Autor: agitosp

  • 10 dicas para falar sobre sexo saudavelmente

    Sexo é uma parte importante do relacionamento e também uma das áreas mais desafiantes para se navegar quando se fala em negociar necessidades e preferencias.  As pessoas veem sexo de modos diferentes uma das outras, é comum para uma delas quererem sexo mais frequentemente ou de modo diferente da outra.  Sexo pode ser muito importante para uns e não tão importante para outros, estas diferenças irão afetar o relacionamento ao longo do tempo e influir em vários aspectos dependendo de como o casal resolver administra-las.

    Caso discutir este assunto esteja fora dos planos do casal e ter uma vida sexual satisfatória não seja tão importante, frustrações e desconexões poderão acontecer por falta desta preciosa comunicação.

    Então, como é que um casal pode falar sobre este assunto? Darei 10 sugestões para falar sobre sexo saudavelmente.

    1) Fale – Não assuma que o seu parceiro sabe que existe um problema ou uma carência sua. Mesmo que você ache que já deu as maiores dicas e mostrou quais são as suas necessidades, se nada mudou esta na hora de falar claramente sobre o assunto.

    2) Privacidade – Não fale sobre o assunto durante ou imediatamente após o sexo. Tenha esta conversa quando tiver privacidade e não precisar se apressar.

    3) Intenções – Comece sua conversa colocando suas intenções. Sugiro que não comece fazendo a pessoa se sentir culpada ou envergonhada. Repense como colocar seu descontentamento. Intenções que reflitam o desejo de construir intimidade, conexão, satisfação e prazer entre você e a outra pessoa serão baseadas em ouvir e se comunicar e não em atacar, se defender ou se afastar.

    4) Seja Clara – Em primeiro lugar deixe seu parceiro saber como ele ou ela te faz sentir e o que você aprecia na sua vida sexual.  Aí fale o que esta faltando e porque é importante para você. Seja concreta e clara na sua colocação. Não se intimide em usar a linguagem que reflita como você quer ser tocada e onde. Se a questão não for a qualidade e sim a quantidade, seja clara dizendo o quanto a mais sexo você quer e porque.

    5) Preferencias e Necessidades – Lembre-se de perguntar como os desejos dele têm sido alcançados e se ele deseja algo diferente. As pessoas são diferentes uma das outras e tem preferencias e necessidades distintas. Em outras palavras, não espere que seu companheiro goste das mesmas coisas que seu ex gostava e nem que ele não mude com o tempo.

    6) Explorar Possibilidades – Esteja aberta para explorar possibilidades, sexo libera estresse, aumenta bem estar, cria intimidade, aumenta auto estima e traz alegria para o relacionamento. Esteja aberta para explorar técnicas diferentes, lugares, frequência, isto trará benefícios inesperados para você dois.

    7) Hora Certa – Se após uma longa conversa sobre o assunto, você ou seu parceiro não estiverem confortáveis para iniciar o ato sexual, respeite seus limites. É importante que qualquer mudança ocorra em um ambiente relaxado e harmônico. Caso você não consiga aceitar as coisas como estão, então será uma conversa para outra ocasião.

    8) Intimidade e Conexão – A próxima vez que fizerem sexo não se pressione. Esteja aberta para tentar novas coisas e novos territórios, mas faça com uma atitude dentro do clima sensual ou “na brincadeira”. Não se preocupe em fazer coisas de um modo certo. Foque-se em criar intimidade e conexão, o resto irá fluir.

    9) Guiar – Não se intimide em guiarou mostrar para o seu companheiro como lhe dar prazer. A maioria dos parceiros quer dar prazer ao outro, mas não sabe como e nem como pedir que o ensinasse. Um movimento delicado amoroso ou mesmo um olhar pode ajuda-lo a entender o caminho a seguir.

    10) Apreciação – De para seu parceiro muitos feedbacks positivos e fale sobre o assunto. Deixe-o saber de um modo ou de outro que ele esta lhe dando prazer. É importante que você mostre que aprecia o progresso que estão tendo juntos.

    O objetivo é que vocês se sintam seguros, confiante, amados e com intimidade nas suas relações sexuais.

    Será nesta atmosfera de amor e conexão que sua intimidade crescerá fazendo com que boa parte do seu relacionamento esteja equilibrada, ajudando assim o fluir das outras.

  • Quinta do Olivardo é opção de bate volta no feriado

    10 motivos para um bate e volta no feriado prolongado de 7 de setembro

    Quinta do Olivardo, em São Roque, é opção de passeio a menos de 1 hora de São Paulo

    Durante este final de semana prolongado muita gente vai viajar, mas se você não programou nada, a dica é um bate e volta a menos de 1 hora de São Paulo. A Quinta do Olivardo é uma opção de passeio ao ar livre, que oferece entretenimento e excelente gastronomia para sua família.

    Listamos 10 motivos para você conhecer esse pedaço de Portugal em São Roque :

    1-) Um passeio a 60 quilômetros de São Paulo.

