Autor: agitosp

  • De cada 100 casos de câncer, 40 estão associados ao cigarro

    De cada 100 casos de câncer, 40 estão associados ao cigarro. E quem fuma tem, em média, 14 anos a menos de expectativa de vida

    Há uma proposta em andamento para reduzir o imposto sobre cigarros que aguarda decisão do Ministério da Justiça até o fim de junho. Oncologista alerta que a decisão favorável é uma tragédia anunciada

                  O tabagismo é considerado a maior causa evitável de morte no mundo. Estima-se que 100 milhões de pessoas tenham morrido no século 20 em decorrência do fumo.  Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam para 7 milhões de mortes ao ano, sendo 12% dessas mortes em fumantes passivos. Só no Brasil são 400 mortes por dia, 20 mortes por hora, por doenças causadas pelo tabaco, um impacto gigantesco na saúde e na economia.

    Segundo o oncologista clínico do Grupo SOnHe – Sasse Oncologia e Hematologia, Vinícius Conceição, de cada 100 casos de câncer, cerca de 40 estão associados ao cigarro. “Os pacientes que fumam têm em média 14 anos menos de expectativa de vida em relação a quem não fuma. Está cada vez mais claro que os tabagistas passivos (aqueles que não fumam, mas convivem de perto com quem fuma) também têm mais chances de desenvolver doenças cardíacas, pulmonares e câncer de pulmão, cabeça e pescoço, esôfago e bexiga. Portanto, se a população mundial parasse de fumar, um terço dos casos de câncer seriam evitados”, afirma.

    De acordo com o médico, os tumores associados ao cigarro tendem a ser mais agressivos, devido a biologia associada ao surgimento do câncer nessa situação. “São mais de 7.000 compostos químicos em um único cigarro, dentre os quais, pelo menos 250 são reconhecidamente prejudiciais e mais de 50 são sabidamente cancerígenos. Essas substâncias causam danos no DNA da célula normal, produzindo muitas mutações genéticas. Quanto maior o número de mutações, pior tende a ser o tumor e menor a sua resposta ao tratamento”, explica.

             Para o médico, em poucos anos o câncer se tornará a primeira maior causa de morte no mundo. “Bilhões em dinheiro são gastos anualmente em tratamentos relacionados ao tabaco e milhões de pais, de mães e de filhos têm suas vidas ceifadas por esse que é o grande mal dos últimos séculos. Além disso, a proposta do atual governo em andamento para reduzir o imposto sobre cigarros seria uma tragédia anunciada e contribuiria para o aumento do número de fumantes e acarretaria mais custos financeiros para a saúde e de vidas”, alerta o médico. 

    Novos vilões: narguilé e cigarro eletrônico

                Embora o ato de fumar venha caindo nos países desenvolvidos e no Brasil, estima-se que um em cada quatro homens e uma em cada vinte mulheres ainda fumem. “Hoje 12% da população brasileira é tabagista, menos da metade de duas décadas atrás. E isso foi conquistado com políticas mais duras como aumento dos impostos sobre o cigarro, proibição de propagandas, restrição do uso em ambientes fechados e uso de fotos nas embalagens que mostram os efeitos deletérios causados pelo hábito”, assegura David Pinheiro Cunha, também oncologista do Grupo SOnHe.

    Outra boa notícia é que o número de fumantes passivos também vem diminuindo assim como o uso entre os jovens.  Mas ainda assim, o Brasil ocupa a oitava posição no ranking em número absoluto de tabagistas. E, no mundo moderno, os riscos podem simplesmente mudar de roupagem. É o caso do uso crescente do narguilé e do cigarro eletrônico.  “Segundo dados OMS consumir uma rodada narguilé é equivalente a fumar 100 cigarros. Os riscos para a saúde estão relacionados com inalação de monóxido de carbono, hidrocarbonetos aromáticos e aldeídos voláteis, substâncias encontrados no cigarro. Já o modelo eletrônico armazena nicotina líquida, água, substâncias aromatizantes e solventes que, alimentado por uma bateria, produz um vapor com tais compostos, é erroneamente utilizado como uma ferramenta para cessar o tabagismo ou uma forma ‘segura’ de fumar. Ele contém menos substâncias tóxicas, pois não queimam o tabaco, mas ainda não se sabe os danos que podem causar em longo prazo. Muitas vezes difundidos como hábitos inofensivos, na realidade não são seguros e devem ser evitados”, afirma David.

