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  • Envelhecer bem: exercícios ajudam a preservar força, mobilidade e autonomia

    Preservar a autonomia ao longo da vida exige diferentes estímulos. Entenda o que incluir no treino para manter o corpo forte e funcional

    Manter-se fisicamente ativo é uma das principais estratégias para chegar à velhice com saúde e independência, já que o corpo passa por diversas mudanças ao longo da vida. 

    “Há uma tendência de redução da massa e da força muscular, além de alterações no equilíbrio, na mobilidade e na capacidade cardiorrespiratória. Por isso, um programa de exercícios diversificado ajuda a minimizar essas perdas e, principalmente, a preservar capacidades necessárias para atividades do dia a dia, como caminhar, subir escadas, carregar compras, levantar-se de uma cadeira ou recuperar o equilíbrio diante de um tropeço”, explica Carlos Ulloa, médico do esporte, membro do Conselho para Assuntos de Nutrição da Herbalife.

    Portanto, o ideal é combinar exercícios ou modalidades que trabalhem diferentes capacidades físicas. Veja:

    1. Exercícios aeróbicos: para ter fôlego e um coração forte

    Caminhar, pedalar, nadar ou dançar são exemplos de atividades que aumentam a frequência cardíaca e respiratória e tornam coração, pulmões e sistema circulatório mais eficazes para fornecer oxigênio aos músculos.

    Esse tipo de exercício ajuda a prevenir e controlar fatores associados às doenças cardiovasculares e metabólicas. Além disso, um bom condicionamento permite realizar tarefas cotidianas, como caminhar, fazer compras ou subir escadas, com menos cansaço.

    Boas opções: caminhada em ritmo acelerado, bicicleta, natação, hidroginástica, dança, corrida, bicicleta ergométrica, escada e elíptico são ótimas opções.

    A recomendação da OMS é acumular de 150 a 300 minutos de atividade aeróbica moderada por semana ou de 75 a 150 minutos de atividade vigorosa, podendo também combinar as duas intensidades.

    2. Fortalecimento muscular: para ter independência 

    O envelhecimento está associado à perda progressiva de massa muscular e à diminuição da força (sarcopenia), além da deterioração das articulações, o que pode comprometer a realização de tarefas simples e a autonomia.

    “Os exercícios de força não servem apenas para aumentar músculos ou melhorar a aparência. Eles ajudam a preservar a capacidade de levantar-se da cama ou de uma cadeira, subir degraus, carregar sacolas, agachar para pegar alguma coisa no chão e realizar outras tarefas do dia a dia”, reforça Ulloa.

    O fortalecimento também contribui para a saúde óssea e para a capacidade funcional. 

    Boas opções: musculação, exercícios com faixas elásticas, pilates, exercícios com o peso do próprio corpo (calistenia) — como agachamentos adaptados e flexões na parede — e treinamento funcional.

    A OMS indica atividades de fortalecimento de intensidade moderada ou maior envolvendo os principais grupos musculares em pelo menos dois dias por semana. 

    3. Equilíbrio: para evitar quedas

    À medida que envelhecemos, o equilíbrio ganha importância, pois depende da integração entre músculos, visão, sistema vestibular e sistema nervoso para controlar o corpo e reagir rapidamente a mudanças no ambiente.

    Na prática, essa capacidade é acionada quando uma pessoa pisa em uma superfície irregular, desvia de um obstáculo ou recupera a estabilidade depois de um tropeço. 

    Boas opções: tai chi chuan, ioga, exercícios funcionais, caminhar em diferentes direções, ficar apoiado em um pé e exercícios que envolvam mudanças de direção, transferência do peso corporal e coordenação.

    “Podem ser realizados com acessórios que criam diferentes níveis de instabilidade, como bosu, discos e almofadas de equilíbrio, plataformas de equilíbrio (balance board), bolas suíças e step, com o grau de dificuldade adaptado à capacidade de cada pessoa e progressão gradual”, comenta Ulloa.

    A recomendação da OMS é praticar em três ou mais dias por semana atividades multicomponentes que enfatizem equilíbrio funcional e treinamento de força.

    4. Alongamento e mobilidade: para manter liberdade de movimento

    Exercícios voltados a essas capacidades ajudam a manter a amplitude dos movimentos e facilitar tarefas cotidianas, especialmente quando integrados a uma rotina que também inclua força, equilíbrio e atividades aeróbicas.

    A flexibilidade está relacionada à capacidade de músculos e outros tecidos se alongarem, enquanto a mobilidade envolve a capacidade de uma articulação se movimentar adequadamente e com controle.

    Boas opções: Sessões de alongamento, ioga, pilates, exercícios de mobilidade articular e movimentos dinâmicos que trabalhem diferentes amplitudes.

    “As diretrizes atuais da OMS não estabelecem uma quantidade semanal específica de alongamentos para pessoas idosas, mas eu recomendo incluir mobilidade e alongamento antes de iniciar qualquer treino ou modalidade”, orienta o médico do esporte.

    Não é preciso escolher apenas um

    Algumas modalidades trabalham mais de uma capacidade simultaneamente. Uma aula de dança, por exemplo, pode oferecer estímulo aeróbico, coordenação e equilíbrio; já determinados exercícios funcionais podem combinar força, mobilidade e equilíbrio.

    “O objetivo é chegar às idades mais avançadas mantendo a capacidade de fazer aquilo que faz parte da própria vida”, finaliza Ulloa.

