Autor: agitosp

  • Não dê um pet de Natal: planeje para ter um!

    Na corrida pela escolha dos presentes de Natal, não é raro que um gato ou cão se torne uma opção irresistível. O importante é sempre lembrar que eles não são brinquedos.

    Essa é a época do ano em que as pessoas mais presenteiam. Do equipamento mais moderno ao brinquedo mais simples, procurando opções tanto on-line como em lojas físicas, o objetivo é sempre encontrar o presente que trará mais alegria a quem recebe. 

    Muitas pessoas ao redor do mundo ganham um novo gato ou cão durante as festas de final de ano. A intenção de quem presenteia é sempre a melhor, afinal ser tutor de um animal de estimação pode ser uma das experiências mais surpreendentes da vida. E é gratificante para os animais também, uma vez que dezenas de milhares que estão abandonados têm a chance de encontrar um lar para sempre. No entanto, presentear com um pet é mais do que um momento de alegria, trata-se de um compromisso de longa data, por toda uma vida. 

    Seria ótimo se gatos e cães viessem com manual de instruções, mas a verdade é que eles não vem. Em alguns casos, o pet pode ter sido escolhido sem que todos da família tenham feito parte da decisão. Na verdade, muitas vezes, uma das pessoas mais importantes não faz parte da conversa. Quem? Um Médico-Veterinário. Uma voz confiável e neutra que pode fazer perguntas difíceis e orientar a decisão de se ter ou não um animal de estimação. 

    O novo pet será parte da família por anos e, por isso, é importante dedicar tempo de qualidade para pesquisar sobre o perfil ideal, bem como organizar sua chegada e integração ao novo lar. 

    Confira 7 pontos essenciais, mapeados pela ROYAL CANIN®, a serem considerados antes de presentear alguém com um pet neste Natal: 

    • Qual perfil de pet é o mais recomendado? 

    Cada gato e cão é diferente. Seu tamanho, idade, níveis de energia e temperamentos podem afetar a dinâmica familiar. Consultar um Médico-Veterinário é um recurso-chave para a busca por informações confiáveis. Eles podem, até mesmo, recomendar criadores, ONGs e abrigos de animais abandonados que adotem diretrizes de bem-estar responsáveis. 

    • Você tem condições financeiras para assumir as despesas? 

    Ter um pet em sua família pode não ser tão barato, mas pergunte a qualquer tutor e ele lhe dirá que vale cada centavo. Lembre-se que o orçamento dedicado precisa atender as emergências médicas e despesas de rotina como, por exemplo, alimentos, brinquedos, vacinações, visitas ao Médico-Veterinário e higiene/cuidados necessários. 

    • Você já decidiu quem vai cuidar do seu animal de estimação? 

    Escolha um Médico-Veterinário antes do seu pet chegar e pesquise por potenciais pet sitters e dog walkers (se necessário) para conhecer seu pet antes de contratá-los. 

    • Existem condições especiais de saúde ou necessidades alimentares que o seu futuro animal de estimação pode ter? 

    Saiba o que seu novo pet precisa para estar saudável e feliz em casa com você. 

    • A agenda da sua família é agitada? 

    A guarda responsável também inclui o planejamento de cuidados do tutor. Todos podem ajudar a cuidar do pet – alimentação, exercícios, adestramento e brincadeiras – ou a responsabilidade estará só com você? 

    • Você pesquisou por locais de adestramento para ajudar no aprendizado do seu pet? 

    Animais de estimação precisam de amor e atenção, mas eles também precisam aprender. Ensinar seu cão requer paciência, dedicação e persistência – e também tempo e dinheiro. 

    • Sua casa está preparada para receber o pet? 

    Algumas raças precisam de mais estímulo mental e espaço e algumas são mais adequadas para ambientes pequenos. O espaço físico do seu animal de estimação é importante. 

    Não dê um animal de estimação de presente, mas planeje para ter um. Contar com um gato ou um cão na família é uma das experiências mais gratificantes e maravilhosas. Com o planejamento correto, temos certeza de que o pet terá uma casa feliz para a vida toda.

  • Falta de alongamento aumenta risco de lesões

    Você não precisa se tornar um artista de circo ou um ginasta. Mas, deve procurar alongar-se todos os dias. Essa recomendação vale tanto para as pessoas sedentárias quanto para aquelas que praticam esportes, como a musculação. Isso porque treinos de força só ajudam a fortalecer o músculo, mas não são suficientes para aumentar a flexibilidade.  

    Segundo Walkíria Brunetti, fisioterapeuta especialista em Pilates, muitas pessoas não têm a noção de que o alongamento deve ser feito todos os dias.

    “Há muitos tabus e mitos em torno dos alongamentos. Parece que é algo que precisar ser feito em academias ou apenas por pessoas que praticam atividade física. Mas, todos nós precisamos dedicar algum momento do dia para fazer alongamentos”.

    Mais flexibilidade
    “Os alongamentos são movimentos cuja finalidade é aumentar a flexibilidade muscular. Os exercícios levam ao estiramento das fibras musculares que aumentam de comprimento. Como efeito, há um aumento da amplitude de movimento, ou seja, da flexibilidade”, explica Walkíria.

