Autor: agitosp

  • Mitos e verdades sobre o azeite de oliva

    Gallo, marca especialista em azeites, convida todos a desvendarem algumas das principais dúvidas sobre o ingrediente que está presente em diversas culinárias ao redor do mundo

    O azeite de oliva se tornou um dos queridinhos da alimentação dos brasileiros, que têm se mostrado cada vez mais preocupados em levar saúde e equilíbrio à mesa. E, para sanar algumas dúvidas ainda presentes no dia a dia, Gallo, marca especialista em azeites, ajuda a desvendar os principais mistérios sobre o ingrediente e a conhecer melhor suas propriedades para orientar a alimentação diária.

    “Sempre ligado a uma alimentação saudável, o azeite de oliva tem diversas características, como ser uma gordura estável e resistente a altas temperaturas, ser um produto 100% natural e sem conservantes. O consumo do item é algo que deve ser incorporado ao dia a dia, juntamente a prática de exercícios para que tenhamos uma vida balanceada e em equilíbrio”, explica Marina Sallum, gerente de novos negócios da Equilibrium, parceira de pesquisas da Gallo no Brasil.

    Marina também explica alguns mitos e verdades que são comuns em relação a estes produtos: “quando o azeite está mais picante, as pessoas acham que é ácido, mas isso é um mito, pois a acidez não tem cheiro, gosto, nem cor, só com testes laboratoriais é possível se detectar”. Para a manutenção da qualidade, é preciso sempre seguir as recomendações na embalagem: manter em temperatura ambiente, ao abrigo de luz e calor, por isso é verdade que as garrafas escuras ajudam a manter a qualidade do produto.

    Para entendermos todos os detalhes deste super alimento, confira abaixo alguns mitos e verdades sobre o consumo de azeites:

     

    1. O azeite de oliva pode ser usado para fritar?

    Pode! O azeite de oliva é a gordura mais estável e resistente a altas temperaturas e também é a gordura vegetal mais saudável que existe. Ele não perde suas características de saudabilidade ao ser aquecido.

    É popular a crença de que o aquecimento do azeite faria com que as gorduras insaturadas do produto se tornassem saturadas, e que o seu consumo em pratos quentes pudesse causar algum prejuízo para a saúde. Entretanto, estudos recentes comprovam que o aquecimento do azeite até 180ºC não seria o suficiente para alterar suas propriedades nutricionais do óleo.

    Mudanças na composição do produto só ocorrem a partir de 210ºC e, ainda assim, quando comparadas a mudanças de óleos convencionais, como o de soja, milho, girassol, a observada no azeite de oliva extravirgem é significativamente inferior. Pelo contrário, entre os óleos, o que mais suporta a elevação de temperatura é o azeite.

    Além disso, diferente das outras gorduras comumente utilizadas na cozinha, o azeite de oliva após aquecido continua ajudando na redução do colesterol “ruim” e no menor risco de doenças cardiovasculares.

     

    2. A qualidade do azeite é medida pela acidez? Quanto menor a acidez maior a qualidade?

    Não, isso é mito. A acidez é apenas um dos parâmetros de qualidade e não sua determinante.

    A acidez não tem cheiro, cor ou sabor e representa a proporção de ácidos graxos livres presentes no azeite. Existem azeites extravirgem com perfis diferentes de sabor, mas com mesmo grau de acidez. Por este motivo o consumidor não deve escolher o azeite pela acidez, e sim verificar se o produto é produzido por empresas renomadas e que já conhecem e confiam, devendo sempre desconfiar da qualidade de produtos com preços muito inferiores.

    Não é só apenas a acidez que vai determinar se o produto é bom, sendo necessário considerar também itens como índice de peróxidos, absorbância em ultravioleta e características organolépticas.

     

    3. Azeite engorda?

    O azeite de oliva é uma gordura saudável, mas assim como todo alimento, deve ser consumido de forma equilibrada. De acordo com o International Dietary Guidelines, os nutricionistas recomendam consumir, no mínimo, o equivalente a duas colheres de sopa do produto. Dessa forma, é possível aproveitar todos os benefícios que ele proporciona.

