Tag: animais de estimação

  • Estudos mostram os benefícios da relação entre humanos e animais de estimação

    No dia Mundial dos Animais, pesquisas globais indicam que o vínculo entre tutores e pets impacta de forma positiva a saúde de ambos 

     O Dia Mundial dos Animais, comemorado em 04 de outubro, foi criado para alertar à sociedade sobre a necessidade de defesa e de preservação de todas as espécies e do meio ambiente.

    A Zoetis, líder mundial em saúde animal, apresenta dois estudos que tratam da relação humano-animal. O Relatório sobre o Laço Humano-Animal, desenvolvido em parceria com a Federação das Associações Veterinárias de Animais de Companhia Europeias (FECAVA) e o Instituto de Investigação do Laço Humano-Animal, que teve como objetivo chamar a atenção das lideranças políticas, uma vez que este é um ano eleitoral em vários países da União Europeia e nos EUA, para o desenvolvimento de políticas públicas direcionadas aos cuidados com animais de estimação. E o estudo, intitulado “O vínculo universal entre animais e humanos”, em parceria com o Instituto de Pesquisa de Vínculo Humano-Animal (HABRI), feito com 18 mil donos de animais de estimação e 1.350 veterinários em quatro continentes e nove países.

    Na pesquisa HABRI, a maioria das pessoas entrevistadas relatou benefícios à sua saúde ligados à posse de animais de estimação. O levantamento também identificou que quanto mais forte o vínculo do tutor com seu pet, maiores são os cuidados dedicados a eles, o que impacta positivamente na saúde dos animais.

    Os estudos usam como pano de fundo a Década do Envelhecimento Saudável das Nações Unidas e a Estratégia de Saúde Mental da União Europeia, com vistas a estimular o fortalecimento da relação entre humanos e seus pets, considerando que a ciência já provou os benefícios dessa amizade para a saúde e bem-estar de ambos. Dentre os tutores de pets, participantes da pesquisa do HABRI, 88% dizem que ter um animal de estimação impactou sua saúde (física ou mentalmente) de modo positivo.

     

    O primeiro estudo sugere que os tutores de animais de estimação em todo o mundo estão altamente empenhados em manter o vínculo com os seus pets. No entanto, esse vínculo seria mais garantido por meio de uma abordagem holística dos cuidados e de políticas que dessem suporte à adoção de pets. Para isso, o relatório aponta que parcerias intersetoriais entre médicos- veterinários, abrigos de animais e a indústria de animais de estimação com organizações sociais e de saúde pública poderiam contribuir para o acolhimento dos pets em mais lares.

    A pesquisa do HABRI, confirma uma tendência mundial ao estreitamento desse laço, para 43% dos entrevistados, os pets são como membros da família, outros 34% entendem que seus animais de estimação são como filhos. “Os animais de companhia acompanham seus tutores ao longo das diferentes fases da sua vida e o impacto positivo do vínculo entre eles é reconhecido pela ciência e está presente em todos os grupos demográficos”, assinala Ana Both, médica-veterinária e gerente de produtos da Zoetis.  

    As mudanças demográficas, o aumento dos níveis de renda e a pandemia da COVID-19 levaram mais pessoas a adquirir animais de estimação. Como resultado, a convivência com os pets tem aumentado a nível mundial, especialmente nas famílias da geração Y. Estima-se que existam cerca de 127 milhões de gatos e 104 milhões de cães vivendo na UE, sendo que 46% dos lares possuem um animal de estimação. Em 2022, estimava-se que 91 milhões de lares europeus possuíam pelo menos um pet. 

    No Brasil, o último Radar Pet realizado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac) do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) em 2019, revelou que 63% dos lares com poder socioeconômico A,B e C, possuíam cães e 54% possuíam gatos. Ficou demonstrado também que a cultura de aquisição de cães e gatos difere. A compra é muito mais comum quando se trata de cães. Já a adoção, em especial o resgate, é mais frequente entre os tutores de gatos. Porém, a adoção, segundo o estudo, é uma tendência para ambos.

  • Passeio com cães e gatos: benefícios e cuidados com os animais de estimação

    Segundo médico veterinário do CEUB, o passeio com cães é uma necessidade. Já para gatos, é uma opção, desde que seja acostumado desde a sua primeira infância

    Rotina diária de tutores, o ato de passear com o cachorro ou gato traz inúmeras vantagens para o pet e para o convívio em comunidade. Embora possa parecer um simples momento de descontração, o passeio contribui para a qualidade de vida dos animais, independentemente da raça ou do tamanho. Bruno Alvarenga, professor de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília, detalha os benefícios de propor passeios para contribuir com o bem-estar de cães e gatos.

    “O passeio é indispensável, especialmente para os cães. Embora sejam sejam dóceis e acostumados com a vida doméstica, eles ainda guardam muito de seus instintos”, alerta o especialista. Segundo ele, os cachorros são como crianças: precisam brincar, correr e ter momentos de lazer. Quando saem de casa, além de interagir com seus tutores, têm contato com cheiros e texturas diferentes, o que ajuda a combater a ansiedade. “Com isso, retornam para casa mais tranquilos, destruindo menos objetos e latindo menos. Eles também lambem menos as patas, reduzindo o risco de desenvolver doenças de pele, especialmente entre os dedos.”

