Autor: agitosp

  • Pets devem ser secos após pegar chuva

     

    Veterinária orienta sobre os cuidados para manter os pets com pelos hidratados, saudáveis e cheirosos

    A expressão ‘cheiro de cachorro molhado’ é usada para dizer que algo está com um odor específico de umidade. Mas, na verdade, o cheiro é o resultado de uma reação química da água com algumas secreções produzidas pelos cães. “Por isso, é importante secar bem os bichinhos após pegar chuva ou passar por poças d’água, pois as partes molhadas podem desenvolver alergias e fungos”, explica a veterinária Karina Mussolino, gerente técnica de clínicas do Centro Veterinário Seres, do grupo Petz.

    A dica é válida também para os cãezinhos que costumam ir à piscina ou à praia. Caso o pelo fique úmido, pode causar infecções que provocam cheiro ruim. “Procure secar bem com uma toalha limpa, principalmente as patinhas e dobrinhas, e depois, caso necessário, usar o secador numa temperatura morna”, orienta a Dra. Karina. Mesmo em dias quentes, não é indicado deixar o bichinho molhado secando sozinho ao sol.

    Escovação

    Escovar ajuda a ativar a circulação e a diminuir o mau cheiro, mantendo os pets limpinhos. Até aqueles com pelagem curta devem ser escovados diariamente. “O tutor pode aproveitar a hora da brincadeira para usar aquelas escovas-luvas, assim, ao mexer no pet, já está higienizando”, recomenda a veterinária.

    A Dra. Karina também alerta para o controle de pulgas e carrapatos nesta época. “Os pets podem ficar extremamente doentes e até vir a óbito pela falta de cuidado com as doenças transmitidas por ectoparasitas.”

    Ambiente

    Outra dica importante é deixar sempre o cantinho dos pets seco. A ‘roupa de cama’ deve ser trocada toda semana. Almofada, manta e caminha precisam ser mantidas limpas e secas, explica a veterinária.

     No banho

    Nesta época, o banho é essencial para manter o odor agradável e o pet saudável. Indicado uma vez por semana, deve ser feito com produtos adequados, com ph balanceado e hidratante, tanto para o pelo como para a pele. A veterinária alerta que é preciso proteger o ouvido dos bichinhos com um algodão apropriado para não entrar água, manter a temperatura da água amena e secar bem.

    “No caso de piscina e praia, é imprescindível depois lavar com água limpa e secar bem os bichinhos. As pessoas devem ficar atentas para retirar todo o resíduo de cloro ou de água salgada, para evitar o ressecamento”, orienta a Dra. Karina.

    Temperatura da água

    A água não pode ser nem muito quente nem muito fria. A fria não consegue remover a gordura da pele. Já a muito quente pode retirar a proteção natural, sensibilizando a pele do pet. A temperatura deve variar entre 35°C e, no máximo, 37°C, controlada com termostato, pois assim auxilia na remoção de impurezas.

    Produtos específicos

    O xampu tem que ser específico para os pets, com o ph balanceado, para não ressecar a pele nem a pelagem ou tirar a proteção natural delas. Caso não tenha um específico, é melhor procurar um pet shop para banho e tosa ou providenciar o produto certo para os pets.

    “Também não se deve usar sabão de coco. Diferentemente do que as pessoas acham, ele é abrasivo e pode retirar a proteção natural da pele dos pets, provocando irritação e até alergia”, conclui a veterinária.

  • Uso inadequado de mochilas pode lesionar coluna das crianças

    Ortopedista do HCor alerta para o uso incorreto e o peso excessivo das mochilas na volta às aulas; o ideal é que a bolsa não pese mais do que 10 e 15% do peso corporal da criança, tenha duas alças ou, preferencialmente, rodinhas

     

    Com o retorno às aulas, volta também à atenção dos pais ao peso da mochila das crianças e dos adolescentes. Nesta época do ano os pais enfrentam o mesmo dilema: o que e como levar os materiais para a escola sem prejudicar os ombros e a coluna da meninada. O mau uso de mochilas pode ocasionar, além de problemas sérios na coluna, vários tipos diferentes de lesões nos ombros. Se não tratados adequadamente, podem levar a prejuízos para a vida toda, como desvio de postura e dores crônicas nas articulações.

