Autor: agitosp

  • SeaWorld Entertainment e Sesame Workshop anunciam novo parque

    O SeaWorld Entertainment, Inc. (NYSE: SEAS), empresa líder em entretenimento e parques temáticos, e a Sesame Workshop, organização educacional sem fins lucrativos administradora da Sesame Street®, revelam hoje a localização do novo parque temático Sesame Place®, o segundo nos Estados Unidos. A cidade escolhida para receber o novo parque foi San Diego, na Califórnia, com previsão de inauguração no segundo trimestre de 2021 – esse será o primeiro Sesame Place na Costa Oeste americana.

    “Nesse ano em que celebramos os 50 anos da Sesame Street, ficamos ainda mais empolgados ao anunciar essa novidade que será mais uma oportunidade para as crianças e suas famílias se conectarem e aprenderem com a marca e seus queridos personagens,” disse Steve Youngwood, presidente e chefe de operações de Mídia e Educação da Sesame Workshop. “O Sesame Place San Diego oferecerá aos visitantes uma experiência única, permitindo que a companhia se conecte com um número maior de famílias e ajudando a cumprir a sua missão educacional.”

    O Sesame Place San Diego contará com muita diversão e aprendizados de uma maneira altamente imersiva, com atividades para a família, atrações aquáticas, shows ao vivo com os personagens, desfiles e experiências interativas. O primeiro parque Sesame Place, atualmente o único nos Estados Unidos que é inteiramente baseado nos icônicos personagens do programa infantil, foi inaugurado em julho de 1980 próximo da Filadélfia, Pensilvânia, e se tornou um dos destinos preferidos das famílias americanas nos últimos quase 40 anos.

    “Nós compartilhamos do mesmo objetivo da Sesame Workshop, de oferecer entretenimento educacional para várias gerações. A abertura do segundo parque, o único na Costa Oeste, reforça a missão da nossa companhia em promover experiências extraordinárias aos visitantes,” disse Marc Swanson, chefe executivo interino do SeaWorld Entertainment. “Estamos emocionados em poder aumentar a presença dos parques Sesame Place nos Estados Unidos e a cidade de San Diego é o complemento perfeito ao nosso parque da Filadélfia.

    O Sesame Place San Diego abrirá suas portas com o certificado de Centro de Autismo (CAC, sigla em inglês), espelhando seu parque irmão da Costa Leste – que foi o primeiro parque temático no mundo a obter tal certificação. A equipe Sesame Place San Diego passará por um amplo treinamento sobre conscientização e sensibilização sobre autismo que será finalizado até a sua inauguração. Além disso, ferramentas para planejamento da visita, incluindo um guia sensorial exclusivo do parque, serão incluídas no site, facilitando para os pais a escolha das atividades que melhor acomodem as necessidades de seus filhos. Áreas silenciosas com luz ajustável e assentos confortáveis também serão contemplados no projeto do parque.

    “Estamos orgulhosos em inaugurar esse novo parque como um CAC, reforçando o nosso compromisso em oferecer para as famílias atividades inclusivas para as crianças com autismo e outras necessidades especiais,” acrescenta Swanson. “Promover diversão e experiências memoráveis por meio de um serviço impecável faz parte desse compromisso.”

    Sesame Place San Diego será localizado no local onde atualmente fica o Aquatica San Diego (algumas de suas atrações aquáticas permanecerão e serão remodeladas, além de receber novas atrações secas), reforçando o comprometimento do SeaWorld não apenas com a comunidade local, mas também em tornar o novo parque em um destino turístico prioritário no Oeste dos Estados Unidos.

    O SeaWorld é o parceiro exclusivo da Sesame Workshop em parques temáticos nos Estados Unidos há mais de 40 anos. A área Sesame Street Bay of Play inaugurou no SeaWorld San Diego em 2008 e o SeaWorld Orlando, na Flórida, recentemente abriu a Sesame Street Land™, uma nova área que conta com seis atrações temáticas, mais de 30 atividades educativas e o primeiro desfile do parque. Também há uma área temática da Sesame Street dentro do SeaWorld San Antonio, no Texas.