    Na manutenção da saúde física dos cães, o docente do CEUB destaca que o passeio regular ajuda a prevenir obesidade, problemas articulares, cardíacos e até metabólicos, como diabetes. Segundo ele, a prática aumenta a expectativa de vida dos animais e reduz a incidência de infecções urinárias, já que muitos não urinam dentro de casa. “Passear três vezes ao dia, por exemplo, reduz significativamente essas infecções. O passeio também auxilia na socialização, ajudando o animal a lidar melhor com outros cães e pessoas, diminuindo a agressividade e o medo.”

    Cuidado com o calor! Alvarenga sugere evitar passeios durante o pico do sol para prevenir queimaduras nas patas e até hipertermia. Ele recomenda que o tutor opte por passear em horários mais frescos, como no início da manhã ou à noite. “É importante lembrar que raças de cães que possuem mais dificuldade em regular sua temperatura corporal, como os bulldogs, a exposição ao calor pode ser fatal”, alerta o professor.”, alerta o professor.

    “Coleira é item obrigatório durante os passeios”, lembra o veterinário. Mesmo que o cão seja treinado, ele pode se assustar ou ficar curioso com algo e fugir, resultando até em atropelamentos, brigas ou a ingestão de substâncias perigosas. Cabe lembrar que durante o passeio, deve-se recolher os dejetos dos animais e evitar que cadelas no cio entrem em contato com outros cães para prevenir brigas.

    Os gatos podem passear? A resposta é sim! Porém, o professor do CEUB ressalta que os felinos apresentam um comportamento diferente. Segundo Bruno, a maioria vive bem em ambientes fechados e não precisa de passeios como os cães, mas, se o dono quiser passear com o gato na coleira, isso pode ser feito, desde que o animal seja acostumado desde a sua primeira infância. “Os gatos são muito apegados à rotina e podem se estressar com mudanças bruscas. Por isso, para eles, o ideal é um ambiente controlado e seguro”, finaliza.

  • Animais de estimação contribuem para a independência e a felicidade das pessoas com deficiência

    Reconhecer o impacto positivo gerado pela relação com os pets na sociedade e no público PCD é um passo importante para construir uma sociedade mais empática, diz a especialista em temas de inclusão e diversidade, Natalie Schonwald

    Seja um cão, gato, coelho, cavalo ou até mesmo uma tartaruga, os animais de estimação desempenham um papel crucial no dia a dia de muitas pessoas com deficiência (PCDs) ajudando-as a enfrentar desafios emocionais, psicológicos e físicos, sendo uma fonte constante de apoio e segurança que enriquece significativamente o seu bem-estar. Por isso a relevância do tema, que deve ser sempre debatido com o objetivo de conscientizar, cada vez mais, a sociedade sobre a importância dos pets e as necessidades específicas de seus tutores.

    O conhecimento sobre a função dos pets no auxílio de pessoas com deficiência pode ajudar o público a entender que a presença dos animais em diversos ambientes sociais não tem a finalidade de incomodar. Afinal, nestes casos, os pets dão suporte para os indivíduos ganharem qualidade de vida. “A sociedade sabe que a convivência com os animais, na maioria das vezes, traz benefícios aos seres humanos. Mas algumas ainda não entendem que a presença do cão pode aumentar ou até definir o estado psicológico de seu tutor, principalmente os de apoio emocional. Por isso, é preciso ter a ciência que sua presença é essencial para que seu cuidador possa frequentar diferentes locais que provavelmente não iriam sem seu auxílio. Obviamente que, para frequentar estes ambientes, é importante que os cães estejam adequadamente adestrados”, explica a profissional em temas de inclusão e diversidade, Natalie Schonwald.

    As limitações de locais para que os companheiros peludos possam participar de atividades cotidianas para se integrar à sociedade impedem esse objetivo. Espaços públicos abertos, como praças e parques, são propícios para a diminuição de ansiedade, estresse e incentivo às práticas de exercícios para ambos e precisam estar adequados para tal (com bebedouro com água corrente, parque cercado, saquinhos cata-caca, entre outros) – é o chamado ambiente pet friendly – aquele preparado para receber e proporcionar conforto e segurança para pessoas e animais.

    É preciso falar sobre o assunto

    Debater o tema contribui para a formação de uma rede de apoio mais sólida e para a redução do estigma associado às deficiências. “Acredito que não seja um assunto comumente abordado, e que a maioria desconhece tamanha importância dos pets ou tem uma ideia limitada e rasa sobre o tema. A elaboração de palestras e divulgação nas mídias sociais poderiam auxiliar nessa conscientização. Por parte dos profissionais da área da saúde e educação, imagino que a maioria vê com bons olhos essa relação e recomenda a convivência”, diz a bióloga e adestradora, Maria Celeste Sonna.

