Autor: agitosp

  • Tirei o siso, e agora?

    Consultora da GUM sugere cuidados ideais para auxiliar na rotina pós-cirúrgica

    Apesar de tranquila, a cirurgia de remoção do dente do siso ainda desperta dúvidas em muitas pessoas, principalmente no que diz respeito à rotina pós-operatória. Como se trata de um procedimento cirúrgico, ela exige alguns cuidados, incluindo repouso, mudanças na alimentação e produtos de higiene bucal específicos para evitar atritos e machucados na área que está sensibilizada.

    Para Isabella Mendes, dentista e consultora da GUM, marca mais inovadora de cuidado bucal no Brasil e presente em 90 países, uma das orientações mais importantes é não deixar de fazer higiene bucal no período pós-operatório, mesmo que a região esteja dolorida ou apresente leve sangramento. “Muitas pessoas evitam o uso da escova dental devido ao incômodo que pode apresentar, mas essa é uma escolha perigosa, pois o acúmulo de detritos e placa bacteriana podem gerar graves infecções na área e dificultar o processo de cicatrização”, afirma.

    A especialista explica que é essencial optar por uma escova que se adeque às necessidades do pós-operatório. A escova pós-cirúrgica da GUM é um ótimo exemplo: possui cerdas ultra macias e finas e cabo especialmente projetado para permitir precisão e uma limpeza suave.

    Além disso, Isabella orienta que a escova seja manipulada de maneira delicada e que não se façam bochechos muito fortes, para não correr o risco de os pontos estourarem. “Outra dica importante é limpar a região dos pontos com gaze e soro fisiológico, a fim de garantir uma limpeza mais completa”, acrescenta.

    Existem ainda outros cuidados essenciais na hora da recuperação de uma cirurgia de retirada do siso. Confira abaixo a lista feita pela especialista.

    1 – Repouso: É essencial evitar atividades físicas ou movimentos bruscos e que exijam muita força, principalmente nos três primeiros dias a fim de evitar sangramentos.

    2- Gelo: Compressas de gelo são a recomendação mais popular na hora do pós-operatório e uma das mais importantes. “A baixa temperatura ajuda a aliviar a dor e o inchaço na região operada, além de evitar inflamações”, comenta Isabella.

    3 – Alimentação: A dieta do pós-operatório deve ser composta por refeições líquidas nos três primeiros dias, seguidas de pastosas, que não exijam mastigação. A dentista explica que alimentos gelados são uma boa escolha nesse período, pois têm a mesma funcionalidade das compressas de gelo, aliviando possíveis incômodos. Também é indicado evitar bebidas alcoólicas e cigarro, devido às substâncias tóxicas que possuem.

    4 – Siga as recomendações do dentista: É imprescindível seguir as recomendações do cirurgião-dentista responsável pela operação, pois ele prescreverá medicamentos e cuidados específicos para cada caso. Além disso, Isabella ressalta a importância do retorno ao especialista no tempo estipulado e a comunicação em qualquer sinal de complicação no processo de cicatrização. “A volta ao consultório pode ser ainda necessária para remoção dos pontos, pois nem todos são reabsorvíveis, principalmente as suturas feitas com fio de seda ou nylon. O tempo para retirada dos pontos é de cerca de sete dias. Porém, como esse prazo pode variar é essencial manter contato com o dentista e tirar todas as dúvidas”, pontua.

    5 – Incômodos: A retirada do siso pode causar o chamado trismo muscular, uma rigidez no músculo da região operada, por isso é natural que algumas pessoas sintam dificuldade para abrir ou fechar a boca após a cirurgia. A especialista informa que o incômodo costuma passar de acordo com a cicatrização do local e pode ser amenizado com anti-inflamatórios ou relaxantes musculares sempre prescritos pelo profissional responsável pela cirurgia.

  • O que é Diabetes Mellitus

    Você já ouviu falar muito do Diabetes Mellitus (DM) e com certeza conhece alguém portador dessa enfermidade. Porém você realmente sabe do que se trata? O DM não consiste em uma única doença. É composto por um grupo heterogêneo de enfermidades que possuem em comum o aumento de glicose (açúcar) no sangue – denominada de hiperglicemia, que ocorre por um defeito na fabricação ou ação da insulina.

    Os tipos mais comuns de DM são dos tipos 1e 2. O diabetes tipo 1 é causado pela destruição da célula beta, geralmente por mecanismos auto imunes. Há presença de anticorpos que destroem o pâncreas endócrino. Portanto, não ocorre produção de insulina. Corresponde de 5 a 10% dos casos. O diabetes tipo 2, por sua vez, é decorrente de uma resistência na ação da insulina. Há hiperglicemia associada a aumento da insulina no sangue no início da doença. Com o passar do tempo, ocorre falência pancreática e diminuição da produção desse hormônio.