    Calçar sapatos com fivela, pegar objetos no alto de móveis, abaixar-se para pegar algo do chão. São inúmeras a situações no dia a dia que demandam uma boa flexibilidade corporal.

    “Porém, o processo natural do envelhecimento, aliado ao sedentarismo e a práticas esportivas que não atuam na flexibilidade muscular, impactam no encurtamento muscular. Assim, alongar-se é essencial para a população em geral, independente se a pessoa é um atleta ou se trabalha sentada o dia todo”, reforça Walkíria.

    Relaxe
    Outro efeito muito importante do alongamento é que atua no relaxamento físico e mental. “A prática pode aumentar a consciência corporal, deixar alguns movimentos mais eleves, prevenir lesões, preparar o corpo para uma atividade física e ativar a circulação”, reforça Walkíria.

    Como fazer
    A primeira etapa para praticar o alongamento é aprender a respirar de forma profunda. Respirar de forma lenta e profunda ajuda no relaxamento muscular. Depois, é possível trabalhar o corpo em partes, começando de baixo para cima.

    “Cada pessoa deve respeitar os seus limites, sem forçar mais do que consegue. A medida em que o alongamento se tornar constante, a flexibilidade vai aumentar”, comenta a especialista.

    “Faça o alongamento até sentir uma certa tensão no músculo. Relaxe um pouco e procure manter alguns segundos, voltando para a posição inicial de relaxamento. Os movimentos precisam ser sempre lentos e suaves”, ensina Walkíria.

    Uma das principais vantagens do alongamento é que pode ser feito em qualquer lugar. Enquanto estiver sentado, por exemplo, é possível alongar os pés e a cabeça. Na pausa para o café, alongue braços e pernas.

    Para quem prefere uma atividade esportiva que inclua alongamentos, a dica é o Pilates e a yoga. Algumas modalidades de dança, como o ballet, também podem aumentar a flexibilidade.

  • Celulite e varizes: terapia de compressão graduada

    Especialista explica como prevenir duas das principais queixas das mulheres

    Muito conhecida entre as mulheres, a celulite é o nome popular da lipodistrofia ginóide e é provocada pelo acúmulo de gordura sob a pele em algumas regiões do corpo. Conforme dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), cerca de 95% das mulheres de todas as etnias apresentam esse aspecto nas pernas, nádegas e quadris, além de regiões como mamas, parte inferior do abdome, braços e nuca. Assim como a celulite, as varizes fazem parte da lista de queixas especialmente do público feminino.

    Estudo divulgado pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) mostra que as varizes atingem cerca de 38% das pessoas na fase adulta, sendo que entre as mulheres esse número chega a 45%. Para as pessoas acima de 70 anos, os dados revelam que 70% apresentam sintomas dessa condição, que é caracterizada pela dilatação das veias decorrente da insuficiência de suas válvulas. 

    De acordo com a cirurgiã vascular, doutora Juliana Puggina, consultora científica da SIGVARIS GROUP – empresa suíça líder em acessórios de compressão graduada -, ao contrário das varizes, a celulite não é considerada uma doença e as causas do desenvolvimento dessa condição ainda estão em investigação  

    Segundo ela, para prevenir, além de ter hábitos saudáveis, em especial com uma alimentação equilibrada e a prática de atividades físicas, é essencial evitar o tabagismo. “O uso de meias de compressão graduada que possuem partículas refletora de raios infravermelhos tem sido estudado como uma alternativa para prevenção da celulite, por estimular o fluxo sanguíneo na microcirculação do tecido gorduroso, além de aumentar o retorno do sangue venoso nas pernas e a retenção de líquidos que formam o edema”, diz. 

    Já em relação às varizes, a especialista afirma que fazem parte de um quadro de debilitação das veias dos membros inferiores. Muitas vezes, as veias das pernas deixam de cumprir seu papel de retornar o sangue para o coração. Com isso, há uma dilatação dos vasos sanguíneos na região e isso é preocupante, pois aumenta as chances de se formarem coágulos sanguíneos nas pernas, o que conhecemos como trombose venosa profunda, um risco à saúde”, explica. 

    As pessoas com varizes podem apresentar sintomas como inchaço, cansaço e sensação de peso nas pernas. ”Há ainda, em alguns casos, o surgimento de úlceras de difícil cicatrização na pele, provocadas pela inflamação da pele consequente à dificuldade de retorno do sangue”, comenta. 

    Entre os motivos para o surgimento das varizes, a médica destaca o fator genético, o sedentarismo, a obesidade e, para as mulheres em especial, os cuidados no período da gestação. “Nesses casos, além de ter hábitos saudáveis, assim como as pessoas com celulite devem ter, o uso de meias de compressão graduada também é muito importante, porque melhora a circulação sanguínea, melhorando os sintomas das varizes e diminuindo os riscos da formação de coágulos.”, finaliza doutora Juliana.