    Ainda sobre a formação de uma sociedade mais inclusiva, é essencial reconhecer e apoiar a influência dos pets, que ajudam significativamente as pessoas com deficiência a superar barreiras e a ter um convívio social maior. Natalie acrescenta: “Campanhas e demonstrações da eficiência em relação aos benefícios para a saúde e educação, haveria mais aceitação deste tipo de tratamento claro, em determinadas situações, juntamente com a preparação adequada de profissionais da área da saúde e educação, ajudam nessa parte de esclarecimento de se construir uma sociedade mais empática, reconhecendo o impacto positivo dos pets no público PCD”.

    Companheiros e terapeutas

    A conhecida frase “O melhor amigo do homem” não é à toa. Leais e compreensivos, os cães demonstram amor incondicional e contribuem para uma estabilidade emocional e mental dos seus donos. “É cientificamente comprovado que os animais, em especial os cães, por terem uma ligação mais próxima com os humanos, se comparados aos demais bichos, pois a sua domesticação é bem antiga, são aliados do nosso bem-estar, já que são responsáveis pela liberação de ocitocina, um importante hormônio para a diminuição do estresse e ansiedade, podendo auxiliar, inclusive, em tratamentos contra a depressão”, explica Maria Celeste Sonna.

    Muito presentes no cenário de reabilitação e terapias para as pessoas com deficiência, os cães especialmente treinados também são um potencial mediador no processo terapêutico para quem tem déficits socioemocionais. “Por meio de terapias, o cão se torna coterapeuta e, de uma forma individualizada, incentiva o paciente (de todas as idades) em seu desenvolvimento e, por consequência, chegar ao máximo de sua autonomia”, conclui Natalie.

    Também por esse motivo, Maria Celeste comenta que os animais de estimação precisam ser considerados fundamentais nas ações de organizações que trabalham com o tema de inclusão social. “A utilização da presença dos animais deveria ser amplamente explorada por essas políticas, tamanha a sua contribuição na capacidade de proporcionar benefícios e resultados positivos inquestionáveis”.

    Humanização

    Ano passado, o Projeto de Lei 276/23 instituiu a visita de animais domésticos a pacientes internados em hospitais da rede pública ou privada. Todavia, o ingresso do animal depende de autorização médica e de laudo veterinário atestando, dentre outros requisitos, suas boas condições de saúde. A medida é válida para animais como cães, gatos e hamsters, mas não será permitida na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e na quimioterapia, por exemplo.

    Essa é mais uma medida de incentivo à inclusão dos animais na vida das pessoas, pois   proporciona momentos de alegria e conforto aos tutores. “Sou totalmente a favor de que os animais de estimação possam fazer visitas aos donos internados. É claro que levando em consideração a segurança do animal, do tutor e de todo o ambiente. Sabemos que em alguns casos, por questões sanitárias e alta vulnerabilidade de alguns pacientes, infelizmente essas visitas deixam de ser seguras. Mas seria interessante, independente do animal ou porte, que os hospitais pudessem abrir um espaço para que essas interações pudessem acontecer nas demais situações. Seria, com certeza, uma atitude altamente benéfica tanto para o paciente, quanto para o animal”, relata Maria Celeste.

    O importante para uma boa convivência em sociedade é compreender que todo esse processo de entendimento da convivência sadia com os cães está ligado à área da saúde e educação. E que os animais desempenham um papel fundamental na facilitação das interações sociais e oferecem um suporte essencial para quem tem alguma dificuldade. É uma relação de apoio e benefício mútuo, contribuindo, assim, para a criação de uma sociedade mais inclusiva e acolhedora.

  • Doença Renal em pets: causas, sintomas e tratamento

     Uma boa alimentação e hidratação são fundamentais para a prevenção de doenças renais. Médica do Veros Hospital Veterinário aconselha que o melhor remédio ainda é prevenção por meio de consultas de rotina


    Assim como nos humanos, a doença renal crônica em animais de estimação pode ser grave e requer atenção e cuidados adequados. Diante disso, é crucial orientar os tutores de pets sobre os sinais de problemas renais, a importância da dieta adequada, hidratação suficiente e visitas regulares ao veterinário para exames preventivos podem ajudar a melhorar a qualidade de vida e longevidade dos nossos amigos peludos.


    Assim, a médica veterinária Ana Paula Reis, nefrologista do Veros Hospital Veterinário explica que as doenças renais em animais de estimação, como cães e gatos, são bastante comuns e, muitas vezes, graves. “A Doença Renal Crônica é algo muito delicado e muitas vezes pouco perceptível pelos tutores, visto que os sintomas frequentemente podem ser difíceis e sutis de detectar nos estágios iniciais da doença”, esclarece a profissional.

    Só neste ano, o Veros já atendeu uma média de 80 animais com quadro de doenças renais. Isso só reforça a preocupação do hospital que atende cães e gatos e dos médicos que examinam os pets como prevenção e orientam os tutores para os cuidados. 