  • Doação de tecidos pode ajudar na recuperação de movimentos e no tratamento de lesões

    Setembro verde: doação de tecidos pode ajudar na recuperação de movimentos e no tratamento de lesões

    INTO explica como funciona a doação de ossos, tendões, cartilagens, pele e córneas e reforça a importância da autorização familiar

    Quando se fala em transplante, é comum que a primeira associação seja com órgãos como coração, fígado e rins. Mas a doação também pode envolver tecidos, como ossos, tendões, cartilagens, pele e córneas, que podem ser utilizados em diferentes tratamentos. Durante o Setembro Verde, mês dedicado à conscientização sobre a doação de órgãos e tecidos, o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO) reforça a importância de conhecer essa possibilidade e, principalmente, conversar sobre o assunto com os familiares.

    “Muitas pessoas ainda desconhecem a possibilidade de doação de tecidos que não são tão falados na mídia, como ossos, tendões e cartilagem articular. Esses tecidos, também chamados de musculoesqueléticos, podem ajudar muitas pessoas a melhorar sua qualidade de vida, ajudando pacientes a recuperar movimentos e reduzir dores”, explica o ortopedista e chefe do Banco de Multitecidos do INTO, Rafael Prinz.

    Entre os tecidos que podem ser obtidos a partir da doação estão córnea e esclera, provenientes do globo ocular; pele; membrana amniótica; ossos; tendões; meniscos e cartilagem articular, também chamada de tecido osteocondral. No INTO, esses materiais são processados e disponibilizados pelo Banco de Multitecidos para utilização em diferentes tratamentos, que vão desde a reconstrução de ossos e articulações e a recuperação de lesões até procedimentos nos olhos e o tratamento de queimaduras e outras lesões de pele. 

    Para que esses tecidos cheguem a quem precisa, porém, é necessário que a família autorize a doação. Dados do Registro Brasileiro de Transplantes (RBT) mostram que, em 2025, 45% das famílias entrevistadas no país recusaram a doação de órgãos. Foram 9.261 entrevistas realizadas no período, das quais 4.200 resultaram em negativa familiar. No Rio de Janeiro, foram 254 recusas entre 760 entrevistas, o equivalente a 33%.

    Um dos principais fatores que levam à resistência da família na doação de órgãos e tecidos, segundo o médico, é a desinformação. “Existe o receio de como ficará o corpo do ente querido após a retirada dos tecidos, o que pode levar à negativa familiar. É importante esclarecer que realizamos a reconstituição do corpo do doador, de forma a garantir que seu aspecto durante o funeral seja preservado”, explica Prinz.

    Além da conversa com os familiares, existem mecanismos que permitem registrar a vontade de ser doador. A Autorização Eletrônica para Doação de Órgãos (AEDO), disponível desde 2024, permite formalizar esse desejo de forma digital. A nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) também possibilita registrar a informação de que a pessoa é doadora de órgãos.

    “Esses mecanismos atuais ajudam a reforçar o desejo daquele familiar em vida, o que facilita a decisão de sua família sobre a doação. Mas é importante reforçar que somente com a autorização familiar a doação irá adiante”, ressalta o médico.

    Da captação ao transplante 

    Depois da autorização familiar, os tecidos passam por uma série de etapas antes de serem disponibilizados para transplante. Durante a captação, uma equipe multiprofissional formada por ortopedistas, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, biólogos e farmacêuticos se desloca até a unidade de saúde onde está o doador. Cada tecido é então armazenado de acordo com suas características e necessidades de conservação e, posteriormente, encaminhado ao banco de tecidos.

    No Banco de Multitecidos do INTO, os materiais são preparados em ambiente controlado e armazenados em condições específicas até o momento do transplante. Ao longo do processo, são realizadas análises para verificar a qualidade e a segurança dos tecidos, incluindo testes de contaminação, exames sorológicos, avaliações dos meios de preservação e, no caso dos tecidos ósseos e articulares, análises radiológicas e topográficas. Também são realizados exames histopatológicos para avaliar a qualidade dos tecidos.

    A partir da avaliação conjunta dos resultados dos exames e das condições do doador, o responsável técnico médico de cada tecido define se o material poderá ser utilizado em transplantes. Os tecidos aprovados são então destinados de acordo com as solicitações das equipes médicas. No caso dos tecidos oculares, a alocação segue o direcionamento da Central de Transplantes para atendimento à fila de espera estadual.

    Para quem recebe, o tecido doado pode ser utilizado em diferentes tratamentos, de acordo com a necessidade de cada paciente. Nos casos musculoesqueléticos, por exemplo, ossos, tendões, meniscos e cartilagens podem ser empregados na reconstrução de estruturas afetadas por lesões ou outras condições.

    “O tecido gera qualidade de vida para quem precisa. No caso do tecido musculoesquelético, pode ajudar pacientes com limitações articulares e dores a terem uma vida mais ativa, muitas vezes recuperando condições próximas às existentes antes da lesão”, explica o médico.

    O Banco de Multitecidos do INTO tem abrangência nacional e realiza a distribuição gratuita dos tecidos para pacientes que necessitam de transplantes. Dessa forma, os materiais captados e processados pelo Instituto podem ser destinados a diferentes estados brasileiros, de acordo com as necessidades dos pacientes e os critérios estabelecidos para cada tecido.

