Autor: agitosp

  • Receitas praticas e divertidas para comemorar o Dia das Crianças

    Receitas praticas e divertidas para comemorar o Dia das Crianças

    Kim sugere três receitas praticas e divertidas para comemorar o Dia das Crianças

    Cake pop de Chocolate, Trenzinho de Bisnaguinha e Sanduíche de Ursinho transformam pães e bolo da marca em lanches cheios de criatividade para preparar com as criançada

    Um trem que leva recheio de frango, um ursinho feito de pão e um bolo que vira doce no palito são sugestões deliciosas, saudáveis e criativas da Kim Alimentos para celebrar o Dia das Crianças. Para esse 12 de outubro, a marca traz três receitas que dão novas formas aos seus produtos e convidam as famílias a preparar um lanche especial para a data.

    As sugestões combinam uma opção doce e duas salgadas, com apresentações que podem compor a mesa de uma comemoração em casa. A proposta é explorar cores, formatos e ingredientes para transformar o preparo em um momento compartilhado. Com a ajuda de um adulto, as crianças podem participar da decoração e dar seu toque às receitas.

    Na sobremesa, o Bolo Inglês Sabor Chocolate Kim, disponível em embalagem de 250 g, é a base do Cake Pop. Esfarelado e combinado com brigadeiro, ele se transforma em bolinhas banhadas em chocolate e finalizadas com confeitos coloridos.

    Para a opção salgada, a Bisnaguinha Kim, comercializada em pacote de 300 g, ganha recheio de frango com requeijão e cenoura ralada. Rodelas de cenoura e beterraba completam a montagem de um trenzinho, com vagões que podem ser distribuídos na hora de servir.

    Já o Pão para Hambúrguer Tipo Brioche Nobre Kim, em embalagem de 280 g, dá forma ao sanduíche de ursinho. Produzido com ingredientes selecionados, recebe alface, peito de peru, queijo prato e requeijão. Cenoura, banana e gergelim formam as orelhas, o focinho e os olhos.

    Confira os ingredientes e o passo a passo das três sugestões.

    Cake Pop de Chocolate

    Ingredientes

    • 1 Bolo Inglês Sabor Chocolate Kim de 250 g
    • 300 g de brigadeiro pronto
    • 200 g de chocolate fracionado ao leite para banhar
    • Confeitos coloridos para finalizar
    • Margarina para untar
    • Palitos próprios para cake pop

    Modo de preparo

    Esfarele o bolo e acrescente o brigadeiro aos poucos, até obter uma massa com consistência para modelar. Faça bolinhas e coloque-as nos palitos. Disponha os cake pops em uma assadeira untada com margarina e leve ao freezer por 1 hora. Retire e deixe descansar por 5 minutos. Derreta o chocolate conforme as instruções da embalagem e banhe os cake pops. Deixe escorrer o excesso, passe nos confeitos e coloque em um suporte para secar.

    Trenzinho de Bisnaguinha

    Ingredientes

    • 1 pacote de Bisnaguinha Kim de 300 g
    • 300 g de peito de frango cozido e desfiado
    • ½ cebola picada
    • 2 colheres de sopa de azeite
    • Sal e pimenta a gosto
    • 3 colheres de sopa de requeijão
    • 1 cenoura bem lavada e ralada com a casca
    • Cenoura cortada em rodelas para as rodas e a decoração
    • Beterraba cortada em rodelas menores que as de cenoura
    • Palitos de dente para unir as bisnaguinhas
    • Cebolinha para cobrir os palitos

    Modo de preparo

    Em uma panela, aqueça o azeite e refogue a cebola até dourar. Acrescente o frango, o sal e a pimenta. Por último, adicione o requeijão e misture. Corte as bisnaguinhas ao meio e recheie com o frango e a cenoura ralada. Una os vagões com palitos de dente cobertos com pedaços de cebolinha. Monte as rodas com as rodelas de cenoura e beterraba e use os vegetais para completar a chaminé e a lanterna do trem. Retire todos os palitos antes de servir às crianças.

    Sanduíche de Ursinho no Pão Brioche Nobre

    Ingredientes

    • 1 unidade de Pão para Hambúrguer Tipo Brioche Nobre Kim, cortada ao meio
    • Requeijão a gosto
    • 2 folhas de alface
    • 2 fatias de peito de peru
    • 1 fatia de queijo prato
    • 2 rodelas de cenoura para as orelhas
    • 1 rodela de banana para o focinho
    • Gergelim para os olhos e os detalhes do focinho

    Modo de preparo

    Passe o requeijão na metade inferior do pão. Acrescente as folhas de alface, as fatias de peito de peru e o queijo prato. Feche com a metade superior. Posicione duas rodelas de cenoura na parte superior do sanduíche, deixando-as aparentes para formar as orelhas. No centro do pão, coloque a rodela de banana para criar o focinho. Use grãos de gergelim para fazer os olhos acima do focinho e acrescente alguns sobre a banana para formar o nariz e os detalhes. Sirva em seguida.

