Autor: agitosp

  • Pré estreia de Pets: a vida secreta dos bichos 2

    Hoje aconteceu a pré estreia de 🐾 Pets: A vida secreta dos bichos 2 no Ginásio Mauro Pinheiro.

    Com o objetivo de ser a maior sessão de cinema 🎬 para pets do Brasil e entrar no Guiness Book, a Universal Pictures reuniu 120 pets e conseguiu o feito.

    O evento foi apresentado pela Xuxa e contou presença de quatro dubladores, Dani Calabresa, Danton Mello, Luis Miranda e Tiago Abravanel.

    Na continuação, Max está passando por algumas mudanças em sua vida. Katie está casada e tem um filho, Liam. Max está preocupado em proteger o garoto, ao mesmo tempo que começa a desenvolver um tique nervoso.

    Em uma viagem para fazenda, Max e Duke encontram vacas intolerantes, raposas hostis e um peru assustador, que apenas deixam Max ainda mais ansioso. Por sorte, Max será guiado por Galo, que o ajudará a se livrar das neuroses, encontrar o alfa dentro dele e dar mais liberdade para Liam.

    Durante a viagem, Max deixa sua bolinha para Gigi tomar conta e após um acidente, precisa salvar a bolinha de um apartamento com muitos gatos. Bola de Neve acredita ser um herói e Daisy, uma destemida Shih Tzu, pede sua ajuda em uma missão de resgate de um tigre branco.

    O Lucky e a Peppa adoraram! Pets 2 estreia dia 27 de junho nos cinemas e está imperdível!

    Obrigado à Cobasi e Ingresso.com pelo convite.

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  • Saiba as diferenças entre inseminação intrauterina e fertilização in vitro

    Dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam mais de 36 mil nascimentos anuais por meio de tratamentos de fertilização. Somente no Brasil foram feitas cerca de 40 mil fertilizações in vitro em 2017. Segundo o IBGE, mais de 10 mil crianças são geradas por tratamento de reprodução assistida por ano, no país. Hoje, há cerca de 166 serviços de reprodução assistida cadastrados na Anvisa, que fazem o trabalho de coleta de óvulos, inseminação do espermatozoide no óvulo e transferência do embrião para o útero. As taxas de sucesso dependem de vários fatores como morfologia uterina, integridade endometrial, resposta ao estímulo ovariano, qualidade do sêmen, idade do homem, reserva ovariana, qualidade do embrião, laboratório utilizado, a causa da infertilidade e, o mais importante, a idade da mulher. O crescimento pela procura do tratamento, segundo a Rede Mater Dei de Saúde, está relacionado a questões sociais ou problemas de infertilidade. Outro fator que tem se tornado comum são os casais homossexuais que sonham com filhos e recorrem ao tratamento. Há também casos em que o casal quer resguardar os gametas previamente a um tratamento oncológico, o chamado oncofertilidade e os que recorrem ao útero de substituição (popularmente conhecido como barriga de aluguel). Inseminação intrauterina (IIU)Chamada de tratamento de baixa complexidade, engloba o coito programado e a IIU, visando aumentar a chance de gestação através da fecundação dentro do organismo feminino. A IIU pode ser indicada em mulheres anovuladoras, quando há fator masculino leve, distúrbios de ereção ou ejaculação, endometriose leve, uso de sêmen de doador ou sêmen congelado anteriormente e quando não se sabe a causa da infertilidade do casal, após pesquisa adequada. Tanto no coito programado quanto na IIU, os passos iniciais são os mesmos, começando pelos tratamentos com a estimulação ovariana. – Estimulação ovariana: Promove a ovulação em pacientes com alteração da mesma ou promove o desenvolvimento de múltiplos óvulos em pacientes com ovulação normal. As medicações podem ser administradas via oral ou subcutânea. O período de uso da medicação para estímulo ovariano e crescimento folicular (o folículo consiste em camadas de células que contêm o óvulo) varia, em média, de 8 a 12 dias. Durante o período de estímulo ovariano, a paciente deve realizar ultrassons transvaginais seriados, a fim de acompanhar e avaliar o tamanho dos folículos em crescimento. Quando esses folículos atingem o tamanho ideal para a ovulação, é administrada nova medicação que leva à ruptura folicular e consequente ovulação. Até essa etapa, ambos os tratamentos de baixa complexidade são semelhantes. No coito programado, o casal é orientado a ter relações sexuais em casa nos dias seguintes. Já na IIU, de 36 a 40 horas após a administração da medicação para ruptura folicular. – Inseminação: O sêmen é coletado (por masturbação) e processado em laboratório especializado. Em posição ginecológica, a paciente recebe o sêmen, introduzido dentro do útero através de um cateter que passa pelo colo uterino. – Pós procedimento: Após a IIU, a paciente permanece em repouso por cerca de 20 minutos na sala. Depois, é liberada para retomar suas atividades diárias, sem restrições. – Taxas de sucesso: Por ser um tratamento mais simples, há menores taxas de gestação, variando em torno de 10 a 20%. – Riscos: Os riscos da IIU são praticamente inexistentes. Os maiores são de gestação gemelar (gêmeos). – Custo: Inseminação – de R$ 1,5 mil a R$ 3 milTratamento que inclui consultas, recolhimento e tratamento do esperma e inserção no útero – de R$ 500 a R$ 2 milHormônios injetáveis – R$ 1 mil Fertilização in vitro (FIV)A FIV é um tratamento de alta complexidade, em que a fecundação, ou seja, a formação do embrião, ocorre no laboratório de reprodução assistida, fora do organismo feminino. A FIV é o único tratamento que pode ser realizado quando há um fator masculino grave ou obstrução das trompas. É indicado após falha de tratamento de baixa complexidade, quando o tratamento será realizado com óvulos doados, útero de substituição, casais sorodiscordantes, endometriose grave, baixa reserva ovariana e para gestar com oócitos congelados previamente. A etapa inicial da FIV também consiste em estímulo ovariano, para a produção de um maior número de óvulos a serem manipulados. – Estímulo ovariano: Tem duração semelhante ao estímulo dos tratamentos de baixa complexidade. Porém, quando os folículos atingem o tamanho desejado, a paciente não sofre a ruptura folicular. É agendada a aspiração folicular para a captura do óvulo. – Aspiração folicular: Ocorre em centro cirúrgico, sob sedação. Os óvulos são aspirados por agulhas específicas, ligadas ao transdutor do ultrassom transvaginal. A agulha penetra nos ovários e nos folículos, aspirando todo o conteúdo folicular. Este é encaminhado imediatamente para o laboratório de FIV (que costuma ser anexo ao centro cirúrgico). O procedimento dura cerca de 20 minutos. No mesmo momento, os espermatozoides são colhidos (por masturbação) e também encaminhados ao laboratório. – Fertilização: O encontro dos óvulos com os espermatozoides acontece no laboratório, e o embrião tem seu desenvolvimento acompanhado por 3 a 5 dias. – Transferência do embrião para dentro do útero: É feita através de um cateter que é inserido pelo colo do útero, com a mulher em posição ginecológica, após 3 ou 5 dias da retirada dos óvulos.O número de embriões transferidos varia com a idade da mulher: até 35 anos (2 embriões), de 36 a 39 anos (3 embriões) e mais de 40 anos (4 embriões). – Pós procedimento: Após a punção ovariana e a transferência de embriões, a paciente deverá permanecer em repouso por 24 horas. – Taxas de sucesso: As taxas variam em cerca de 50% nas mulheres com menos de 35 anos até menos de 10% em mulheres com 44 anos. Após essa idade, a taxa cai drasticamente. – Riscos: Os maiores riscos na FIV são a síndrome de Hiperestímulo Ovariano, sangramento durante a punção ovariana, infecção (cerca de 0.1-3%), lesão de estruturas pélvicas, dor pélvica e abdominal leve à moderada. Existe um pequeno risco (1%) de gravidez ectópica (tubária). – Custo: A FIV possui maiores taxas de gestação, mas, em contrapartida, os custos também são maiores por ser um tratamento de alta complexidade. Fertilização in vitro clássica – de R$ 10,5 mil a R$ 14 milTratamento que inclui consultas, exames, fertilização e inserção no útero – de R$ 7 mil a R$ 9 milHormônios e medicamentos – de R$ 3 mil a R$ 5 mil Fertilização in vitro com inserção de esperma – de R$ 11,3 mil a R$ 16,5 milÉ o valor da fertilização in vitro clássica, mais o procedimento de injeção do espermatozoide dentro do óvulo, que custa entre R$ 800 a R$ 2,5 mil Fertilização in vitro simplificada – aproximadamente R$ 5 milTratamento que inclui consultas, exames, fertilização e inserção no útero – R$ 3,5 mil.Hormônios e medicamentos – R$ 1,5 mil Em ambos os casos, os possíveis efeitos colaterais do estímulo ovariano são: • Cefaleia• Irritabilidade• Aumento da libido• Hematomas e dor no local da injeção• Náuseas e, ocasionalmente, vômitos• Reações alérgicas temporárias no local da injeção (vermelhidão e/ou coceira)• Mastalgia (dor mamária) O teste de gravidez deve ser realizado após 12 dias da transferência do embrião na FIV e 14 dias na IIU. Assim que a mulher engravida, a gestação evolui como qualquer outra, independentemente da forma como foi realizada. E a taxa de aborto espontâneo após a fertilização in vitro é semelhante à taxa após a concepção natural. Vale lembrar que todos os casais com indicação de IIU podem optar por realizar FIV, devido às maiores taxas de gestação alcançadas com esse procedimento. No entanto, os casais com indicação específica de FIV não têm outra opção de tratamento. 

  • Você sabe os perigos do consumo excessivo de álcool para a saúde?

    Em todo o mundo, aproximadamente 3 milhões de pessoas morrem por consequência do uso nocivo de álcool, segundo relatório divulgado pela OMS

    A OMS atribuiu ao abuso de álcool mais de 5% da carga mundial de doenças que comprometem o funcionamento do cérebro e afetam vários outros órgãos. No curto prazo, o excesso de álcool no corpo pode ser percebido pela confusão e perda de reflexos, comprometimento da coordenação motora, vômitos e até coma alcóolico, além das implicações comportamentais. Já, ao longo dos anos, os danos internos se acumulam e podem ser irreparáveis. Para alertar a população sobre os riscos do consumo desenfreado de bebidas alcoólicas, o médico e especialista em dependência química Toufik Rahd (CRM 61.760 SP), selecionou alguns pontos de atenção àqueles que já passaram da cervejinha do final de semana ao consumo diário dessas substâncias.

