Autor: agitosp

  • GWM amplia a família Poer P30 com nova versão Pro

    GWM amplia a família Poer P30 com nova versão Pro e mais equipamentos na linha 2027

    Nova versão Pro estreia por R$205.000 como porta de entrada da linha Poer P30, trazendo a força do motor turbodiesel, transmissão automática de nove marchas e vocação para trabalho.

    Evolução da linha 2027 traz seis airbags de série e melhorias que elevam a experiência de uso da picape.

    A GWM Brasil apresenta a linha 2027 da Poer P30, que chega ao mercado com novidades importantes para ampliar sua competitividade no segmento de picapes médias. A principal delas é a chegada da inédita versão Pro, que passa a integrar a gama ao lado das configurações Trail e Exclusive. A linha também evolui em segurança, conectividade e conforto, reforçando os atributos que consolidaram a Poer P30 como uma das principais apostas da GWM no segmento: robustez, tecnologia, elevado nível de equipamentos e a garantia mais abrangente do mercado.

    Com a ampliação da gama, a linha Poer P30 passa a ser composta pelas versões Pro, com preço de R$205.000; Trail, por R$227.000; Exclusive, a partir de R$247.000. A nova configuração amplia as opções para os clientes sem abrir mão dos principais atributos da picape, preservando o conjunto mecânico turbodiesel, a transmissão automática de nove velocidades, a tração 4×4 e um amplo pacote de segurança e tecnologia.

    Nova versão amplia a família Poer P30

    A inédita Poer P30 Pro foi desenvolvida para ampliar a oferta da picape no Brasil, oferecendo uma nova opção de acesso à família sem abrir mão dos atributos que caracterizam o modelo. A versão preserva o motor 2.4 turbodiesel de 184 cv e 480 Nm, a transmissão automática de nove velocidades, o sistema de tração 4×4 com modos 2H, 4H e 4L e o bloqueio eletrônico do diferencial traseiro, conjunto que garante versatilidade para enfrentar desde rodovias asfaltadas até os trechos de off-road mais severos.

    Entre os principais equipamentos de série estão seis airbags e o conjunto de tecnologias de segurança ativa ADAS 2, mesmo pacote da versão Trail, que inclui Piloto automático adaptativo (ACC), Curva inteligente (com memória), Assistência em congestionamento (TJA), Assistência de cruzeiro (ICA), Reconhecimento de sinais (TSR), Assistente de colisão frontal (FCW), Frenagem Autônoma de Emergência (AEB) com reconhecimento de pedestres, ciclistas e em cruzamentos, Desvio inteligente (smart dodge), Alerta de saída de faixa (LDW) e Manutenção em faixa (LKA).

    Como nova versão de entrada da família Poer P30, a Pro recebe uma tela multimídia de 12,3 polegadas com Apple CarPlay e Android Auto sem fio e painel digital de 7 polegadas, enquanto as versões Trail e Exclusive contam com sistema multimídia de 14,6 polegadas e painel de instrumentos digital de 10,25 polegadas.

    Além disso, a nova versão se diferencia da versão Trail por não oferecer alguns itens premium, como retrovisores com rebatimento elétrico, sensores de estacionamento dianteiro, câmera 360º, câmera de chassi transparente, tomada 12V, luz de assoalho, o pacote de conectividade com controle remoto pelo aplicativo, serviços online e carregador sem fio de 50 W, além dos bancos dianteiros com ajustes elétricos, aquecimento e ventilação.

    Disponível na cor Branco Glacial, Preto Hematita e Cinza Diamante, a configuração traz acabamento interno totalmente em preto, rodas de aço de 18 polegadas na cor preta, frisos laterais, retrovisores externos e maçanetas em preto fosco, além de emblema dianteiro em preto brilhante e grade frontal em cinza escuro. O conjunto reforça a proposta funcional, robusta e versátil da versão.

    Linha 2027 evolui em segurança e conforto

    Entre as novidades da linha 2027, todas as versões passam a contar com seis airbags de série e com uma nova estrutura de carroceria desenvolvida para atender aos mais elevados padrões internacionais de segurança.

    A versão Exclusive passa a contar com teto solar como opcional. Com um acréscimo de R$ 3.000 em relação à configuração sem o equipamento, o preço passa a R$ 250.000, ampliando as possibilidades de personalização da picape.

    Atributos que seguem como referência

    A linha 2027 mantém o reconhecido conjunto mecânico, desenvolvido para entregar desempenho tanto no uso profissional quanto nas viagens e na condução fora de estrada, aliando força, conforto e eficiência para diferentes perfis de utilização. Também mantém recursos como integração sem fio com Apple CarPlay e Android Auto, e conectividade por meio do aplicativo My GWM para as versões Trail e Exclusive.

    Outro diferencial da Poer P30 permanece sendo a maior garantia oferecida no Brasil: são 10 anos de cobertura para motor, transmissão, eixos, caixa de transferência, diferenciais, sistema de ar-condicionado, caixa de direção e freios, além de cinco anos para os demais componentes do veículo, reforçando o compromisso da marca com a qualidade, a confiabilidade e o pós-venda.

    As versões Trail e Exclusive recebem diferenciações em acabamento e opções de personalização. Ambas podem ser configuradas nas cores Branco Ágata, Preto Hematita, Cinza Titanium, Cinza Diamante e Prata Lunar. A Trail traz acabamento interno totalmente em preto, enquanto a Exclusive combina revestimentos em preto e marrom, reforçando seu posicionamento mais sofisticado e oferecendo bancos revestidos em couro legítimo com aquecimento e ventilação dos assentos dianteiros.

    A Trail mantém o pacote ADAS 2, com recursos como controle de cruzeiro adaptativo (ACC), assistente de permanência em faixa (LKA), assistente para congestionamentos (TJA), câmera 360° e frenagem autônoma de emergência (AEB). Na Exclusive, o sistema evolui para o ADAS 2+, que reúne todas as funcionalidades do ADAS 2 e acrescenta tecnologias como monitoramento de ponto cego (BSD), reconhecimento de placas de trânsito (TSR), controle inteligente de velocidade (ISA), alerta de tráfego cruzado frontal (FCTA/FCTB), alerta de colisão traseira (RCW) e alerta de abertura de portas (DOW).

    A evolução da linha 2027 acompanha a estratégia global da GWM para fortalecer a família Poer nos mercados internacionais. Líder de vendas na China há 27 anos consecutivos, a linha já ultrapassou 2,65 milhões de unidades comercializadas e está presente em mais de 50 países, reunindo a experiência da marca no desenvolvimento de picapes capazes de atender tanto às necessidades do trabalho quanto do uso familiar e do lazer.

    Com a ampliação da família Poer P30 e as novidades da linha 2027, a GWM reforça sua estratégia de crescimento no segmento de picapes médias no Brasil, oferecendo uma gama mais ampla para atender diferentes perfis de consumidores sem abrir mão dos atributos que fizeram da Poer uma referência global em robustez, tecnologia, segurança e versatilidade.

    Sobre a GWM

    Maior empresa automotiva chinesa de capital 100% privado, a GWM é a terceira maior fabricante mundial de picapes médias, segmento que ela lidera na China há 28 anos, onde tem uma participação acima de 50%. A empresa tem uma atuação global que envolve mais de 150 países e regiões, 80 mil colaboradores e 13 centros de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) distribuídos em quatro países.

  • Colesterol alto já atinge 40% dos brasileiros e cresce entre jovens

    No Dia Nacional de Combate ao Colesterol (8 de agosto), cardiologista reforça a importância da prevenção para evitar infarto, AVC e outras doenças cardiovasculares

    Durante muito tempo associado ao envelhecimento, o colesterol alto deixou de ser um problema exclusivo dos idosos. O aumento da obesidade, do sedentarismo, do consumo de alimentos ultraprocessados e do diabetes tipo 2 em idades cada vez mais precoces tem contribuído para o crescimento das dislipidemias (alterações do colesterol e dos triglicerídeos) entre adultos jovens, crianças e adolescentes. Além disso, muitas pessoas convivem desde o nascimento com a hipercolesterolemia familiar, doença genética que costuma permanecer sem diagnóstico por décadas e eleva significativamente o risco de doenças cardiovasculares.