  • Cardiologista do HCor alerta: tabagismo triplica risco de infarto

    O consumo do tabaco está associado a 30% das mortes por câncer, sendo mais de 90% deles de pulmão, 25% dos casos de infarto agudo do miocárdio e quase metade dos derrames cerebrais

    O tabagismo custa à economia global mais de 1 trilhão de dólares por ano e poderá causar um terço a mais de mortes até 2030 do que agora. Os dados fazem parte de um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos publicado neste mês. O número de mortes relacionadas ao tabaco deverá aumentar de cerca de 6 milhões para 8 milhões anualmente até 2030, sendo que mais de 80% delas vão ocorrer em países de baixa e média renda.

    Se não bastasse os estragos aos pulmões e a estreita relação com o aparecimento do câncer, o tabagismo também figura entre os vilões quando o assunto é a saúde cardiovascular. O cigarro é um dos maiores agressores do endotélio – aquela parede de células que recobre os vasos sanguíneos. “Essa ação interfere com a produção de uma substância protetora conhecida como óxido nítrico e faz como que as artérias fiquem mais vulneráveis ao acúmulo de gordura. Há também uma interferência no mecanismo de contração e relaxamento, o que resulta numa maior dificuldade para o sangue circular”, explica Dr. Abrão Cury, cardiologista do HCor.

    A nicotina, substância encontrada no produto, é exercida pelos sistemas simpáticos e parassimpáticos e, quando a adrenalina é liberada, influencia na redução de consumo de oxigênio, e faz com que o corpo passe a absorver mais colesterol. “A fumaça do cigarro contrai os vasos capilares dos pés e das pernas e, um único cigarro, já é suficiente para contrair todos os vasos sanguíneos do corpo. A cada tragada, ocorre um endurecimento das artérias do fumante, fazendo com que o coração trabalhe mais intensamente”, diz o cardiologista do HCor.

    Pare de fumar e reduza as chances de ter um infarto

    Qualquer tipo de tabaco pode estimular a produção de novas placas nas artérias e piorar a aterosclerose (acúmulo de gordura nas paredes das artérias). “Os homens fumantes têm três vezes mais chances de ter um infarto, se comparado aos homens não fumantes. Nas mulheres, esse risco é ainda maior. E não só os fumantes que têm mais chances de sofrer um infarto. O fumante passivo tem aproximadamente 30% a mais de risco do que uma pessoa que não se expõe a fumaça do cigarro”, alerta.

    Para o cardiologista, a única forma de reduzir as chances de ter um infarto é parar de fumar. “É importante lembrar que optar por cigarros com baixo teor de alcatrão e nicotina não significa diminuir os riscos de infarto. Para facilitar o processo de parar de fumar, há opções de medicamentos no mercado, além de adesivos de nicotina e outros métodos. Mas acima de tudo, o bom resultado vai depender da determinação e força de vontade do fumante”, aconselha Dr. Abrão Cury.

    Programa Vida Sem Cigarro HCor

    O cigarro é a principal causa de morte evitável no mundo e chega a reduzir a expectativa de vida em 20 anos. E para auxiliar as pessoas a deixarem o cigarro e parar de fumar, o HCor possui o Programa Vida Sem Cigarro – um serviço que, em sua maior parte, é realizado por meio de consultas online – ideal para quem tem dificuldade de deslocamento ou para aqueles que viajam com frequência.

    O programa online tem início entre a primeira e a última avaliação presencial realizada pelo médico, psicólogo e, se necessário, por um nutricionista. “A maior parte do programa é realizada à distância e prioriza o bem-estar de cada paciente, com a finalidade de superar as dificuldades e prestar o apoio necessário quando houver recaídas”, esclarece a coordenadora do Programa Vida sem Cigarro e gerente do Serviço de Psicologia do HCor, Silvia Cury Ismael.

    O projeto consiste em sessões de 30 minutos, com o objetivo de orientar o processo de cessação do cigarro, além de entrega de material de apoio. “Ele é fácil de usar e pode ser utilizado por meio de dispositivo instalado no computador, tablete e celular”, explica a coordenadora do programa.

    Segundo a psicóloga Silvia Cury Ismael, os jovens começam a fumar na idade de 10 a 15 anos e, muitas vezes, por influência dos pais (meninos) e por questões emocionais (meninas). A ligação emocional com o cigarro é mais forte nas mulheres do que nos homens – daí uma dificuldade maior em parar de fumar no sexo feminino. “O narguilé entre jovens têm sido um grande vilão por causar dependência, e ser um passo para outras drogas além do cigarro”, pontua Silvia.

