aprenda a lidar melhor com o estresse. “É um investimento de longo prazo. As pessoas se preocupam em economizar, planejam sua aposentadoria, mas se esquecem de que precisam também de uma poupança de saúde”, diz o especialista.

    Ela pode ser iniciada em qualquer idade, mas, claro, quanto mais cedo, melhor. “Sempre é hora de dar início a ela. Estudos mostram, por exemplo, que um indivíduo de 60 anos que começa a fazer uma atividade física vai viver mais do que um da mesma idade que é sedentário”, diz Katz. “Nossa vida e nossa saúde não são modulares”, prossegue. Segundo ele, as pessoas tendem a achar que o estado do organismo é um aos 20, 30, 40, sem interligação entre as décadas vividas. O que está longe de ser verdade. A atitude mais usual é, na juventude, focar em demasia no trabalho ou na família, por exemplo. “Nesse cenário, o autocuidado fica em quarto, quinto, sexto lugar na lista de prioridades.” Em muitos casos, a consciência de que precisamos ter uma compaixão com o próprio corpo só vem à tona depois de que um evento inesperado e ruim acontece: um problema de saúde, seja conosco ou com alguém conhecido. “Que bom seria se tivéssemos no nosso mindset um olhar para nós mesmos, de que precisamos nos priorizar”, afirma o cardiologista do Einstein.

     

    Para introduzir esse mindset, é necessário uma série de intervenções, segundo algumas teorias comportamentais. De acordo com Katz, uma delas, intitulada modelo de crença em saúde, preconiza que para um indivíduo mudar o estilo de vida, ele tem de perceber que está em risco no panorama em que se encontra. “Um profissional de saúde precisa dizer para um sedentário que a falta de atividade física aumenta a probabilidade de infarto, AVC e câncer e que o exercício físico melhora esse prognóstico”, fala Katz. Informação sobre saúde é fundamental, porém não é suficiente. A transformação do estilo de vida não é algo que se produz em um passe de mágica. No meio do caminho, há muitas barreiras. Aí vem de novo a desculpa de que a empresa está exigindo além da conta, sem falar em outras demandas cotidianas. Tem também a clássica resolução de fim de ano, com objetivos como ficar em dia com a balança para o verão seguinte. Mas são metas que acabam sendo adiadas. “Você prefere não mudar porque é jovem e sabe que o benefício do estilo de vida saudável está lá na frente, enquanto a barreira para mudança é hoje.  E se nada de ruim aconteceu até agora, dificilmente vai ocorrer: é um viés otimista que o ser humano tem”, acrescenta Katz. “Otimismo é bom, mas é legal ser realista também.”

    Zona de conforto

    O economista americano Richard Thaler, que ganhou o Nobel de economia em 2017, estuda economia comportamental. “Saúde de alguma maneira está muito relacionada à essa área”, conta Marcelo Katz. Muitos hábitos que temos em relação ao nosso bem-estar são parecidos com os de consumo. “Thaler fala de algo chamado status quo bias. O ser humano não gosta de mudança, se acostuma com a zona de conforto. E o autocuidado dá trabalho”, explica o cardiologista. “Uma coisa que ajuda as pessoas a mudar é discutir a fundo aquelas barreiras, auxiliá-las a suplantá-las e mostrar que, embora o benefício venha lá no futuro, ele se inicia agora. A poupança da saúde deve começar desde já. Quanto mais cedo poupo, mais rendimento vou ter, como em qualquer investimento.”

    Para sair da zona de conforto, as modificações no dia a dia não precisam ser grandes, muito menos drásticas. “Estou propondo qualquer pequena mudança. Se a pessoa faz zero de atividade física hoje e começa a praticar um pouquinho, é muito mais do que ela realizava no passado”, diz Katz. “São centavos de saúde. Você não precisa poupar milhares.” Descer um pouco antes do seu ponto, seja do ônibus ou do táxi. No trabalho, lembrar-se de não ficar tanto tempo sentado, levantar e dar umas voltas. Não exagerar no sal ou nas frituras. Colorir o prato com vegetais. Em vez de encher a garrafa de água e colocar na mesa do escritório, ir beber na copa. Reduzir o consumo de refrigerante – água é mais barato. “Se você faz nem que seja o mínimo por dia, em 10 anos já tem muito”, revela o especialista.