  • Fernando de Noronha tem novo protocolo de entrada

    Na terceira etapa de flexibilização do turismo em Fernando de Noronha, que vai entrar em vigor na próxima segunda-feira (21), a ilha passa a adotar novo protocolo de segurança para a entrada de pessoas no arquipélago. As medidas visam o controle do contágio pelo novo coronavírus, de acordo com a portaria 064/2020, publicada hoje no Diário Oficial de Pernambuco. Para as pessoas que não tiveram a Covid-19, o exame agora poderá ser feito com 48 horas de antecedência da viagem, não mais com 24 horas ou no dia do embarque, como estava sendo orientado até agora. O resultado negativo, obtido através do exame RT-PCR, deverá ser apresentado no balcão da companhia aérea, no momento do embarque para a ilha, no aeroporto de origem. No entanto, será necessário deixar uma cópia do laudo no desembarque em Noronha.

    Já para aquelas pessoas que tiveram o diagnóstico da doença, deve ser apresentado o exame RT-PCR com o resultado positivo realizado no mínimo 20 dias antes do embarque ou, no máximo, 90 dias antes. Também vale o exame reagente de IgG por sorologia (de sangue), feito, no máximo, 90 dias antes da viagem para a ilha.

    “Essa foi uma mudança boa para o turista e para a ilha. Para o turista porque dá mais tempo dele fazer o exame e ter o resultado, e para a ilha porque o exame agora será exigido no embarque. Não vai ter o risco da pessoa chegar na ilha sem o resultado negativo, diminuindo o risco de levar a doença para o arquipélago”, diz Guilherme Rocha, administrador de Noronha.

    As demais regras estabelecidas nos protocolos anteriores permanecem as mesmas, como a assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta, com orientações da Vigilância em Saúde do Distrito, utilização obrigatória de máscaras em ambientes públicos, o distanciamento social, uso do álcool em gel e a utilização do aplicativo Dycovid (que notifica o usuário sobre possível contato de risco) durante o período de estadia em Fernando de Noronha. O protocolo deve ser seguido por turistas, trabalhadores, empreendedores e moradores permanentes ou temporários.

    Os exames de saída agora serão por amostragem. Será feito um sorteio automático, através do sistema do Controle Migratório, de 30% dos passageiros de cada voo ou embarcação que chega à Ilha. As pessoas sorteadas vão precisar fazer um novo teste RT-PCR. O passageiro será avisado antecipadamente sobre data do teste e, ao chegar na ilha, já vai saber quando deve procurar o posto de coleta para realizar o exame. Com o novo protocolo, fica mantida a ampliação no número de voos para a ilha prevista para o mês de dezembro, passando de 17 para 24 voos semanais.

    “As companhias áreas agora estão autorizadas a exigir dos passageiros que comprovem, no dia do embarque, que foi realizado o teste 48 horas antes. Ao chegar na ilha, iremos checar a validade dos exames. Na saída, as pessoas sorteadas vão ser testadas novamente. Isso porque em dezembro estamos operando com o número máximo de voos e realizando uma média de dois mil e quatrocentos testes por semana. O mesmo vale para trabalhadores que desembarcam em Noronha”, diz Fernando Magalhães, superintendente de Saúde da ilha.

    Fernando de Noronha registrou até o momento 297 casos de Covid-19, sendo 228 casos em Noronha e 69 casos importados. Desse total, 273 pessoas já estão curadas e 24 permanecem em quarentena. Nenhum óbito, ou caso mais grave, aconteceu por conta do coronavírus no arquipélago.

  • Desconfiou do Combustível? 6 testes de qualidade

    Desconfiou do Combustível? Confira 6 testes que o consumidor tem o direito de exigir ao abastecer seu veículo

    O Instituto Combustível Legal (ICL), associação que atua no combate ao comércio irregular e fraudes do setor de combustíveis no Brasil e listou 6 testes que o consumidor pode e deve exigir, caso desconfie de alguma irregularidade na hora de abastecer.

    Garantido por lei, conforme Resolução da ANP 9, 07.03.2007 , o consumidor tem o direito de solicitar o teste de qualidade sempre que desconfiar da procedência do combustível. De acordo com o diretor do Instituto Combustível Legal, Carlo Faccio esta não é uma prática comum entre os consumidores brasileiros em postos de combustível. “Acreditamos que menos que 5% dos consumidores tenham tido a iniciativa de pedir o teste, quando desconfia de alguma irregularidade com o combustível que está comprando”, comenta Faccio.

    Muitos consumidores desconhecem os procedimentos ou acham que vão pagar por algo, mas é totalmente gratuito e rápido, isso, quando o estabelecimento está de acordo com a lei. “Perceba se o estabelecimento que abastece está informando claramente sobre o preço, a composição, a quantidade, nocividade e a origem de seus produtos, além do informativo de teste que deve estar exposto e acessível ao consumidor”, diz.

    Com este cenário, o ICL preparou uma lista com 6 diferentes tipos de testes que você consumidor pode exigir na hora do abastecimento:

    • Teste de aspecto e cor do combustível- O que é: Permite que o consumidor avalie uma amostra de gasolina, óleo diesel ou álcool etílico despejado em uma proveta.

    Como funciona: É importante para checar se o combustível está turvo ou se tem impurezas.