    “No fígado, o alcoolismo pode causar acúmulo de gordura, hepatite e cirrose, que comprometem o funcionamento do órgão devido a lesões prolongadas. O pâncreas e o estômago também podem desenvolver doenças crônicas, como pancreatite, gastrites e úlceras. Já o coração tende a ser afetado pela elevação dos índices de colesterol, hipertensão, entre outras disfunções”, explica Toufik.

    Os riscos para o cérebro são extremamente perigosos, podendo levar a deterioração cognitiva, distúrbios mentais e, no sistema nervoso, a uma doença ainda pouco divulgada: a polineuropatia alcóolica.

    Entenda

    A polineuropatia alcóolica acomete principalmente adultos, após os 40 anos, e idosos, sendo até quatro vezes mais incidente em homens. A complicação surge de um alcoolismo grave e crônico, “o alcoólatra tende a alimentar-se mal e a bebida por si só já inibe a absorção de diversas vitaminas e nutrientes, o que gera deficiência da vitamina B1 e carência de tiamina. Essa insuficiência prejudica o Sistema Nervoso Periférico”, esclarece Dr. Rahd.

    Os sintomas vão desde fraqueza, dor e sensação de formigamento ou dormência nas mãos, pés e membros inferiores no geral, a dores noturnas, câimbras e perda sensorial das extremidades e são constantemente ignorados.

    Além da suspensão imediata do álcool, suporte no abandono ao vício e administração de anticonvulsivantes ou antidepressivos para combater a dor neuropática, a reposição da tiamina é fundamental para evitar a progressão da perda de mielina no nervo. O especialista alerta que a recuperação vai depender muito do tipo e quantidade de fibras lesadas e que o acompanhamento neurológico é fundamental para esse diagnóstico.

    Na reposição da tiamina, conhecida também como vitamina B1, a benfotiamina, opção lipossolúvel, consegue ser mais facilmente absorvida pelo organismo, apresentando melhores resultados no curto prazo, penetrando diretamente na célula, sem necessidade de transportadores, com um aproveitamento 15 vezes melhor e ação medicamentosa 10 vezes mais potente.

    A Organização Mundial da Saúde (OMS), em seu Relatório Global sobre Álcool e Saúde 2018, aponta uma redução no consumo de álcool pela população brasileira em 2016, de 7,8 L de álcool puro, em relação a 2010, que era de 8,8 L de álcool puro. Com isso, o país está abaixo da média da região das Américas (8L de álcool puro per capita); porém maior do que a média mundial (6,4 L).

  • O orgasmo pode ser alcançado por todas as mulheres

    Para liberar oxitocina e serotonina, os hormônios do prazer, que fazem muito bem ao corpo e até combatem a depressão, não importa se você atinge o clímax por estímulo clitoriano ou penetração: conhecendo seu corpo e os gatilhos que despertam seu desejo e a deixam à vontade, conseguirá ter prazer

    A noite de 12 de junho costuma ser muito quente, apesar de acontecer quase no inverno. É que casais apaixonados, de todas as idades, comemoram o Dia dos Namorados com jantares românticos seguidos por noites de amor, em que desejam proporcionar ao outro muito prazer. E algumas mulheres chegam ao consultório médico, antes e depois dessa experiência, com uma reclamação: a de não atingirem o orgasmo. “São pouquíssimas as mulheres que sofrem de anorgasmia, aquelas que realmente têm um problema de saúde, física ou emocional, que as impede de sentir prazer com o ato sexual. As demais apenas não relaxam o suficiente ou não conhecem seus próprios corpos e os pontos de prazer que as levam ao orgasmo”, relata a Dra. Mariana Rosario, ginecologista, obstetra e mastologista, membro da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp) e do corpo clínico do hospital Albert Einstein.

    Segundo ela, para atingir o orgasmo, é preciso que a mulher seja estimulada multifatorialmente. “Deve existir o desejo, claro, mas, estímulos táteis, visuais, auditivos – porque a mulher precisa ouvir frases estimulantes no ato sexual – fazem parte do contexto e ela precisa conhecer quais são os caminhos que a levam ao orgasmo, para ajudar o parceiro nessa descoberta também”, diz a médica.

    Quando a própria mulher não conhece os gatilhos de seu corpo, que a levam ao prazer, ela não consegue orientar o parceiro na hora do sexo. “A masturbação é importantíssima para a mulher. Se ela se toca, conhece seu corpo, ela é capaz de dizer ao parceiro o que lhe dá prazer. Afinal, ele não tem como adivinhar quais são as preferências dela, não é?”, pondera a Dra. Mariana.

