Autor: agitosp

  • Dica de passeio para o final de semana: Quinta do Olivardo em São Roque

    Uma ótima dica para o final de semana é conhecer a Quinta do Olivardo, que fica em São Roque.


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    Com cenário e gastronomia inspirada na Ilha da Madeira em Portugal, logo na entrada da vinícola há diversas parreiras 🍇 e no meio as covas onde o evento do vinho 🍷 dos mortos são enterrados.


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    Saindo das parreiras, há uma grande área verde com natureza exuberante e atividades de lazer como o circuito de arborismo e tirolesa, pula pula, um lago com pedalinho e aquela bola inflável para você andar em cima da água como um hamster, muitas redes para descansar, uma mini fazendinha com Coelho 🐰, vacas 🐮, faisão e cavalos. Um barril com o boné do Chaves também está disponível para tirar fotos.


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    Mesas de madeira com guarda sol de palha também estão distribuídas entre o gramado para aquela pausa para um descanso. Há também dois grandes restaurantes e quiosques com gastronomia inspirada em tradicionais receitas da Ilha da Madeira como bolinhos de bacalhau, pastel de Belém, bolo, sorvetes, rabanada, espetada, entre outros. Ou seja, há opções para todos os gostos e bolsos.


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    Tem também uma lojinha com artigos para decoração, lembrancinhas, sucos, vinhos, queijos, doces, uvas e muito mais.


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    O Quinta do Olivardo é DogFriendly (só não pode entrar no restaurante) e sua natureza rendem lindas fotos.

    Confira mais fotos da Pisa da Uva e da vinicola em nossa fan page

  • Dia Mundial de Combate ao Câncer

    PREVINA-SE: 8 DICAS DE COMO PREVENIR O CÂNCER

     

    No Dia Mundial de Combate ao Câncer (4/2), o Hospital de Amor alerta sobre um dos fatores que aumentam a incidência da doença: a falta de exames preventivos.

    Dados do polo de prevenção da entidade, coletados entre os anos de 1995 e 2000, na região de Barretos, apontam que 17,5% das mulheres foram diagnosticadas com câncer de mama na fase inicial e 70% em estágio avançado. Após mais de uma década os indicadores atestam a importância dos exames preventivos. Entre 2013 e 2018, nenhum caso em estado avançado foi registrado na mesma região do interior paulista. “Conseguimos diagnosticar 86% das pacientes durante a fase inicial”, revela Dr. Raphael Luiz Haikel Jr., coordenador médico das unidades de prevenção do Hospital de Amor.

    Estudos do hospital atestam que, quando o câncer de mama é descoberto na fase inicial, a taxa de sobrevivência é de 95%. No caso do câncer do colo do útero, a taxa é de 98%.

    “Exames de detecção precoce são muito valiosos”, afirma Júlio César Resende, médico do Instituto de Prevenção do Hospital. Segundo ele, mulheres entre 25 anos e 64 anos devem realizar o papanicolau a cada três anos. Anualmente, mulheres de 40 anos ou mais também devem também realizar a mamografia.

    Criada em 2005 pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC), com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Dia Mundial de Combate ao Câncer visa conscientizar e educar a população sobre a segunda doença que mais mata no mundo. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), só em 2018, foram 9,6 milhões de mortes.

    A boa notícia é que, ainda de acordo com o instituto, cerca de um terço de todos os casos de câncer pode ser evitado. Além de realizar exames preventivos, alguns hábitos como alimentação saudável, manutenção do peso e exercício físico podem ajudar a prevenir a doença.

    Confira abaixo 8 dicas para prevenir o câncer:

    1.         Não fume. Não fumar é a regra mais importante para prevenir o câncer, principalmente de pulmão, cavidade oral, laringe, faringe e esôfago.

    2.         Tenha uma alimentação saudável. Tenha uma dieta rica em alimentos de origem vegetal, como frutas, legumes, verduras, cereais, feijões e outras leguminosas, e pobre em alimentos ricos em sal e conservantes, como ultraprocessados – aqueles prontos para consumo ou prontos para aquecer –, carnes processadas, como presunto, salsicha, linguiça, bacon, salame, mortadela, peito de peru e blanquet de peru, além de bebidas adoçadas artificialmente.

    3.         Pratique exercícios físicos regularmente. Estas podem ir desde levar o cachorro para passear até malhar na academia. O importante é não ficar parado.

    4.         Amamente. A amamentação até os dois anos ou mais, sendo exclusiva até os seis meses de vida da criança, protege as mães contra o câncer de mama.

    5.         Vacine contra o HPV as meninas de 9 a 14 anos e os meninos de 11 a 14 anos. A vacinação contra o HPV, disponível no SUS, previne contra o câncer do colo do útero. Vale mencionar que mesmo mulheres vacinadas de 25 anos ou mais deverão realizar o papanicolau a cada três anos, visto que a vacina não protege contra todos os subtipos do vírus.

    6.         Vacine contra a Hepatite B. A vacina contra a Hepatite B, também disponível no SUS, previne contra o câncer de fígado.

    7.         Evite a ingestão de bebidas alcoólicas. Seu consumo, em qualquer quantidade, contribui para o risco de desenvolver câncer – principalmente se combinado com tabaco.

