Tag: comportamento

  • 5 atitudes que as mulheres buscam em um homem

    Da mesma forma como os homens não procuram apenas beleza nas mulheres, as mulheres também não buscam em um homem somente estabilidade ou uma barriga tanquinho. Elas querem homens com atitude.

    Para falar sobre o que essa “atitude” significa, a coach de relacionamento e sexualidade Margareth Signorelli, a partir de estudos e pesquisas de diversos especialistas como casal Gotman, selecionou 5 atitudes que os homens que querem melhorar seu relacionamento com o sexo feminino devem adotar. Confira:

    1 – ATENÇÃO – Dê atenção exclusiva quando ela quiser falar com você porque para a mulher Atenção é a mesma coisa que Afeição.

    2 – INTERESSE – Quando a mulher quiser contar algo, mostre que está interessado fazendo perguntas e questionamentos.

    3 – OLHOS NOS OLHOS – Quando for conversar com ela, olhe sempre nos olhos, pois essa atitude significa Conexão, Respeito e Atenção.

    4 –OUÇA SEM CRÍTICAS – A crítica é um dos fatores que mais afasta os casais, por isso, aprenda a ouvir e não se preocupe em responder antes que ela termine de falar.

    5 – EMPATIA – Ser empático é entender as emoções do outro e se colocar no lugar dele em determinadas situações. Deixe que ela fale e mostre seus sentimentos. Se não souber o que dizer, diga “ Eu imagino o que você está sentindo”

    Com essas dicas, o homem que se quiser conquistar uma mulher ou melhorar seu relacionamento terá mais chances de chegar ao coração dela.

  • “Namastê”? Nada disso. O motivo científico por trás da pose dos lêmures no frio

    A cena rendeu imagens curiosas pelo comportamento lembrar uma pose de meditação e chamou a atenção dos internautas nas redes sociais do Zoológico de São Paulo

    (Crédito: Divulgação Zoo São Paulo)

    A cena pode até lembrar uma sessão de meditação, mas tem uma explicação biológica. Com a queda das temperaturas, dois lêmures-de-cauda-anelada do Zoológico de São Paulo foram flagrados lado a lado, de braços abertos e com o peito voltado para o sol, em uma das posturas mais características da espécie.

    O comportamento, observado nas primeiras horas da manhã, é uma estratégia para enfrentar o frio. Nativos de Madagascar, os lêmures aproveitam os primeiros raios solares para elevar rapidamente a temperatura corporal e economizar energia antes de iniciar as atividades do dia.

    Ao abrir os braços e expor a região do peito, onde a pelagem é menos densa, os animais ampliam a área de incidência dos raios solares e absorvem calor com mais eficiência. Esse aquecimento acelera o metabolismo e favorece atividades essenciais, como a busca por alimento, a locomoção e a interação social.

    A posição tornou-se uma das imagens mais conhecidas dos lêmures por lembrar uma postura de meditação. Embora transmita uma sensação de serenidade, o comportamento é, na verdade, uma estratégia evolutiva para enfrentar as baixas temperaturas e regular a temperatura corporal.

    Os dois indivíduos do Zoológico de São Paulo chegaram à instituição em outubro de 2025 e pertencem à espécie Lemur catta, reconhecida pela longa cauda com anéis pretos e brancos. O primata ganhou fama internacional por inspirar o personagem Rei Julien, da animação Madagascar.

    Além da aparência marcante, os lêmures possuem um sofisticado sistema de comunicação. Vivem em grupos sociais e utilizam mais de 15 tipos de vocalizações para manter a coesão do bando, demarcar território e alertar sobre possíveis ameaças.

    Veja o vídeo nas redes do Zoo: https://www.instagram.com/reel/DZVnGFhhMez/?igsh=MTRxaXEzcWV2OXE0bw==

  • Quatro motivos pelos quais os gatos ronronam

    Ronronar é comunicação, saúde e bem-estar: entender o som mais icônico dos gatos fortalece vínculos e reforça a importância do cuidado preventivo

    O ronronar é inconfundível. O “motorzinho” dos gatos é um dos sons mais característicos do universo felino e também um dos mais complexos. Embora frequentemente associado à felicidade, esse comportamento pode ter diferentes significados e até funções fisiológicas relevantes.

    Compreender por que os gatos ronronam é uma forma de aprimorar a comunicação entre tutor e pet, fortalecer o vínculo afetivo e, principalmente, reconhecer sinais de bem-estar ou possíveis alterações de saúde.