  • Cacau Park anuncia “Voo de Tikal”, primeiro flying theater da América Latina

    Prepare-se para voar: Cacau Park anuncia “Voo de Tikal”, primeiro flying theater da América Latina

    Tecnologia, movimento e aromas se encontram em uma experiência multissensorial que promete emocionar diferentes gerações e transformar a maneira de descobrir o universo do chocolate 


     

     O cenário se abre diante dos olhos. Os pés ficam suspensos. O corpo acompanha o movimento do voo e os aromas revelam novos caminhos. No “Voo de Tikal”, uma das grandes atrações do Cacau Park, o visitante não apenas assiste a uma história: ele voa para dentro dela.
     

    Primeiro flying theater da América Latina e único no mundo com sete essências integradas à experiência, o “Voo de Tikal” une tecnologia, natureza e fantasia em uma viagem pelas origens do cacau. Paisagens grandiosas envolvem o público em uma aventura criada para despertar os sentidos, surpreender e deixar aquela vontade de viver tudo outra vez. 
     

    Com uma experiência de padrão internacional, a atração promete despertar também outro sentimento: o orgulho de encontrar no Brasil uma novidade dessa dimensão. Uma viagem que aproxima diferentes gerações e convida o público a descobrir, junto, até onde o universo do chocolate pode levar. 
     

    Sete essências. Uma viagem para sentir.

    Desenvolvido pela Brogent, empresa especializada em simuladores de voo e experiências imersivas ao redor do mundo, o “Voo de Tikal” combina uma enorme tela côncava, projeção de alta definição e plataformas que se movimentam em sintonia com as imagens. A sensação é de estar sobrevoando os cenários, com sons e aromas que tornam cada descoberta ainda mais envolvente. 
     

    O grande diferencial está também no ar: sete essências acompanham diferentes momentos do filme, acrescentando novas camadas à narrativa. Os aromas dão vida ao que aparece na tela e fazem do olfato uma parte essencial da aventura. 
     

    Das origens do cacau à sua transformação em chocolate, o percurso convida o público a descobrir paisagens, atravessar culturas e se deixar levar por um universo em que realidade e imaginação se encontram. 
     

    “Desde que comecei a sonhar com o Cacau Park, esse filme já estava na minha cabeça. Eu imaginava as paisagens, a sensação de voar e a emoção das famílias vivendo aquilo juntas. Quero que as pessoas saiam dessa atração com brilho nos olhos e pensando: ‘Que orgulho ter isso no Brasil!’. Estamos criando algo extraordinário para o brasileiro viver aqui, com a nossa paixão pelo cacau e por realizar sonhos”, afirma Alê Costa, fundador do Universo Cacau Show. 
     

    A emoção de voar. A alegria de viver juntos.

    O “Voo de Tikal” foi pensado para conquistar tanto quem adora uma aventura quanto quem prefere se encantar com uma bela história. Seu apelo multigeracional valoriza uma das experiências mais especiais de uma visita ao parque: compartilhar descobertas e criar memórias com quem se ama. 
     

    Dos mais tranquilos aos mais aventureiros, diferentes perfis de visitantes encontrarão uma nova maneira de explorar o universo do cacau. O encantamento está na combinação entre a sensação de voo, a força das imagens e os estímulos sensoriais – e na alegria de dividir cada surpresa com quem está ao lado. 
     

    Localizado no mundo temático Aventura Mauka, o “Voo de Tikal” terá três níveis de embarque e capacidade para 60 visitantes por sessão. É a segunda atração imersiva anunciada nesta área e uma das apostas do Cacau Park para conquistar o coração do público. 
     

    Um novo destino para viver o extraordinário

    Com investimento estimado em R$2 bilhões e inauguração prevista para dezembro de 2027, o Cacau Park reunirá mais de 70 atrações em cinco mundos temáticos: Aventura Mauka, Floresta do Cacau, Villa laCreme, Fábrica Show e Terra dos Sonhos. 
     

    Em construção no interior de São Paulo, o complexo contará também com dois hotéis e uma área de compras, gastronomia, arte e experiências a céu aberto. A expectativa é receber cerca de 3 milhões de visitantes por ano, criando um novo destino brasileiro de entretenimento e turismo.

  • Cães a serviço da saúde humana

    Cães a serviço da saúde humana: projeto apoiado pela ROYAL CANIN® auxilia na detecção do câncer de mama

    Projeto KDOG Brasil reúne especialistas que utilizam a odorologia canina como ferramenta complementar de triagem e identificação precoce da doençaCréditos: Divulgação/ROYAL CANIN®

    O olfato dos cães pode reconhecer sinais imperceptíveis para as pessoas. Essa capacidade olfativa é a base científica do Projeto KDOG Brasil, conduzido pela Sociedade Franco-Brasileira de Oncologia (SFBO) e apoiado pela ROYAL CANIN®, que reúne especialistas das áreas de medicina humana e cinotécnica e utiliza animais treinados para identificar odores associados ao câncer de mama. A iniciativa evidencia a contribuição da interação humano-animal para a saúde humana e a importância de ampliar o acesso à medicina preventiva.

