Autor: agitosp

  • Cirurgia bariátrica: mudanças do físico ao emocional

    Profissionais da equipe multidisciplinar de acompanhamento ao paciente contam quais são os principais cuidados no pré e pós-cirúrgico

    A cirurgia bariátrica começa muito antes da operação, tanto para o paciente quanto para os profissionais envolvidos. Isso porque são muitos os fatores que, relacionados, levam à decisão de realizar o procedimento, incluindo saúde emocional e física.

    A psicóloga do Grupo São Cristóvão, Aline Melo, explica que o objetivo da avaliação psicológica é identificar alterações emocionais que possam prejudicar a adesão e acompanhamento pós cirúrgico, além de identificar a disponibilidade do paciente para as mudanças provenientes desse tipo de procedimento.

    Acompanhamento psicológico e nutricional

    – Antes da cirurgia

    Segundo ela, a cirurgia bariátrica traz uma mudança que irá repercutir de maneira ampla na vida do paciente, e isso envolve diferenças físicas e psicológicas. Nesse aspecto, o acompanhamento psicológico é um grande aliado no pré e no pós-cirúrgico. “O acompanhamento psicológico irá ajudar o paciente a se adaptar às mudanças físicas e de comportamento, além de proporcionar melhor reconhecimento de seus aspectos emocionais”, explica.

    Para a nutricionista Cintya Bassi, do Grupo São Cristóvão, também é fundamental que o paciente tenha acompanhamento nutricional no período pré-cirúrgico. O objetivo é corrigir deficiências de vitaminas e minerais decorrentes de uma alimentação desbalanceada que levaram à obesidade. “Nesta etapa, orientamos as mudanças nos hábitos alimentares, que devem ser iniciadas com antecedência, como a mastigação correta e a escolha dos alimentos”, comenta.

    – Depois da cirurgia

    É aí que se inicia o processo de reeducação alimentar, que vai ajudar o paciente a manter os resultados e a qualidade de vida após a cirurgia. A psicóloga conta que a reeducação começa com informação: o paciente aprenderá a associar a nova maneira de se alimentar a escolhas e não a restrições.

    Aline frisa que trabalhar essas mudanças em si e observar os pensamentos diante da perda de peso e sua relação com a comida pode levar a pessoa a criar um padrão diferente para lidar com a alimentação. “Quando o cérebro compreende e se adapta a uma reeducação alimentar, o paciente não se sente inibido a comer e sim melhorando as suas escolhas, além de dificultar o boicote de sua alimentação pois não há uma dieta e sim a busca pelo equilíbrio”, diz.

    No acompanhamento nutricional, que se faz essencial sobretudo na primeira fase do pós-operatório, o paciente segue um esquema alimentar que mantém a reeducação iniciada no pré-cirúrgico, montada de acordo com a técnica cirúrgica utilizada e suas individualidades. Cintya explica que esse programa alimentar prioriza o aporte de vitaminas e minerais para minimizar possíveis deficiências comuns nesta etapa.

    – Cuidados especiais

    Todos esses cuidados têm o objetivo de promover a saúde física e psicológica que irão garantir o sucesso da cirurgia. Por isso, é tão importante atuar diretamente na causa da obesidade, a qual levou o paciente a buscar a bariátrica. Um dos casos frequentes que levam ao sobrepeso e que precisa ser identificado para um acompanhamento adequado é a compulsão alimentar.

    A psicóloga explica que a compulsão alimentar é um transtorno emocional que precisa de um acompanhamento mais aprofundado, visando a fornecer ao paciente recursos na percepção de tais comportamentos e em sua forma de agir. Cintya lembra que é essencial que a compulsão seja acompanhada desde antes da cirurgia, mas deve-se redobrar a atenção depois do procedimento, para que o paciente não volte a repetir os comportamentos que o colocaram em risco.

    Além disso, os cuidados com a qualidade da alimentação devem ser intensificados após a cirurgia. Cintya conta que, durante todas as etapas da progressão da dieta, que evolui de líquida para pastosa e, finalmente, livre, a atenção com o valor nutricional é prioridade.

    Segundo ela, a suplementação é importante nessa fase, pois o organismo não consegue absorver tudo o que recebe dos alimentos. “Os nutrientes que têm sua absorção mais prejudicada após a bariátrica são: ferro, cálcio, tiamina, ácido fólico, vitamina A, B12, D e E”, reforça.