    Para mais informações, acesse: SesamePlace.com/SanDiego 

  • Review #AgitoPet: Pousada Porto Maré Maresias

    Final de semana pet 🐾 e estamos na Pousada Porto Maré em Maresias.

    Com ótima localização, fica há apenas duas quadras da praia ⛱, paralela à rua principal de Maresias. Ao seu redor há vários estabelecimentos, bares, restaurantes e mercadinho. Por ter um bar com música ao vivo na frente, o som acaba vazando à noite.

    Na frente da pousada há apenas 4 vagas, sendo uma para deficientes. Um estacionamento do outro lado da rua é utilizado caso o mesmo esteja cheio.
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    Ficamos hospedados no quarto número 1, que possui cerca de 20 metros quadrados, piso frio, cama king muito confortável, criado mudo em ambos os lados e abajur, ar condicionado, frigobar, cofre, TV com canais de assinatura e DVD player, dois espelhos com detalhes de tartaruguinhas 🐢 e um organizador com cabides.

    Como só havia dois travesseiros, pedimos extras e tinha um cobertor embalado em um plástico, mas era de solteiro.
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    O banheiro tem amenities Ficcus, pia com água quente, toalhas fofinhas e ducha.
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    Abrindo a porta de vidro com tela mosquiteira, há uma varanda privativa com plantas, mesinhas de plástico e kit praia. A Peppa e o Lucky adoraram este espaço a mais.
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    Para eles tem um potinho duplo de ração e água.

    Nos fundos da pousada há uma área bem legal com piscina (não aquecida), sauna, espreguiçadeiras, gazebos com cadeiras, mesa de sinuca 🎱 e o bar.
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    Em uma área gramada com árvores encontramos redes e um playground de madeira para as crianças. Há também um tronquinho com cata caca.

    Na entrada ao lado da recepção há uma sala de tv coletiva com jogos de tabuleiro e videogames, além de uma coleção de filmes e livros à disposição dos hóspedes.

    A pousada aceita dogs 🐾 de pequeno porte e há uma taxa de limpeza. Não esqueça de levar a carteirinha de vacinação 😉.

    Ah, importante lembrar que a cidade de Maresias possui uma lei que proíbe animais na praia e em todos os acessos à praia há uma placa informativa (porém os dogs que vivem nas ruas acabam entrando). Mas nem por isso vamos viajar sem eles né?!

    Confira mais fotos em nossa fan page

    Para saber mais e tb vir curtir a pousada, acesse o insta @portomaremaresias.
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    Avaliação #AgitoSP
    Atendimento 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻
    Alimentação 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻
    DogFriendly 🐾🐾🐾🐾🐾
    Conforto 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻
    Wi-Fi 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻
    Aceita cartão Sim
    Estacionamento: Sim (externo)
    Restaurante: Sim

  • Seis causas do aborto de repetição

    Quadro é definido quando a mulher sofre três ou mais perdas com menos de 20 semanas de gestação

    O sonho da maternidade pode ser um pouco mais desafiador para algumas mulheres. Pesquisas indicam que de 15% a 20% das gestações não evoluem, ou seja, terminam em abortos nos primeiros três meses de gravidez.  Apesar de, na maioria das vezes, a interrupção da gravidez ser tratada com um fato natural, para alguns casais o quadro torna-se rotineiro, gerando o aborto de repetição.

    De acordo com *Renato de Oliveira, ginecologista e infertileuta da Criogênesis, dos casais em idade fértil, 2% a 5% sofrem abortos de repetição, que se caracterizam pela perda recorrente da gestação antes de 20 semanas. “Um quadro de abortamento espontâneo é caracterizado quando ocorre uma perda gestacional de forma espontânea até a 20ª a 22ª semana de gravidez ou quando ocorre a perda de um feto com peso menor do que 500 gramas. Já abortos de repetição são casos em que ocorreram três abortos consecutivos ou, para alguns pesquisadores, quando houve duas ou mais perdas gestacionais logo no início da gravidez, antes da 22ª semana”.

