Autor: agitosp

  • O que pais precisam saber para serem cumplices de suas filhas em todas as fases

    A ginecologista, obstetra e mastologista Dra Fernanda Torras dá informações valiosas para os pais não serem pegos de surpresa



     

     

    Para muitas famílias, tocar em certos assuntos com os filhos é difícil e constrangedor, tanto para os pais, quanto para os filhos – que morrem de vergonha. Agora imagine um pai solteiro ter que falar com a filha sobre higiene íntima, menstruação e sexo.

     

    Os homens modernos estão cada vez mais presentes em todas as fases dos filhos, e, normalmente, a relação deles com as filhas é de maior cuidado e proteção. Por isso, para que essa cumplicidade esteja presente desde o primeiro dia de vida da “princesinha do papai”, é importante que eles saibam como cuidar e orientar suas meninas, especialmente para aqueles que fazem papel de pai e mãe.

     

    Para ajudar a orienta-los, a Dra Fernanda Torras, ginecologista, obstetra, mastologista e mãe, separou algumas dicas e informações importantes para que os papais não sejam pegos de surpresa.

     

    Bebês:

    É extremamente importante saber como fazer a higiene correta na hora do banho e nas trocas de fraldas: “No banho, a genitália da bebê deve ser lavada com as mãos limpas e sabonete neutro – glicerina é uma boa escolha – ou sabonetes suaves para bebê. Deve-se afastar com cuidado os grandes lábios para tirar as secreções, sem esfregar ou fazer pressão, e somente externamente. Após o banho, enxugar com toalhas secas e limpas, sem friccionar”, orienta.

     

    Caso os pais notem um pequeno acúmulo de secreção esbranquiçada e leve sangramento rosado, Dra. Fernanda tranquiliza: “Isso é comum e ocorre devido a estimulo hormonal”.

     

    As trocas de fraldas devem ser feitas após cada xixi ou cocô, pois, muitas vezes há acidez e irritação da vulva por ph de sucos de frutas ou mesmo assadura das fraldas: “Neste caso, há possibilidade de usar pomadas na região mais avermelhada, somente externamente”, recomenda.

     

    A limpeza pode ser feita com lencinhos sem álcool, algodão umedecido ou lavagem com água morna, sempre com cuidado para higienizar a vulva e a região anal separadamente, trocando o lencinho ou algodão. Ao lavar é preciso que o fluxo de água seja direcionado da vulva para o ânus, e nunca o contrário.

     

    Desfralde:

    Quando a criança já desfraldou, a missão é ensinar sobre a auto-limpeza após usar o banheiro.  É fundamental que o pai converse desde cedo com a menina e a oriente a limpar a região sempre da vulva para o ânus. Até que ela saiba fazer a higiene corretamente, o pai precisa estar presente para supervisionar e auxiliar quando necessário, pois o descuido frequente ou recorrente pode provocar vulvovaginites, corrimentos e até infecções urinárias: “Hoje existem lencinhos sem álcool próprios para higiene após uso de banheiros. Essa é uma ótima opção para as meninas e até um incentivo por se tratar de algo diferente para as crianças”, conta.

     

    Banho:

    As meninas que tomam banho sozinhas também tem que ser ensinadas a se lavar com as mãos, afastando os grandes lábios para que toda a vulva seja limpa com sabonetes de ph neutro, glicerina ou infantis suaves. Nessa idade, ainda não é liberado o uso de sabonetes íntimos.

    Trocar a calcinha também é importante: “Recomenda-se a troca 2 vezes ao dia para evitar acúmulo de secreções e proliferação de fungos e bactérias”, explica.

     

    Pré-adolescência e adolescência:

    Finalmente chegam as fases mais delicadas (e temidas pelos pais), onde os hormônios começam a se manifestar e uma série de mudanças no corpo e comportamento das meninas passam a ocorrer.

     

    Menstruação

    A idade da primeira menstruação varia, mas o comum é ocorrer entre 11 e 13 anos. Após o primeiro ciclo menstrual, o pai deve saber orientar quanto a frequência de trocas de absorventes – a cada 4 horas como ideal – e sobre a higienização da vulva antes da troca, para que retire ao máximo o acumulo de sangue e evite proliferação de fungos e bactérias: “Pais habilidosos podem ajudar suas filhas instalando uma ducha higiênica no banheiro para que esse cuidado seja mais completo. Dar lencinhos humedecidos para que as meninas levem em suas bolsas e mochilas também é importante”, aconselha.