    De tal forma, antes da decisão juntamente com o médico para realização da bariátrica, é necessário analisar todos os cuidados que serão imprescindíveis para o sucesso do procedimento. A bariátrica implica em mudanças que vão muito além da estética e, por isso, é tão importante que sejam conduzidas por uma equipe multidisciplinar e competente.

  • Setembro Verde de prevenção ao câncer colorretal: consumo excessivo de gordura aumenta risco de desenvolver a doença

    Especialista da OncoStar explica que incidência da doença está associada a dietas com poucas fibras

    Dores abdominais e sangue nas fezes podem ser sintomas de um dos tipos de câncer que mais atinge homens e mulheres na meia idade: o colorretal. O preconceito ou a falta de informação podem levar diversos pacientes a iniciarem o tratamento quando o problema já está em estágio avançado. Para estimular a prevenção e o diagnóstico precoce foi criada a campanha Setembro Verde do Câncer Colorretal.

    Trata-se de um tumor que se desenvolve no intestino grosso, sendo o segundo tipo de tumor mais comum nas mulheres (após o de mama) e o terceiro nos homens – atrás do de próstata e pulmão. Uma dieta balanceada e rica em fibras e exames preventivos podem, contudo, aumentar muito as chances de recuperação.

    Quando diagnosticado em seu estágio inicial, o câncer colorretal tem mais de 90% de probabilidade de cura. Exames preventivos são indicados para pessoas a partir dos 50 anos – não importando o sexo, pois a incidência é semelhante. A atenção deve ser redobrada para pacientes com histórico familiar da doença. 

    De acordo com Daniel Fernandes Saragiotto, oncologista da clínica OncoStar e membro do Grupo de Tumores Gastrintestinais do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP), a incidência de câncer colorretal está associada à má alimentação. “Grande parte dos pacientes que desenvolvem esse quadro clínico possui uma dieta à base de muita gordura e pobre em alimentos com fibras”, descreveu o especialista. É por isso, conforme Saragiotto, que nos Estados Unidos os órgãos de Saúde reduziram de 50 para 45 anos a idade inicial para os exames preventivos e checagem periódica – já que, no país, o consumo de gordura é alto. 

    Os principais sintomas desse tipo de câncer são:

    • Constipação intestinal: dificuldade para evacuar e alteração na quantidade de fezes eliminadas;
    • Sangue: as fezes podem sair com concentrações visíveis de sangue, porém, existem casos em que a quantidade é pequena o suficiente para o paciente não notar;
    • Afilamento: esse sintoma também está ligado às fezes, que assumem texturas mais finas;
    • Dor e perda de peso: dores na região do ventre ou perda de peso sem explicação também fazem parte dos sintomas que indicam que a doença já está em um estágio mais avançado.

    “É importante ressaltar que em alguns casos o câncer colorretal é assintomático. Por isso, os exames preventivos são a melhor forma de diagnosticar a doença e iniciar o tratamento mais indicado”, comentou Saragiotto. 

    Outro fator inerente ao exame preventivo é a possibilidade de o paciente passar por formas de tratamento menos invasiva. “Em muitos casos conseguimos fazer a ressecção do tumor durante a própria colonoscopia, que é um dos exames mais assertivos para essa doença”, complementou o oncologista. 

  • Além do celular: Ford alerta sobre perigos da distração ao volante

    Todos sabem que usar o celular ao dirigir é um grande perigo, mas ele está longe de ser a única causa de distração no volante. Mesmo sem perceber, praticamente todos os motoristas têm algum momento de falta de atenção no meio do seu trajeto. Compreender o que é a direção distraída e como ela pode ser evitada é o primeiro passo para desenvolver um comportamento mais seguro.

    “Quase todos os acidentes de trânsito causados ​​por distração podem ser evitados. Por isso é importante ter consciência das diferentes formas de direção distraída e dos perigos ocultos que elas representam para que o comportamento seguro se torne um hábito”, diz Robson Jardim, supervisor de Operações do Campo de Provas da Ford em Tatuí.

    A direção distraída se enquadra, geralmente, em três categorias:

    1. Distração mental. Pode ser qualquer atividade que tire a mente do motorista da pista, desde conversar com passageiros até se perder no pensamento enquanto ouve uma música no rádio.

    2. Distração visual. Ocorre quando o motorista desvia o foco da estrada para se fixar em outra coisa, como olhar o telefone, supervisionar os filhos ou observar algo que ocorre fora do veículo.

    3. Distração manual. É quando o motorista tira uma ou as duas mãos do volante por qualquer motivo. Como, por exemplo, para se pentear, ajustar o GPS ou buscar algo na bolsa ou no porta-luvas.