    As causas do diabetes 2 são inúmeras; predisposição genética, envelhecimento, grande ingestão calórica, obesidade, acúmulo de gordura abdominal, sedentarismo, baixo peso ao nascer e alteração do sono. Corresponde aproximadamente 90 a 95% dos casos. Portanto o aumento da prevalência do diabetes tipo 2 reflete os maus hábitos dos indivíduos em todo planeta.

    O DM é tão nocivo porque a hiperglicemia crônica acarreta o desenvolvimento de complicações nos pequenos vasos sanguíneos da retina (no olho), no rim e nervos periféricos. Essas alterações são características de todas as formas de diabetes.
    Como conseqüência dessas complicações microvasculares, o DM constitui a principal causa de cegueira, insuficiência renal terminal e neuropatia debilitante.

    O DM também é responsável pelas doenças macrovasculares ateroscleróticas, com a formação de placa de gordura nos vasos sanguíneos. Ocorre comprometimento das artérias que irrigam o coração, o cérebro e as extremidades inferiores. Assim, o paciente diabético possui maior risco de desenvolver infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e amputação dos membros inferiores.

    Em média, quando é feito o diagnóstico de DM o paciente já é portador da doença por 6 anos. Trata-se, portanto, de uma enfermidade insidiosa que muitas vezes não causa sintomas, embora os comuns sejam muita sede (polidipsia), urinar mais que o habitual (poliúria), perda de peso inexplicável e fome excessiva (polifagia).

    É possível prevenir o DM tipo 2. Seguir uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos são os passos iniciais. Outros hábitos relacionados ao aumento do risco são: tabagismo e consumo excessivo do álcool. É importante também realizar exames periódicos para checar a glicemia e outros parâmetros associados a esta doença.

  • Bichos também sentem frio? Confira cuidados importantes no inverno

    Baixas temperaturas podem causar problemas à saúde de aves, répteis e roedores

    O frio chegou de forma intensa antes mesmo do início do inverno e já vem afetando a saúde dos pets. Normalmente, os tutores de cães e gatos dão uma atenção a mais para os bichos, disponibilizando roupinhas e cobertas extras. Mas aves, répteis e roedores, animais que vem ganhando cada vez mais espaço nos lares brasileiros, também merecem cuidados especiais nessa época do ano.

    Para cuidar melhor desses pets no inverno, confira as dicas do veterinário George Ortmeir Velastin, que presta atendimento nos consultórios do pet center HiperZoo, em parceria com o Centro Médico Vetsan.

    Cobertura de gaiolas e casinhas

    Nos dias de frio mais intenso, a principal medida para proteger pássaros, roedores e pequenos mamíferos é cobrir a gaiola com capas para esse fim ou tecido, deixando apenas uma lateral aberta. Isso evita a entrada de ar frio, mantém o calor no espaço do animal e garante a troca de ar no espaço. Outra dica importante é disponibilizar tocas e casinhas para roedores e pequenos mamíferos.

    “As gaiolas nunca devem permanecer em áreas com corrente de ar, pois, além do frio, o vento também prejudica demasiadamente a saúde dos animais. Deve-se evitar correntes de ar até mesmo nas estações mais quentes do ano”, alerta o médico veterinário responsável pelo atendimento de animais selvagens e pets não-convencionais.

    Aquecedores

    O uso de aquecedores de ambiente também é uma boa dica para o conforto dos pets, porém é preciso tomar cuidado para que não fiquem muito próximos aos animais, esquentando-os excessivamente ou, até mesmo, causando queimaduras. A dica é utilizar aquecedores apenas durante à noite e manter umidificadores ou vasilhas com água próximos ao aquecedor para evitar o ressecamento do ar.

    Já para os répteis, que são animais exotérmicos, ou seja, precisam de fontes externas para manter sua temperatura corporal, a dica é utilizar pedras, tocas ou placas aquecidas no terrário. É fundamental cuidar com a temperatura do acessório, que deve ficar entre 24 e 26º C. Para os demais animais, a orientação é também manter essa temperatura no ambiente, pois o calor excessivo pode causar desidratação.

    Banho de sol

    A exposição ao sol, além de ajudar a aquecer, é importante para manter equilibrada a produção de vitamina D. Mesmo no inverno é preciso cuidar para que haja um espaço com sombreamento na gaiola para o animal se proteger caso sinta calor.