    O especialista ainda ressalta que os abortos ocorrem devido a seis fatores básicos, atuando isolados ou em conjunto. Dentre as alterações estão: 

    Genéticas: A maior parte dos abortos, cerca de 60%, é decorrente de alterações genéticas no embrião, pois eles devem possuir 46 cromossomos que permitem seu desenvolvimento normal. Muitas gestações acabam em abortamento, pois os embriões tem cromossomos a mais ou a menos. Além disso, o impacto da idade materna é grande. Dos 35 aos 39 anos, a probabilidade de se ter um aborto gira em torno de 25%. Já dos 40 aos 44 anos, é superior a 50%.

    Vasculares (trombofilias): Doenças do sangue são causas comuns de abortamento, pois podem originar trombose de vasos placentários e impedir a correta chegada dos nutrientes maternos ao feto, o que comprometeria o seu desenvolvimento.

    Endócrinas e infecciosas: Diabetes mellitus e distúrbios da tireoide (hipo e hipertireoidismo), quando não tratados, podem ser causadores de abortamento. Algumas infecções, na fase inicial da gravidez, também podem levar à ocorrência de aborto. Por isso, é muito importante realizar avaliação médica ginecológica de rotina. 

    Anatômicas: Algumas alterações da anatomia do útero (adquiridas ou congênitas), podem ser causas de abortamento. Quanto aos miomas, eles podem interferir e causar aborto principalmente se forem maiores que 4 cm ou se comprometerem a cavidade endometrial.

    Imunológicas: Refere-se à reação imunológica contra algo que o nosso organismo não reconhece. Enquanto numa gravidez normal o feto é protegido pelo organismo feminino, em algumas mulheres seu sistema imunológico não reconhece a gravidez e passa a se defender do feto por considerá-lo um corpo estranho, devendo, portanto, ser eliminado.

    Hábitos e estilo de vida: Tabagismo, consumo excessivo de álcool e o uso de drogas aumentam o risco de abortamento. Mulheres acima do peso ideal também tem maiores chances de abortarem e terem complicações durante a gestação.

    “É importante lembrar que, mesmo após 3 abortos consecutivos, a mulher ainda tem 70% de chance de ter uma gestação tranquila. No entanto, além dos problemas físicos enfrentados pela mulher, é difícil ter a aceitação psicológica. Assim, antes de fazer novas tentativas, é preciso buscar ajuda especializada e identificar as causas”, finaliza Dr. Renato.

    *Renato de Oliveira – Formado em Medicina no ano de 2007 na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Residência em Ginecologia e Obstetrícia entre 2009 e 2012 no Centro de Atenção Integral à saúde da Mulher (CAISM) na UNICAMP. Especialização médica em Reprodução humana na Faculdade de Medicina do ABC, entre 2012 a 2014. Ginecologista responsável pela área de reprodução humana da Criogênesis. Membro da equipe de infertilidade do Instituto Ideia Fértil. Participou de diversas publicações sobre endometriose, infertilidade e carcinoma no colo do útero. 

  • Cebolinha verde é o toque especial da panqueca no café da manhã

    Especialistas dizem que o café da manhã é a refeição mais importante do dia, além de ser um ótimo momento para reunir a família à mesa com receitas gostosas e garantir energia para o resto do dia.

    Então que tal inovar e variar o seu café da manhã com panqueca, uma opção super gostosa? E um toque de cebolinha verde deixa sua receita ainda mais especial. A erva, oriunda da Europa é a estrela da culinária francesa e possui alto teor nutritivo. Ela pode ser usada para dar sabor e cor a diversos pratos, inclusive a panqueca.

    Panqueca de cebolinha verde

    Rendimento: 4 unidades

    Tempo de preparo: 30 minutos

    Ingredientes:

    250g de farinha de trigo

    1 colher (chá) de sal

    Cheiro-verde Kitano

    ½ litro de leite

    1 colher (sopa) de óleo

    2 ovos

    Cebolinha Kitano

    Manteiga para untar

    Modo de preparo:

    1- Bata no liquidificador o leite,o sal, o óleo, os ovos e a farinha de trigo.

    2- Retire do liquidificador e coloque em uma vasilha de vidro. Deixe descansar por 30 minutos para crescer.