    O orgasmo faz bem para a saúde

    O prazer sexual envolve reações químicas no organismo. Os hormônios do prazer são a oxitocina e a serotonina, que relaxam e dão sensação de bem-estar. Mas, não é só isso: existem diversos estudos que mostram que áreas diversas do cérebro – cientistas chegam a citar 30 – são ativadas durante o clímax, incluindo as de memória, prazer, emoção, alegria, toque e satisfação, entre outras. Os hormônios liberados pelo orgasmo atuam até mesmo na depressão, O corpo todo se prepara para o orgasmo e, durante o sexo, há maior irrigação sanguínea, aumento dos batimentos cardíacos, mudança na respiração, liberação do hormônio adrenalina e queima calórica. “O sexo não pode ser considerado uma atividade física, mas, tem muitas vantagens para a saúde e a autoestima. Se acompanhado do orgasmo, é fundamental para todas as pessoas saudáveis”, explica a ginecologista.

    As dicas

    Dra. Mariana Rosario acredita que todas as mulheres possam contribuir para o próprio prazer. “Não existe limitação de idade, opção sexual, raça, religião, profissão ou estado civil que interfira no orgasmo. Alguns fatores podem bloquear o prazer, como traumas relacionados ao sexo – o abuso sexual é um forte bloqueio – , e uma educação muito rígida, então, é necessário buscar apoio psicológico. No mais, é preciso se conhecer bem e aproveitar o momento”, diz. Ela dá as dicas:

    – Conheça o seu corpo – “Muitas mulheres nunca viram seu próprio órgão genital. Se é o seu caso, pegue um espelho e se olhe. Conheça sua vagina, toque-a, identifique o clitóris e cada parte do seu corpo. Assim, você começará a se aceitar melhor”.

    – Masturbação é importante – “Quem não consegue se dar prazer, dificilmente terá prazer com o outro. Se você não chega ao orgasmo sozinha, terá dificuldade de chegar a dois. Então, masturbe-se. Pode ser que, nas primeiras vezes, você não goze. Mas, com o tempo, ficará mais confortável, identificará o que lhe dá mais prazer e, assim, alcançará o clímax”.

    – Não importa de onde vem seu orgasmo, curta-o! – “Muitas pacientes preocupam-se porque só têm orgasmos clitorianos – e não vaginais, pela penetração. O clitóris é um órgão super sensível, que possui uma glande e, quando estimulado, leva ao prazer. Algumas pessoas o apelidaram de ‘mini-pênis’, termo que causa incômodo a muitas mulheres, mas que é usado porque, na verdade, no prazer, ele tem a função parecida ao pênis masculino, porque é masturbado. Muitas mulheres relatam sentir um prazer enorme quando há estímulo adequado no clitóris e não na penetração – e não há nada de errado nisso. Seja o orgasmo vaginal ou clitoriano, o importante é ter prazer e curtir cada segundo dele!”.

    – Converse abertamente com seu (a) parceiro (a) – “Ninguém pode adivinhar o que lhe dá prazer. Então, fale para seu parceiro – ou sua parceira – o que lhe agrada e o que lhe desagrada. Mulheres em relacionamento homoafetivo dizem ter mais orgasmos porque se sentem mais à vontade para contar suas fantasias às parceiras, em relação às heterossexuais. Quem tem um diálogo mais aberto consegue orgasmos muito mais intensos, porque cria intimidade com o outro”.

     – Crie um clima adequado ao seu perfil – “Nem todo mundo gosta de velas acesas e flores. Se você curte outro clima, invista nele. Dê asas à imaginação e valorize as suas fantasias – que não precisam seguir o script da maioria das pessoas: você é um indivíduo ímpar e merece momentos só seus”.

    – Perca a vergonha – “Muitas mulheres não relaxam, na hora do sexo, porque estão pensando na gordurinha, na celulite e na flacidez. Enquanto isso, os (as) parceiros (as) estão admirando suas qualidades. É preciso entender que todas as pessoas praticam sexo, estejam elas acima do peso ou muito magras, tenham elas estrias ou não! Todas as pessoas transam diariamente, em todo o mundo – e não estão nem um pouco preocupadas com os detalhes da aparência do (a) parceiro (a). Então, é hora de apostar nas suas qualidades e perder a vergonha! O bloqueio mental é um dos complicadores para que as mulheres não alcancem o orgasmo. Relaxe!”.

    – Procure ajuda – “Médicos, psicólogos e psiquiatras existem para ajudar quem precisa. Não é comum sentir dor ou desconforto no sexo. Além de causas físicas – como infecções – , pode haver causas emocionais e traumas envolvidos no processo”.

  • 10 mitos e verdades sobre AVC

    Cirurgião vascular esclarece dúvidas a respeito de acidente vascular cerebral e como perceber os sintomas

    O Acidente Vascular Cerebral acontece de várias formas e situações, portanto, há muitos mitos e verdades sobre o tema. Para esclarecer este assunto, o especialista em Cirurgia Vascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia, Cirurgia Vascular e Endovascular e responsável pelo Serviço de Cirurgia Vascular do Hospital do Coração, Dr. Gilberto Narchi Rabahie, explica o que é mito ou verdade.

    Confira abaixo:

    1. O AVC é considerado grave?

    Verdade. Sim, o acidente vascular pode ser classificado entre leve, moderado ou grave de acordo com a severidade e duração dos sintomas e sequelas.


    2. É a doença que mais mata no Brasil?

    Verdade. As doenças cardiovasculares são as primeiras causas de óbitos no Brasil, e incluem infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral.