    A médica alerta que os sinais de doença renal em animais de estimação podem incluir aumento da sede e do volume de urina, perda de apetite, perda de peso, vômitos, diarreia, mau hálito e mudanças na aparência da urina e lista ainda, algumas das doenças renais mais comuns em pets:


    Doença Renal Crônica (DRC): Esta é uma condição comum em animais mais idosos e é caracterizada pela perda gradual e irreversível da função renal ao longo do tempo.


    Infecções Renais: Infecções bacterianas nos rins, conhecidas como pielonefrite, podem ocorrer em cães e gatos. Elas podem ser causadas por bactérias ascendentes da bexiga ou por infecções sanguíneas.


    Urolitíase: Isso envolve a formação de cálculos no trato urinário (também chamados de pedras) que podem obstruir o fluxo de urina, causar dor, inflamação e danos aos rins, ureter, bexiga e uretra.


    Insuficiência Renal Aguda: Esta é uma condição súbita e grave em que os rins perdem sua função rapidamente. Pode ser causada por intoxicação, infecção, obstrução urinária ou outros fatores.


    Doença Renal Policística: Esta é uma condição genética em que pequenos cistos se formam nos rins, eventualmente levando à insuficiência renal.


    Nefrite: Inflamação dos tecidos renais, muitas vezes associada a condições autoimunes.

    Se o tutor suspeitar que seu pet está com algum sintoma, é importante levá-lo imediatamente ao veterinário para tratamento adequado. Além disso, uma dieta balanceada e boa hidratação são essenciais para a saúde renal dos animais de estimação.

    “Nós do Veros Hospital Veterinário sabemos que uma alimentação adequada e hidratação são fundamentais para a prevenção de doenças renais, mas aconselhamos sempre que a melhor forma de prevenção é por meio de consultas e exames de rotina com seu médico veterinário de confiança”, lembra Ana Paula.

  • Importância dos animais de estimação no desenvolvimento escolar

    Pesquisa inédita destaca a importância dos animais de estimação no desenvolvimento escolar durante a pandemia no Brasil

    ➢    Estudo realizado pela Mars Petcare revelou que os pets reduzem o estresse das crianças durante a aprendizagem virtual e aumenta os níveis de energia e motivação

    ➢    Levantamento também traz os impactos positivos que a interação humano-animal (HAI) pode ter nas crianças durante o confinamento

    Após quase um ano e meio de pandemia, os efeitos do isolamento social ainda podem ser observados por grande parte da população. E com as crianças e jovens não é diferente, principalmente no âmbito escolar, que precisou ser adaptado de um dia para o outro.

    Diante desse novo cenário híbrido, com parte dos estudantes brasileiros retornando ao ensino presencial, mas com a continuidade de atividades online, a Mars Petcare realizou um estudo inédito para avaliar as percepções dos professores sobre os benefícios potenciais dos animais de estimação na sala de aula virtual.  A empresa também apurou como os pais analisam os impactos positivos que a interação humano-animal (HAI) pode ter nas crianças durante o confinamento.

    Os dados mostraram que 79% dos professores notaram que seus alunos se sentem menos estressados na sala de aula virtual quando seu animal de estimação está por perto, e 83% dos entrevistados acham que a interação com o pet é importante para reduzir a ansiedade. Outro ponto relevante foi a constatação de que 87% dos professores dizem que ter um animal de estimação em casa pode ajudar as crianças a se sentirem menos solitárias.

    “Os pets têm ocupado um papel cada vez mais importante dentro das famílias, e a pandemia intensificou a relação entre os tutores, principalmente pelas mudanças de hábitos que afetaram grande parte da população, incluindo as crianças. O intuito da pesquisa com os professores e famílias era entender, no cenário brasileiro, como os pets têm interagido com os estudantes durante o momento de aprendizagem online e como isso pode ser benéfico daqui para frente, mesmo com o retorno ao ensino presencial.”, explica Sheila Guebara, Diretora de Assuntos Corporativos da Mars Petcare.

    No questionário direcionado aos pais, os dados mostraram que 77% dos responsáveis disseram que o filho fica mais motivado quando seu animal de estimação está por perto durante o dia e 76% acreditam que o pet ficou mais calmo agora que passa mais tempo com as crianças. Já no âmbito escolar, o levantamento mostrou que a interação com animais de estimação ajuda as crianças a se relacionarem com seus colegas (68%), é boa para a saúde mental de seus filhos (73%) e ajuda no ensino (73%) quando têm a companhia do amigo pet.

    Tanto os pais (78%) quanto os professores (87%) concordam que a interação com animais de estimação deve ser usada nas atividades escolares, quando apropriado.

    A pesquisa foi feita virtualmente com pais e professores que dão aula no Brasil para crianças entre 5 e 17 anos. Confira abaixo alguns recortes:

    Benefícios no desempenho escolar

    A pesquisa revelou que ter um animal de estimação em casa ajuda no desempenho acadêmico e na motivação na sala de aula virtual.