    Segundo Leandro Lopes, Cinotécnico responsável pelo projeto, os testes de validação científica realizados apresentam resultados positivos, com índices de precisão superiores a 90% na identificação da doença.

    O trabalho utiliza a odorologia canina, técnica baseada na habilidade dos cães de identificar e diferenciar odores, aplicada ao reconhecimento de compostos orgânicos voláteis presentes em compressas de suor.

    O procedimento é realizado de forma não invasiva: as compressas utilizadas pelas mulheres são apresentadas aos animais, que realizam a análise olfativa das amostras sem contato direto com as participantes. A técnica acelera a detecção da doença, atuando como ferramenta complementar de triagem, sem substituir a mamografia e os demais procedimentos diagnósticos.

    “No Outubro Rosa, queremos chamar a atenção para as dificuldades que muitas mulheres enfrentam para chegar aos serviços de saúde. A técnica, comprovada cientificamente e utilizada pelo KDOG Brasil, busca contribuir para o acesso à medicina preventiva, para que a suspeita da doença possa ser investigada e cada paciente receba o acompanhamento necessário”, explica Leandro.

    O KDOG Brasil faz parte dos projetos sociais apoiados pela ROYAL CANIN®, que atuam com animais em prol da saúde humana. “Temos muito orgulho de apoiar esta iniciativa desde sua implementação no Brasil. O projeto demonstra como as habilidades dos animais, aliadas à expertise de especialistas, podem contribuir para avanços que impactam positivamente a vida das pessoas. Apoiar o KDOG Brasil é uma forma de conectar ciência, cuidado e propósito em benefício da sociedade”, comenta Carla Pistori, Diretora de Assuntos Corporativos da Royal Canin Brasil.

    O bem-estar animal orienta a atuação do KDOG Brasil, com uma rotina que inclui alimentação específica e individualizada, treinamento, descanso e recreação para os cães.

    O projeto também recebe estudantes de Medicina Veterinária e mantém parcerias com instituições para compartilhar conhecimento sobre biodetecção e suas aplicações, ampliando a compreensão do potencial da odorologia canina e incentivando o avanço da pesquisa científica sobre o tema. Em 2025, participou de eventos no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, abordando a importância da identificação precoce do câncer de mama e a contribuição dos animais para a saúde humana. Seu reconhecimento internacional inclui prêmios como o Lions de Ouro em Cannes e o Aspid Platino.

  • Dia Mundial da Trombose: especialista alerta para sinais que podem indicar a doença

    Dor, inchaço e alteração na coloração da pele estão entre as manifestações que merecem atenção

    No dia 13 de outubro, o Dia Mundial da Trombose reforça a importância da informação e do reconhecimento dos sinais que podem estar relacionados à formação de coágulos no sistema circulatório. A trombose ocorre quando um coágulo de sangue se forma dentro de um vaso sanguíneo, podendo dificultar ou até interromper a circulação. O diagnóstico e o tratamento adequados são importantes para reduzir o risco de complicações.

    Segundo o Dr. Vinicius Bertoldi, cirurgião vascular do Hospital Edmundo Vasconcelos, a trombose venosa profunda ocorre quando o coágulo se forma em uma veia profunda, mais frequentemente nas pernas. Os sintomas podem variar conforme a localização e a extensão do coágulo.

    Inchaço e dor em uma das pernas merecem atenção

    “Um dos sinais que merece atenção é o surgimento de inchaço em apenas uma das pernas, acompanhado ou não de dor, sensibilidade, sensação de peso ou pressão. A região também pode apresentar aumento da temperatura, vermelhidão ou alteração na coloração da pele. Em alguns casos, as veias superficiais podem ficar mais aparentes”, explica o especialista.

    A trombose venosa profunda também pode ocorrer sem sinais ou sintomas evidentes. Por isso, conhecer os fatores de risco é importante mesmo na ausência de dor ou inchaço.

    Embora esses sintomas possam estar relacionados a outras condições, mudanças repentinas, principalmente quando aparecem em apenas um dos membros, devem ser avaliadas prontamente por um profissional de saúde. A investigação envolve avaliação clínica e exames, sendo o ultrassom Doppler venoso o principal exame de imagem para confirmar a trombose venosa profunda.

    Falta de ar e dor no peito exigem atendimento imediato

    Falta de ar súbita ou sem causa aparente e dor no peito podem indicar embolia pulmonar, complicação que ocorre quando parte de um coágulo se desprende e obstrui a circulação nos pulmões. Nessa situação, é necessário procurar atendimento médico de emergência imediatamente. A embolia pulmonar pode ocorrer mesmo sem sintomas prévios nas pernas.

    “Nem todo inchaço ou dor na perna significa trombose, mas é importante não ignorar sintomas que surgem de forma repentina ou que apresentam uma evolução diferente do habitual. A avaliação médica é fundamental para identificar a causa e indicar a conduta adequada”, afirma o Dr. Vinicius.