    2-) Diversão no mesmo espaço para todas as idades.

    3-) Cardápio especial que atende o gosto dos pequenos.

    4-) Menu para adultos com a tradicional culinária portuguesa.

    5-) Suco de Uva natural e vinho produzido na própria casa.

    6-) O melhor Pastel de Belém do Estado de SP, eleito pelo Concurso Sabor de São Paulo.

    7-) A maior tirolesa de São Roque, com 240 metros de extensão.

    😎 Atividades e muito espaço ao ar livre.

    9-) Os pequenos podem visitar os animais na mini fazendinha.

    10-)Armazém com vinhos, louças, embutidos e produtos de fabricação própria.

    Local: Quinta do Olivardo – São Roque

    Abre todos os dias e feriado das 11h às 18h

    Estrada do Vinho, km 4

    Estacionamento no local: Gratuito

    Informações  (11) 97088-5401 WhatsApp

    www.quintadoolivardo.com.br

    Instagram: @quintadoolivardo

    Como chegar

    A Adega e Restaurante Quinta do Olivardo fica no km 4 da Estrada do Vinho, em São Roque (SP), com acesso pelo km 58,5 da Rodovia Raposo Tavares (SP-270). Está localizada a 60 quilômetros de São Paulo e a 45 quilômetros de Sorocaba.

  • Alentejo, em Portugal, se prepara para receber viajantes brasileiros

    Boa parte dos principais destinos turísticos ao redor do mundo já anunciou a reabertura das fronteiras, mas a notícia mais esperada pelo viajante do Brasil finalmente chegou: Portugal confirmou a permissão da entrada de brasileiros para viagens não essenciais. E, com isso, a região do Alentejo já deu início aos preparativos para recepcionar um dos seus principais mercados emissores de turistas e retomar por completo, mas ainda com segurança, uma das principais atividades para a economia local.

    Reconhecida como uma das mais autênticas regiões portuguesas, o Alentejo conta com uma excelente oferta turística, que vai desde belas praias até charmosas vilas e cidades recheadas de patrimônios históricos, além de uma infinidade de vinícolas com vinhos premiados mundialmente. É uma das principais regiões vitivinícolas e a época das vindimas – colheita das uvas – atrai muitos viajantes, principalmente brasileiros, que querem vivenciar as experiências enoturísticas do destino.

    Outro atributo do Alentejo é que a região está longe do turismo de massas, com opções de destinos quase que intocados e que permitem um maior contato com a natureza. Tudo isso se une a serviços de excelência, que incluem ótimos hotéis e restaurantes, garantindo um destino completo que atende aos critérios dos mais variados perfis de turistas.

    Vale destacar também os diversos patrimônios alentejanos reconhecidos pela UNESCO. Além das cidades históricas de Évora e Elvas, classificadas como Patrimônio Mundial da Humanidade pela organização devido às construções centenárias extremamente preservadas e significativas para a história portuguesa, o Alentejo esbanja expressões culturais na lista de Patrimônios Culturais e Imateriais da UNESCO.

    Requisitos para a entrada de brasileiros em Portugal

    É importante ressaltar que há requisitos para a entrada de viajantes provenientes do Brasil com relação à pandemia: a necessidade de apresentar um resultado negativo ao covid-19 para exame de RT-PCR, realizado até 72 horas antes do embarque, ou de um teste rápido de antígeno, realizado até 48 horas antes do voo. Essa medida é válida mesmo para os turistas que já completaram o ciclo de vacinação.

    Além disso, é necessário embarcar com um seguro viagem – que já era obrigatório para aqueles com destino aos países do Tratado de Schengen – e preencher o formulário do viajante (https://portugalcleanandsafe.pt/en/passenger-locator-card).

    O decreto da reabertura tem data de validade para 16 de setembro de 2021, mas a expectativa é que se estenda para esse período. Para mais detalhes sobre os protocolos sanitários implementados no país, acesse https://covid19estamoson.gov.pt/ e https://portaldascomunidades.mne.gov.pt/pt/vai-viajar/conselhos-aos-viajantes.

  • Hora de viajar: Quais os cuidados ao levar os pets?

    Médicas-veterinárias listam dicas para uma viagem segura ao lado dos cães e gatos

    Viajar e recarregar as energias faz parte da rotina dos humanos e, seja para onde for, essa é uma atividade também muito apreciada pelos cães, que encaram cada saída de casa como uma oportunidade para explorar novos lugares; para eles, as viagens são sempre uma aventura incrível.

    Os roteiros mais apreciados pelos tutores costumam ser aqueles que permitem o trajeto de carro. Nesse caso é importantíssimo prezar pela segurança do pet e dos outros ocupantes do veículo. Então, o primeiro passo é ter uma caixa de transporte adequada para o animal. “Além disso, também é possível usar outros acessórios específicos, como o cinto de segurança adequado ou cadeirinhas e cestinhas. O pet precisa estar acostumado ao uso desses acessórios e deve-se seguir a recomendação do veterinário de acordo com o porte do animal. O cão não pode ficar solto no veículo e nem mesmo no colo, pois isso coloca a segurança de todos os ocupantes em risco”, detalha a médica-veterinária e gerente de produtos da Unidade de Pets da Ceva, Fernanda Ambrosino.