    • Teste de volume ou de vazão- O que é: Este teste permite uma verificação se o que esta mostrando na bomba corresponde a quantidade de combustível que foi para seu veículo

    Como funciona: Em um aferidor, é colocado 20L do combustível direto da bomba. A diferença máxima aceitável do valor registrado na bomba para o valor medido pelo balde é de 100ml para mais ou para 60 ml para menos. Acima dessa margem, a combustível ou o bico podem estar adulterados.

    • Teste da proveta- O que é: Este é o mais comum e mais simples de pedir no posto de combustíveis, ele indica se a quantidade de etanol anidro na gasolina C está de acordo com a legislação. A gasolina comum deve ter 27% de álcool e a premium, 25%. Podendo variar até 1% para mais ou para menos.

    Como funciona: O funcionário do posto deve misturar, dentro de uma proveta, 50 ml da gasolina e 50 ml de uma solução de água com sal. A mistura fica em repouso por quinze minutos e, em seguida, é feita a leitura do recipiente, por meio da fórmula V = (A x 2) + 1, que verifica se o teor de álcool está dentro do padrão.

    • Teste do termodensímetro- O que é: O termodensímetro é um equipamento que deve estar obrigatoriamente afixado às bombas de etanol.

    Como funciona: O combustível adequado para motores tem que possuir teor alcoólico entre 92,5% e 95,4%. No caso do etanol premium, essa taxa deve ser entre 95,5% e 97,7%. Para saber se está comprando produto de qualidade, observe o nível indicado pela linha vermelha. Ela precisa estar no centro do densímetro, não pode ficar acima da linha do etanol. E repare se o combustível está límpido: ele não pode ter impurezas, coloração laranja, nem azul.

    • Teste do densímetro para gasolina e diesel- O que é: O densímetro é um aparelho de vidro e calibrado. Além dele, também serão usados: proveta de um litro, termômetro de imersão total e uma tabela de conversão das densidades.

    Como funciona: O teste deve mostrar o valor correto para a massa do combustível a 20ºC. Ao mergulhar o densímetro no líquido, ele afunda até deslocar um volume de fluido cujo peso se iguale ao dele. A superfície do líquido indica determinado ponto na escala, isto é, sua densidade é compatível com a do combustível mencionado na bomba.

    6)Teste do densímetro para massa e teor alcoólico do álcool etílico- O que é:

    É parecido com o teste feito para a gasolina e o diesel, mencionado anteriormente.

    Como funciona: O resultado deve mostrar o combustível dentro dos padrões determinados pela tabela de conversão para massa específica a 20ºC e teor alcoólico em °INPM (grau INPM, aferido pelo Instituto Nacional de Pesos e Medidas).

    “Sendo assim, lembre-se de pedir pelo teste, mesmo que de início os funcionários do posto não pareçam dispostos a colaborar. E se neste caso houver recusa a fazer o teste, você pode fazer uma denúncia à Agência Nacional de Petróleo, a ANP. Solicitar o teste também é uma forma de fiscalizar e coibir ação de cartéis e garantir a livre-concorrência no setor”, finaliza Faccio.

  • 5 dicas para usar rasteirinhas no verão

    LEVES, PRÁTICAS, VERSÁTEIS E CHARMOSAS! 5 DICAS PARA USAR RASTEITINHAS COM ESTILO E EM DIFERENTES OCASIÕES 

    A menos de uma semana do início do verão, quando o assunto é calçado, as rasteirinhas são as protagonistas dos dias quentes. Leves, práticas, versáteis e charmosas, elas nunca saem do radar fashion e são a cara da mulher moderna, que prioriza o conforto para os compromissos do dia a dia. Karen Furtado, consultora de imagem e estilo parceira da PICCADILLY, separou 5 dicas para incluir o modelinho em looks que atendem diferentes estilos femininos e ocasiões. Confira! 

    Vai temporada, vem temporada, e as rasteirinhas permanecem na wish list das fashionistas e na coleção primavera/verão da PICCADILLY. Estampadas, neutras, lisas, texturizadas, com pedrarias ou sem, antenada nas principais tendências da moda e de comportamento, a calçadista trouxe para sua nova coleção opções para todas as mulheres, com a garantia do conforto para que sejam quem quiserem, onde quiserem. 

    E para inspirar looks e mostrar como é possível escolher o modelo ideal de acordo com cada personalidade feminina e situação, Karen Furtado, consultora de imagem e estilo parceira da marca, separou 5 dicas especiais: 

    :: DO SIMPLES AO GLAMOUR! 

    Pela simplicidade das rasteirinhas, é comum pensar que estas sejam adequadas apenas para situações mais informais. Mas ao contrário do que pode parecer, o modelo pode compor looks mais glamourosos, e de acordo com Karen, o segredo está nos detalhes. 

    ‘’Os looks com rasteirinhas transitam com facilidade nos mais diversos ambientes e se adaptam para diferentes momentos, como jantares e festas. Para isso, é importantíssimo se atentar aos detalhes e a sofisticação do calçado quando quiser combinar com looks mais arrumadinhos, como por exemplo um barzinho com as amigas. Pedrarias, detalhes dourados e estampas são ótimas opções para uma produção interessante e e também para fugir do salto alto nessas ocasiões’’, explica. 

