Autor: agitosp

  • Hospitalidade, viagens e experiências, o novo norte do turismo

    Uma viagem, uma estadia, uma experiência!

    Hospitalidade viagens lentas e experienciais, o novo norte do turismo

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    Nos últimos anos, a indústria do turismo passou por mudanças radicais. Não apenas a tecnologia conseguiu conquistar todos os processos de organização e planejamento de uma viagem, mas também conseguiu posicioná-la socialmente como uma necessidade. Viajar tornou-se uma aspiração de tal magnitude que está, sem dúvida, lutando contra as posições de topo na escala de prioridades de todas as gerações.  

    Segundo os últimos relatórios da Organização Internacional de Turismo, “novos turistas” procuram viver um contato único, personalizado e, se possível, com as tradições e culturas locais. O luxo não é mais presumido pela ostentação, mas por poder fazer, viver ou conhecer algo especial e irrepetível.

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    Os pequenos detalhes e atenções são agora a novidade de uma aventura e do boutique hotel, o segmento que soube acrescentar a esta tendência crescente, hoje é forte e dá a cadeira como uma fábrica de experiências. Sua capital está concentrada em gestos, cortesias e pequenas iguarias que vão além das expectativas e alcançam a esfera da surpresa.

    Na Argentina, em sintonia com a vanguarda global da indústria da hospitalidade, o Azur Real Hotel Boutique, abordou uma estratégia abrangente de renovação na cidade de Córdoba, a fim de continuar ocupando as primeiras posições no ranking de hotéis boutique nacionais e internacionais. alta qualidade.

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    O processo afeta tanto as salas como os espaços comuns e propõe uma resiliência de todas as áreas. Dirigido pelo renomado designer Sofía Camps, o projeto pretende transformar todos os cantos do hotel em uma experiência onde os sentidos se unem: exposição permanente de arte (artistas rotacionam a cada 4 meses), espaços de joalheria contemporâneos e cerâmicas autoritárias, setores de apresentações e venda de produtos gourmet, atividades temáticas que se concentram em aprender a cultura regional e muito mais. Uma tarde tradicional no terraço acompanhado por um copo de vinho de cortesia e picado salame de Colonia Caroya, adicionar pontos mate, com instruções sobre como preparar a emblemática infusão nacional e o presente de sementes de parrudo, para que cada hóspede possa experimentar colher seu próprio mate. Eles também adicionar o canto de chá com diferentes misturas para combinar e criar a infusão de acordo com cada gosto e mercearia , uma nova sala no terraço ideal para almoço, lanche ou jantar, trabalho, um encontro com amigos ou apenas relaxar e desfrutar de uma boa leitura em suas poltronas.  

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    Experiencias Slow Travel by Azur

    O serviço delicado desta boutique de montanha incorpora quatro experiências ideais para descobrir a verdadeira essência e história da mágica Córdoba. Com todas as alternativas inclusivas de primeiro nível em particular, as excursões propõem-se a visitar as paisagens mais emblemáticas da província e suas tradições ancestrais.

    Boutique & Wine Experience: Um passeio pelo vinho através de 2 vinícolas locais, apreciando vinhos, culinária e as paisagens do Vale Calamuchita.

    As charmosas aldeias: esta proposta convida você a se perder nas ruas das aldeias de montanha e conhecer cada um dos seus cantos e aprender sobre a flora, fauna e história particular do lugar.  

    Nossas Tradições no Fundo: o norte de Córdoba é um território virgem para explorar, com suas tradições intactas, sua herança e sua cultura particular de vinho e gastronomia em plena floração.

    História e Revolução: percorrem grande parte da história de Córdoba em um só lugar: Alta Gracia, onde é possível encontrar desde uma Estância Jesuíta (Patrimônio da UNESCO) até a casa da infância de um personagem tão emblemático quanto Che Guevara.