    Um ponto de atenção, antes de pegar a estrada, é a vacinação. É fundamental que o animal tenha a imunização em dia e que a carteirinha de vacinaçãoesteja sempre em mãos. Para viagens com distâncias mais longas é aconselhável ter um atestado de saúde animal emitido por um veterinário, alguns locais inclusive exigem a documentação para liberar a entrada do pet.

    A vermifugação, bem como o uso de produtos ectoparasiticidas que protegem contra a ação de pulgas e carrapatos também devem ser realizados antes do passeio. “Dessa forma o animal estará protegido contra a ação de parasitas, o que irá garantir o bem-estar e a saúde do pet durante a viagem”, afirma Fernanda.

    Outra dica é preparar uma mala com todos os itens do cão, como brinquedos, os potes de água e comida, a ração que ele está adaptado, toalha e shampoo caso o animal precise de banho em algum momento, caminha ou cobertor, e os outros adereços que o pet goste e que fazem parte do dia a dia. A coleira com identificação com dados como, nome e telefone do responsável é outro item que não deve ser esquecido.

    “Vale ressaltar que se o animal faz uso de alguma medicação é indicado levar uma quantidade um pouco maior do que a necessária para os dias que irão passar longe de casa, dessa forma caso haja qualquer imprevisto o animal não corre o risco de ficar sem o medicamento”, conta Fernanda.

    Para que o cão tenha mais conforto durante o trajeto o indicado é que antes de viajar o tutor forneça pouca quantidade de alimento ao animal, para evitar que ele viaje de estômago cheio e passe mal no meio do caminho. “Além disso, passear e brincar bastante com o pet ajuda a gastar as energias e até mesmo pode fazer com que o cão durma durante uma parte do percurso”, conta a médica-veterinária e gerente de produtos da Unidade de Pets da Ceva, Nathalia Fleming.

    Caso o cão seja sensível ao movimento do carro e sinta-se mal com frequência, o tutor poderá conversar com o médico-veterinário de confiança sobre algumas medicações específicas que podem ajudar neste momento. Além disso, os feromônios podem auxiliar para que a viagem seja mais confortável, trazendo a sensação de conforto e segurança para os pets e também na adaptação no novo lugar.

    Viajar em horários mais frescos do dia, como perto do amanhecer ou anoitecer, ajuda a evitar que o pet sofra com o estresse térmico, que pode acontecer principalmente quando o sol bate diretamente sobre ele. “Vale lembrar que o animal não deve ser deixado sozinho no carro sob nenhuma condição, pois os cães não transpiram como nós e podem sofrer casos de hipertermia. Caracterizada pelo aquecimento corpóreo anormal que em casos graves pode levar o animal ao óbito”, alerta Nathalia.

    As paradas programadas também devem entrar no planejamento. É indicado pausas a cada duas horas para fornecer água ao pet e permitir que ele faça suas necessidades e caminhe um pouco.

    É importante também atenção ao chegar no destino. Caso o animal vá para um lugar com piscina ou lagos é preciso que os mergulhos sejam feitos com supervisão, mesmo que o pet saiba nadar.  Além disso, é preciso cuidados com a pele e pelo do animal, para evitar as dermatites e, claro atenção especial as orelhas.  “O excesso de umidade pode estimular o surgimento das otites, por isso, a melhor maneira de prevenir o problema é higienizar a área das orelhas dos cães com o uso de algodão e loções especiais para a limpeza, mantendo-as sempre secas e em condições ideais de umidade”, conta Fernanda.

    Já no caso das viagens de avião, é importante entrar em contato com a companhia aérea para saber quais são as exigências para o transporte do pet. “Cada companhia tem o seu protocolo de transporte animal. Caso o tutor pretenda fazer uma viagem internacional com o pet é importante verificar as exigências do país de destino e das empresas aéreas. Alguns locais exigem exames específicos que precisam ser feitos com antecedência”, explica Fernanda.

    E os gatos?

    Os gatos não são grandes fãs de viagens. Por serem animais territorialistas, eles não apreciam movimentações diferentes, ambientes estranhos e pessoas desconhecidas.

    “Para quem tem gatos, o ideal é deixá-los sob os cuidados de um pet sitter ou contar com alguém de sua confiança que possa ir em casa trocar a água, colocar comida e limpar as caixinhas de areia diariamente”, explica Nathalia.

    Caso o animal acompanhe o tutor no passeio será necessário investir em medidas que diminuam o estresse do pet, como usar feromônios espécie-específicos e  
    acostumá-lo o a usar a caixa de transporte com antecedência.