    Situações comuns

    As mensagens de texto, por combinar os três tipos de distração, são particularmente perigosas e podem mais que dobrar a chance de ocorrer um acidente. Porém, há outros tipos de distração mais frequentes que os motoristas provavelmente nem percebem. Os principais são:

    Sonhar acordado. Acredite ou não, sonhar acordado é realmente a forma mais comum de distração e também uma das mais perigosas. Um estudo nos EUA descobriu que, de todos os acidentes atribuídos à direção distraída, 62% foram causados ​​por devaneios – cinco vezes mais que os causados ​​por conversas ou mensagens de texto no celular.

    Comer ou beber. Quando alguém come ou bebe ao dirigir, combina os três tipos de distração e aumenta em até 80% as chances de sofrer um acidente. Com o risco adicional de derramar bebida no colo, não vale a pena arriscar.

    Estar com raiva ou triste. Dirigir em estado emocional alterado pode aumentar em quase 10 vezes a chance de sofrer um acidente. Relaxar, adiar a saída ou optar por outros meios de transporte são alternativas.

    Além da educação e conscientização dos motoristas, hoje há também tecnologias de assistência que ajudam a evitar esse tipo de acidente. A nova Ford Ranger 2020, por exemplo, é a primeira picape média a oferecer assistência autônoma de frenagem com detecção de pedestres. Esse sistema, operado por radar e câmeras, atua ao identificar um risco iminente de colisão: em velocidades de até 60 km/h é capaz de parar totalmente o veículo e, acima disso, ajuda a reduzir a força do impacto mesmo que o motorista não tome nenhuma ação.

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    Mais detalhes desses estudos estão disponíveis nos links abaixo, em inglês:

    1. Just How Dangerous is Daydreaming While Driving? Popular Mechanics – https://www.popularmechanics.com/cars/how-to/a9378/just-how-dangerous-is-daydreaming-while-driving-15935216/

    2. Eating While Driving Significantly Increases Chances of a Car Accident, Experts Say. CBS Los Angeles – https://losangeles.cbslocal.com/2013/11/11/eating-while-driving-significantly-increases-chances-of-a-car-accident-experts-say/

    3. Driving While Angry or Sad Increases Your Risk of Crashing by Nearly 10 Times. Science Alert – https://www.sciencealert.com/driving-while-angry-or-sad-increases-your-risk-of-crashing-by-nearly-10-times

  • Cama compartilhada, pediatra explica por que pode ser perigoso

    Hábito está relacionado à morte súbita, queda, sufocamento e estrangulamento

    Quando o recém-nascido chega em casa, surge uma grande insegurança na maioria dos pais: o de deixa-lo dormir sozinho no próprio berço. A cama compartilhada surge então como uma alternativa para ter o pequeno sob vigilância próxima, mas será que ela é eficaz?

    De acordo com a médica pediatra e neonatologista Dra. Thais Bustamante, não! A cama compartilhada representa, na verdade, um grande risco para a vida do neném. “A recomendação é que o bebê fique no quarto dos pais até um ano ou, pelo menos, até os seis meses, no próprio berço ou moisés com superfície firme, mas não na mesma cama que eles”, conta a médica, “assim, os pais estarão próximos em caso de engasgos e a distância não será uma interferência para o aleitamento materno noturno”.

    A SBP e a Academia Americana de Pediatria consideram a cama compartilhada um fator de risco para a morte súbita, sufocamento, estrangulamento, aprisionamento e quedas. “Mesmo dormindo no quarto dos pais, mas no próprio berço, alguns cuidados são necessários: colchão com superfície firme, não usar travesseiros ou kit berços, almofadas, pelúcias, edredom ou cobertores soltos. Assim, reduzimos a chance de obstruir a respiração do bebê ou de hiperaquecê-lo – que é outro fator possível na síndrome da morte súbita”, ensina.

    E por que as famílias ainda insistem em dividir a cama com os bebês? Por conta da criação com apego, ou seja, por acreditarem que assim poderão fortalecer a relação familiar e a segurança afetiva.

    “Acredito que este vínculo deve acontecer em vários outros momentos da relação e criação dos filhos. De nada adianta compartilhar cama se as outras atitudes dos pais durante o dia forem de ansiedade, raiva ou irritação. O ambiente afetivo e saudável é construído dia a dia, nos cuidados e na atenção que as crianças requerem, nas brincadeiras, nas palavras etc.”