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    Em todos os momentos o Azur Real Hotel Boutique convida o hóspede a viver momentos, cruzando os limites de uma estadia simples. Mimos e detalhes, sensações que se tornam lembranças memoráveis ​​e exclusividades sutis são as bases que compõem a filosofia deste esconderijo para descobrir no coração de Córdoba. 

    www.azurrealhotel.com

    San Jerónimo 243/257, Córdoba

    (+54 351) 424-7133 / 421-0797 / 421-5878.

    info@azurrealhotel.com

  • Festival NOVABRASIL completa 10 anos e prepara grande show no Allianz Parque

    Considerado o maior evento de MPB do país, o espetáculo
    tem expectativa de público de 12 mil pessoas

    Referência no cenário de MPB e considerado um dos maiores eventos do gênero no Brasil, o Festival NOVABRASIL está completando seu décimo aniversário este ano. Para comemorar em grande estilo, o show da edição de 2019 traz grandes nomes da música brasileira e ativações diferenciadas, em 9 de novembro, no Allianz Parque.

    O evento reúne atrações para todas as idades e é sucesso de público, tendo reunido cerca de 10 mil pessoas em sua edição de 2018, que contou com artistas como Titãs, Anavitória e Fagner. Para este ano, o line-up ainda é uma surpresa e vai ser divulgado semanalmente pela rádio. Serão mais de 7 horas de música com convidados especiais. Para este ano, a expectativa da organização é reunir um público de 12 mil pessoas.

    Cláudia Rei, Diretora Executiva da NOVABRASIL FM, sente orgulho em fazer parte da organização de um evento que reúne o melhor da música nacional. “Acreditamos que a MPB diz muito sobre o que é ser brasileiro e é pelo que queremos ser lembrados”, finaliza.

    FESTIVAL NOVABRASIL 2019

    Local: Allianz Parque – Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Parque Água Branca.

    Data: 09 de novembro 2019

    Serviço: Ingressos a partir de R$50 (meia-entrada)

    Vendas: www.festivalnovabrasil.com.br

  • Confira os dez erros na hora de retirar a fralda do bebê

    Imagem retirada da internet

    O início do desfralde sempre gera grandes dúvidas nos pais. Esse deve ser um momento tranquilo que exige muita paciência e dedicação.

    Retirar a fralda das crianças é um processo que exige muita paciência. “Algumas crianças levam poucas semanas para aprender a usar o banheiro, enquanto outras podem demorar até seis meses e precisar de maior atenção, ” informa Drª Loretta Campos. Conheça os 10 erros mais comuns.

    1) Começar antes da hora – o ideal é a partir dos dois anos pois nesta fase as crianças têm autonomia para andar, tirar a roupa e expressar que estão incomodadas com o cocô.

    2) Expor a criança em lugares públicos – ir ao banheiro é algo privado, portanto, tente utilizar o sanitário com a porta fechada e penico sempre no banheiro, nunca na sala, quarto.

    3) Delegar a tarefa unicamente para a escola – tente começar a retirada das fraldas em casa, de preferência nas férias, sem muito estresse. A escola deve ser só um apoio.

    4) Pressionar a criança para ser rápida – o desfralde requer tempo e paciência. Leve livrinhos, joguinhos para tornar o momento prazeroso.

    5) Não providenciar itens de apoio – precisa providenciar um penico ou redutor de vaso sanitário. A criança precisa de conforto. E se faz necessário o apoio para os pés!

    6) Esperar a criança pedir para ir ao banheiro – comece retirando a fralda do dia e pergunte ou leve a criança ao banheiro a cada duas horas.

    7) Dar bronca se a criança não consegue se segurar – nunca diga você se sujou de novo ou você não aprende.

    8) Fazer cara de nojo quando acontece um escape – os escapes, principalmente os noturnos, são frequentes. Pode durar em média até os quatro anos e algumas crianças até seis anos de idade.

    9) Colocar roupas difíceis de tirar – se a criança pede para ir ao banheiro os pais têm de agir rápido. 

    10) Escolher um momento de estresse para tirar a fralda – toda paciência é pouca.

  • Cães obesos vivem menos

    Quase 60% dos cachorros sofrem com o sobrepeso e, consequentemente, com as doenças decorrentes da obesidade. O especialista Thiago Marçal, veterinário da Nutrire, explica sobre o problema e dá dicas de como preveni-lo.

    A obesidade não atinge apenas as pessoas, mas também os animais. Dados recentes indicam que mais da metade dos pets estão em algum grau de sobrepeso. Dentre as causas mais comuns, podemos identificar a má alimentação e o sedentarismo. “Cães considerados gordos, geralmente, não comem apenas ração. Além disso, são bichinhos que não fazem exercício físico. Esses dois fatores por si só já causam problemas à saúde canina, juntos prejudicam ainda mais os animais”, revela o veterinário da Nutrire, Dr. Thiago Marçal.