    3- Adicione o cheiro-verde Kitano à massa da panqueca.

    4- Acrescente a cebolinha Kitano.

    5- Em uma frigideira untada com manteiga, coloque uma concha da massa. Quando dourar de um lado, vire. Faça isso repetidamente até terminar a massa.

    6- Sirva quente.

  • A vida de um cão-guia: o que acontece após a aposentadoria?

    A trajetória do melhor amigo do homem que tem o nobre trabalho de garantir mais liberdade e sensação de segurança ao seu companheiro

    Segundo dados do IBGE de 2010, no Brasil, existem 6,5 milhões de pessoas com alguma deficiência visual, e aproximadamente duzentos cães-guias com a tarefa de conduzi-los até os lugares.  A causa desse número reduzido é motivada por alguns fatores, como: o baixo investimento para o treinamento dos animais e, principalmente, pela falta de famílias voluntárias para recebê-los durante o período inicial de formação.

    Do nascimento à aposentadoria

    Nascidos na maternidade do Centro de Treinamento de Cães-Guias do Instituto Magnus, após aproximadamente dois meses de vida, os filhotes são acolhidos por famílias voluntárias, chamadas de socializadoras, que têm um papel essencial no primeiro ano de vida dos futuros cães-guias: elas têm o compromisso de expor os cães a uma rotina diária, que conta com tarefas como ensinar o filhote a se comportar em determinados lugares e também apresentar situações. As famílias introduzem o filhote a sua rotina e o integram em transporte coletivo, idas ao banco, passeios em espaços públicos, convivência com outros animais e pessoas, entre outras atividades sociais. Todos os custos, desde alimentação, medicamentos, acompanhamento veterinário e adestramento são de responsabilidade do Instituto.

    Após o período de aproximadamente um ano de socialização, os cães retornam ao Centro de Treinamento e iniciam o treinamento específico para se tornarem cães-guias. O processo todo dura cerca de 18 meses e, enquanto o cão está sendo preparado, o Instituto busca uma pessoa com deficiência visual e realiza análises de compatibilidade de perfil e comportamento para formar as futuras duplas. Feito esse match, as duplas passam por um treinamento para adaptação, que dura cerca de 30 dias, divididos em duas partes. Durante os primeiros 15 dias, o treinamento é realizado 24 horas por dia e executado no Complexo, que conta com mais de 1km de calçadas, onde são colocados obstáculos como cones e cavaletes, para que simule situações e a pessoa com deficiência visual pratique as tarefas com o cão. Depois deste período, a adaptação continua na rotina de cada pessoa e a equipe técnica acompanha para que as atividades sejam feitas em condições reais.

    Os profissionais do Instituto Magnus acompanham tudo de perto e após a entrega, realizam visitas periódicas para acompanhar a dupla e se certificar de que tudo está correndo bem.

    É importante ressaltar que o Instituto Magnus preza pelo bem-estar dos cães e, ao longo deste treinamento, se identificada alguma questão que impeça o cão de seguir a profissão, ele pode ser direcionado para outra atividade ou desligado do programa.

    Em geral, os cães-guias trabalham por aproximadamente 8 anos e sempre são avaliadas as condições de saúde dele e do seu dono. A decisão de aposentá-lo varia de caso a caso e é tomada junto com a Instituição. Quando finalmente chega a hora de parar de trabalhar, o cão pode continuar com o seu companheiro, ou pode também ser adotado por um familiar ou amigo, para aproveitar a sua aposentadoria como um bicho de estimação e continuar a receber todo o carinho e atenção que merece, inclusive, pelo lindo trabalho prestado.

    O cão-guia pode ser uma ferramenta de mobilidade de pessoas cegas e com baixa visão. Atualmente, a lista de interessados em receber um cão-guia pelo Instituto Magnus está em quase 350 e para doá-los são estabelecidos alguns critérios de avaliação, considerando a necessidade, a região atendida, preferencialmente, e a mobilidade do candidato.