    Consultas presenciais: com uma equipe multidisciplinar, composta por psicólogo, médico e nutricionista, se for necessário, especializada em tabagismo, o programa tem como objetivo a avaliação e reavaliação do paciente, para melhor dinâmica do programa.

    Consultas online: acompanhamento à distância com psicólogo por vídeo consulta com o objetivo de orientar, apoiar dificuldades e prevenir recaídas.

    Para conhecer o programa e se cadastrar, basta acessar o site www.vidasemcigarro.com.br ou entrar em contato com o Núcleo de Atendimento Psicológico do HCor pelo telefone (11) 3053-6611 ramais: 7600 ou 7610 ou por e-mail: vidassemcigarro@hcor.com.br

  • H.Olhos explica os efeitos do tabaco na saúde ocular

    O Dia Mundial Sem Tabaco, comemorado em 31 de maio, foi criado em 1987 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para advertir sobre os sérios problemas relacionados ao tabagismo. Além do temido câncer, as pessoas normalmente não associam que o hábito de fumar pode agravar algumas doenças oculares, como degeneração macular relacionada à idade (DMRI), catarata, doença de Graves e síndrome do olho seco.

    Entenda melhor

    A DMRI acomete a retina, e o cigarro aumenta sua oxidação, levando ao processo degenerativo da mácula, região onde são definidas as formas, cores e rostos. Com o progresso da doença, podem surgir vasos sanguíneos anormais no local, que sangram com facilidade e levam ao comprometimento da visão. “A chance de um fumante desenvolver DMRI, principal causa de cegueira irreversível em idosos, é três vezes maior do que alguém que não fuma”, alerta o Dr. Renato Passos, oftalmologista especialista em Retina do Grupo H.Olhos.

    Já a catarata, doença também comum em idosos e caracterizada pela opacificação do cristalino, resultando na perda progressiva da visão, pode se manifestar mais cedo e de forma intensa entre os fumantes. Isso acontece pois os tabagistas inalam substâncias químicas da fumaça do cigarro que podem alterar o metabolismo do cristalino. “É possível observar o aparecimento da catarata já em torno dos 50 anos em pacientes que fumam”, comenta o médico.  

    Outro mal potencializado pelo uso do tabaco é a doença de Graves, que leva ao inchaço nos músculos dos olhos, fazendo o globo ocular se projetar para frente. “O problema surge em decorrência do hipertireoidismo, que é o excesso de produção dos hormônios T3 e T4, doença comprovadamente relacionada ao tabaco”, explica o especialista.

    A exposição à fumaça do cigarro é outro agravante para a síndrome do olho seco, diminuindo a lubrificação e levando ao ressecamento dos olhos. As substâncias contidas no tabaco também podem alterar a composição da lágrima. “Existe uma enzima presente no filme lacrimal denominada lisozima, que é extremamente importante para a defesa dos olhos. Nos fumantes, apresenta-se em menor concentração”, diz o Dr. Renato Passos.

    Lembre-se! Visitas anuais ao oftalmologista são essenciais para prevenir problemas oculares. Em caso de quaisquer sintomas que afetem os olhos, é importante buscar auxílio médico especializado. Somente um profissional poderá realizar o diagnóstico correto e indicar o tratamento adequado.

  • Primeiro caminhão 100% elétrico de série do Brasil, JAC iET 1200 chega em agosto

    • Lançamento oficial será feito no final do ano. Pré-venda começará amanhã, 30 de maio
    • Uma das grandes apostas da JAC Motors do Brasil, o iET 1200 terá PBT de 5,8 toneladas e 97 kWh de capacidade máxima de carga
    • O modelo atesta a vanguarda tecnológica da JAC Motors: o primeiro caminhão com propulsão 100% elétrica do país possui autonomia de 200 km (norma NEDC) e pode ser a grande solução para reduzir a emissão de poluentes dos grandes centros urbanos

    A JAC Motors anuncia oficialmente hoje que vai lançar o iET 1200, primeiro veículo comercial com propulsão 100% elétrica da marca no Brasil. Trazido da China, mercado que representa mais da metade de todos os modelos elétricos do mundo, o JAC iET 1200 irá estrear a eletrificação em um segmento do mercado nacional – caminhões semileves e leves – que representou cerca de 15 mil unidades vendidas em 2018. Mas com um detalhe: a esmagadora maioria foi adquirida para transporte de cargas urbanas, circulando nas grandes cidades.