    Outro fator que pode levar à obesidade é a rotina alimentar, ou seja, a maioria dos cães possuem alimento à disposição o dia todo, ingerindo mais do que necessitam para uma vida saudável. “A alimentação deve ser como o de uma criança pequena, com horários certos e porções definidas – essa medida em específico deve ser de acordo com o peso do cão e precisa constar nas embalagens das rações secas”, explica. 

    A queima de energia também é uma necessidade do pet, visto que o mesmo precisa exercitar os músculos para se manter ativo e bem disposto, além de crescer saudável. “O ideal é que o cãozinho pratique caminhadas ao menos duas vezes ao dia. Isso, claro, de acordo com seu estado de saúde, raça e outras peculiaridades definidas pelo médico veterinário”, conta Marçal.

    A obesidade é um problema com consequências sérias para os pets, como doenças articulares e de coluna, diabetes canina, aparecimento de distúrbios respiratórios e disfunções cardíacas. Fora a questão física, pois o sedentarismo também pode deixar o cão deprimido. 

    “A artrite é uma doença causada geralmente pelo excesso de peso, muito embora algumas raças tenham predisposição para isso. Porém, animais gordos forçam suas articulações além do recomendável”, diz. Os pulmões de um cão obeso, por exemplo, têm menos espaço para a entrada do ar, ou seja, o esforço para absorver oxigênio é muito maior do que para um pet que está no peso ideal. “Os problemas respiratórios oriundos desse processo são muito comuns”, completa.

    Sem falar em diabetes, problemas cardiovasculares, pressão sanguínea alta, entre outras doenças decorrentes da obesidade. “É fundamental que o tutor compreenda que o animal precisa ingerir os alimentos feitos especificamente para ele, pois têm a quantidade exata de nutrientes, vitaminas, minerais e tudo mais que sua saúde pede. “Preparar comida caseira para o pet não é proibido, mas deve haver um acompanhamento por um veterinário especialista em nutrição, para que a dieta seja balanceada e atenda todas as necessidades do cão”, acrescenta o veterinário.

    Como prevenir a obesidade?

    Os pets precisam de acompanhamento médico, inclusive para controle da alimentação. O veterinário é a pessoa certa para indicar o melhor alimento para cada tipo de animal, levando em consideração idade, tipo físico, problemas de saúde e outras informações. Não alimente seu bichinho de estimação com restos que sobraram das suas refeições, priorize a ração seca indicada pelo especialista. 

    Os petiscos são uma forma de agradar o pet e não estão proibidos, mas não pode ser toda hora. Ofereça apenas agrados feitos especificamente para animais. E não esqueça dos exercícios físicos. “O passeio pode ser pelo bairro mesmo, sem muito esforço. Porém, é interessante que o cachorro movimente-se todos os dias. Quando não for possível levá-lo para caminhar ou correr, exercite-o dentro de casa com os brinquedos que ele gosta”, indica. 

    Por fim, Marçal alerta que a obesidade também pode ser consequência de algum outro transtorno. Se o seu cão ou gato aumenta de peso mesmo comendo apenas a ração, pode ser o caso de distúrbios hormonais como o hipotireoidismo, por exemplo. “É preciso estar sempre atento ao peso do pet”, conclui. 

  • Dia do psiquiatra: saiba as diferenças entre psiquiatria, psicologia, psicoterapia e psicanálise

    Por Prof. Dr. Mario Louzã, médico psiquiatra e psicanalista. Doutor em Medicina pela Universidade de Würzburg, Alemanha. (CRMSP 34330)

    Hoje é dia do psiquiatra. Mas com tantas modalidades de terapia, você saberia explicar as diferenças entre psiquiatria, psicologia, psicoterapia e psicanálise? A não ser que você seja um profissional da área, é bem provável que desconheça suas singularidades.

    Para quem precisa de um tratamento na área de saúde mental, ou mesmo seguir a carreira, é importante entender cada um deles para escolher o mais adequado às suas necessidades (se for paciente) ou ao seu perfil profissional (se for estudante ou profissional recém-formado em busca de uma especialização).