     

    Aquela lista imensa de materiais nem sempre é preciso ir todos os dias para a escola. As crianças podem até ter preguiça de arrumar a mochila diariamente, mas esta iniciativa, que deve ser supervisionada pelos pais, evita que elas carreguem peso extra, sem necessidade. Além disso, é preciso orientá-los quanto à forma correta de carregar, erguer ou retirar a mochila das costas. Ao primeiro sinal de dor, vale consultar o médico para uma avaliação mais detalhada.

     

    Raphael Marcon, ortopedista do HCor (Hospital do Coração) explica que o peso pode afetar as articulações, influenciando no desenvolvimento dos pequenos. “As crianças podem sofrer sérios danos na coluna vertebral. O ideal é que a bolsa não ultrapasse 10% a 15% do peso da criança e que tenha duas alças, preferencialmente largas, para evitar a sobrecarga em apenas um dos ombros. Se for mochila de rodinha, o puxador tem de que ter uma altura suficiente para que a criança não curve o corpo”, orienta.

    Evite problemas
    Para eliminar a possibilidade de as crianças sofrerem com algum problema na coluna, o ortopedista do HCor lista algumas dicas que podem ajudar os pais na hora de arrumar a mochila dos filhos para a volta às aulas. Confira!

    Tamanho ideal: a mochila não deve ficar abaixo da cintura. “Quanto mais baixa, mais sobrecarregados ficarão os ombros”, alerta Dr. Marcon. O ideal é que a bolsa fique um pouco acima da cintura, cerca de três dedos, aproximadamente.

    Alças: na hora de escolher a mochila, prefira as que têm alças largas. Elas ajudam a distribuir melhor o peso. Além disso, é importante que a criança utilize as duas alças nos ombros firmemente ajustadas.

    Rodinhas: se for inevitável levar diversos livros e cadernos todos os dias, o ideal é optar pelas mochilas com rodinhas. “Mesmo estes modelos merecem atenção. O puxador deve ficar na altura do punho da criança, isso evita que ela se abaixe para puxar a mochila”, ressalta o ortopedista.

  • Excesso de lágrimas tem várias causas, inclusive ‘olho seco’

    Especialista revela o que pode ser feito para corrigir o problema

     

    Dizem que chorar faz bem. Mas verter lágrimas espontaneamente, quando não se está com vontade de chorar de alegria ou tristeza, pode ser um problema de saúde ocular que precisa de tratamento. De acordo com o oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, as lágrimas mantêm os olhos saudáveis e lubrificados, contribuindo com a limpeza de impurezas da estrutura ocular. Produzidas por pequenas glândulas situadas logo acima de cada olho, as lágrimas são drenadas por pequenos dutos da cavidade nasal, chamados dutos lacrimais. “O lacrimejamento excessivo pode nos levar a vários diagnósticos, que vão desde uma obstrução de um duto ou ainda uma alergia temporária, até o efeito colateral de algum medicamento ou ainda síndrome do olho seco. Daí a importância de fazer um check-up ocular quando o olho persiste em lacrimejar espontaneamente”, diz o médico. 

     

    Neves chama atenção para o principal problema do lacrimejamento anormal: risco aumentado de inflamação ou infecção ocular, causado pelo acúmulo de bactérias. “Quando os dutos estão bloqueados ou entupidos, as lágrimas passam a escorrer pelo rosto de forma sistemática. São três as obstruções mais recorrentes: da pálpebra (obstrução canalicular), do canto da pálpebra (estenose pontual) e nasal (duto nasolacrimal). Esse problema é mais comum a partir da meia-idade e é mais frequente em mulheres – embora atinja a população masculina também. Neste caso, o paciente apresenta ‘olhos marejados’ ou até mesmo um traço de lágrimas escorrendo espontaneamente pelo rosto a maior parte do dia”.

     

    Segundo o médico, em raros casos o lacrimejamento excessivo é um problema congênito e atinge recém-nascidos. Em jovens, geralmente está relacionado ao uso excessivo de lentes de contato, alergias e conjuntivite. Na maioria dos casos, entretanto, costuma ocorrer em adultos e ser resultado de infecções, efeito colateral de determinados medicamentos, doenças do aparelho respiratório superior (sinusites), traumas e até mesmo tumores. Pacientes em tratamento de câncer na região da cabeça e pescoço também podem apresentar obstrução do duto lacrimal.