    8.         Evite a exposição do sol entre 10h e 16h. Use sempre proteção adequada, como chapéu, barraca e protetor solar, inclusive nos lábios.

     

  • Cuidados com os animais devem ser ainda maiores com o forte calor

     

    Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo alerta para os riscos à saúde e ao bem-estar animal com a onda de calor no Brasil. Atenção para temperatura ambiente e exposição ao sol são algumas das recomendações

    As altas temperaturas do verão brasileiro têm gerado bastante desconforto em humanos e também em animais. Em virtude desse clima muito quente, o Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo (CRMV-SP) destaca alguns cuidados que os tutores e a população em geral podem tomar.

    Segundo o presidente da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP, médico-veterinário Thomas Faria Marzano, as consequências bastante comuns de todo esse calor nos animais são desidratação, diarreia e náusea. “Pela mudança de comportamento, é possível perceber que o animal não está passando bem em decorrência do calor excessivo”, afirma.

    A médica-veterinária Rosangela Ribeiro Gebara, integrante da Comissão Técnica de Bem-Estar Animal do CRMV-SP, complementa o alerta falando sobre outros problemas de saúde que os pets podem enfrentar com as altas temperaturas.

     

    Consequências

    Segundo Rosangela, cães e gatos – principalmente os de pelo longo – são mais sensíveis ao calor, pois não possuem glândulas de suor pelo corpo. Então, para fazer a troca de calor com o ambiente eles se utilizam de outros artifícios como a respiração ofegante e a transpiração pelas narinas e coxins (a parte macia das patas). “Se o ambiente estiver muito quente, esse animal vai ter mais dificuldade nessa troca de calor e pode sofrer hipertermia, o que leva a desmaios e até à morte”, afirma. 

    Além da hipertermia, de acordo com a especialista, os animais podem ter queimaduras de pele e coxins; podem desenvolver algumas alergias; ficam mais propensos a ectoparasitas – pulgas e carrapatos; e também têm maior propensão a se infectar com doenças causadas por vetores (mosquitos e pernilongos), como dirofilariose e leishmaniose.

     

    Prevenção

    Quando os termômetros sobem é preciso tomar alguns cuidados para evitar que os animais sofram. Entre as ações preventivas, o CRMV-SP orienta:

    • nunca passear nas horas mais quentes e deixar animais dentro do carro;
    • não deixar os animais dentro de quintais ou terrenos sem cobertura ou abrigo do sol;
    • deixar sempre água fresca disponível;
    • não fazer passeios ou exercícios muito extenuantes;
    • em cães de pele clara, aplicar protetor solar, principalmente na região do focinho e da orelha;
    • não deixar que o animal beba água salgada, do mar, ou com o cloro da piscina, pois pode provocar vômitos e intoxicação;
    • durante o passeio, levar água potável e oferecer com frequência;
    • cuidado com a água no ouvido, pois o animal pode também ter otites (inflamação nos ouvidos);
    • lavar a pelagem com água corrente para tirar o cloro ou o sal.

    Em caso de qualquer alteração de comportamento ou sintoma, o CRMV-SP orienta que os tutores devem procurar um médico-veterinário imediatamente.

     

  • A importância do uso do tênis certo nas atividades físicas

    Médico alerta para lesões graves por causa do tênis errado
     

    Exercitar o corpo é ótimo e altamente recomendado para a saúde e o bem-estar, mas para isso é preciso se equipar com roupas, acessórios e calçados adequados. Antes de usar aquele par de tênis que está há tempos guardado no armário, por exemplo, é preciso verificar ver se ele está em bom estado ou se é indicado para a atividade que você deseja desempenhar. E, se for comprar um tênis novo, contenha a tentação de comprar um baratinho.

    Conhece aquele ditado: o barato sai caro? Pois ele cai como uma luva quando se trata de usar tênis falsificados. Encontrados em camelôs pelo Brasil afora, os ‘piratas’ são baratos, mas podem custar caro para a saúde, causando desde bolhas nos pés até lesões graves, já que na maioria das vezes sua fôrma não é apropriada e a matérias-primas utilizadas são de baixa qualidade. O alerta é do ortopedista Vitor Trazzi, da Altacasa Clínica Médica, na capital paulista.

    “Antes de mais nada, o tênis precisa ser confortável. Não se pode comprá-lo apenas pela beleza. Para caminhada e corrida, por exemplo, é preciso verificar o solado do tênis e o sistema de amortecimento, bem como o tipo de pisada de cada pessoa. Do contrário, o calçado errado pode causar danos à saúde que vão desde bolhas e unhas encravadas até os casos mais graves, como entorses e lesões em áreas como tornozelo, tendão-de-aquiles, joelhos e quadril”, explica o médico.

    Muitos começam a se exercitar por conta própria, em atividades leves como a caminhada, achando que assim estão agindo corretamente. No entanto, caminhar gera impacto sobre os pés. Durante a prática, cada pé suporta uma massa equivalente ao peso do indivíduo multiplicado por 1,19. Em ritmo lento, os pés de uma pessoa de 80 quilos, por exemplo, sustentam 95,2 kg. Já em passadas mais intensas, o impacto aumenta duas a três vezes e as articulações suportam, então, de 160 a 240 kg. Os tênis são, então, os responsáveis por diminuir esse impacto no solo, por meio de seus sistemas de amortecimento.