     

    Falar sobre todos esses assuntos vai exercitar muito o jogo de cintura dos pais, mas para que isso não seja um constrangimento para ninguém, a dica é conversar sobre tudo e não criar barreiras ou tabus em volta de nenhum tema. Os pais tem que entender que suas filhas estão seguindo o caminho natural da evolução e tratar tudo com naturalidade. Como consequência, as filhas terão liberdade e confiança para procura-los e tirar dúvidas.

     

    Sexo

    Todo esse “treinamento” será colocado à prova quando chegar a hora de falar sobre sexo. Nessa hora toda e qualquer vergonha deve ser deixada de lado, pois a informação é a ferramenta mais importante para prevenir doenças e situações indesejadas, como uma gravidez precoce: “Uma dificuldade é saber o momento correto de abordar este assunto. Para fazer essa avaliação tem que estar ligado nas atividades da filha. Saber quais programas e canais de YouTube ela assiste, sites que ela gosta, pessoas que segue em suas redes sociais e conhecer o grupo de amigos. Caso o pai ache que alguma coisa esta errada, deve tomar a iniciativa da conversa, mas sempre que possível, é bom deixar com que ela puxe o bate papo, pois dessa forma vai estar aberta para receber as informações. Ouvir e estar disponível é a melhor dica”, afirma.

     

    Outra coisa que aflora na adolescência também é a identidade de gênero e sexualidade: “Caso isso aconteça, o diálogo será mais fácil e aberto se o pai iniciar a conversa demonstrando aceitação na condição”.

     

    Estudos mostram que, ao ser pai de uma menina, o homem passa a ter mais empatia sobre igualdade de gênero e combatendo o sexismo no diálogo e atitudes. Isso porque consegue transpor a filha sobre a igualdade entre os sexos na sociedade e a capacidade da mulher na sociedade, construindo auto-estima e fortalecendo psicologicamente a menina: “As filhas mulheres são amigas, companheiras, precisam falar e ser ouvidas. São emotivas (cuidado com o que fala), precisam sentir que são acolhidas e protegidas, e o papel do pai é de grande importância no desenvolvimento da mulher”, finaliza Dra. Fernanda.

  • As Ilhas das Bahamas, destino favorito das celebridades, trazem suas experiências de férias para o Brasil

    A visita do Ministério do Turismo e Aviação das Ilhas das Bahamas em São Paulo e no Rio de Janeiro faz parte de uma missão promocional na América Latina

     

     

    Devido ao aumento de turistas que viajam para as Ilhas das Bahamas nos últimos anos, o Ministério do Turismo e Aviação das Ilhas das Bahamas e representantes de seis empresas do setor de turismo do país decidiram realizar uma missão comercial em São Paulo e no Rio de Janeiro para promover as ofertas turísticas espetaculares e as experiências únicas oferecidas pelos seus 16 principais destinos, suas 700 ilhas e suas 2.000 ilhotas.

     

    Dado a beleza deste destino, as celebridades da música, das artes, da literatura, dos esportes, do cinema e grandes empresários de todo o mundo têm casas de veraneio em algumas das mais belas ilhas do país, como Lenny Kravitz, Tiger Woods, Shakira, Sean Connery, Mariah Carey, Johnny Depp, entre outros.

     

    “Não importa o que você esteja procurando, o país oferece experiências únicas para todos, desde viagens em família, luas de mel, competições esportivas, reuniões corporativas e viagens de incentivo até resorts de classe mundial e hotéis boutique exclusivos que podem ser acessados por iates ou por avião particular “, declara Giovanni Grant, Gerente Geral de Multidestinos do Ministério de Turismo e Aviação das Ilhas das Bahamas.

     

    “Desde outubro de 2017 as Ilhas das Bahamas mostraram uma tendência de alta nas chegadas internacionais e fecharam fortemente o último trimestre de 2018. Os desembarques internacionais aumentaram 13% em outubro de 2018 e as reservas até agora continuam a exceder o ano passado. A capacidade aérea internacional cresceu quase 16% em outubro e os voos diretos aumentaram 15% desde novembro. Hotéis novos e revitalizados como o Baha Mar, o Atlantis Paradise Island, o Lighthouse Pointe em Freeport, o Peace & Plenty em Great Exuma, entre outros, contribuem para a crescente demanda ”, completaGrant.

     

    O interesse dos consumidores de viagens no país se reflete no fato de estar entre os destinos mais procurados do mundo. As Ilhas das Bahamas foram recentemente nomeadas pelo motor de busca de reservas Kayak como um dos seus cinco principais destinos para visitar em 2019. Eles também relataram que as reservas para viajar para suas ilhas aumentaram em 45% no último ano.