    Às vésperas do Dia Nacional de Combate ao Colesterol, celebrado em 8 de agosto, especialistas reforçam a importância da prevenção e do diagnóstico precoce de uma condição que, na maioria dos casos, evolui de forma silenciosa e só é descoberta após o surgimento de complicações graves.

    Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), cerca de 40% dos adultos brasileiros apresentam alguma alteração nos níveis de colesterol. Há consenso científico de que o aumento do LDL- colesterol, conhecido como “colesterol ruim”, é um dos principais fatores responsáveis pelo desenvolvimento da aterosclerose, doença que pode provocar infarto, acidente vascular cerebral (AVC), doença arterial periférica e morte súbita de origem cardíaca. Quanto menor o nível de LDL, especialmente em pacientes de alto risco, menor tende a ser o risco de eventos cardiovasculares.

    O impacto dessas doenças é expressivo. Dados do Ministério da Saúde apontam que as doenças cardiovasculares provocam aproximadamente 300 mil mortes por ano no Brasil. Entre os principais fatores de risco modificáveis estão colesterol elevado, hipertensão arterial, diabetes, tabagismo, obesidade e sedentarismo.

    “O grande desafio é que o colesterol alto, na imensa maioria dos casos, é totalmente assintomático. A pessoa pode permanecer muitos anos com o LDL elevado sem sentir absolutamente nada. As exceções são raras, como alguns casos de hipercolesterolemia familiar grave, em que podem surgir depósitos de colesterol na pele ou alterações oculares.”, explica a Dra. Airma Cutrim, cardiologista do Hospital Edmundo Vasconcelos.

    A especialista destaca que a prevalência do colesterol elevado aumenta com o envelhecimento, especialmente entre as mulheres após a menopausa. “A redução dos níveis de estrogênio favorece o aumento do LDL e diminui a proteção cardiovascular exercida pelo HDL, conhecido como colesterol bom. Isso contribui para maior risco de aterosclerose e de doenças cardiovasculares”, afirma.

    Embora o envelhecimento esteja relacionado ao aumento do colesterol em grande parte da população, fatores como alterações metabólicas, redução da atividade física, ganho de peso e maior incidência de doenças como diabetes e hipotireoidismo também influenciam esse processo. Em pessoas com mais de 80 anos, entretanto, os níveis de colesterol podem permanecer estáveis ou até diminuir, mostrando que essa relação não ocorre de forma linear ao longo da vida.

    Outro dado que chama a atenção é o avanço da doença entre crianças e adolescentes. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), aproximadamente 25% desse público já apresenta alterações nos níveis de colesterol, cenário diretamente relacionado ao crescimento da obesidade infantil e do sedentarismo.

    Para a cardiologista, a principal estratégia para reduzir o impacto da doença continua sendo a prevenção. “Uma alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, controle do peso, abandono do tabagismo e acompanhamento médico são fundamentais. Quando necessário, o tratamento medicamentoso é seguro, eficaz e reduz significativamente o risco de infarto, AVC e outras complicações cardiovasculares”, conclui.

    Entre os principais fatores que explicam esse crescimento estão:

    • alimentação rica em alimentos ultraprocessados;

    • aumento da obesidade infantil;

    • sedentarismo;

    • excesso de tempo em frente às telas;

    • fatores genéticos e histórico familiar.

    O diagnóstico é feito por meio de um exame de sangue (lipidograma), que avalia colesterol total, LDL, HDL, colesterol não HDL , triglicerídeos e da lipoproteína(a), especialmente em pessoas com risco cardiovascular aumentado ou história familiar. Como referência geral, o colesterol total deve permanecer abaixo de 200 mg/dL.

    Esse valor ainda é usado como referência laboratorial, mas atualmente o colesterol total tem importância menor na tomada de decisões clínicas. O LDL é o principal parâmetro para prevenção cardiovascular, sendo utilizado para definir metas terapêuticas. E essas metas variam conforme o risco cardiovascular de cada paciente:

    • baixo risco: LDL < 130 mg/dL;

    • risco intermediário: LDL < 100 mg/dL;

    • alto risco: LDL < 70 mg/dL;

    • risco muito alto: LDL < 50–55 mg/d

    A avaliação do perfil lipídico é recomendada para todos os adultos a partir dos 20 anos de idade. A frequência dos exames deve ser definida pelo médico, levando em consideração os resultados anteriores e os fatores de risco individuais. Em pessoas saudáveis, com níveis de colesterol dentro da normalidade e baixo risco cardiovascular, o acompanhamento pode ser realizado em intervalos maiores, sempre conforme orientação médica.

    Dra. Airma Cutrim ressalta que, na maioria dos casos, o colesterol elevado pode ser prevenido e controlado por meio de mudanças no estilo de vida. A adoção de uma alimentação equilibrada, a prática regular de atividade física, a manutenção do peso adequado e o abandono do tabagismo são medidas recomendadas para todos os pacientes, independentemente do uso de medicamentos. No entanto, indivíduos com maior risco cardiovascular ou com condições genéticas, como a hipercolesterolemia familiar, frequentemente necessitam de tratamento medicamentoso associado para reduzir o risco de complicações.

    As principais recomendações de acordo com a Organização Mundial da Saúde e com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia são:

    • 75–150 minutos por semana de atividade vigorosa ou 150 a 300 minutos semanais de atividade física aeróbica moderada;

    • manter alimentação equilibrada;

    • abandonar o tabagismo;

    • reduzir o consumo de bebidas alcoólicas;

    • controlar o peso corporal;

    • realizar acompanhamento médico periódico.

    Alimentação equilibrada é um dos pilares do tratamento, especialmente quando baseada em alimentos in natura ou minimamente processados, com redução de gorduras saturadas e trans e maior consumo de fibras.

    Entre as principais orientações estão:

    Evitar:

    • frituras;

    • embutidos;

    • carnes com excesso de gordura;

    • alimentos ultraprocessados;

    • produtos ricos em gorduras trans e saturadas.

    Priorizar:

    • frutas, verduras e legumes;

    • alimentos ricos em fibras, como aveia, feijão e psyllium;

    • azeite de oliva;

    • abacate;

    • castanhas;

    • peixes ricos em ômega-3, como sardinha e salmão.

    Parar de fumar não reduz diretamente o LDL, mas:

    • melhora a função dos vasos sanguíneos;

    • pode aumentar discretamente o HDL;

    • reduz de forma importante o risco de infarto e AVC.

    “A prevenção continua sendo a melhor estratégia para proteger a saúde do coração. Pequenas mudanças no estilo de vida, como adotar uma alimentação equilibrada, praticar atividade física regularmente, parar de fumar, reduzir e, preferencialmente, interromper o consumo de bebidas alcoólicas, manter o peso adequado e realizar acompanhamento médico periódico podem diminuir significativamente o risco de doenças cardiovasculares. Cuidar da saúde hoje é investir em mais qualidade de vida, bem-estar e longevidade no futuro”, conclui a Dra. Airma Cutrim.

  • Fruta, carboidrato e água (ou água de coco): a base da lancheira saudável

    Nutricionista ensina como adiantar o preparo dos alimentos, ter a geladeira como aliada e a abrir exceções sem associar a comida à culpa

    Alimentos in natura, como frutas, ou minimamente processados, como queijos e iogurte, um carboidrato (que pode ser pão integral, tapioca ou aveia) e, para beber, água ou água de coco: esta é a base da lancheira saudável. E antes de pensar que você não tem tempo para isso, na correria do dia a dia, a nutricionista Driele Cavalcanti ensina como facilitar a rotina. “Lanches naturais recheados com patê de frango e cenoura ralada e panqueca de banana com aveia, além de serem opções deliciosas, podem ser preparados uma única vez na semana e armazenados na geladeira. Os bolos, então, têm a possibilidade de congelamento”, conta.

