Autor: agitosp

  • Cuidados: Remédio para cães

    Medicar um pet sem consultar um veterinário pode ser perigoso

    Muitas vezes, ao invés de levarmos ao veterinário, vamos atrás de um remédio por conta própria acreditando que ele trará alguma melhora.

    No entanto, não podemos esquecer que muitas drogas podem ser nocivas. Ter medicamentos em casa não quer dizer que seja seguro e que é a solução para qualquer caso de doença.

    Se você tem dúvidas sobre medicações para cachorros, fique atento às informações que trouxemos para que tenha mais segurança e conhecimento a respeito de substâncias que nem sempre podem fazer bem.

    Remédio para pessoas X remédio para cachorro
    A quantidade de medicamentos destinados aos cachorros está aumentando. Isso causa dúvidas sobre a relação com remédios para humanos.

    O que difere uns dos outros são as doses, que devem ser ajustadas de acordo com o peso do animal. Do ponto de vista farmacológico, não há diferença entre os medicamentos para humanos ou para animais.

    Outra coisa a ser pensada é que podemos encontrar alguns remédios com mais facilidade em uma farmácia convencional.

    No entanto, quando os remédios são fabricados para pets, os benefícios são maiores porque não corremos o risco de errar na dosagem. Além disso, os comprimidos são compatíveis com o tamanho dos bichos, o que facilita a ingestão, afirma a Dra. Livia Romeiro do Vet Quality Centro Veterinário 24h.

    No caso dos cachorros, eles não entendem que devem engolir. Nesse caso, alguns medicamentos palatáveis facilitam a administração.
    Pode acontecer de seu pet necessitar de um remédio que não tenha formulação veterinária. Se isso acontecer, os médicos recorrem aos remédios para humanos e readaptam a dosagem.

    Remédios humanos que podem ser prejudiciais em cães
    Assim como acontece com a gente, alguns medicamentos, ao invés de trazer alívio, podem fazer muito mal para os cães. Dosagem inadequada e erro no diagnóstico são exemplos de situações que podem gerar consequências graves.

    Sempre temos em casa aquela caixinha de remédios que utilizamos em casos de alguns males, como dor de cabeça, indigestão, dor muscular e resfriado.

    Quando nosso pet não está bem, associamos os sintomas aos nossos e decidimos dar os mesmos remédios que nós tomamos. Mesmo existindo drogas para humanos que animais podem usar, algumas fazem parte da lista de alerta.
    Não dê por conta própria antiinflamatórios, como piroxicam, diclofenaco e ibuprofeno. Antissépticos de vias urinárias, como sepurim e pirydium, paracetamol e aspirina também são prejudiciais.

    Anestésicos e enxaguantes para boca e garganta, antidepressivos, descongestionantes nasais e antigripais não devem ser dados a cães.

    E se meu pet ingeriu algum medicamento?
    Por mais que a gente tenha prudência e atenção, alguma coisa pode acabar passando.

    Como ele não tem consciência do perigo, acaba ingerindo, o que pode desencadear em reações como apatia, diarreia, vômito, falta de apetite, convulsões prostração intensa, dor abdominal ou dificuldade para respirar.

    Não importa se é medicamento para bicho ou para gente. São tóxicos do mesmo jeito se inseridos na dosagem errada e, principalmente, se o cão não estiver em tratamento.

    Exemplos disso são vermífugos. Alguns possuem cheiro e gosto atrativos justamente para que o pet tome sem maiores problemas. No entanto, a superdosagem pode causar alto nível de intoxicação.

    Em casos de ingestão inadequada, não devemos dar leite, receitas caseiras ou mais remédios, principalmente para vômito ou diarreia. Você deve levar seu amigo imediatamente ao veterinário e ele saberá como contornar a situação.

    Receitas de remédios caseiros podem causar grande perigo. As substâncias utilizadas podem gerar efeitos colaterais negativos para os cachorros.

    Além da intoxicação, a possibilidade de a receita caseira não ter resultado satisfatório algum sobre a enfermidade é grande e ainda pode causar problemas secundários.

    Consultar um veterinário é sempre a melhor opção
    Para não agravar o problema de saúde de seu animal, opte sempre por um veterinário. Ele é a única pessoa capacitada para identificar o real problema do seu amigo e solicitar um tratamento adequado.