    Tanto a Psicologia como a Psiquiatria (as duas estão dentro do âmbito da Medicina) são profissões regulamentadas no Brasil, com seus respectivos Conselhos Federais e Regionais, os quais estabelecem as normas éticas e de atuação profissional. Já as psicoterapias, entre elas, a psicanálise, não têm legislação específica no Brasil. No entanto, tanto o ‘psicoterapeuta’ quanto o ‘psicanalista’ estão incluídos na Classificação Brasileira de Ocupações, do Ministério do Trabalho.

    PSIQUIATRIA: A Psiquiatria é uma especialidade médica focada no diagnóstico e tratamento de transtornos mentais. Para se tornar Psiquiatra, a pessoa precisa primeiro cursar a Faculdade de Medicina, que tem duração de 6 anos. Já formado, é preciso fazer Residência Médica em Psiquiatria, que dura, geralmente, de 3 a 4 anos.

    Após a Residência, a pessoa fará as provas para obtenção do título de Especialista em Psiquiatria. Este título envolve, principalmente, a Psiquiatria de Adultos. Dentro da Psiquiatria, há algumas sub-especialidades: Psiquiatria da Infância e Adolescência, Psiquiatria Forense, Psiquiatria Geriátrica, entre outras.

    O Psiquiatra, como já dito, é o responsável pelo diagnóstico e tratamento de doenças mentais. Por ser médico, ele pode prescrever medicamentos psicofármacos, como ansiolíticos, antidepressivos ou antipsicóticos. Estas medicações atuam no sistema nervoso central, alterando o modo como os neurotransmissores funcionam, seja aumentando sua atuação, seja diminuindo, conforme o tipo de psicofármaco. Os transtornos mentais, falando de um modo muito simples, decorrem de um desequilíbrio químico do cérebro, e os medicamentos procuram restabelecer esse equilíbrio.

    PSICOLOGIA: A Psicologia estuda diversos aspectos da mente humana “normal” ou sadia, no contexto individual ou de um grupo e também no diagnóstico e tratamento de problemas emocionais e do comportamento. Para se formar Psicólogo, a pessoa deve cursar a Faculdade de Psicologia, com duração de cerca de 5 anos. Uma vez formado, o Psicólogo pode se especializar em diferentes áreas de atuação, como educacional, recursos humanos, hospitalar, neuropsicologia, psicoterapia entre outras.

    O Psicólogo é o responsável pela aplicação de avaliação psicológica e neuropsicológica e pode atuar como psicoterapeuta. Diferentemente do Psiquiatra, ele não pode prescrever medicações. A prescrição de remédios só pode ser realizada por quem se formou em Medicina. No entanto, ambos podem fazer uma especialização na área de Psicoterapia.

    PSICOTERAPIA: A Psicoterapia é um método que utiliza principalmente a fala e o diálogo. O intuito é auxiliar um indivíduo a compreender a si mesmo e a lidar melhor com seus problemas e dificuldades, que podem ser decorrentes de um transtorno mental leve (ansiedade ou fobias) ou decorrentes de situações que fazem parte da vida de todos (separação ou morte), mas que o paciente tem uma dificuldade maior de compreensão e aceitação ou ainda de características da personalidade que prejudicam a pessoa e sua integração emocional e social.

    Para estes problemas, há diversas teorias e técnicas de Psicoterapia. As mais conhecidas são a Psicanálise, a Terapia Cognitivo Comportamental, o Psicodrama e a Terapia Junguiana, entre outras. Cada uma possui diferentes formas para auxiliar o indivíduo a superar suas dificuldades, a partir da teoria que as constitui e respectivas técnicas de abordagem.

    É importante lembrar que o tratamento medicamentoso e o psicoterápico não são mutuamente excludentes. Na imensa maioria dos casos, a somatória do tratamento medicamentoso e psicoterápico produz um melhor resultado para o indivíduo.

    PSICANÁLISE: A Psicanálise é um tipo de Psicoterapia. Exige uma formação especializada, em geral, de 5 a 10 anos, em Sociedades de Psicanálise (de preferência, vinculadas a International Psychoanalytical Association – IPA –, criada pelo próprio Freud e colaboradores, em 1910). Tendo essa formação, tanto o Psiquiatra quanto o Psicólogo podem fazer atendimentos usando a teoria e a técnica psicanalíticas.