    O que ocorre geralmente é que os amortecedores de impacto dos tênis falsificados são feitos de plástico e pouco flexíveis. Como não dispõem de um sistema de amortecimento eficiente, todo o impacto no solo é transmitido diretamente para as articulações do pé, aumentando o risco de fraturas. Por isso a importância de se comprar marcas de tênis conhecidas e de qualidade, em lojas legalizadas.

    Para evitar lesões, o dr. Trazzi aconselha a realização de um exame clínico prévio, com um ortopedista, para atestar as condições dos pés, quadris e joelhos do futuro atleta; bem como orienta fazer, no momento da compra,  o chamado teste de pisada, que já é oferecido em muitas lojas de artigos esportivos. Nossa pisada pode ser pronada (quando a parte interna do pé toca primeiro o solo), supinada (quando o toque no chão acontece primeiro do lado externo do pé) ou neutra (quando o pé toca o solo em linha reta até a elevação do dedão).

    “Um exame clínico é indispensável, pois se a pessoa tiver algum problema e precise corrigir a pisada, indicamos um calçado específico ou palmilhas ortopédicas, que podem ser colocadas no tênis”, esclarece o ortopedista da clínica Altacasa.

    Veja abaixo os principais problemas de saúde que podem ser causados quando o impacto dos movimentos do corpo não é devidamente amortecido pelo tênis:

    • Fascite plantar – dor forte na sola do pé, principalmente no calcanhar;
    • Metatarsalgia – dor na parte da frente do pé;
    • Tendinite – Inflamação nos tendões, que acontece mais comumente nos tornozelos;
    • Dor na coluna – pode acontecer tanto pelo calçado com amortecimento inadequado quanto por desequilíbrio postural. O uso de palmilhas pode ajudar a equilibrar o corpo;
    • Dor no joelho – muito comum em atividades de alto impacto e quando se tem a pisada errada. Além de mudar o calçado, é importante corrigir os passos e fortalecer a região;
    • Dor muscular – causada por movimentos errados que causam sobrecarga nos músculos, que muitas vezes, não estão preparados para realizar tais atividades.
     
  • Petz inaugura centro veterinário de alta complexidade

     

    Empresa lança a marca Seres para nova rede de medicina veterinária; primeira unidade na Ricardo Jafet tem equipamentos de última geração, tecnologia e equipe multidisciplinar

    A Petz lançou uma nova operação no país. Trata-se da rede nacional de centros veterinários Seres. A primeira unidade já está em funcionamento na avenida Dr. Ricardo Jafet, em São Paulo. Com equipamentos de última geração e serviços de alta complexidade para diagnósticos, cirurgias, tratamentos e emergências, o centro veterinário traz inovações e recursos tecnológicos para o bem-estar e qualidade de vida dos pets e de suas famílias. A equipe multidisciplinar tem especialistas em oncologia, cardiologia, endocrinologia, dermatologia, ortopedia e odontologia, entre outros, para garantir a atenção necessária a todas as fases da vida dos bicinhos de estimação.

    Seres oferece um novo conceito de hospital veterinário, inspirado em redes americanas e planejado a partir da ótica do tutor e do pet. “Não é um ambiente hospitalar, é um ambiente acolhedor, mas com tecnologia e seriedade. A experiência positiva do paciente dentro de um espaço de saúde ajuda no prognóstico e no resultado melhor”, afirma Aline Amália de Araujo Giovannetti, diretora de Negócios Veterinários da Petz.

    Experiência

    A disposição dos setores foi pensada para criar a atmosfera de acolhimento e ao mesmo tempo dar eficiência ao atendimento. O fluxo do paciente felino é separado do fluxo do cão. Eles não ficam na sala de espera juntos e cada um tem espaço de atendimento diferente, para se soltarem no ambiente enquanto o médico veterinário faz o exame de forma adequada.

    O ambiente também é separado para o cliente que está num momento muito bom, no caso de filhotes no início do relacionamento com o médico veterinário, em relação aos que estão passando por uma emergência, procedimento quimioterápico ou eutanásia, por exemplo.

    Hi-tech

    Entre os diferenciais tecnológicos, está a tomografia de 16 canais, equipamento de última linha da Siemens, importante para diagnósticos de doenças neurológicas, osteomusculares, tumores, planejamento cirúrgico e urgências. Salas de ultrassonografia, ecocardiograma, eletrocardiograma, equipamento de anestesia de última geração e raio X digitalizado e UTI são outros destaques.

    Dois centros cirúrgicos podem realizar procedimentos simultâneos, no caso de uma emergência ao mesmo tempo de uma cirurgia eletiva. O setor de procedimentos odontológicos, chamado de “cirurgia suja”, é separado para evitar e controlar risco de infecção.

    A internação tem três alas: para cães, gatos e infectocontagiosos, totalmente separada das outras, num ambiente fechado e controlado para evitar infecção hospitalar. Além da ala de reabilitação, tem farmácia de manipulação de quimioterápicos e sala para a quimioterapia.