    Medicar animais exige conhecimento profissional e não deve ser feito por tutores. Além disso, não tire dúvidas com o atendente da loja de rações ou pet shop. A vida do seu amigo vale uma consulta médica.

    Nem sempre economizar é o melhor caminho. Além de não solucionar o problema, você pode mascará-lo ou causar intoxicação grave, o que é muito ruim.

    Além de prescrever a medicação adequada, profissional poderá indicar quais são os lugares confiáveis para adquiri-la. É importante que você compre em farmácias veterinárias ou pet shops especializados.

    Se optar por uma compra pela internet, pesquise o histórico dos estabelecimentos. Uma boa avaliação dos compradores reduz o risco de comércio ilegal de remédios falsificados ou fora do prazo de validade.

    O cuidado é sempre o melhor remédio
    A única pessoa que conhece o comportamento e a personalidade do seu cachorro é você. É importante saber se ele tem costume de brincar com tudo que está ao seu alcance.

    Para evitar acidentes, mantenha os remédios em locais onde seu amigo não possa ter acesso. Lugares altos, armários fechados e gavetas são exemplos onde você pode deixar guardado com segurança.

    Caso seu pet necessite de medicação, informe-se sobre a melhor forma de administrá-la, sem causar lhe estresse. Muitas vezes, optamos pelo caminho mais fácil e misturamos o remédio com algum petisco.

    No entanto, é preciso atenção. Alimentos, como a salsicha e outros embutidos são tóxicos. É preciso ter soluções seguras para fazer com que o cachorro tome o remédio. Você pode utilizar a seguinte técnica:

    Coloque o cachorro entre suas pernas, tomando cuidado para não apertar seu pescoço, e levante o focinho. Abra a boca dele com cuidado e tente colocar o comprimido mais próximo da garganta.

  • Como a massagem ayurvédica prepara o corpo para uma vida mais saudável

    A massagem de origem indiana é oferecida pelo Espaço Soul e diminui o estresse, a ansiedade e diversas patologias quando integrada à rotina

    Receber uma boa massagem é revigorante – mais ainda quando a técnica empregada é a ayurvédica. Para quem não sabe o significado desse temo, os profissionais do Espaço Soul esclarecem: essa é uma massagem com técnica milenar, de origem indiana, que representa um alento completo ao corpo, mente e emocional humano.

    Aplicada no salão e espaço de tratamentos holísticos no Alto de Pinheiros, a massagem ayurvédica segue preceitos naturalistas a favor do bem-estar total. Na hora de tocar o corpo, por exemplo, o profissional que a executa usa apenas pós de ervas ou óleos completamente naturais – nenhum produto químico sintético entra em contato com quem é massageado.

    O que é ayurveda

    Para entender esse método de massagem, é importante saber o que é a ayurveda. Esse termo significa “ciência da vida”, traduzido do sânscrito. Com registros de até 5 mil anos atrás, tem origem do território hoje chamado de Índia e é considerada a ciência da saúde mais antiga que conhecemos. Seu foco é sempre o equilíbrio entre o corpo, a mente e alma, de maneira que todos os seus tratamentos integram esses três preceitos para obtenção da saúde.

    Espaço de tratamentos do Espaço Soul (Foto: Divulgação)

    Como é feita essa massagem?

    A pressão, vinda das mãos, cotovelos e por ocasiões até dos pés, é aplicada em sentido ascendente sobre pontos precisos do corpo em variações de suavidade e profundidade. A técnica combina yoga e ayurveda com o objetivo de estimular os músculos, a circulação sanguínea e a linfática e os movimentos respiratórios, a favor da oxigenação das células e relaxamento completo. Além dos efeitos físicos, segundo a ayurveda, essa massagem desobstrui canais de energia chamados de “prana”. Realinhando seus fluxos e fazendo a energia do corpo circular com liberdade, o descanso e benefícios promovidos pelo tratamento são amplificados.

    A massagem ayurvedica Abhyanga

    Com duração de 75 minutos, a Abhyanga é a massagem ayurvedica feita na maca, oferecida pela profissional no Espaço Soul. No início da sessão, uma conversa inicial permite saber as situações vividas pela pessoa. A partir do entendimento do seu dosha, ou seja, da caracterização do perfil biológico, é possível definir o óleo infundido com ervas que melhor servirá para unção do corpo no tratamento dos desequilíbrios relatados.