    Em uma dieta balanceada, por exemplo, deve ser consumido diariamente 15% de proteína, 55% de carboidrato e 30% de gordura e, neste caso, a mais indicada é o azeite pelos benefícios que possui.

     

    4. Quais são os benefícios de consumir o azeite de oliva?

    O azeite de oliva é um produto 100% natural, obtido diretamente das azeitonas, e seu consumo regular é importante porque está associado a diversos benefícios à saúde, entre eles: redução do colesterol, proteção contra doenças cardiovasculares, ação antioxidante, menor risco ao desenvolvimento de osteoporose, ação anti inflamatória, melhora dos níveis de glicemia e até participação na prevenção de alguns tipos de câncer.

    O uso do azeite em preparações culinárias, por muito tempo, foi permeado por diversas crenças que pesquisadores trabalharam sem descanso para desmistificar. Hoje, é sabido que o azeite de oliva, em especial o extravirgem, não só pode, como deve ser usado em receitas, sendo nutricionalmente superior à margarina, manteiga, banha e óleos de coco, canola, de girassol e de soja.

    Em relação ao perfil lipídico, o azeite de oliva extravirgem apresenta maior quantidade de ácidos graxos relacionados à benefícios na saúde humana do que margarina, manteiga, banha e óleo de coco, mesmo após submissão ao calor. É também mais estável à oxidação, responsável pela produção de compostos nocivos ao organismo pelo fato destes apresentarem um teor alto de ácidos graxos poliinsaturados, o que os torna mais suscetíveis à ação de radicais livres, acelerando o processo de degradação dos produtos.

     

    5. O azeite em vidro claro estraga? O envasado em vidro escuro é melhor?

    A exposição direta do azeite à luz causa degradação dos ácidos graxos e demais componentes antioxidantes encontrados no produto, além de afetar seu sabor e aroma. Por este motivo, Gallo foi pioneira e trouxe para o mercado o azeite em vidro escuro. Hoje 75% de toda a produção do azeite Gallo é em garrafas escuras e 25% em latas. Porém, não é somente o efeito da luz que oxida e degrada o azeite, o contato direto com o calor e ar também prejudicam a sua qualidade. Por isso, não é recomendado deixar o azeite aberto e nem próximo a fontes de calor.

     

    6. O azeite de cor verde é melhor do que o dourado?

    A coloração do azeite depende do processo de maturação da azeitona utilizada em sua produção. Quanto mais nova é a azeitona, mais verde será o azeite e quanto mais madura, mais amarelado, ou dourado será. Já a cor alaranjada é proveniente de uma azeitona de baixa qualidade ou quando o azeite fica em contato com luz ou calor.

     

    7. O azeite tem conservantes? Quais são seus ingredientes?

    Não. O azeite não contém conservantes, ele é um produto 100% natural, feito somente do suco da azeitona. O azeite de oliva extravirgem é obtido após prensagem a frio, sem qualquer aditivo químico ou água, não há qualquer tratamento industrial que altere a pureza do produto.

     

    8. O azeite tem prazo de validade?

    A Gallo estipulou 18 meses de validade para seus azeites. Durante este período e desde que conservado adequadamente, como armazenado em local seco, longe de fonte de calor e devidamente fechado, Gallo assegura que todas as qualidades dos azeites se mantêm. Após 18 meses, a ingestão do produto não fará mal à saúde, mas perderá sabor e aroma.

     

    9. O azeite é considerado um alimento processado?

    Não. O Guia Alimentar para a População Brasileira classifica o azeite no grupo de alimentos minimamente processados, como um produto extraído de alimentos in natura ou diretamente da natureza e usado pelas pessoas para temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias.

     

    10. Quando é indicado utilizar o Azeite?

    O azeite talvez seja um dos ingredientes mais versáteis para se ter na cozinha. Ele pode ser incluído em receitas salgadas e doces, frias ou quentes, agregando mais sabor e nutrientes às preparações sejam elas cruas, assadas, grelhadas ou refogadas, cozidas em água ou vapor e até mesmo frituras.