    Professora de Nutrição da Universidade Anhembi Morumbi, integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil: o Ecossistema Ânima, Driele defende que ter opções prontas é a melhor alternativa para fugir das adversidades na cozinha. “Costumo dizer que a receita para uma boa alimentação é ter alimentos prontos e gostosos no congelador”, recomenda.

    Na volta às aulas, deixar a alimentação organizada de forma prévia pode ajudar a cair na tentação do biscoito recheado, da pasta de avelã, dos salgadinhos e dos sucos com açúcar. Mas, se não tiver jeito, ela também explica que há como ser menos complicado. “Se houver a necessidade de incluir alimentos industrializados, é possível optar por pães de queijo, iogurte natural e geleia de fruta. Neste caso, é importante ler atentamente os rótulos e procurar opções com uma lista de ingredientes enxuta”, explica.

    Nas escolas, além da lancheira dos amigos, às vezes pode haver um atrativo a mais – a cantina. Salgados fritos ou assados na hora, lanches com hambúrguer, refrigerantes, chocolates e sorvetes são uma tentação à parte (que pai e mãe não se lembram da própria escola?). Mas como os pais podem negociar com as crianças um dia para consumir estes alimentos, sem transformá-los em recompensa ou criar uma relação de proibição e culpa com a comida?

    “Essa é uma pergunta muito interessante, porque o grande objetivo de cuidar da alimentação das crianças e adolescentes é criar adultos que tenham uma relação saudável com a comida. Isso não se resume apenas ao consumo adequado de nutrientes, mas especialmente à capacidade de fazer boas escolhas e abrir exceções, mantendo o equilíbrio e prazer no ato de comer”, defende a nutricionista.

    Ela lembra, ainda, que expor a criança, em casa, ao consumo de frutas, verduras e legumes tornando isso um hábito saboroso ajuda a mostrar que estes alimentos são parte da rotina, por isso, há espaço para exceções, como o pastel da cantina. “É essencial envolver a criança e o adolescente no preparo das refeições, explicar sobre a importância daqueles alimentos para composição da saúde, e principalmente, dar o exemplo”, complementa.

    Para dar mais uma força, Driele apresenta duas receitas com preparo simples e possíveis de ficarem na geladeira.

    Cream cracker saudável com tapioca e grãos

    Ingredientes:

    1 xícara de Goma de tapioca

    2 colheres (sopa) de Gergelim preto

    2 colheres (sopa) de Linhaça dourada/Semente de chia

    1/3 de Água quente

    Sal a gosto

    Modo de preparo: misture todos os ingredientes e reserve. Unte muito bem uma forma com azeite e farinha de arroz. Despeje a massa (que estará líquida) e espalhe por toda forma, até ficar apenas uma camada fina. Asse em forno pré-aquecido à 180°C por 20 minutos.

    Petit suisse com morango
     

    Ingredientes:

    2 unidades de inhame cozido

    10 unidades de morangos

    2 unidades de banana madura

    Modo de preparo: misture todos os ingredientes no liquidificador até obter uma massa homogênea. Deixe na geladeira por duas horas. Coma gelado.

    Sobre a Universidade Anhembi Morumbi

    A Universidade Anhembi Morumbi, integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil: o Ecossistema Ânima, oferece programas de graduação, graduação tecnológica e pós-graduação lato sensu e stricto sensu, distribuídos nas áreas de Ciências da Saúde; Turismo e Hospitalidade; Negócios; Direito; Artes, Arquitetura, Design e Moda; Comunicação; Engenharia e Tecnologia e Educação. Além disso, a Medicina da Universidade Anhembi Morumbi é parte da Inspirali, um dos principais players de educação continuada na área médica do país”. Seus cinco campi estão localizados nas regiões da Avenida Paulista, Vila Olímpia, Mooca, São José dos Campos e Piracicaba.

    Possui laboratórios de última geração e diferenciais como a internacionalidade, já tendo enviado, desde 2006, milhares de alunos do Brasil para realização de cursos no exterior, além de receber centenas de estudantes estrangeiros em seus campi, que se tornaram locais multiculturais para o aprendizado. A Anhembi Morumbi também contribui para democratização do Ensino Superior, ao oferecer cursos digitais com diversos polos dentro e fora de São Paulo. Além disso, o aluno aprende na prática desde o primeiro dia de aula.

    Saiba mais sobre a Anhembi Morumbi em https://portal.anhembi.br/.

    Sobre a Ânima Educação

    Com o propósito de transformar o Brasil através da educação, a Ânima é o maior e mais inovador ecossistema de educação e impacto para o Brasil, com um portfólio de marcas valiosas e um dos principais players de educação continuada na área médica. A companhia é composta por cerca de 360 mil estudantes, distribuídos em 18 instituições de ensino superior e aproximadamente 380 polos educacionais em todo o país.  

    Integradas ao Ecossistema Ânima também estão marcas especialistas em suas áreas de atuação, como HSM, HSM University, EBRADI, Le Cordon Bleu São Paulo, SingularityU Brazil, Inspirali, Community Creators Academy, Learning Village – primeiro hub de inovação e educação da América Latina – e Instituto Ânima.  

    Desde 2013, a companhia está listada na Bolsa de Valores no segmento Novo Mercado, que reúne empresas com os mais elevados padrões de governança corporativa. Em 2023, a Forbes, uma das mais respeitadas publicações de negócios e economia do mundo, incluiu a Ânima entre as 10 companhias mais inovadoras do país. Além disso, a Presidente, Paula Harraca, foi reconhecida como Executiva de Valor na categoria Educação, na edição de 2026 do Prêmio Executivo de Valor, que destaca os gestores que mais se destacam à frente de empresas e organizações.

  • SeaWorld traz filme de terror “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado“ para o Howl-o-Scream

    SeaWorld traz filme de terror “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado“ para o Howl-o-Scream

    SEAWORLD TRAZ A FRANQUIA DE TERROR “EU SEI O QUE VOCÊS FIZERAM NO VERÃO PASSADO” PARA O HOWL-O-SCREAM DESTE ANO

    Um dos eventos de Halloween mais aterrorizantes dos Estados Unidos retorna com novas casas inspiradas no filme da Sony Pictures. Ingressos já disponíveis para compra no Brasil.

    Em breve, o passado se recusa a ficar enterrado: os parques SeaWorld em Orlando, San Diego e San Antonio apresentam casas assombradas totalmente novas, inspiradas no filme de terror da Sony Pictures, “Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado”), marcando a primeira vez que o filme ganha vida em um grande evento de Halloween.

    Estreando de forma aterrorizante durante os eventos Howl-O-Scream deste ano nos três parques, essa experiência imersiva convida os visitantes a mergulharem em um pesadelo onde cada segredo tem um preço e cada canto esconde o vingativo Pescador. As novas casas assombradas estreiam em 11 de setembro nos três parques.

    Baseadas no primeiro filme da icônica franquia licenciada pela Sony Pictures, as casas assombradas retratarão os cenários e os arrepios do sucesso de 1997. Os visitantes passarão por recriações aterrorizantes de diversas cenas inesquecíveis do filme, além de viver os acontecimentos do massacre original de Southport. O filme – e as casas – contam a história de um grupo de amigos que tenta desesperadamente esconder um acidente fatal, mas o segredo que compartilham desperta um assassino determinado a fazê-los pagar por isso. Agora, os visitantes do SeaWorld farão parte dessa história. 