    Layout

    O espaço de controle médico central envidraçado, com visão de quase 360 graus de todos os setores, permite aos veterinários enxergar todas as internações, os centros cirúrgicos, as salas de diagnóstico e a sala de atendimento de urgência. “Esse foi um dos conceitos que chamou atenção. A transparência dá segurança ao tutor e ao veterinário, porque facilita muito. Consegue estar de olho em tudo e ter um cuidado maior”, avalia Aline.

    Equipe multidisciplinar

    Um time de especialistas trabalha em conjunto no dia a dia e já no atendimento primário, para identificar o encaminhamento de maneira rápida. Junto com o atendimento de alta complexidade, o Seres trabalha a prevenção com check-ups, vacinas, orientações nutricionais e castração.

  • 10 fatores que podem estar diminuindo a libido masculina

     

    Obesidade, distúrbios hormonais e disfunção erétil estão relacionados a falta de desejo

    A falta de libido é um dos problemas que mais acomete a saúde sexual masculina. A perda do desejo sexual pode ocorrer totalmente ou parcialmente, tornando-se assim um problema entre casais, podendo inclusive, gerar crises nos relacionamentos. O transtorno pode causar outros tipos de distúrbios, como dificuldade em alcançar o orgasmo e a dificuldade de ereção.

    As principais causas da falta de libido são a deficiência do hormônio sexual masculino, testosterona e o aumento da prolactina. “A melhor forma de se realizar o diagnóstico é procurar um médico especialista e realizar alguns exames para identificar os níveis de testosterona no organismo”, recomenda o cirurgião especialista em urologia, rins, próstata e prótese, e fundador da Lifemen®, rede de clínicas que reúne serviços especializados na área de saúde sexual masculina, Dr. Emilio Sebe Filho.

    Abaixo, confira os 10 principais fatores que podem estar diminuindo a libido masculina:

    Obesidade

    A obesidade afeta o desejo sexual de duas maneiras: física, por alteração da tireoide, triglicérides, diabetes e aumento do colesterol, que podem causar queda de testosterona. E psicológica, em que o indivíduo não aceita o próprio corpo, causando a perda de libido.

    Estresse

    Em muitos casos o estresse é o principal responsável pela diminuição do desejo sexual. Com o aumento da energia usada na luta contra o estresse do dia-a-dia, o indivíduo perde o interesse na relação sexual. Em algumas ocorrências o estresse crônico pode resultar em uma redução dos níveis de testosterona.

    Depressão

    A depressão causa a falta de apetite, isolamento, dificuldade em fazer tarefas cotidianas, culpa e sentimento de impotência, afetando diretamente o apetite sexual.

    Ansiedade

    Pessoas que apresentam sintomas de ansiedade, como transtorno obsessivo compulsivo e síndrome do pânico, podem apresentar menos interesse sexual, em virtude do estado psicológico.

    Drogas e Álcool

    O uso excessivo e elevado de drogas e álcool pode influenciar na liberação de hormônios, como a serotonina, progesterona e testosterona, causando a queda de libido. Eles podem alterar também o fluxo sanguíneo, afetando a ejaculação e a ereção.

    Diminuição da Testosterona

    Os níveis de testosterona e prolactina costumam aumentar e diminuir, com o passar dos anos, causando queda de libido, perda de massa muscular e óssea, irritabilidade, indisposição, fadiga e gordura abdominal.

    Tabagismo

    O habito de fumar, pode causar disfunção erétil aguda e crônica. Os componentes do cigarro (nicotina e alcatrão), após inalados, acabam na corrente sanguínea e são depositadas nos tecidos vasculares penianos, que posteriormente ficam fibrosos e não conseguem se estender, promovendo contrações, causando assim a dificuldade de ereção e diminuindo o fluxo.

    Disfunção Erétil

    A disfunção erétil, consiste na dificuldade em alcançar e manter a ereção do pênis para garantir uma penetração satisfatória. O problema ocorre devido à quantidade insuficiente de sangue na região, ou quando não se mantém no órgão pelo tempo necessário para provocar o enrijecimento. Com os sintomas, o indivíduo tende a apresentar falta de desejo sexual.

    HPB (Hiperplasia Prostática Benigna) 

    A HPB, nada mais é do que o crescimento excessivo da próstata, que ocorre ao decorrer dos anos. Quando o desenvolvimento é excessivo a uretra sofre compressões, dificultando a ereção. Os principais sintomas são a necessidade constante e dificuldade para urinar, e sensação de bexiga cheia. Levando assim à disfunção erétil e queda da libido.

    Medicamentos

    Algumas medicações utilizadas para o tratamento de doenças como depressão, hipertensão arterial e úlceras podem afetar os principais receptores da serotonina, diminuindo drasticamente o interesse sexual.

    Geralmente as formas de tratamento incluem reposição hormonal, mudança de alguns medicamentos de hipertensão ou depressão, psicoterapia, abandono de vícios como drogas, cigarro e bebidas, mudanças de hábitos, e cirurgia de próstata.

  • Além da pílula, ginecologista destaca quais são as opções para não engravidar

    Segundo estudo da Universidade Federal de Fluminense, a ideia de que as mulheres brasileiras fiquem grávidas em taxas mais elevadas durante o carnaval é mito, assim como a promiscuidade neste período não é verdade. Em contrapartida há um aumento de 30% na venda de preservativos durante os dias de folia, e um aumento de 15% na venda de testes de gravidez depois do carnaval.