     

    A delegação das Bahamas é chefiada por Giovanni Grant, Raquel Carey, Gerente de Vendas para a América Latina do Ministério de Turismo e Aviação da Ilhas das Bahamas, Víctor Manjarres e Laura Pasquale, da agência de marketing de turismo para a América Latina do Ministério, além de representantes de hotéis e resorts do país, como  Atlantis Paradise Island Bahamas, Sandals Resorts, RIU Paradise Island, MeliaNassau Beach e Viva Wyndham Fortuna Beach, entre outros.

     

    A visita ao Brasil faz parte de uma viagem pelo continente, que se iniciou em Santiago, Chile, no dia 5 de agosto de 2019 e terminará em Medellín, Colômbia passando por Montevidéu, Uruguai; Quito, Equador; Lima, Peru; Cidade de Panamá e Bogotá, Colômbia. Faz parte da estratégia de promoção do destino que aprimora o contato com os agentes de viagens e a mídia.

     

    Chegar às Ilhas das Bahamas do Brasil é muito fácil, pois você pode chegar a Nassau através do Panamá com voos da COPA Airlines e então se conectar a diferentes ilhas por via aérea ou marítima, ou via Miami com a American Airlines e conectar-se para Nassau, Freeport, Marsh Harbour e North Eleuthera.

     

    REDES SOCIAIS – AMÉRICA LATINA  

                 

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  • Saiba a importância da vacinação em todas as fases da vida

    Você sabe qual a importância da vacinação em todas as fases da vida? As vacinas reduzem o risco de infecção, evitam o agravamento de doenças, internações e até mesmo óbitos, estimulando as defesas naturais do corpo, ajudando-o a desenvolver a imunidade.

    Além disso, quando altas coberturas vacinais são atingidas, os efeitos benéficos da vacinação contra algumas doenças não estão limitados somente às pessoas que foram imunizadas.A vacinação em massa permite, não somente proteção individual, mas também a proteção de toda a população, reduzindo a incidência de doenças e impedindo a transmissão para pessoas suscetíveis.

    O Calendário Nacional de Vacinação, do Ministério da Saúde, contempla não só as crianças, mas também adolescentes, adultos, idosos e gestantes. Ao todo, são disponibilizadas gratuitamente 19 vacinas para mais de 20 doenças como meningite, pneumonia, coqueluche e gripe, cuja proteção inicia ainda nos recém-nascidos, podendo se estender por toda a vida.1,5

    “A vacinação é um dos principais métodos de prevenção e qualquer desconforto causado por uma vacina é, geralmente, menor do que o risco de se contrair uma doença. Não se vacinar e impedir a imunização de crianças e adolescentes pode causar aumento da morbidade e da mortalidade, e enormes problemas para a saúde pública, como o ressurgimento de doenças graves ou o retorno de agravos de forma epidêmica, como a poliomielite, o sarampo, a rubéola, entre outros”, alerta o Dr. Jessé Alves (CRM 71991 SP), infectologista e gerente médico de vacinas da GSK. 

    Segundo o Ministério da Saúde, a população pode se vacinar gratuitamente nas mais de 36 mil salas de vacinação localizadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de todo o país. Para isso, basta comparecer a um posto de saúde com o cartão de vacinação em mãos.5 “Caso tenha perdido o cartão de vacinação, a orientação é procurar um posto de saúde onde recebeu as vacinas, tentar resgatar o histórico, e refazer uma nova caderneta. Mas, é importante frisar que a falta da caderneta não impede a vacinação. Mesmo sem a caderneta, a população pode e deve se imunizar”, orienta Dr. Jessé Alves.

     

    Calendário Vacinal

    Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a vacinação em massa evita entre 2 a 3 milhões de mortes por ano.6

    O Ministério da Saúde disponibiliza gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS), por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para todas as fases da vida, desde recém-nascido a idoso, como BCG (para prevenção de formas graves de tuberculose em crianças); Hepatite B; VIP/VOP (vacina inativada e vacina oral contra poliomielite – paralisia infantil); Pneumocócica (contra a infecção por pneumococo que causa meningite, pneumonia e infecção de ouvido – otite); Meningite Meningocócica pelo sorogrupo C (conjugada); Febre Amarela; Hepatite A; Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola); Tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela – catapora); entre outras.1,7

    A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) possuem calendários de vacinação com recomendações que complementam o PNI, abrangendo também vacinas que atualmente só estão disponíveis na rede privada para a imunização de crianças, jovens, adultos, gestantes e idosos. 7-10

     

    Meningite Meningocócica

    Uma doença séria que merece atenção, e que pode ser prevenida pela vacinação, é a meningite meningocócica.11-13