    Os benefícios da massagem ayurvédica

    As maneiras como essa massagem podem melhorar o corpo são amplas. Os movimentos colaboram para o alívio das dores do corpo e, ao combinar pressões para estimular o sistema linfático, desincham e desintoxicam. A respiração controlada, preceito da yoga, é meditativa e também tem parte na cura das patologias ao intensificar a oxigenação do organismo. O relaxamento profundo diminui o estresse, melhora a qualidade do sono e a disposição.

    A massagem ayurvedica também é conhecida por ajudar no tratamento da enxaqueca, realinhamento de postura, doenças respiratórias, ansiedade e depressão, além do fortalecimento do sistema imunológico, como uma terapia integrada à rotina.

    Além desses benefícios, o uso dos óleos naturais durante o processo também deixa a pele hidratada e preserva sua elasticidade.

    Espaço Soul – Refúgio Urbano em São Paulo

    O sonho do Espaço Soul começou a tomar forma em 2014, quando a terapeuta Rejane Sousa Sampaio começou a desenvolver em sua mente os primeiros traços que dariam forma ao seu empreendimento. Ao idealizar o Espaço Soul, a terapeuta definiu como o porto-seguro em meio a São Paulo. “Meu sonho é que o cliente possa sair mais leve, alegre e com clareza e paz interior”, afirma. Uma paz acessível e descomplicada por um time focado em proporcionar o bem-estar ao cliente. O prazeroso endereço do casarão, com 450 m², reúne em um só lugar a proposta de promover, de forma leve e relaxante, opções para cuidar da aparência física e sintonizar corpo e mente por meio de terapias holísticas. Tudo para que o ser humano possa melhorar a qualidade de vida e alcançar o ápice de equilíbrio físico, emocional e energético.

    Serviço Espaço Soul:

    Rua dos Tamanás, 137

    Telefone: (11) 3530-3214

    Site: www.espacosoul.com.br

    @espacosoulsp

  • Depressão pós-parto masculina é mais comum do que se imagina

    A depressão pós-parto feminina é um assunto bastante debatido. Presente na vida de 10% a 15% das mulheres, é um quadro depressivo que se apresenta na mulher imediatamente após o parto ou até um ano depois deste momento. Os sintomas são caracterizados como tristeza, apatia, desalento e pode ou não ocorrer a rejeição ao bebê. As causas fisiológicas mais comuns do quadro depressivo pós-parto são as alterações hormonais bruscas que ocorrem com a mulher ou casos apenas emocionais. Sobre o que nunca se fala, entretanto, é a depressão pós-parto masculina. “Porém, ela existe e acomete de 10% a 25% dos homens, segundo estudos científicos*”, alerta Dra. Mariana Rosario, ginecologista, obstetra e mastologista, membro da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp).

    A médica já presenciou casos em consultório, que a deixaram impressionada. “Alguns começam com o afastamento do homem da família. Muitos se enterram no trabalho, deixando as atividades familiares totalmente de lado. Depois, vem a depressão, a fadiga, o esgotamento físico e mental”, explica Dra. Mariana.

    Ela comenta que a mudança de vida causada pela chegada do bebê pode trazer no homem incertezas e inseguranças – as mesmas que são causadas à mulher. “Assim como muitas mulheres não estão preparadas para ser mães, diversos homens não se veem no papel de pais e um turbilhão de emoções toma conta de suas vidas. É aí que eles não dão conta do momento. Além disso, a nova rotina, o dividir a esposa com o bebê nem sempre são momentos fáceis de encarar. Muitos precisam de ajuda e, não a encontrando, desenvolvem a depressão.

    O diagnóstico para a depressão pós-parto masculina, muitas vezes, se dá no consultório obstétrico, apesar do tratamento ser realizado com a combinação de atendimento psiquiátrico e psicológico. “Quando o casal vem em consulta, é comum que a paciente se queixe do esposo e, numa conversa rápida, conseguimos detectar o problema. É aí que orientamos o casal a procurar ajuda”, diz a médica.

    O alerta, portanto, deve ser feito: é preciso que os casais estejam atentos a sintomas de ambos – e não apenas da mulher – na chegada do bebê, afinal, a saúde de toda a família é importante para este momento de tanta alegria.