    “A exposição ao sol deve ser direta. Não vale colocar a gaiola ou terrário próximos à janela, pois o vidro filtra os raios ultravioletas (UVA e UVB), fundamentais para a saúde dos animais”, comenta Velastin. O ideal é que os banhos de sol sejam diários e com duração de 20 a 30 minutos.

    Sinais de alerta

    Para saber se os animais estão sentindo frio é preciso ficar de olho em algumas posturas ou manias que eles podem demonstrar. Por exemplo, as aves ficam com o pescoço para trás e as penas arrepiadas para acumular ar embaixo das penas e manter o calor do corpo. Roedores, pequenos mamíferos e répteis costumam ficar mais escondidos e as cobras mais enroladas.

    “Ao contrário do que muitas pessoas pensam, os répteis não hibernam”, comenta o veterinário. “Como eles não têm capacidade de termorregulação, sofrem uma queda no metabolismo se sentirem muito frio. Eles ficam sem se alimentar e se mexer, dando a impressão de que estão em estado de hibernação”. Nesse cenário, os répteis podem desenvolver pneumonia, quadros de diarreia e problemas no crescimento.

    A atenção deve ser ainda maior com as aves, pois geralmente elas não param de se alimentar (um sinal comum de alerta), e podem desenvolver aerosaculite, uma inflamação dos sacos aéreos, que é o primeiro estágio para desenvolvimento de pneumonia. Roedores e pequenos mamíferos também podem ficar suscetíveis a diversas doenças e desenvolver pneumonia.

    Serviço

    Consultas veterinárias para animais exóticos e silvestres

    Quando: mediante agendamento prévio, pelo telefone (41) 3015-8586

    Local: HiperZoo – Rua Desembargador Westphalen, 3.448 – Curitiba/PR

  • Demonstrar e sentir amor: dicas de como estimular esse sentimento nos bebês

    Para os adultos, demonstrar amor por uma pessoa é algo relativamente simples. Quando falamos de bebês, as coisas mudam de figura, pois nesses casos as demonstrações de afeto são bem diferentes.

    “Desde a barriga o bebê já sente o amor dos pais, se acalma com os carinhos, com o tom de voz”, explica a psicóloga Cynthia Wood, da clínica Crescendo e Acontecendo. “E logo ao nascer reconhece a voz principalmente da mãe, afinal ficou lá por 9 meses”.

    Segundo a especialista, no início, até os 8 meses, é bem sutil esta demonstração de amor do bebê pelos pais. “Mas, sim, ele se sente amado e seguro quando está no colo, quando é amamentado, quando é trocada a fralda, quando é aquecido e abraçado, e especialmente quando cantam para ele”, diz Cynthia.

    Na visão da psicóloga clínica Ana Cássia Maturano, a forma dos bebês demonstrarem o amor é diferente dos adultos.

    “É um amor calcado na possessividade, como se os pais fossem parte dele”, explica Ana Cássia, que é coautora do livro Puericultura – Princípios e Práticas (editora Atheneu).

    Essa possessividade do bebê em relação aos pais, especialmente à mãe, é natural. “O primeiro objeto de amor é a mãe. No início, é como se o bebe ainda se confundisse com ela. Ele não faz essa distinção, é como se fosse uma coisa só”, constata Ana Cássia.

    O amor do bebê nos primeiros meses também está muito ligado a segurança que ele sente quando está na presença dos pais.

    “Tem mais a ver com essa segurança e que, como ainda se sente parte da mãe, há a sensação de que parte de mim está nela. É um amor mais possessivo, mais do que essa coisa carinhosa”, afirma Ana Cássia Maturano.

    Cynthia Wood enumera algumas demonstrações do amor do bebê às mães.

    “Eles se acalmam quando ficam no colo e ouvem a voz dos pais”, diz a especialista. “Afinal, desde o útero aprende a reconhecer a voz dos pais e ao ouvi-la, sabe que eles estão por perto e se acalma”.

    A psicóloga fala também que são capazes de perceber o cheirinho dos pais e inclusive prefere este cheiro a outros. “Reconhecem o cheiro da mãe até em uma peça de roupa”, diz Cynthia.

    Hora de mamar

     

    Nos primeiros meses, o bebê não enxerga bem.

    Por isso, na hora de amamentar é recomendável não cobrir o seu rosto, pois a troca de olhares entre mãe e filho é essencial para o fortalecimento do vínculo. “Sempre com delicadeza, a mãe deve cantar ou conversar. Isso acalma e conforta a criança”, diz Ana Cássia Maturano.