    Para os felinos idosos, a recomendação é evitar as viagens, pois o estresse do transporte e do novo ambiente pode ser desgastante demais para os gatos e ocasionar sérios problemas de saúde.

  • 5 de cada 10 mulheres não cuidam de sua saúde sexual

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    – Apesar de argumentar que têm as informações, 45% nunca fizeram um teste de DST ou planejam fazê-lo em breve.

    – 45% nunca usam preservativo com seu parceiro estável.

    O dia mundial da Saúde Sexual e Reprodutiva é celebrado em 4 de setembro. Aproveitando a ocasião, o Gleeden, principal plataforma para encontros extraconjugais projetados por e para mulheres, perguntou aos seus usuários sobre hábitos de cuidados com a sua saúde sexual. O principal achado que chama a atenção é que 45% dos entrevistados mencionaram nunca ter feito o teste de doenças sexualmente transmissíveis, enquanto 40% o fazem uma vez por ano, e apenas 6% a cada seis meses e 3% a cada três meses.

    Embora 97% considerem que sua educação sexual tem sido muito boa ou boa e até 92% considerem que têm uma saúde sexual muito boa; na prática, há pouco hábito de fazer exames que deveriam ser de rotina.

    Além disso, embora a maioria das atividades tenha sido retomada durante a pandemia, apenas 34% já agendou consulta para exames relacionados à saúde sexual e reprodutiva. Contra os 47% que não contemplam e 18% que mencionam que vão esperar mais alguns meses para ter uma revisão.

    Nesse sentido, Paulina Millán, sexóloga e diretora de Pesquisa do Instituto Mexicano de Sexologia, explica que “há uma falsa percepção sobre a educação sexual. Muitas vezes as pessoas pensam que por saber sobre sexo e conhecer anticoncepcionais já receberam uma educação a esse respeito. No entanto, elas precisam considerar aspectos como prevenção, prazer e até violência sexual. Por isso esse dia é tão importante, para falar mais sobre o assunto e aprofundar na detecção de doenças”.

    Agora, parece que quem mais cuida de sua saúde sexual e reprodutiva são os infiéis, pois a maioria (82%) revelou que sempre usa preservativo nas relações sexuais com o amante. Enquanto com o parceiro estável, 45% nunca usa preservativo e 47% o faz.

    Em referência a isso, a sexóloga Paulina Millán acredita que, “Continuamos com uma educação meio moralista, onde se acredita que as pessoas só têm um parceiro sexual em toda a vida, quando a realidade se mostra diferente disso. Você precisa estar mais aberto para falar sobre todos os encontros sexuais que você tem, não só se preocupar com uma gravidez, mas também sobre doenças sexualmente transmissíveis e ter a confiança para perguntar ou fazer o teste com cada parceiro que você tiver, mesmo que seja um novo relacionamento ou casual”.

    A pandemia afetou alguma coisa?

    75% mencionam que a pandemia não afetou sua saúde sexual e 83% que também não afetou seus cuidados reprodutivos. Além disso, 97% responderam que não tiveram dificuldade em obter anticoncepcionais ou medicamentos para cuidar dos órgãos reprodutivos.

    A sexóloga Paulina Millán conclui: Em geral, falta divulgação e maior disponibilidade de laboratórios e clínicas para que as pessoas possam ir e fazer um pacote completo de testes de detecção, não só do HIV, mas também de outras doenças como gonorreia, sífilis, hepatite, etc. Além disso, a maioria das pessoas desconhece que já existem vacinas preventivas ou acredita que, se não tiverem um sintoma visível nos órgãos sexuais, estão saudáveis, quando existe a possibilidade de serem portadores de muitas doenças que não apresentam sintomas”.

    Vale ressaltar que o Gleeden promove o exercício de uma sexualidade escolhida, protegida e saudável.

    * Pesquisa online realizada de 25 a 30 de setembro com 8.770 usuários do Gleeden.

  • Chalés da Cuesta: um refúgio no interior de São Paulo

    Para deixar de lado a vida corrida dos grandes centros urbanos não é preciso ir muito longe. A menos de duas horas da cidade de São Paulo, em uma das regiões mais bonitas do interior do estado – as Cuestas paulistas –, os Chalés da Cuesta oferecem uma experiência autêntica de conexão com a natureza.

    Com muita privacidade, o empreendimento consiste em três chalés rústicos na cidade de Pardinho, próxima a Botucatu. Em estilo suíço e muito aconchegantes, são ideais para quem busca a simplicidade e o bem-estar da vida rural. Cada chalé conta com dois quartos, cozinha completa, salas de jantar e de TV, estacionamento, pergolado e redário. Com capacidade para até sete pessoas, os chalés acomodam bem famílias, casais e grupos de amigos.

    Para as noites de frio, há lareira ecológica e aparelho de fondue. Em breve, os chalés serão equipados com ofurô e uma área gourmet com fogão a lenha, forno de pizza e churrasqueira. Disponíveis para locação por temporada, as acomodações estão a 1.000 m de altitude, no ponto mais alto da Cuesta de Pardinho, com vista panorâmica para as belezas do entorno.