     

    11. O azeite previne doenças crônicas?

    Sim, previne! Os antioxidantes presentes nos óleos vegetais representam um grande benefício à saúde dos consumidores e à indústria de alimentos, por terem respectivamente potencial efeito na prevenção de doenças crônicas e na estabilidade dos produtos, agindo contra radicais livres promotores de oxidação lipídica (e, consequente, da degradação dos óleos).

    Quando o assunto é saúde, a importância de compostos antioxidantes reside na proteção de sistemas biológicos contra a ação de espécies reativas de oxigênio e nitrogênio, também conhecidos por radicais livres, responsáveis por danos oxidativos aos lipídeos, proteínas e ácidos nucleicos do organismo.

     

    12. Qual a diferença do azeite comum para o orgânico? Ele é mais saudável?

    No que diz respeito à nutrição, alimentos orgânicos têm mais de certos minerais, vitaminas e compostos bioativos que os convencionais; em relação aos macronutrientes como carboidratos, proteínas e gorduras, a diferença não é significativa.

    Quanto ao sabor, testes realizados com consumidores convergem para a opinião de que os alimentos orgânicos ainda são mais saborosos. Em contrapartida, pela maior concentração hídrica destes alimentos, eles se tornam menos duráveis que os convencionais, precisando ser consumidos mais rapidamente.

  • 3 receitas de entradas sem carne

    3 receitas de entradas sem carne para servir na próxima reunião com amigos ou família

    Você já experimentou usar o Vinagre Balsâmico em outras receitas além das saladas? Esse ingrediente versátil pode dar um toque especial às entradas durante um encontro com amigos ou almoço com a família. Confira três receitas de entradas sem carne e surpreenda seus convidados.

    DELÍCIA CAPRESE

    • Rendimento: 12 unidades
    • Tempo de Preparo: 30 minutos
    • Calorias: 40 a unidade
    • Ingredientes:
    • 12 bolinhas de muçarela de búfala
    • 12 folhas de manjericão
    • 12 tomatinhos grape
    • Creme Balsâmico Tradicional Castelo

    Modo de Preparo:

    Coloque em espetinhos coloridos, uma bolinha de muçarela de búfala, uma folha de manjericão e um tomatinho grape. Regue com o Creme Balsâmico Tradicional Castelo e sirva.

    BURRATA COM TOMATE CONFIT E ERVAS

    Rendimento: 6 porções

    Tempo de Preparo: 40 minutos

    Calorias: 190 a porção

    Ingredientes:

    400 g de tomates sweet grape

    4 dentes de alho laminados

    1 colher (chá) de sal

    1/4 xícara (chá) de Azeite de Oliva Castelo

    ¼ xícara (chá) Vinagre Balsâmico Tradicional Castelo

    Manjericão fresco a gosto

    1 queijo Burrata de búfala médio (200g)

    Modo de Preparo:

    Coloque os tomates em uma assadeira e misture com o alho, o sal, o Azeite de Oliva Castelo e Vinagre Balsâmico Tradicional Castelo. Leve ao forno médio (180℃), por cerca de 25 minutos, mexendo no meio do cozimento. Retire e adicione as folhas de manjericão. Coloque a burrata no centro de um prato e distribua os tomates em volta. Se quiser, regue com mais Azeite de Oliva Castelo. Sirva com torradinhas.

    SALADA DE ARROZ NUTRITIVA COM CREME DE BALSÂMICO

    Rendimento: 10 porções

    Tempo de Preparo: 2 horas

    258 kcal/porção

    Ingredientes:

    1 pacote de arroz 7 grãos (500g)

    Sal a gosto

    2 cebolas roxas cortadas em fatias finas

    200 g de tomate-cereja

    2 colheres (sopa) de cebolinha picada

    2 colheres (sopa) de salsa picada

    Pimenta a gosto

    2 colheres (sopa) de Azeite de Oliva Castelo

    1 frasco de Creme de Balsâmico Tradicional Castelo

    Modo de Preparo:

    Cozinhe o arroz com água e sal. Reserve. Em uma travessa, coloque o arroz cozido, as cebolas, os tomates cortados ao meio, a cebolinha e a salsa. Tempere com sal, pimenta e o Azeite de Oliva Castelo. Leve para geladeira. Finalize a preparação com Creme de Balsâmico Tradicional Castelo por cima do arroz e sirva com folhas verdes.