     

    De acordo com o ginecologista e obstetra, Alberto Guimarães, autor do livro Parto Sem Medo, quem não está preparada para conceber um filho seja por questões financeiras ou psicológicas existem diversas opções de métodos contraceptivos não só para evitar uma gestação como prevenir doenças sexualmente transmissíveis.

     

    Segundo Guimarães, é necessário a busca de orientação médica para que seja utilizado o melhor método contraceptivo que se adeque ao organismo e necessidade da mulher.

     

    Conheça alguns dos métodos e saiba se prevenir:

    Pílulas Anticoncepcionais

    O acesso às pílulas anticoncepcionais é muito fácil. A pílula impede a ovulação, enquanto a mulher tomar a pílula, ela não consegue engravidar. O anticoncepcional deve ser receitado pelo ginecologista, o uso de medicação indevida pode provocar diversos efeitos colaterais como, dores de cabeça, náuseas, tonturas, aumento ou redução de peso.

    Preservativo Masculino

    É o método de barreira mais difundido no mundo. Consiste em um envoltório de látex que recobre o pênis durante o ato sexual. O esperma ejaculado pelo homem fica retido na camisinha, assim os espermatozoides não entram no corpo da (o) parceira (o).

    Preservativo Feminino

    É um método contraceptivo de barreira feito de plástico fino, macio e resistente com uma extremidade aberta e a outra fechada, contendo dois anéis flexíveis também de plástico. Ele age impedindo a entrada dos espermatozoides no corpo da mulher. Pode ser colocado na vagina imediatamente antes da penetração ou até oito horas antes da relação sexual. O produto já vem lubrificado e deve ser utilizado uma única vez.

    Diafragma

    É um método de uso feminino que consiste em uma capinha de silicone ou látex, macia e com aro de metal flexível. É colocada pela própria mulher no fundo da vagina para cobrir o colo do útero. Existem diafragmas de diversos tamanhos, sendo necessária a medição por um profissional de saúde treinado, para determinar o tamanho adequado a cada mulher. Pode ser usado junto com espermicida (produto capaz de matar os espermatozoides) para aumentar a eficácia.

    O diafragma impede a entrada dos espermatozoides dentro do útero. Ele deve ser colocado em todas as relações sexuais, antes de qualquer contato entre o pênis e a vagina. Pode ser colocado em minutos ou horas antes da relação sexual, e só deve ser retirado de seis a oito horas após a última relação sexual, que é o tempo suficiente para que os espermatozoides que ficam na vagina morram. Após a retirada do diafragma, deve-se lavá-lo com água e sabão neutro, secá-lo bem e guardá-lo em um estojo próprio, em lugar seco e fresco, não expondo à luz solar. Pode ser fervido periodicamente para desinfecção. A vida média útil é de cerca de três anos, se observadas às recomendações.

    Pílula do Dia Seguinte

    É conhecida popularmente como “pílula do dia seguinte”. Este método é utilizado para evitar uma gravidez indesejada, após uma relação sexual desprotegida ou falha de outro método, como por exemplo, a ruptura do preservativo. A anticoncepção de emergência age impedindo ou retardando a ovulação e diminuindo a capacidade dos espermatozoides de fecundarem o óvulo. Ela não é abortiva, pois não compromete a continuidade de uma gravidez já em andamento. Utilizam-se tomando os dois comprimidos de uma só vez ou em duas doses: a primeira dose até três dias após a relação sexual (quanto mais rápido tomar as pílulas maiores são as chances de evitar a gravidez) e a segunda pílula doze horas após a primeira.

    A pílula do dia seguinte não deve ser utilizada como método anticoncepcional de rotina, ou seja, substituindo outro método anticoncepcional. Devem ser utilizadas somente em casos emergenciais, porque a dose de hormônio é grande.

    Implante Subdérmico

    São pequenas cápsulas ou hastes plásticas, cada uma do tamanho aproximado de um palito de fósforo, que liberam um hormônio semelhante ao produzido pelos ovários da mulher (progesterona). Um profissional devidamente treinado para este fim realiza um pequeno procedimento cirúrgico para inserir os implantes sob a pele do braço, acima do cotovelo da mulher.

    Age inibindo a ovulação, aumentando o espessamento do muco cervical e diminuindo a capacidade dos espermatozoides de fecundarem o óvulo. O implante subdérmico possui ação prolongada, agindo por até 03 anos, com baixas doses de hormônio sendo liberados continuamente na corrente sanguínea, proporcionam o efeito anticoncepcional. Só deve ser utilizado por mulheres que não desejem menstruar, já que com o tempo suspende a menstruação.

    Anel Vaginal

    É um anel flexível e transparente que deverá ser colocado no canal vaginal de forma que o anel cubra todo o colo do útero. O anel deve ser retirado a cada 03 semanas, mas se ocorrer um esquecimento ele poderá permanecer no canal vaginal sem nenhum prejuízo até 04 semanas.

    Ele apresenta o mecanismo de ação semelhante aos dos anticoncepcionais orais. Seu efeito contraceptivo mais importante é a inibição da ovulação, mas, também interfere no espessamento do muco cervical diminuindo a capacidade dos espermatozoides de fecundarem o óvulo.