    “Estamos sempre buscando novas formas de elevar o nível do entretenimento imersivo, e trazer ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado’ para os nossos eventos Howl-O-Scream é um marco muito especial para os três parques SeaWorld”, disse Marc Swanson, CEO do United Parks & Resorts. “Essa franquia emocionante encanta fãs de terror há anos, com sua tensão e seus sustos. 

    Agora, nossos visitantes poderão entrar nesse universo e viver alguns dos mesmos momentos de tirar o fôlego que fizeram o filme ser tão marcante. Como parte de uma programação repleta de casas assombradas, zonas de sustos, apresentações ao vivo e experiências imersivas, estamos muito animados em entregar o que acreditamos ser o nosso Howl-O-Scream mais ambicioso até hoje.”

    A chegada das novas casas assombradas inspiradas pelo filme representa uma grande novidade para os premiados eventos Howl-O-Scream da SeaWorld, onde os visitantes podem aproveitar, além de sustos em todos os cantos, bares temáticos e as montanhas-russas mais radicais no escuro. Os ingressos para o evento estão disponíveis para compra por meio de agências de viagens de todo o Brasil. 

    Para saber mais detalhes sobre o evento, basta acessar os sites: SeaWorld Orlando, SeaWorld San Diego e SeaWorld San Antonio.

  • Há 50 anos a Milk & Mellow conquista gerações

    Há 50 anos a Milk & Mellow conquista gerações

    Há 50 anos a Milk & Mellow conquista gerações. Fomos descobrir o que faz essa história continuar até hoje.

    São Paulo tem centenas de hamburguerias. Algumas aparecem na moda e desaparecem poucos anos depois. Outras atravessam gerações.

    A Milk & Mellow faz parte desse segundo grupo. Desde 1976, a casa recebe pais, filhos e agora netos, algo que poucos restaurantes conseguem dizer.

    Mas tradição, por si só, não enche a mesa. O que importa é: a experiência continua valendo a visita?

    Foi isso que fomos descobrir na unidade da JK.

    Logo de cara percebemos um ambiente amplo, moderno e bem agradável, daqueles que funcionam tanto para um almoço quanto para um jantar sem pressa.

    Começamos pelos petiscos.

    O Bolinho de Mandioca com Carne Seca foi uma das surpresas da visita. Casquinha muito crocante, recheio generoso e sabor bem equilibrado.

    As Onion Rings também merecem destaque. São produzidas pela própria casa, têm textura leve e mostram que existe cuidado até nos acompanhamentos.

    Mas o grande momento veio com o Cheese Picanha Bacon Tártaro.

    O hambúrguer de 200g de picanha entrega exatamente o que se espera de uma casa que trabalha com blends nobres de carne: muito sabor, boa suculência e um ponto que valoriza a carne, sem exagerar nos complementos. O bacon e o molho tártaro entram para completar o conjunto, e não para esconder o sabor do hambúrguer.

    Enquanto explorávamos o cardápio, outro detalhe chamou nossa atenção: a Milk & Mellow não vive apenas de hambúrgueres. A linha de cortes premium grelhados, servidos com salada, acompanhamentos e molho, amplia bastante as opções para quem prefere carnes na grelha.

    E quando pensamos que a experiência tinha terminado…

    …vieram as sobremesas.

    Aqui existe outro diferencial: elas são preparadas com gelato italiano, que proporciona uma textura muito mais cremosa e sabores mais intensos do que um sorvete convencional. É aquele tipo de sobremesa que vale guardar espaço depois do prato principal.

    Também gostamos de conhecer um lado que normalmente passa despercebido pelos clientes. A casa investe em sustentabilidade com geração de energia solar, captação de água da chuva, reciclagem de aproximadamente 92% do lixo orgânico e utilização de embalagens recicláveis ou biodegradáveis.

    São detalhes que ajudam a explicar como uma marca consegue atravessar cinco décadas olhando para o futuro.

    E um ponto que interessa especialmente aos nossos leitores: na área externa, os dogs são bem-vindos. É uma ótima opção para quem procura um lugar para comer bem sem deixar o melhor amigo em casa.

    Vale a experiência?

    Sim.

    Mais do que uma hamburgueria tradicional, a Milk & Mellow mostra que é possível chegar aos 50 anos mantendo qualidade, personalidade e capacidade de se reinventar.

    Não é um lugar para quem procura apenas “matar a fome”. É uma experiência pensada para quem aprecia boa carne, ingredientes de qualidade e um ambiente agradável.

    Se você nunca entrou na Milk & Mellow, talvez este aniversário de 50 anos seja a desculpa perfeita para conhecer uma das casas mais tradicionais de São Paulo.

    📍 Milk & Mellow JK
    Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 101

  • Rede Di Paolo apresenta rebranding

    Rede Di Paolo apresenta rebranding, reforça posicionamento nacional e projeta faturamento de R$ 200 milhões em 2026

    Com 32 anos de história e 22 restaurantes em cinco estados e no Distrito Federal, o Di Paolo, referência na gastronomia da imigração italiana da Serra Gaúcha, apresenta sua nova identidade visual, alinhada à essência e ao momento atual da marca.

    Com uma operação consolidada que serve mais de 170 mil refeições por mês e recebe mais de 2 milhões de clientes ao ano, a Rede Di Paolo apresenta oficialmente seu projeto de rebranding. Fruto de um investimento de cerca de R$ 500 mil e de aproximadamente um ano e meio de pesquisa e imersão, a iniciativa fortalece a marca e acompanha o momento atual da empresa, que projeta alcançar R$ 200 milhões em faturamento em 2026.

    Fundado em 1994, em Garibaldi (RS), pelo empresário Paulo Geremia, o Di Paolo nasceu inspirado nas receitas e na hospitalidade das famílias da imigração italiana da Serra Gaúcha, acumulando ao longo de sua trajetória importantes reconhecimentos, entre eles 11 premiações do Guia Quatro Rodas.

    Com a inauguração da unidade de Brasília, prevista para agosto de 2026, a rede passa a reunir 22 restaurantes e mais 10 operações no formato Dipa Galeto e Grelhados, empregando mais de 1.000 colaboradores diretos e indiretos.

    Desenvolvido pelo Instituto Arbo, o rebranding não foi concebido para transformar o Di Paolo, mas para organizar e expressar seus valores essenciais em uma linguagem atual. O projeto foi estruturado sobre três pilares:

    • Alegria, traduzida pela hospitalidade e pelo prazer de reunir pessoas à mesa;
    • Fartura, representada pela generosidade da gastronomia;
    • Cultura, que preserva e valoriza as tradições da imigração italiana da Serra Gaúcha.

    Desses pilares se constrói o posicionamento da rede, sintetizado na tagline “Alegria à vontade”, expressão que traduz o compromisso da marca de unir simplicidade, acolhimento, cultura e celebração à mesa.

    O rebranding se materializa em um sistema completo de identidade visual, desenvolvido para fortalecer a coerência, a usabilidade e o reconhecimento da marca.

    A nova identidade reúne tipografia exclusiva, paleta cromática própria e um conjunto de elementos gráficos inspirados na cultura da imigração italiana da Serra Gaúcha. As tipografias combinam tradição e contemporaneidade, enquanto a nova paleta de cores reforça o acolhimento, a fartura e a autenticidade que fazem parte da essência da marca.

    Símbolos como o galeto, a folha de videira, o cacho de uvas e a sálvia passam a compor a linguagem visual da rede, criando uma comunicação mais consistente, memorável e facilmente reconhecida em todos os pontos de contato com o público.

    Esse novo posicionamento estende-se também aos ambientes dos restaurantes, em projeto assinado pelo escritório Zanesco Arquitetura. Os espaços traduzem os valores da marca por meio da madeira de barrica, da pedra basalto e do metal, equilibrando tradição e contemporaneidade.

    A proposta arquitetônica privilegia materiais naturais, iluminação acolhedora e detalhes inspirados na imigração italiana da Serra Gaúcha, criando ambientes que reforçam a sensação de hospitalidade, convivência e fartura presentes na experiência Di Paolo.