     

    “Quando a raiz do problema é uma infecção, os olhos também podem ficar avermelhados e inchados. O paciente ainda pode se queixar de pálpebras ‘grudadas’ por conta de uma secreção purulenta. De todo modo, trata-se de um quadro que incomoda bastante a pessoa e, quando tratado logo no início, tem grandes chances de ser contornado rapidamente. Daí a importância de procurar ajuda médica assim que surgirem as primeiras evidências. O tratamento costuma ser realizado com antibióticos, mas pode ser necessário desobstruir o duto lacrimal através de uma intervenção cirúrgica – que poderá ser simples ou complexa, dependendo da localização e do tamanho do bloqueio”, afirma Neves.

     

    No caso da Síndrome do Olho Seco, o oftalmologista explica que também é comum o paciente apresentar lacrimejamento atípico. “Neste caso, costumamos prescrever determinados colírios especificamente desenvolvidos para hidratar os olhos e mantê-los sempre lubrificados. Eles são fundamentais para pessoas idosas, que apresentam déficit de hidratação ou ainda tomam medicamentos de uso contínuo que acabam reduzindo lágrimas, saliva etc. E também são importantes para adultos que passam muitas horas trabalhando diante do computador. Neste caso, a pessoa deve reparar que pisca muito menos do que o comum e se obrigar a fazer pausas regulares para piscar, se hidratar e inclusive pingar algumas gotas de lágrimas artificiais – a fim de manter os olhos sempre bem lubrificados e evitar o lacrimejamento excessivo em pontos determinados”.

     

     

    Fonte: Prof. Dr. Renato Neves, médico oftalmologista, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, de São Paulo. www.eyecare.com.br

  • Cinco dicas para acertar ao comprar apartamento na planta

    Adquirir um imóvel ainda em fase de projeto ou em obras resulta em diversos benefícios. Por outro lado, como o imóvel ainda não está finalizado, é importante adotar alguns cuidados antes de decidir pela compra para que você tenha a certeza de que fará uma negociação segura e vantajosa.

    Para esclarecer os principais pontos na hora de comprar um apartamento na planta, Lucas Araujo superintendente de Marketing e Inteligência de mercado listou as melhores dicas para não errar na hora de fechar o negócio. Confira abaixo:

    1. Conheça o projeto e os materiais de apoio

    O apartamento na planta é, no momento da compra, intangível: você não consegue vê-lo, tocá-lo, nem tampouco visitá-lo, certo? Por esse motivo, a melhor forma de visualizar o que você está comprando é visitar o decorado do apartamento no terreno onde o prédio será construído. Estudar o projeto e os materiais de divulgação da incorporadora também ajuda.

    De acordo com Lucas Araujo, essas peças podem incluir fotos e vídeos, perspectivas dos espaços e até mesmo uma maquete do projeto. “Tenha em mente que é muito importante guardar esses materiais até a entrega do projeto, já que eles serão a base de comparação entre o que foi prometido e o que foi entregue”, aconselha.

    Para ter acesso a esses documentos, visite o plantão de vendas do empreendimento, onde representantes da construtora estarão à disposição para esclarecer dúvidas e mostrar detalhes da obra.

    2. Estude o custo-benefício

    O custo-benefício de um imóvel na planta deve ser avaliado a partir de uma série de fatores, como localização, tamanho, prazo para entrega da obra, qualidade dos acabamentos, benefícios do condomínio e, claro, o valor da compra. “Essa é uma análise que varia de imóvel para imóvel, mas é importante considerar as opções no mercado, o potencial de valorização e a destinação que você quer dar para a propriedade, ou seja, se a sua família viverá nela ou se optará por alugar para terceiros”

    Lucas também indica fazer as contas e fechar o negócio após estar convicto de que ele é vantajoso.

    3. Pesquise o histórico da construtora e da incorporadora

    As diferenças entre essas duas empresas são uma dúvida comum de quem busca entender como comprar apartamento na planta. Segundo Lucas Araujo, a incorporadora é responsável por articular os negócios que envolvem o projeto, fazer as vendas, negociações, formalização de registros e documentos, enquanto a construtora efetivamente executa a obra nos moldes projetados.

    “Há casos em que uma mesma empresa atua nas duas funções. Independentemente disso, você deve conhecer o histórico dos envolvidos no que se refere à: opinião e satisfação dos clientes; qualidade das obras já entregues; saúde financeira; reputação da empresa no mercado e execução dos projetos anteriores”, explica Lucas.