    1. Felicidade e conforto

    O exemplo clássico é o gato acomodado no colo do tutor. Nesses momentos, o ronronar está ligado à sensação de segurança, aconchego e satisfação.

    2. Autorregulação em situações de estresse

    O comportamento também pode surgir em momentos de tensão, como durante consultas veterinárias ou no parto. “O ronronar pode funcionar como um mecanismo de autorregulação. As vibrações de baixa frequência parecem contribuir para a estabilização da respiração e para a redução do estresse, atuando como um modulador natural do organismo”, explica Camila Camalionte, médica-veterinária, zootecnista e gerente técnica da divisão de Pet Health.

    3. Possível auxílio na recuperação física

    Estudos indicam que as frequências do ronronar podem contribuir para a regeneração de tecidos, fortalecimento muscular e até alívio da dor. Isso ajuda a explicar por que gatos doentes ou feridos continuam ronronando.

    4. “Ronronar de pedido”

    Há ainda um tipo específico de ronronar que mistura características de miado e apresenta frequência semelhante ao choro de um bebê. “Esse som tende a despertar resposta imediata nos humanos e é usado para solicitar alimento ou atenção. Eles sabem como nos atrair”, completa Camila.

    Gato que ronrona também é bom para a gente

    O ronronar pode trazer benefícios também para os humanos. Um estudo do University of Minnesota Stroke Center apontou que tutores de gatos apresentam menor risco de morte por doenças cardiovasculares. Embora diversos fatores influenciem esse resultado, a convivência com os animais, incluindo estímulos como o ronronar, pode estar associada à redução do estresse.

    Os gatos sempre ronronam?

    Nem todos os gatos demonstram o ronronar da mesma forma. A intensidade pode variar bastante. Alguns produzem um som alto e constante. Outros emitem vibrações quase imperceptíveis, percebidas apenas ao toque.

    Há também gatos que aparentam não ronronar. Excetuando casos raros de alterações físicas, não há consenso científico que explique completamente esse comportamento. Observações indicam que gatos ferais tendem a ser menos vocais, enquanto os domesticados desenvolveram maior repertório de comunicação ao longo da convivência com humanos, utilizando vocalizações para solicitar alimento, atenção ou interação.

    Atenção às mudanças no ronronar

    Apesar de frequentemente associado ao bem-estar, o ronronar também pode surgir como resposta a desconfortos físicos. Alterações na intensidade, na frequência ou no contexto em que ocorre merecem atenção.

    “É essencial observar o conjunto de comportamentos. Se o ronronar vier acompanhado de apatia, perda de apetite, lambedura excessiva, coceira intensa ou alterações na pele, o tutor deve buscar avaliação veterinária. O ronronar pode ajudar o gato a se autorregular, mas não elimina a presença de um possível problema clínico”, orienta Camila.

    Entre os fatores que mais impactam o conforto e o comportamento felino estão as infestações por pulgas. A coceira constante e a irritação cutânea podem gerar estresse significativo, interferindo no sono, no apetite e na interação com o tutor. Garantir proteção preventiva é essencial para que o ronronar continue sendo expressão de tranquilidade e não uma resposta ao desconforto.

    Nesse contexto, o acompanhamento com o médico-veterinário é fundamental para definir a melhor estratégia de proteção. A Elanco desenvolve soluções específicas para felinos por meio do programa Elanco Para Gatos, que considera as particularidades da espécie.

    Entre as opções estão o Credeli™ Gatos, indicado para o controle de pulgas e que contribui para mais conforto e qualidade de vida, e a coleira Seresto™, que libera continuamente ativos antiparasitários por até 8 meses, atuando na eliminação de pulgas e ajudando também a reduzir o risco de doenças transmitidas por pulgas.

    “Promover o bem-estar dos gatos significa assegurar que sua natureza seja respeitada em cada fase da vida. Na Elanco, traduzimos o entendimento dessas necessidades únicas em soluções específicas para a espécie”, afirma Kyssia Monteiro, médica-veterinária e gerente de produto da Elanco Brasil.

    Ao aliar informação, prevenção e acompanhamento veterinário, é possível garantir que o ronronar continue sendo um dos principais sinais de bem-estar dos gatos e não uma resposta a desconfortos que passam despercebidos.