    “O Di Paolo sempre foi muito mais do que um restaurante. Nossa missão sempre foi receber as pessoas como se estivéssemos abrindo as portas da nossa casa. Este rebranding torna essa essência ainda mais evidente e mostra, de forma mais clara, quem somos e o que queremos transmitir às próximas gerações de clientes”, afirma Paulo Geremia.

    Segundo Jandir Dalberto, sócio-proprietário e responsável pela expansão da Rede Di Paolo, a atualização acompanha a dimensão alcançada pela empresa, que investiu mais de R$ 38 milhões nos últimos três anos.

    “O Di Paolo nasceu na Serra Gaúcha, mas hoje está presente em diversos estados e conversa com públicos de diferentes perfis. Precisávamos de uma identidade que refletisse essa dimensão. O rebranding fortalece nosso posicionamento e torna nossa comunicação mais clara, permitindo transmitir a mesma hospitalidade e os mesmos valores em qualquer unidade do país.”

    Para Rafael Frozi, sócio do Instituto Arbo, o desafio foi traduzir a história da rede para o futuro.

    “Nosso papel foi compreender profundamente a história do Di Paolo e traduzir essa essência em uma marca preparada para o futuro. Alegria, fartura e cultura sempre estiveram presentes na empresa. O rebranding organizou esses atributos e os tornou mais claros em cada ponto de contato com o público, da comunicação aos ambientes e à experiência vivida dentro dos restaurantes.”

    A gastronomia permanece como o grande diferencial da rede.

    A Sequência Di Paolo continua oferecendo:

    • Capeletti in brodo;
    • Pão colonial;
    • Salada de folhas;
    • Radicci com bacon;
    • Polenta frita e brustolada;
    • Queijo à dorê;
    • Galeto al primo canto (carro-chefe da casa);
    • Mais de 60 combinações entre massas e molhos servidos à vontade.

    A experiência é finalizada com sobremesas clássicas, como:

    • Sagu com creme;
    • Pudim de leite;
    • Ambrosia.

    Já a Sequência de Grelhados acrescenta:

    • Ancho Angus;
    • Chorizo;
    • Short Ribs;
    • Linguiça Toscana;
    • Legumes grelhados;
    • Arroz biro-biro;
    • Farofa de ovos.

    A tradicional Sequência Di Paolo continua sendo o coração da casa e a experiência que consagrou a marca.

    Como parte desta nova fase, a rede lança o Di Paolo Essência.

    O novo formato reúne os principais clássicos da Sequência Di Paolo em porções individuais e sem repetição, preservando a essência da experiência que tornou a marca uma referência nacional.

    Segundo a empresa, o lançamento acompanha as novas tendências de consumo e as mudanças no comportamento alimentar, impulsionadas, entre outros fatores, pelo crescimento do uso das canetas emagrecedoras. A proposta é oferecer refeições na medida certa, preservando os sabores, a tradição e a hospitalidade da marca.

    O cardápio contempla ainda pratos à la carte, como lasanhas artesanais, parmegiana, entre outros, além de uma carta de drinks alcoólicos e não alcoólicos assinada por Jean Ponce, eleito por diversos anos pela revista Veja como o melhor barman do Brasil, uma adega com mais de 100 rótulos de vinhos e estrutura preparada para receber eventos sociais e corporativos.

    Mais do que renovar sua identidade visual, a Rede Di Paolo inicia uma nova etapa de sua trajetória reafirmando os valores que construíram sua reputação ao longo de mais de três décadas.

    O rebranding reafirma uma marca que preserva suas origens enquanto se prepara para os próximos ciclos, compartilhando a cultura da imigração italiana da Serra Gaúcha com cada vez mais brasileiros, sempre com “Alegria à vontade”.

  • Sopas à vontade, vale a experiência? 🍲

    Sopas à vontade, vale a experiência? 🍲

    O Festival de Sopas da Ceagesp é um daqueles programas tradicionais de inverno em São Paulo que continuam fazendo sentido: ambiente descontraído, panelas de barro sempre aquecidas e diferentes sabores para experimentar à vontade.

    Fomos durante a 12ª semana do festival, quando o cardápio reunia opções bem variadas: sopa de rabada com agrião, creme de pera com roquefort, sopa de siri, tomate assado com manjericão, minestrone vegetariano, sopa de cebola tradicional, cebola gratinada e a sopa surpresa. Aos domingos, a seleção ainda ganha uma sopa de chocolate com frutas da época.

    A grande estrela continua sendo a sopa de cebola, receita servida no evento desde a década de 1960. Há duas versões: a tradicional e a gratinada. A gratinada é a mais indulgente, com pão e uma cobertura generosa de queijo derretido; já a versão sem gratinar permite perceber melhor o caldo e o sabor da cebola.

    Entre as opções da semana, o cardápio conseguiu equilibrar sabores mais intensos, como rabada, siri e roquefort, com alternativas mais leves e familiares, como minestrone e tomate com manjericão. Essa variedade é um dos principais acertos do festival, porque permite montar pequenas porções e descobrir quais receitas realmente merecem repetição.

    O buffet também oferece pães, croutons, queijo ralado, ricota temperada, calabresa, molhos e outros acompanhamentos. Já a mesa de antepastos, bastante completa e visualmente irresistível, é cobrada separadamente. Nela encontramos queijos, frios, berinjela, abobrinha, alcachofra, cogumelos, cebola caramelizada, alho confitado e diversas conservas.

    Esse é um ponto importante: o valor do festival cobre as sopas e os acompanhamentos básicos, mas antepastos, bebidas e sobremesas aumentam consideravelmente o total da conta. Atualmente, o buffet de sopas custa R$ 79,90 por pessoa, com consumo à vontade. Crianças de até cinco anos não pagam, de seis a dez anos pagam metade, e pessoas bariátricas têm 20% de desconto mediante comprovação. 

    Para finalizar, experimentamos uma sobremesa quente acompanhada de sorvete. O contraste entre o doce recém-saído do forno e o sorvete gelado funciona muito bem depois dos caldos — embora, naturalmente, seja necessário deixar espaço depois de tantas repetições.

    Nosso veredito

    Vale a experiência, principalmente para quem gosta de provar sabores diferentes e prefere comer sem pressa. Não é apenas um buffet de sopas: é um programa gastronômico tradicional de São Paulo, com clima acolhedor e receitas que mudam semanalmente.

    O cuidado deve ficar por conta dos adicionais. A mesa de antepastos é tentadora, mas pode fazer o passeio deixar de ser uma experiência de preço moderado. A nossa recomendação é começar pelas sopas, provar pequenas quantidades e somente depois decidir se vale acrescentar antepastos e sobremesa.

    Pontos fortes: variedade, possibilidade de repetição, receitas diferentes e tradição da sopa de cebola.


    Ponto de atenção: antepastos, bebidas e sobremesas são cobrados separadamente.

    O Festival de Sopas Ceagesp 2026 acontece até 30 de agosto, de quarta a domingo, das 18h às 23h30, no Espaço Gastronômico Ceagesp, na Vila Leopoldina. 

    Qual dessas sopas você provaria primeiro? Salve para conhecer antes do fim da temporada.

  • Guia do desfralde: um manual completo para esse momento tão esperado

    O #tchaufralda pode ser lúdico e muito divertido para toda a família! Confira nossas dicas!

    Finalmente os sinais começam a aparecer: a criança já se sente incomodada com a fralda cheia, avisa que vai fazer xixi ou cocô, sabe pular com os dois pés e ainda outros comportamentos indicam que a hora da comemoração #tchaufralda chegou, como … Ao mesmo tempo em que os pais comemoram o momento de não precisar mais comprar fraldas, chegam muitas dúvidas: como fazer? Como começar? Qual o tipo de acessório mais indicado? Para sanar essas questões, a Styll Baby montou o guia do troninho. Acompanhe:

    Quando fazer?