    Conhecer os fatores de risco também é importante

    Além de cirurgias, internações recentes e períodos prolongados de imobilidade, fatores como câncer, gestação, pós-parto, uso de anticoncepcionais ou de terapias hormonais com estrogênio e histórico pessoal de trombose podem aumentar o risco. A orientação deve considerar as características e os fatores de risco de cada pessoa.

    A prevenção inclui manter-se ativo, evitar longos períodos sem movimentar as pernas e seguir as orientações médicas, especialmente durante internações e após cirurgias. Medidas específicas de prevenção devem ser definidas conforme o risco individual.

  • ‘Hora de Aventura: Missões Secundárias’ estreia hoje (5) na HBO Max

    Finn e Jake estão de volta com novas histórias em HORA DE AVENTURA: MISSÕES SECUNDÁRIAS, nova série que estreia nesta segunda-feira, 5 de outubro no Cartoon Network e na HBO Max.  

    Com 8 episódios chegando hoje à plataforma de streaming e 4 novos episódios todas as segundas até 26 de outubro, Missões Secundárias apresenta a Terra de Ooo a uma nova geração de fãs, enquanto oferece aos fãs antigos mais do que eles amam, trazendo missões únicas, bobas e desafios divertidos — celebrando a alegria caótica das aventuras de Finn e Jake. 

    A nova série conta com produção executiva de Nate Cash, que atua como Showrunner, com Darrick Bachman como editor de história. Victor Courtright e Niki Yang assinam a direção, Nick Cross é o diretor de arte e Matthew Janszen é o compositor. 

    HORA DE AVENTURA: MISSÕES SECUNDÁRIAS estreia hoje no Cartoon Network e na HBO Max. 

  • Musical infantojuvenil A Menina Que Inundou o Mundo no Teatro Sérgio Cardoso

    Musical infantojuvenil A Menina Que Inundou o Mundo, com direção de Kiko Marques, estreia no Teatro Sérgio Cardoso no dia 10 de outubro

    Com dramaturgia de Andressa Secchin e Laura Sciulli, a montagem trata de temas como compreensão emocional, luto e relações familiares.

    “Há quem diga que choro é tudo igual. Ou ainda que só se chora de tristeza ou de alegria e que se for de tristeza: é uma pena, mas se for de alegria: é uma dádiva” – trecho da peça

    Uma pequena menina descobre as suas diferentes emoções e tenta aprender como lidar com elas no musical para família toda, A Menina Que Inundou o Mundo, com direção de Kiko Marques e dramaturgia de Andressa Secchin e Laura Sciulli, que ainda assinam as letras originais ao lado do compositor e diretor musical Guilherme Gila. O espetáculo, encabeçado por Baldaquim Produções, Culturalia e Livre Entretenimento, tem sua temporada de estreia no Teatro Sérgio Cardoso, de 10 de outubro a 1 de novembro, aos sábados e domingos, às 15h, com algumas sessões às segundas-feiras. O elenco conta com Ananza Macedo, Andressa Secchin, Laura Sciulli, Mau Alves e Yuri Izar. A direção coreográfica é de Pablo Petronilho.

    *

    Na trama, a pequena Biê descobre que beleza, raiva, medo, solidão, gratidão e muitos outros sentimentos, que, às vezes, nem tinham nomes, também fazem chorar. Ela tem 9 anos, mora com a mãe e o irmão, frequenta a escola e ama seus amigos e seu avô. Sua manifestação nas descobertas da vida é expressa através do choro, mas as pessoas ao redor a inibem dizendo que ela chora por tudo.

    Após uma briga com o irmão, ela faz um pedido aos céus para que sua “bolsinha de choro” se esvazie. Nesse momento, Biê encontra uma gatinha perdida, o que a faz chorar novamente e ela acredita que, se chorar muito, suas lágrimas secarão logo. Então, mergulha em uma jornada emocional repleta de intensas experiências e cada uma delas gera emoções diversas, desde amor e raiva a dor e euforia.

    A ideia da peça é tratar de temas como educação emocional, autocontrole e autorregulação emocional, ajudando o mini público a reconhecer, compreender e nomear diferentes emoções, entendendo que cada pessoa as vivencia e expressa de maneira única e que o corpo também fala através das emoções e das sensações. Afinal, aprender a acolher e respeitar os próprios sentimentos e os dos outros, permitindo que sejam vividos e expressos de forma saudável, fortalece a consciência emocional, o bem-estar e a capacidade de cuidar de si mesmo e dos outros.

    Outras questões fundamentais trazidas pelo trabalho são o luto e a saudade, em uma tentativa de ajudar os pequenos a lidar com essas perdas que fazem parte da vida, além das relações sociais, a convivência com pessoas diferentes de nós e o amadurecimento.