  • Inovações tecnológicas auxiliam no convívio com o diabetes

    Novos recursos são facilitadores para o uso contínuo de insulina e inteligência artificial pode suspender a medicação em casos de hipoglicemia

    Diversos estudos e pesquisas são fundamentais para que os avanços na área médica sejam contínuos e promissores. Algumas novidades na saúde, como as bombas que permitem um sistema de infusão contínuo de insulina acopladas a sensores que avaliam a variação da glicose, podem beneficiar as pessoas que possuem diabetes, facilitando não apenas o controle da doença, mas também a qualidade de vida.

    Indicado em especial para pacientes do diabetes tipo 1, a bomba de insulina para monitorização contínua é um grande passo para o controle do diabetes. “Como é um tipo da doença que requer o uso contínuo de medicação, com doses múltiplas de insulina, e que exige um controle mais rigoroso, a bomba é uma ótima solução pois simula melhor a secreção de um pâncreas normal e traz comodidade para o paciente”, explica a Dra. Suzana Vieira, endocrinologista da Clínica Holus.

    Para as famílias com crianças ou adolescentes que possuem diabetes, o  Sistema de Infusão Contínua de Insulina (SICI), via bomba, é muito recomendado devido à alta precisão e segurança e por ficar junto ao corpo do paciente, programado para injetar insulina contínua e em bolus no organismo, dando liberdade de que o paciente reestabeleça seus horários e funções, que com  as  múltiplas doses de insulina pode haver alguma limitação.

    Esta tecnologia também dá maior tranquilidade em relação a uma possível crise de hipoglicemia noturna.  O modelo mais recente do sistema “conversa” com o sensor de glicose e caso preveja a queda abaixo de um nível de segurança pré-definido, automaticamente bloqueia a próxima dosagem de medicação. “É uma das grandes preocupações dos pais que a criança ou o adolescente diabético tenha uma crise noturna que não seja facilmente notada, pois com a pessoa dormindo os sintomas ruins da hipoglicemia não são perceptíveis. E esse é um quadro grave e pode trazer grandes complicações”, reforça Suzana.

    Dentre as vantagens de utilizar o sistema, além do controle da hipoglicemia já citado, estão pontos como a melhoria da qualidade de vida, o controle preciso da glicemia, ajuste das atividades diárias, simulação da ação do pâncreas, ajuste temporário de taxas basais para momentos como de prática de atividade física, redução do número de aplicações, sendo uma picada para administração de insulina a cada dois ou três dias para a troca do cateter, entre outros.

    “É um meio muito interessante para obter um gráfico contínuo das variações da glicose do paciente e a monitorização da glicose acaba oferecendo mais dados para o ajuste das doses de insulina”, complementa. Dra. Suzana reforça ainda que estas soluções também são muito indicadas para gestantes que possuem diabetes para que possam ter mais tranquilidade na gestação. “Infelizmente ainda são opções de alto custo no mercado e que não são acessíveis a todos, mas a expectativa é que possa ser viável a médio prazo para mais famílias”, afirma a endocrinologista.

    Dra. Suzana Vieira é graduada pela Faculdade de Medicina da UFPE possui Residência Médica e Doutorado em Endocrinologia pela USP.  Atua como endocrinologista no SUS e na Clínica Holus, onde também é diretora médica. É membro ativa da Endocrine Society colaboradora do  Slow Medicine Brasil, apoiadora da iniciatival Choosing Wisely. Para saber mais sobre o seu trabalho, acesse www.drasuzanavieira.med.br e a página da @drasuzanavieira no Facebook.

  • É normal sentir mais sono durante o inverno

    Além de fatores fisiológicos, algumas atitudes contribuem para maior sonolência

    O inverno, a estação mais fria do ano, começa no dia 21 de junho e é comum nessa época sentirmos mais sono. Isso tem a ver com a diminuição da luminosidade, já que os dias são mais curtos e as noites mais longas. A melatonina, hormônio que induz ao sono, é estimulada pela escuridão. Como escurece mais rápido nesta estação, há uma maior produção de melatonina.

    No inverno, aumenta também o mau humor, porque a produção de serotonina é menor. A substância é responsável por regular o sono, enxaqueca e a saciedade. A diminuição de exercícios físicos nesta época do ano reduz a produção desta substância.

    Além disso, no clima frio, a temperatura do corpo fica mais baixa, o metabolismo fica menos acelerado e, agasalhados no conforto do lar, é normal sentir mais sono e vontade de ficar na cama. Para produzir mais calor, o corpo também precisa de mais fonte de energia, por isso as pessoas acabam ingerindo comidas mais pesadas para suprir essa necessidade, fator que também aumenta o sono.