    No caso das empresas de capital aberto na bolsa de valores, todas as informações financeiras e operacionais estão acessíveis ao público. Assim, torna-se mais fácil consultar a saúde financeira e o histórico da organização.

    4. Analise o prazo de entrega

    Antes de comprar o apartamento na planta é fundamental conhecer o prazo de entrega do empreendimento. Além de consultar a construtora, pesquise se ela tem um bom histórico de cumprimento de prazos e, se não, qual é o tempo médio de atraso. “Somente com essas informações você conseguirá fazer um bom plano financeiro para não passar aperto até a entrega do imóvel. Observe que, em muitos casos, o contrato estipula um período possível de atraso, portanto, ele não pode ser ignorado”, completa Lucas.

    5. Verifique se o contrato contém cláusulas de garantia ou proteção

    Algumas situações devem estar previstas no contrato de modo a proteger tanto o comprador quanto a incorporadora e a construtora. “Estude o contrato antes de assinar e certifique-se de que ele contém: prazo máximo da obra, incluindo a tolerância de atraso; consequências em caso de desistência do comprador; multas e penalidades para descumprimento de cláusulas; prazo para troca de materiais de má qualidade ou conserto de defeitos e garantia contra problemas estruturais de segurança”, indica Lucas.

    Ele ainda alerta que se alguma dessas informações estiver ausente do contrato, é necessário conversar com a empresa e tente sanar o problema. “Caso você não se sinta seguro para concretizar o negócio, é melhor não fazê-lo”, revela Lucas Araujo.

    Comprar apartamento na planta não é um bicho de sete cabeças, pelo contrário, pode ser muito vantajoso. Porém, como em qualquer tipo de negociação, é importante adotar algumas medidas de precaução e não agir por impulso. Dessa forma, se evita arrependimentos no futuro.

  • Os cinco mitos sobre a catarata

     

    No Brasil, cerca de 2 milhões de pessoas têm catarata; anualmente, 550 mil novos casos surgem. A principal causa de cegueira no mundo pode ser curada com cirurgia, mas o medo, a desinformação e a falta de recursos financeiros são as principais barreiras para resolver um problema de saúde pública que incapacita e rouba a qualidade de vida de muitos brasileiros, sobretudo de idosos. A convite da Central da Catarata, a oftalmologista Heloisa Nascimento esclarece os cinco principais mitos que envolve a doença.

    Uma das principais doenças causadoras de cegueira no mundo, a catarata é uma alteração ocular que torna o cristalino opaco. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a patologia é responsável, hoje, por 51% dos casos de perda da visão no planeta, ou seja, cerca de 20 milhões de pessoas. No Brasil, a estimativa é que existam dois milhões de portadores. A Sociedade Brasileira de Oftalmologia alerta que cerca de 550 mil novos casos surgem anualmente. Embora seja uma condição passível de correção com cirurgia, um enorme contingente de pacientes tem receio de buscar o tratamento adequado, sobretudo os idosos. Mas, por que os portadores de catarata preferem enfrentar a cegueira a fazer a cirurgia corretiva? Há uma conjunção de fatores que envolve desde a desinformação à falta de recursos financeiros.

    Na avaliação da médica oftalmologista Heloisa Nascimento, do Instituto de Visão da Paulista (IPEPO) – entidade sem fins lucrativos, de caráter filantrópico, fundado por docentes do Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Escola Paulista de Medicina –um dos motivos é a falta de informações precisas sobre a doença e, em especial, sobre a cirurgia. “Há alguns mitos envolvendo a catarata. Um deles é que acomete apenas idosos. Embora o tipo senil seja o mais comum – que ocorre com o envelhecimento natural do cristalino, a lente natural do olho – há casos de bebês que já nascem com o tipo congênito, uma forma rara da doença. Há, ainda, pessoas que desenvolvem a catarata por causas secundárias como diabetes, uso crônico de corticoide, doenças metabólicas, trauma e exposição excessiva aos raios ultravioletas”, esclarece a médica. 

    Apesar da incidência da doença, a boa notícia é que ela é tratável e pode ser corrigida cirurgicamente, devolvendo a visão aos pacientes, se não houver outros problemas associados. Para quem tem a catarata, a visão nublada dificulta a realização de atividades cotidianas como ler, dirigir o carro, pegar um transporte público ou simplesmente andar na rua. É uma condição que compromete a empregabilidade e a qualidade de vida.