    Embora o senso comum possa auxiliar, nem sempre ele funciona bem, pois muitas vezes ele se baseia em premissas falsas. Uma delas é a ideia de que transtornos mentais não têm uma base física, cerebral. Um quadro depressivo pode ser, por exemplo, consequência de um desequilíbrio da tireoide.

    Se não for investigada por um Psiquiatra, esta alteração da tireoide não será detectada, e o paciente não se beneficiará de um tratamento psicoterápico. A avaliação médica é sempre importante para exclusão de doenças físicas que causam sintomas mentais. A partir de um diagnóstico preciso, fica mais fácil conduzir a terapêutica, seja medicamentosa, seja psicoterápica.

  • Qual a quantidade certa de adoçante de baixa caloria você pode consumir?

    Três ou 15 gotas, dois ou cinco sachês? Qual a medida certa e segura de adoçante para se consumir diariamente?

    Essa é uma dúvida comum não só entre os consumidores, mas também entre os próprios especialistas em nutrição.

    “Alguns profissionais ainda utilizam o índice de ingestão diária aceitável (IDA) como valor máximo de ingestão diária de determinado alimento ou bebida. Porém, esse é um índice de segurança estabelecido de forma bastante conservadora e que, entre outros fatores, leva em consideração os padrões alimentares de populações vulneráveis como crianças, gestantes e idosos”, explica Elaine Moreira, nutricionista, membro do conselho consultivo da Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (Anad), Elaine foi uma das palestrantes do 24º Congresso Multidisciplinar em Diabetes, promovido pela Anad.

    Critérios rigorosos de aprovação
    Adoçantes de baixa caloria são substâncias que em pequena quantidade dão o mesmo sabor que o açúcar, porém, com menos ou nenhuma caloria, explicou Elaine Moreira.

    A especialista salienta que antes de chegarem à sua mesa, estes produtos passam por rigorosas análises de agência regulatórias internacionais, nacionais e regionais como, por exemplo, o comitê científico de especialistas em aditivos alimentares da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) – o Jefca, a agência norte-americana de regulação (FDA – Food and Drug Administration) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Brasil. São esses órgãos reguladores que aprovam ou não os edulcorantes.

    Por isso, os estudos clínicos com edulcorantes são tão rigorosos como os que a indústria farmacêutica faz para o lançamento de um novo medicamento no mercado. “É preciso fazer estes estudos, para saber se essas substâncias – até, então, inexistentes, podem ou não causar algum dano à saúde. Os testes são feitos em cobaias que recebem doses crescentes de edulcorantes e que são acompanhadas em laboratório durante toda a vida. Portanto, é um processo longo e caro, durante o qual são realizadas análises periódicas de farmacocinética, de metabolismo, toxicidade, entre outras”, conta Elaine Moreira.

    Como é calculado o IDA
    É com base nos resultados desses estudos que se chega à dose de segurança para consumo ou nível sem efeito adverso – NOAEL (do inglês No Observed Adverse Effect Level). Entretanto, a especialista da Anad frisa que essa ainda não é a dose certa a ser liberada para consumo de seres humanos, mas sim, a dose máxima testada.

    “Como os testes foram feitos em cobaias e em ambiente laboratorial, é aplicada uma fórmula que aumenta ainda mais a margem de segurança para o consumo humano. Ela consiste em dividir o valor do NOAEL obtido por 100. O índice de ingestão diária aceitável (IDA) é o resultado desta divisão. Portanto, podemos definir o IDA como a quantidade estimada de uma substância química, expressa por miligrama por quilo de peso, que pode ser ingerida diariamente durante toda a vida da pessoa”, esclarece Elaine Moreira.

    De acordo com a British Nutrition Foundation, a IDA é a quantidade estimada por quilograma de peso corporal que uma pessoa pode consumir, em média, todos os dias ao longo da vida sem risco. Isso tem uma grande margem de segurança embutida, tornando improvável que a dieta de qualquer indivíduo forneça esse nível. Por exemplo, no caso do aspartame, um adulto teria que consumir 8 latas de uma bebida sem açúcar todos os dias antes de chegar à IDA, assumindo que o adoçante foi usado na bebida no nível máximo permitido. Na prática, a maioria das bebidas usa aspartame em combinação com outros adoçantes, de modo que o nível é consideravelmente menor.