    – 67% professores acreditam que ter um animal de estimação em casa pode melhorar o desempenho acadêmico das crianças;

    – A maioria diz que passar o tempo com um animal de estimação aumenta os níveis de energia da criança (83%) e motivação (81%) na sala de aula virtual;

    – Os professores também acham que as crianças se envolvem mais nas aulas quando seu pet está por perto (69%) e acham mais fácil se concentrar nos trabalhos escolares (62%).

    Benefícios no ambiente de ensino

    Segundo o estudo, os professores disseram que a interação com animais de estimação ajuda a tornar as aulas virtuais mais envolventes.

    – 85% dos professores acham que os programas de interação com animais de estimação nas escolas podem ajudar a tornar as aulas mais envolventes e interativas;

    – 8 em cada 10 professores acham que programas de interação com animais de estimação nas escolas podem aumentar a frequência dos alunos às aulas (81%) e ajudar os professores a recompensar os estudantes por bom comportamento (78%);

    – 9 em cada 10 dizem que as crianças podem compartilhar seu amor pelos animais na sala de aula virtual quando o pet está por perto.

    Benefícios para professores

    Os profissionais também reconheceram que não são apenas as crianças que se beneficiam da interação com animais de estimação na sala de aula virtual.

    – 75% dos professores entrevistados disseram que ver um pet durante a aula permite conversar com os alunos sobre algo que não está relacionado ao trabalho e 82% disseram que os ajuda a criar laços com os alunos;

    – Eles também reconheceram que a interação com o animal de estimação faz bem para a saúde mental dos professores (74%).

    Com esses dados é possível perceber o impacto positivo no bem-estar emocional de crianças e adolescentes durante o confinamento, além de enxergar que a convivência com animais de estimação se tornou importante e necessária na rotina do homeschooling desses alunos.

    Benefícios para a solidão

    De acordo com o estudo, os pets ajudam a combater a solidão dos pequenos.

    – 88% dos pais concordam que o animal de estimação ajuda o filho a se sentir menos sozinho.

    – Os pais dizem que a interação com animais de estimação ajuda as crianças a se relacionarem com seus colegas (68%).

  • 6 coisas que mudaram na vida dos pets na última década

    Celebrado diariamente por pessoas que têm cães ou gatos em casa, o Dia dos Animais é comemorado oficialmente no mundo todo em 04 de outubro. E para reforçar sua missão de tornar o mundo melhor para os pets, a Mars Petcare apresenta um estudo global, realizado com mais de 13 mil tutores de cães e gatos, para o Censo de Animais de Estimação de 2020, nos meses de junho a agosto, que traz as principais mudanças que ocorreram nos últimos dez anos na vida dos pets. Não é novidade para ninguém que os animais de estimação são parte da família, mas agora é possível provar isso com dados:

    • Adoções de animais estão em alta

    Segundo o estudo, quase 63% dos tutores de cães e 51% dos tutores de gatos adotaram seus pets em abrigos e ONG’s. Este é um dado animador, uma vez que sabemos do problema crônico em diversos países em torno do abandono de animais.

    • Adeus quintal e bem-vindos à cama de seus tutores

    Cães e gatos há séculos se mostram como excelentes companheiros. Mas algo de muito novo aconteceu na última década: começaram ganhando o coração e agora já dominaram a cama de seus tutores. Se antes o perfil era que os pets cuidassem do quintal, hoje eles são guardiões do nosso sono e, inclusive, muitos tutores relatam que dormem melhor quando seu pet está junto.

    Alguns fatores ajudaram nesta mudança: o maior envolvimento afetivo com os pets, considerando-os como membros da família; o crescimento de lares com uma só pessoa; o adiamento nos planos de ter filhos; a queda na taxa de natalidade; e a verticalização das cidades são alguns exemplos.

    • Os pets ajudam muito nossa saúde mental

    O estudo também mostrou que 99% dos tutores de cães e 96% dos tutores de gatos acreditam que seu animal de estimação tem um impacto positivo em sua saúde mental. Os pets são excelentes companheiros e, não à toa, os cães são conhecidos como “o melhor amigo do homem”. Eles transmitem a sensação de segurança e bem-estar, além de nos ajudar a lidar melhor com o estresse, a ansiedade e a depressão.

    • Mais que amigos

    Friends? Na verdade, está mais para amor de pai e mãe para filho. O vínculo com animais de estimação é tão forte que o termo “melhor amigo” é um eufemismo. Ao todo, 72% dos entrevistados tutores de cães e 32% dos tutores de gatos admitiram que já cancelaram planos para poderem ficar com seus animais de estimação.

    • Influenciadores pets

    Verdadeiras estrelas das redes sociais, mais da metade dos tutores de animais de estimação publicam nas redes sociais sobre seus peludos mais de uma vez por mês. E cerca de 17% até ganharam um perfil próprio nas redes sociais. Os pets têm protagonizado a produção de conteúdo digital que vão desde mostrar coisas rotineiras como dormir, comer e passear, a vídeos elaborados, engraçados e educativos dos animais nas mais diversas situações. A criatividade nunca esteve tão aflorada para mostrar tanta fofura.