    A pedido da Central da Catarata – negócio de impacto social que tem viabilizado cirurgias a um custo mais acessível para a população de menor renda –, a oftalmologista enumera os cinco principais mitos sobre a doença. E incentiva os pacientes a buscarem ajuda para voltar a enxergar.

    #1 É preciso esperar “amadurecer” a catarata para realizar a cirurgia.

    MITO. Segundo a médica, o procedimento cirúrgico é indicado sempre que a doença interferir no cotidiano de qualquer pessoa. Antigamente, a cirurgia da catarata era mais complexa, porque envolvia internação, anestesia geral e um pós-operatório restritivo. “Nos últimos anos, tivemos um avanço incrível com o uso da tecnologia que tornou o procedimento muito mais seguro para os pacientes; hoje, eles já saem no mesmo dia do hospital”, afirma.

    #2 A diabetes não é um fator de risco.

    MITO. A diabetes é uma doença silenciosa que se não for controlada, compromete diferentes órgãos, incluindo o olho. Há diversas pesquisas e estudos, alertando sobre a incidência da catarata em pacientes diabéticos, principalmente pelos altos níveis glicêmicos no sangue.

    #3 Colírios podem curar a catarata.

    MITO. O tratamento da catarata só é possível por meio da cirurgia. Com uso de anestesia tópica é feito uma incisão de dois milímetros no olho, por onde um aparelho – que lembra um canudinho –, irá aspirar o conteúdo da catarata no cristalino. Em seguida, é implantada uma lente intraocular atrás da íris (parte colorida dos olhos). “Essa prótese que restabelece a visão dos pacientes pode também ter um grau específico para cada um, permitindo enxergar bem sem o uso dos óculos. Além disso, diferente da prótese de coração ou quadril – que deixam algum tipo de limitação – ela é a única dentro da medicina, que restabelece a função”, ressalta.

     #4 Apenas idosos são afetados

    MITO. A catarata senil faz parte do envelhecimento comum da população. “Assim como vamos ficar com cabelos brancos, vamos ter a catarata. Ela é uma realidade e um dia todos teremos que fazer a operação corretiva. Existem, no entanto, outros tipos de catarata, como a congênita que se manifesta na infância ou por causas secundárias”, afirma.

     #5 A catarata pode voltar após a cirurgia.

    MITO. A catarata é curável. Uma vez substituído o cristalino por uma lente intraocular, a doença não retornará. O que pode ocorrer é um processo de opacidade da cápsula posterior em que se coloca a prótese. Para resolver essa situação é recomendado realizar uma espécie de polimento da lente à laser – procedimento realizado no ambulatório, de forma rápida e indolor.

    O desafio do atendimento no Sistema Único de Saúde

    O brasileiro que depende da rede pública de saúde – e precisa de um oftalmologista – aguarda, em média, 314 dias por uma avaliação de catarata. Na prática, quase um ano inteiro para verificar se há indicação para cirurgia, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. Até dezembro de 2017, a fila de espera do Sistema Único de Saúde (SUS) para correções da opacidade do cristalino contava 24 mil pessoas, somente em São Paulo; no Brasil são 113.185 cidadãos, de acordo com levantamento realizado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Esse contingente é formado, em grande parte, por idosos da baixa renda.

    O Brasil já possui 30 milhões de idosos, isso representa uma demanda potencial de 1,5 milhão de cirurgias de catarata por ano. Entretanto, o volume de cirurgias realizadas é inferior a isso. Em cinco anos, de 2012 a 2017, os procedimentos realizados pelo SUS cresceram 13%, contra um aumento de 19% do número de pessoas maduras. Para complicar o cenário, o número de beneficiários de plano de saúde caiu 1,4%. De acordo com a Agência Nacional de Saúde (ANS), em 2017 havia 47,4 milhões de beneficiários de plano de saúde, representando 23% da população. Nesse ano, foram realizadas 241 mil cirurgias de catarata pelos planos de saúde, contra 428 mil cirurgias pelo SUS (DataSUS), totalizando 669 mil cirurgias.

    A dificuldade no acesso à cirurgia para substituição do cristalino por uma lente para a população de baixa renda motivou a criação da Central da Catarata. O empreendimento, fundado em 2017, já realizou mais de 500 cirurgias – somente no primeiro ano – com o objetivo social de tornar mais acessível a cirurgia, oferecendo condições exclusivas de preço, formas de pagamento facilitadas e processos transparentes. 