    3. Após o acidente é possível voltar à rotina normalmente?

    Verdade. Porém, depende do grau de acometimento cerebral. Existe AVC que praticamente não deixa sequelas, e outros, mais raros que são incapacitantes.


    4. Ocorre apenas uma vez numa só pessoa?

    Mito. É possível que o AVC aconteça mais de uma vez no mesmo paciente.


    5. Atividade física diminui o risco de acidentes cardiovasculares?

    Verdade. Assim como não fumar tabaco e ter controle de hipertensão arterial, diabetes e dislipidemias. Hábitos saudáveis serão sempre bem-vindos para a qualidade de vida e para evitar um AVC.


    6. A causa do derrame é a falta de oxigênio?

    Verdade. Uma das causas é a privação de oxigênio nas células, que acaba ocasionando o AVC Isquêmico. Doenças cardíacas também podem ser outra causa. O AVC pode ser causado por coágulos que são formados no coração e podem migrar inclusive para o cérebro, causando oclusão de artérias e consequente isquemia local.

    Os próprios vasos intracerebrais podem ocluir localmente devido a aterosclerose focal. Outra causa de AVC é sangramento, ou seja, um vaso intra cerebral pode romper e causar extravasamento de sangue. Neste caso o AVC é então hemorrágico.


    7. As chances de cura são pequenas?

    Mito. A possibilidade de cura aumenta de acordo com o diagnóstico. Quanto antes ocorrer o diagnóstico e iniciar o tratamento específico, menores as chances de sequelas.


    8. A dificuldade de movimentação é um sintoma?

    Verdade. A dificuldade de movimentação de braço ou perna do mesmo lado do corpo (hemiparesia) e, até mesmo a alteração da fala (dislalia) e de consciência é um sinal do derrame.

    9. O derrame acontece somente depois dos 40 anos?

    Mito. O acidente pode ocorrer com crianças e adolescentes também, porém, com a idade, a condição clínica piora devido aos fatores de risco envolvidos (aterosclerose, diabetes e hipertensão arterial).

    10. A trombofilia tem relação com a doença? 

    Verdade. Alguns casos específicos de AVC podem ser atribuídos à trombofilia, portanto, se houver histórico familiar de trombofilia ou se o próprio paciente já teve algum episódio de trombose, sem motivo claro aparente, é recomendado analisar com um profissional.

  • Entenda os riscos de pulgas e carrapatos em casa

    Apenas 5% das pulgas adultas ficam nos pets – o restante se reproduz e permanece no ambiente; parasitas podem trazer diversos riscos à saúde dos animais e seus tutores

    Quem tem cachorro ou gato em casa com certeza já ouviu falar sobre a importância de manter os pets longe de pulgas e carrapatos. Mesmo aqueles que moram em locais de pouca incidência desses parasitas, como apartamentos, devem tomar alguns cuidados, já que o animal pode adquiri-los em um simples passeio na rua. Além de causar reação alérgica nos peludos, pulgas e carrapatos ainda podem trazer danos à saúde do animal e da família.

    O controle dos parasitas costuma ser difícil devido ao seu ciclo de vida. A pulga, por exemplo, tem quatro estágios de desenvolvimento – ovo, larva, pupa e adulta -, sendo que apenas no último deles ela se instala no animal, o que costuma representar 5% dos parasitas presentes no ambiente. Nos outros estágios, as pulgas permanecem no local ao redor do pet, como casinha, tapetes e móveis da casa, tornando muitas vezes ineficazes tratamentos tópicos de curta duração.

    Segundo Daniela Baccarin, médica-veterinária e gerente de produtos da unidade Pet da MSD Saúde Animal, é importante que o controle dos parasitas seja feito de forma integrada com o ambiente, já que as pulgas adultas, por exemplo, conseguem botar cerca de 20 a 50 ovos por dia no local. “Por mais limpa que seja a casa ou o espaço em que o cachorro ou gato esteja acostumado a ficar, há grandes chances de haver ovos e larvas de pulgas e carrapatos, mesmo que eles tenham sido exterminados do animal. Isso faz com que em poucos dias o pet volte a sofrer com o problema”, afirma a especialista.

    Por isso, o tratamento preventivo contínuo é a melhor alternativa. Quando o animal está protegido contra os parasitas – seja por medicamentos de longa duração ou coleiras -, as chances de trazê-los no corpo para dentro de casa ou pegá-los novamente é quase nula. “Para que seu animal se mantenha protegido, o ideal é incluir nos cuidados com a saúde do pet produtos de longa duração – alguns chegam a ter eficácia de três meses -, que evitem que as pulgas e carrapatos se desenvolvam no ambiente. Quando não conseguem se alimentar do animal, elas acabam morrendo com o tempo”, ressalta Daniela.

    Prejuízos à saúde

    Além da intensa coceira causada pela presença desses parasitas, pulgas e carrapatos também podem trazer danos à saúde do seu pet. Quando em grande quantidade, eles extraem muito sangue do animal, o que pode resultar em anemia. Além disso, os carrapatos podem transmitir uma série de doenças, como a Babesiose, Erliquiose, Febre Maculosa e Doença de Lyme, que também podem afetar humanos.