    Não pense que, do dia para a noite, a criança simplesmente vai começar a usar a opção escolhida corretamente. Será um longo processo – lembre-se que o “tempo” passa muito mais lentamente na cabeça de uma criança. Se para os pais esse momento pode parecer demorado, para a criança pode parecer uma eternidade. Então, escolher a hora perfeita para dar início a esse processo é muito importante.

    Algumas crianças conseguem controlar os esfíncteres, que são os músculos que controlam a liberação e retenção da urina e das fezes (para “segurar” o xixi e o cocô) mais cedo, outras mais tarde, e não há uma idade definida, pois cada uma tem um ritmo diferente de desenvolvimento e até de confiança. É um grau de maturidade do corpo, então varia muito mesmo em crianças da mesma idade. Entretanto, alguns pontos podem ser observados pelos pais para saber se o pequeno já tem domínio sobre essa parte do corpo, como:

    • a criança sente incômodo com a fralda está pesada;
    • sempre fica agachado/de cócoras quando vai fazer cocô;
    • a fralda fica seca durante a soneca;
    • tem um horário regular para fazer cocô;
    • a criança anda e consegue se expressar bem;
    • pede para tirar a fralda e às vezes tenta tirar sozinha;
    • avisa que está com vontade ou que está fazendo xixi ou cocô;
    • a fralda fica seca por até 3 horas

    Esses sinais juntos costumam aparecer por volta dos dois anos e meio, em média. É importante começar o processo do desfralde durante o dia. A fase diurna dura em média dois meses. Só quando a criança já tiver completado esta etapa, passe para o período noturno. Passo a passo para não colocar muita pressão na rotina do pequeno.

    O desfralde noturno também é mais demorado. Os pais precisam ser compreensivos e estarem prontos para os famosos “escapes”, que acontecem em toda essa fase, principalmente à noite.

    Como começar – conheça as opções!

    Troninho ou penico? Esta é a primeira dúvida em frente à prateleira da loja, e muitas vezes os pais não sabem qual escolher, por “parecer” que são objetos iguais e com a mesma função. Além disso, há ainda mais duas opções, o assento redutor e o pipi boy. Como saber qual a melhor escolha? Confira as características de cada um:

    Troninho

    • Há opções licenciadas e com os personagens preferidos das crianças;
    • Modelos musicais, para deixar o momento mais interessante;
    • Excelente opção para resolver o problema da falta de altura para acessar o vaso sanitário;
    • Produto multifuncional, geralmente é dividido em duas ou três partes;
    • Limpeza prática.

    Troninho licenciado

    Ter uma opção de troninho licenciado ajuda muito na hora do desfralde, já que os pais podem usar o personagem escolhido como “inspiração” para a criança. A Styll Baby oferece diversos modelos: Mickey, Minnie, Super Homem, Mulher Maravilha, Batman, Carros, Nemo, Princesas, Frozen e Gatinha Marie.

    Com cores atraentes e que chamam a atenção, ainda possui depósito removível, que facilita o momento da limpeza e base destacável, que se transforma em banquinho ou degrau, sendo uma opção econômica e multifuncional. As crianças adoram objetos licenciados, vale a pena investir em um troninho com o personagem preferido para facilitar o processo!  Preço médio: R$ 59,90

    Troninho Bichinhos

    Outra opção divertida de estampa de troninho traz vários bichinhos reunidos em um parque! Disponível em três opções de cores (vermelho com amarelo, rosa com lilás e azul claro com azul escuro) e nas versões simples e musical. Com depósito removível, para facilitar a limpeza, e base destacável, que se transforma em banquinho ou degrau, sendo uma opção econômica e multifuncional. Preço médio: Troninho Bichinho sem música: R$ 44,90 / Troninho Bichinho musical: R$ 49,90

    Troninho Pit Stop Musical

    A opção Pit Stop da Styll Baby é indicada para crianças a partir de 18 meses. Prático e portátil, atende com segurança e conforto crianças de até 23kg. Musical e em formato de carrinho, é fundamental para a independência da criança, que aprende de forma lúdica e divertida. Possui base destacável, que se transforma em assento redutor, e reservatório removível, que facilita a limpeza.

    Disponível em três opções: vermelho com amarelo, rosa com lilás e azul claro com azul escuro. Preço médio: R$49,90

    Penico

    • Formatos atraentes, como carros e bichinhos;
    • Opção com valor mais acessível.

    A Styll Baby possui um modelo de penico em formato de ursinho, disponível nas cores azul, lilás, rosa e verde. Indicados para crianças a partir de 18 meses, atende crianças de até 23kg. Penico médio: R$ 9,90

    Assento redutor

    • Mais prático, basta acoplar o objeto ao vaso sanitário convencional;
    • Indicado para crianças maiores, que já consigam se sentar sozinhas no vaso sanitário.

    A Styll Baby oferece três opções de cores de assento redutor: rosa, azul e verde. Portátil, é uma peça que pode ser levada até mesmo em uma viagem, já que tem encaixe universal, adaptável em qualquer vaso sanitário. Ótima opção para banheiros pequenos, já que fica dentro de uma peça fixa do cômodo. Fabricado em material resistente e durável. Preço médio: R$ 9,90

    Pipi boy

    • Mais prático, basta acoplar o objeto ao vaso sanitário convencional;
    • Indicado para crianças maiores, que já consigam se sentar sozinhas no vaso sanitário.

    Para os meninos que já sabem fazer xixi como gente grande, esse mictório infantil é perfeito para o momento. O formato lúdico e o gira-gira que serve como mira impede que o xixi espirre, evitando sujeiras indesejadas. Fácil de instalar, pode ser fixado através de ventosas (inclusas) ou parafusos (não inclusos). Leve, resistente e fácil de limpar, disponível nas cores azul, vermelho e amarelo. Preço médio: R$ 39,90

    Como fazer?

    Primeiro, apresente o novo objeto da casa para a criança. Deixe que ela mexa no troninho, sente, e explore cada detalhe. Depois de conhecer o produto, já não terá medo, porque não será algo desconhecido.

    Em uma segunda oportunidade, explique para a criança para quais finalidades o troninho serve. Diga que ela pode usar sempre que sentir vontade de fazer xixi e cocô, e que os pais estarão sempre à disposição para ajudar.

    A preferência é que o troninho fique no banheiro, para que a criança já se acostume à ideia de “usar o banheiro”. Isso também facilita na hora do descarte e da limpeza.

    Dicas

    O momento do desfralde, definitivamente, é desafiador, tanto para os pais e cuidadores como para a criança. A transição da fralda para o vaso sanitário é mais um marco de crescimento, e que deve ser feito da forma mais natural possível, respeitando os limites de cada criança. Por isso, valem seguir algumas dicas para tornar esse momento o mais agradável possível:

    • Analise cada opção antes da compra, para tornar a ocasião em uma experiência positiva e recompensadora para a criança;
    • Incentive e comemore quando a criança conseguir avisar e usar o troninho no momento certo. Dê os parabéns, cante, faça festinhas. Algumas famílias fazem até uma pequena festa, com bolo e com o tema ‘Tchau fralda’. As crianças amam a comemoração e, claro, rendem inúmeras fotos divertidas!;
    • Uma dica extra: se o piso da sua casa for liso e escorregadio, vale colocar um tapete embaixo do troninho ou penico, para evitar possíveis deslizes da peça e tombo da criança;
    • Recaídas e escapes são normais. Lembre-se que é uma fase de transição e apoie a criança. Não dê broncas! Em vez disso, diga de forma positiva que sabe que a criança vai conseguir ir ao troninho da próxima vez;
    • Em caso de dúvidas sobre o desenvolvimento da criança, consulte um profissional. Uma visita ao pediatra vai deixar esse momento ainda mais esclarecedor.