    A sigla iET 1200 identifica o termo Intelligent Energy Truck, enquanto o “1200” exibe uma das maiores vantagens do modelo: o torque máximo. Com 1200 Nm, o que equivale ao valor empregado em motores convencionais a diesel para caminhões de 25 a 30 toneladas de PBT, o iET 1200 será extremamente bem-vindo para o transporte de cargas urbanas com toda essa “força motriz”, ganhando uma agilidade de condução absolutamente incomparável nos grandes centros. A potência será de 177 cv.

    Para ser vendido por aqui, o Grupo SHC, representante da JAC Motors no Brasil, escolheu, entre diversas configurações de capacidade de carga de bateria e equipamentos, a opção de 97 kWh, que rende uma autonomia de 200 km.

    Antes de lançá-lo no Brasil, o Grupo SHC efetuou pesquisas aprofundadas para identificar o tipo de uso desses caminhões nas cidades. A julgar pelo que rodam, a autonomia é mais do que suficiente. “E é preciso ponderar as duas grandes vantagens do caminhão 100% elétrico: a emissão zero de poluentes e o baixíssimo custo operacional. Enquanto o caminhão movido a diesel exige um custo de R$ 150 pra rodar 200 km na cidade, o JAC iET 1200 vai gastar R$ 30!”, explica Sergio Habib, presidente do Grupo SHC e da JAC Motors Brasil.

    De acordo com o executivo, essa economia direta de R$ 120 reais por dia (cerca de R$ 2,5 mil/mês) irá tornar o JAC iET 1200 extremamente atrativo para pequenos clientes ou grandes frotistas, à medida que, além do combustível, ainda há uma substancial economia no custo de manutenção. Disponível em toda a rede autorizada JAC Motors, o iET 1200 começará a ser entregue aos primeiros clientes ainda neste ano. A pré-venda vai se iniciar amanhã, 30 de maio. O valor sugerido é de R$ 259.900.

    Para ser recarregado, o JAC iET 1200 vai necessitar de uma tomada de 220 volts e 17 horas, no modo carga lenta. Se a tensão for trifásica e 380 V, ele será “abastecido” em apenas 2 horas.

  • Dia Mundial Sem Tabaco: o combate a uma das principais causas de morte do mundo

    Cigarro e suas consequências nocivas são temas de campanha contra o tabaco, comemorado no dia 31 de maio

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) escolheu o tema “Tabaco e Doença Cardíaca” para celebrar o Dia Mundial Sem Tabaco, comemorado em 31 de maio, e o Dia Nacional de Combate ao fumo (29 de agosto). A campanha alerta justamente para a ligação entre o tabaco e as suas consequências. De acordo com a OMS, 7 milhões de pessoas morrem anualmente pelo tabagismo; destas, 900 mil são vítimas de fumo passivo.

    Segundo o pneumologista da Cia. da Consulta, Elie Fiss, se engana quem se considera ileso dos males do cigarro porque não fuma. “A exposição involuntária à fumaça do tabaco pode acarretar desde reações alérgicas (rinite, tosse, conjuntivite, exacerbação de asma) em curto período, até infarto, câncer do pulmão e doença pulmonar obstrutiva crônica (enfisema pulmonar e bronquite crônica) em adultos expostos por longos períodos. Em crianças, aumenta o número de infecções respiratórias”, explica o especialista.

    Com o slogan “Com o coração não se brinca. Faça a melhor escolha para a sua vida: não fume!”, a campanha desse ano tem o objetivo de alertar a população brasileira quanto aos danos sociais, políticos, econômicos e ambientais causados pelo tabaco.

    Abandonar o cigarro significa, entre todos os benefícios, melhora na capacidade respiratória, melhora da percepção do sabor da alimentação, e, a médio e a longo prazo, reduz o risco de ter doenças graves e fatais de forma significativa.   Isso prova que a solução ainda é buscar um tratamento para deixar o vício de lado.

  • Cigarro: vilão contra o sono de qualidade

    Especialista da Duoflex explica que a nicotina tem efeito estimulante no organismo e causa inquietude

    O cigarro possui mais de quatro mil substâncias tóxicas prejudiciais à saúde que são inaladas a cada tragada. Entre elas estão o alcatrão, o monóxido de carbono e a nicotina, esta última considerada a mais mortífera e responsável pela dependência química. Além desses malefícios, a nicotina também age como estimulante, afetando as ondas cerebrais e os padrões do sono.