  • Inundação é o dano mais comum ao carro no Verão

    Confira dicas de prevenção e saiba como proceder em casos de sinistros referentes a desastres naturais

    O começo de ano é um período marcado pela ocorrência de desastres naturais, muito em função da frequência maior de chuvas intensas. E esse cenário costuma ser propício para danos aos automóveis expostos a inundações, queda de granizo, queda de árvore, deslizamentos. Portanto, é essencial que o motorista conheça os riscos de incidentes que podem ser causados pela natureza e busque formas de se precaver para evitar problemas com o carro durante esta época do ano.

    Evitar dirigir em ruas alagadas, não estacionar debaixo de árvores, evitar áreas sob risco de deslizamento são algumas das dicas já propagadas como precaução. Mas, e se o motorista tiver o carro danificado por algum incidente natural, o seguro cobre? Como agir nesta situação?

    De acordo com o Diretor de Personal Lines da Zurich, Walter Pereira, é comum nesta época do ano haver um aumento no número de sinistros, bem como atendimentos emergenciais, principalmente os relacionados a inundações, o incidente mais comum no Verão relacionado a seguro automóvel. A primeira ação a ser tomada por quem se encontra em uma situação de desastre natural com o veículo é comunicar imediatamente a seguradora e solicitar um guincho para levar o veículo a um local seguro.

    “Os contratos de seguros atuais possuem um grande espectro de coberturas e serviços relacionados a desastres naturais, que oferecem bastante conforto aos clientes. Porém, é importante que o consumidor esteja atento e sempre busque a consultoria de um especialista sobre quais as coberturas devem ser contratadas”, afirma Pereira.

    Caso o custo de reparação seja igual ou superior a 75% do valor médio do veículo, a perda total deverá ser decretada e, de acordo com o contrato de seguro firmado com o cliente, a indenização integral será efetuada. Para os danos parciais, em que existe a possibilidade de reparação, os prejuízos estão sujeitos a aplicação da franquia descrita na apólice, que varia de acordo com o marca/tipo do veículo segurado.

  • Pela saúde de cães e gatos

    Entenda por que a vacinação dos pets é importante para eles e também para os tutores

    A famosa frase “Quem ama cuida”, tão dita e divulgada, torna-se mandatória quando o cuidado se refere aos animais de estimação. Presentes em quase metade dos lares brasileiros, os animais de companhia ganharam ao longo dos anos status de membro da família. Para que tenham uma vida plena não só de carinhos, mas também de saúde e bem-estar, alguns fatores são importantes – alimentação, higiene e vacinação em dia.

    “O cuidado com o animal está diretamente ligado à prevenção de doenças. E a melhor forma de fazê-la é por meio da vacinação, que deve ser recomendada e administrada por um médico-veterinário”, diz Fabiana Avelar, médica-veterinária e gerente de produtos de Animais de Companhia da Zoetis.

    De acordo com as recomendações atuais, cães e gatos devem ser vacinados logo nos primeiros meses. Terminado esse ciclo preventivo inicial, a vacinação deve ser feita anualmente ou a critério do médico-veterinário. “O protocolo vacinal garante a proteção imunológica do animal”, explica o médico-veterinário Alexandre Merlo, gerente técnico de Animais de Companhia da Zoetis.

    A carteira de vacinação completa para cães e gatos deve apresentar os dados de identificação do animal, nome e número de lote da vacina aplicada (geralmente contidos em selos destacáveis que vêm com a vacina) e data de reforço. Pode-se também anotar em que parte do corpo do animal a vacina foi injetada.

    Essa prevenção é importante não só para os animais como também para a proteção de seus tutores, já que algumas doenças de cães e gatos (como a leptospirose, a raiva e a giardíase) são zoonoses, ou seja, podem passar do animal para o ser humano e vice-versa.

    Campanha

    Como parte do Programa de Educação Continuada da Zoetis, a empresa lançou, na última semana, o Blog Veterinário Zoetis. Direcionado à classe médico-veterinária, o canal trará, por meio de posts semanais, publicações técnicas e novidades sobre imunologia e vacinação em cães e gatos.

  • Descubra o poder mágico dos gatos  

     

    Os felinos podem energizar a vida e a casa de seus donos 

    A Casa de Bruxa vai promover o curso “A magia dos Gatos”, nele serão ensinados rituais e encantamentos para se conectar, e despertar a magia interior com os bicinhos.