    Diferentemente do que muitos acham, a meningite meningocócica não é uma doença só de criança. Até 23% dos adolescentes e adultos jovens podem ser portadores da bactéria e podem transmití-la para outras pessoas através da saliva e partículas respiratórias, sem necessariamente desenvolver a doença.12,16-18

    Dados do Ministério da Saúde mostram que, em 2018, foram registrados 1.129 casos de doença meningocócica no Brasil, sendo que as regiões Sudeste (597 casos) e Sul (227 casos) apresentaram os maiores números de casos notificados.11 Considerada uma doença endêmica no Brasil, com casos esperados ao longo de todo o ano14, a meningite meningocócica é uma infecção bacteriana das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, podendo causar sequelas e até mesmo levar a óbito. A vacinação é uma das melhores formas de prevenção contra a doença.12,13 Outras formas para a prevenção incluem evitar aglomerações e manter os ambientes ventilados e limpos.14

    Atualmente, existem vacinas para a prevenção dos 5 sorogrupos mais comuns no Brasil, as vacinas contra a meningite meningocócica causada pelo tipo B e as vacinas contra os tipos A, C, W e Y.8-11,13,15 A vacina contra os tipos A, C, W e Y, por exemplo, é recomendada nos calendários das sociedades médicas a partir dos 3 meses de idade, bem como para jovens e adultos (dependendo da situação epidemiológica).8-10 A vacina para a prevenção da meningite meningocócica causada pelo tipo B é recomendada a partir dos 3 meses de idade pelas sociedades médicas.8-10

    Nos postos de saúde, a vacina contra a doença causada pelo meningococo C é disponibilizada para crianças menores de 5 anos de idade e adolescentes de 11 a 14 anos.7

  • SEXPRIVÉ lança o quadro “Rapidinha” com a nova virgem do canal

    A apresentada Krishna Mahon traz dicas divertidas e animadas em sua estreia diante das câmeras; 

    em formato de pílulas, a “Rapidinha” também pode ser conferidas na página do canal no YouTube 

     

     

     

    O canal SEXPRIVÉ lança o quadro “Rapidinha” na programação e em sua página no YouTube. Em pílulas de até cinco minutos, a apresentadora Krishna Mahon traz dicas divertidas e animadas em sua estreia diante das câmeras. Disposta a incentivar o assinante e os fãs do canal a transar mais e mais gostoso, ela decidiu sair do bastidores para dialogar com o público para falar do assunto que mais adora: sexo. 

    Krishna tem uma carreira consolidada atrás das câmeras como produtora e diretora. Foi Indicada ao Emmy e tem dezenas de prêmios nacionais e internacionais. A única virgem do SEXPRIVÉ usa o humor para desmistificar alguns tabus e fala até sobre aqueles segredos cabeludos que, em geral, ficam só entre quatro paredes.

    “Não sou uma médica ou especialista, apenas uma curiosa e praticante convicta de sexo. Meu objetivo é ajudar todo mundo a transar mais e melhor, com dicas rápidas, sem papas na língua, recheadas de pesquisas, estudos e humor afiado”, diz a apresentadora.

    A “Rapidinha” entrará ao longo da programação, mas também pode ser conferida a qualquer momento na página do SEXPRIVÉ no YouTube (https://www.youtube.com/channel/UC54LGPsMtwE9BmoFgMFZbPg)

     

  • “Toda forma de prazer é válida”! Yasmin Luz, a nova Bella da Semana

    Yasmin Luz chegou para iluminar o Bella da Semana. Essa beldade de corpo dourado, marquinhas de biquíni e tatuagens estratégicas é um convite ao delírio e estreia na maior revista masculina do país em ensaio exclusivo que vai ao ar nesta quarta-feira, 7 de agosto. A gaúcha torce para o Internacional, atua na área de Comércio Exterior e se considera “muito teimosa”. Para ela, entre quatro paredes vale tudo. 

    Nascida em Itapecerica da Serra, interior de São Paulo, Yasmin tem 26 anos e atualmente mora em Porto Alegre. Capricorniana, a modelo atua também na área de comércio exterior. Após morar três anos nos Estados Unidos, ela conta que evoluiu muito. “Contribuiu muito para a minha formação, principalmente na área que atuo”.

    Como modelo, Yasmin já havia fotografado para algumas marcas de roupas. Segundo ela, a parte que mais gosta do seu corpo é a boca e que, apesar de tímida, se solta quando ninguém está olhando. “Curto meus momentos”. Para ela entre quatro paredes vale tudo. “Toda forma de prazer é válida”.