    Uma pesquisa realizada pela Escola de Medicina Charité Berlin, da Alemanha, apontou que pessoas fumantes têm mais distúrbios do sono e dormem menos do que as não fumantes. No estudo, que avaliou cerca de 1.100 usuários de cigarro e 1.200 não fumantes, foi constatado que, dentre os usuários, 17% dormiam menos de seis horas e 28% manifestavam dificuldades neste período. Já no grupo que não faz uso do fumo, foram registrados, respectivamente, 7% e 19% para os mesmos quesitos.

    A Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, explica que, por atuar como estimulante, o consumo de nicotina próximo ao horário de dormir causa inquietude. “Estudos já comprovaram que por conta do fumo as pessoas demoram muito mais para adormecer, dormem menos e ainda têm um sono menos profundo”, explica.

    Os fumantes não conseguem alcançar o estágio mais profundo do sono, uma vez que a fase mais leve é constantemente interrompida devido aos efeitos da nicotina. O cigarro causa no organismo um resultado parecido com o do álcool, podendo ocasionar problemas como ronco, apneia e insônia crônica. Por isso, deve ser evitada por quem deseja um sono reparador e de qualidade.

    A consultora ressalta ainda que as noites mal dormidas podem causar inúmeros problemas. Entre os mais perigosos estão as doenças do coração e o diabetes, que podem ser adquiridas ao longo do tempo. “A privação do sono pode comprometer seriamente a saúde, pois é durante o descanso que são produzidos alguns hormônios que desempenham papéis vitais no funcionamento de nosso organismo, como por exemplo, o hormônio do crescimento (GH), a serotonina, a melatonina e o cortisol”, alerta Renata.

    No caso dos tratamentos contra o tabagismo, a abstinência provoca reações como irritabilidade, ansiedade, sonolência e bradicardia, e é essencial aprender a lidar com esses sintomas e mudar alguns hábitos. “Adotar práticas saudáveis como atividades físicas regulares, alimentação balanceada, rotina regular do sono associada à postura correta ao dormir, bem como ao uso de travesseiro e colchão adequados ao biotipo, são fundamentais neste processo. Deixar o cigarro pode ser difícil, mas os benefícios são muito vantajosos”, orienta a especialista da Duoflex.

  • Cadeirinha do carro: conheça (e evite) os 16 erros mais comuns ao usar

    tyll Baby explica a forma correta de usar a cadeirinha para automóvel para maior segurança e conforto das crianças

    Na hora de sair de casa com as crianças, os pais sempre fazem um checklist mental: fralda, leite, lenço umedecido… E por aí vai. E um dos itens que não podem passar despercebido nesse momento é a cadeirinha para o carro. É ela quem garante a segurança dos filhos, então é uma peça de suma importância. Entretanto, muitas vezes ela até é usada, mas de maneira incorreta. Pensando nisso, a Styll Baby, empresa especializada em criança e bebê, preparou uma lista com os erros mais comuns ao usar a cadeirinha. Confira:

    1) Instruções de uso: antes de colocar a cadeirinha ou o bebê conforto no carro, leia as instruções do fabricante. Mesmo se não for a primeira vez em que for usar. Cada marca tem especificações diferentes. Muitas vezes, por ser o segundo filho, os pais tendem a ir no modo automático, repetindo como fez da primeira vez, mas vale a pena começar do zero.

    2) Instalação: após ler o Manual de instruções, faça o passo a passo para instalar a peça conforme as indicações do fabricante. Lembre-se que cada marca tem indicações especificas. De nada adianta usar a cadeirinha se ela estiver instalada de maneira incorreta.

    3) Cinto de segurança: não deve estar folgado nem tampouco muito justo, ao ponto de machucar a criança. Adquira uma cadeira com cinto com alarme, como a Cadeira Auto Alarma Styll Baby. Assim, fica fácil saber se a criança se solta sozinha, o que dá a chance aos pais de colocarem o cinto novamente, evitando possíveis acidentes.

    4) Lado certo: o jeito certo de levar o bebê conforto é de costas para o banco traseiro. Caso queira ver a criança, a sugestão é usar um retrovisor acoplável, assim a peça continua sendo usada do lado correto.