    Desde sempre os felinos são exaltados, os egípcios dedicavam tamanha veneração aos gatos que costumavam raspar as sobrancelhas em sinal de luto quando um bichinho de estimação morria. 

     As mulheres também os viam como símbolos de beleza e pintavam os olhos tentando imitar o contorno perfeito do olhar dos bichanos.  

    Esses animais mereciam os mesmos ritos fúnebres que os seres humanos, sendo embalsamados e sepultados. 

     No século XIX, arqueólogos descobriram mais de 300 mil múmias de gatos num cemitério em Tall Bastah, cidade no delta do rio Nilo onde ficava o principal templo da deusa Bastet. Exagero? E que tal saber que alguém podia ser condenado à morte se matasse um desses animais? Os gatos são animais muito antigos, assim como a própria magia. 

    Cronograma do curso: 

    – Gato Divindades e Mística Feminina 
    – Folclore Felino Elementar e Adivinhação 
    – Magia de Gatos, Magia com Velas e Astrologia 
    – Animais de Poderes Felinos 
    – O felino familiarizado (conexão com um gato) 
    – Encantamentos e Feitiços com um gato 
    – Tabela de Apoio Felina (deidades, ervas, cristais) 

    Objetivo: Despertar a magia interior com os queridos felinos. 

     

    Sobre a bruxa e astróloga Tânia Gori:  

    Alguns anos após ter criado o conceito da Bruxaria Natural, Tânia resolveu ouvir as pessoas que lhe pediam que criasse um espaço para ensinar tudo que havia aprendido e descoberto, e em 1997 Tânia fundou a Casa de Bruxa, em Santo André, ABC – São Paulo. Um espaço aonde ela poderia repassar todo seu conhecimento e formar pessoas dentro da bruxaria natural e suas vertentes. Na casa acontecem aulas, cursos, celebrações, atendimentos e rituais.    

    Ao longo de mais de 20 anos Tânia Gori, criou um grande legado, além dos diversos cursos que ministra, é autora de 4 livros de sucesso “Bruxaria Natural Uma filosofia de vida – bruxaria Natural V.1 Uma escola de magia – bruxaria natural V.2 A magia da conquista e ABC da magia rituais especiais para o amor e a conquista”. Em 2003 fundou a maior convenção de bruxas do país, que acontece anualmente em Paranapiacaba, e atrai milhares de pessoas.    

     

    Serviço: 

    Local: Casa de Bruxa  

    Data: 17/02 

    Horário: 14h às 17h00 

    Endereço: Rua das Figueiras, 2146, Santo André  

    Ingressos: https://bruxamania.com.br/curso/17-02-2019-magia-dos-gatos-presencial/ 

  • Nutricionista do HCor alerta sobre os riscos da desidratação infantil

     

    Altas temperaturas deste verão inspiram cuidados ainda maiores com as crianças; manter o corpo hidratado ajuda a amenizar os efeitos do calor

     

    O verão está no ápice. E os dias de sol a pino e altas temperaturas representam um grande risco à saúde. Quando a temperatura do corpo se eleva, aumenta também a transpiração, que tem como objetivo resfriar o corpo, mantendo-o na temperatura adequada para o seu funcionamento.

    A transpiração promove a perda de água e sais minerais, o que pode ocasionar um quadro de desidratação. Por isso, é muito importante tomar alguns cuidados com a alimentação das crianças nesta época do ano a fim de prevenirmos esse quadro.

    “A melhor receita é dar atenção ao consumo adequado de água. Até os 6 meses de idade os bebês estão em fase de amamentação e o leite materno supre todas as necessidades de água, conforme a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS)”, explica a nutricionista da cardiopediatria do HCor, Natane Souza.

    A necessidade média diária de água para bebês saudáveis é de 700 ml, quantidade totalmente obtida pelo leite materno quando exclusivo. Porém, para os bebês que se alimentam apenas por fórmulas infantis é necessário cerca de 100 ml a 200 ml de água por dia, aproximadamente. “O ideal é seguir as orientações da embalagem em relação à diluição do produto para garantir a quantidade correta de nutrientes e também de água”, alerta Natane.

    Dos 7 aos 12 meses de idade, a necessidade de água do bebê é de cerca de 800 ml de água. Já de 1 a 3 anos, chega a 1,3 litros por dia, contando com os outros líquidos, como a fórmula láctea. Dos 3 aos 8 anos, a recomendação cresce novamente para 1,7 ml, contemplando outros líquidos.