    Fique de olho no comportamento do seu filho para saber quando ele realmente está pronto para abandonar a fralda. Seguindo nossas orientações, com certeza o desfralde será um sucesso e sem traumas para a criança.

    Vale lembrar que, independente do acessório escolhido pela família, a utilização do mesmo pela criança precisa sempre ter a supervisão de um adulto. Com a Styll, a hora do desfralde é muito mais divertida! Styll é sinônimo de economia e segurança!

  • 6 mitos ou verdades sobre o corpo das mulheres

    Nem todos  sabem os detalhes sobre os próprios corpos. A realidade é que o corpo humano, de maneira geral, é algo extremamente complexo e com particularidades que ainda estamos aprendendo por meio da Ciência.

    Logicamente, isso não é nem um pouco diferente quando o tópico principal são as mulheres. Uma das ferramentas mais importantes do ser humano é o autoconhecimento e, por isso, precisamos desmistificar algumas informações. Pensando nisso, nós listamos seis mitos ou verdades sobre o corpo feminino. Confere aí!

    1. Sexo durante o período fértil resulta em gravidez – Mito

    (Fonte: Pixabay)

    Durante a fase de ovulação, as mulheres estão em seus “períodos férteis”, que significa, em tese, uma maior chance de engravidar. Entretanto, isso não quer dizer que qualquer relação sexual durante esse período representa a certeza de que um bebê irá nascer. Para se ter uma ideia, a maioria dos casos, na verdade, não resulta em gestação. Estudos apontam que somente 20% das gravidezes ocorrem durante essa fase.

    2. Ciclo menstrual alinhado — Verdade

    (Fonte: Pixabay)

    Dizem por aí que se duas mulheres passarem muito tempo juntas terão seus ciclos menstruais alinhados. Isso é verdade? É! Além de alguns fatores externos que contribuem para esse fenômeno, algumas respostas do organismo podem colaborar para que ocorra um alinhamento da produção hormonal feminina quando dividem o mesmo espaço. Isso faz que haja uma sincronização do ciclo menstrual de forma natural e espontânea.

    3. Usar anticoncepcional de forma constante faz mal à saúde — Mito

    (Fonte: Pixabay)

    O uso de medicamentos anticoncepcionais de forma contínua não representa necessariamente um malefício ou benefício ao organismo. Na verdade, a influência desses remédios no corpo humano é inclusive similar aos outros de uso pontual, até mesmo os prós e os contras. No entanto, o recomendado é sempre buscar uma consultoria médica para determinar a dosagem correta e acompanhar a eficiência da medicação a longo prazo.

    4. As chances de engravidar diminuem depois dos 30 — Verdade

    (Fonte: Pixabay)

    É verdade que após os 30 anos, e principalmente após os 35 anos, as mulheres sofrem uma redução no potencial reprodutivo. Depois dos 40 anos, esse declínio se acentua ainda mais, e as taxas de aborto espontâneo também crescem. Esse é um fato biológico que tem sido estudado pela ciência há anos. Estudos estimam que a chance de gravidez por mês para mulheres abaixo de 30 anos é de 20% enquanto permanece em 5% para mulheres acima dos 40.

    5. Andar descalço estimula a cólica — Mito

    (Fonte: Pixabay)

    Por mais que muitas mulheres acreditem que deixar os pés descalços em contato com o chão gelado possa aumentar as cólicas, ainda não há nada comprovado sobre essa informação. De alguma forma, é possível que a temperatura baixa gere algum grau de desconforto para quem já está sentindo alguma dor. Porém, isso não quer dizer que esse seja o fator causador do desconforto inicial. Sendo assim, correlação não implica causalidade.

    6. A menopausa diminui o desejo sexual — Mito

    (Fonte: Pixabay)

    Um discurso popular é que as mulheres que entram na menopausa simplesmente perdem o desejo sexual sem motivo algum. Porém, isso está longe de ser verdade. O que ocorre nesse período é que o corpo passa a sofrer diversas alterações hormonais e constante calor gerados por essas variações, o que pode diminuir a libido, mas isso pode ser resolvido com um tratamento de reposição hormonal. Então, mulheres na menopausa que buscam auxílio médico para repor seus hormônios podem retomar o mesmo desejo sexual que tinham antes.

    Fonte: Mega Curioso

  • Dia Mundial do Bordado: conheça Ibitinga e as histórias de artesãos locais

    Dia Mundial do Bordado: 

    conheça Ibitinga e as histórias de artesãos locais que vivem da arte e do turismo

    Conhecida como a Capital Nacional do Bordado, Ibitinga é referência no turismo de compras e reúne relatos inspiradores de pessoas que vivem da arte

    Paciência, afeto, dedicação e tempo. Esses são quatro fatores fundamentais na vida e que se encaixam perfeitamente em uma atividade: o bordado. Como arte que surgiu há muitos anos, pesquisas apontam que o primeiro registro foi o ponto cruz, na era pré-histórica. Esse ponto era utilizado nas roupas feitas com peles de animais e acredita-se que, já nesse período, o ser humano o usava para enfeitar e diferenciar suas vestimentas.

    Os anos passaram e o bordado tornou-se presente em diversas épocas e culturas, com a contribuição de inúmeros povos, como chineses, egípcios, gregos, ingleses, indígenas, persas e romanos, entre outros. É importante destacar que o trabalho detalhado de bordar desenhos ou padrões nas roupas era muito valioso; portanto, apenas os ricos e poderosos tinham acesso e usavam tecidos bordados para demonstrar status social.

    O bordado foi passado de geração em geração e popularizou-se mundo afora, inclusive no Brasil e em São Paulo. Em 2011, foi criado oficialmente o Dia Mundial do Bordado por iniciativa da Täcklebo Broderiakademin (Academia de Bordado de Täcklebo), em Vismarlöv, na Suécia. A data, celebrada anualmente em 30 de julho, surgiu do desejo de unir pessoas de diferentes países com o mesmo interesse e celebrar o bordado como um ato de criatividade.

    Neste Dia Mundial do Bordado, a Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP) apresenta a cidade de Ibitinga. Conhecida como a Capital Nacional do Bordado, a estância turística localiza-se a 343 km da capital, no centro geográfico do estado de São Paulo. A cidade leva o título pelos bordados produzidos tanto em lojas de fábrica e no Centro Comercial, quanto artesanalmente, carregando história e tradição.

    Reconhecida como referência no turismo de compras do estado, Ibitinga recebe anualmente milhares de turistas, atraídos pelas peças expostas na Feirinha do Artesanato — que acontece aos sábados com aproximadamente 600 barracas — e pela Feira do Bordado, que ocorre no mês de julho, reunindo 150 expositores, a maioria de empresas de bordados. Com esse movimento gerado pelo turismo, também há impacto direto na vida dos moradores. Conheça as histórias de Valdecir da Silva e Nereide Branco Trofino, dois artesãos e moradores de Ibitinga que tiveram suas vidas transformadas pelo turismo e pelo bordado.

    De motorista de ambulância a turismólogo, guia de turismo, hoteleiro e, sempre, bordador…

    Valdecir da Silva é natural de Ibitinga e tem 57 anos. “Val”, como é carinhosamente chamado pelos amigos e familiares, é turismólogo, guia de turismo e bordador — profissão que começou a exercer quando tinha entre 12 e 13 anos de idade.

    “Foi um despertar natural. Em casa, viemos de uma família humilde e a minha mãe sempre ensinou que tínhamos de merecer o que ganhávamos. Desde pequeno, ela colocou em nossas mãos a responsabilidade de ajudar a pagar as contas, mas não era um trabalho árduo ou penoso. Não, não. Minha mãe sempre foi muito sensata; ela queria que estudássemos também. Então, íamos para a escola no período matutino e, quando chegávamos, fazíamos as tarefas e ajudávamos em casa”, conta.