  • Bicudinho-do-brejo completa 16 anos

     

    Ameaçado de extinção, bicudinho-do-brejo completa 16 anos e pesquisa bate recorde de monitoramento da espécie na natureza

    Animal foi acompanhado desde o ovo, em 2007, e agora ajuda biólogos a entenderem os impactos da subida do mar e das mudanças climáticas nestas aves; parceria com o Zoo de SP vai ampliar ações de conservação

     

     

    No início do mês de novembro, a equipe do projeto Bicudinho-do-brejo comemorou uma grande conquista para a ciência e a preservação da espécie. Durante expedição científica, os pesquisadores avistaram Rosaldo, um pequeno pássaro ameaçado de extinção que completou 16 anos em outubro. Com o aniversário veio também o recorde de tempo de monitoramento de um indivíduo desta linhagem na natureza no Brasil.

     

    A ave foi localizada num pequeno ninho na Ilha do Jundiaquara, em Guaratuba, no sul do Paraná, em 2007, e com nove dias foi marcada com duas anilhas pela pesquisadora Bianca Reinert, que dedicou a vida ao estudo da espécie.

     

    De acordo com Giovana Sandretti-Silva, coordenadora do projeto, os achados decorrentes da pesquisa de Bianca e de outros membros do grupo “contribuem para entender os impactos da subida do mar e de eventos climáticos na sobrevivência dos indivíduos, na capacidade de gerar filhotes e como a espécie responde a estes eventos que estão reduzindo a sobrevivência dos indivíduos e a capacidade de reprodução”.

     

    Neste sentido, complementa Giovanna, “comparamos as estratégias reprodutivas do Rosaldo ‘vovô’ com o tempo em que ele era jovem, bem como com seus ‘vizinhos’ mais novos. A proposta é verificar se existe capacidade de aprendizado com a experiência, o que diminuiria a preocupação com a sobrevivência da espécie em consequência da mudança climática”.

     

     

    A vida de Rosaldo

     

    Rosaldo foi cuidado e ensinado por seu pai até os 54 dias de vida quando partiu para suas próprias aventuras. Ao completar sete meses de vida encontrou uma parceira e foi morar no território em que vive até hoje, batizado em sua homenagem. Esse primeiro ‘casamento’ durou quatro anos e gerou três filhotes. Sua esposa, já idosa, acabou morrendo no início de 2012.

     

    Alguns meses depois, Rosaldo achou o grande amor de sua vida com quem foi formou uma família por mais de nove anos. O casal deu origem a outros oito filhotes. No entanto, em 2021, essa parceira de vida, que já completava 10 anos, também sumiu. A união com uma terceira parceira aconteceu ainda em 2021 mas não gerou descendentes, apesar das tentativas constantes.

    A troca de parceiros é comum para a espécie que vive em casais. As uniões duram a vida toda ou apenas um período, quando ocorre morte do parceiro ou mesmo ‘divórcios’.

     

     

    Parceria com o Zoológico de São Paulo

     

    Com o objetivo de viabilizar a execução de ações de conservação, o projeto em prol da espécie acaba de firmar uma parceria com o Zoológico de São Paulo. “Serão 10 anos de trabalho conjunto com o objetivo de aumentar a quantidade de ambientes de vida do bicudinho-do-brejo e ajudar para que mais filhotes nasçam e sobrevivam”, esclarece Marcos R. Bornschein, professor da Universidade Estadual Paulista (UNESP) e descobridor da espécie.

     

    Marina Somenzari, bióloga do Zoológico de São Paulo, explica que a instituição se dedica a conservar a diversidade da vida na Terra e reconheceu a urgência em ajudar o bicudinho-do-brejo, uma espécie ameaçada de extinção. “Ajudando o bicudinho, apreenderemos também como proteger muitas outras espécies brasileiras que necessitam de cuidados especiais”, conclui Marina Somenzari.