    Elaine Moreira concluiu sua participação enfatizando que os nutricionistas têm papel fundamental em levar informação correta à sociedade, desmistificando a utilização dos adoçantes que, além da segurança comprovada por estudos científicos, ao serem utilizados como substitutos do açúcar, trazem benefícios à saúde como à perda de peso, controle da obesidade, prevenção e controle do diabetes.

  • PETS: Os mitos sobre gatos e gestantes

     

     

    Todo mundo já ouviu falar sobre os perigos que os felinos representam para as mulheres gestantes, não é mesmo? Pois é, mas chegou a hora de desfazer alguns mitos e esclarecer pontos importantes sobre isso, como explica a veterinária Luana Sartori, especialista da Nutrire. 

     

    Engravidei, devo dizer adeus ao gatinho?

    Não existe razão para isso, pelo contrário, os felinos fazem parte da família e essa relação só deve melhor com a chegada de um bebê humano em casa. “O maior medo das pessoas diz respeito a uma palavra que causa pânico nas gestantes: a toxoplasmose – infecção causada pelo parasita Toxoplasma gondii. “Bom, em primeiro lugar é necessário entender como ela pode ser transmitida. Segundo o Centro de Controle de Zoonoses, é mais certo que você seja infectada pela ingestão de carnes cruas ou semi cruas”, revela a especialista. 

     

    Cápsula

    O gato poderia transmitir essa doença? Sim, mas para isso você teria de ingerir as fezes do felino e o mesmo teria de estar infectado. “No entanto é preciso compreender que as fezes do gatinho contém o oocisto, uma espécie de cápsula, que só se abre e pode causar contágio depois de alguns dias. Ou seja, quem limpa diariamente a caixinha de areia do seu pet, geralmente, está livre do problema”, explica.

     

    Segundo a organização norte-americana Humane Society, o oocisto precisa de um tempo de incubação de um a cinco dias antes de causar infecções. Para as pessoas que ainda não se sentirem seguras, a veterinária indica que usem luvas no manuseio das necessidades do pet. 

     

    Mito

    A Toxoplasmose não é a doença do gato, isso é mito. Já é cientificamente comprovado as formas de contágio mais comuns são: ingestão de carne contaminada mal cozida ou crua, ou de alimentos contaminados pelo uso de facas ou objetos que tiveram contato na preparação dessa carne. 

     

    Além disso, beber água contaminada também transmite a doença, bem como comer frutas ou verduras que vieram com a terra contaminada e não foram higienizadas como deveriam.

     

    Felinos se infectam apenas se comerem ratos, passarinhos ou outros bichinhos que estejam contaminados, ou seja, gatos domésticos, sem acesso à rua, não correm riscos. 

     

    Afeto e carinho

    Gestantes podem continuar dividindo as emoções com seus gatinhos sem medo. Os felinos possuem uma capacidade grandiosa de compreender os bebês e se tornam grandes parceiros das crianças. Além disso, há quem diga que os felinos podem até mesmo virar guardiões dos bebês. 

     

    Não esqueça de levar o pet ao veterinário ao menos uma vez ao ano. Gatinhos idosos devem visitar o especialista de seis em seis meses.

     
  • Dúvida: o beijo é importante em um encontro casual?

    Pesar sobre o momento certo de dar ou receber o beijo é fundamental para o encontro casual terminar bem

    A pergunta que tem sido feita pelas pessoas que adotaram os encontros casuais como forma de se divertir ou responder às necessidades do corpo, como o sexo, por exemplo, é se o beijo deve estar entre as ações que devem ser aplicadas e em qual momento ele deve ocorrer. As mulheres são as que mais pesam quando é o momento certo para beijar e se este ato, em muitos casos, pode representar um sinal diferente do que é desejado, de uma relação sem compromisso. Para a sexóloga Carla Cecarello, consultora do site C-date (www.c-date.com.br) o beijo é uma parte daquilo que se espera numa relação sexual, porém, antes de chegar a transa em si, o beijo pode ser atrativo ou pode estragar totalmente o encontro.