    “Muitas pessoas imaginam que esses vetores são inofensivos, que só causam coceira e nada mais. Mas a verdade é que, devido ao seu longo ciclo de vida, podem permanecer no ambiente e causar prejuízos ao animal com o tempo”, reforça Daniela, que complementa “administrar medicamentos no pet somente quando ele é afetado por esses parasitas coloca em risco à saúde do animal e da família. Fique atento à administração periódica de produtos que preventivos”, finaliza.

    Algumas medidas podem ajudar a identificar e eliminar pulgas e carrapatos do seu pet. Confira:

    ·         Fique atento caso o pet comece a se coçar com frequência. Orelhas, pescoço, patas e topo da cabeça são os locais preferidos para o alojamento de parasitas;

    ·         Ao identificar pulgas ou carrapatos, use produtos específicos para eliminação dos ovos e larvas no ambiente. Atenção aos locais onde o pet fica mais presente e ambientes com superfícies quentes, como tapetes e estofados;

    ·         Se for retirar manualmente algum carrapato do pet, use uma pinça e se certifique de o retirou por completo. Deixar pedaços do parasita no pet pode causar infecções na região;

    ·         Não esqueça de levar o pet ao veterinário após identificar os parasitas. Somente o especialista poderá indicar os exames adequados para avaliar se houve danos à saúde do animal;

    ·         Caso ainda não faça a administração de nenhum produto preventivo contra pulgas e carrapatos, opte por algum de longa duração, que dificulta a proliferação de novos ciclos de pulgas e carrapatos.

  • 15 Mitos e Verdades sobre o Anticoncepcional

                                                  Imagem retirada da internet

    Ginecologista, Domingos Mantelli, tira dúvidas sobre o assunto

    A camisinha é a solução mais eficaz na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Mas para as mulheres que buscam se proteger, além das doenças, de uma gravidez indesejada, o método deve ser conciliado ao uso de outros anticoncepcionais.

    Os contraceptivos orais acompanham as mulheres desde a década de 60, quando se estabeleceu o início da revolução sexual e social feminina. Mais de 50 anos depois, as pílulas continuam sendo o método contraceptivo mais procurado no mercado mesmo com todas as lendas a cerca da ingestão do medicamento.

    Para sanar de vez as dúvidas que nem sempre estão nas bulas, o ginecologista e obstetra Domingos Mantelli, disponibilizou um questionário com 15 perguntas e respostas sobre o método contraceptivo.

    1. A pílula anticoncepcional pode acabar com o desejo sexual das mulheres?

    Mito e verdade: O questionamento que as mulheres mais fazem aos ginecologistas é sobre a perda de libido. Não há qualquer relação entre o uso desse contraceptivo com a perda do apetite sexual, porém eventualmente se houver interferência do anticoncepcional na concentração do hormônio testosterona, poderá haver uma diminuição, mas não a perda da libido.

    1. O anticoncepcional promove o aumento de peso?

    Mito: Os hormônios contidos nas pílulas devem ser dosados e indicados pelo ginecologista para não sobrecarregar a contagem de hormônios. Mas em geral não há indícios de que o efeito seja relacionado ao aumento do peso. O que pode ocorrer é uma retenção de líquidos maior levando a um inchaço, dependendo do hormônio que for utilizado, porem o que não é relacionado com o aumento de células de gordura. O único segredo para não ganhar quilos é praticar exercícios e ter uma alimentação saudável.

    1. A pílula causa câncer?

    Mito e verdade: As pesquisas realizadas na área são incontestáveis, o uso da pílula não está associado ao surgimento de cânceres, porém podem aumentar a probabilidade de tê-los em alguns casos. O efeito muitas vezes é até contrário, onde o contraceptivo oral auxilia na prevenção de câncer como os de endométrio e ovários. Porém, as pílulas combinadas que contem estrogênio, aumentam a probabilidade de câncer de mama em pacientes com histórico pessoal ou familiar deste câncer.

    1. A infertilidade pode ser causada pelo uso contínuo do anticoncepcional?

    Mito: As mulheres que tomam a pílula por um longo período de tempo podem demorar um pouco mais do que as mulheres que não fazem o uso do medicamento para voltarem a engravidar. Isso se dá, pois, uma parte dos hormônios pode ficar acumulado em células de gordura e continuarem a ser liberados mesmo após a parada de toma-los. A pílula é reversível e não causa danos à saúde da mulher.

    1. Posso não fazer intervalos entre todas as cartelas para não menstruar?

    Verdade: Apesar de o sangue da menstruação ser uma maneira do corpo feminino se livrar das impurezas do organismo, a pílula não perde sua eficácia se a opção for emendar as cartelas, desde que os intervalos sejam acompanhados pelos ginecologistas,

    1. O cigarro prejudica a ação das pílulas?

    Verdade: O anticoncepcional continua sendo um método eficaz mesmo com o uso do cigarro. Mas combinação das substancias presentes no fumo e nas pílulas afetam o fígado bruscamente e aumentam as chances de doenças cardiovasculares e tromboses venosas. É altamente recomendada a não união da pílula e do cigarro.