    *George Thomaz Harrison é instrutor de cão-guia do Instituto Magnus

  • Dermatite atópica impacta na qualidade de vida do paciente e da família

    As doenças dermatológicas são fonte de impacto negativo no estado emocional, nas relações sociais e nas atividades cotidianas devido aos estigmas causados pela aparência das lesões

    As doenças de pele são frequentemente subestimadas por geralmente não serem fatais, sendo consideradas de baixa importância em comparação com outras que causam mais mortes no mundo[1]. Entretanto, os impactos na qualidade de vida desses pacientes e de suas famílias são enormes, como é no caso da dermatite atópica (DA).

    “De fato, os impactos são inúmeros. Quase 70% dos pacientes apresentam alguma desordem emocional, tendência a depressão, isolamento, autoestima e vaidade afetadas, prejuízo nos relacionamentos interpessoais, na qualidade do sono, com interferência no desempenho escolar e/ ou laboral, diminuição na capacidade de atenção, cognição e aprendizagem. Além disso, podem ter dificuldade em exercer tarefas ou participar de atividades esportivas e de lazer”, explica a alergista Djanira Andrade.

    A enfermidade, uma dermatose inflamatória crônica, é caracterizada por prurido de moderado a intenso, evolui em surtos e tem caráter alérgico hereditário[2]. Apesar dos avanços no manejo da doença para a sua forma moderada ou grave, que agora conta com uma terapia biológica, vários aspectos da vida do paciente podem ser afetados pela DA, como a capacidade de praticar esportes ou de estudar e, dependendo da idade, a vida sexual e profissional[3]. O prurido crônico é muitas vezes intratável, prejudicando o sono e as atividades diurnas dos pacientes.

    Com incidência maior em crianças do que em adultos1, os impactos sociais na família do paciente às vezes podem ser ainda maiores. “Vergonha, baixa autoestima, depressão, qualidade de vida, é um efeito dominó uma coisa leva a outra e se torna um ciclo repetitivo que por muitas vezes é difícil de sair”, conta a produtora de conteúdo digital Camila Batista, de 28 anos, diagnosticada com DA desde o nascimento.

    Para ela, a falta de informação é a principal fonte do preconceito que ronda a doença. “Em relação a conscientização, ver uma pessoa com o corpo ferido, vermelho e descamando, causa estranheza para quem não conhece e geram situações desconfortáveis, com perguntas inconvenientes e inclusive reações de nojo que afetam diretamente no nosso emocional”, diz.

    “Nós (pacientes) escolhemos em muitos casos não falar sobre o assunto e todos os desconfortos que vivemos, o que na minha opinião não gera uma informação mais assertiva. Pra mim quando a pessoa não entende a dimensão da doença, ela tem comportamentos não aceitáveis por não saber, não conhecer. Um outro ponto é a falta de respeito e empatia”, completa.

    A alergista Djanira Andrade confirma que os pacientes com DA são vítimas de preconceito e discriminação frequentes. “Isso acontece por ser uma doença que acomete a pele e pode estar aparente. A população tem receio quanto à possibilidade contágio, pode não entender a complexidade do caso, fazer brincadeiras pejorativas e tratar como se fosse ‘falta de cuidado’ e desleixo. Que fique claro: a discriminação é capaz de trazer ainda mais danos à saúde dos pacientes com essas condições”, alerta.

    Quem convive com DA não tem uma jornada fácil. O preconceito e os impactos sociais são alguns dos problemas, mas o cotidiano e o cuidado com a doença exigem ainda mais do paciente. “Difícil, longo, sofrido, sangrento (literalmente), muitas noites de pouco sono, intenso e as vezes inalcançável. Ao longo da sua vida com dermatite você vai descobrindo o que pode diretamente te deixar pior, e isso é uma descoberta diária, o que pode acabar te rendendo novos quadros inflamatórios. E ainda infelizmente existem casos de pessoas que não têm nada de uma vida normal porque têm por meses, anos, a pele totalmente acometida pela doença em um nível de infecção que te causa dor só de olhar para as fotos dela”, relata Camila.