    :: UM TOQUE DE FORMALIDADE! 

    De acordo com a expert, as rasteirinhas também podem compor looks super confortáveis e estilosos para o trabalho. 

    ‘’Para ocasiões que pedem mais formalidade, como ambientes de trabalho, a dica é optar por rasteirinhas neutras em tons de nude, pretas ou brancas, e sem muitos detalhes. A preferência deve ser dada aos modelos que ficam ajustados aos pés na parte do calcanhar, como uma sandália. Uma sugestão de look com toque formal, e que se encaixa perfeitamente com o uso das rasteirinhas, é a combinação de uma calça jeans de lavagem neutra e modelagem reta, a uma camisa em tecido leve e acessórios mais cleans e atemporais’’, destaca. 

    Ainda de acordo com a especialista, é importante sempre se atentar aos códigos de vestimenta dos ambientes profissionais. 

    :: BÁSICO E VERSÁTIL! 

    Se a intenção é imprimir um mood neutro, como o caso de mulheres donas de um estilo mais minimalista, clássico, atemporal e até mesmo esportivo, aposte nas rasteirinhas em tons neutros. 

    ‘’Sempre indico o nude como cor coringa para compor looks mais basiquinhos, mas que tragam charme na medida certa. Uma proposta bacana para mulheres donas desse estilo, é misturar uma rasteirinha nude com uma pantacourt jeans e uma camisa de linho. Dessa forma se terá um look fresquinho e atemporal que vai te acompanhar do trabalho aos compromissos com a família e amigos’’, indica. 

    :: CRIATIVIDADE, COR E ESTAMPAS! 

    Para aquelas que pensam ‘’fora da caixa’’ na hora de escolher o look, a dica é colorir e estampar o visual. 

    ‘’Para mulheres do estilo criativo, a mistura de cores, tecidos e estampas é o que torna o look mais interessante e fashion. Detalhes que fogem do óbvio e que tem tudo a ver com esse tipo de personalidade, são mix de peças oversizeds, combinações em cores vibrantes, como o vermelho e laranja, e para os pés, rasteirinhas estampadas, incluindo a estampa do momento, o tie dye, e o queridinho animal print’’, destaca. 

    :: TOQUE DE ROMANTISMO! 

    As rasteirinhas também são perfeitas para mulheres românticas, e de acordo com Karen, as tendências da estação tem tudo a ver com elas. 

    ‘’Além de tons neutros, como o nude e o branco, mulheres com estilo predominantemente romântico podem apostar sem medo em trends da estação, incluindo estampas florais e a paleta de candy colors. Um look fluído em tecidos leves, harmonizado com peças em tons pasteis, é uma opção certeira para imprimir o romantismo na medida certa’’, aposta. 

    Conheça os modelos de rasteirinhas da coleção primavera/verão 2021 da PICCADILLY!

  • Série de vídeos mostra os atrativos do Alentejo de forma genuína

    “O Alentejo é assim” visa promover o turismo da região portuguesa entre brasileiros

    Em meio a um ano desafiador para o turismo no mundo todo, o Turismo do Alentejo, maior região de Portugal, lançou o projeto especial “O Alentejo é assim” para a divulgação do destino no Brasil, que pretende mostrar porque o Alentejo realmente encanta turistas do mundo todo.

    “O Alentejo é assim” consiste em uma série de vídeos gravados por empresários portugueses contando o que faz do Alentejo e de seus empreendimentos – hotéis, receptivos, agências de turismo, entre outros – tão convidativos aos turistas. Foram abordados temas diversos, que vão desde as experiências de luxo e de aventura até as possibilidades do enoturismo e do turismo rural.

    Os vídeos foram gravados ao longo de 2020, em momentos que muitas das empresas participantes estavam com atividade reduzida, não apenas para mostrar as características reais da região, mas também para lembrar que os alentejanos seguiam trabalhando para que os turistas voltassem a visitá-los assim que possível.

    “Passado o momento inicial, em que apelamos aos viajantes que permanecessem em casa, respeitando o distanciamento social recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), e adiando suas viagens ao Alentejo, percebemos que precisaríamos reacender o interesse dos brasileiros pelas viagens à nossa região”, explica Vítor Silva, presidente da ARPTA.

    “Decidimos fazer isso da maneira mais real e genuína possível, até porque o Alentejo é conhecido por sua autenticidade. Em vez de buscar atores, acionamos nossos associados para convidá-los a participar, pois sabemos que os alentejanos são apaixonados por sua terra e que podem falar sobre ela melhor que ninguém. Recebemos dezenas de adesões quase imediatamente”, completa.

    Os primeiros vídeos da campanha podem ser conferidos nesta playlist do YouTube: https://bit.ly/32jkAT8. Eles estão sendo publicados semanalmente no canal de YouTube oficial da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo, sempre às quartas-feiras.

    O Brasil é um mercado de extrema relevância para o Alentejo, uma vez que é um dos principais emissores de turistas para Portugal. Em 2019, a região recebeu 58,4 mil hóspedes brasileiros, registrando 94,4 mil pernoites desses viajantes.