    5) De acordo com a idade: Não vale postergar o uso do bebê conforto para adiar a compra da cadeirinha. O assento não pode ser nem muito grande e nem muito pequeno, precisa ser do tamanho ideal. Cada cadeirinha serve para uma fase da criança (idade, altura e peso), de acordo com as regras e certificações do Inmetro e do Conselho Nacional de Trânsito (Contran):

    O bebê conforto deve ser usado por crianças de até 1 ano:

    • Grupo 0+: até 13kg, 0,80 m de altura.

    A cadeira de segurança deve ser usada por crianças de 1 a 4 anos:

    • Grupo 1: de 9 kg a 18 kg, 1m de altura, 32 meses;
    • Grupo 2 / Grupo 3: de 15 kg a 36 kg, 1,30 m de altura, 7,5 anos;

    6) Acessórios: os pais, principalmente os de primeira viagem, se preocupam em comprar vários acessórios para usar no carro, como apoio para cabeça, almofadinha protetora do cinto de segurança. Mas o erro aqui é usar acessórios que podem prejudicar a performance da cadeirinha. Por isso, confira sempre o Manual antes de sair às compras.

    7) Só desta vez: não existe o “Só desta vez” para livrar a criança da cadeirinha. Pode ser para um trajeto de 5 minutos, até a padaria mais próxima, ou até a escolinha, ou até a casa da vovó. Segurança é primordial, independente de quanto tempo o pequeno vai ficar dentro do carro.

    8) Carro em movimento: jamais tire a criança da cadeirinha ou do bebê conforto com o veículo em movimento, nem que seja para amamentar ou trocar uma fralda premiada. Na cidade, pare assim que possível. Na estrada, siga até o próximo acostamento ou parada. Dessa forma, a proteção da criança está garantida!

    9) Sempre cabe mais um: parece lógico colocar todas os amiguinhos ou primos em um carro só quando o destino é o mesmo, sem cadeirinha, já que ela ocupa mais espaço – e cabem mais crianças apertadinhas sem a peça. Mas os assentos específicos para elas existem por um único motivo: proteção. Não importa se o caminho são apenas duas quadras. Todas as crianças precisam sempre ir no assento adequado ao seu tamanho, independente de quantas viagens os pais ou responsáveis tenham que fazer para transportar todas em segurança.

    10) Carro da mamãe e carro do papai: se existem dois ou mais carros na residência, o ideal é ter um assento para a criança em cada automóvel. Caso a ideia não seja possível, todas as vezes em que o pequeno for sair, precisa mudar a cadeirinha de carro. Isso serve também para finais de semana, no caso de pais separados, ou até férias, na casa dos avós. Onde a criança estiver, a cadeirinha precisa estar junto.

    11) Não retirar cedo demais: existem as fases para uso da peça. Primeiro, o bebê conforto. Depois a cadeirinha e depois o booster, ou assento de elevação. A maioria das crianças usa o último até os 10 anos, dependendo da altura e peso. Não tire a criança antes da hora. O motivo “não quero mais” não é suficiente para garantir a segurança, lembre-se disso antes de liberar o banco do carro. A criança está pronta para sair do assento quando conseguir apoiar as costas no encosto e dobrar o joelho na borda do banco sem deslizar para frente.

    12) Agasalhos na medida certa: a culpa pode ser do inverno, de um resfriado ou do ar condicionado do carro. Mas o fato é que as crianças sempre estão muito bem agasalhadas. Para que o pequeno não fique desconfortável, deixe a cadeira e o cinto de segurança ajustados de acordo com a quantidade de roupas, já que todas as cadeirinhas têm esse tipo de ajuste. Muito melhor do que tirar uma blusa e deixar a criança com frio.

    13) Bebê no colo: a tentação é grande em ficar com o recém-nascido o tempo inteiro no colo, ainda mais se ele estiver chorando. Mas o modo correto é sair da maternidade com a criança já no bebê-conforto, já que os braços (da mãe, do pai, dos avós…) não oferecem a proteção necessária, diferentemente da peça – e vale lembrar que isso é lei!

    14) Proibido o banco da frente: o maior sonho das crianças é poderem sentar-se no banco da frente. Mas não pode! Lugar de criança é no banco de trás, e com o assento indicado para a idade!

    15) Independência na hora certa: outro erro comum é quando os pais permitem que a criança se coloque sozinha na cadeira, sem a supervisão de um adulto. Após a criança sentar-se, é necessário conferir se o cinto está fechado corretamente, coisa que só um adulto pode verificar.