  • Como o passageiro pode influenciar positivamente o motorista

    Como o passageiro pode influenciar positivamente o motorista

    Quando o assunto é falta de atenção ao dirigir, muito se fala sobre o uso de celular. Mas uma das principais distrações está a apenas alguns centímetros de distância – são os passageiros. A maioria deles provavelmente não tem consciência da influência que exerce sobre os motoristas, mas pesquisas indicam que seu comportamento é tão crucial quanto o do condutor do veículo quando se trata de segurança.

    Imagine esta situação: a família está no carro, presa no trânsito, e o pai, que está dirigindo, decide pegar um caminho mais rápido para casa, mas entra em uma rua errada. “Agora nunca chegaremos em casa”, grita a mãe do banco do passageiro. As crianças, seguramente afiveladas ao cinto de segurança no banco de trás, começam a chorar. Com tantas distrações, a mãe aumentou as chances de o motorista ficar desatento e fazer um movimento perigoso ao volante.

    Como os passageiros influenciam os motoristas

    Um estudo do George Institute, da Austrália, mostrou que motoristas com passageiros são 60% mais propensos a sofrer um acidente que resulte em ferimentos graves em comparação a quando dirigem sozinhos. Os passageiros influenciam o comportamento do motorista – tanto de forma positiva como negativa – devido a uma série de fatores, como idade, relação do motorista com o passageiro e até mesmo o sexo do motorista em relação ao do passageiro.

    O estudo revelou que, embora as mulheres apresentem índices mais baixos de direção perigosa, a presença de um homem no banco do passageiro aumenta a possibilidade de elas fazerem alguma manobra arriscada em comparação a situações em que estejam viajando com outra mulher. Além disso, em geral as pessoas ao volante tendem a ser menos atentas e menos capazes de prever riscos quando há passageiros a bordo.

    “Os passageiros devem se conscientizar da influência que a sua presença pode ter no motorista”, diz Robson Jardim, supervisor de Operações do Campo de Provas da Ford em Tatuí. “Eles precisam colaborar para que a viagem seja segura, evitando comportamentos que causem distração e ajudando o motorista a manter o foco na estrada.”

    Como ser um bom passageiro

    Os passageiros ajudam a definir o clima da viagem – eles podem ser colaborativos e tranquilos ou  gerar estresse e má influência. Confira cinco maneiras de ser um passageiro melhor:

    1. Seja um navegador útil: assuma uma função ativa durante a viagem, navegando, atendendo ao telefone e avisando sobre os riscos que se aproximam, mas de maneira calma e produtiva.

    2. Não distraia o motorista: se você espera que ele se concentre na estrada, faça sua parte para minimizar as distrações. Não fale alto ao telefone, nem mude constantemente a música ou comente o modo como ele dirige

    3. Fique acordado: passageiros que dormem durante a viagem podem aumentar a probabilidade de o motorista também pegar no sono. Se necessário, troque de lugar com o condutor durante viagens longas para que todos possam tirar uma soneca quando o cansaço chegar.

    1. Mantenha as crianças seguras: todos no carro devem estar protegidos com cintos de segurança. As crianças, em especial, devem estar em cadeirinhas ou assentos adequados à idade para minimizar as distrações e maximizar a segurança

    2. Chame a atenção se necessário: os passageiros têm o direito de dizer ao motorista que pare de colocar suas vidas em perigo se ele estiver dirigindo de forma imprudente ou apresentar comportamentos de risco. No entanto, isso deve ser feito de forma tranquila, evitando assustá-lo ou gerar uma situação de estresse.

  • Açúcar na dieta pode colocar a saúde dos gatos em risco

    Guloseimas humanas podem causar distúrbios metabólicos graves; petiscos específicos são opções seguras e nutricionalmente equilibrada
     

    É comum que tutores se sintam tentados a recompensar seus gatos com porções de doces ou sobremesas, especialmente nas comemorações de final de ano. Mas esse gesto de carinho, aparentemente inofensivo, pode comprometer a saúde do animal. Diferentemente dos humanos, os felinos são carnívoros estritos e seu metabolismo não reconhece o sabor doce e tampouco é capaz de processar o açúcar de forma eficiente. Essa limitação fisiológica pode desencadear de desconforto gastrointestinal a distúrbios hepáticos e metabólicos, como o diabetes.