    A região portuguesa é um destino ideal ao momento atual, de retomada do turismo, uma vez que suas cidades são pequenas e afastadas umas das outras, o que significa que há poucas chances de encontrar aglomerações. Outros diferenciais são as inúmeras opções de atividades e atrações ao ar livre, a possibilidade de fazer um roteiro completo de carro e as diversas iniciativas dos hotéis locais para garantir a segurança dos hóspedes.

  • 11 mitos e verdades sobre o implante dentário

    Os implantes dentários são uma excelente opção para devolver a autoestima e o bem-estar de pessoas que perderam algum dente. Os benefícios são enormes, pois, além de melhorar a estética facial, o tratamento ainda devolve a função mastigatória, imprescindível para a boa saúde.

     A técnica é complexa e envolve alta tecnologia. A boa notícia é que, antes considerado um método bastante elitizado, agora está mais acessível.

    Porém, há muitos tabus e inverdades difundidas sobre o assunto. Para esclarecer definitivamente o que é fato e o que é fake, os cirurgiões-dentistas da S.I.N. Implant System, empresa global e uma das líderes mundiais da fabricação de implantes dentários, explicam tudo sobre o tema. Veja abaixo o que é mito e o que é verdade:

    1. Qualquer paciente pode receber um implante.

    Mito. Antes de tudo, um especialista deve solicitar exames de imagem para avaliar a condição óssea, o espaço entre os dentes, a abertura da boca, assim como o estado geral clínico do paciente. “Esses dados vão indicar se o indivíduo está apto a se submeter ao procedimento”, explica Fabio Bezerra, doutor em Biotecnologia e Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da S.I.N. Implant System.

    A conduta é necessária, sobretudo, após um longo período sem o dente, o que pode desencadear reabsorção óssea. “Se isso acontecer, o espaço para o implante pode desaparecer, impedindo a realização do procedimento de forma imediata”, conclui o especialista.

    1. Dá para fazer implantes dentários sem corte?

    Mito. Há uma técnica reconhecida como ‘implante sem cortes’ ou cirurgia guiada, em que a incisão na gengiva é feita com o máximo de previsibilidade, diminuindo muito o trauma e o sangramento. “No entanto, é realizado, sim, um corte bem pequeno na região, para a instalação do implante”, diz a doutora em Implantodontia Bruna Ghiraldini, coordenadora de Pesquisa e Desenvolvimento de produtos da S.I.N.

    A profissional explica, ainda, que são necessárias avaliação clínica e tomográfica para avaliar as condições do paciente e se ele está apto ou não para receber o tratamento menos invasivo.

    1. Colocar implante dentário dói.

    Mito. Graças aos anestésicos, o paciente não sente nenhuma dor durante o procedimento. “As pessoas podem ficar tranquilas e despreocupadas em relação à intervenção cirúrgica”, conta Bruno Candeias, especialista em Periodontia e embaixador da S.I.N. Implant System.

    Entretanto, ele conta que é possível que o indivíduo sinta algum desconforto logo depois do procedimento. Assim, nos primeiros dias depois, no pós-operatório, em geral, o cirurgião-dentista prescreve o uso de medicamentos como analgésicos ou anti-inflamatórios.

    1. O implante pode ser realizado no mesmo dia da perda dentária.

    Verdade. Quando em condições ideais o implante não só pode como deve ser instalado no mesmo dia em que a extração dentária foi realizada, pois estudos mostram que a abordagem consegue preservar melhor as estruturas ósseas dos pacientes. “Além disso, a conduta otimiza o tempo de tratamento clínico”, conta Bruna Ghiraldini.  

    1. Apenas idosos devem fazer implante.

    Mito. Os implantes dentários são recomendados para pessoas que perderam um ou mais dentes, em qualquer faixa etária. “No entanto, é importante que o crescimento ósseo tenha sido finalizado — isso ocorre a partir dos 17 anos, para as mulheres, e 18, para os homens, podendo ter variações de pessoa para pessoa”, explica Fabio Bezerra. “Além do mais, é fundamental que o paciente tenha boa saúde bucal e esteja bem clinicamente.”

    1. O implante não pode ser feito em gengivas inflamadas.

    Verdade. “A falta de higiene, além das bactérias presentes na região bucal pode levar à inflamação do local, impossibilitando o tratamento”, afirma Bruno Candeias. “Ou seja, dentes e gengivas saudáveis são imprescindíveis antes e depois da instalação dos implantes, pois o sucesso do procedimento tem relação direta com a boa saúde oral”, conta ele.

    1. Pessoas com diabetes e fumantes não podem fazer implante dentário.

    Mito. Pacientes diabéticos e com outros problemas de saúde podem ter restrições para receber implantes dentários, conforme explica Bruna Ghiraldini. Felizmente, existem exceções. “Exames laboratoriais vão indicar o nível glicêmico, no caso dos diabéticos”, indica a especialista. “Com a taxa controlada, é possível receber implantes, desde que tomados os cuidados necessários, como a medicação e o repouso adequado.”