     

    Os projetos serão viabilizados por meio da cooperação técnica e científica das equipes do Projeto Bicudinho-do-brejo e do Zoológico de São Paulo, que contam com profissionais experientes na conservação da biodiversidade brasileira. 

     

     

    Aves na natureza

     

    Algumas aves podem viver muitos anos, como uma cacatua pet que chegou a 120 anos, segundo o blog A-ZAnimals (https://a-z-animals.com/blog/oldest-birds-of-all-time/). Papagaios e outros parentes são conhecidos por viverem muitos anos, assim como flamingos, em especial, quando sob cuidados humanos. A ave mais velha conhecida na natureza é uma fêmea de albatroz chamada Wisdom, que fez 71 anos quando foi registrada no final do ano passado. Já os passarinhos, normalmente vivem menos, por volta de 10 anos a 15 anos.

     

    O bicudinho-do-brejo mais velho já registrado pelo projeto viveu 16 anos e dois meses, marca que em breve deve ser ultrapassada por Rosaldo. A ave continuará sendo monitorada pelas equipes com a finalidade de proteger a espécie da extinção. Em razão do tempo de convivência com os biólogos do projeto, a ave se mantém tranquila em relação à proximidade com pessoas.  A próxima expedição da equipe do projeto está marcada para a segunda semana do mês de Dezembro. 

     

    “Rosaldo já não se importa com a presença dos humanos e há cada 30 minutos ele aparece para ser fotografado. Porém, ele vive bem no meio do brejo, o que dificulta o seu encontro” afirma Gabriel Marchi, jornalista e documentarista da vida selvagem, parceiro do Projeto Bicudinho-do-brejo.

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  • Acidentes domésticos: prevenção e tratamento

    Acidentes domésticos: prevenção e tratamento de lesões

    Descubra como proteger sua família de lesões e tratar acidentes comuns em casa

    Acidentes domésticos são bastante comuns, sejam por motivos de reforma, limpeza ou recriação de crianças dentro de casa. Com isso, a rotina da casa, que deveria ser segura, muitas vezes se torna um campo minado para quedas, contusões, queimaduras e outras lesões mais graves. 

    Para se ter uma ideia, dados do Ministério da Saúde revelaram a média de 32 mil acidentes domésticos no Brasil em 2020, período em que as pessoas ficaram reclusas pela pandemia.

    Pisos escorregadios, tapetes, quinas, deslocamento de móveis, a busca por objetos em lugares altos e que demandam escadas, estão entre outras atividades que podem causar acidentes. 

    Quais lesões são comuns em atividades domésticas?

    Entorses, contusões, concussões são algumas das consequências mais comuns dos acidentes domésticos. A tendinite também é comum resultado de movimentos repetitivos, como esfregar roupas, louças e superfícies. 

    Cortes e queimaduras podem ocorrer pelo contato com objetos pontiagudos ou quentes.

    Medidas preventivas contra acidentes domésticos 

    Para evitar lesões ao realizar tarefas domésticas, é fundamental adotar algumas estratégias, como a escolha de utensílios concebidos para minimizar a tensão na coluna, como vassouras e esfregões com cabos longos. Além disso, o uso de equipamentos ergonômicos, que reduzam a necessidade de curvar-se ou realizar movimentos de torção ao alcançar áreas de difícil acesso, é altamente recomendado.

    Cuidar da disposição dos móveis, tapetes e outros objetos em casa também evita quedas. Da mesma forma, é importante estar consciente da postura ao realizar as tarefas. Manter as costas retas e utilizar técnicas apropriadas de levantamento de peso pode minimizar o risco de lesões.

    Pequenos ajustes na maneira como as atividades diárias são realizadas podem ter um impacto significativo na segurança e bem-estar. Portanto, adotar essas precauções simples é um investimento na prevenção de lesões e na manutenção de uma vida saudável e ativa.

    Uma vez lesionado, o que fazer?

    Assim como em qualquer outra situação de lesão, o primeiro passo a ser tomado é avaliar o alcance e a gravidade da lesão. 