    Yasmin confessa que nunca fez um ménage, mas toparia dependendo das circunstâncias. “Acho que precisa rolar naturalmente, se fosse o caso, toparia sim”. Para ela, nada como palavrinhas picantes na hora H para apimentar a relação. 

    Para finalizar a modelo fala sobre a experiência de posar nua para o Bella. “Sensacional, adorei! Todos me deixaram muito à vontade, o que facilitou muito o trabalho”. Confira o ensaio da modelo, com fotos de Walmor de Oliveira, no www.belladasemana.com.br

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  • Mulheres relatam preferência por relacionamento casual

    Levantamento feito com usuárias de site mostra porque os compromissos sérios estão sendo trocados por pegações e ficadas de um noite apenas

    O pensamento comum de que as mulheres estão sempre à procura de um relacionameno sério já não faz parte do cotidiano de muitas delas. É o que constatou uma pesquisa de comportamento feito pelo site C-date (www.c-date.com.br) sobre o que pensam as usuárias cadastradas no serviço sobre encontros casuais. As mulheres consultadas apontaram que a liberdade é uma das razões mais importantes para optarem por este tipo de relacionamento. Entraram na lista itens como felicidade e prazer como razões pela escolha e prática do encontro casual.

    A pesquisa foi realizada no mês de Julho entre os dias 15 e 31 e gerou respostas de 5.744 perfis indicados como sendo do sexo feminino. Os nomes expostos nesta reportagem não são obrigatoriamente reais, pois foram apresentados nos relatórios da pesquisa feita a partir dos e-mails cadastrados nos perfis. O levantamento constatou que as mulheres optam pelo encontro casual porque não há amarras. Segundo o cruzamento das respostas, 37,24% delas afirmaram que, apesar de ser um tabu, o sexo casual com desconhecido representa um grande passo para a liberdade.

    Este é o caso da usuária cujo perfil é marcado como Ana Elisa, 27 anos, expositora. Ao comentar sobre sua resposta, ela disse que gosta da liberdade de não ser e estar amarrada a ninguém. “Gosto de poder fazer o que eu quero, quando eu quero. Tenho meus contatos na agenda e gosto que eles não lamentem sobre eu estar ocupada. Falo o que eu quero e se eles topam eu me movimento. Mas, se não funcionar e não der certo nós cortamos o relacionamento e não há problema para ambas as partes”, contou a usuária sobre como é sua forma de encarar o sexo casual.

    Para a sexóloga Carla Cecarello, consultora do C-date, as mulheres estão mais cientes de seu papel na relação, especialmente quando se trata de sexo. Segundo a especialista, elas estão mais preocupadas com seus objetivos pessoais e não têm tempo para se preocuparem com os namorados. “Em razão disso, a postura adotada é a de se satisfazer com parceiros que as agradam sem necessidade de estar amarradas a eles”, afirma Carla.

    Outro dado do levantamento é de que 23,05% das respondentes indicaram o relacionamento casual como ‘mais feliz’. O namoro casual pode funcionar perfeitamente para todos os envolvidos, desde que eles entendam sobre o conceito. Para Helena Maria, 36 anos, professora, as relações casuais parecem ser o ajuste certo para a vida dela. “Me sinto mais feliz do que já estive há algum tempo”, apontou. A usuária comentou que está em uma pós-graduação e investindo na carreira com o apoio dos amigos e da família. “Adicionar um relacionamento sério agora pode ser arriscado. Os relacionamentos casuais proporcionam continuar com a minha vida sem peso ou ter de gastar tempo com alguém que por enquanto não quero que esteja nela”, afirmou a usuária.

    O relacionamento mais sério também não é prioridade para 21,63% das mulheres presentes no C-date. A pesquisa constatou que as usuárias não evitam relacionamento sério, porém, têm como outras prioridades a vida social, a família e a saúde física e mental. O sexo também entrou na lista de prioridades, mas o namoro não. Foi assim que Cristina Giovanna, de 28 anos, esteticista posicionou sua resposta: “Eu procuro por uma situação do tipo ‘amigos com benefícios’ em que há uma atração física e mental, mas respeito mútuo e compreensão da situação”, escreveu. Segundo ela, a conexão pode ser contínua, desde que o sexo seja bom, podendo tornar-se um caso em vez de ser só uma noite. “Desde que haja clareza sobre as intenções não é preciso ser apenas uma única vez. Podemos repetir, desde que não nos envolvamos”, refletiu a usuária.