    Adesivo Transdérmico

    É um adesivo fino, colocado sobre a pele, que libera hormônios semelhantes aos produzidos pelo ovário. Previne a gravidez de forma semelhante aos anticoncepcionais hormonais orais. Seu efeito contraceptivo mais importante é a inibição da ovulação, mas, também interfere no espessamento do muco cervical diminuindo a capacidade dos espermatozoides de fecundarem o óvulo.

    É um método de uso semanal. O adesivo deve ser colocado durante 3 semanas, no mesmo dia e horário. Na quarta semana não deve ser colocado, mas mesmo assim a mulher estará protegida. Na quinta semana deve reiniciar seu uso. O adesivo precisa estar bem aderido à pele para que sua ação seja efetiva. Os locais de aplicação são: nádegas, abdômen e parte superior externa do braço.

    Este método não deve ser utilizado por mulheres que estejam amamentando, pois pode prejudicar a produção do leite materno e é contraindicado para mulheres com mais de 35 anos e fumantes.

    Anticoncepcionais Injetáveis Hormonais

    São anticoncepcionais injetáveis contendo uma associação de dois tipos de hormônios semelhantes aos que existem no corpo da mulher: estrogênio e progesterona. Como a dosagem de hormônios é alta, o efeito é mais prolongado no organismo. Existem 2 tipos: o mensal com a combinação de dois hormônios (estrogênio e progesterona) e o trimestral com apenas um tipo de hormônio (progesterona).

    Ele age impedindo a liberação de óvulos pelos ovários (ovulação) e tornando o muco cervical espesso, impedindo a passagem dos espermatozoides. É aplicado em forma de injeção por via intramuscular. O injetável mensal deve ser aplicado uma vez por mês, entre o 7º e o 10º dia do ciclo, de preferência no 8º dia. O injetável trimestral deve ser aplicado a cada três meses e a primeira dose deve ser aplicada entre o 5º e o 7º dia do ciclo.

    Dispositivo Intra- Uterino- DIU

    São dispositivos de plástico flexível (polietileno) aos quais são adicionados cobre ou hormônios (levonorgestrel) que, inseridos no útero, exercem sua função de prevenir a gravidez. A escolha e a colocação do DIU no interior do útero devem ser feitas por um profissional de saúde treinado.

    O DIU diminui a capacidade do espermatozoide de se movimentar dificultando seu acesso ao óvulo e também interfere nas características do muco cervical e no endométrio, dificultando a implantação de um possível óvulo fecundado. Deve ser introduzido de preferência no período menstrual, quando o colo uterino está mais aberto e também para garantir a ausência de gravidez.

  • Quatro dicas indispensáveis para a instalação do seu ar-condicionado

    Consumidores devem conhecer a rede elétrica do escritório ou residência e avaliar a capacidade de acordo com o ambiente que irá acomodar o eletrodoméstico

     As altas temperaturas, que têm tomado conta de todo o País, despertam na maioria dos consumidores o desejo de contar com um aparelho de ar-condicionado para garantir noites de sono mais tranquilas e conforto térmico para enfrentar o verão.

     

    No entanto, para garantir o funcionamento correto e vida útil do equipamento, antes da instalação é fundamental que os usuários se atentem a questões como a capacidade do produto escolhido, local em que será acomodado e a tensão da rede elétrica do escritório ou da residência.

     

    A Samsung listou informações que prometem ajudá-lo nessa tarefa. Confira a seguir:

     

    1. Fique atento à capacidade do produto

     

    A boa instalação do ar-condicionado é importante para o funcionamento de todo o sistema. Por isso, observar a capacidade do produto – medida em BTU (British Termal Unit, ou Unidade Térmica Britânica) – deve ser um dos primeiros passos do consumidor. Para climatizar um ambiente de 20m², por exemplo, um equipamento de 12 mil BTU/hora é recomendado. Vale lembrar que também é importante considerar o número de usuários do espaço, os demais aparelhos eletrônicos presentes no mesmo ambiente e fontes de calor, além da incidência de sol.

     

    1. Escolha o melhor local para acomodação do aparelho

     

    Em residências, os locais mais comuns para a instalação do ar-condicionado costumam ser os mais frequentados pelos moradores, como o quarto e a sala. Por isso, na hora da instalação é imprescindível avaliar muito bem o ambiente que receberá o produto. Prefira locais com superfícies livres de cortinas, persianas e demais elementos presentes na decoração que possam impedir a circulação do ar. No quarto, uma das melhores posições é instalar o aparelho sobre a cama; já na sala de estar, posicioná-lo logo acima do sofá e o mais centralizado possível para otimizar a refrigeração do espaço.

     

    1. Antes de instalar, conheça a rede elétrica do seu escritório ou residência

     

    Antes da compra e instalação do produto, ainda é preciso observar qual a tensão que o modelo escolhido necessita para entrar em funcionamento e qual a tensão disponível no ambiente em que o eletrodoméstico será instalado. Os modelos Split, por exemplo, aqueles formados pela evaporadora (responsável pela saída do ar no ambiente interno) e a condensadora (localizada na parte externa), geralmente exigem uma tensão de 220V. Uma boa pedida é solicitar que um eletricista verifique a rede elétrica do local antes de partir para a instalação do produto.