    16) Economia: ao comprar a cadeirinha, não pense que é um gasto a mais, mas sim que é um investimento na segurança e na vida do seu filho. Procure um produto de uma marca reconhecida no mercado de puericultura, como a Styll Baby. Pesquise os preços, claro, mas confira, principalmente, se a peça está dentro dos padrões e se tem a certificação do Inmetro.

    A Styll Baby, empresa que tem como objetivo crescer junto com o seu filho, tem uma variedade de assentos que acompanham o crescimento e o desenvolvimento das crianças. Confira:

    Bebê Conforto GO+ (até 13kg)

    • 10mm de espuma, que proporciona maior conforto para a criança
    • Mais seguro, é equipado com cinto de segurança de 3 pontos
    • Acompanha cobertura protetora (capota) removível
    • Possui tecido acolchoado e antialérgico, facilmente removível para lavagem
    • Disponível nas cores: vermelho mesclado, grafite mesclado, branco mesclado, rosa mesclado, azul bebê mesclado e azul mesclado. Há também opções com duas cores: grafite e cinza, preto e grafite, vermelho e grafite, preto e vermelho, grafite e vermelho e preto e cinza.

    Cadeira Auto Alarma G1/G2/G3 (9 a 36kg)

    • Cinto de segurança com alarme sonoro que alerta os pais caso a criança o desate
    • 10mm de espuma, que proporciona maior conforto para a criança
    • Mais seguro, é equipado com cinto de segurança de 5 pontos
    • Possui ajuste de altura no protetor de cabeça que acompanha o crescimento da criança
    • Sua base destacável transforma-se em assento de elevação
    • Possui tecido acolchoado e antialérgico que é facilmente removível para lavagem
    • Cores disponíveis: vermelho mesclado, grafite mesclado, branco mesclado, rosa mesclado, azul bebê mesclado, azul mesclado.
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  • 6 dicas simples e práticas para economizar energia e água em casa

    Reduzir o consumo de água e energia elétrica não contribui apenas para a preservação do meio ambiente, mas também para a redução de gastos e para o controle das finanças da casa. Algumas atitudes já são bem conhecidas, como trocar as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes ou reutilizar a água da máquina de lavar para limpar o quintal, porém ainda há outras formas de economizar.

    E para ajudar nessa tarefa, André Amado, gerente de rede de prestadores da Allianz Assistance, líder em assistência 24 horas, listou seis dicas simples e práticas:

    Atenção na hora de escolher um chuveiro
    Quando for adquirir um novo chuveiro, todas as especificações do produto devem ser observadas. Por exemplo, se a residência dispõe uma tensão de 127 volts (V), o chuveiro não pode exceder 5700 watts (W). Caso a voltagem disponível seja 220V, o limite é 7800W.
    Os disjuntores da residência devem corresponder as especificações para as voltagens: 50 amperes para 127V e 40 amperes (A) para 220V, além da fiação de 10 milímetros (mm) para ambos os casos. Utilizar o aparelho, fora do padrão correspondente, pode ocasionar o consumo elevado de energia, curtos e, até mesmo, queima de fiação.

    Tomadas da cozinha
    Micro-ondas, fornos elétricos, coifas e outros equipamentos de cozinha exigem tomadas de 20 amperes e fiação de, pelo menos, 4mm, por conta da maior exigência desses eletrodomésticos.
    Utilizar estes equipamentos fora do padrão ideal e exigido pelas fabricantes pode acarretar, além do maior gasto de energia, a diminuição da vida útil do equipamento e, até mesmo, curto circuitos.

    Cuidados com a geladeira
    Tão utilizado no dia a dia, o eletrodoméstico requer alguns cuidados especiais para prolongar sua durabilidade e não pesar na conta de luz.
    O termostato do equipamento deve ser regulado de acordo com a temperatura externa da geladeira, não sendo recomendado deixar o aparelho no nível mais alto ou no mais baixo, evitando o esforço desnecessário dos componentes internos.
    Outra dica é não deixar a porta aberta por muito tempo para evitar desgastes na placa e no compressor. Além disso, caso o refrigerador não seja frost free, deve-se aguardar o descongelamento natural, sem utilizar o ventilador ou secador de cabelo.

    Secador e prancha de cabelo
    Semelhante aos equipamentos de cozinha, o secador e a prancha de cabelo, geralmente, possuem alta potência e exigem mais do sistema elétrico da residência.  Por isso, para evitar o uso excessivo de energia, curtos e, até mesmo, incêndios, o proprietário deve plugá-los em tomadas de 20 amperes e instalação de fiação entre 4 e 6mm.