    Muitas coisas podem dar errado quando você beija alguém pela primeira vez. Num encontro casual então, as pessoas podem ter trocado impressões pelas redes sociais ou pelos sites de relacionamento, como é o caso do C-date, e não se conhecem pessoalmente. “Nestes casos, o beijo pode ajudar ou atrapalhar o que se pretende, pois pode ser incrível ou constrangedor”, analisa a sexóloga. A decisão deve ser cautelosa, porque o beijo num primeiro encontro casual pode parecer o oposto daquilo que se pretende. Na vida real, tudo, desde o início até o final num encontro casual, é embaraçoso para ambas as partes. Se não houver consciência, o beijo pode dar impressão de que não é apenas momentâneo e confundir como início de uma relação efetiva.

    Segundo a sexóloga do C-date (www.c-date.com.br) as vezes um beijo dado com intensidade gera impressão de que aquilo está sendo uma ação de interesse. “Ou seja, se as pessoas não entendem que o encontro é casual e que mesmo sendo um beijo intenso, com vontade, gostoso, pode criar situações constrangedoras posteriormente, quando a pessoa perceber que nada daquilo é para uma relação de amantes ou que não voltarão a se encontrar futuramente”, diz a sexóloga.

    A razão, de acordo com a consultora do C-date, é que a relação casual não impõe um dia seguinte, um novo encontro, uma repetição daquilo que ocorreu quando os beijos foram trocados. “Se o encontro terminar na cama e a transa for realmente inesquecível, a pessoa tem de saber que aquilo ocorrerá somente naquele momento, naquele dia”, explica Carla Cecarello. Isso não é definitivo. As pessoas podem marcar de se ver novamente. Se o beijo ocorrer de forma intensa é bom saber que, na maioria das vezes, “a pessoa não deve se impressionar ou achar que vai iniciar um relacionamento amoroso”, complementa a especialista.

    Em um primeiro encontro as pessoas mostram a melhor versão delas para alguém, então ir para um beijo na hora errada pode ser perigoso ou mesmo causar impressões indesejadas. No entanto, se a pessoa desperdiça uma oportunidade, dada pelo outro, pode ficar sob pressão. O que a regra dos encontros casuais diz é “beijar no primeiro encontro é uma ótima maneira de avaliar a química, além de ser divertido e quase sempre muito bom”, salienta a sexóloga. Quando se praticam encontros casuais os complementos, como uma boa conversa, inteligência, astúcia e, principalmente, os coquetéis, os petiscos, ajudam a descontrair e facilitam o caminho para ambos decidirem sobre o momento de ir para o motel, para a casa de um deles ou, simplesmente, quando vão transar.

    Nem todo beijo será épico, tremendo ou alucinante. Portanto, antes de deslizar a boca para a do parceiro ou parceira, é importante ter a certeza de que não vai cometer erros, ter consciência de valer só para aquele momento, uma única vez. “Essa é a lei dos encontros e sexo casual”, afirma a consultora do C-date. Carla Cecarello orienta aos parceiros definirem o clima para um bom primeiro beijo. Segundo a especialista, um pouco de lubrificação, de libação, pode ajudar a aliviar a tensão, principalmente se os dois não estiverem muito certos de como chegar lá. Por isso, a consultora do C-date indica três importantes passos para o beijo ocorrer sem erros:

    • Não esperar até o fim do encontro: Nada é mais indutor de estresse do que aproximar-se do final da noite e imaginar se o seu encontro vai dar um passo ou se você perdeu sua chance de beijar. Se isso está acontecendo, é porque você esperou demais e ou deu sinais errados para o parceiro(a).
    • Perceber os sinais: Quando alguém se inclina, provavelmente significa que está sinalizando o que quer fazer, então, ou devolva o sinal ou tome a iniciativa e deslize para a boca dele(a).
    • Boca e dente limpos na hora do beijo: Pode parecer piegas, principalmente se o encontro casual começar com um jantar ou uma bebidinha com petiscos, mas na maioria das vezes até o final dos petiscos, o beijo nem sempre acontece. Então, dê uma paradinha, vá ao toalete e dê uma escovada nos dentes. Para muitas pessoas (homens e mulheres) o medo de que a boca não esteja limpa adequadamente ou o hálito não esteja de acordo, pode bloquear o ato de beijar.

     

  • Gestação: É permitido dirigir grávida?