    Cercar-se de pessoas que possam nos dar uma mão nesse processo é outro ponto fundamental, inclusive para a incorporação do novo comportamento. “O paciente nunca deve estar ou se sentir sozinho. É um momento em que a pessoa está muito vulnerável. Mesmo que não esteja internada, ela pode se sentir assim”, explica Marcelo Katz. “Quando falo em suplantar barreiras, sempre envolvo um grupo: família, amigos, uma rede de suporte.” Ele complementa: “Existe uma teoria, chamada cognitivo-social, que fala disso. As pessoas mudam segundo suas próprias experiências e de acordo com quem está à sua volta”. Grupos que fornecem apoio a alcoólatras e para quem quer emagrecer são exemplos.

    Nesse último caso, esses grupos dão informações de saúde, explicam quais alimentos são mais saudáveis e os benefícios de perder o excesso de peso. Oferecem ainda algumas ferramentas para dar cabo das barreiras, como aplicativos e tabelas. E o principal: toda semana a pessoa vai se checar e se compara consigo mesmo. E mais do que isso: com os outros participantes. “Nós, seres humanos, gostamos de metas e executá-las. O grupo estimula o indivíduo. Quando ele vê que perdeu meio quilo e uma pessoa do lado perdeu dois, ele pensa: ‘eu também posso’”, conta Katz.

    Entra em cena outra teoria estudada pelo cardiologista: a da autoeficácia. Em outras palavras, o quanto o indivíduo acha que é capaz de melhorar um comportamento e ultrapassar obstáculos para transformá-lo. Trata-se de algo que pode ser modulado para cima e para baixo, posição em que ninguém quer se situar. “Como se coloca uma pessoa nesse patamar mais elevado? Estabelecendo metas, pequenas e tangíveis, e, diante de seu cumprimento, dando feedback”, demonstra o cardiologista. Não é preciso voltar na reunião da semana seguinte do grupo antiobesidade 10 quilos mais magro. Estão de bom tamanho 200, 300 gramas a menos.

    Katz ainda lembra que um grupo é muito importante para pessoas que precisam de um maior apoio econômico e social. “Uma senhora que trabalha 14 horas por dia, é separada, chega em casa e tem de cuidar dos filhos, como vai se exercitar?”, questiona. “Tem de contar com um amigo, uma amiga, alguém para ficar com as crianças, permitindo que possa dar uma caminhada de uns 10 minutos, tenha um momento só para ela.” Além disso, quem cultiva amizades, segundo Katz, apresenta um menor risco cardiovascular.

    Estágios da mudança

    A mudança de um padrão comportamental tem estágios. Entre dez fumantes, cada um está em uma fase diferente de aptidão para dar um basta no tabagismo. “Um está pré-contemplando parar de fumar, ou seja, isso ainda não passa pela sua cabeça. Outro já sabe que o cigarro faz mal, pensa em abandonar as tragadas, mas não marcou a data”, descreve o cardiologista. “Se já está planejando, está em um terceiro estágio: será que vou a um médico? Psiquiatra? Cardiologista? Pneumologista? Ou vou a um psicólogo? Vou pedir ajuda para um amigo que já parou.”  O quarto é a ação. A pessoa parou de fumar. O quinto é o mais difícil: a manutenção. O cigarro já não faz parte do dia a dia da, mas como a pessoa vai estar daqui a três meses, enfrentando os desafios do emprego e de um relacionamento? Esse indivíduo pode voltar a ser tabagista. “Para conservar um hábito saudável, é importante ter sempre os feedbacks, preservar os reforços positivos, os contatos frequentes. Muitos programas antitabagismo se concentram no curto prazo, depois o indivíduo é deixado de lado”, comenta Katz.  