  • Shopping Vila Olímpia reúne atrações de bem-estar

    Shopping Vila Olímpia reúne atrações de bem-estar: de Yoga a workshop de autodefesa feminina 

    Programação da Track&Field reúne atividades voltadas a movimento, autocuidado e qualidade de vida ao longo dos próximos meses 

    A economia global do bem-estar alcançou US$ 6,8 trilhões em 2024, segundo o Global Wellness Economy Monitor 2025, do Global Wellness Institute (GWI), crescimento de 7,9% em relação ao ano anterior. O instituto projeta que o mercado avance a uma taxa anual de 7,6% até 2029, quando deverá se aproximar de US$ 10 trilhões. Entre os fatores que impulsionam esse movimento estão a maior atenção à saúde mental, à prevenção, à conexão social e à qualidade de vida.

    É nesse contexto que experiências ligadas ao bem-estar também vêm ganhando espaço na programação do Shopping Vila Olímpia, com boa procura do público por atividades que combinam movimento, autocuidado, relaxamento e convivência. Em parceria com o empreendimento, a Track&Field promove uma série de atividades, dentre elas, três experiências que exploram diferentes dimensões desse universo. A programação completa e os ingressos para as atividades estão disponíveis no aplicativo TF Sports. 

    No próximo dia 3 de outubro, o espaço recebe o FIGHT – Autodefesa para Mulheres, workshop que reúne Track&Field Experience, Porto Saúde e a personal trainer Thays. A programação, das 8h às 11h30, inclui palestra sobre segurança, aula prática de defesa pessoal, orientações sobre segurança pessoal e digital, além de coffee break, ativações de parceiros e sorteio de brindes. As participantes recebem ainda camiseta exclusiva Track&Field com tecnologia Thermodry e gym bag.

    Já no dia 17 de outubro, o Shopping Vila Olímpia recebe a experiência “Hatha Yoga e Yoga Nidra – do Movimento à Pausa”, conduzida por Lilica Lima, na Varanda do empreendimento. A atividade começa às 8h30 e propõe uma manhã dedicada ao movimento e à desaceleração, combinando uma prática de Hatha Yoga, com exercícios de respiração e consciência corporal, a uma sessão de Yoga Nidra, técnica de relaxamento guiado. A experiência é aberta a pessoas de todos os níveis, inclusive quem nunca praticou yoga. A programação inclui ainda café da manhã, ativações de parceiros, quick massage, sorteios e brindes.

    “O interesse por experiências de bem-estar mostra como as pessoas estão cada vez mais interessadas em incorporar momentos de cuidado, movimento e qualidade de vida à rotina. Para o Shopping Vila Olímpia, receber uma programação tão diversa é uma forma de oferecer ao público novas possibilidades de viver o espaço, com experiências que promovem saúde, convivência e conexão.”, afirma Luciane Starling, superintendente do Shopping Vila Olímpia.

    Serviço – Atividades no Terraço do Shopping Vila Olímpia

    FIGHT – Autodefesa para Mulheres

    3 de outubro, das 8h às 11h30

    Terraço – 3º andar | Shopping Vila Olímpia

    Hatha Yoga e Yoga Nidra – do Movimento à Pausa

    17 de outubro, às 8h30

    Terraço – 3º andar | Shopping Vila Olímpia

    Ingressos e programação completa: aplicativo TF Sports – https://www.tfsports.com.br/app/

    Local: Terraço do Shopping Vila Olímpia

    Endereço: Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo – SP

    Instagram: @shoppingvilaolimpia | TikTok:@shoppingvilaolimpiaof

    #EuNoSVO #DiadasCriancasnoSVO

  • JETOUR amplia experiência Travel+ com nova linha de acessórios no Brasil

    Novidades unem aventura, conforto e personalização e levam o conceito Travel+ para dentro e fora dos SUVs da marca

    JETOUR Acessórios 

    A JETOUR quer fazer parte de toda a viagem, não apenas do caminho. Por isso, a marca lança no Brasil a nova linha de acessórios JETOUR Life, criada para quem gosta de pegar a estrada, curtir a natureza e viver novas experiências.

    Apresentados ao público durante o Festival de Interlagos 2026, os acessórios unem o universo automotivo ao lifestyle. A linha traz opções para os SUVs T1 e T2, além de produtos para acompanhar os clientes em viagens, acampamentos, passeios e momentos de lazer com a família e os amigos.

    As novidades fazem parte do conceito Travel+, que representa a forma como a JETOUR enxerga a mobilidade: o carro não é apenas um meio de transporte, mas um parceiro para conhecer lugares, reunir pessoas e criar boas histórias.

    “Os carros da JETOUR foram criados para pessoas que gostam de viajar e descobrir novos caminhos. Com essa linha de acessórios, queremos estar presentes em todos os momentos dessa experiência, dentro e fora do veículo. O Travel+ representa justamente isso: usar a mobilidade para aproximar pessoas, conhecer lugares e viver histórias que ficam na memória”, afirma Henrique Sampaio, diretor de Marketing e Produto da JETOUR Brasil.


    Aventura além do volante

    Entre os destaques está a barraca  personalizada JETOUR × Toread, com preço sugerido de R$ 1.113,63. Para completar o clima de acampamento, a linha também oferece cadeira dobrável JETOUR, por R$ 230,28, e mesa portátil de alumínio, por R$ 697,71.

    Outro destaque é o toldo Slim Shady, por R$ 5.372,40. Instalado no veículo, ele cria uma área coberta para descansar, fazer uma refeição ou simplesmente aproveitar a paisagem durante uma parada.

    O portfólio conta ainda com mesas no estilo egg roll, cobertores automotivos, travesseiros de viagem, copos térmicos, malas, mochilas e bolsas. São produtos pensados para deixar os passeios mais práticos e confortáveis, desde uma viagem longa até um fim de semana ao ar livre.