    O ato de dirigir por si só, ou seja, manejar os pedais e a direção do carro, não causa nenhum prejuízo à gravidez. “Por isso, se não houver contraindicação e a gestação estiver transcorrendo normalmente, a mulher poderá dirigir sem problema, bastando tomar alguns cuidados, ” alerta a Drª Erica Mantelli.

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    No caso de usar o cinto de segurança de três pontos, a gestante não deve passar a alça inferior por cima do abdome, e sim na linha da cintura, para que o abdome não seja comprimido, no caso de uma frenagem brusca ou colisão.

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    Os riscos a que uma gestante se expõe ao dirigir são semelhantes, embora não idênticos, aos que uma mulher não gestante se expõe. “No caso de uma colisão, por exemplo, o abdome de qualquer uma das duas poderia ser afetado com o impacto no volante, ” informa a ginecologista.

     

    Mas as gestantes, claro, precisam ter alguns cuidados mais pontuais: o ideal é que a direção fique pelo menos um palmo de distância do abdômen da gestante.

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    Caso a gestante sinta algum mal-estar, inicie as contrações ou perceba que a bolsa rompeu. “O primeiro passo será parar o carro em algum lugar seguro, ligar para seu médico e pedir ajuda de algum familiar”, finaliza a médica.

  • Contato com a natureza traz benefícios para saúde e bem-estar

    Pesquisas comprovam que estar em contato com áreas naturais reduz as chances de desenvolver ansiedade, depressão e estresse, além de prevenir contra doenças cardíacas

    O agito dos grandes centros urbanos prejudica a saúde física e mental. As poluições sonora, visual e atmosférica somadas ao enclausuramento do dia a dia contribuem com o desencadeamento de problemas pulmonares, cardíacos e emocionais. Diante deste contexto, a ciência vem mostrando que praticar atividades ao ar livre, em contato com a natureza, é o que precisa ser incorporado na rotina das pessoas como forma de tratamento preventivo.

    Pesquisadores da Universidade de Chiba, no Japão, reuniram 168 voluntários e colocaram metade para passear em florestas e o grupo restante para andar nos centros urbanos. As pessoas que tiveram contato com a natureza mostraram em geral uma diminuição de 16% no cortisol (hormônio do estresse), 4% na frequência cardíaca e 2% na pressão arterial.

    Para o neurologista e psicoterapeuta cognitivo Mário Negrão, é possível notar uma melhora significativa no aparelho digestivo, nas alergias e na resistência à bactérias e infecções, mas o mais importante é a sensação de bem-estar. “Quando você coloca um indivíduo em uma cidade sem muita natureza, você está colocando-o em um ecossistema hostil, onde tudo que o rodeia é artificial. É comprovado que isso gera um impacto imenso na saúde”, relata.  

    Na Austrália, um estudo produzido na Universidade Deakin mostra que a natureza oferece às pessoas momentos de liberdade e relaxamento, impactando positivamente o estado mental dos indivíduos e reduzindo sintomas de ansiedade e depressão. Na Holanda, pesquisadores do Centro Médico Universitário de Amsterdã constataram que pessoas que vivem próximas da natureza reduzem em 21% as chances de desenvolverem depressão. Os benefícios também envolvem uma melhora na qualidade do sono, no desenvolvimento cognitivo, na imunidade, nos problemas cardíacos e pulmonares, além de uma redução na ansiedade, na tensão muscular e na possibilidade de desenvolver doenças como obesidade e diabetes.

    Para a doutora em Ciências Florestais e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, Teresa Magro, a sensação de bem-estar está relacionada também ao que fazemos no ambiente natural. “Só o fato de olhar uma paisagem, fazer um passeio em um parque ou em uma área com menos barulho, já nos dá uma sensação de relaxamento”, afirma.

    No país com a mais rica biodiversidade do mundo, o contato com a natureza pode ocorrer em diferentes espaços, como parques, praças, cachoeiras e ambientes costeiros e marinhos. “Os benefícios fornecidos pela natureza – como ar puro, água, regulação microclimática, redução de partículas poluentes, relaxamento mental e físico, entre outros – e sua conexão com a saúde das pessoas devem ser vistos pela sociedade e pelo poder público como uma prioridade. Ter espaços verdes acessíveis e bem cuidados próximos da população estimula a visitação e a prática de atividades, o que resulta em indivíduos mais relaxados e produtivos”, completa a gerente de Conservação da Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Leide Takahashi.