    Ao fim do dia, um pôr do sol inesquecível se apresenta sobre os paredões da Cuesta, o relevo característico dessa região do interior de São Paulo. Os Chalés da Cuesta estão no centro do hub turístico, o que é uma vantagem para quem deseja fazer passeios pela região. Entre as atrações locais estão mirantes naturais, cachoeiras, propriedades rurais e atividades de aventura, como parapente, rapel, escalada e mais.

    A bela e pacata Pardinho é marcada pela cultura rural, pela gastronomia caipira e pelas belas paisagens da Cuesta. Está localizada 180 km de São Paulo, com fácil acesso pelas Rodovias Castelo Branco e Marechal Rondon.

    Chalés da Cuesta

    Acesso Castelo Branco km 193 – Rodovia João Emílio Roder, 2.500 – Eixo Turístico Cuesta, Pardinho/SP

    Contato: chalesdacuesta@gmail.com

    Mais informações em: chalesdacuesta.com.br

  • Vinícola Góes homenageia patriarca com vinho premium

    Empresa lança produto inédito: um vinho branco licoroso que passou oito anos em barricas de carvalho francês e americano

    Depois de quase seis décadas, a Vinícola Góes faz uma releitura da sua própria história com o lançamento do vinho GUMERCINDO DE GÓES, o homem responsável pelo primeiro envase de um vinho branco licoroso na empresa em 1963. Da safra original restam pouquíssimas garrafas, guardadas com cuidado e carinho pela família.

    A produção comercial de vinhos pelos Góes começou há mais de 80 anos, com a diversificação dos negócios da família, descendentes de portugueses e produtores rurais da cidade de São Roque (SP). Mas é pelas mãos de Gumercindo que a Vinícola Góes toma protagonismo nessa longa história. O novo vinho é uma homenagem de seus filhos, netos e bisnetos a esse legado.

    Feito com uvas BRS Lorena (um cruzamento das variedades Malvasia Bianca e Seyval, criado pela EMBRAPA – RS) cultivadas nas terras da empresa, em São Roque, o vinho licoroso é resultante dos frutos colhidos na safra de 2011, fermentado e fortificado com destilado da própria uva que permaneceu por oito anos em barricas de carvalho francês e americano de 4º, 5º e 6º uso. O teor alcóolico final é de 18%.

    “Desde antes de seu lançamento oficial esse vinho já nos alegra, pois foi premiado com Medalha de Bronze no concurso de vinhos mais importante do mundo, o Decanter World Wines Awards 2021, realizado em Londres”, conta o enólogo Fábio Góes, da quarta geração da família e o criador do vinho. “Tudo isso é possível graças ao amor que temos pela terra, o respeito a nossa história, o investimento em tecnologia e inovação, o trabalho cuidadoso com as variedades de uvas e, sem dúvida, a proximidade com nossos clientes”, completa o enólogo.

    O vinho licoroso GUMERCINDO DE GÓES se junta ao portfólio da vinicola, que a cada ano vem se dedicando mais a revelar a melhor expressão do terroir paulista, já comprovada com os também premiados Philosophia Cabernet Franc e o Tempos de Góes Reserva Sauvignon Blanc.

    Fortificado

    Os vinhos fortificados (licorosos, como são conhecidos no Brasil) formam uma categoria de produtos cuja principal característica é a adição do destilado vínico – feito das próprias uvas – para interromper a fermentação e assim conservar parte do açúcar natural da fruta, obtendo um vinho doce, forte e concentrado.

    De acordo com a legislação brasileira, os vinhos licorosos podem ter entre 14 e 18 graus de álcool, o que os diferencia dos vinhos tranquilos e espumantes em geral, que não podem ultrapassar os 14 graus. Vale destacar que a fortificação não apenas aumenta a graduação alcoólica como também favorece uma série de alterações sensoriais ao produto, reforçadas pelo amadurecimento prolongado em barricas, obtendo assim vinhos doces com texturas espessas e sabores robustos.

    Vinhos licorosos/fortificados são uma ótima opção para a expansão do paladar e para a busca de novas experiências.

    Branco Licoroso Gumercindo de Góes

    O branco licoroso GUMERCINDO DE GÓES tem aspecto límpido e brilhante, com intensa coloração âmbar e reflexos dourados.

    No aroma destacam-se as uvas passas, mel, amêndoas adoçadas, especiarias (cravo e canela) e tabaco, resultando um bouquet elegante.

    No paladar tem grande estrutura, com acidez equilibrada, notável complexidade e final longo.

    Sua harmonização é versátil, desde as entradas com queijos gorgonzola e roquefort, azeitonas (patê ou em conserva) e petiscos com mel e pimenta vermelha, além das bruschetas ou canapés. Ideal também para acompanhar sobremesas, como os doces que levam castanhas (nozes, amêndoas, castanha do Pará ou de caju), com frutas secas como damascos e figos e também com chocolate meio amargo.