    O musical original e inédito reforça a importância de investir e valorizar a dramaturgia brasileira e a criação de novas histórias, contribuindo para o fortalecimento da produção cultural nacional e para a ampliação do repertório artístico disponível ao público. Esse espetáculo estimula a diversidade criativa e promove experiências que unem entretenimento, reflexão, aprendizado e sensibilidade.

    Em cena, músicos executam a trilha sonora ao vivo, tecendo paisagens sonoras que acompanham e atravessam a dramaturgia. A música amplia emoções, colore as transições entre sentimentos e convida o público a mergulhar, junto aos personagens, em cada descoberta e transformação da jornada.

    Ao incentivar a identificação e a expressão dos sentimentos, a peça contribui para a alfabetização emocional. Seus temas dialogam diretamente com propostas pedagógicas voltadas à convivência, ao desenvolvimento sócio emocional, ao mesmo tempo em que ajudam a desconstruir ideias e crenças culturais que associam a expressão das emoções à fragilidade.

    Ficha Técnica

    Dramaturgia: Andressa Secchin e Laura Sciulli

    Letra Original: Andressa Secchin, Guilherme Gila e Laura Sciulli

    Composição e Direção Musical: Guilherme Gila

    Direção Geral: Kiko Marques

    Direção Coreográfica: Pablo Petronilho

    Produção: Hilary Marcomino, Lucianno Andrey, Rafael Ramirez, Thiago Dombidau

    Figurino: Ùga Agú
    Assistente de Figurino: Fê Faria

    Visagismo de maquiagem: Louise Heléne
    Visagismo de cabelo e peruca: João Eller

    Desenho de Luz: Tulio Pezzoni

    Desenho de Som: Anna Vis

    Cenografia: Marisa Bentivegna

    Elenco: Laura Sciulli – Biê; Andressa Secchin – Sinal; Ananza Macedo – Mãe; Mau Alves – Avô; e Yuri Izar – Irmão

    Idealização: Planeta Biê

    Produção: Baldaquim Produções, Culturalia e Livre Entretenimento

    Sinopse

    Biê tem 9 anos e sente tudo de um jeito enorme e muitas vezes isso aparece em forma de lágrimas. Mas será que existe só choro de tristeza ou de alegria? Entre descobertas, aventuras e encontros inesperados, ela embarca em uma jornada pelo universo dos sentimentos, aprendendo que cada emoção tem seu lugar e sua importância. Com humor, delicadeza e imaginação, a peça convida crianças e adultos a refletirem sobre empatia, acolhimento e a beleza de expressar o que sentimos.

    Lei Rouanet. Apresentado por Ministério da Cultura e BTG Pactual. Realização Baldaquim Produções, Livre Entretenimento e Ministério da Cultura.

    Serviço

    A Menina Que Inundou o Mundo

    Temporada: 10 de outubro a 1º de novembro de 2026

    Aos sábados e domingos, às 15h

    Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno – Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo

    Ingressos: R$25 à R$120 

    Vendas online em https://bileto.sympla.com.br/event/125973

    Bilheteria: Aberta nos dias de espetáculo, das 14h até o início da atração.

    Contato bilheteria: (11) 3288-0136

    Classificação: Livre

    Duração: 60 minutos

    Capacidade: 143 lugares + 6 espaços de cadeirantes

    Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Todas as sessões têm acessibilidade em Libras e Audiodescrição.

  • Tem banana em casa? Nada de deixar estragar

    Tem banana em casa? Nada de deixar estragar: aprenda três receitas

    Cookie com pasta de amendoim, bolo com aveia e panqueca com calda de whey são sugestões para o café da manhã, a lancheira da criançada ou um lanchinho à tarde

    Banana madura na fruteira pode virar muito mais do que vitamina. Versátil e fácil de combinar com outros ingredientes, a fruta é a base de três receitas sugeridas pela nutricionista Driele Cavalcanti, professora da Universidade Anhembi Morumbi, que integra a Ânima Educação: cookie com chocolate e pasta de amendoim, bolo de banana com aveia e uva-passa e panqueca acompanhada de calda de whey protein.

    As opções têm preparos simples e podem entrar em diferentes momentos do dia. O cookie leva apenas quatro ingredientes e vai ao forno por alguns minutos; o bolo é uma alternativa para compartilhar e tem preparo feito no liquidificador; já a panqueca combina banana, ovo e farinha de aveia e é preparada diretamente na frigideira. A seguir, confira o passo a passo das três receitas.

    Cookie de banana

    Com chocolate e pasta de amendoim

    Ingredientes:

    1 banana amassada

    1 xícara de aveia flocos grossos

    1 colher (sopa) de pasta de amendoim

    Gotas de chocolate 70%.

    Modo de preparo:

    Misture os ingredientes e asse por alguns minutinhos.

    Bolo de banana

    Ingredientes:

    3 bananas

    3 ovos inteiros

    2 xícaras de farinha de aveia

    1/2 xícara de uva passa

    1/2 xícara de óleo de girassol ou outro óleo de sua preferência

    1 colher (sopa) de fermento em pó

    Modo de preparo:

    Misture todos os ingredientes no liquidificador. Leve ao forno pré-aquecido à 180°C por 20 a 40 minutos.