    Mais espaço para levar tudo

    Para quem gosta de viajar sem deixar nada para trás, a JETOUR oferece acessórios que aumentam o espaço e facilitam a organização das bagagens.

    Entre as opções estão o bagageiro modular do T2, com preço sugerido de R$ 10.551,45, e o rack de teto do T1, por R$ 8.774,31. A linha também inclui barras de teto, escadas laterais e bolsas que podem ser instaladas nas laterais dos veículos. Alguns desses acessórios foram pensados para trabalhar juntos. As escadas e as bolsas laterais, por exemplo, precisam dos racks específicos de cada modelo para serem instaladas.

    Além dos equipamentos para os carros, a coleção traz malas de viagem, mochilas e bolsas esportivas. Entre elas estão a mochila de viagem com bolsos duplos, por R$ 689,81, e o travesseiro de viagem Journey with You, por R$ 190,70.


    Um JETOUR com a sua cara

    A nova linha também permite deixar os SUVs ainda mais funcionais e personalizados. Há estribos laterais elétricos para o T1 e o T2, faróis instalados no teto, conjuntos de iluminação, grades dianteiras, molduras de rodas, defletores e itens de proteção.

    Para quem gosta de cuidar de cada detalhe, o portfólio oferece acabamentos com textura de fibra de carbono para retrovisores e porta-malas, além de peças para os para-choques e outras áreas dos veículos.

    A linha lifestyle completa a coleção com jaquetas corta-vento, bonés, copos portáteis e itens colecionáveis, como miniaturas dos modelos T1 e T2 e uma medalha comemorativa da JETOUR em edição limitada.

    Com as novidades, a JETOUR reforça que a experiência com a marca vai muito além de dirigir. Seja para explorar uma trilha, acampar, pegar a estrada com a família ou aproveitar um dia ao ar livre, os acessórios ajudam a preparar o carro — e o viajante — para a próxima aventura.

    Os produtos estarão disponíveis na rede de concessionárias JETOUR. Os valores apresentados são preços sugeridos ao consumidor e podem variar conforme o produto, a necessidade de peças adicionais e os custos de instalação.

  • Os momentos de vida que levam homens a buscar o transplante capilar

    Não é só cabelo: os momentos de vida que levam homens a buscar o transplante capilar

    Levantamento do Instituto Vlassios Marangos, feito com 15 mil pessoas, aponta 35 anos como faixa etária que mais busca a mudança na aparência

    A decisão de fazer um transplante capilar nem sempre começa diante do espelho. Em muitos casos, ela surge a partir de uma mudança na vida que faz o homem passar a enxergar a própria imagem de outra maneira. É o que indica um levantamento realizado pelo Instituto Vlassios Marangos, especializado em transplante capilar, que mostra 35 anos como a faixa etária que mais procura pelo procedimento, o levantamento foi feito com base nos 15 mil pacientes acompanhados. O público atendido tem entre 28 e 55 anos e 90% dos pacientes são homens.

    Os dados mostram uma mudança de comportamento, os homens estão procurando tratamento mais cedo e a procura aumentou principalmente após a pandemia, acompanhando uma preocupação maior com aparência, autoestima e imagem. A exposição nas redes sociais também aparece nesse cenário como um dos fatores relacionados ao movimento.

    “Hoje, o homem não espera necessariamente que a calvície avance para começar a buscar uma solução. Existe uma preocupação maior em preservar a imagem e a autoestima, e isso faz com que a procura aconteça mais cedo”, explica Vlassios Marangos, especialista em transplante capilar.

    Quando a mudança de vida muda também a relação com a aparência

    A queda de cabelo pode ser acompanhada durante anos sem necessariamente levar à decisão por um procedimento. O que muda, muitas vezes, é o momento vivido pelo paciente. De acordo com o levantamento, a busca pelo transplante aparece associada a situações como casamento, início de um novo relacionamento, promoção profissional, maior exposição no trabalho e nas redes sociais, além de divórcio e outros recomeços.

    Nesses momentos, a preocupação pode ultrapassar a questão estética. A aparência passa a fazer parte da forma como o homem deseja se apresentar para uma nova etapa da vida. Entre as motivações identificadas pela equipe estão o desejo de parecer mais jovem, recuperar a autoestima e a confiança e até realizar um sonho antigo, depois de anos se preparando financeiramente para o procedimento.

    “É comum que o paciente procure o procedimento em um momento de mudança. Às vezes, ele está começando uma nova fase profissional ou pessoal e quer se sentir melhor com a própria imagem”, afirma Marangos.

    A relação com o trabalho também aparece nos dados. Empresários são uma presença frequente entre os pacientes, enquanto o instituto identifica aumento na procura por parte de empresários, executivos, médicos e influenciadores. A maior exposição profissional pode fazer com que a imagem ganhe ainda mais peso na percepção que o indivíduo tem de si e na maneira como acredita ser percebido pelos outros.

    O peso do olhar externo

    As redes sociais acrescentam outra camada a esse comportamento. O levantamento aponta crescimento da procura relacionado à presença nesses ambientes, em um cenário no qual a própria imagem é constantemente registrada, compartilhada e observada.

    Para homens que passaram a aparecer mais em vídeos, reuniões virtuais ou conteúdos profissionais, a percepção da própria aparência pode ganhar novas dimensões. O que antes era observado ocasionalmente no espelho passa a fazer parte da rotina.