    O problema vai além da digestão. Por não possuírem as enzimas necessárias para metabolizar carboidratos simples, os gatos acumulam glicose e compostos derivados que podem inflamar tecidos, alterar o microbioma intestinal e interferir no equilíbrio hormonal. É por isso que especialistas recomendam restringir qualquer tipo de alimento adoçado e priorizar opções desenvolvidas com base nas necessidades metabólicas da espécie, como petiscos cremosos de alta palatabilidade e sem adição de açúcar, transgênicos ou corantes, características funcionais dos produtos da marca SHEBA, disponíveis no mercado brasileiro.

    A seguir, três motivos técnicos para evitar doces na dieta dos gatos e o que oferecer no lugar.

    Gatos não sentem gosto doce e o açúcar prejudica o intestino

    Os gatos não possuem receptores gustativos para o sabor doce. Ou seja, o açúcar não gera prazer nem recompensa emocional apenas sobrecarga metabólica. Além de inútil, o consumo pode alterar o microbioma intestinal, levando a diarreia, gases e apatia.

    Petiscos cremosos formulados especificamente para gatos cumprem esse papel sensorial de estímulo, mas sem risco metabólico. Versões disponíveis no mercado, como da marca SHEBA, têm proteínas de alta qualidade e até 90% de umidade que ajudam na hidratação e na digestão saudável, dois fatores essenciais para o bem-estar felino.

    Algumas substâncias doces são tóxicas para gatos

    Compostos comuns em guloseimas humanas, como o chocolate e o xilitol, podem causar intoxicações graves. “Mesmo pequenas quantidades de doce podem provocar reações severas, porque o organismo felino não consegue metabolizar substâncias como a teobromina com eficiência”, explica Lorena Branco, médica veterinária da Mars Pet Nutrition e especialista em comportamento felino. A empresa, líder global em nutrição de cães e gatos e detentora da marca SHEBA, reforça que alimentos formulados especificamente para felinos são a forma mais segura de oferecer prazer e cuidado aos pets.

    De acordo com a veterinária, oferecer petiscos com proteínas de origem animal e alta digestibilidade é a forma mais segura de recompensar o gato, pois atende à sua biologia sem expor o organismo a compostos tóxicos.

    Açúcar altera o comportamento e o equilíbrio nutricional

    O consumo de açúcar pode gerar ansiedade alimentar, ganho de peso e redução na ingestão de água, um dos principais desafios de saúde felina. O desequilíbrio nutricional também pode afetar o humor e o comportamento do gato, tornando-o mais agitado ou apático.

    Petiscos de baixa caloria, com textura aveludada e alto teor de umidade, ajudam a estimular o comportamento natural de lambedura, promovendo calma, socialização e hidratação, transformando o momento da alimentação em uma experiência de cuidado e vínculo afetivo.

    Conclusão

    O açúcar não tem qualquer benefício fisiológico para os gatos e pode ser perigoso. Substituir guloseimas humanas por alimentos formulados especificamente para felinos é a maneira mais segura de oferecer prazer e estímulo gustativo, preservando a saúde digestiva, metabólica e emocional do pet.

  • Como voltar à rotina do pet após as férias?

    Adaptação gradual ajuda os cães e gatos a superarem a mudança e retomarem o equilíbrio emocional

    Após o período de férias, marcado por maior convivência, passeios e brincadeiras, o retorno à rotina pode ser um momento desafiador para muitos pets. A mudança brusca no ritmo e na presença do tutor pode desencadear sinais de estresse, ansiedade e alterações comportamentais, especialmente em animais mais sensíveis.

    A médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe, explica que essa transição precisa ser feita com cuidado e paciência. “Durante as férias, o pet se acostuma com uma rotina diferente, muitas vezes com mais estímulos e companhia. Quando o tutor retoma as atividades profissionais e escolares, o pet pode sentir-se solitário, o que pode levar a comportamentos de agitação ou apatia”, afirma.

    Para minimizar os efeitos dessa mudança, o ideal é retomar gradualmente a rotina anterior as férias. Reestabelecer horários fixos para alimentação, passeios e descanso ajuda o pet a entender e aceitar a nova dinâmica familiar. Além disso, a oferta de enriquecimento ambiental é fundamental nesse momento. Brinquedos interativos, desafios alimentares e espaços seguros para explorar contribuem para manter o pet ocupado e reduzir a sensação de tédio.