    Para a consultora do sono da Duoflex, Renata Federighi, mesmo com essas alterações, não significa que precisamos de mais horas dormindo. “O conforto da cama faz com que as pessoas sintam vontade de ficar mais tempo deitadas, é uma sensação de aconchego, mas não há necessidade biológica. A qualidade do descanso continua sendo mais importante do que a quantidade”, explica.

    Abaixo, a especialista lista algumas dicas para ajudar a manter o padrão sem comprometer o sono durante o inverno. Confira:

    • Atenção à postura

    A postura correta ao dormir, associada ao uso do travesseiro correto, é imprescindível para um repouso de qualidade.

    • Ambiente escuro

    Mantenha o ambiente escuro. A claridade interfere na produção da melatonina. Evite atividades que atrapalhem um sono profundo, como assistir TV deitado na cama, utilizar o computador ou ficar horas no celular. A luminosidade emitida por esses aparelhos também pode interferir na qualidade do sono.

    • Exposição solar

    A dica é tomar sol pela manhã, para aumentar a produção de serotonina.

    • Alimentos leves

    Alimente-se até três horas antes de ir para a cama e dê preferência a alimentos leves.

    • Atividades relaxantes

    Até três ou quatro horas antes de deitar faça alguns movimentos tranquilos de alongamento, eles ajudam a aquecer e relaxar a musculatura.

     

  • Médicos alertam sobre importância da vitamina D

    Em nível ideal, vitamina contribui na prevenção de doenças e melhora qualidade de vida

    Entre as carências da população brasileira, a insuficiência de vitamina D predomina em homens e mulheres entre 19 e 59 anos. O dado foi apresentado na última pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que revelou também uma das principais causas desse problema: a falta de exposição à luz solar. Fundamental para o bom funcionamento do organismo, a vitamina D, que na verdade é um hormônio chamado colecalciferol, é produzida pela própria pele, mas pode ser encontrada em alimentos e suplementos.

    O sol é o grande responsável pela produção e absorção de vitamina D no corpo humano. Vinte minutos, entre 10h e 17h, três vezes na semana, já são suficientes para aumentar e potencializar a vitamina. “Quanto maior a área exposta, maior a produção”, indica a chefe do serviço de endocrinologia do Hospital de Clínicas do Paraná e vice-presidente da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (ABRASSO), Dra. Victoria Borba, que complementa: “Apesar de existirem alimentos que contém vitamina D, como carnes, peixes, ovo, leite etc., e suplementos, a melhor forma é a produzida pelo nosso próprio corpo. Por meio da exposição solar, pelos raios ultravioletas, ocorre a transformação da pré-vitamina D, que desencadeia a produção de vitamina D por ativação de enzimas específicas. Parte da vitamina D produzida fica guardada principalmente no fígado e é utilizada quando precisamos”, esclarece.

    De acordo com Dra. Victoria, a vitamina D é importante para segurar o cálcio nos ossos e mantê-los firmes. Fraqueza muscular, dores articulares e fadiga são alguns dos sintomas que podem ser apresentados pela ausência da vitamina. “A falta dele acarreta em perda de absorção de cálcio pelo intestino, o que desencadeia uma reação do organismo para manter o cálcio do sangue normal. Assim, há um aumento do hormônio chamado PTH, que retira o cálcio do osso para equilibrar novamente o cálcio sérico, mas acaba levando à perda óssea e osteoporose”, explica a médica.

    Doenças autoimunes, inflamatórias e neurodegenerativas também podem aparecer quando há um déficit da vitamina no corpo. “Outro problema associado à falta de vitamina D é a perda de força muscular, levando a quedas, o que é extremamente perigoso, principalmente, para idosos, uma vez que aumenta muito o risco de fraturas”, complementa Dra. Victoria.

    Estudos já identificam a vitamina D como uma forma de prevenção a diversos tipos de câncer, como o de próstata, mamário, ovariano, etc. A médica alerta: “Cada caso deve ser estudado e analisado com atenção.” Segundo a presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional Paraná (SBEM-PR), Silmara Leite, diabéticos e obesos apresentam maior deficiência de vitamina D. “Com a reposição de vitamina, podemos notar melhora na firmeza do osso e na massa magra.” explica Dra. Silmara.

    Os valores ideais da vitamina D no organismo são diferentes para bebês, crianças, adultos, grávidas e idosos. “Estudos recentes mostram uma alta prevalência de deficiência de vitamina D em gestantes e recém-nascidos, associada a parto prematuro. As crianças nascem pequenas para a idade gestacional, além de consequências na própria gestação. Por isso, recomenda-se que todas as gestantes mantenham níveis adequados da vitamina D e, para isso, é recomendado o uso de suplementos, de acordo com a recomendação médica”, explica Dra. Victoria.