    O levantamento apontou ainda que 18,08% das usuárias fogem de relacionamentos complicados, experiências vividas que preferem não ter novamente. Agda Maria, de 44 anos, cabeleireira, escreveu que busca as conexões casuais porque elas funcionam melhor. Ao responder o questionário, explicou que os relacionamentos casuais são menos problemáticos quando o assunto é confiança e mais fáceis de resolver, caso não funcione. “É como experimentar roupas na hora em que vai comprar. Se não gostou, deixa lá e não leva”, relatou.

    Outra usuária, Milena Souza, vendedora, diz que o namoro formal torna-se uma coisa complicada quando a pessoa deixa suas necessidades e desejos de lado por outra pessoa. “Relacionamentos sérios são complicados, mas sexo não precisa ser”, disse. A usuária contou que é mais produtiva quando faz sexo regularmente e que as relações casuais são mais eficientes para ela porque existe diversão nos encontros casuais e nada é oficial. “Eu acho isso mais excitante”, completou.

    A pesquisa teve como finalidade mostrar como o sexo casual é encarado pelas usuárias e mostrar que, às vezes, as emoções e os sentimentos podem atrapalhar e complicar as relações amorosas entre as pessoas. A pesquisa serviu também para mostrar como as mulheres refletem sobre esse comportamento. As respostas apontam que o relacionamento casual pode ser divertido e gratificante e que as pessoas precisam se comunicar sobre seus desejos e anseios (em qualquer relacionamento).

    De acordo com a sexóloga Carla Cecarello, consultora do C-date (www.c-date.com.br), a chave para qualquer relacionamento saudável, casual ou sério, é o respeito e a consideração entre os parceiros. “Importante é que as pessoas tenham consciência de que para uma incursão no mundo do namoro casual é necessário conhecer as regras e ter certeza de que não vai se apaixonar porque essa é a linha que define a relação”, finalizou a sexóloga.

  • Mitos e verdades da amamentação

    Quando falamos de amamentação, muitos mitos ainda são difundidos sobre o assunto. Alguns são repetidos há tantos anos que já foram absorvidos pela sociedade, o que, na verdade, acaba prejudicando um ato tão natural quanto saudável para mãe e filho. Embora proteja a criança contra diarreias, infecções respiratórias e alergias, reduza em 13% a mortalidade em menores de cinco anos e reduza o risco de desenvolver hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade na vida adulta, apenas 40% dos bebês têm amamentação exclusiva nos primeiros seis meses de vida, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    Os benefícios da amamentação são tantos, que em 2017 foi sancionada a Lei nº 13.435, instituindo o mês de agosto como o Mês do Aleitamento Materno, ou Agosto Dourado, para estimular a prática, que pode salvar mais de 800 mil vidas anualmente. Portanto, é preciso esclarecer os principais mitos e ressaltar as verdades que envolvem o assunto, afinal, a informação é o caminho para que a amamentação seja feita da melhor maneira possível.

    1 – Algumas mães têm o leite fraco e não alimentam o bebê

    Este é um dos mitos mais difundidos sobre a amamentação. Nenhuma mãe tem o leite fraco. A partir de estimulação constante do bebê, aos poucos o leite vai aumentando e é capaz de nutrir plenamente a criança. O que a mãe precisa é cuidar da própria alimentação, para que seja a mais saudável possível e ingerir bastante água, para que o leite ganhe volume e qualidade de nutrientes. O leite materno é o melhor alimento para o bebê.

    2 – As gerações passadas não tiveram leite, então a mãe do recém-nascido também não terá

    Cria-se uma expectativa a respeito do que a mãe ou a avó viveu quando tiveram seus bebês, talvez por serem as mulheres mais próximas da mãe do recém-nascido, porém, o fator genético não interfere neste caso. Uma vez que a mãe tome as medidas básicas para a amamentação, ela acontecerá de forma natural. Manter-se tranquila e paciente para as várias tentativas até que se pegue prática, hidratar-se e alimentar-se corretamente garantirão o sucesso da amamentação.

    3 – Seios pequenos produzem pouco leite

    O tamanho dos seios não influencia na amamentação, pois não é o tecido adiposo – que dá volume aos seios – que irá atuar na produção do leite, e sim, as glândulas mamárias. Portanto, seios grandes ou pequenos podem produzir a mesma quantidade de leite.

    4 – Canjica, cerveja preta e outros alimentos aumentam a produção de leite

     Este é mais um mito que ronda o assunto, pois como foi dito, somente uma alimentação saudável e equilibrada aliada à ingestão de água podem garantir a produção do leite materno.