    A ONG Crônicos do Dia a Dia (CDD) desenvolve uma campanha de disseminação de informações sobre DA e ajuda quem convive com doenças crônicas a ter uma vida com mais qualidade. Um dos principais objetivos é justamente diminuir o preconceito que cerca a dermatite atópica. Camila é uma das pessoas que colabora com a construção desse conteúdo no site cdd.org.br, contando suas experiências e compartilhando conhecimento.

  • Dor nas costas é campeã em afastamentos do trabalho

    No Dia Mundial de Combate à Dor, especialista no tratamento da coluna dá dicas de como evitar problemas na região

    Neste Dia Mundial de Combate à Dor, celebrado no próximo 17 de outubro, paira um alerta sobre um assunto bastante comum que afeta a aproximadamente 80% da população brasileira: as dores nas costas. Trata-se de um problema que interfere em diversas esferas da vida do indivíduo, especialmente na sua capacidade funcional no trabalho, fato que é atestado pelo INSS ao reportar que a maioria dos pedidos de afastamento das atividades está relacionada ao distúrbio. Só em 2017 foram contabilizados 83,8 mil casos de licença por este motivo, segundo o órgão.

    Segundo o neurocirurgião pela UNIFESP, com foco de atuação em coluna, Dr. Alexandre Elias, a prevalência dos casos de dores nas costas se dá por processos inflamatórios e degenerativos na região, sendo que ambos costumam ser potencializados por maus hábitos do próprio indivíduo. “São erros posturais, sedentarismo, excesso de peso corporal e de carga empregada, além de atividades físicas inadequadas, que em geral passam despercebidos nas ações cotidianas, gerando desgaste das articulações e estruturas adjacentes. E quando somados aos fatores de predisposição genética, tem-se um quadro bastante favorável ao desenvolvimento de problemas crônicos e de mais difícil solução”, explica o médico.

    Como identificar

    Não é difícil saber quando as costas doem. Mas se as crises são constantes e insistentes, persistindo por mais de três meses, é indício de que algo não está funcionando bem. Mas é preciso ter atenção! A automedicação, apesar de parecer uma solução eficiente e mais barata, pode trazer sérios riscos.

    “Se o indivíduo tem quadros dolorosos várias vezes e toma analgésicos para sanar momentaneamente o problema, pode estar mascarando uma doença mais grave. Por isso, recomendo que haja uma espécie de diário para registrar quantas vezes essas crises aparecem, com que intensidade e especialmente em quais situações. Isso facilita o diagnóstico de inúmeros distúrbios, como a hérnia de disco, espondilolistese e até tumores”, diz o neurocirurgião.

    Tratamentos mais eficientes

    E qual é o tratamento mais indicado para o controle da dor nas costas? Depende. Quanto mais cedo a disfunção que gera o sintoma for identificada, mais chances o paciente tem de responder positivamente ao método terapêutico escolhido. “Inicialmente o tratamento é feito pela via medicamentosa, que pode sofrer alguns ajustes ao longo do caminho. Quando aliada a reabilitação postural e realização de exercícios de fortalecimento, tende a ser mais que suficiente”, contextualiza o especialista.

    Porém, casos mais resistentes podem ter indicação de procedimentos cirúrgicos. “Quando a disfunção é crônica, precisamos agir direto na coluna. Um dos recursos que temos é injetar opioides específicos na estrutura da coluna. A toxina botulínica A e o CBD, derivado do canabidiol, também estão sendo considerados atualmente. Para além disso, com o avanço da medicina, felizmente podemos contar com diversas possibilidades de cirurgias minimamente invasivas, com cortes reduzidos e menor tempo de recuperação”, explica.

    Dr. Alexandre Elias ainda lista algumas medidas que podem ser de grande valia tanto para quem sofre com as dores como para aqueles que querem se prevenir. São elas:

    1) Atenção ao uso de saltos: o uso de sapatos com saltos, especialmente os mais finos, pode prejudicar o pescoço e a lombar ao longo do tempo. Isso porque ao andar, os ombros são projetados para trás e a cabeça para a frente, mudando a angulação da coluna. A dica é reduzir o tempo em cima deles e buscar opções que tenham elevação entre 2 e 3 cm, ou ainda solados com sistema que minimize o impacto do peso corporal contra o solo.