    Panqueca de banana

    Com whey protein

    Ingredientes:

    1 banana

    1 ovo

    2 colheres (sopa) de farinha de aveia

    1 colher (sobremesa) de cacau em pó (opcional)

    1 pitada de fermento em pó

    Modo de preparo:

    Amasse a banana e misture aos demais ingredientes. Cozinhe em fogo baixo em uma frigideira antiaderente tampada. Faça uma calda de whey protein (1/2 scoop + água) para acompanhar.

  • Como identificar e tratar a dor em cães idosos para garantir qualidade de vida

    Sinais silenciosos: como identificar e tratar a dor em cães idosos para garantir qualidade de vida
    Especialista alerta para as mudanças de comportamento que indicam desconforto articular e destaca a importância do tratamento adequado para o bem-estar dos pets seniores
     


    Com os avanços da medicina veterinária e os cuidados cada vez mais dedicados dos responsáveis, a expectativa de vida dos cães aumentou significativamente. No entanto, assim como acontece com os humanos, o envelhecimento traz consigo o desgaste natural do organismo e condições articulares, como a osteoartrite, tornam-se bastante comuns. O grande desafio, porém, é que os cães costumam esconder a dor por puro instinto, tornando essencial que os responsáveis saibam identificar os sinais sutis de que o pet sênior precisa de ajuda.

    De acordo com Mariana Silva, médica-veterinária e consultora técnica da Boehringer Ingelheim, a dor crônica em cães idosos muitas vezes passa despercebida e pode ser confundida com “preguiça” ou apenas com “idade chegando”. 

    “Diferentemente do que muitos pensam, o cão com dor crônica articular raramente chora. Ele manifesta o desconforto por meio de mudanças na sua rotina. Aquele pet que antes recebia o responsável na porta e adorava passear, mas que, de repente, passa a maior parte do tempo deitado, pode estar sofrendo silenciosamente. É papel do responsável ter um olhar atento para garantir que essa fase da vida seja vivida com conforto. Por isso, a ida constante ao médico-veterinário é ainda mais prioritária”, explica a especialista.
     

    Para ajudar os responsáveis a reconhecerem quando o cão idoso está sentindo dor, Mariana Silva destaca os principais sinais de alerta no dia a dia:
     

    • Dificuldade de Locomoção: O cão hesita ou se recusa a subir escadas, pular no sofá ou entrar no carro. Durante os passeios, ele pode mancar, andar mais devagar, cansar rápido ou pedir para voltar para casa mais cedo.
    • Mudanças de Comportamento: Um pet que sempre foi sociável e dócil pode se tornar irritadiço, intolerante ou se isolar em cantos da casa. A apatia e a falta de interesse em brincar também são fortes indicativos.
    • Reação ao Toque: O animal pode se encolher, rosnar ou tentar morder quando o dono faz carinho ou pega no colo, especialmente se o toque for perto das articulações (quadril, joelhos, ombros ou cotovelos).
    • Alterações no Sono e no Apetite: A dor pode causar dificuldade para encontrar uma posição confortável para dormir, resultando em noites agitadas, em que o cão muda de lugar o tempo todo. A perda de apetite também pode ser uma consequência do desconforto constante.
    • Lambedura Excessiva: É comum que o cão lamba repetidamente uma pata ou articulação específica na tentativa instintiva de aliviar a dor no local.

      Diagnóstico e Tratamento

    Ao notar qualquer um desses comportamentos, a avaliação de um médico-veterinário é indispensável. O manejo da dor em cães seniores geralmente envolve uma abordagem multimodal, que pode incluir controle de peso para não sobrecarregar os membros, fisioterapia, adaptações no ambiente da casa (como o uso de rampas e tapetes antiderrapantes) e, fundamentalmente, o uso de medicações apropriadas para frear o processo inflamatório.


    Para auxiliar nesse cuidado e devolver a qualidade de vida aos pets, a Boehringer Ingelheim confia em seu portfólio com a solução Previcox®, um medicamento anti-inflamatório não esteroidal (AINE) indicado para o controle da dor e da inflamação causadas pela osteoartrite em cães. “O nosso objetivo é proporcionar um alívio eficaz, permitindo que os cães idosos voltem a desfrutar de seus momentos com a família, movimentando-se com muito mais facilidade. O envelhecimento faz parte da vida, mas ele definitivamente não precisa ser sinônimo de dor”, finaliza Mariana Silva.

  • Check-up da própria pele: 7 sinais que merecem atenção

    Antes do verão, faça um check-up da própria pele: 7 sinais que merecem atenção

    Pintas que mudam, manchas diferentes e feridas que não cicatrizam podem passar despercebidas no dia a dia; dermatologista explica o que observar antes da temporada de maior exposição solar

    A preparação para o verão geralmente começa com protetor solar reforçado, novos produtos de skincare e uma preocupação maior com manchas, hidratação e aparência da pele. Mas existe um cuidado que não depende de nenhum cosmético: parar diante do espelho e observar se alguma coisa mudou nos últimos meses.