    Ele comenta que, no fim da tarde, sua mãe preparava carrinhos de mão — que ele chamava de carriola — com pacotes de legumes e frutas do terreno da família, para que Valdecir oferecesse no bairro. Nesse período, seu pai era padeiro e entregava pão de porta em porta com um carrinho parecido com uma carroça, porém fechado. “A renda da família era pouca, mas nos virávamos dessa forma”.

    A paixão de Valdecir pelo bordado começou pela mãe, que era desfiadeira. “O desfiado que ela fazia era um trabalho artesanal de tirar fio por fio de um tecido de linho, que futuramente seria crivado dentro de um desenho, um formato preparado antigamente, e depois bordado. Era um processo de desfiar, crivar e bordar”, explica. Primeiro, ele aprendeu a desfiar, depois a crivar um pouco, mas o que queria mesmo era a agilidade da máquina de bordar. “A máquina era mais rápida. Apesar de ser um trabalho manual, utilizava-se esse equipamento. E foi assim, dos 12 para os 13 anos, que aprendi a bordar”, comenta.

    Val conta que foi um processo lindo, pois aprendeu na escolinha de bordado em Ibitinga. “Minha professora foi uma senhora chamada Rosa Martins Coelho, se não me engano. Ela já não está mais entre nós, infelizmente, mas eu a conheci até a fase adulta e tivemos uma amizade”. A loja vendia os equipamentos e as pessoas aprendiam a manuseá-los no local. Já encantado pela arte, Val passou a prestar serviço para donos de salões de bordado, entrando com a mão de obra.

    Ao ser perguntado sobre como o bordado mudou sua vida, Valdecir comenta que sempre teve curiosidade de saber como as coisas eram feitas. Além disso, destaca o fator terapêutico do bordado. “Chega a ser algo incrível. É emocionante falar que, muitas vezes, com problemas sérios para resolver ou preocupações, nós nos sentamos para fazer aquele trabalho manual e aquilo, de certa forma, nos relaxa. Faz com que tenhamos concentração e um despertar até para a solução de problemas enquanto realizamos trabalhos manuais”, pontua.

    Além disso, a arte transformou a vida dos bordadeiros da cidade, que até a década de 80 não eram reconhecidos como categoria profissional. “Eu estava com 17 para 18 anos quando criamos a Associação de Bordadeiras, porque queríamos melhoria de vida. Trabalhávamos nas fábricas — que não eram chamadas de fábricas, mas de salões de bordado. Nesses locais, simplesmente fazíamos o bordado para o proprietário. Não tínhamos reconhecimento de funcionários”.

    Ele conta que recebiam salário mensal ou por peça produzida. “Eu tirava ali o mínimo. Na época, nem se falava em salário-mínimo. Mas, de 1985 até 1988, houve um movimento em Ibitinga que levou à criação da Associação das Bordadeiras, e eu fiz parte desse processo”.

    “Com 18 anos completos, pude fazer parte da diretoria. Essa associação, um ou dois anos depois, conseguiu a carta sindical, e aí a nossa vida mudou. O Ministério do Trabalho veio a Ibitinga e catalogou as profissões, atribuindo um código para cada função: o riscador, o cortador, a bordadeira, a desfiadeira, a crivadeira. Cada um passou a ser profissional e poderia ser registrado em carteira”, relata.

    Com a profissionalização, Valdecir e outros moradores passaram a ser funcionários formais. Os salões se tornaram empresas, com a necessidade de abrir um CNPJ, o que transformou a cidade. “Essa arte, que começou no seio familiar há muitos anos, transformou a vida das pessoas e trouxe reconhecimento profissional”. Val trabalhou bordando até os 21 anos. Depois, tornou-se funcionário público na área da saúde como motorista de ambulância, mas a paixão pelo bordado permaneceu.

    Ele ressalta que o bordado é o grande atrativo para os turistas. “Ibitinga não vive mais sem turismo. Enquanto cidadão ibitinguense, enxergo o turismo como essencial e propulsor dessa máquina. Como artesão, o turismo é a válvula que impulsiona a criatividade desta cidade”.

    “A presença do turista é indispensável para a manutenção do título de estância turística, para o reconhecimento como Capital Nacional do Bordado e do Enxoval, e, principalmente, para a sobrevivência do nosso povo. O turista que vem até Ibitinga para fazer compras, para revender ou para passear; que vem conhecer o trabalho dos nossos artesãos, comprar um enxoval ou um presente, é o nosso diamante. É a pedra preciosa que Ibitinga deve cativar”, destaca.

    Nesse sentido, Valdecir ressalta que a cidade realizou a 50ª Feira do Bordado de Ibitinga, iniciada em 1974. Esta edição, de acordo com a Câmara Produtiva do Bordado (CPL) de Ibitinga, atraiu um público de aproximadamente 180 mil pessoas ao Pavilhão Permanente de Exposições. Durante os dez dias de evento, a movimentação financeira alcançou a marca de cerca de R$ 100 milhões, movimentando os setores de turismo, hotelaria, gastronomia e comércio regional, de acordo com a Prefeitura de Ibitinga.

    Sobre o turismo de experiência, Valdecir comenta que é um setor com grande potencial. “Quem vem para Ibitinga sai satisfeito e querendo voltar, porque a variedade de produtos vai muito além das vitrines digitais. O turista vem pela experiência de conhecer o bordado. Muitas vezes, o contato pessoal com o vendedor faz com que ele leve mais do que pretendia inicialmente”.

    Uma história toda bordada pela arte

    Nereide Branco Trofino tem 84 anos e é natural de Ibitinga. Sua história com o bordado começou na infância. “Tive a oportunidade de estudar por dois anos na Escola Artesanal de Ibitinga, onde aprendi a arte do bordado à mão e dei os primeiros passos em uma paixão que levaria para toda a vida”.

    “Depois de um período bordando à mão, aos 13 anos comecei a usar a máquina da minha mãe. Esse mesmo equipamento me acompanha até hoje”, explica D. Nereide, conhecida como a bordadeira mais tradicional de Ibitinga. Ela conta que é uma máquina simples, de pedal, sem motor, que, mesmo com o passar dos anos, continua sendo a fiel companheira de seu trabalho.

    “Cada ponto bordado carrega um pouco da minha história, da dedicação e do amor por esse ofício. Mais do que uma profissão, o bordado tornou-se parte da minha identidade, unindo tradição, perseverança e paixão em cada peça que produzo”, comenta.

    Quando questionada sobre como essa arte mudou sua vida, ela lembra que, ainda muito jovem, aos 13 anos, já conseguia se sustentar e ajudar os pais nas despesas da casa. “Depois que me casei, o bordado continuou sendo uma importante fonte de renda. Com o passar dos anos, ampliei meu trabalho, adquiri máquinas industriais e contei com outras bordadeiras trabalhando comigo. Assim, atuei como empresária por muitos anos”, destaca.

    Para ela, a maior contribuição do bordado foi a oportunidade de voltar a estudar aos 28 anos. “Graças a essa profissão, concluí o ensino fundamental e o ensino médio, e realizei o sonho de cursar a universidade. Mais do que uma profissão, o bordado abriu caminhos, proporcionou independência financeira e tornou possíveis conquistas que marcaram toda a minha trajetória”.

    Atualmente, muitas pessoas, inclusive jovens, estão procurando atividades manuais como o bordado. Para quem quer começar, D. Nereide explica que o bordado é muito mais do que uma técnica; é uma arte que ensina paciência, dedicação e amor pelos detalhes. “Para os iniciantes, minha mensagem é: não desistam diante das dificuldades. Todo bordado bonito começou com os primeiros pontos. Com prática, perseverança e vontade de aprender, cada pessoa desenvolve seu próprio estilo. Além de proporcionar satisfação pessoal, o bordado pode se transformar em uma profissão e em uma importante fonte de renda, como aconteceu comigo. É uma arte que preserva tradições”, finaliza.