    Outros pontos negativos apontados pela Dra. Thais estão condicionar o bebê a dormir sempre acompanhado, gerando ansiedade, insegurança e medo na criança; a falta do conceito de individualidade, ou seja, da criança perceber que tem um espaço só dela; o relacionamento do casal que também pode ficar estremecido com a presença do neném, comprometendo a intimidade.

    E se a cama compartilhada for inevitável, a pediatra sugere algumas precauções:

    – nunca usar colchão ou sofá d’água;

    – opte por uma cama grande o suficiente para que toda a família durma confortavelmente;

    – use colchão firme;

    – não encoste a cama na parede e evite vãos que possam prender e/ou asfixiar o bebê;

    – mantenha o ambiente bem ventilado, sem excesso de calor;

    – evite edredons, cobertores e travesseiros grandes;

    – evite pijamas com cordinhas, mesmo para os pais, que possam enroscar no bebê;

    – coloque o bebê de barriga para cima;

    – “a amamentação é um fator de proteção contra a morte súbita, portanto cuidado redobrado nos bebês que não mamam no peito”, alerta a pediatra;

    – os pais devem ter consciência que, estando o bebê na cama, o cérebro deve ficar em estado de alerta, mesmo durante o sono.

    “A criança que se acostumou na cama dos pais não vai querer perder aquele aconchego, por isso é necessário paciência, conversa e tempo por parte dos pais”, destaca Dra. Thais.

    “Muito importante: não deixe seu filho chorar, ficar aos prantos no berço! Isso pode fazê-lo se sentir abandonado, principalmente se for maior de 9 meses. Acolha , converse baixinho, faça-o parar de chorar e depois o coloque no berço novamente, mantendo contato com ele através das suas mãos. Com o passar do tempo ele ganhará confiança de ficar no seu próprio espaço e saberá que você estará sempre por perto”, conclui a médica.

  • Como estes 8 fatores diminuem a libido


    Segundo uma pesquisa feita pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, por meio do Hospital Perola Byton, 48% das mulheres procuram ajuda médica por conta de disfunções sexuais – 45% dessas estão entre a faixa etária de 40 a 55 anos; 36,4% entre 25 e 39; e somente 7,9% tem entre 20 e 24 anos. Já o Estudo da Vida Sexual do Brasileiro aponta que esses problemas independem da idade da mulher, mas variam de acordo com a faixa etária. Falta de desejo é queixa de 5,8% das jovens entre 18 e 25 anos e de 19,9% de quem já passou dos 60. Entre os homens, essa porcentagem diminui bastante: apenas 2,4% dos jovens e 5% dos idosos reclama de baixa libido.
     
    De acordo com a Dra. Karina Tafner, ginecologista e obstetra; especialista em Endocrinologia Ginecológica e Reprodução Humana pela Santa Casa; e especialista em Reprodução Assistida pela FEBRASGO, a falta de libido é uma das maiores queixas no consultório, especialmente entre casais que têm dificuldade para engravidar, pois o sexo deixa de ser prazeroso. Além deste, a Dra. Karina Tafner lista outros motivos que resultam na baixa libido e explica por que acontecem:
     
    – Diminuição da testosterona
    A testosterona é um hormônio considerado masculino, afinal, sua concentração no corpo do homem é de 20 a 30 vezes maior do que no corpo feminino. Na mulher, quando a testosterona está em seus níveis ideais, é um importante componente regulador das funções biológicas do organismo. Quando os níveis do hormônio na mulher ficam baixos, várias disfunções são ocasionadas, entre elas, a baixa libido. No entanto, a queixa é menor em mulheres na idade reprodutiva. Ela pode acontecer com mais frequência após a menopausa (lembrando que a testosterona nunca deve ser dosada em vigência do uso de contraceptivos hormonais, pois os resultados são mascarados pelo uso de hormônios).
     
    – Álcool
    Em pequenas doses, pode levar ao aumento da libido em algumas pessoas, pois diminui a inibição e torna o indivíduo mais “relaxado” e menos inseguro. Entretanto, mais do que quatro doses de álcool por semana podem comprometer a libido da mulher. Isso porque, aparentemente, o álcool pode “imitar” o estrogênio e atrasar ou impedir a ovulação (exatamente no período em que a mulher alcança o auge da sua libido, segundo um estudo australiano). Os especialistas acreditam que o fato de não ovular pode comprometer também a atuação dos hormônios. O ideal é substituir o copo de vinho ou cerveja por água tônica, que contém relaxante natural para o corpo.
     