    Segundo a dermatologista Dra. Bianca Almeida, conhecer o padrão da própria pele ajuda a perceber alterações que merecem avaliação. Isso não significa transformar toda pinta em motivo de preocupação, mas reconhecer sinais que cresceram, mudaram ou simplesmente passaram a se comportar de maneira diferente.

    1. Uma pinta antiga começou a mudar

    Ter pintas há muitos anos é comum. O ponto de atenção aparece quando uma delas deixa de ter o aspecto habitual. Mudanças de tamanho, formato ou aparência ao longo de semanas ou meses são motivos para olhar aquela lesão com mais cuidado, principalmente quando ela começa a se destacar das demais.

    “Não precisamos olhar para cada pinta com medo. Uma pessoa pode ter dezenas delas e conviver com todas durante anos. O que chama atenção é quando uma lesão passa a se comportar de maneira diferente das demais, seja porque cresceu, mudou de formato ou cor, começou a sangrar ou simplesmente parece diferente do padrão daquela pele”, explica a dermatologista.

    2. Observe a assimetria e as bordas

    A regra do ABCDE continua sendo uma ferramenta simples para ajudar na auto-observação. Assimetria e bordas irregulares estão entre os pontos que podem chamar atenção. Ao olhar uma pinta, vale perceber se as duas metades são muito diferentes ou se o contorno deixou de ser regular.

    “O ABCDE ajuda a população a entender algumas características que merecem ser observadas, mas não deve ser utilizado para fazer um diagnóstico em casa. Se existe uma pinta diferente ou que mudou de aspecto, o ideal é que ela seja examinada adequadamente”, orienta Bianca.

    3. Mudanças de cor também entram no radar

    Uma pinta não precisa necessariamente ser muito escura para merecer atenção. O surgimento de diferentes tonalidades dentro da mesma lesão ou uma mudança perceptível de cor em relação ao aspecto anterior são características que devem ser observadas, especialmente quando aparecem junto a outras transformações.

    “Mais importante do que tentar decidir sozinho se determinada cor é normal ou não é perceber se houve uma transformação. Conhecer como aquela pinta costumava ser ajuda muito. Quando existe uma mudança de cor ou ela começa a destoar das demais, vale procurar avaliação”, explica a médica.

    4. Preste atenção na evolução, não apenas no tamanho

    O “E” do ABCDE significa evolução e merece destaque. Uma lesão não precisa atingir determinado tamanho para justificar uma consulta. Crescimento, mudança de relevo, alteração de textura ou qualquer transformação progressiva pode ser relevante, mesmo quando a pinta continua pequena.

    “O ABCDE funciona como um alerta, não como um diagnóstico feito em casa. Às vezes, o mais importante é justamente a evolução. Se aquela pinta mudou em relação ao que era antes, vale mostrar ao dermatologista”, afirma a especialista.

    5. Feridas que não cicatrizam não devem ser ignoradas

    Nem toda alteração que merece investigação tem aparência de pinta. Aquela pequena ferida que cria uma casquinha, melhora por alguns dias e depois retorna também precisa ser observada. Isso vale especialmente para áreas frequentemente expostas ao sol, como rosto e colo.

    “Se a pessoa passa meses retirando uma casquinha do mesmo lugar, percebe sangramentos recorrentes ou vê uma lesão desaparecer e voltar, não deveria simplesmente continuar tratando como um machucado. A persistência é justamente uma característica que merece avaliação”, alerta a dermatologista.

    6. Sangramento recorrente merece atenção

    Uma lesão pode sangrar depois de ser machucada, coçada ou traumatizada. O que merece atenção é quando o sangramento começa a acontecer repetidamente ou sem uma explicação evidente. O mesmo cuidado vale para lesões que apresentam mudanças associadas, como crescimento ou alteração do aspecto.

    “Não é necessário esperar uma lesão doer para procurar um dermatologista. Algumas alterações importantes podem ser completamente assintomáticas no início. Se existe sangramento recorrente ou uma mudança que não estava presente anteriormente, é melhor investigar”, orienta Bianca.

    7. Não use o bronzeado para “preparar” a pele para o verão

    Com a chegada dos primeiros dias quentes, algumas pessoas começam a aumentar a exposição solar acreditando que um bronzeado gradual poderá proteger a pele durante as férias. Essa estratégia, porém, não funciona como uma preparação contra os efeitos da radiação ultravioleta. A exposição produz danos que se acumulam ao longo do tempo.

    “O bronzeado não é uma proteção para exposições futuras. A radiação ultravioleta produz um dano cumulativo, por isso a fotoproteção precisa fazer parte da rotina antes, durante e depois do verão. Conhecer a própria pele também faz diferença: se alguma coisa mudou, parece diferente ou não cicatriza, esse já é um motivo para procurar avaliação”, finaliza a Dra. Bianca Almeida, dermatologista.