    1. O uso da pílula pode acarretar no aumento da acne?

    Mito e Verdade: O surgimento da acne está veiculado ao hormônio feminino, quando a pílula é somada ao excesso de hormônio feminino já encontrado naturalmente em algumas mulheres, podendo haver efeito indesejado. Quando as mulheres possuem maior taxa de hormônios masculinos no organismo, a pílula é equilibrador e auxilia no tratamento da acne.

    1. O consumo de álcool pode fazer a pílula perder o efeito?

    Verdade: O álcool pode sim interferir na capacidade preventiva das pílulas anticoncepcionais. Tanto o álcool como os anticoncepcionais são metabolizados no fígado. O álcool pode inclusive aumentar as taxas de estradiol circulante, elevando seus efeitos colaterais como o aumento da probabilidade de se ter câncer de mama. Também o uso contínuo da bebida pode afetar a qualidade dos óvulos e dificultar uma gravidez posterior.

    1. O anticoncepcional causa trombose?

    Mito: Não, desde que o uso seja livre da influência de cigarros e que a mulher não tenha outros fatores de risco para trombose. O cigarro unido à pílula é responsável por engrossar o sangue, complicar a circulação e causar as tromboses. Claro que toda paciente deve ser orientada sobre a possibilidade de investigar trombofilia antes de iniciar um método contraceptivo

    1. A pílula altera o humor das mulheres?

    Verdade: A pílula pode melhorar o humor feminino porque age diretamente no controle das dores e dos sintomas nada sutis que vêm acompanhados da menstruação. O contraceptivo oral é um combatente da TPM.

    1. A pílula causa celulite?

    Mito: As celulites são provenientes da genética, não há o que culpar. Converse com seu ginecologista sobre anticoncepcionais que retenham menos liquido no organismo, reporte ao médico inchaços, aumento de peso e qualquer alteração física para descartar possibilidades de efeitos colaterais.

    1. Posso utilizar as pílulas do dia seguinte mesmo tomando o contraceptivo regularmente?

    Mito: Não, a combinação dos contraceptivos não aumenta a prevenção da gravidez, mas acarreta em problemas circulatórios e perda de libido causada pela alta dosagem hormonal dos medicamentos.

    1. Posso tomar qualquer anticoncepcional disponível no mercado?

    Mito: Não, o ginecologista é o único capacitado para receitar o contraceptivo oral, pois há a necessidade de realizações de exames para descartar impossibilidades de usar o método. A dosagem hormonal também só pode ser indicada pelo médico para não ocasionar efeitos colaterais.

    1. A pílula pode ser ingerida em horários distintos?

    Mito: O anticoncepcional deve ser tomado em horário regular. O esquecimento contínuo deixa o corpo feminino sem a cobertura da ação preventiva da pílula facilitando a fertilização.

    1. Preciso trocar a marca das pílulas de tempos em tempos?

    Mito: Se a mulher não tem efeitos desagradáveis com o uso continuo de uma só pílula, pode utilizar por tempo indeterminado uma marca e a eficácia não será comprometida.

  • Se queimou? Saiba o que deve ser feito neste tipo de acidente

    No Brasil, estima-se que 1 milhão de pessoas sofrem queimaduras por ano, mas apenas 100 mil acabam buscando atendimento hospitalar

    No Brasil, mais de um milhão de pessoas são vítimas de queimadura. Essa também é a segunda maior causa de morte entre crianças de um a quatro anos, segundo o Ministério da Saúde. Para conscientizar a população sobre o tema, o Dr. Luiz Philipe, cirurgião plástico especializado em queimaduras do Centro de Traumado Hospital 9 de Julho, explica o que fazer para minimizar risco de infecções e evitar sequelas.

    Quando o assunto é queimadura não faltam receitas caseiras “milagrosas” como dicas para reduzir a dor e estimular cicatrização. Mas o problema deve ser levado a sério. O tratamento adequado pode evitar infecções e eventuais sequelas como perda de parte da elasticidade do local atingido. “Tratamentos caseiros como pasta de dente aplicada no ferimento podem piorar a lesão, aumentar o risco de infecção e até atrasar o processo de cicatrização”, alerta o Dr. Luiz Philipe Molina. Por isso, buscar ajuda médica é fundamental.

    Queimaduras de primeiro grau (leve)

    É aquela que atinge a camada superficial da pele e causa apenas vermelhidão e ardência no local. Na maioria dos casos, é motivada por um contato rápido com fogo, objeto muito quente ou exposição prolongada ao sol.

    O que fazer: Resfriar a região queimada com soro fisiológico ou água fria em abundância, até amenizar a dor. Se a dor persistir, procurar um médico.

    Queimaduras de segundo grau (moderada)

    Essa pode ser mais dolorosa porque atinge a camada intermediária da pele. Costuma apresentar bolhas, causadas pelo aumento repentino de temperatura na região.

    O que fazer:

    1- É necessário também resfriar a área afetada com soro fisiológico ou água fria corrente em abundância. Nunca lavar com álcool, pois vai sensibilizar ainda mais o ferimento;

    2- Nunca estoure as bolhas nem retire a pele daquelas que estouraram. Isso pode danificar ainda mais os tecidos, que estão em regeneração;

    3- Leve o ferido para um hospital. Será verificado se há necessidade de fazer um curativo, e o médico passará o tratamento mais adequado.