    “O uso de petiscos como reforço positivo também é uma excelente estratégia. Eles podem ser oferecidos quando o pet demonstra comportamentos calmos ou se entretém sozinho, incentivando atitudes que favorecem sua adaptação”, sugere a profissional.

    É importante que o tutor esteja atento a sinais de que o pet não está lidando bem com a mudança, como perda de apetite, alterações no sono, comportamento agressivo ou destrutivo. Nesses casos, pode ser necessário o suporte de um profissional especializado em comportamento animal.

    Com afeto, paciência e as estratégias adequadas, o retorno à rotina pode ser tranquilo, preservando o bem-estar do pet e fortalecendo ainda mais o vínculo com o tutor. “Os pets são altamente adaptáveis, desde que sintam segurança e apoio. Cabe ao tutor facilitar essa transição, garantindo que o animal se sinta amado e protegido mesmo diante das mudanças”, finaliza Bruna.

  • Petiscos Diários: Fazem bem ou mal para os pets?

    Muito além de uma recompensa, os snacks são ferramentas para fortalecer vínculos e reforço positivo de comportamentos de forma interativa e deliciosa

    É impossível ignorar a reação de um cão quando ele ouve o som inconfundível de um saquinho de petiscos sendo aberto. Em poucos segundos, ele já está ao lado do tutor, com os olhos brilhando, o rabo balançando e a carinha de quero um, pronto para receber aquela recompensa especial. Essa cena é comum no dia a dia de quem tem um pet, e os petiscos fazem parte desses momentos de conexão e carinho. Mas será que oferecer esses agrados com frequência é bom para a saúde do cão?

    Os petiscos vão muito além de uma simples recompensa: são ferramentas para fortalecer vínculos, ensinar comportamentos e até proporcionar conforto e bem-estar. “Petiscos não servem apenas para agradar o paladar dos pets. Eles desempenham um papel importante na alimentação emocional, ajudam a estimular comportamentos positivos e até mesmo aliviar a saudade do dono, após um longo dia distante, como parte de um momento de interação, ou enriquecimento ambiental”, reforça a médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe.

    No cotidiano, os petiscos podem ser utilizados para diversas finalidades, como: durante o treinamento, são excelentes reforços positivos, ajudando o cão a associar comandos ou comportamentos a experiências agradáveis. Para esses momentos, o ideal é optar por petiscos pequenos e de fácil mastigação, garantindo que o aprendizado seja fluido e dinâmico. Em situações desafiadoras, como visitas ao médico-veterinário ou em viagens, os petiscos desempenham um papel importante, tornando a experiência mais confortável para o animal. Além disso, são ótimos aliados no enriquecimento ambiental, estimulando o cão mental e fisicamente, como forma de interação ao esconder petiscos em brinquedos ou em diferentes locais da casa para entreter o pet, promovendo assim desafios que combatem o tédio e aumentam o bem-estar.

    A escolha do snack ideal deve levar em consideração as características e necessidades específicas de cada cão, como idade, porte, nível de atividade e possíveis restrições alimentares. “Enquanto filhotes e cães idosos podem precisar de opções mais macias para mastigação, cães adultos e mais ativos apreciam petiscos crocantes, que também auxiliam na limpeza dental. Priorizar petiscos com antioxidantes naturais, sem corantes e aditivos químicos, e rico em nutrientes é a opção mais recomendada para aqueles que buscam aliar o agrado ao cuidado com as necessidades nutricionais do pet”, explica a profissional.

    Contudo, o uso diário exige alguns cuidados para garantir que o agrado contribua positivamente para a saúde e o bem-estar do animal. “A recomendação é oferecê-los de forma controlada e escolher opções adequadas para evitar condições como obesidade ou desequilíbrios nutricionais. Assim como, a oferta de snacks não deve ultrapassar 10% do total de kilocalorias ingeridas diariamente pelo cão. Consulte o médico-veterinário de confiança, para avaliação e orientação das melhores opções e quantidade de petisco indicada de acordo com o perfil do animal”, elucida Bruna.

    Os petiscos, quando oferecidos de forma consciente e equilibrada, tornam-se mais do que um simples agrado: são uma ferramenta de aprendizado, interação e bem-estar para os cães. Seguindo as recomendações adequadas, eles podem ser utilizados como uma forma de demonstrar amor e cuidado. Afinal, poucos momentos são tão especiais quanto ver um cão, cheio de expectativa, esperando por um agrado – e saber que isso está sendo feito da maneira certa.