    Atletas também têm tendência a fazer mais reposição, pois, com treinos excessivos, muitas vezes apresentam deficiência de vitaminas e, com a reposição, conseguem resultados melhores. A única restrição é com relação à vitamina D injetável. Dra. Victoria explica que a prática envolve quantidades acima do recomendado e já foi proibida nos Estados Unidos. Em excesso, a vitamina D pode acarretar problemas como intoxicação, que leva à desidratação, insuficiência renal e alterações cardíacas graves. “A reposição deve ser feita, na maioria das vezes, por cápsulas. Hoje, as gelatinosas apresentam boa absorção. Em situações especiais, em que existem problemas de deglutição e em crianças,  podem ser usadas gotas. Formulações injetáveis, além de serem dolorosas, não estão disponíveis comercialmente e não são recomendadas. Estas formulações só teriam indicação em pacientes com síndromes disabsortivas graves”, conclui a médica.

     

  • Caldas Novas: roteiro completo, com piscinas termais e muito mais

    Conhecida pelas águas termais, a cidade de Goiás tem outras atrações a oferecer ao visitante que chega para explorar o turismo

    Caldas Novas, em Goiás, é um dos principais destinos turísticos do Brasil e um dos maiores da região Centro-Oeste. Com 85 mil habitantes, a cidade recebe mais de 4 milhões de visitantes todos os anos, que chegam atraídos pelas fontes de águas termais que emergem a 58oC do solo, mas que mantêm uma temperatura média de 32oC. Essa característica faz com que os empreendimentos hoteleiros não economizem quando o assunto é piscina e, por isso, muitos dos hóspedes ficam um bom tempo das viagens em seus hotéis.

    E apesar da água termal ser a principal atração de Caldas Novas, a cidade tem mais a oferecer quando o assunto é turismo, possuindo lindas cachoeiras e uma natureza exuberante. E por ser um local relativamente pequeno, quem tiver interesse em passeios fora dos hotéis, consegue conhecer a região em poucos dias.

    Abaixo, uma lista com sugestões de lugares que valem a pena a visita:                       

    Casarão dos Gonzaga

    Patrimônio histórico e cultural da cidade de Caldas Novas, o Casarão dos Gonzaga foi construído no começo do século XX por Orcalino Santos, um dos responsáveis pela emancipação política da cidade junto ao primeiro prefeito, Bento de Godoy. Em estilo colonial, a casa, que é uma das mais antigas da cidade, hoje abriga o centro de apoio ao artesão. Em seu interior, encontra-se um acervo de peças antigas, guardando todas as características da época.

    Endereço: R. Cel. Gonzaga, 324-412 – Jardim Roma, Caldas Novas – GO

    Praça Mestre Orlando

    Também conhecida como Praça da Matriz – por ser o local da principal igreja da cidade, inaugurada em 1850 – ou Praça Central. Símbolo do crescimento e da vocação turística de Caldas Novas, a Praça Mestre Orlando é um ponto de encontro tanto de moradores quanto de visitantes, já que além da igreja e dessa representatividade toda, fica bem em frente ao Calçadão Orcalino Santos, cheio de bares e restaurantes.

    Endereço: Centro, Caldas Novas-GO

    Santuário Nossa Senhora da Salete

    O objetivo do Santuário é promover a evangelização reconciliadora, encontros para a reflexão, romarias e peregrinações. É aberto a todas as pessoas, sejam elas curiosas, que desejam buscar atendimento pastoral ou que vão ali apenas que expressar a sua fé cristã. Pode ser uma excelente opção para o turismo religioso, além de oferecer uma bela vista da cidade.

    Horário de Missas:

    Todas segundas, quartas e sábados às 19h

    Todos os domingos às 10h e às 19h

    Endereço: R. 03 – Estância Itaici, Caldas Novas – GO

    Informações: http://saletecaldas.com.br/

    Parque Estadual Serra de Caldas – PESCAN

    Essa dica de passeio é ótima para quem não abre mão da água termal, mas quer ter ainda outras experiências em contado com a natureza. Localizado a apenas 5 km do centro da cidade, e com 120 km2 de extensão, o Parque Estadual Serra de Caldas é uma unidade de conservação que foi criado em 1970 para proteger o principal ponto de recarga do lençol termal da região. Aberto à visitação desde 1999, o PESCAN recebe cerca de 3 mil pessoas por mês e, em julho, devido ao período de férias, esse número chega a dobrar. O parque possui duas trilhas que levam a belas cachoeiras e mirantes da região: a trilha da Cascatinha tem meia hora de duração aproximadamente e quem faz, ao final, dá de cara com uma linda cachoeira de 4 metros de queda. Para quem pensa em fazer esse tipo de passeio, vale também a caminhada até a Cachoeira do Paredão, que tem queda de 6 metros. Em ambas, há a formação de uma piscina pra recompensar a caminhada, e pra finalizar, três mirantes com vista 360 graus para a cidade de Caldas Novas.