    • Popularização do teste de DNA

    Dos tutores de cães pesquisados, 67% fizeram um teste de DNA em seus animais de estimação, com o objetivo de ajudar a cuidar dos pets por meio do grande detalhamento que o exame traz. Conhecendo a composição genética do cão ou do gato, o tutor é capaz de adaptar o treinamento, a nutrição e os cuidados às suas necessidades únicas – ajudando a garantir um filhote mais feliz e saudável para os próximos anos.

  • No Dia do Amigo e sempre, o pet é a sua melhor companhia

    Pesquisas demonstram que a interação com animais de estimação é muito benéfica para os humanos

    Seres humanos são extremamente sociáveis e, ao longo de nossas vidas, criamos laços afetivos com outros indivíduos que nos ajudam a lidar com diversas situações, tanto de alegria, quanto de tristeza. E essa relação afetiva é tão importante para nós que criamos uma data específica para celebrar: o Dia do Amigo, comemorado em 20 de julho.

    E quem disse que a amizade precisa ser restrita às pessoas? Há anos, cães e gatos também têm sua importância reconhecida quando esse assunto entra em pauta. Principalmente nos últimos tempos, devido ao isolamento social, muitas pessoas se viram em casa apenas com seus animais de estimação e puderam comprovar, na prática, os reais benefícios de uma convivência diária com eles. Por isso, nada mais justo do que chamá-los de melhores amigos, não é?

    Estudos já realizados pelo Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM™, parte da Mars Petcare – dona das marcas ROYAL CANIN®, PEDIGREE® e WHISKAS®, constataram que compartilhar bons e maus momentos da vida com um pet pode ajudar as pessoas a se manterem mais felizes e saudáveis. Observa-se, ainda, que pessoas com animais de estimação têm respostas fisiológicas mais saudáveis ao estresse, inclusive frequência cardíaca e pressão sanguínea de base mais baixas. Outro aspecto já observado foi a base hormonal do vínculo entre humanos e animais, que demonstrou que, enquanto uma pessoa brinca ou acaricia um pet, os níveis de cortisol (hormônio do estresse) diminuem e os de ocitocina (hormônio do bem-estar) aumentam em seu organismo.

    A influência dos pets na vida dos humanos é tanta que, inclusive, influencia a rotina de seus tutores. Uma pesquisa realizada pela Mars Petcare, com 1.000 tutores de cães e 1.000 tutores de gatos, revelou nos tutores de cães que a convivência com o pet estimulou a prática de exercícios físicos e muitos relataram a propensão a corrida. Já os tutores de gatos confessaram que dividem com eles seus pensamentos e segredos mais íntimos. Com laços tão fortes, 2/3 dos entrevistados confirmaram que seus pets são incluídos em seu planejamento de vida, mais de 1/5 levam seus pets junto nas férias, mais de 1/3 relataram comprar presentes para eles em aniversários e datas comemorativas e 1/4 faz suas refeições na companhia de seus pets.

    Além disso, pesquisas realizadas pela Mars Petcare, em parceria com o Human Animal Bond Research Institute (HABRI), em 2019, demostraram que 80% dos tutores entrevistados confirmaram que a presença de um pet em suas vidas os deixou menos solitários.

    E os benefícios dessa amizade não se restringem aos adultos. Um estudo realizado pela Universidade de Cambridge e pelo Centro WALTHAM™ revelou que crianças se relacionam melhor com seus animais de estimação do que com seus irmãos.

    Apesar de o pet não responder verbalmente, o nível de revelações para eles é grande e é visto como um benefício, pois isso significa que eles não fazem nenhum tipo julgamento, se estabelecendo uma relação de muita confiança. WALTHAM™ também foi precursor de um outro estudo, conduzido juntamente com a Universidade de Liverpool, que sustenta a convicção de que crescer com um animal de estimação pode trazer benefícios sociais, emocionais e educacionais às crianças e adolescentes.

    Crianças com animais de estimação tendem a ter a autoestima mais elevada, se sentem menos sozinhas e têm mais habilidades sociais, ajudando no desenvolvimento saudável.

    É ou não é uma linda amizade que merece ser celebrada no dia de hoje e sempre?!

  • Fique atento com as vacinas dos animais de estimação

    Apesar da pandemia de Covid-19, é essencial manter em dia cartão de vacinação do seu pet

    Assim como nós, os animais de estimação também precisam ser vacinados. Um dos fatores mais importantes para o cuidado com a saúde desses animais, a vacinação é responsável por manter a saúde e o bem estar dos nossos amiguinhos e dos seus tutores, pois algumas das doenças que as vacinas protegem são transmissíveis aos seres humanos.

    Conforme explica a Médica Veterinária Tatiane Manzano, responsável técnica da Animed Hospital Veterinário, para garantir a saúde dos pets, é necessário que as vacinas sejam aplicadas seguindo o calendário de vacinação. Uma das vacinas disponíveis, em caráter não obrigatório, é a que protege contra o Coronavirus Canino.