  • Dia Mundial do Gato: saiba o que o comportamento dos felinos quer dizer

    Médico veterinário explica quais são as mensagens que estão por trás dos hábitos mais comuns desses pets

    Independentes, elegantes e curiosos, os gatos vêm conquistando cada vez mais o coração dos brasileiros e ganhando espaço nos lares pelo país. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), em 2023 o Brasil contabilizava 30 milhões de felinos, um pouco menos da metade da população de cães (62 milhões).

    A preferência pelos bichanos está crescendo. De acordo com o Anuário Comac (Comissão Animais de Companhia) 2022, enquanto a população de cachorros subiu 5% entre 2016 e 2021, a de gatos aumentou 16% no mesmo período. Esse crescimento tem vários motivos: os felinos exigem menos cuidados diários, adaptam-se melhor a espaços menores, como apartamentos, e, em geral, têm uma personalidade tranquila.

    “Embora muitos pensem que os felinos são difíceis de entender, na verdade, eles se comunicam constantemente por meio dos seus comportamentos. Com um pouco de atenção, paciência e carinho, é possível aprender como interpretar essas mensagens”, explica o médico veterinário Luís Felipe Kühl, professor do curso de Medicina Veterinária do UniCuritiba.

    Para celebrar o Dia Mundial do Gato, em 17 de fevereiro, o professor lista alguns comportamentos típicos dos felinos e o que eles podem significar. Confira!

    1. Ronronar: carinho ou mal-estar?

    Típico dos gatos, ronronar é, em geral, uma demonstração de afeto e conforto. No entanto, pode significar também uma tentativa de se acalmar diante de situações de estresse ou dor. Por isso, se o ronronar vier acompanhado de sinais de desconforto, como se esconder, ou mudanças no apetite, é importante investigar.

    2. Miados: a comunicação felina

    Miados são a maneira mais comum que os gatos usam para se comunicar. E existem diferentes tipos de sons para diferentes necessidades. Um miado suave geralmente significa que ele quer atenção ou carinho. Já os miados mais altos podem indicar que alguma coisa está incomodando, como fome, sede ou até mesmo dor.

    3. Arranhar: uma necessidade natural

    Mais do que uma simples brincadeira, arranhar é uma necessidade instintiva dos gatos para marcar território, alongar os músculos e manter as garras afiadas. Além disso, pode ser um sinal de que o bichano está entediado, então, observe se ele tem brinquedos e atividades que estimulem sua energia e ofereça arranhadores apropriados.

    4. Postura do corpo: a linguagem silenciosa

    Se o gato está com o corpo e a cauda relaxados (seja esticada ou enrolada), indica que se sente confortável e confiante. Se estiver encolhido e com a cauda entre as pernas é sinal de que está assustado ou desconfortável. Orelhas voltadas para trás sugerem irritação ou medo.

    5. Olhar fixo: o gato diz muito com os olhos

    Os olhos dos gatos dizem muito sobre o que eles estão sentindo. Um olhar fixo e relaxado é um sinal de confiança. Piscar lentamente demonstra afeto e é considerado um “beijo” felino. Se o gato olhar diretamente para você sem desviar, pode ser uma forma de marcar território e mostrar dominância. Então, sempre vale observar o contexto da situação.

    De acordo com o professor Luís Felipe Kühl, entender esses hábitos comportamentais melhora a convivência da família com seu pet e ajuda a identificar com mais facilidade e rapidez quando algo não está bem. “Observe seu amigo felino, entenda o que ele está comunicando e fortaleça a conexão entre vocês”, ensina.

    Luís Felipe lembra que o UniCuritiba tem uma clínica de medicina veterinária aberta à comunidade. Com capacidade para 150 atendimentos mensais, o local oferece consultas, vacinas, exames e demais procedimentos clínicos e cirúrgicos. A clínica fica no Campus Milton Vianna Filho, rua Chile, 1.678, bairro Rebouças. Os atendimentos são realizados de segunda-feira a sexta-feira, em horário comercial, mediante agendamento pelo telefone (41) 99979-4767.

  • O que todo homem gosta na cama?

    Carícias, masturbação, strip tease e sexo anal são um bom começo para eles chegarem ao clímax

    É claro que você não deve se guiar somente pelas preferências do seu parceiro durante o sexo. O seu prazer é tão importante quanto o dele e você deve fazer apenas aquilo que sente vontade e que te deixa confortável.