    Ainda assim, a decisão não deve ser reduzida à pressão estética. A calvície genética continua sendo uma das principais razões para a procura, mas a clínica também recebe pacientes com queda relacionada a estresse, emagrecimento, pós-Covid, uso de medicamentos, alopecias e casos de correção de transplantes antigos.

    Para Marangos, entender o contexto individual é fundamental antes de transformar o incômodo em uma decisão pelo procedimento. “Não existe uma idade única que determine quando uma pessoa deve fazer o transplante. O mais importante é entender o motivo da queda e avaliar se o procedimento realmente é indicado para aquele paciente”, finaliza.

  • Saúde sexual não se mede pela frequência das relações

    No Dia do Sexo, psicóloga defende que prazer, autoestima, autoconhecimento e respeito aos próprios limites são indicadores mais importantes do que a quantidade de transas

    Quantas vezes uma pessoa faz sexo ainda é uma das formas mais comuns de medir sua vida sexual. Para a psicóloga, sexóloga e neuropsicóloga Fernanda Purificação, porém, essa lógica ignora o que realmente importa. No Dia do Sexo, celebrado em 6 de setembro, ela propõe uma mudança de perspectiva: saúde sexual não deveria ser medida pela frequência das relações, mas pela forma como cada pessoa se relaciona com o próprio corpo, seus desejos, seus limites e seu prazer.

    “Gostaria de propor que, nesta data, a gente refletisse menos sobre a quantidade de pessoas que estão transando e mais sobre quantas delas estão vivendo de forma inteira a sua sexualidade”, afirma a especialista.

    A reflexão encontra eco na história de Yasmin Polemick. Depois de anos em um relacionamento marcado por controle financeiro e desgaste emocional, a criadora de conteúdo encontrou no Hotvips, plataforma brasileira de monetização de fotos e vídeos eróticos, não apenas uma fonte de renda, mas também um caminho para reconstruir a autoestima e desenvolver uma relação mais positiva com o próprio corpo. “Enquanto o homem que estava do meu lado me deixava sempre para baixo, os clientes elevavam minha autoestima”, conta.

    Para Fernanda, a experiência ilustra algo que ela observa com frequência no consultório: saúde sexual, bem-estar emocional e autoestima caminham juntos. “A sexualidade não pode ser reduzida a desempenho ou frequência. Ela está diretamente ligada à forma como cada pessoa vive seus desejos, seus limites e sua relação consigo mesma”, afirma.

    A qualidade da experiência importa mais que a frequência

    A ideia de que sexo faz bem para a saúde não é mito. O que muitas vezes passa despercebido é que os benefícios dependem muito mais da qualidade da experiência e do contexto em que ela acontece do que da quantidade de relações. “Não existe resposta sexual separada da cabeça, do corpo e da vida que a pessoa está vivendo. Estresse, cansaço, autoestima, relacionamento e saúde física influenciam diretamente o desejo”, explica Fernanda.

    Isso ajuda a entender por que uma experiência sexual satisfatória pode contribuir para o relaxamento, o prazer e o bem-estar emocional. Mas também explica por que nem toda relação sexual produz os mesmos efeitos. “Não é qualquer sexo que faz bem. Sexo vivido na obrigação, no medo, na pressão, na dor ou para evitar conflito pode produzir exatamente o contrário”, afirma.

    A especialista explica que a neurociência ajuda a entender esse processo. “Durante a excitação e o orgasmo, o cérebro ativa circuitos ligados ao prazer, ao vínculo afetivo e à sensação de recompensa. Mas, para que isso aconteça, o ambiente precisa ser percebido como seguro. Por isso, costumo dizer que o cérebro é o nosso maior órgão sexual. O corpo não responde sozinho.”

    Conhecer o próprio corpo também é saúde sexual

    Quando começou a produzir conteúdo adulto, Yasmin ainda estava no antigo relacionamento. A renda gerada pelo trabalho ajudou a construir sua independência financeira e permitiu que reorganizasse a própria vida. Ao mesmo tempo, o contato diário com o próprio corpo trouxe uma mudança que ela não esperava: a recuperação da autoestima.

    Essa reconexão é o que Fernanda chama de consciência corporal. Segundo ela, a masturbação é uma das ferramentas mais importantes nesse processo. “A prática permite que a pessoa descubra como o próprio corpo responde, quais estímulos funcionam, qual intensidade é melhor e como o prazer aparece. Não é treino para fazer bonito para o outro. É consciência de si mesma.”

    Histórias como a de Yasmin ajudam a ilustrar uma dimensão pouco discutida da saúde sexual: a capacidade de tomar decisões sobre o próprio corpo, reconhecer desejos e desenvolver autonomia.

    No Hotvips, relatos sobre aumento da autoestima, maior conhecimento corporal e independência financeira aparecem com frequência entre mulheres que transformaram a produção de conteúdo em fonte de renda.

    Intimidade se constrói antes do quarto

    Para quem está em um relacionamento, Fernanda faz um alerta: esperar que o desejo simplesmente apareça ao final de um dia cansativo costuma gerar frustração. “O adulto tem trabalho, boleto, preocupações e uma fila interminável de questões. É válido lembrar que o sexo começa numa conversa e é por isso que é importante cultivar intimidade antes de cobrar o sexo: uma conversa, um toque, um beijo, presença.”

    Ela também destaca que nem toda demonstração de carinho precisa terminar em sexo. “Se isso acontece, as pessoas começam a evitar até o abraço.”

    Para a especialista, falar sobre sexualidade fora do quarto é uma das recomendações mais frequentes que faz aos casais. “Perguntar o que está gostoso, o que mudou, o que desperta desejo. Às vezes o que falta na cama começa antes dela.”