  • 7 erros de postura cometidos nos serviços domésticos

    Primeiramente, é bom dizer que homens e mulheres podem cometer esses erros posturais ao cuidarem da casa e dos serviços domésticos.

    E, cuidar do serviço doméstico, não é fácil! Em tempos de pandemia, organizar, limpar e cozinhar tem sido atividades rotineiras para muitas pessoas, que antes trabalhavam fora ou que tinham alguém para ajudar nas tarefas do lar.


    O que quase ninguém imagina é que ao realizar tarefas domésticas, a maioria das pessoas adota posturas que podem elevar a chance do aparecimento de dores na coluna, no pescoço, nas pernas e nos ombros.

    Conforto na postura

    Segundo a fisioterapeuta Walkiria Brunetti, especialista em RPG e Pilates, ao longo da vida, assumimos posturas que nos deem mais conforto ao realizarmos determinados movimentos.

    “Todavia, a comodidade nem sempre é saudável para a saúde musculoesquelética. Quanto mais confortável a postura estiver, maior é o risco de um vício postural se instalar”, alerta a especialista.

    “Normalmente, as pessoas atribuem os vícios de postura ao trabalho ou à escola, por exemplo. Porém, adotamos posturas erradas o tempo todo, inclusive quando realizamos serviços domésticos.”, comenta Walkíria.

    Com a ajuda da especialista, vamos falar dos 7 principais vícios posturais de quem cuida das tarefas domésticas, homens e mulheres, e como corrigir essas posturas para prevenir dores e lesões.


    1- Varrer, aspirar, passar pano no chão…

    Aspirar, varrer e passar pano. Essas atividades, comuns no dia a dia doméstico, podem ser vilãs da saúde musculoesquelética. Em geral, a tendência é abaixar-se, jogando o tronco para frente. Porém, essa curvatura pode gerar dores lombares e na cervical, pois sobrecarrega as articulações da coluna.

    Como corrigir essa postura?
    Escolha vassouras ou rodos com cabos mais altos. Ao usá-los, mantenha a coluna ereta. No caso dos aspiradores, procure flexionar os joelhos ao curvar-se para utilizá-lo.

    Quando for possível, procure deixar o tubo do aspirador mais alto, para evitar a flexão de tronco. Nesse grupo temos ainda as pás de lixo. Compre, preferencialmente, as que têm o cabo mais longo. Com isso, evita-se a inclinação do tronco até o chão na hora de recolher o lixo.

    2- Lavar louça
    Há quem deteste lavar louça, mas é inevitável! O problema é que no Brasil, não há muito padrão quando o assunto é a altura da pia da cozinha. Algumas podem ser altas, outras baixas demais. Uma medida que pode ser usada é a seguinte: em média, a altura do chão até a pia é de 88 a 90 cm. Essa medida é ideal para quem tem até 1,60 cm.

    Como corrigir a postura?
    Uma dica importante é sempre manter a coluna ereta. Evite abaixar muito o tronco e o pescoço. Quando a pia é muito alta, procure usar uma espécie de piso elevador, que pode ser um banquinho, uma madeira etc. Quando a pia tem uma boa altura, e mesmo assim há dor nas costas, pegue um pote de sorvete e descanse uma perna por vez.

    Essas dicas valem para qualquer atividade que seja realizada na pia da cozinha ou para balcões que tenham essa mesma altura.

    3- Levantar objetos do chão
    Esse é um movimento clássico no dia a dia da maioria das pessoas. Abaixar-se para pegar uma criança no colo, uma caixa, um objeto que caiu, uma panela embaixo da pia. E quase todo mundo agacha sem dobrar os joelhos. Nunca faça isso!

    Como corrigir essa postura?
    É fácil! Quando for se abaixar, dobre os joelhos devagar, com os pés afastados e a coluna reta. Quando for se levantar, carregue o bebê ou o objeto próximo ao corpo.

    4-Escolher feijão
    Esse é um hábito bem brasileiro, já que o feijão é parte da alimentação da maioria da população. E saiba que também há um jeito certo para evitar dores no pescoço e nas costas.

    Como corrigir essa postura? O ideal é tentar elevar um pouco o escorredor para não fazer tanta flexão no pescoço, como, por exemplo, fazemos com o celular. Caso faça isso na mesa da cozinha, coloque algum objeto embaixo do escorredor para não abaixar tanto a cabeça. A mesma dica vale se for escolher o feijão na pia da cozinha ou em um balcão.

    5- Rotação do tronco
    Imagine a cena: você precisa pegar um tempero na pia que está do seu lado. Você está de frente para a pia. Ao invés de girar todo o corpo para o lado em que o objeto se encontra, você vira apenas o tronco. Errado! Isso pode causar dores na região lombar, principalmente.