    De acordo com a sexóloga do C-date, Carla Cecarello, a relação sexual é uma troca e agradar o parceiro faz parte da hora H. “A grande verdade é que tanto para o homem quanto para a mulher ver o companheiro sentindo prazer é capaz de aumentar o próprio nível de excitação, o que torna a relação muito mais intensa”, afirma Carla.

    Para que as mulheres possam conhecer bem o lado masculino, a sexóloga do C-date, listou alguns dos desejos dos homens na cama. Essa é uma forma também das mulheres se soltarem e se conhecerem melhor, avaliar o que você gosta ou não, no que você é melhor. “Observe se você já sentiu vontade de fazer algumas dessas opções e, de repente, se segurou por receio. Se é algo que faz o seu estilo, experimente!”, indica a especialista.

    A regra é clara quanto mais erótica for a relação, mais delicioso será o momento. Além disso, mulheres que se preparam desta forma para um encontro de sexo demonstram que estão prontas para se aventurar especialmente no caso do sexo casual, atitude conta muitos pontos. Confira!

    1 – Participação: mulheres alegres e participativas chamam atenção de um homem. “Homens querem estar com mulheres divertidas na hora do sexo, dispostas a tentar coisas novas e sem frescuras durante a relação”, comenta Carla.

    2 – Carícias sexuais: homens gostam de mulheres que iniciam as caricias diretamente pelo pênis. “Isso mostra bastante determinação por parte da parceira na relação”, declara a sexóloga. Outro ato que agrada bastante os homens também é receber carícias no saco escrotal, pois é uma região sensível a toques.

    3 – Tapinhas e palavrões: esse tipo de atitude coloca a mulher em situação de submissão. Caso a parceira não se sinta bem, não será nada agradável investir nisso. Os homens gostam, pois se sentem no total domínio sobre a mulher.

    4 – Sexo oral: essa é uma prática que deixam os homens encantados, pois dá uma sensibilidade para o sexo. Eles adoram receber e fazer, aliás, esse tipo de sexo – para os homens – representa que não há limites nessa relação, tudo é possível.

    5 – Sexo anal: homens gostam de mulheres que sentem vontade em ter relação anal, não no primeiro momento, mas no segundo ou terceiro encontro eles podem procurar a parceira para a prática. “Esse tipo de sexo dá ao homem controle dos movimentos e coloca a mulher em condição de subordinação que eles adoram. Além, da sensualidade da posição como, por exemplo, a mulher de quatro”. Os homens são muito visuais. Essa prática também funciona para o sexo casual, porém, a mulher já precisa estar acostumada.

    6 – Strip Tease: erotiza o momento e cria um clima de desejo, ou seja, a expectativa pelo que vai vir. Aumenta pouco a pouco a excitação do momento e deixa os dois bastante excitados para curtir o encontro.


    7 – Sob controle: Saber dominar e ser dominada são características fundamentais para se dar bem na transa. Os homens se sentem atraídos pela feminilidade da mulher, como, por exemplo, o charme e a sensualidade. “Eles sempre vão gostar de conduzir a relação, por isso, a mulher precisa se permitir”, salienta Carla.

    8 – Sem joguinhos: nenhum homem gosta de mulheres que ficam fazendo joguinhos para conquistar a atenção. “Mulheres autênticas e verdadeiras são as que mais chamam atenção deles na relação, pois elas sabem o que querem”. No sexo casual, esse pode ser um jogo interessante para que o homem se sinta instigado a desvendar essa mulher. Porém, esse joguinho não pode durar muito, se não perde a graça.

    9 – Roupa íntima: Lingeries e camisolas sensuais demonstram cuidado por parte das mulheres em se produzir exclusividade para o parceiro.

    10 – Visual: Unhas feitas e depilação em dia são sinônimo de limpeza para eles. “Mulheres que se cuidam, valorizam seu visual e estão sempre bem arrumadas, despertam a atenção onde estiverem”, expõe a sexóloga do C-date.

    11 – Carinho: “embora possa não parecer, os homens adoram aquelas mulheres que quando terminam o sexo ficam juntinhas deitadas, ou seja, não saem correndo logo para se limpar”, conta Carla.