    Nem toda queda de libido é um problema

    Fernanda explica que ter menos vontade de fazer sexo não significa necessariamente que existe um problema. A libido varia naturalmente ao longo da vida e sofre influência de fatores como maternidade, luto, alterações hormonais, uso de medicamentos, estresse e privação de sono.

    Segundo ela, o sinal de atenção aparece quando a mudança é persistente e provoca sofrimento. Nesses casos, a especialista sugere mudar o foco da pergunta. “Em vez de questionar por que você não quer sexo, a pergunta mais útil é o que está acontecendo com o seu corpo, a sua cabeça, suas relações e sua vida nesse momento.”

    Segundo Fernanda, compreender esse contexto é o primeiro passo para entender o lugar que o desejo ocupa na vida de cada pessoa.

  • Roteiro de três dias para aproveitar Balneário Camboriú no feriado

    Destino reúne experiências para todas as idades

    Com o feriado de 7 de setembro caindo em uma segunda-feira neste ano, o fim de semana prolongado abre espaço para uma viagem em família. Em Balneário Camboriú, a diversidade de opções de lazer, inclusive fora da orla, é um dos aspectos mais bem avaliados por quem visita o destino catarinense. 

    A Pesquisa de Demanda Turística 2026, realizada pelo Sebrae em parceria com o Consórcio Intermunicipal de Turismo Costa Verde & Mar (Citmar), aponta que 98,3% dos turistas entrevistados atribuíram nota máxima às opções de lazer da cidade. 

    Para curtir o passeio sem concentrar muitas atividades em um único dia, uma alternativa é organizar o roteiro por regiões e pelo tempo necessário para cada experiência, combinando parques temáticos com momentos livres e gastronomia. As atrações do Grupo Oceanic permitem montar uma programação que combina curiosidade, conhecimento e diversão com opções que exploram a vida marinha, o universo dos piratas, a história do automobilismo, a era dos dinossauros e a exploração espacial.

    Do fundo do mar aos piratas e carros clássicos

    O primeiro dia começa com um dos programas mais tradicionais da cidade, que é uma caminhada pela orla. Depois, a programação segue para um circuito de três atrações localizadas na Barra Sul, próximas umas das outras, facilitando o deslocamento.Uma das paradas é o Oceanic Aquarium, um dos maiores aquários da região Sul, que abriga cerca de 170 espécies distribuídas em mais de 30 habitats. O percurso reúne tubarões, pinguins, lontras, jacarés, capivaras, sucuris, águas-vivas, axolotes, cavalos-marinhos e diferentes espécies de aves e peixes. O passeio também aborda temas relacionados à biodiversidade e à conservação da fauna.

    Na sequência, a Aventura Pirata transporta os visitantes para o universo dos corsários, com cenários temáticos, caça ao tesouro, efeitos especiais, desafios com laser e um museu exclusivo com peças recuperadas do fundo do mar.

    A poucos minutos dali, o Classic Car Show, apresenta um acervo que percorre diferentes momentos da história do automobilismo, dos anos 1920 aos 1980. São cerca de 30 veículos, entre os clássicos das marcas Rolls-Royce, Ferrari, Cadillac, Corvette e Mustang, além de pista de autorama, cinema 3D e uma linha do tempo dedicada à evolução dos automóveis.

    Um passeio entre dinossauros

    O segundo dia é dedicado ao Parque Aventura Jurássica, o maior com essa temática no Brasil. Em uma área de 30 mil metros quadrados, são mais de 100 dinossauros em tamanho real, aliados a cenários, movimentos e efeitos sonoros, que transportam os visitantes para uma viagem pela pré-história.

    Além de percorrer os ambientes, também é possível fazer um passeio de barco desbravando os gigantes jurássicos. Nas alturas, a tirolesa de 130 metros de extensão proporciona a sensação de sobrevoar o parque, enquanto o arvorismo desafia os visitantes em um circuito suspenso com obstáculos e plataformas em formato de casas na árvore.

    A programação inclui ainda playground indoor e outdoor, cinema interativo e atividades de mineração. E, como a ideia é passar boa parte do dia por lá, o parque conta com restaurante temático, com opções que vão de hambúrgueres e pizzas a pratos com carnes e acompanhamentos, saladas, lanches e sobremesas. O cardápio também entra no clima jurássico, com opções inspiradas no universo dos dinossauros.

    Da Terra ao espaço

    No último dia, o roteiro segue para o Space Adventure, onde o visitante percorre alguns dos principais capítulos da história da exploração espacial. Em mais de 4 mil metros quadrados, a atração reúne o maior acervo da NASA fora dos Estados Unidos, são mais de 300 itens relacionados às missões espaciais e aos programas Mercury, Gemini e Apollo, que ajudam a contar a trajetória que levou o homem à Lua.

    Ao longo do percurso, cenários imersivos, simuladores e recursos tecnológicos aproximam o público da rotina e dos desafios enfrentados pelos astronautas. A experiência inclui ainda uma ambientação que reproduz a superfície lunar, permitindo vivenciar um pouco da sensação de estar fora da Terra e conhecer mais de perto o universo. Quem quiser colocar a criatividade em prática, tem a oportunidade de participar da oficina interativa do NAVE (Núcleo de Aprendizagem e Viagens Espaciais) para construir e lançar o seu próprio foguete.

    Para completar a visita, vale assistir a sessão no Planetário, com projeções em 360 graus, proporcionando uma experiência visual que aproxima o público da astronomia e dos mistérios do universo. 