    Gastos com a descarga do vaso sanitário
    Uma válvula de descarga com a regulagem errada tem duas consequências graves: a alta na conta e o consumo excessivo de água.
    Para o funcionamento correto, ela deve estar a 90º em relação ao pino acionador. Caso a tampa da válvula do vaso fique muito inclinada, pode ficar danificada e gerar vazamentos e aumento no consumo. Outro ponto importante é o registro interno da válvula que, em boa regulagem, reduz o consumo em até 50%.

    Sem força na hora de fechar a torneira
    Usar força excessiva ao fechar registros, seja de torneiras, misturadores ou saídas de água, pode danificar o mecanismo de fechamento e, até mesmo, o equipamento, ocasionando vazamento.
    Quando o proprietário da residência notar gotejamentos, deve solicitar manutenção o mais rápido possível, evitando desconfortos e dores de cabeça. Além disso, cada registro conta com especificações próprias e que variam conforme marca e modelo. Então, antes de adquirir, vale uma consulta a um especialista para minimizar erros nas aquisições de peças.

  • Bichos de estimação: saiba tudo sobre a vacinação do seu pet

    Quais vacinas ele deve tomar? Quais são as doenças que podem ser evitadas? Essas e outras dúvidas são respondidas por Luana Sartori, veterinária da Nutrire.

    A vacinação de cães e gatos é a forma mais eficaz de prevenir as principais doenças infecciosas, como a cinomose em cães e a rinotraqueíte em gatos. E, ainda, é uma ferramenta importante para evitar as chamadas zoonoses, que são doenças como a raiva e a leptospirose – que podem ser transmitidas dos animais para os humanos.

    A especialista da Nutrire, a veterinária Luana Sartori, explica sobre as principais vacinas e a importância de cada uma delas. “É através do protocolo completo de vacinação que o pet adquira imunidade para que, caso entre em contato com essas doenças, seu organismo possa se defender e bloqueá-las, diz.

    No protocolo de vacinas de gatos filhotes, geralmente, são usadas duas doses da vacina polivalente (tríplice, quádrupla ou quíntupla), com início aos 60 dias de idade e com intervalo de 21 dias. “Ainda nesse protocolo, incluímos a vacina contra a raiva, que deve ser feita junto com a última dose da polivalente ou até os 6 meses de idade”, completa Dra. Luana.

    Já nos cães filhotes, esse esquema de vacinas é um pouco diferente, nestes são indicadas três doses da polivalente (V7, V8, V10 e V11), iniciando aos 45 dias de vida e, também, com intervalos de 21 dias. “Nos cães incluímos ainda a vacina da raiva com a última dose ou até os 6 meses. Além disso, para os cães existem as vacinas contra traqueobronqueíte infecciosa, mais conhecida como “tosse dos canis” e giardíase canina, que são indicadas duas doses, associadas a segunda e terceira dose da polivalente”, explica

    É importante lembrar que a proteção vacinal dos animais não acaba por aí, os cães e gatos adultos necessitam de doses anuais de reforço das vacinas polivalentes e da raiva, para assim mantê-los imunes durante toda a vida. Também é interessante saber que os protocolos de vacina podem variar, conforme as necessidades específicas e também aos diferentes laboratórios. E não esqueçam, estes procedimentos devem ser realizados somente pelo médico veterinário.

    Saiba mais sobre as principais vacinas e quais doenças ela imuniza o pet

    * Tríplice: Panleucopenia, Rinotraqueíte e Calicivirose / Quádrupla: Panleucopenia, Rinotraqueíte, Calicivirose e Clamidiose / Quíntupla: Panleucopenia, Rinotraqueíte, Calicivirose, Clamidiose e Leucemia.

    * V7: cinomose, adenovírus tipo 2, parainfluenza, parvovirose e leptospirose / V8: Cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa, adenovirose, coronavirose, parainfluenza e leptospirose (L.canicola e L.icterohaemorrhagia) / V10: cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa, adenovirose, coronavirose, parainfluenza e leptospirose (L.canicola, L.icterohaemorrhagia, L. grippotyphosa e L. pomona ) / V11: cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa, adenovirose, coronavirose, parainfluenza e leptospirose (L.canicola, L.icterohaemorrhagia, L. grippotyphosa, L. pomona e L. copenhageni.)