    Queimaduras de terceiro grau (grave)

    Ocorre quando há lesão em tecidos profundos, comprometendo nervos, glândulas sudoríparas, músculos e estruturas ósseas, dependendo da gravidade. São lesões esbranquiçadas/acinzentadas, secas e indolores. Se a pessoa queimada não sente dor, a sensibilidade já foi totalmente perdida por conta da gravidade do problema.

    Esse nível de queimadura causa deformidades na pele que são tratadas com intervenção cirúrgica e aplicação de enxertos de pele. Neste caso, retira-se pele saudável de outra região do corpo para ser aplicada no local doente.

    O que fazer:

    Nesse caso, a primeira ação é levar o ferido para um hospital, pois apenas o médico poderá indicar a melhor opção terapêutica.

    “É importante salientar, porém, que tudo depende de bom senso: uma queimadura de segundo grau em grande parte do corpo merece tanta atenção quanto uma lesão de terceiro grau de pequeno porte”, alerta o Dr. Molina.

  • Adoçantes: mitos e verdades

     
    Os edulcorantes, como também são chamados os adoçantes de baixa caloria, dão o sabor adocicado a alimentos e bebidas sem aumentar as calorias do açúcar. Mas, ainda existe desconfiança em relação aos benefícios dessas substâncias à saúde.

    “O uso de adoçantes não calóricos é uma opção para as pessoas portadoras de diabetes ou com problemas de obesidade mas tomando cuidado com as calorias que consomem”, explica Iara Pasqua, nutricionista e consultora da Salud em Corto.

    Antes de serem disponibilizados no mercado para o consumo, os edulcorantes passam por um rigoroso processo de avaliação de segurança e eficácia, com base em provas clínicas. Eles são analisados e certificados pelo Comitê Misto FAO/ OMS de Especialistas em Aditivos Alimentares (JFECFA), um comité científico internacional administrado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). “No Brasil também passam por testes e, somente após comprovar que a ingestão dessas substâncias é segura para a saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprova a liberação dos adoçantes”, acrescenta Iara. A nutricionista esclarece alguns mitos e verdades sobre o consumo dos adoçantes:

    Altera a flora intestinal​Mito. Um estudo recente da Universidade de Granada (Espanha)* confirmou que o uso de adoçantes não calóricos não causa nenhum desequilíbrio na flora intestinal, também conhecida como microbiota intestinal. Esse grupo de bactérias auxilia na digestão dos alimentos e no controle da proliferação de microorganismos que possam causar doenças.
    Não provoca alergiasVerdade. O consumo de adoçantes não está relacionado ao desenvolvimento de alergias nem a problemas gastrointestinais. Além disso, os adoçantes colaboram para a promoção da saúde por reduzirem a ingestão calórica.    Provoca cáriesMito. Os adoçantes, na realidade, contribuem para a saúde bucal porque impedem o crescimento das bactérias que causam cáries. 
    Preservação da saúdeVerdade. Por não serem carboidratos, os adoçantes de baixa caloria não elevam os níveis de açúcar no sangue. Por isso, ajudam no controle do diabetes e da obesidade e evitam a inflamação de pequenas artérias que poderiam desencadear ataques cardíacos, insuficiência renal, alterações na visão e derrames.
  • Cuidados necessários para cães e gatos no inverno

    Essa época do ano pode ser muito prejudicial para filhotes e pets idosos

    Para cães, principalmente, que tendem a gostar mais do inverno, e também têm mais disposição, é uma boa época para uma rotina de atividades físicas. Já para filhotes e animais idosos, é preciso ter cuidado com doenças típicas do período. A médica veterinária do Hospital Veterinário Cão Bernardo, Carolina Ferreira, destaca um cuidado essencial: “Uma das tarefas mais importantes é não deixar que o pet tome chuva ou fique muito exposto ao vento. Para gatos, por exemplo, é importante não deixar a cama deles em contato direto com o chão”.

    As doenças que mais atingem os pets é a traqueobronquite infecciosa em cachorros e, nos felinos, a rinotraqueite. Em cachorros, os sinais são parecidos com o da gripe: tosse seca, secreções nasais, espirros e a impressão de que o animal está engasgando. No caso dos gatos é parecido, somando falta de apetite e febre.

    Outra dica que a médica veterinária aponta é a vacinação. Além daquelas que os animais precisam tomar durante o ano, há ainda as voltadas para prevenção das viroses comuns do inverno. “Como a temperatura favorece a proliferação de viroses, além do acompanhamento anual com um veterinário, temos vacinas contra a traqueobronquite infecciosa canina, e a vacina V3 e V4 para os gatos, que protegem a parte respiratória e ocular”, afirma.

    Além de estimular o consumo de água e evitar horários de frio mais intenso, também é necessário estar atento à constância dos banhos. Banhar o animal não deve ser descartado durante esta época do ano, porém, é necessário diminuir a frequência, que deve ser determinada pelo profissional de cada pet.

    As roupas também podem ajudar os pets nesse período, mantendo o calor, principalmente nos animais com pelos curtos ou que não possuem subpelos. “É importante escovar os pelos para evitar proliferação de fungos, além de trocar as roupinhas a cada dois dias, para evitar acúmulo de sujeira e umidade”, finaliza Carolina.