    “Além de revigorar o corpo e ajudar no metabolismo, a hidratação com água colabora para que a pele fique com um aspecto mais saudável, com a cor e aparências normais, além de contribuir para o não aparecimento de manchas e descamações”, salienta a nutricionista.

     

    Saiba dosar as opções

    É possível hidratar o organismo com água de coco e suco de frutas, mas nunca esquecer a água, que tem que vir em maior quantidade ao longo do dia.

     

    Água de coco – Ótima para manter a hidratação em dias quentes, mas não deve ser usada como substituta da água natural. Ela é rica em sais minerais como sódio e potássio e, em excesso, podem sobrecarregar os rins. Indicada somente após 1 ano de idade.

     

    Suco natural – Fonte de vitaminas e minerais, mas possui frutose (açúcar natural das frutas) e quantidade menor de fibras quando comparado à fruta. Por essa razão, segundo a Academia Americana de Pediatria, não devemos oferecer suco de frutas para as crianças menores de 1 ano. De 1 a 6 anos, o ideal é limitar a quantidade entre 120 ml e 180 ml/dia. Já de 7 a 12 anos, deve ser entre 230 ml e 250 ml/dia.

     

    Suco industrializado – Essa opção dever ser evitada antes dos 3 anos de idade devido à grande concentração de açúcar, conservantes, corantes e sódio. Após os 3 anos é aceita em situações pontuais como viagens e, se possível, escolha os sucos integrais ou orgânicos.

  • Cistite em gatos: causas, sintomas e tratamento

    Médico veterinário explica como identificar a doença que causa muitas dores nos felinos

    A cistite em gatos é um problema urinário bastante comum que provoca muita dor e incômodo. Trata-se de uma inflamação na bexiga que pode desencadear outros distúrbios no sistema urinário e, se não tratada adequadamente, motiva complicações graves. Em geral, felinos machos, entre dois e seis anos, são os mais afetados pela enfermidade.

    “A identificação da cistite felina acontece por meio de exame clínico, testes de urina e exame de imagem, sendo importante que, ao fechar o diagnóstico, sejam identificados os possíveis agentes causadores do problema”, explica o médico veterinário da Equilíbrio, Marcello Machado.

    Diferentemente da maior parte dos animais, as bactérias não são as principais causadoras da cistite em gatos. É mais comum que o aparecimento da patologia tenha relação com fatores como idade; alimentação incorreta; baixa ingestão de água; doenças anteriores; obesidade; e estresse.

    Gatos estressados, ansiosos e agressivos sofrem alterações no sistema endócrino, neurológico e de defesa do organismo, e isso aumenta a predisposição do pet ao desenvolvimento de cistite. Nesses casos, o diagnóstico é mais complicado e requer uma análise mais detalhada sobre cada sintoma.

    “A cistite causada por estresse ocorre quando o animal vive em um ambiente sem condições adequadas para o desenvolvimento saudável e não recebe os cuidados necessários referentes a alimentação, saúde, atenção e higiene”, conta Machado.

     

    Sintomas

    Quanto mais cedo a patologia for identificada, menos o felino sofrerá com os sintomas e menores as chances de complicações. Para isso, é fundamental manter uma rotina de acompanhamento veterinário e ter atenção às mudanças de comportamento do animal. Caso note algum dos sintomas de cistite em seu animal de estimação, como periúria; dor ao urinar; sangue na urina; diminuição na quantidade da urina; e urina com odor forte, procure a orientação de um especialista para realizar exames detalhados. Ainda existem casos de cistite idiopática, em que o agente causador é desconhecido.

     

    Qual a melhor ração para cistite em gatos?

    Os felinos diagnosticados com cistite devem receber medicação recomendada pelo veterinário e ter cuidados especiais com a ingestão de água e alimentação. A melhor ração para gato com cistite deve ter quantidades reguladas de sódio, magnésio e fósforo, baixo teor de proteínas e pH urinário adequado, tudo para cuidar da saúde do trato urinário do felino.

    “Equilíbrio Veterinary Urinary foi desenvolvida para oferecer um auxílio no tratamento da cistite, pois proporciona uma nutrição completa ao animal e tem uma formulação específica para manter um pH adequado e não sobrecarregar o sistema urinário”, indica o médico veterinário da Equilíbrio.