    Mais atrações em uma mesma viagem

    Com propostas para diferentes perfis e faixas etárias, o roteiro de três dias permite que crianças e adultos vivam diferentes experiências em Balneário Camboriú. Para facilitar a programação, o Grupo Oceanic oferece o Passaporte da Diversão, que reúne os empreendimentos em uma única opção de ingresso.

    Mais informações em https://ingresso.oceanicaquarium.com.br/
    Oceanic Aquarium: instagram.com/oceanicaquarium/
    Space Adventure: instagram.com/spaceadventurebc
    Parque Aventura Jurássica: instagram.com/aventurajurassicaoficial
    Aventura Pirata: instagram.com/aventurapiratabc
    Classic Car Show: instagram.com/classiccarshowbc

  • Alimentação ajuda a preservar força, autonomia e independência

    O que a balança não mostra: alimentação ajuda a preservar força, autonomia e independência
     

    No Dia do Nutricionista, especialista explica por que o cuidado nutricional não se resume ao emagrecimento e deve acompanhar diferentes momentos da vida
     

    No Dia do Nutricionista, especialista explica por que o cuidado nutricional deve acompanhar diferentes momentos da vida. Créditos: Divulgação MedSênior.

    O peso corporal é apenas uma das informações avaliadas em uma consulta com o nutricionista. Há aspectos importantes que a balança não consegue mostrar, como perda de massa muscular, deficiência de nutrientes, redução da força e dificuldades que podem afetar a recuperação ou a capacidade de realizar atividades cotidianas.
     

    Essa avaliação ganha ainda mais relevância com o avanço da idade. Dados do Ministério da Saúde indicam que aproximadamente 12% das pessoas idosas estão abaixo do peso adequado, enquanto mais da metade apresenta excesso de peso. Embora diferentes, os dois cenários exigem atenção, pois podem estar associados a desequilíbrios nutricionais e a impactos sobre a saúde e a autonomia.
     

    Celebrado em 31 de agosto, o Dia do Nutricionista reforça a importância de ampliar o olhar sobre o trabalho desse profissional. Sua atuação abrange desde a prevenção e o acompanhamento de condições crônicas até o cuidado durante internações e a recuperação após a alta hospitalar.
     

    Segundo Giselli Prucoli, nutricionista da MedSênior, uma alimentação adequada não deve ser tratada apenas como uma estratégia para perder peso, mas como parte do cuidado contínuo com a saúde.
     

    “O nutricionista não atua apenas quando existe uma condição de saúde ou quando o objetivo é emagrecer. A alimentação influencia diferentes processos do organismo e pode contribuir para a prevenção, o controle de condições já existentes e a preservação da capacidade funcional. Por isso, o plano alimentar precisa considerar a rotina, as preferências, o estado de saúde e os objetivos de cada pessoa”, explica.
     

    Comer bem também significa preservar a autonomia
     

    Ao longo do envelhecimento, o organismo passa por transformações que alteram suas necessidades nutricionais. Mudanças no apetite, no paladar, na mastigação, na absorção de nutrientes e na composição corporal podem exigir adaptações na alimentação, mesmo quando o peso aparentemente permanece estável.
     

    A atenção à ingestão de proteínas, vitaminas, minerais, fibras e líquidos ajuda a preservar a massa muscular, a força, a saúde óssea e a disposição. Também contribui para prevenir a desnutrição e a sarcopenia, caracterizada pela perda progressiva de massa e força muscular.
     

    Sem acompanhamento, essas alterações podem passar despercebidas até começarem a interferir na rotina, aumentando a dificuldade para caminhar, levantar-se de uma cadeira, subir escadas ou realizar tarefas sem ajuda.
     

    “Envelhecer com saúde está diretamente relacionado à possibilidade de continuar fazendo escolhas e realizando as atividades do dia a dia com independência. A alimentação adequada ajuda a manter a força, o equilíbrio e a disposição necessários para isso”, destaca Giselli.
     

    Quando procurar um nutricionista?
     

    Não é necessário esperar que uma alteração apareça nos exames ou que o peso mude de forma significativa para buscar orientação.
     

    O acompanhamento nutricional pode ser adotado preventivamente e revisto sempre que houver mudanças na rotina, no estado de saúde, no apetite ou na capacidade funcional.

    A avaliação profissional pode ajudar a:

    – Prevenir ou controlar condições crônicas, como diabetes, hipertensão e colesterol elevado;
    – Identificar perda de peso ou de massa muscular;
    – Adaptar a alimentação às mudanças do envelhecimento;
    – Adequar o consumo de proteínas, fibras, vitaminas, minerais e líquidos;
    – Atender a necessidades alimentares específicas;
    – Recuperar o estado nutricional depois de uma internação;
    – Preservar a força, a autonomia e a qualidade de vida.

    Mais do que definir o que deve ou não estar no prato, o nutricionista busca transformar a alimentação em uma estratégia possível de ser incorporada à rotina. Afinal, o cuidado nutricional não começa nem termina na balança: ele também pode ser percebido na força para caminhar, na recuperação após um procedimento e na independência para seguir realizando as atividades de todos os dias.

  • Honda marca presença no Festival do Japão 2026

    A Honda participa, de 10 a 12 de julho, da 27ª edição do Festival do Japão, considerado o maior evento de celebração da cultura japonesa no Brasil. Realizado no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, na capital paulista, o festival tem como tema neste ano “Kizuna: laços que unem” e reúne atrações culturais, gastronômicas e de entretenimento que exaltam as tradições japonesas.
     