     

    1. Conte com o apoio de mão de obra especializada

     

    As particularidades dos equipamentos de ar-condicionado e os detalhes específicos de cada modelo, ainda exigem o conhecimento de especialistas que saibam indicar qual é o mais adequado para cada local e perfil de uso. Os especialistas ainda podem ajudar a dimensionar a capacidade de acordo com o tamanho do ambiente e avaliar a quantidade de insolação que incide na casa, apartamento ou escritório, entre outras dúvidas dos usuários.

     

    Equipamentos de ar-condicionado Samsung

     

    A Samsung disponibiliza um portfólio completo de equipamentos de ar-condicionado no Brasil. Além do modelo Wind-Free1, primeiro ar-condicionado sem vento2 do mundo, com conexão Wi-Fi, a marca ainda disponibiliza os modelos Digital Inverter Quente e Frio – que selecionam automaticamente a troca de resfriamento para aquecimento.

     

    Para espaços comerciais, como redes hoteleiras ou lojas de departamentos, o Cassete 360 é um equipamento de insuflação circular que emite ar fresco em todas as direções. Com ele, cada canto do ambiente permanece com a mesma temperatura, de forma homogênea3.

     

    Já o modelo Multi Split (FJM) pode ser usado tanto em espaços comerciais quanto residenciais. Incrivelmente silenciosos e eficientes, esses sistemas proporcionam uma solução de climatização otimizada. São leves e compactos, permitindo que uma única unidade externa do condensador de ar suporte até cinco unidades internas.

     

    “Todo o cuidado antes da instalação do ar-condicionado é fundamental para garantir a vida útil do produto e o funcionamento com desempenho máximo. Além disso, a escolha errada pode acarretar, até mesmo, no consumo desnecessário de energia elétrica”, lembra Jefferson Porto, Diretor Associado de Produtos da Divisão de Digital Appliance da Samsung Brasil.

     

    Para mais informações, acesse: www.samsung.com/br

     

    1O Wind-FreeTM é o modelo de ar-condicionado da Samsung que pode ser controlado por meio de conexão Wi-Fi.

     

    2 A Sociedade de Engenheiros de Refrigeração, Aquecimento e Ar Condicionado Americana (ASHRAE) define o efeito sem vento devido às correntes de ar insufladas com velocidade inferior a 15m/s.

     

    3Em um raio de 9,3 metros, a diferença de temperatura é inferior a 0,6 °C.

  • Volta às aulas: como cuidar do diabetes no ambiente escolar

    Atenção e cuidados especiais são necessários para que a criança com diabetes possa manter um dia a dia saudável na escola

     

    A rotina da criança e adolescente com diabetes causa uma série de preocupações aos pais, já que a doença exige cuidados diários, como alimentação regrada e, em alguns casos, até aplicação de insulina diversas vezes ao dia e o monitoramento frequente da taxa de açúcar no sangue. Em casa, o controle fica por conta dos responsáveis, que já sabem lidar com os desafios, mas, quando voltam às aulas, fica a pergunta: como manter essa rotina?

    De acordo com Débora Bohnen Guimarães, nutricionista e coordenadora do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), a criança e adolescente com diabetes deve, primeiramente, ter uma alimentação adequada e saudável no ambiente escolar – que não foge muito do padrão preconizado a todas as crianças. “O grande problema é que nem sempre as cantinas oferecem alimentos saudáveis. Com isso, o melhor seria mesmo se planejar para levar a merenda, favorecendo iogurtes ou sucos naturais sem açúcar, sanduíches leves, biscoitos, bolos ou cereais integrais e frutas”, aconselha.

    Porém, quando o aluno opta pelo lanche oferecido na escola, ele pode contar com alguns métodos que o auxiliam a manter os níveis de glicemia estáveis, como a contagem de carboidratos, que possibilita calcular a quantidade exata de insulina que deve ser utilizada para cada refeição. “Essa é sempre uma ótima opção para dar flexibilidade alimentar, pois o estudante pode comer qualquer alimento desde que ele ajuste sua dose de insulina ultrarrápida. Não há alimentos proibidos, mas sim um controle dentro dos conceitos do que é saudável ou não. No caso de lanches oferecidos pela escola e dependendo da idade da criança, será necessário auxílio de um adulto para realizar a contagem. O que os pais podem fazer é tomar conhecimento do cardápio anteriormente e já estabelecer, junto aos educadores da escola, a quantidade de alimentos adequados para a criança, que estará de acordo com seu regime de insulina”, comenta a nutricionista.

    Aplicação dos medicamentos
    É importante que os pais tenham uma conversa com a direção e coordenação do local de ensino a respeito do diagnóstico e tratamento que seus filhos estão realizando no momento: desde as doses de insulina, o grau de controle do diabetes, os casos de hipoglicemia e até as necessidades alimentares.