    Segundo a Drª Atsuko Nakagami Cetl, anestesiologista especializada em dor pela Associação Médica Brasileira (AMB), alguns dos sinais claros de que é essencial buscar atendimento médico imediato são: sangramentos significativos, incapacidade de movimentar uma parte machucada do corpo, dificuldade para andar, segurar objetos ou levantar um braço, ou se sentir confuso e sonolento após um golpe na cabeça

    Os tratamentos serão orientados com base na gravidade e extensão da lesão. “Procedimentos minimamente invasivos ou não invasivos oferecem soluções valiosas para otimizar a recuperação, reduzindo processos inflamatórios e a quantidade de analgésicos. Entre essas opções, estão a laserterapia, magnetoterapia, terapia por ondas de choque e o agulhamento a seco com infiltração de anestésico”, explica a médica.

    Lidar com lesões domésticas pode ser desafiador, mas ao seguir as orientações de tratamento apropriadas é possível otimizar o processo de recuperação e voltar ao melhor estado de saúde o mais rápido possível.

  • Como o cigarro eletrônico afeta sua saúde

    Os cigarros eletrônicos têm ganhado cada vez mais espaço entre os brasileiros. Segundo o Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria), o consumo desses dispositivos quadruplicou, entre 2018 e 2022, saltando de 500 mil para 2,2 milhões de usuários.

    Existem diversos tipos de cigarros eletrônicos. Ao consumir, o usuário inala aerossóis gerados pelo aquecimento de um líquido que, geralmente, contém nicotina, além de outras substâncias tóxicas à saúde responsáveis por dar sabor ao fumo. 

    Um dos grandes problemas do consumo é a alta concentração de nicotina presente no dispositivo. De acordo com a Associação Médica Brasileira, fumar um cigarro eletrônico equivale a consumir 20 cigarros convencionais. 

    Segundo Clarissa Bercam, pneumologista do Hospital Metropolitano Vale do Aço, “o corpo sente todos os efeitos do fumo, principalmente o pulmão, alvo de diversas lesões causadas pelo tabagismo”, alerta a profissional. 

    Entre as lesões, a principal e mais perigosa é a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), onde 80% dos casos são causados pelo tabagismo, segundo a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). 

    Com o objetivo de conscientizar e reduzir a carga da doença, foi criado o Dia Mundial da DPOC, lembrado em 17 de novembro. Em alusão a data, Clarissa traz algumas medidas para combater o tabagismo e, assim, evitar a doença. 

    Como parar de fumar?

    1. Busque apoio profissional: consulte um profissional de saúde para orientação e suporte. Existem programas e medicamentos que podem ajudar no processo.

    2. Identifique gatilhos: identificar situações ou emoções que desencadeiam o desejo de fumar pode ser útil para evitar o habito. Desenvolva estratégias alternativas para lidar com essas situações.

    3. Estabeleça metas pequenas: defina metas realistas para reduzir gradualmente o consumo de tabaco. Isso pode tornar o processo mais alcançável.

    4. Adote um estilo de vida saudável:pratique exercícios regularmente, mantenha uma dieta balanceada e evite o consumo de álcool em excesso para melhorar a saúde geral.

    “Ao tomar medidas concretas para combater o tabagismo, os indivíduos podem contribuir não apenas para a redução do risco de DPOC, mas também para uma melhoria significativa na saúde pulmonar e geral”, indica a pneumologista.

  • Arais do Carlinhos – unidade Vila Anália

    Hoje conhecemos o restaurante de culinária armênia Arais do Carlinhos, unidade que fica no Vila Anália.

    Ele fica bem na entrada do Vila em um balcão central e retangular, onde você se senta ao redor do bar em banquetas altas.

    De entrada há opções de Arais e os Enrolados. Mas o que é Arais? É um sanduíche criação da casa com um pão sírio prensado, grelhado e recheado. E o enrolado é um arais… enrolado rs lembra um wrap.

    Provamos o arais de queijo e alho ($30) e o enrolado de Kafta ($36) kafta espalhada e 🌯 enrolada no pão sírio com rúcula, tomate e queijo. Sao bem saborosos, e particularmente gostamos mais do arais, o pão sírio é mais tostado e fica mais fininho. Mas vale provar ambos 😉.