    12 – Poliamor: Sacanagem pura! Os homens adoram essa possibilidade de tudo pode, de estar sem limites, transar com duas ao mesmo tempo. Para o sexo casual, se ambos gostarem da ideia pode ser uma boa pedida para a ocasião.

  • O que acontece quando você ganha um presente?

    Seja no aniversário, amigo secreto ou em qualquer outra situação, não importa: todo mundo gosta de ganhar presente. Ser lembrado por alguém muda nosso dia e, mais do que isso: afeta regiões importantes do nosso cérebro, ligadas a autoestima e ao bem estar.

    O prazer de receber um presente e ser importante para alguém é explicado pela ciência, ou melhor: pelo sistema de recompensas do nosso cérebro, ou núcleo accumbens. Na prática, nosso cérebro tem regiões que são ativadas com estímulos que nos trazem prazer ao longo de toda a vida.

    Sistema de recompensas?

    Sim! Este sistema é responsável por sensações de prazer e, quando ganhamos um presente, imediatamente, buscamos um motivo que justifique aquela atitude. “Por exemplo, se eu tenho um bom comportamento e alguém me elogia por isso, eu fico feliz e o sistema de recompensas me diz – ‘Olha toda vez que você fizer uma coisa legal vai receber uma recompensa’. Então a gente reforça o comportamento positivo e tende a repetir isso”, explicou a Diretora Pedagógica do Supera Patrícia Lessa.

    E como funciona com o presente?

    Para um presente, a lógica é a mesma do elogio. Quando alguém oferta um presente está, de certa forma, elogiando a outra pessoa, porque quando entregamos um presente estamos dizendo, sem verbalizar, que aquela pessoa é importante e faz a diferença em nossas vidas “Então, de certa forma, a pessoa que está dando o presente está dando um estímulo para que este sistema de recompensa do nosso cérebro entenda a mensagem da seguinte forma: ‘Continue fazendo coisas positivas, continue sendo essa pessoa legal, que as pessoas estão percebendo isso, isso tem valor, isso é muito legal”, explicou Patrícia. Quem recebe o presente poderá, então, repetir o comportamento positivo de forma consciente ou não.

    Recompensando adultos

    É fácil entender o sistema de recompensas quando olhamos para as crianças, que esperam ganhar um presente do Papai Noel quando se comportaram bem o ano todo, mas, e no caso dos adultos? Como isso funciona? Para quem tem mais de 18 anos, o sistema de recompensas também funciona, mas, digamos, um pouco mais ‘desconfiado’ do que para as crianças. “No caso dos adultos existe uma busca imediata pelo motivo do presente – ‘Ah, essa pessoa deve gostar muito de mim. Eu devo ser merecedor (a) disso, ou devo ter feito algo muito bom para ter ganho esse presente…’. O adulto é mais desconfiado por natureza para ativar o sistema de recompensas, diferentemente das crianças que são gratuitas e não questionam. O adulto busca até mesmo a imaginação para entender o motivo pelo qual aquilo aconteceu, mas o sistema é ativado da mesma forma. A tendência é repetir o comportamento para receber mais recompensas” explicou a especialista em Ginástica para o cérebro.

    Sistema de recompensas como ferramenta educacional

    Ativar esses mecanismos no cérebro vai muito além de presentear pessoas. O sistema de recompensas é utilizado também de forma intencional para, por exemplo, ativar gatilhos que auxiliem na continuidade do processo educacional. Em todo o Brasil os alunos do Supera, por exemplo, recebem bônus por manter a frequência nas aulas e realizar as atividades que são propostas pelos educadores. Os bônus são convertidos em brindes Supera que os estudantes retiram nas lojinhas das unidades “Usamos o sistema de recompensas de forma proposital e muito natural há muitos anos e isso nos ajuda muito no processo de formação de nossas crianças, jovens e adultos”, disse Patrícia.

    E no Natal?

    Depois de um ano difícil, o Natal de 2020 terá um significado diferente, assim como os presentes que serão dados neste Natal. Para Patrícia, o presente de Natal em 2020 virá acompanhado de outros significados, para além de bens materiais “Esta ativação do sistema de recompensas com um presente de Natal poderá ser em maior ou menor intensidade neste Natal e dependerá da intenção de quem está dando o presente e do significado por trás daquele gesto para quem vai receber, por tudo que este ano significou dentro desta troca singela de bens materiais, mas com uma grande simbologia por conta de tudo que superamos em 2020”, concluiu.