    Segundo Débora, as crianças que precisam de ajuda para tomar insulina em escolas nas quais não há enfermeiros ou outro profissional que se dispõe a arcar com os cuidados necessários com monitorização de glicose e aplicação de insulina, acabam adaptando suas rotinas de medicamento. “Os pais, muitas vezes, vão até a escola para dar a insulina na hora do intervalo ou adequam o regime de insulina anterior e de lanche da escola para que não haja necessidade dessa aplicação. Os alunos com diabetes que estão em terapia de múltiplas injeções diárias podem não precisar de insulina em algumas refeições, como no meio da manhã ou da tarde, e normalmente é esse o período que os pais escolhem para seus filhos estudarem”, afirma.

    Atualmente, existem escolas “amigas da criança com diabetes”, que oferecem profissionais que se dispõem a ajudar no controle da glicemia e até mesmo aplicam a insulina. Os pais devem treiná-los de acordo com a receita médica do aluno. Esta, porém, ainda não é uma obrigação de todos os locais de ensino.

    Ensinando sobre diabetes
    Visando disseminar a educação em diabetes no ambiente escolar, a SBD é parceira em iniciativas como o Projeto Kids – Diabetes in Schools, criado pela ADJ – Diabetes Brasil em parceria com a International Diabetes Federation (IDF), que oferece materiais educativos para auxiliar as escolas com informações sobre o diabetes. O material é conhecido como “Pacote Educativo para Informar sobre Diabetes nas Escolas”, e foi aprovado pelo Ministério da Saúde, SBD e Sociedade Brasileira de Pediatria.

    Alguns locais, como o Centro de Referência Diabetes nas Escolas (CRDE) da Santa Casa de Belo Horizonte, oferecem até mesmo treinamento presencial ou à distância para capacitar os profissionais das escolas sobre os cuidados necessários com o aluno com diabetes, a fim de que os pais e alunos tenham segurança em relação ao tratamento durante o período escolar. “Os professores, coordenadores, diretores e demais profissionais são vistos como membros da equipe de tratamento do diabetes, então é necessário desmistificar a doença, orientá-los a respeito dos cuidados e alertá-los sobre as dificuldades do aluno com diabetes”, comenta.

    Um ponto importante é o apoio necessário para que o bullying com estes estudantes não ocorra, já que pode atrapalhar a aderência ao tratamento e, consequentemente, prejudicar a saúde da criança. “A situação deve ser analisada por toda equipe escolar para que esses adolescentes se sintam à vontade com a doença – seja por ajuda emocional, caso necessário, ou por apoio familiar e dos professores no esclarecimento de toda a turma do aluno. A escola deve ser um ambiente de apoio, saudável e de segurança, sem necessidade de vitimização ou exposição à condição do aluno com diabetes. Dessa forma, a aliança entre casa e escola será um meio ideal para a manutenção de uma boa saúde para todos”, completa Débora.

  • 8ª Pisa da Uva no Lagar da Quinta do Olivardo

    Participamos da 8ª Pisa da Uva 🍇 no Lagar da Quinta do Olivardo em São Roque.


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    Assim que chegamos, recebemos um chapéu de palha e uma caneca do evento. Enquanto aguardávamos o início, muita música e havia um carrinho servindo vinho tinto 🍷 suave e suco de uva tinto ou suave, onde você podia encher sua caneca à vontade. O dia estava muito quente e também estavam servindo água para os participantes.


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    Às 11 horas todos se reúnem no grande tonel de vinho que fica na entrada da vinícola para as boas vindas do Sr. Olivardo e apresentação de danças típicas portuguesas. Depois é hora de ir até o parreiral para receber uma cestinha de vime e uma tesourinha e começar a comer (ops colher) as uvas.


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    Com as cestinha cheias, é hora de retornar e o Sr. Olivardo reúne todos em um grande círculo no gramado para um brinde 🥂 com suco de uva.

    Terminado o brinde, cada participante entra no lagar, despeja as uvas e começa a Pisa ao som de muita música e animação.


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    Encerrada a Pisa é hora do almoço 🍴. De entrada é servido uma salada 🥗 e pães com manteiga caseira. Depois são servidos dois bolinhos de bacalhau com uma fatia de limão.

    Pratos principais são a espetada madeirense, medalhão servido em um espeto de bambú, arroz e bacalhau. De sobremesa pastel de Belém. E não é um pastelzinho, ele é bem recheado e receita premiada. Todos os pratos tem um tempero delicioso e estavam uma delicia!


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    O atendimento de toda a equipe é excelente e agradecemos a atenção do Sr. Olivardo, Camila e Luciana.


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    E que tal viver esta experiência super bacana também? A Pisa foi prorrogada por mais um final de semana, então ainda dá tempo de garantir sua participação 😉 Para saber mais é só acessar quintadoolivardo.com.br


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    No nosso canal do YouTube @AgitoSP tem um vídeo super bacana da Pisa e em nossa fanpage /Oficial.AgitoSP tem muitas fotos super legais. Não deixem de dar uma olhadinha 👏🏻.

    SERVIÇO

    8ª Pisa da Uva na Quinta do Olivardo

    Onde: Estrada do Vinho, km 4, com acesso pelo km 58,5 da Rodovia Raposo Tavares (SP-270)

    Quando: 02 (sábado) 03 (domingo) e 09 (sábado) de fevereiro.

    Horário: das 10h30 às 16h30

    Quanto: Pisa da Família – R$ R$ 240 por pessoa. Criança de 8 a 12 paga meia, menor não paga.

    Site: www.quintadoolivardo.com.br