    Dos pratos, pedimos o charutinho na folha de 🍇 uva ($42) com molho de tomate e o kibe na grelha ($42) com cebola, hortelã e coalhada seca. O charutinho estava delicioso.

    Sobremesa tem o Arais doce com queijo e goiabada ($18).

  • Sua ideia pode virar selo em 2025

    Sua ideia pode virar selo em 2025 – sugestões podem ser enviadas até 30 de novembro

    Os Correios recebem, até o dia 30 de novembro, propostas para os selos especiais e comemorativos que serão emitidos em 2025. Para cadastrar as sugestões, basta acessar o sistema “Sua Ideia Pode Virar Selo”.  

    A sociedade em geral pode usar a criatividade e indicar motivos. Os critérios para as propostas de motivos estão disponíveis na Portaria 7204/2022 do MCOM. As sugestões serão avaliadas e, caso aprovadas, serão tema de selos em 2025. 

    Motivos de 2024 – Os eixos temáticos do Programa de Selos Postais – PSP são definidos anualmente pela Comissão Filatélica Nacional (CFN), e homologados pelo Ministérios das Comunicações. Os motivos eleitos ano passado para compor o PSP 2024 foram: Bicentenário da Primeira Constituição do Brasil; Homenagem a Paulo Freire; PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais); Mulheres Pioneiras da Ciência Brasileira; e Baiana do Acarajé. Os motivos retratam fatos históricos, personalidades e a diversidade cultural do Brasil. 

    É possível conferir e adquirir as emissões anteriores na Loja Virtual dos Correios.

  • Dicas para evitar e tratar assaduras nas coxas

    Ondas de calor – Dicas para evitar e tratar assaduras nas coxas

    Com as altas temperaturas é muito comum surgirem irritações e assaduras na pele, principalmente em áreas de dobras como, virilha, axila, seios, levando desconforto pois pode ocorrer coceira, ardor e a longo prazo escurecimento da região. 

    Segundo o Dr. José Roberto Fraga Filho, dermatologista membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia e Diretor Clínico do Instituto Fraga de Dermatologia, para tratar assadura de calor, inicialmente devemos começar com cuidados gerais, como: enxugando bem a região após o banho, usando hidratantes, talcos ou mesmo a boa, velha e barata vaselina que é muito útil nessa função. A utilização de roupas leves e tecidos que absorvam o suor como o algodão são os mais indicados. Quando já existe lesão na região usamos cremes cicatrizantes para reparar o tecido machucado e se mesmo assim não houver melhora devemos procurar um médico dermatologista para descartar alguma outra doença dermatológica.

    “Outra causa de irritação seria aquela gordurinha no interno de coxa que ocorre principalmente em mulheres devido a alterações hormonais, propiciando um maior atrito, coceira e escurecimento da região. Nesses casos além dos cuidados com a pele devemos diminuir a gordurinha da região atras de procedimentos como drenagem linfática, Ultrassom Microfocado ou Coolsculpting que é uma criolipólise de última geração”, sugere o dermatologista.

    Muitas doenças dermatológicas podem se manifestar pelo calor e suor excessivo, mas a mais frequente é a Dermatite Atópica, doença muito frequente que acomete todas as faixas etárias, desde crianças a partir dos 6 meses até adultos. É uma doença que se manifesta por irritação em áreas de dobras com coceira intensa, podendo em alguns casos acometer o corpo todo. O Tratamento além dos cuidados gerais consiste em banhos mornos e rápidos, hidratação intensa e em casos mais graves o uso de cremes com corticoides.

    “Importante lembrar que essas regiões são também propicias a fungos então se essa irritação não melhorar com hidratantes o ideal é procurar um médico dermatologista para se descartar uma micose superficial”, finaliza Dr. Fraga.

  • Calor e baixa umidade podem agravar o olho seco

    Os sintomas são visão embaçada, sensação de areia nos olhos, ardência, vermelhidão e fotofobia.