  • Chupeta contra o estresse? alerta para riscos à saúde bucal

    Hábito adotado por adultos não tem benefício comprovado e pode provocar alterações dentárias, musculares e funcionais

    Influenciadores digitais ganharam repercussão recentemente ao aparecerem usando chupeta na vida adulta, sob a justificativa de que o hábito ajudaria a aliviar o estresse, a ansiedade e a proporcionar conforto emocional. Apesar da popularização nas redes sociais, a prática não possui indicação clínica para adultos e pode trazer consequências para a saúde bucal.

    A presidente da Câmara Técnica de Ortodontia do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP), Dra. Vanda Domingos, explica que a chupeta não é formalmente contraindicada em todas as situações. Durante a infância, ela pode ser utilizada temporariamente, principalmente no primeiro ano de vida, desde que de forma orientada e por tempo limitado.

    “Do ponto de vista odontológico, o problema não está apenas no uso da chupeta, mas na duração, na frequência e na intensidade do hábito. O uso prolongado, especialmente após os 2 ou 3 anos de idade, aumenta significativamente o risco de alterações no desenvolvimento craniofacial e na oclusão”, afirma.

    Segundo a especialista, não existe indicação clínica para o uso de chupeta na vida adulta. Quando o acessório é utilizado como forma de controlar a ansiedade ou o estresse, é importante buscar alternativas mais adequadas, pois o hábito pode causar alterações funcionais no conjunto de estruturas responsáveis pela mastigação, deglutição, fala e respiração.

    Efeitos do uso prolongado

    Nas crianças, o uso prolongado da chupeta está associado a alterações como mordida aberta anterior, mordida cruzada posterior, projeção dos dentes incisivos superiores, inclinação dos incisivos inferiores para trás, estreitamento do arco dentário superior e mudanças no padrão de crescimento facial, explica a cirurgiã-dentista.

    Nos adultos, como o crescimento ósseo já foi concluído, o hábito tende a provocar principalmente alterações dentárias e funcionais. Entre elas estão pequenas movimentações dos dentes quando o uso é frequente e prolongado, mudanças na posição da língua, desequilíbrio da musculatura orofacial, agravamento de problemas de mordida já existentes, desconforto muscular e sobrecarga funcional.

    Também existe a possibilidade de desencadear ou intensificar sintomas relacionados às articulações temporomandibulares, conhecidas como ATMs.

    A Dra. Vanda ressalta, porém, que não há evidências científicas robustas de que a chupeta seja uma causa direta da disfunção temporomandibular (DTM). Entretanto, dependendo da duração e da intensidade do hábito, alterações na mordida e comportamentos orais persistentes podem modificar a função mastigatória e contribuir para a sobrecarga muscular em pessoas predispostas.

    Impactos bucais e emocionais

    O uso frequente da chupeta por adultos pode causar sobrecarga da musculatura mastigatória, desconforto ou fadiga muscular, agravamento de alterações oclusais preexistentes e pequenas movimentações dentárias. Também pode intensificar sintomas em pacientes que já apresentam predisposição à DTM.

    Além dos possíveis impactos bucais, a chupeta não trata a origem da ansiedade ou do estresse. De acordo com a especialista, o hábito pode reforçar um comportamento de dependência emocional e atrasar a procura por estratégias terapêuticas mais eficazes.

    “Quando a pessoa sente necessidade frequente de usar a chupeta para lidar com algum desconforto emocional, é importante investigar o que está por trás desse comportamento e buscar o acompanhamento de profissionais capacitados”, orienta.

    Recomendações para crianças

    As orientações atuais indicam que o uso eventual da chupeta até os 12 meses tende a apresentar baixo impacto sobre a oclusão. Entre 12 e 24 meses, os pais devem iniciar a redução gradual do hábito, com interrupção preferencialmente até os 2 anos de idade. Após os 3 anos, o risco de alterações oclusais aumenta significativamente.

    “A intensidade do hábito é determinante. Crianças que utilizam a chupeta apenas para adormecer apresentam menor risco do que aquelas que permanecem várias horas por dia com o acessório. Orientamos os pais a não levarem a chupeta em passeios ou para a escola, limitando o uso ao momento de dormir ou a situações pontuais de estresse e desconforto”, destaca a Dra. Vanda.

    A cirurgiã-dentista reforça que, mesmo na infância, a chupeta deve ser usada com orientação e por tempo limitado. Já na vida adulta, ela não deve ser considerada uma forma de tratamento para problemas emocionais.

    Embora alguns adultos relatem alívio momentâneo da tensão ao utilizar o acessório, não existem pesquisas científicas suficientes que comprovem benefícios para o controle da ansiedade ou do estresse.

    “Do ponto de vista da saúde geral, é aconselhável substituir gradualmente esse hábito por estratégias com maior respaldo científico para a regulação emocional, como técnicas de relaxamento, atividade física, higiene do sono, exercícios respiratórios e, quando necessário, acompanhamento psicológico ou psiquiátrico”, conclui a especialista.