    5 – O bebê já está grande, não precisa mais mamar

    A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que a amamentação seja a alimentação exclusiva do bebê até os seis meses de vida. A partir desta idade é recomendada a introdução alimentar, aliada à amamentação até os dois anos. Esta é a data mínima estabelecida pela OMS, mas fica a critério da mãe e da aceitação da criança para que este prazo se estenda. Não existe bebê grande para a amamentação, até porque, quanto mais a criança mamar, mais forte será seu sistema imunológico. Além disso, o bebê recebe nutrientes, como o ômega 3, que atuam para o desenvolvimento cerebral, e principalmente, permite o vínculo com a mãe, fundamental para a formação cognitiva.

    6 – Não se deve amamentar em público, melhor optar pela mamadeira

    Mais um mito completamente sem sentido, pois não há nada mais natural que amamentar, seja em casa ou em público. Inclusive, foi sancionada uma lei que multa os estabelecimentos que impedirem ou constrangerem as mães no ato da amamentação. O leite materno é o alimento do bebê e ele tem todo o direito de se alimentar quando e quantas vezes for necessário.

    7 – Na falta da mãe, outra mulher pode amamentar a criança

    Mesmo que o bebê tenha o hábito de mamar no seio, não é recomendado que se faça isso, pois há risco de transmissão de doenças, como o HIV. Neste caso, a mãe pode deixar uma quantidade de seu leite para que a outra pessoa administre, seja por mamadeira ou pequenos copos.

    Antes de optar por não amamentar ou, por insegurança, complementar a amamentação com fórmulas logo de início, é preciso ter conhecimento sobre todas essas questões que envolvem o assunto e o quanto a amamentação é benéfica para o bebê e para a própria mulher. Ao amamentar, a mãe protege-se também contra diversas doenças, entre elas alguns tipos de câncer, como de mama e ovário e doenças cardiovasculares.

    *Dr. Carlos Eduardo Chaves é médico pediatra do Trasmontano Saúde.

  • Você sabia? Animais bem nutridos respondem melhor às vacinas

    Agosto é tradicionalmente mês de vacinação para cães e gatos.

    A data é amplamente conhecida pela campanha de prevenção à raiva em todo o país.

    Portanto é um bom momento para alertar os tutores sobre fatores que interferem na resposta imunológica do animal às vacinas, tais como idade, doenças preexistentes e estado nutricional.

    É comprovado: animais bem nutridos apresentam uma resposta mais adequada às vacinas.

    Médico veterinário do departamento de capacitação técnico-científica da PremieRpet®, Flavio Silva destaca pontos importantes que merecem ser lembrados por aqueles que zelam pela saúde de seus pets:

    1. FILHOTES E IDOSOS
    Filhotes com apenas alguns dias de vida têm um sistema imunológico ainda imaturo, enquanto nos idosos algumas células de defesa tornam-se menos ativas, o que pode deixá-los mais vulneráveis a diversas doenças, além de mais susceptíveis a infecções. A atenção com o sistema imunológico desses animais deve ser redobrada e, por consequência, a alimentação ganha uma importância ainda maior nessas fases. A orientação é caprichar no aporte nutricional!

    2. IMUNODEFICIENTES
    Animais com imunidade prejudicada também devem receber especial cuidado com a alimentação por toda a vida. Por exemplo: gatos portadores do vírus da imunodeficiência felina (FIV) e o vírus da leucemia felina (FeLV).

    3. NUTRIÇÃO E IMUNIDADE CAMINHAM JUNTAS
    A alimentação é a principal responsável pelo fornecimento adequado dos nutrientes que servem de base para o bom desenvolvimento do sistema imune, pela multiplicação das células de defesa e pela formação de outras substâncias importantes para a imunidade. E em casos de desnutrição, o primeiro sistema do organismo afetado é justamente o sistema imunológico.

    4. CUIDADO SEMPRE!
    Está comprovada a importância de um suporte nutricional adequado durante toda a vida dos animais de estimação. Sem esse cuidado, muitas vezes não é possível atingir o resultado esperado com as vacinações, dada toda a relação entre a nutrição e o sistema imunológico. Um alimento adequado para a faixa etária, o porte, a raça, o nível de atividade física, bem como as condições fisiológicas e corporais é fundamental para garantir a boa imunidade e a saúde geral dos cães e gatos.
  • Confira 6 dicas para proteger os pets durante o inverno

    Para amenizar o desconforto dos animais de estimação na época mais gelada do ano, veterinário lista quais são os pontos que demandam mais atenção

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    O inverno chegou, as temperaturas baixaram consideravelmente e a umidade do ar não está muito agradável. Assim como as pessoas, os animais também sentem frio e ficam mais suscetíveis aos problemas de saúde, principalmente aqueles relacionados a doenças respiratórias. Quem faz o alerta é o veterinário Dr. Jorge Morais, fundador da rede Animal Place.