     

    Previsão do INMET (Instituto Nacional de Meteorologia) indica que até 17 de novembro continua predominando no Brasil a onda de calor que chegou ao País antes do verão iniciar. Pior: A estimativa da OMM (Organização Mundial de Meteorologia) é de que este ciclo climático se estenda até abril. Os meteorologistas também afirmam que em 2024 a temperatura vai ser ainda mais elevada. O INMET também prevê para esta semana que diversas partes do Brasil entrem em estado de alerta. Isso porque a umidade do ar deve variar de 12 a 20%, e a temperatura vai permanecer 5º C acima da média, indicando alto risco para a saúde. 

     

    Segundo o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, presidente do Instituto Penido Burnier, afirma que os olhos, pele e sistema cardiovascular são os mais afetados pelo calor intenso. Nos olhos, o principal efeito do calor é a síndrome do olho seco que afeta 24% dos brasileiros. A síndrome, explica, é uma alteração na quantidade ou qualidade da lágrima que tem a função de lubrificar, oxigenar, alimentar e proteger a superfície dos olhos das agressões externas. 

     

    Sintomas e tipos de olho seco

    Queiroz Neto afirma que a lágrima é composta por três camadas: aquosa, lipídica e de mucina. Os sintomas do olho seco são visão embaçada, sensação de areia nos olhos, ardência, vermelhidão e fotofobia, mas a síndrome pode ser assintomática em 11% dos casos, pontua. Isso porque, explica, o hábito de beber pouca água pode causar uma pequena deficiência na produção da camada aquosa da lágrima. Por ser a mais espessa, corresponde a 98% do filme lacrimal, uma al=redução pequena passa despercebida, explica.

     O oftalmologista afirma que a  maior redução da camada aquosa da lágrima  pode causar grave desconforto. Suas principais causas são  menopausa, andropausa, doenças autoimunes,  uso de antidepressivos,  anti-hipertensivos ou  antialérgicos. Este foi o caso de um paciente, J. M. que já tinha instilado vários tipos de   colírio lubrificante nos olhos que continuaram fisgando. Queiroz Neto conta que foi tratado com um implante de plugue biodegradável no canal lacrimal para diminuir a drenagem da lágrima e a necessidade de instilar colírio.

     

    O olho seco também pode ser do tipo evaporativo que responde por 70% dos casos. É causado pela obstrução das glândulas de Meibômio que ficam localizadas na borda das pálpebras e produzem a camada lipídica da lágrima que evitara evaporação da camada aquosa.

     

    O risco das telas e outros fatores

    O oftalmologista afirma que hoje o principal fator de risco do olho seco é o uso diário das telas por muitas horas. Isso porque, explica normalmente, piscamos cerca de vinte vezes por minuto e na frente do monitor de seis a sete vezes. Esta redução faz a lágrima evaporar mais rápido e atinge todas as idades.

    Outros fatores de risco do olho seco são o baixo consumo de alimentos ricos em ômega3 – castanhas, nozes, sardinha, salmão e bacalhau , beber pouca água, uso incorreto de  lente de contato, diabetes, cicatrizes na córnea, ceratocone e blefarite.

     

    Tratamentos

    Queiroz Neto afirma que o olho seco pode ser tratado com colírios lubrificantes, implante de plugue lacrimal e aplicações de luz pulsada que estimulam a produção da camada lipídica da lágrima e apresentam alívio ao desconforto dos olhos desde a primeira aplicação, liberando o paciente do uso de colírios lubrificantes.

     

    Prevenção

    As 7 recomendações de Queiroz Neto para você manter seus olhos lubrificados são:

    Nas telas pisque voluntariamente

    Descanse os olhos olhando por 20 segundos a cada 20 minutos para um ponto distante de 20 polegadas ou 6 metros.

    Posicione o computador abaixo da linha dos olhos para manter a superfície ocular mais lubrificada.

    Desligue os equipamentos uma hora antes de ir dormir para ter uma boa noite de sono.

    Limpe a borda das pálpebras com cotonete embebido em xampu neutro para evita a obstrução das glândulas e a blefarite.

    Beba água. Hidratação nunca é demais. Protege os olhos, a pele e os rins.

    Inclua ômega na dieta. As melhores fontes são:abacate, castanhas e peixes gordos como a sardinha, salmão e bacalhau.