    – Estresse
    Interfere no sistema nervoso autônomo pelo aumento do cortisol (popularmente conhecido como “hormônio do estresse”, o cortisol, que é produzido pelas glândulas suprarrenais, é liberado em momentos de nervosismo). Sendo assim, este desequilíbrio acaba alterando o humor, a sensação de bem-estar e, consequentemente, o desejo sexual.
     
    – Hipotireoidismo
    A tireoide é uma glândula situada na parte anterior de nosso pescoço, responsável pela produção dos hormônios T4 e T3, fundamentais para o crescimento, metabolismo, para a fertilidade, entre outras funções. O funcionamento insuficiente da tireoide é chamado de hipotireoidismo. Os sintomas relacionados ao hipotireoidismo são consequência, principalmente, dos níveis baixos dos hormônios produzidos pela glândula. Entre eles, a baixa libido. O hipotireoidismo é mais comum em mulheres, especialmente acima dos 40 anos. Se não tratado, além da diminuição da libido, pode causar cansaço excessivo, alteração da função intestinal e até depressão, afetando ainda mais o desejo sexual.
     
    – Pílulas anticoncepcionais
    Podem diminuir a libido pois inibem a ovulação e, com essa inibição, não há o pico de testosterona que acontece nessa fase. O efeito se observa principalmente nas pílulas que contêm progesterona com efeito antiandrogênico. Também pode diminuir o desejo sexual das mulheres que usam pílulas com baixíssima dosagem hormonal, de 15 a 20 gramas de etinilestradiol.
     
    – Sedentarismo
    Pesquisadores da Universidade do Texas estudaram mulheres entre 18 e 34 anos, e descobriram que aquelas que pedalaram por 20 minutos foram 169% mais animadas sexualmente quando confrontadas a imagens sexuais do que quando não se exercitavam. Um outro estudo indicou que a regra também se aplica aos homens, já que os que se exercitam de 20 a 30 minutos diários diminuem as chances de disfunção erétil em até 50%. Além disso, o aumento do peso corporal afeta a libido devido a diversas alterações hormonais decorrentes do acúmulo de gordura, assim como outros desajustes fisiológicos e psicológicos que afetam a saúde e a autoestima.
     
    – Alimentação inadequada
    Uma dieta carregada em açúcar e alimentos processados afeta determinados hormônios e glândulas, privando o corpo dos nutrientes aliados da libido. Aposte em alimentos que levantam o ânimo sexual, como pimenta, abacate, castanha-do-pará, avelãs, cebolinha, aveia, noz-moscada, romãs, morangos e salmão selvagem, além de gergelim esmagado com mel.
     
    – Tabagismo
    O hábito de fumar pode danificar o revestimento dos vasos sanguíneos, afetando a musculatura do pênis e inibindo o sangue de fluir. Os homens que fumam são 51% mais propensos a ter disfunção erétil do que os não fumantes, segundo uma meta-análise feita na China. A boa notícia é que um ano após parar de fumar, 25% dos ex-fumantes perceberam uma melhora nas ereções. Já para as mulheres, o tabagismo agride o sistema reprodutor, altera a lubrificação vaginal e aumenta a dificuldade de sentir prazer.
     
    “Mas nada é tão prejudicial para a vida sexual do casal quanto a falta de compreensão e amor do parceiro. Se não há romantismo e companheirismo na vida a dois, dificilmente haverá desejo e prazer na vida sexual”, reforça a ginecologista Dra. Karina Tafner.
  • Gripe e doenças articulares – o que você precisa saber para proteger seu cão

    Entenda por que estes problemas são mais comuns no inverno

    Não são só os humanos que sofrem com mudanças bruscas de temperatura. Tosse seca, forte e persistente, febre, falta de apetite e apatia são alguns dos sintomas de uma velha doença conhecida por todos – a doença respiratória infecciosa canina, popularmente conhecida como “tosse dos canis” ou “gripe canina”. “Observamos um aumento de doenças respiratórias nesta época fria do ano, já que o trato respiratório fica mais fragilizado e suscetível a infecções”, explica o médico-veterinário Alexandre Merlo, Gerente Técnico de Animais de Companhia da Zoetis. Além disso, ele enfatiza que vários agentes, sejam vírus ou bactérias, podem provocar um quadro clínico semelhante.

    Cães de qualquer raça ou idade podem contrair gripe. E, embora seja um problema bastante comum, hoje uma parcela pequena da população de cães é vacinada. “A temperatura mais fria e o aumento da umidade favorecem a proliferação de vírus e bactérias, principalmente em situações de aglomeração. O contágio da gripe se dá pelo ar ou pelo contato direto com outros animais infectados”, diz Alexandre.