    *Estudos científicos sobre o tema: http://institutogerar.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Iaconelli-V-Artigo-DEPRESS%C3%83O-POS-PARTO-MASCULINA.pdf

    http://www.scielo.br/pdf/rbgo/v34n7/01.pdf

  • Passeio de Escuna em Paraty com a Paraty Tours

    Uma dica legal para curtir em Paraty é fazer um passeio de escuna 🛥 para conhecer as ilhas e nadar no mar com águas cristalinas.
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    Escolhemos a Paraty Tours, agência de turismo ecológico e que possui diversos passeios para você conhecer e se divertir em Paraty. Tem city tour, cavalgada 🐎, bike 🚲 tours, mergulho, passeio de kayak, parque de aventura e locação de escunas.

    Nosso passeio foi com a embarcação Netuno II, com duração de 5 horas e quatro paradas na Praia ⛱Vermelha, Ilha Comprida (onde você nada com muitos peixinhos 🐟🐠 e também servido o almoço – pago a parte), Lagoa Azul (mas a água é verde rs) e a Praia da Lula.

    Gostamos bastante da escuna! Ela é bem familiar, organizado, tem espaguetes à disposição para você utilizar no mar, bar que serve drinks e bebidas e no deck superior há espreguiçadeiras e mesinhas cobertas.
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    A loja física da Paraty Tours fica Av. Roberto da Silveira, 479, no centro da cidade. E para saber mais e reservar o seu passeio, basta acessar paratybooking.com.br. Super recomendamos!

    Confira mais fotos em nossa fan page

  • Ginecologista aponta os cuidados com as mamas durante o pré-natal

    Diferente do que muitos pensam, cuidar das mamas durante o pré-natal é de extrema importância para evitar desconfortos após o nascimento do bebê. De acordo com a ginecologista e obstetra, Dra. Erica Mantelli, entre as dúvidas mais frequentes das mães de primeira viagem está relacionada aos cuidados. “A própria gravidez e as mudanças hormonais preparam naturalmente as mamas para esse processo”, ressalta a médica.

    Ao longo da gestação, é importante que o obstetra avalie a anatomia, o tipo do mamilo, além de observar as alterações que ocorrem com as mamas neste período. “A gestante deve buscar o máximo de informações possíveis com a equipe médica, de enfermagem e de consultores de aleitamento materno. Quanto mais informações, mais segura ela estará para vivenciar cada etapa”, explica Erica.

    Para diminuir as rachaduras e os machucados, além de ajudar nos mamilos e para as aréolas ficarem mais resistentes, o indicado é que a mãe tome sol por cerca de 15 minutos (antes das 10h da manhã ou após às 16h). Uma lâmpada de 40 watts à uma distância de 15 cm da pele pode ser uma outra opção para o banho de luz. “É importante que, durante a gravidez e a amamentação, a mulher utilize loção hidratante apenas nas mamas. A hidratação deixa a pele mais fina, mais suscetível às rachaduras e aos machucados. Por isso, a área dos mamilos e das aréolas deve ser evitada”, conclui a ginecologista.

  • Prática inadequada de exercícios físicos pode causar lesões

    Sociedade Paulista de Reumatologia dá dicas de como evitar lesões no corpo: aquecimento e alongamento, além do fortalecimento do músculo

    O Brasil é o país com maior índice de sedentarismo na América Latina, onde 47% da população não praticam atividade física suficiente para se manter saudável, de acordo com um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado em 2018, na revista Lancet.

    Em nível global, uma em cada três mulheres e um em cada quatro homens não pratica suficiente atividade física para conservar a saúde, o que representa um quarto da população mundial (1,4 bilhões de pessoas).

    (foto: Unsplash)

    Vale sempre relembrar que a prática de exercícios tem diversos benefícios para a saúde como a melhora de qualidade do sono, aumento da massa muscular, redução da gordura corporal, entre muitos outros.

    Entretanto, a Sociedade Paulista de Reumatologia (SPR) faz um alerta para que a prática de atividade física seja feita com acompanhamento médico de cardiologista, reumatologista, ortopedista ou médico de esporte.

    Segundo Karina Bonfiglioli, diretora científica da Sociedade Paulista de Reumatologia, a prática inadequada de determinados exercícios pode causar lesões. Sendo a mais comum a tendinite, que é uma inflamação do tendão (estrutura fibrosa, que une o músculo ao osso).