    Como chegar: Acesso pela Av. Bento de Godoy, sentido Uberlândia.

    Tel: (64) 3453-5805

    Lago Corumbá

    Além de abastecer a Usina Hidrelétrica de Corumbá I, o Lago de Corumbá é ponto de encontro dos praticantes de esportes náuticos. Com 65 quilômetros quadrados, é perfeito para passeios de lancha, barco e jet-ski, que levam a cachoeiras e também a bares ao longo da orla. Com natureza abundante, o lago proporciona um maravilhoso passeio ecológico.

    Como chegar: Acesso pela Av. Bento de Godoy, sentido Uberlândia.

    Fora esses roteiros, quem não estiver hospedado em Caldas Novas, mas quer curtir as piscinas, pode aproveitar os vários parques aquáticos espalhados pela cidade. Aqui, destaque para o Privé Diversão, composto pelo Clube Privé, Water Park e Náutico Praia Clube. Visitantes podem obter ingressos individuais ou o passaporte, que dá direito à diversão nos três empreendimentos. Para compras diretamente na loja virtual, há opções de ingressos com preços exclusivos.

    Clube Privé

    É o parque pioneiro da cidade de Caldas Novas e o mais tradicional dos três, sendo muito procurado por famílias. É nele que está a atração infantil “Clubinho da Criança”, um mundo encantado onde existe água quente com escorregadores, duchas temáticas e muita diversão, além do “Espaço Zen”, para os pais que quiserem aproveitar um banho de ofurô e saírem de lá revigorados. Apesar do foco na família, o Clube Privé também tem toboáguas radicais, piscinas de água quente e fria, sauna, recreação, serviço de foto e vídeo, restaurante, bar molhado, pizzaria e churrascaria.

    Valores:

    Adulto: R$ 60,00

    Criança (8 a 12 anos): R$ 35,00

    Sênior (60 anos acima): R$ 30,00

    Vespertino: R$ R$ 40,00

    Endereço: Av. Cel Cirilo Lopes de Morais S/N Q.18 Lt.01, Bairro do Turista, Caldas Novas, GO

    Water Park

    Localizado a menos de 800 metros do centro de Caldas Novas e com estrutura completa, o Water Park é um dos principais parques aquáticos da cidade. Conta com piscina de ondas, toboágua gigante, rampa para deslizar com ou sem boia e playground aquático com escorregador e labirinto. Nesse espaço, hóspedes e visitantes desfrutam não só das piscinas de águas termais, como também de uma grande variedade de opções de alimentação, como churrascaria, restaurante, bar molhado, sorveteria, creperia e lanchonete. O Water Park recebeu recentemente o Certificado de Excelência do TripAdvisor.

    Valores:

    Adulto: R$ 80,00

    Criança (8 a 12 anos): R$ 40,00

    Sênior (60 anos acima): R$ 40,00

    Vespertino: R$ 45,00

    Endereço: Rua do Balneário, Quadra 10, Lote 19, s/n, Bairro do Turista, Caldas Novas, GO

    Náutico Praia Clube

    Localizado às margens do Lago de Corumbá, a 8 km do centro de Caldas Novas, o Náutico Praia Clube reúne lazer aquático temático e experiências náuticas, como passeio de escuna, por exemplo. Possui piscinas de água aquecida, de água fria, com ondas e com hidromassagem, bar molhado, toboáguas radicais, além de atrações infantis como a “Ilha do Kaká” e o “Clubinho do Pirata”, com personagens próprios do Privé Diversão. Para comer e beber, oferece lanchonetes, bares e restaurantes.