    Algumas medidas podem ser adotadas para evitar a doença no inverno, como proteger o animal de friagem, não dar banhos com água muito fria e evitar aglomerações entre animais não vacinados. “Mas, a maneira mais eficaz de proteger o cão é a vacinação”, recomenda o especialista.

    Para isso, a Zoetis conta em seu portfólio com a Bronchiguard®, que é indicada para vacinação de cães sadios, a partir de oito semanas de idade, para a prevenção da doença respiratória infecciosa canina causada pela bactéria Bordetella bronchiseptica e também com Bronchi-Shield III, indicada para vacinação de cães e filhotes sadios, com idade de oito semanas ou mais, como auxiliar na prevenção contra as infecções pelo adenovírus canino tipo 2, o vírus da parainfluenza canina e a Bordetella bronchiseptica.

    Doenças articulares

    Um problema que pode prejudicar a saúde dos cães durante todo o ano, mas que no inverno fica mais evidente, são as doenças articulares. “No frio é mais comum aparecerem os sintomas, causados por desgastes das articulações e cartilagens, e que alteram a saúde e a rotina do animal”, diz Alexandre.

    “Os sintomas são inespecíficos, por isso é de extrema importância não ignorar os comportamentais do animal, que podem envolver falta de apetite e de movimentação do cão, dores, tristeza, não subir no sofá, não fazer festa para o dono”, completa.

    As causas do problema estão relacionadas a alguns fatores, como genética, alimentação, ambiente onde vive, entre outros. Portanto, animais com a composição física desfavorável aos movimentos, obesos ou que passam a maior parte do seu tempo em locais que dificultam sua mobilidade (como pisos lisos e escorregadios) estão mais propensos a desenvolver a doença.

    “É muito importante que o animal receba o tratamento adequado aos primeiros sintomas para evitar que a doença se torne um problema crônico, quando não há cura imediata. O tratamento convencional é feito à base de anti-inflamatórios e de analgésicos. Terapias alternativas como acupuntura e fisioterapia também são recomendados, a depender do caso e da gravidade”, finaliza Merlo.

  • Como as emoções afetam nossas escolhas alimentares?

    Você sabia que a sua alimentação pode estar sendo afetada pelos seus sentimentos? E que, talvez, esses sentimentos – estresse, ansiedade, depressão – estejam dificultando hábitos mais saudáveis e até a perda de peso? Segundo a psicóloga clínica, especialista em saúde focada em emagrecimento, nutrição emocional e comportamental, Dra. Daiana Peixé, nossas emoções afetam nossas escolhas porque o ser humano é guiado por duas forças: a busca pelo prazer e o medo da dor. 

    A consequência disso, é nossa tendência em optar por alimentos que estejam associados ao prazer, ao afeto, alimentos que preencham aquela determinada necessidade emocional, e se não estivermos atentos, isso pode causar não só o ganho de peso como também outros problemas relacionados a má alimentação.  “É por isso que as nossas emoções afetam tanto as nossas escolhas, inclusive alimentares. Se não estamos bem emocionalmente, automaticamente vamos buscar alternativas que ajudem a melhorar aquela situação, e na grande maioria das vezes a opção escolhida é por um prazer imediato, que não é tão saudável”, avalia a terapeuta.

    Vamos usar aqui o seguinte exemplo: Você chega em casa após um dia cansativo de trabalho e pede uma pizza. Automaticamente, seu cérebro associa esse ato a algo bom, como uma “recompensa”, sendo assim, da próxima vez que você chegar em casa cansado, sua mente pedirá automaticamente por aquela recompensa. De acordo com a Dra. Daiana, são essas escolhas emocionais que acabam fazendo com que a pessoa entre em um ciclo vicioso de dopamina e serotonina, atrelando imediatamente aquele alimento ao prazer. “Isto acontece porque quando pensamos em determinado alimento, seja ele doce ou fritura (nossas escolhas mais comuns), temos uma descarga da dopamina, que é o prazer imediato, seguido de uma descarga de serotonina, que é o prazer de recompensa”, explica. 