    Além disso, a pessoa pode ter lesões articulares (como no joelho, ombro ou quadril); fascite plantar (processo inflamatório ou degenerativo que afeta a fáscia plantar, uma membrana de tecido conjuntivo que recobre a musculatura da sola do pé) e lombalgia (dor nas costas), entre outros.

    Dicas para evitar lesões

    Atenção para o aquecimento e alongamento. Para Bonfiglioli, não é recomendável fazer atividade física sem aquecimento antes, que pode ser uma caminhada leve de 5 a 10 minutos, ou o uso da bicicleta ergométrica neste mesmo tempo. Já o alongamento muscular, também essencial, pode ser feito após os exercícios.

    “Faça um aumento gradual da intensidade e do tempo de atividade física. A recomendação da OMS é a prática de, no mínimo, 150 minutos de atividade aeróbica moderada por semana, e pelo menos dois dias de fortalecimento muscular, como a musculação.”

    A dor – tanto as localizadas, em membros, joelhos e tornozelos, como dores difusas pelo corpo, podem ser um indicativo para saber quando é hora de parar ou reduzir a atividade. De acordo com Bonfiglioli, o ideal é não forçar a atividade se estiver sentindo alguma dor “porque você pode ter sofrido uma lesão e estar piorando a situação”.

    Posso fazer academia todos os dias?

    Sim, é possível fazer atividades de fortalecimento, como a musculação, todos os dias. Mas o ideal é alternar os grupos musculares exercitados: se um dia você malha os membros inferiores, no outro deve malhar os membros superiores. É importante dar pelo menos 48 horas de repouso muscular, como explica a reumatologista. “Além de evitar lesões, é o período que ocorre a reparação muscular e a hipertrofia”, conclui.

    Fortalecimento

    Karina explica que atividades como o pilates, por exemplo, são ótimos para pacientes reumatológicos porque ocorre um fortalecimento muscular, além de trabalhar a flexibilidade e alongamento muscular sem impacto para as articulações.

    Os praticantes de outros esportes, como a corrida ou até mesmo o crossfit, devem ter mais cuidado: “A pessoa que resolve correr, deve também fazer musculação, porque o fortalecimento muscular pode prevenir lesões”, ressalta a especialista.

    Exames

    A pessoa que deseja começar a fazer atividades físicas regulares deve ser avaliada por cardiologista e/ou médico do esporte, principalmente se tiver fatores de risco cardiovasculares. Eventualmente, exames como o teste de esforço, ecocardiograma e ergoespirometria, podem ser solicitados em alguns casos.

    Do ponto de vista reumatalógico, o exame fica mais focado em uma avaliação física. Se eventualmente for detectada predisposição para lesões, como desvios de joelho, da coluna, pisada incorreta, assimetria de membros inferiores (diferença no comprimento das pernas) etc, podem ser solicitados exames complementares de imagem para melhor avaliação.

  • Diabetes dobra chance de desenvolver catarata

    Diabetes dobra chance de desenvolver catarata

    O risco de catarata associado ao diabetes é maior nas idades mais jovens. Os doentes com edema macular diabético apresentam um risco maior de catarata, bem como doentes com diabetes de longa duração

    Pessoas com diabetes são duas vezes mais propensas a desenvolver catarata do que a população em geral e o risco relativo é maior entre aqueles com idade entre 45-54 anos, de acordo com um novo estudo publicado na revista Eye.

    Pesquisadores analisaram registros médicos de 56.510 pacientes com diabetes, no Reino Unido, com 40 anos ou mais e descobriram que a catarata foi diagnosticada em uma taxa global de 20,4% por 1.000 pessoas. Isso se compara a uma taxa na população geral de 10,8% por 1.000.

    Diabéticos com idade entre 45-54 anos foram consideravelmente mais propensos do que os não-portadores da doença a desenvolver catarata. Os pacientes diabéticos com idade entre 45-49 anos tiveram uma probabilidade 4,6 vezes maior, e os diabéticos com idade entre 50-54 anos apresentavam 5,7 vezes mais risco do que os saudáveis.

    O estudo utilizou dados do DataLink Research Clinical Practice, que abrange uma amostra de cerca de 7% da população do Reino Unido e é representativo do grupo demográfico geral no que diz respeito à idade, sexo e distribuição geográfica.