    2) Observe a angulação do pescoço ao usar o celular: a cabeça inclinada força o pescoço além do necessário, sobrecarregando a região e toda a cervical. O excesso de peso também se reflete nos ombros e costas, podendo até mesmo ocasionar hérnias de disco. Para evitar o problema, basta colocar o telefone na altura dos olhos.

    3) Cuidados ao dormir: seja qual for o material do travesseiro, o importante é que a sua elevação esteja alinhada com a cabeça, fazendo com que não seja necessário dobrar o pescoço para cima ou para baixo. Usa-se, como média, uma altura de aproximadamente 10 centímetros. A mesma atenção vale para o colchão, que deve acolher o corpo com flexibilidade, mas não permitir que ele afunde. A posição de dormir também é importante, sempre de lado e não de bruços ou barriga para cima.

    4) Alimentação equilibrada: a obesidade pode trazer consequências sérias para a saúde da coluna e corpo como um todo, sobrecarregando suas estruturas. Controlar o peso por meio de uma alimentação balanceada, rica em proteínas, verduras, legumes e frutas é o caminho.

    5) Praticar atividades físicas sob supervisão: os exercícios ajudam no fortalecimento de músculos e ossos, liberam hormônios que reduzem a dor, melhoram a capacidade funcional e, por fim, a qualidade de vida.

    Para entender sobre esta e demais doenças da coluna, confira o Guia da Coluna Vertebral: http://bit.ly/2AnXyf7

  • Argentina e Chile são os países preferidos das brasileiras que viajam sozinhas pela América Latina

    Uma pesquisa* recente da Booking.com, líder em e-commerce de viagens que conecta os viajantes com a maior seleção de lugares incríveis para ficar, além de uma variedade de experiências imperdíveis e opções fáceis de transporte, tentou entender para onde vão as turistas latino-americanas que decidem viajar sem companhia.

    Os destinos fora da América Latina são os preferidos das brasileiras (32%) e mexicanas (28%) que viajam por conta própria, enquanto argentinas (36%) e colombianas (35%) viajam mais para países da América Latina. Fazendo um recorte dentro do continente, Argentina (62%), Chile (54%) e Uruguai (41%) são os países preferidos das mulheres brasileiras que viajam sozinhas.

    Para essas brasileiras que já viajaram para fora do país por conta própria, o principal motivo listado é a liberdade para fazer o que quiser (35%). Em seguida, elas citam a falta de companhia (22%) e oportunidades de conexão interior (18%). Para elas, viajar sozinha é um momento de superação, uma oportunidade de fazer um sabático e de buscar sua espiritualidade.

    Além disso, conhecer gente e fazer novos amigos também é uma das razões para 12% das brasileiras adeptas da viagem em sua própria companhia.

    *A pesquisa foi feita em março de 2019 com 4 mil respondentes de Brasil, México, Colômbia e Argentina, sendo mil por país, com homens e mulheres de 18 a +60 anos que já realizaram pelo menos duas viagens internacionais.

  • Swing Motel inaugura suíte penthouse ambientada no universo BDSM

    Com 100m2 e vista para a Ponte Estaiada, espaço reúne primeira hidromassagem de alvenaria e vidro da América Latina, ducha-balada e coletiva, balanço-erótico e Pole Dance com passarela de performance no estilo American Bar

    Para desmistificar e explorar positivamente o conceito BDSM (Bondage, Disciplina, Dominação e Submissão) o Swing Motel, referência na Zona Sul de São Paulo desde 1985, baseou a ambientação de sua nova Suíte PENTHOUSE neste universo, ainda pouco falado no mercado de entretenimento adulto.

    Ao pé da letra, a definição da sigla assusta, mas, na verdade uma das principais regras é não julgar! Os praticantes devem respeitar-se mutuamente e prezar pela liberdade durante a prática. Por isso, Swing Motel se preocupou em criar a atmosfera perfeita com vista panorâmica e estrutura que comporta, com conforto e qualidade, um casal ou mais pessoas.