    Durante a pandemia de Covid-19, para evitar a disseminação da doença e manter o necessário afastamento social, os hospitais veterinários vem oferecendo atendimento em domicílio. “Basta o tutor ligar para a Animed que agendamos um horário para o médico veterinário realizar a vacinação em casa”, destaca.

    Tatiane Manzano ressalta a importância de manter o calendário de vacinas dos pets em dia. “Prevenir é sempre a melhor opção, por isso as vacinas são de extrema importância para fazer com que os animais de estimação tenham uma vida longa e saudável. Essa é a primeira medida para que o filhote possa conviver com outros animais e com o mundo exterior. A vacinação é um dos principais cuidados relacionados a posse responsável”, afirma a médica veterinária.

    Para os tutores que, devido ao afastamento social, perderam a data prevista para a vacinação, Tatiane dá a dica. “Dependendo do tempo de atraso da vacina do pet, o ideal é fazer exames que mostrem o quanto o animal está imunizado, para decidir qual o melhor protocolo e ser utilizado”. A médica veterinária informa que a Animed conta com um programa que avisa os tutores quando o animal deve ser vacinado. “Quando esta chegando o dia previsto para a vacinação, entramos em contato para que o tutor possa se programar e não deixar seu pet ficar desprotegido”.

    Sobre a idade correta para vacinar os pets, Manzano esclarece quais são as vacinas que integram o calendário de vacinção de cães e gatos.

    Conforme aponta a veterinária, os protocolos são diferentes para cães e gatos. As vacinas de cães são as polivalentes (V8 ou V10) que imunizam contra: Cinomose, Hepatite Infecciosa Canina, Parvovirose, Coronavirose, Adenovirose, Parainfluenza Canina e Leptospirose. Esta vacina, além da anti-rábica, são de caráter obrigatório. Há ainda outras vacinas que não são de obrigatórias, como a que previne doenças como Giardia, Gripe Canina e Leishmaniose – vacinação extremamente útil quando o cão mora em uma região endêmica para a doença.

    Para os gatos, estão disponíveis a a anti-rábica, a vacina quádrupla, que imuniza contra Panleucopenia, Calicivirose, Rinotraqueíte e Clamidiose; e a quíntupla que protege contra todas as anteriores mais a Leucemia Felina.

    O esquema de vacinação pode variar de acordo com o orientações do médico veterinário, mas em geral é o seguinte:

    • Cães Filhotes – Entre 6 e 8 semanas, primeira dose da vacina polivalente (V8 ou V10), com intervalo de 3 semanas entre cada dose, totalizando 4 doses. A partir de 12 semanas, dose única de vacina anti-rábica. A partir de 16 semanas, primeira dose de giárdia e gripe com intervalo de 3 semanas entre cada dose, totalizando 2 doses. Leishmaniose, primeira dose, com intervalo de 3 semanas entre cada dose, totalizando 3 doses. Depois, o animal deve ser submetido a doses únicas anuais de reforço.
    • Cães adultos – Primeira dose de vacina polivalente (V8 ou V10), com intervalo de 3 semanas entre cada dose, totalizando 3 doses, mais dose única de anti-rábica. Se o tutor desejar realizar as vacinas de caráter não obrigatório, elas são intercaladas entre a polivalente e aanti-rábica. Após esta fase, o animal deve ser submetido a doses únicas de reforço, anualmente.
    • Gatos filhotes – Entre 6 e 8 semanas, primeira dose da polivalente (quádrupla ou quíntupla) com intervalo de 3 a 4 semanas entre cada dose, totalizando 3 doses. A partir de 12 semanas, dose única da vacina anti-rábica. Depois, o animal deve ser submetido a doses únicas anuais de reforço.
    • Gatos adultos – Primeira dose da polivalente (quádrupla ou quíntupla), com intervalo de 3 a 4 semanas entre cada dose, totalizando 3 doses, mais dose única de anti-rábica. Após esta fase, o animal deve ser submetido a doses únicas de reforço, anualmente.

    O tutor deve ficar atento, pois há algumas contra-indicações para as vacinas. “O que é preconizado é que o animal esteja saudável. Animais que no cio, em gestação ou lactentes, que estejam tomando medicações como antibióticos ou anti-inflamatórios, recém operados também não devem ser vacinados. Por isos é fundamental que somente médicos veterinários apliquem as vacinas, pois este profissional irá avaliar o pet antes de cada vacinação”, ressalta a médica veterinária.

    Uma das grandes preocupações de quem tem animais de estimação é o estresse gerado durante a vacinação. O conselho de Tatiane Manzano é que os tutores conversem com o veterinário sobre o comportamento do animal. “Em geral, para cães de pequeno porte, solicito que tutor que segure no colo, como de costume, e aplico a vacina. No caso dos cães de grande porte, é possível aplicar a vacina com o pet no chão, com o tutor segurando firme a guia. Quando necessário maior segurança tanto do médico veterinário, como do tutor, recomendo o uso de focinheiras”.