    “A mudança é um processo”, diz o cardiologista. “O indivíduo gasta 200 calorias na esteira. Ele não vai desmerecer esse sacrifício comendo um chocolate. Começa a dar valor ao exercício, ao hábito saudável e passa a comer melhor.” Katz continua: “Não é uma intervenção de medicina de alta complexidade. É algo que melhora a autoestima.” O paciente começa a se cuidar melhor, a gostar de si. “O dia a dia pode ter um impacto muito maior do que qualquer remédio mirabolante. O autocuidado não é um plus, é uma necessidade vital, assim como o ato de respirar.”

  • Mitos e verdades sobre os catalisadores automotivos

    Considerada a solução mais importante já criada para o combate à poluição, os catalisadores automotivos de três vias são capazes de reduzir em mais de 95% de poluentes produzidos pelos motores a combustão movidos a gasolina ou etanol nos automóveis e motocicletas. Sem eles, a qualidade do ar, principalmente nas grandes cidades, estaria bem pior.

    “Desde que foram inventados, os catalisadores da BASF contribuíram para que carros, motos e caminhões deixassem de lançar no ar mais de um bilhão de toneladas de poluentes, como hidrocarbonetos, monóxidos de carbono e óxidos de nitrogênio”, comenta Vladimir Ferrari, gerente de desenvolvimento técnico da BASF para a América do Sul.  Apesar de sua importância reconhecida para o meio ambiente, algumas questões ainda geram dúvidas nos proprietários de veículos. Selecionamos as mais comuns para esclarecer os mitos e verdades sobre o equipamento:

    O catalisador diminui a potência do motor?

    Mito: De forma alguma! O catalisador não é uma barreira que impede a entrada do gás. É uma peça de passagem livre, não gera perda de pressão e, portanto, não interfere na potência ou desempenho do motor do carro.

    O catalisador aumenta o consumo de combustível?

    Mito: O catalisador em funcionamento adequado não interfere no gasto de gasolina ou álcool do veículo. O aumento do consumo de combustivel do veículo pode ocorrer se houver falta de manutençao preventiva do veículo, e não tem relação alguma com o catalisador.

    Remover o catalisador pode prejudicar o funcionamento do carro?

    Verdade: O catalisador faz parte de um conjunto de peças projetadas para o perfeito funcionamento do motor. Sua remoção pode desregular o sistema de injeção eletrônica, prejudicar o sistema de escapamento e também o funcionamento do motor, provocando desgaste prematuro das peças. Além disso, é considerada uma infração grave, passível de multa.

    Combustíveis adulterados podem comprometer o catalisador?

    Verdade: o combustível adulterado é o principal inimigo do bom funcionamento do catalisador. O interior do equipamento é de cerâmica revestida com metais nobres que promovem a reação química, transformando os gases hidrocarbonetos (HC), monóxidos de carbono (CO) e óxidos de nitrogênio (NOx) em água e nitrogênio. Se o combustível for de baixa qualidade, pode não ser completamente queimado na combustão, chegando até a superfície do catalisador, o que pode prejudicar a sua performance. Compostos inadequados nos combustíveis também podem afetar a conversão dos gases.

    Confira mais informações sobre os catalisadores e a qualidade do ar no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=V371wZKDVB8

  • Autoexame ajuda no diagnóstico precoce do câncer de pele

    No mês de prevenção ao câncer de pele, o autoexame assume um papel fundamental no diagnóstico precoce da doença. De acordo com a dermatologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Márcia Grieco, alguns sinais do corpo auxiliam na detecção do problema.

    “Nos casos de melanomas, que são os mais agressivos e podem desenvolver metástases, é preciso ficar atento às condições das pintas. Sinais como assimetria, bordas irregulares, cor não homogênea, diâmetro maior que cinco milímetros e evolução com mudança no aspecto são um alerta”, explica a médica.

    Os casos mais comuns são denominados como não melanomas. Nesta categoria estão o carcinoma basocelular, que representa 70% dos casos, e o espinocelular (25%). Para estes tipos, as mudanças no corpo também devem ser motivo de atenção.

    “Ambos se apresentam como feridas ou crostas vermelhas que nunca melhoram, sendo mais frequentes em indivíduos com pele clara, que tiveram exposição crônica e prolongada ao sol, em áreas como face, orelhas, colo, antebraço e mãos”, alerta a médica.

    Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) mostram que o câncer de pele é o mais frequente no Brasil, representando 30% de todos os tumores malignos registrados. Para este ano, estima-se que 85.170 homens e 80.140 mulheres serão detectados com o câncer de pele não melanoma.

    A prevenção da doença está diretamente ligada aos cuidados com a exposição solar. Entre as recomendações estão o uso rotineiro e diário de filtros nas áreas expostas, além de evitar o horário de sol forte no período de 10h00 às 16h00.

    Márcia Grieco ainda reforça outros cuidados. “É preciso usar peças que auxiliem nessa proteção, como bonés, viseiras e roupas com FPS 50, sem esquecer-se das consultas periódicas ao dermatologista”, finaliza.

    HOSPITAL EDMUNDO VASCONCELOS

    Localizado ao lado do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Hospital Edmundo Vasconcelos atua em mais de 50 especialidades e conta com cerca de 1.000 médicos. Realiza aproximadamente 12 mil procedimentos cirúrgicos, 13 mil internações, 230 mil consultas ambulatoriais, 145 mil atendimentos de Pronto-Socorro e 1,45 milhão de exames por ano. Dentre os selos e certificações obtidos pela instituição, destaca-se a Acreditação Hospitalar Nível 3 – Excelência em Gestão, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e o primeiro lugar no Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar Saúde – Hospitais, conquistado em 2017. 

    Rua Borges Lagoa, 1.450 – Vila Clementino, Zona Sul de São Paulo. 
    Tel. (11) 5080-4000

    Site: www.hpev.com.br
    Facebook: www.facebook.com/ComplexoHospitalarEV
    Twitter: www.twitter.com/Hospital_EV
    YouTube: www.youtube.com/user/HospitalEV

  • Aprenda como regular os faróis do seu automóvel na garagem de casa

    A líder na fabricação de lâmpadas automotivas Philips ensina passo a passo de como alinhar os faróis do seu automóvel 

    Após ensinar como substituir as lâmpadas do farol do seu automóvel sem a necessidade de recorrer a um especialista, a Lumileds, líder na fabricação de lâmpadas automotivas Philips, exibe o passo a passo de como realizar o alinhamento dos faróis. Isso mesmo, com uma fita métrica e as ferramentas adequadas é possível sanar o problema do farol desregulado na garagem de casa. 

    Transitar com o farol desregulado ou com o facho de luz alta de forma a atrapalhar a visão de outro condutor pode gerar multa de R$ 195,23, além de 5 pontos da carteira de motorista (CNH). Trata-se de uma infração grave e seu veículo pode ser retido até a regularização do problema, segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). 

    Faróis desregulados também ofuscam a visão de quem trafega no sentido contrário e se estiverem muito baixo, não iluminam adequadamente a via. Pois bem, para iniciar o processo de regulagem, motorista deve posicionar o veículo a cinco metros de distância da parede. Use a fita métrica e as devidas marcações. 

    O passo seguinte é realizar a medição da altura do farol (centro da ótica) até o solo. Vamos supor que essa medida seja 66 centímetros; ela servirá de referência para a marcação seguinte, ou seja, na parede. A conta é simples: a medida da altura do farol até o solo subtraia 5 cm a menos, o equivalente a 5 metros de distância, ou seja 1% de inclinação do farol (um metro de distância, um centímetro a menos – 66 – 5 = 61). 

    Na parede da garagem, faça uma marcação; uma linha horizontal (pode ser com fita crepe) a exatos 61 centímetros de altura. Ligue os faróis e verifique a projeção do facho de luz – deve estar posicionada sobre a linha, sem sombras de luz ou manchas escuras abaixo ou acima do traço. 

    Se o facho estiver fora da marcação (linha horizontal), o farol precisa ser alinhado. Para isso, levante o capô do veículo e encontre os parafusos localizados sobre o farol para os devidos ajustes. Com as ferramentas corretas, ajuste corretamente os fachos de ambos os lados, posicionando a projeção da luz sobre a linha demarcada na parede.