    Valores:

    Adulto: R$ 70,00

    Criança (8 a 12 anos): R$ 35,00

    Sênior (60 anos acima): R$ 36,00

    Vespertino: R$ 45,00

    Endereço: Av. Caminho do Lago, S/N, Fazenda S. Antônio das Lages, Caldas Novas, GO

    Serviço Privé Diversão

    http://privediversao.com.br

    Atendimento:

    Email: comprivediversao@grupoprive.com.br

    Telefone: (64) 3513-1533

    Redes Sociais:

    Facebook: https://www.facebook.com/privediversao

    Instagram: https://www.instagram.com/privediversao/

  • Saiba quando os pets precisam de suplemento

    Veterinário da Petz explica como funciona a suplementação e adverte que só deve ser dada com orientação de um profissional

    Por causa de tratamento, doença ou em alguma fase da vida, quando os nutrientes das rações não são suficientes para suprir as necessidades dos pets, os complementos alimentares podem entrar em ação. “Há vários tipos de suplementos que são usados desde o desenvolvimento, quando o pet ainda é filhote, até em algumas patologias depois de velhinho”, afirma o veterinário da Petz Felipi Bruno Espada.

    Mas ele adverte: apenas o veterinário pode orientar que suplemento deve ser dado ou não. Acrescentar vitaminas ou suplementos desnecessários à dieta do pet pode causar desequilíbrio e prejudicar a saúde.

    “É preciso entender o estilo de vida, saber como está a saúde do pet, para indicar o tipo de alimentação e o que é legal suplementar ou não”, explica o Dr. Felipi. Os produtos são encontrados em cápsulas, em pó ou na formulação da ração. No caso dos gatos, tem inclusive em pasta, para colocar nas patinhas e eles lamberem.

    Reposição de nutrientes

    Os suplementos são selecionados para garantir a reposição de nutrientes e ajudam em diferentes funções do corpo: mantém o sistema imune forte, a visão funcionando bem, aliviam dores em juntas e quadril, melhoram a digestão e a pelagem, auxiliam sistema cardíaco e combatem a alergia, por exemplo.

    Filhotes, grávidas ou lactantes muitas vezes necessitam de suplementos para atender necessidades únicas dessas fases. “Assim como nos humanos, os cães têm apresentando muitas alterações cardíacas. Para esses casos, os suplementos ajudam a diminuir inflamação dos vasos e a minimizar sintomas causados por problemas cardíacos.”

    A ação dos suplementos

    Condroprotetores – favorecem a hidratação e nutrição da cartilagem articular. Indicados nos casos de problemas ósseos e articulares, pois  ajudam a prevenir artropatias.

    Vitamina A – fundamental para as células da pele e dos folículos capilares dos pets.

    Biotina – vitaminas do complexo B ajudam a promover um crescimento saudável de tecidos. A deficiência é mais comum em filhotes que apresentam crescimento acelerado, causando pelos frágeis, pele ressecada e perda da coloração normal da pelagem.

    Vitamina C – com ação antioxidante, fortalece o sistema imunológico.

    Vitamina E – antioxidante e protege as células contra os radicais livres.

    Ômega 3 e Ômega 6 – auxiliam na elasticidade da pele, no brilho da pelagem e em toda a nutrição dos animais. O ômega 3 é importante também no tratamento de doenças cardiovasculares – diminuição de arritmias, por exemplo.

    Zinco – antioxidante, combate radicais e age retardando o envelhecimento celular. Ajuda na prevenção de coceiras, inflamações e até infecções causadas por fungos e bactérias.

    Cobre – auxilia na manutenção da cor da pelagem, prevenindo a queda dos pelos e os mantendo macios e brilhantes.

    Ferro – auxilia na recuperação de pets com algum tipo de anemia.

  • Samsung e Disney dão boas-vindas a dois novos AR Emojis

     A Samsung e a Disney estão dando vida a mais dois personagens clássicos como AR Emojis para o Galaxy S9 e o S9+. Margarida e Pateta são os mais recentes personagens a se unir a uma linha já repleta de estrelas que apresenta Mickey Mouse, Minnie Mouse e Pato Donald, ícones da Disney, bem como a amada superfamília da Pixar, Os Incríveis.

    Os AR Emojis, lançados pela primeira vez no Galaxy S9 e S9+, permitem aos usuários criar um emoji personalizado que pode ser compartilhado em qualquer plataforma, oferecendo uma maneira divertida e única de enviar mensagens aos amigos. Com a tecnologia de reconhecimento facial e aprendizado profundo, que mapeia mais de 100 características do rosto, a realidade aumentada pode personalizar ainda mais essas mensagens.

    Os AR Emojis de Margarida e Pateta já estão disponíveis para download. Para adicionar os avatares desses dois personagens, os usuários do Galaxy S9 e do S9+ podem simplesmente tocar no ícone de adição no canto direito e acessar a loja de aplicativos Galaxy no modo AR Emoji da câmera.

    A Samsung e a Disney oferecerão outras atualizações animadas dos AR Emojis nos próximos meses. Verifique mais novidades em breve.