    Como corrigir essa postura? Para movimentos de rotação, o melhor é fazer um movimento mais global, evitando a torção da coluna, principalmente lombar. Ou seja, gire o corpo todo e não apenas o tronco.

    6- Passar roupa
    Passar roupa é um hábito bem brasileiro, mas quase em desuso. Mas, para quem gosta das roupas bem engomadas, saiba que essa atividade também pode gerar dores no pescoço e nas costas.

    Como corrigir essa postura?
    Para passar roupas, o melhor é que a tábua não seja tão baixa. Opte pelas mais altas, se possível, aquelas com regulagem, pois isso vai ajudar a adaptar à altura. Cuidado para não flexionar tanto o pescoço. Para evitar dores na região lombar, utilize a ideia do pote de sorvete para descansar a perna. Lembre-se de alternar, ou seja, descanse as duas pernas por igual.

    7- Pegar objetos no alto
    Com apartamentos cada vez menores, o espaço precisa ser aproveitado por completo. Com isso, os móveis planejados podem ir até o teto ou serem altos demais. Portanto, pegar utensílios de cozinha ou roupas no alto faz parte do dia a dia de uma casa. Mas, até nesse movimento podemos nos machucar. A postura clássica é esticar ao máximo os braços e ficar na ponta dos pés! Não faça isso!

    Como corrigir essa postura?
    Quando precisar pegar objetos no alto, use uma pequena escada ou banquinho, pois o movimento de elevar os ombros acima da cabeça, feito com com muita frequência, pode gerar a síndrome do Impacto do Ombro ou tendinite dos músculos do Manguito Rotador.

    Porém, tome cuidado para não cair da escada. Caso não tenha muito equilíbrio, ou sofra com labirintite e vertigem, procure deixar os utensílios que mais usa em locais mais baixos.

    “Uma dica importante é aumentar a consciência corporal durante os movimentos do dia a dia. Atividades como o Pilates e a Reeducação Postural Global (RPG), podem contribuir para melhorar a postura, bem como reduzir dores, melhorar o equilíbrio e fortalecer a musculatura que sustenta a coluna”, finaliza Walkíria.

  • Aftas e feridas podem ser sinal de carência de vitaminas

    Aftas e feridas: lesões bucais podem ser sinal de carência de vitaminas ou até mesmo covid-19

    Especialistas alertam para necessidade de identificar causa e origem das lesões, principalmente durante pandemia

    Tratamento dentário, carência de vitaminas e minerais, alterações hormonais e sensibilidade alimentar são algumas das causas para o aparecimento de aftas. Porém, um novo possível fator para o surgimento da pequena lesão é a covid-19, que já possui um dos sintomas mais comuns relacionados à boca: a diminuição ou perda total do paladar (ageusia e hipogeusia). Nesse quadro, um estudo publicado pelo Journal of Dental Research apontou que úlceras aftosas, lesões herpéticas e infecções fúngicas foram problemas frequentes de pessoas com covid-19.

    A partir dos resultados da pesquisa, foi observado que pacientes infectados pelo coronavírus registravam uma alteração bucal, apresentando lesões na mucosa oral. “Alguns desses estudos indicam o aparecimento dessas feridas com o início dos sintomas da covid-19. Embora ainda sejam descobertas recentes e que seguem sendo estudadas, há alguns indícios da relação de lesões bucais com o coronavírus. Além disso, na medicina e na odontologia, o aparecimento dessas feridas como indicativo de que a saúde do corpo não vai bem não é uma novidade. Diversas outras doenças podem gerar aftas e, inclusive, serem diagnosticadas precocemente a partir desse sinal do corpo”, explica o dentista e especialista em saúde coletiva da Neodent, João Piscinini. 

    Inúmeras causas

    A afta é uma pequena lesão que pode aparecer em vários locais da boca, como na língua, nas bochechas e nas margens dos lábios. Essas lesões costumam ser bastante incômodas ao ingerir algum alimento, por exemplo, e, em alguns casos, influenciar até na fala. Segundo o dentista, há diversos fatores que resultam na queda da imunidade e contribuem para o aparecimento da afta. “Nas mulheres, podem aparecer por conta das alterações hormonais no período de menstruação. Além disso, a alimentação também é um ponto a ser levado em conta. Alguns alimentos, como abacaxi, chocolate e nozes, não são recomendados para quem apresenta essas lesões”, comenta. 

    Problemas estomacais ou esofágicos também podem influenciar no surgimento das lesões. O especialista em saúde coletiva da Neodent afirma que essa pequena ferida está muito relacionada ao estresse intenso. “A gastrite nervosa é estimulada pelo estresse emocional. Por isso, pode haver uma relação entre esses dois fatores. Também, pessoas com refluxo gastroesofágico e dispepsia são propensas a terem aftas”, esclarece.  De acordo com Piscinini, a falta de alguns nutrientes pode aumentar o risco de pequenas lesões. “A carência de vitamina B12, vitamina C, zinco e ferro pode contribuir para que surjam as aftas. Há estudos também sobre a relação do aparecimento com vírus específicos, como é o caso das pesquisas que apontam para o coronavírus”, destaca. 