    De acordo com estudos recentes, a perda dos implantes é maior em tabagistas. “Por essa razão, recomenda-se que exista um prontuário e que seja realizado um contrato, com a finalidade do paciente fumante estar ciente de que existe o risco de se perder os implantes, em decorrência do fumo, explica Bruna.

    1. O corpo pode rejeitar um dente implantado.

    Mito. A rejeição do implante pelo organismo não acontece porque o titânio, material usado na fabricação do implante é biocompatível, integrando-se ao osso facilmente. “Contudo, a falta de qualidade óssea, além de dificuldades mecânicas em relação à prótese, ou complicações no pós-operatório, são fatores que podem comprometer o sucesso do procedimento”, explica Fabio Bezerra.

    1. Pessoas sem muita massa óssea podem receber um implante.

    Verdade. Nesse caso, é preciso que seja feita uma cirurgia de enxerto ósseo para adequação da estrutura para o implante. “Deve haver um intervalo entre um procedimento e outro, sendo que esse período deve ser respeitado para garantir o sucesso do tratamento e, consequentemente, um sorriso mais bonito”, afirma Bruno Candeias.

    1. Dá para fazer implante de todos os dentes.

    Verdade. “É possível, atualmente, a colocação de todos os dentes utilizando apenas quatro implantes”, conta Fabio Bezerra. O especialista explica, ainda,  que existem próteses fixas que possibilitam a fixação de três dentes, um ao lado do outro, com apenas dois implantes. Ele acrescenta que o cirurgião-dentista é que poderá avaliar o paciente, indicando a opção mais adequada.

    1. Pode-se fazer carga imediata em qualquer caso.

    Mito. A técnica que consiste na colocação da coroa — que imita o dente natural — em até 48 horas, após a cirurgia de instalação dos implantes, não é válida para qualquer pessoa. “A carga imediata deve ser muito bem indicada”, indica Bruna Ghiraldini. “Fatores como o travamento dos implantes na hora da cirurgia, quantidade e qualidade óssea, estado geral de saúde e colaboração do paciente são fatores determinantes para a realização do método, que otimiza o tempo do tratamento”, explica Bruna. “Ou seja, nem todas as pessoas são aptas a receber o procedimento”, indica ela.       

  • Receita de rabanada portuguesa com calda de vinho

    Sobremesa mantém presença nas ceias de Natal durante gerações

    A rabanada portuguesa é um doce tradicional das terras lusitanas. Seu preparo é bem antigo, remonta ao século XV, e foi passando de geração em geração com poucas alterações. Para a maioria das famílias brasileiras é uma sobremesa que não pode faltar na mesa da ceia de Natal. Para este ano, o chef Olivardo Saqui, proprietário da Quinta do Olivardo em São Roque e da Tasca do Brooklin em São Paulo, ensina a dar um toque especial nesta receita com uma calda de vinho e uma boa dica de acompanhamento! Confira:

    Ingredientes

    1 pão português cortado em fatias fartas
    1 litro de leite integral
    6 ovos inteiros
    Raspas de 2 limões

    Modo de preparo:

    Molhe as rodelas de pão no leite com as raspas de limão, depois passe nos ovos batidos
    Frite em óleo em temperatura média

    Ingredientes da calda:

    1 kg de açúcar
    50 g de canela em pau
    2 litros de água
    200 g de mel
    200 ml de vinho (de preferência do porto)

    Modo de preparo da calda:

    Em uma panela coloque o açúcar, a água e a canela e deixe ferver até chegar a ponto de fio;
    Espere esfriar, acrescente o mel e o vinho e mexa até ficar homogêneo
    Despeje a calda sobre as rabanadas. Para finalizar, sirva com uma bola de sorvete de creme

    Quinta do Olivardo 

    São Roque: Estrada do Vinho, km 4 – São Roque

    São Paulo: Rua Uruana, 94, Vila Mariana – São Paulo

    Instagram: @quintadoolivardo

  • 5 dicas para aproveitar as férias com seu pet

    Veja como lidar e quais as regras em viagens, passeios, festas e outros eventos com seu pet.

    Para muitos o período de férias é um dos melhores momentos do ano, mas para o pet começa uma fase estressante e instável. Além das viagens de carro que geralmente deixam o animal enjoado, existem as aéreas que também é um momento desconfortável para eles, e até mesmo a socialização em ambientes que não são familiares, como casa de parentes, hotelzinho, entre outros. Somado a isso também estão expostos aos fogos de artificio, tradicionais nessa época do ano, que deixam os animais completamente assustados.

    Pensando nisso, a dra. Caroline Mouco e a dra. Natália Seoane do Hospital Veterinário Vet Popular, listaram 5 dicas indispensáveis para tornar esse período ainda mais divertido para os tutores e agradável para os pets.

    1- Como preparar os pets para longas viagens terrestres e aéreas

    Em percursos terrestres é muito comum que os animais enjoem, por isso se o tutor gosta de pegar a estrada, o ideal é  habituar o pet desde filhote a passear de carro. Pode iniciar dando algumas voltinhas curtas até que ele se acostume. Além disso, é importante manter os itens de segurança específicos como: cinto de segurança para pets ou caixa de transporte  para evitar que se machuquem em acelerações ou freadas bruscas.