    Roupinhas e cobertores podem vir bem a calhar, especialmente em animais de pelagem curta. No entanto, segundo o profissional, é preciso que o pet esteja acostumado a utilizá-las desde filhote. “Prefira peças de algodão para evitar alergias e se perceber que há incômodo com a roupa, respeite e não insista”, recomenda. Se o tutor também notar algum desconforto com os agasalhos, o ideal é disponibilizar caminhas, tocas e cobertores, de forma que ele possa se aquecer quando sentir a necessidade.

    Já com os pets mais idosos, especialmente os que possuem problemas de saúde, como hérnia de disco ou artrose, a atenção deve ser redobrada. “Esse bichinhos precisam ficar bem aquecidos, pois as dores se acentuam nessas épocas de baixa temperatura”, alerta o especialista. A recomendação é mantê-los em ambientes mais quentes e protegidos das intempéries.

    Confira abaixo algumas dicas para cuidar dos animais durante a estação, segundo o profissional:

    1. Para garantir mais problemas de saúde, é importante manter a vacinação do pet em dia e, se possível, garantir a vacina contra a gripe.
    2. Os banhos devem ser feitos logo pela manhã e é importante aguardar pelo menos uma hora antes de o expor a temperatura externa, evitando, assim, o choque térmico.
    3. Não deixe de passear com os pets, mas evite os horários em que as temperaturas estão muito baixas, como o início da manhã e o fim da tarde, ou em dias chuvosos.
    4. Para os pets com alguma doença que tende piorar no inverno, vale a pena investir em sessões de fisioterapia e acupuntura para controle de dor.
    5. Ofereça abrigo coberto e bem quentinho para os animais que ficam na parte externa da residência. Abuse de caminhas, tapetes, cobertores, mantas e evite espaços com correntes de vento
    6. Nos meses frios, é comum que os pets comam menos e durmam mais, mas é bom ficar atento se o animal está se alimentando bem, principalmente os filhotes e os idosos.
  • 6 cuidados essenciais para proteger bebês e crianças do frio

    Em pleno inverno, os cuidados com bebês e crianças devem ser redobrados. Com temperaturas baixas, a época pode oferecer riscos à saúde dos pequenos. Para evitar problemas, o pediatria do Hospital Santa Catarina (SP), Dr. José Colleti, lista algumas dicas essenciais de proteção ao frio – que não envolvem apenas agasalhar bem a criança.

    • Carrinho de bebê

    O ideal é escolher um carrinho que tenha proteção para chuva, frio e ventania. Um material que não permita a passagem de vento é importante, mas cuidado para não sufocar o bebê. Deixe sempre uma abertura para respiração.

    • Exposição pós-banho

    Primeiramente, evite banhos noturnos, quando as temperaturas são mais baixas. Também é importante que os banhos sejam rápidos, para não deixar o bebê muito aquecido e haver choque térmico. Outro fator de extrema importância é secar rapidamente o cabelo do pequeno, assim como vesti-lo. Quanto menos exposição no inverno, melhor.

    • Controle as saídas

    Em épocas de temperaturas gélidas, a recomendação é controlar ao máximo as saídas de casa. O ideal é sair somente em ocasiões inevitáveis, pois a variação de temperatura e exposição ao frio pode trazer consequências indesejadas ao bebê. O resguardo também protege a criança de ventos fortes e contato com diferentes tipos de vírus.

    • Não exagere nas blusas

    Em épocas de frio intenso, é comum os pais ou responsáveis agasalharem em excesso a criança. Isso pode causar um superaquecimento dos pequenos e, diante de exposição ao frio, a oscilação será maior e as chances de algum problema de saúde ocorrer se elevam. A temperatura que a criança deve estar é entre 36,5°C e 37,2°C e os pais devem se atender ao excesso de suor. Se houver transpiração em excesso, está na hora de tirar uma blusa.

    • Boa alimentação

    Manter a criança bem nutrida e hidratada é fundamental para a resistência do organismo diante do frio. Para igualar a temperatura externa, é natural que o corpo necessite de mais energia. Por consequência, o corpo precisa de uma alimentação reforçada. A melhor dica é não deixar a criança sem se alimentar por mais de duas ou três horas.

    • Roupas adequadas

    Essa, a mais óbvia. Porém, vale destacar a importância de toucas que cubram os ouvidos, luvinhas e, em caso de saídas em locais de vento forte, jaquetas e blusas que tenham tecido que impeça a passagem do vento. Blusas de lã e moletom são adequadas para usar somente por baixo desse tipo de agasalho corta-vento.