    Alternativas

    Outra condição que favorece as lesões é o aparelho ortodôntico. “Pessoas com aparelhos nos dentes, geralmente no início do uso do acessório bucal, podem sentir esse incômodo. Isso acontece por um microtrauma gerado pelo atrito do aparelho na mucosa da boca”, conta João Piscinini. “Uma alternativa para evitar esse tipo de problema seria o alinhador transparente, que não é fixo e pode ser removido para que o paciente possa comer e escovar os dentes sem complicações. E também não machucam, pois, diferente dos brackets convencionais, não têm superfícies cortantes nem metais, o que dá conforto e ainda traz um avanço estético para os alinhadores”, complementa. 

    A afta costuma desaparecer após uma ou duas semanas. Porém, o especialista destaca que, caso o paciente sinta muita dor, há medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios que podem auxiliar. “Algumas pomadas específicas aliviam a dor. Outra dica é evitar alimentos muito temperados ou ácidos para diminuir a irritação no local. Mas, caso o paciente tenha afta com muita frequência ou que não desapareça após, no máximo, duas semanas, o indicado é procurar um profissional para avaliar a saúde bucal e sistêmica como um todo”, aponta o dentista. 

  • Contribuição do Japão na agricultura brasileira é tema de podcast

    Contribuição do Japão na agricultura brasileira é tema de novo episódio do podcast Japão sem Escalas

    Professor Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócios da FGV, é o convidado especial

     Na próxima segunda-feira, dia 6 de setembro, o podcast Japão sem Escalas lança o segundo episódio de sua quarta temporada. O tema abordado é a agricultura e a contribuição dos japoneses no setor no Brasil. Para falar sobre o assunto, o convidado especial é o professor Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas e embaixador para cooperativas da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

    Rodrigues tem uma forte conexão com o arquipélago japonês, ele ocupa um dos assentos do chamado Wise Men Group (WMG), composto por cinco notáveis do Brasil e cinco do Japão, cuja missão é apresentar e debater propostas de estímulo ao intercâmbio econômico entre os dois países e, em 2019, foi condecorado pelo imperador com a Ordem do Sol Nascente, Estrela de Ouro e Prata.

    O agronegócio é um vetor essencial do crescimento econômico brasileiro. De acordo com Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em 2020, o setor registrou uma expansão recorde de 24,31%, na comparação com 2019 e ampliou para 26,6% sua participação no PIB total do país. Em 2019, este percentual foi de 20,5%.

    Os japoneses tiveram uma enorme contribuição para o setor ao longo da história. Os primeiros imigrantes chegaram ao Brasil em 1908 e trouxeram com eles experiência agrícola e técnicas de cultivo, adubação e alimentos, o que permitiu um novo olhar à agricultura no país.

    Durante o episódio, o professor fala sobre as principais contribuições para o desenvolvimento do setor, como o cooperativismo, a criação dos cinturões verdes, novas tecnologias e também projetos que ajudaram a desenvolver regiões antes não exploradas, como o cerrado, com o Proceder (Programa de Cooperação Nipo-Brasileiro
    para o Desenvolvimento Agrícola dos Cerrados).

    O podcast Japão sem Escalas é uma iniciativa Aoki Media com apoio do Consulado Geral do Japão em São Paulo. Ele pode ser acessado por meio das principais plataformas streaming.

    Mais sobre a quarta temporada

    A quarta temporada teve início em agosto com episódios mensais. A programação inclui temas relacionados às influências da cultura e filosofia japonesas no Brasil, além de elementos de intercâmbio cultural entre os países. Os episódios tem sempre um convidado especial. Além de agricultura, outros temas abordados são: a metodologia de melhoria contínua Kaizen, esportes e Olimpíadas, saquê, intercâmbio no arquipélago, o ensino do japonês no Brasil e música.

    O quadro “Nihongo Shiranai”, presente em todos os episódios, segue ensinando palavras e expressões na língua oficial do Japão e é apresentado pela professora Sarah Fuidio, do canal “Fale em Japonês”. Os ouvintes podem acompanhar lições de japonês úteis para o dia a dia durante o programa, e a grafia poderá ser conferida nas redes sociais: Instagram (@japaosemescalas), Facebook (Japão sem Escalas) e Twitter (@japaosemescalas).

    O Japão sem Escalas é apresentado por Tatiana Aoki, nikkei, jornalista, ex- bolsista JICA e CEO da Aoki Media. A quarta temporada tem oito episódios e reúne entrevistas, depoimentos e discussões aprofundadas e conectadas com a atualidade. O podcast é direcionado para todas as pessoas que têm interesse em conhecer mais sobre o Japão, a sua cultura em geral, e que sonham em viajar ou estudar no país. A produção está disponível nas principais plataformas de streaming (Spotify, Google, Apple e Deezer e Youtube).