    Outra dica importante para evitar os enjoos é manter a temperatura fresca no carro, principalmente para os dias muito quentes e, também, evitar de alimentá-lo algumas horas antes da viagem. Pausas durante a viagens longas são importantes para diminuir o stress do percurso e para que o animal possa fazer as necessidades fisiológicas. Converse com o médico veterinário para orientações sobre antieméticos (medicação que evita o vômito).

    Em trajetos aéreos é possível optar de acordo com o peso se o animal irá na cabine junto ao dono ou no compartimento de cargas em caixas ou bolsas que dê para o animal se mover, mudar de posição, dar a volta em torno de si mesmo e tombar para o lado. A maioria das companhias exigem idade mínima 04 meses para embarque e peso máximo de 10 kg, incluindo a caixa de transporte. A recomendação é que o tutor identifique o seu animalzinho com todos os dados e telefone em uma coleira, atestado de saúde válido por 10 dias após a emissão e a carteira de vacinação contendo a vacina, lote e fabricante. É importante que antes de viajar, o tutor verifique com a companhia e o lugar de destino, quais as documentações necessárias de cada um, que normalmente variam. Não é indicado para animais braquicefálicos viajar nos porões.

    2- Obrigatoriedades do Tutor

    Cães de pequeno porte em carros de passeio, devem ser transportados sempre no banco de trás em cadeiras apropriadas, caixas de transportes e/ou cinto peitoral. Segundo o Código Brasileiro de Trânsito, viajar com pets com a cabeça na janela, no colo ou nas partes externas do veículo, resultam em multa e penalidades ao condutor. Cães de grande porte devem ser transportados nas carroceiras dos carros, devidamente abrigados em caixas de transportes adaptadas ao tamanho dele. Já os gatinhos, devem ir sempre em caixas de transporte.

    Outro item obrigatório é a carteira de vacinação em dia. As obrigatórias em cães e gatos são as antirrábicas, que são exigidas tanto em viagens nacionais quanto nas internacionais. As vacinas recomendadas para os cães são as múltiplas (V8 ou V10) e para os gatos, as múltiplas são V3, V4 ou V5. Para os cães, existem as vacinas opcionais: gripe, giárdia e leishmaniose.

    3- Como controlar a ansiedade e socializar o pet com outros animais

    Para diminuir a ansiedade do animal fora de casa, o ideal é que o tutor abuse dos passeios e não deixe o bichinho sozinho por muito tempo em um local que é desconhecido para ele. Outra dica legal é deixar brinquedos e algum pertence do tutor que ele sinta o cheiro e não se sinta tão sozinho. Procure deixa-lo num ambiente confortável!

    Se há outros animais desconhecidos no ambiente, é muito importante que a socialização seja feita sempre sob supervisão. O correto é que seja feita em uma área ampla em um ambiente calmo, sem que haja a disputa entre comida e brinquedos, por exemplo. Se a socialização se tornar inviável devido à agressividade de algum animal, o ideal é realizar passeios e brincadeiras individuais a fim de evitar brigas.

    4- Fogos de artifício 

    É possível preparar um ambiente para minimizar o estresse durante a queima de fogos. Manter portões e janelas fechadas e com proteção em frestas para que não haja fuga e evitar que se machuquem são essenciais. Escolha um cômodo onde é possível deixar um som ambiente para ofuscar os ruídos, uma proteção com algodão nos ouvidos, brinquedos e, principalmente a presença do tutor durante o período. 

    Existe uma técnica de amarrar um tecido pontos específicos do corpo do cão, que oferece tranquilidade e segurança. Em casos mais graves, converse com o médico veterinário, pois em alguns pacientes, pode ser necessário o uso de medicações específicas ou florais para ajudá-lo a se acalmar!

     5- Faça uma consulta médica antes de viajar 

    É  necessário levar o animal para uma consulta e garantir todas as vacinas, atestado de saúde e identificar se há necessidade de medicações especificas para enjoo e estresse. É indicado  manter o animal com a proteção contra os ectoparasitas, seja pipeta, comprimido ou spray, independente da época do ano, mas principalmente no verão onde acontece com mais facilidade infestações por pulgas e carrapatos causando doenças severas nos animais.

    Segundo as veterinárias as doenças mais comuns nesse período de férias e verão são as gastroenterites alimentares que ocasiona diarreias e vômitos, além da hipertermia em dias muito quentes que o animal faz exercícios ou fica restrito em locais sem ventilação. A temperatura do corpo do pet se eleva causando problemas respiratórios, diarreias, vômitos, fraqueza especialmente em cães braquicefálicos e com pelagem densa, pois eles têm dificuldade para regular a temperatura corporal. Por isso, recomendam cuidado e atenção, inclusive aos horários que escolhem fazer atividades com os pets.

    E claro, em tempos de pandemia, cuidado redobrado com a higienização do pet durante os passeios. Tomando essas precauções, as férias do pet podem ser tão divertidas quanto a dos seus tutores, estreitando ainda mais os laços de amor e amizade que existem entre eles.