    Além de patrocinadora do evento, a Honda destaca sua ampla atuação em soluções de mobilidade e o orgulho de fomentar a cultura, apresentando seus modelos de automóveis, motocicletas, motores e máquinas, além de ativações da Honda Serviços Financeiros e da linha Pro Honda, dedicada a fluidos e lubrificantes originais da marca.
     

    Entre os destaques, estarão os automóveis HR-V Touring e City Hatch Touring Sport. Para representar o segmento de motocicletas, a CB650R E-Clutch estará exposta no local. O estande também contará com um espaço dedicado ao DNA esportivo da Honda, com o Civic Type R TCR, carro pilotado por Leonel Pernía nas competições, e um kart equipado com motor Honda, representando a divisão de Motores e Máquinas.
     

    Além dos veículos, o público poderá participar de ativações especiais promovidas pela Pro Honda e pela Honda Serviços Financeiros, com dinâmicas interativas e distribuição de brindes. O estande contará ainda com um espaço dedicado ao Clubinho Honda, que oferecerá atividades lúdicas voltadas ao público infantil, com foco na conscientização sobre segurança no trânsito.
     

    Os fãs da marca também poderão conferir e adquirir itens das linhas Honda Store e Honda Collection, que estarão disponíveis para venda durante os três dias de evento. A coleção inclui peças de vestuário, acessórios e produtos inspirados no universo Honda.
     

    Serviço

    27º Festival do Japão

    Local: São Paulo Expo Exhibition e Convention Center
    Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, São Paulo/SP

    Horários:

    Sexta-feira, 10 de julho das 11h às 21h

    Sábado, 11 de julho das 9h às 21h

    Domingo, 12 de julho das 9h às 18h

  • Corolla Altis HEV: economia que impressiona e conforto que faz a diferença.

    Corolla Altis HEV: economia que impressiona e conforto que faz a diferença.

    É possível fazer uma até o litoral e voltar usando pouco mais de 1/4 de tanque? No Corolla Altis HEV, sim. 🤯

    Depois de passar alguns dias com ele, entendi por que tanta gente fala bem desse híbrido.

    Nossa missão foi simples: pegar a estrada rumo ao litoral norte e descobrir se toda essa fama de economia fazia sentido. E fez.

    Fizemos toda a viagem de ida e volta consumindo pouco mais de 1/4 de tanque, com uma média de 16,4 km/l. O mais curioso é que, ao ligar o carro, praticamente não se ouve nenhum ruído. Basta colocar a alavanca em D ou R para ele sair utilizando o motor elétrico, dando a sensação de que o carro nem está ligado. Essa saída totalmente silenciosa impressiona e deixa a condução muito mais confortável.

    Conforme a necessidade, o sistema híbrido alterna automaticamente entre o motor elétrico e o motor a combustão para entregar o melhor equilíbrio entre desempenho e economia.

    Uma função que achei muito legal é o mostrador híbrido no lado esquerdo do painel digital. Ele mostra, em tempo real, exatamente o que o sistema está fazendo: quando o carro está utilizando a bateria elétrica, o indicador entra na faixa amarela; quando o motor a combustão entrega potência, ele vai para a faixa vermelha (Power); e, durante as frenagens ou desacelerações, a faixa azul (Charge) mostra que a energia está sendo recuperada para recarregar a bateria. É um detalhe muito bacana porque você acompanha toda a eficiência do sistema híbrido enquanto dirige.

    Depois de um fim de semana na estrada, posso dizer que o que mais me conquistou no Corolla Altis HEV foi justamente o conjunto da obra: economia de verdade, silêncio ao dirigir, muito conforto e uma tecnologia que faz diferença no dia a dia. É um carro que transforma o trajeto em parte da experiência da viagem.

    E falando no painel, ele é totalmente digital, bonito e muito fácil de visualizar. A central multimídia com tela grande deixa o interior ainda mais moderno e tem uma interface rápida e intuitiva.

    Outro destaque é o ar-condicionado digital Dual Zone, que permite ajustar temperaturas diferentes para motorista e passageiro, trazendo ainda mais conforto durante a viagem.

    O acabamento interno também surpreende. Os materiais transmitem qualidade, os bancos são muito confortáveis e cada detalhe foi pensado para deixar a cabine mais agradável. À noite, a experiência fica ainda melhor graças à iluminação branca na região dos pés e à faixa de iluminação azul na soleira, que dão um toque sofisticado ao interior.

    Quem viaja no banco de trás também foi lembrado. Além das saídas exclusivas de ar-condicionado, o Corolla oferece duas entradas USB-C, garantindo conforto e praticidade para carregar celulares e outros dispositivos durante o trajeto. Tem também carregador por indução (que fica bem escondido no console, já para você não ficar mexendo no celular) e conexão Apple CarPlay via Bluetooth, uma mão na roda!

    E claro, um dos meus itens favoritos: o teto solar. Ele deixa o interior muito mais iluminado, aumenta a sensação de espaço e torna qualquer viagem ainda mais agradável, principalmente quando o destino é uma estrada cercada por belas paisagens.

    Depois desse test drive, ficou claro que o Corolla Altis HEV vai muito além de ser um sedã econômico. Ele reúne tecnologia, conforto, excelente acabamento e uma experiência de condução extremamente prazerosa.

    É aquele tipo de carro que faz você aproveitar tanto o caminho quanto o destino — e ainda chegar em casa sem se preocupar com o combustível. 🚗✨

    Confira mais lindas fotos do Corolla