    E por que o nosso cérebro entende isso como “recompensa”? Simples. Ao escolher a pizza, para compensar – mesmo que inconscientemente – a dor e o cansaço, e ainda ter o prazer imediato ao saborear, você acaba criando um hábito. Ou seja, automaticamente o seu cérebro vai atrelar a pizza a uma “recompensa” quando seus dias forem cansativos. Isso serve para explicar aquele seu desejo enorme por alimentos ricos em açúcar e fritura. “É por causa desse ciclo de recompensa que as pessoas criam hábitos de comer um doce após o almoço, um chocolate quando se sentem tristes, uma coxinha para aliviar o estresse. É graças a este “prazer” que o nosso cérebro cria uma imagem e associa aquilo a algo bom. O grande problema, ocorre quando temos a queda da dopamina, pois, esse ciclo inicia novamente, tornando algo incontrolável”, complementa.

    Se você está com tal problema, a primeira coisa a ser feita para melhorar este cenário, é identificar a situação pela qual você está buscando aquele alimento, se é por necessidade física ou se é emocional. Isto feito, é preciso desenvolver novos hábitos, os quais vão ter o mesmo efeito de prazer causado pelo ciclo de dopamina e serotonina. Caso você venha a ter muita dificuldade, o aconselhado é procurar ajuda de um especialista.  “É importante ter consciência quando você sente fome, parar e se perguntar se você está realmente sentindo aquilo. Se a resposta for sim, tente analisar se é uma fome “física”, que precisa ser saciada para nutrir o seu corpo, ou se é fome “emocional”, aquela que você nutre a sua alma. Nem sempre é fácil ter essa consciência, muitas vezes precisamos de ajuda, e o ideal é sempre procurar um especialista para te orientar”, finaliza Daiana.

    8 passos para você criar novos hábitos alimentares

    1.         Decida qual ciclo você prefere seguir: o do prazer da comida ou da vida saudável;

    2.         Tenha consciência sobre sua fome emocional; avalie o ato, mostrando os ganhos imediatos e secundários de cada decisão;

    3.         Faça substituições saudáveis.

    4.         Aprenda a mudar sua relação com o alimento que o fez entrar nesse ciclo.

    5.         Ria! Rir ajuda a aumentar os níveis de dopamina. Veja filmes de comedia, se divirta mais.

    6.         Treine sua consciência alimentar.

    7.         Visualize sempre as recompensas imediatas e tardias de suas escolhas.

    8.         Se não estiver conseguindo, procure ajuda.

  • Clima seco influencia na textura dos cabelos

    Entre os problemas mais comuns que afetam a beleza dos cabelos nesta época estão o ressecamento, aspereza e opacidade. A estiagem rouba a umidade natural presente na fibra capilar, as cutículas dos fios se desgastam e os cabelos ficam mais secos, expostos às agressões do dia a dia e sem vitalidade. A poluição e poeira presentes no ar neste período também são outros fatores que atingem as madeixas.

    Para que os fios voltem a ter uma aparência saudável e bonita é preciso alguns cuidados especiais e investir em produtos voltados ao fortalecimento e nutrição da fibra capilar. Acompanhe algumas dicas da Nazca Cosméticos, fabricante brasileira de cosméticos que possui uma ampla linha para tratamento e transformação dos cabelos e cuidados corporais.

    Evitar água muito quente para lavar os cabelos e utilizar protetor térmico ao secá-los ou fazer chapinha são hábitos importantes. Hidratações também são indicadas, pois ajudam a devolver a umidade perdida dos fios.

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    O óleo de coco é um grande aliado para minimizar o ressecamento, repor nutrientes e dar brilho, maciez e mais vida aos cabelos. Devido aos benefícios, o ativo segue como forte tendência na indústria de cosméticos. O mais recente lançamento da Nazca Cosméticos, a linha Origem MaxiLiss, conta com o poder do óleo de coco. Também fazem parte da composição ingredientes como tamarindo, rico em antioxidantes que estimulam a produção de colágeno mantendo os fios mais hidratados, aminoácidos, que produzem efeito hidratante e fortalecem a estrutura dos fios reparando os danos da superfície do cabelo, e queratina vegetal, que proporciona alinhamento dos fios e efeito reconstrutor.

    Produtos com carvão ativado também trazem inúmeros benefícios para a saúde dos cabelos. A linha Origem Ninguém Segura esse Carvão, da Nazca, age como um ímã para impurezas e tem ação antipoluição, removendo agentes externos e partículas, o que proporciona o equilíbrio da raiz às pontas, com muita hidratação.

    A blindagem e cicatrização da fibra capilar é outro recurso que auxilia nesta época. Com alta tecnologia, a empresa dispõe da linha Sfera Cicatriliss, que proporciona os benefícios e, ainda, confere selagem aos fios. Os produtos foram desenvolvidos para recuperar a integridade e vitalidade dos cabelos, reparando-os dos danos constantes, causados por diversos fatores do dia a dia.