    Os felinos também merecem atenção especial no momento da vacinação. “Os gatos são os que mais se estressam, mas hoje já existem muitas técnicas de “cat friendly”, aponta a veterinária. Entre as estratégias, estão usar música ambiente para acalmar os gatos, consultórios exclusivos para gatos, fazer carinho no ouvido, entre outras. “Dessa maneira, na maioria das vezes, fazer a aplicação da vacina é bem mais tranquilo”, comenta.

  • Como o brasileiro cuida e quanto gasta com seus animais de estimação

    Brasileiros consideram seus animais de estimação como um membro da família, como um filho ou um bebê

    Animais de estimação são cada vez mais considerados como membros da família ou como um filho para seus donos. Eles passam mais tempo dentro de casa e recebem mais ração, sachês ou petiscos.

    Com tanto afeto pelos bichinhos, é natural que o gasto com eles esteja crescendo. A média de gastos também cresça. Donos de cães gastam em média R$ 294 por mês, sendo R$ 121 de ração. Os donos de gatos gastam em média R$200, sendo R$ 90 de ração. Cerca de 8,7% das pessoas também gastam com plano de saúde, de acordo com uma nova pesquisa da CVA Solutions.

    A pesquisa entrevistou 3.675 donos de cães e 2.270 donos de gatos em todo o país. De acordo com o documento, as petshops de bairros e as mega petshops concentram cada vez mais as compras, em detrimento de supermercados. Marcas de rações de fabricantes nacionais, como Golden, Premier, Foster e Magnus também ganham mercado.

    Segundo dados da Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação), em 2016 o faturamento do setor foi de quase R$ 19 bilhões, e prevê-se que em 2020 esse número chegue a R$ 20 bilhões. O crescimento vem sendo superior a 5% ao ano.

    Confira no infográfico abaixo dados sobre o mercado de animais de estimação, quais os principais cuidados com os bichinhos e quais as marcas mais fortes no mercado.

     

    Fonte: Exame

  • Entenda porquê o chocolate pode colocar em risco a saúde dos animais de estimação

    A ingestão de chocolate pode causar taquicardia nos pets, vômito, diarreia, entre outros problemas.

    O chocolate é um alimento tóxico para cães e gatos e em tempos de Páscoa é preciso reforçar esse alerta, já que nesse período é comum as pessoas aumentarem o consumo da guloseima.
    É muito importante que os tutores resistam aos olhares de súplica dos pets e não deem a eles nem um pedacinho sequer. E ainda: que não deixem chocolates em locais de fácil acesso, pois os pets podem ser atraídos pelo aroma, e que orientem as crianças a não compartilharem o ovo de páscoa com os animais.

    Todo esse cuidado é necessário, pois a ingestão de chocolate pode colocar em risco a saúde e até a vida dos animais de estimação!

    Porque isso acontece?

    O fígado dos cães e gatos não metaboliza uma substância presente no chocolate, chamada teobromina, que está relacionada à quantidade de cacau. Quanto mais cacau, mais teobromina o produto contém e consequentemente mais tóxico ele é aos animais.

    “Isso significa que os chocolates mais escuros e amargos, que contém maior percentual de cacau, são os mais tóxicos para os animais. No entanto, o chocolate ao leite e o branco também fazem mal e não devem ser oferecidos aos pets”, explica o médico veterinário, Flavio Silva, supervisor de capacitação técnico-científica da PremieRpet®.

    Quais são os efeitos colaterais?

    Como a teobromina não é metabolizada pelo organismo do animal, ela pode causar aumento de contrações musculares, excitação nervosa, micção em excesso, elevação da temperatura corporal, respiração acelerada, taquicardia, vômitos e diarreia. A gravidade do quadro varia de acordo com a quantidade ingerida e, apesar de raros, alguns casos podem ser letais.

    Quais os riscos para a saúde do animal?

    Apesar dos casos letais serem raros, existe alta incidência de indisposições gastrointestinais, especialmente em animais pequenos e jovens, devido à quantidade de toxina em relação ao peso do pet. Além do risco de intoxicação e do mal-estar, o chocolate pode acarretar em outros males ao organismo do animal, como a obesidade e suas complicações.

    Prevenir é a melhor conduta

    Prevenir é a palavra de ordem, então é importante ficar atento e não deixar ovos e bombons em locais acessíveis a cães e gatos. Eles podem se sentir atraídos pelo cheiro, pela embalagem e “roubar” sem que os donos percebam. Além disso, é fundamental orientar as crianças para que não dividam o ovo de páscoa com o animal de estimação.

    “Para agradar os pets, o recomendado é fornecer petiscos apropriados e nutricionalmente balanceados para eles”, orienta Flavio Silva, supervisor de capacitação técnico-científica da PremieRpet®.

    Importante: Em caso de ingestão acidental do chocolate, o animal deve ser avaliado por um médico veterinário.