    A Suíte PENTHOUSE, localizada no número 58 é duplex, tem 100m2 e vista para a Ponte Estaiada com a primeira hidromassagem de alvenaria e vidro da América Latina, recebeu também uma ducha especial coletiva com luzes e som de balada, balanço-erótico e Pole Dance com passarela de performance no estilo American Bar.

    “Tivemos o cuidado de lançar um conceito exclusivo e direcionados às pessoas com mentes abertas e dispostas a encontrar o prazer sem tabus e restrições e, além disso, apresentar novas possibilidades para casais que busquem inovar em suas relações. Queremos envolvê-los na atmosfera BDSM em um ambiente moderno, confortável, bonita e tecnológica”, conta Felipe Rua, sócio do Swing Motel.

    Inaugurada no próximo dia 23 de outubro, a Suíte PENTHOUSE dispõe também de cinco canais eróticos, ar-condicionado Split, sofá chaise-longue, frigobar, garagem privativa, hidro aquário, iluminação especial, internet Wi-Fi (sem fio), jukebox, lareira, namoradeira, pole dance com iluminação, Puff-erótico, saleta para refeições, secador de cabelo, som am/fm e TV LCD 50’ a cabo.  

    Para conhecer e efetuar reservas: https://www.swingmotel.com.br/suite-penthouse

  • Uma visita à Petra, cartão-postal da Jordânia

    Petra, uma sete das maravilhas do mundo moderno, é a maior atração turística da Jordânia e um de seus tesouros mais valiosos, fundada por volta do século VI a.C. É uma cidade vasta e singular esculpida nas próprias paredes rochosas pelos Nabateus, um engenhoso povo árabe que se fixou ali durante mais de 2000 anos e que a transformou em um local importante para as rotas da seda, das especiarias e outras rotas comerciais que ligavam a China, a Índia e a Arábia do Sul ao Egito, Síria, Grécia e Roma.

    Apesar das sucessivas tentativas do rei Antígono de Selêucia, do imperador romano Pompeu e de Herodes o Grande para controlarem Petra em seus respectivos impérios, a cidade ficou praticamente nas mãos dos Nabateus até 100 d.C., quando os romanos a conquistaram. Ainda era habitada durante o período bizantino, mas diminuiu de importância a partir daí. Os Cruzados construíram lá um forte no século XII, mas em breve partiram, deixando Petra aos habitantes locais até início do século XIX, quando foi descoberta pelo explorador suíço Johann Ludwig Burckhardt, em 1812.

    A entrada para a cidade é feita pelo “Siq”, um caminho estreito com mais de um quilômetro de comprimento, ladeado por imponentes rochas de 80 metros de altura. Caminhar pelo Siq é por si só uma experiência única, por suas cores e formações rochosas impressionantes. Ao final do percurso, chega-se ao famoso Al-Khazneh, também conhecido como Tesouro, principal cartão-postal de Petra. Uma fachada imponente com 30 metros de largura e 43 metros de altura, esculpida na pedra para ser o túmulo de um importante rei Nabateu.

    O Tesouro é apenas uma das maravilhas que compõem Petra. É preciso de, pelo menos, quatro dias para explorar todo o local, repleto de belezas naturais e monumentos arquitetônicos impressionantes. Há também, por exemplo, o Teatro Romano com 3000 lugares, uma imponente construção dos Nabateus, além de centenas de túmulos, obeliscos, templos, altares e ruas com colunatas. No alto do vale encontra-se o impressionante Monastério Ad-Deir – para chegar lá há uma escadaria com 800 degraus cortados na rocha.

    No local há dois excelentes museus: o Museu Arqueológico de Petra e o Museu Nabateu de Petra, ambos com achados das escavações da região, que permitem conhecer o passado do local. Ali há também vários artesãos da cidade de Wadi Musa e um acampamento beduíno nas proximidades com bancas de artesanato, que vendem artigos como cerâmicas e joias beduínas.

    O Parque Arqueológico de Petra (PAP) compreende uma área de 264 metros quadrados em Wadi Musa, considerado um local turístico e arqueológico e Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1985.

    Para saber mais sobre a Jordânia, acesse www.visitjordan.com e o site Bureau Mundo, escritório virtual da GVA: www.bureaumundo.com.