  • Discovery Cove fica mais rosa com a chegada de flamingos ao parque

    O Discovery Cove deu as boas-vindas a um grupo de animais muito especial e colorido ao parque: oito flamingos caribenhos. Formado por quatro fêmeas e quatro machos, o grupo de flamingos chegou ao parque após uma pequena viagem desde o parque vizinho SeaWorld Orlando. Os flamingos estão aproveitando o seu novo habitat, que foi projetado pelo time de veterinários e especialistas do Discovery Cove. Os visitantes terão a oportunidade de chegar bem perto dos flamingos e assistir o seu passeio matinal pelas praias de areia branquinha do parque.

    “Nós estamos muito felizes em receber os flamingos ao Discovery Cove e em dar aos nossos visitantes a oportunidade de conhecer esses animais incríveis, “ disse Kyle Miller, presidente do parque. “Para celebrar sua chegada, estamos convidando os viajantes para que aproveitem as promoções de fim de verão (no hemisfério Norte) e venham conhecer os flamingos pessoalmente” acrescenta.

    O flamingo caribenho é a única espécie que naturalmente habita a América do Norte. Eles podem medir de 1,20 a 1,40 m de altura e pesam, em média, 2,5 kg. Os flamingos do Caribe ostentam a plumagem com as cores mais vibrantes de todas as espécies de flamingos, com tons em rosa, vermelho ou laranja. Quando jovens, sua plumagem é cinza e vai ficando rosa conforme vão crescendo. Eles têm longas pernas rosa com joelhos um pouco mais escuros e um grande bico curvado com a pontinha preta. O som que os flamingos caribenhos emitem é alto como o dos gansos, facilitando para os visitantes perceberem quando eles estiverem chegando para o desfile diário.

  • Como escolher bem frutas, folhas e legumes

    Como compor uma mesa saudável 

    Quando pensamos em uma alimentação balanceada, visando à boa saúde, os nutrientes indispensáveis são carboidratos, proteínas, lipídios, sais minerais (zinco, cobre, ferro, cálcio, potássio, magnésio), vitamina lipossolúveis (A, D, E e K) e vitaminas hidrossolúveis (complexo B e C). Não é necessário ser mestre em nutrição ou agronomia para reconhecer um produto realmente de qualidade. Entretanto, é imprescindível estar atento a detalhes.   

    Uma verdura em condição adequada para o consumo, por exemplo, deve estar com a coloração bem verde, sem folhas secas, rachaduras, manchas e sem furos. A ausência de insetos e odor puro também fazem parte das características a observar na hora da feira ou do supermercado.   

    Alimentos passados ou estragados devem ser evitados, especialmente pelo fato de poder conter bactérias, fungos e vírus. Esses organismos produzem toxinas capazes de provocar infecção ou intoxicação alimentar, segundo informa Valter Casarin, agrônomo e coordenador científico da iniciativa Nutrientes para a Vida (NPV).  

    Fator que favorece a perda principalmente de vitaminas é a temperatura. As baixas reduzem a proliferação dos microrganismos que deterioram os alimentos e mantém o valor nutricional. Um fruto ou outro item que contenha a parte superficial deteriorada, como mofo, deve ser descartado.   

    Aliás, a cor e o odor de um alimento afetam o estímulo das pessoas. Esses dois pontos influenciam na escolha e no consumo do alimento. A cor é associada a outras características como sabor e nível de doçura.  Uma planta bem nutrida irá permitir que os frutos tenham cor e odor característicos, ou seja, apresentem aparência saudável.  

    Frutas e verduras colhidas na hora tendem a ter mais vitaminas e nutrientes do que as aquelas que passam tempo nas prateleiras. A degradação já ocorre durante o transporte dessas plantas. Assim, quanto mais rápido é o consumo, após o processo de colheita, maior é a qualidade nutricional deste alimento.  

    Dicas para escolher um alimento de boa qualidade   

    – Dê preferência as frutas, legumes e verduras da estação, que tendem a ser mais frescos e mais nutritivas  
    – Verificar muito bem a cor e ao odor  
    – Evite os produtos amassados, com rachaduras, machas ou furos e bolores  
    – Evite comprar frutas e legumes descascados. Esses produtos são mais suscetíveis à contaminação  
    – Quando comprar frutas em caixas, verifique o estado de conservação daqueles que estão por baixo