    A catarata é uma das principais causas da perda global da visão. Em um estudo anterior do Vision Loss Expert Group, foi revelado que a condição representava uma perda significativa de visão ou cegueira em 65 milhões de pessoas em todo o mundo.

    “O estudo mostrou que o diabetes está associado a uma taxa de detecção de catarata aproximadamente duas vezes maior. O risco de catarata associado ao diabetes é maior nas idades mais jovens. Os doentes com edema macular diabético apresentam um risco maior de catarata, bem como doentes com diabetes de longa duração”, afirma o oftalmologista Virgílio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

    Este é o segundo relatório sobre a incidência de catarata nos pacientes diabéticos do Reino Unido desde a década de 1980 e enfatiza ainda mais a importância do programa NHS Diabetic Eye Screening na identificação precoce e no tratamento da doença ocular diabética para prevenir a perda da visão.

  • Universal Orlando Resort revela a primeira casa assombrada com conteúdo original chegando ao Halloween Horror Nights 2019

    Hoje, o Universal Orlando Resort revelou Nightingales: Blood Pit, a primeira casa assombrada com conteúdo original chegando ao Halloween Horror Nights 2019.

    Fruto das mentes perturbadas do time de Entretenimento do Universal Orlando, os visitantes entrarão em uma nova história horripilante dominada por nightingales, uma raça de criaturas horrendas, em Nightingales: Blood Pit. Os visitantes serão transportados à Roma antiga, onde eles devem escapar da arena de gladiadores, enquanto nightingales sedentos por sangue começam a se alimentar dos mortos e moribundos. Mas sem nada para protegê-los, eles sairão vivos ou se tornarão parte da história…

    Para mais informações sobre Nightingales: Blood Pit, confira o Blog do Universal Orlando.

    O Halloween Horror Nights 2019 é o principal evento de Halloween do mundo e acontecerá em noites selecionadas de  06 de setembroaté  02 de novembro. Detalhes adicionais sobre o evento deste ano serão revelados em breve. Ofertas limitadas de ingressos e pacotes de férias já estão à venda para o Halloween Horror Nights do Universal Orlando – incluindo a oferta “Ganhe a 2ª noite gratuita, na compra de uma noite de evento”. Para mais informações e para adquirir ingressos, clique aqui.

  • Os fetiches mais pedidos pelos homens

    Levantamento do site Gata Urbana mostra que fantasia sexual aparece com destaque, inversão e golden shower estão entre os cinco fetiches mais pedidos

    Ao entrar entre quatro paredes, as acompanhantes de luxo recebem diversos pedidos para atender as mais variadas fantasias sexuais e, dessa forma, satisfazer os profundos desejos de seus clientes. O levantamento organizado pelo site Gata Urbana em nove cidades do país aponta que cinco fetiches correspondem a mais da metade das solicitações junto a essas garotas de programa. Entre esses apelos, despontam o sexo anal, a inversão, a finalização na boca, o oral sem camisinha e o golden shower.

    Esses cinco fetiches representam 51% dos pedidos dos homens que procuram as acompanhantes de luxo em busca de prazer. Citado por Bolsonaro nas redes sociais, o golden shower aparece em quarto lugar na preferência dos clientes, com 8,95%. O campeão de pedidos junto às garotas do segmento é o sexo anal, com 12,85%.

    “O motivo mais citado entre elas é a busca por sexo sem frescuras, onde não há rodeios e conquistas. Simplesmente existe o sexo sem o compromisso do depois. Outras dizem que muitos buscam esses fetiches para relaxar e sair da rotina estressante do dia a dia, como também do cotidiano em família. A maioria dos clientes vem em busca de fetiche, afinal sexo comum ele tem em casa”, explica a responsável pelo Gata Urbana, Aline Torquato.

    Já o fetiche da inversão ficou em segundo lugar, com 11,05% Na terceira posição, aparece a finalização na boca (9,45%). Depois do golden shower – que ficou na quarta colocação do ranking -, o oral sem camisinha está em quinto, com 8,70%.

    O levantamento apurou um total de 12 fantasias que são as mais solicitadas entre a clientela masculina. Após os cinco fetiches mais pedidos, estão as duas mulheres (8,65%), o beijo grego (8,10%), a podolatria (7,55%), os brinquedos e acessórios (7%), a dominação (6,15%), o cockculd (6,05%) e, por último, a namoradinha (5,50%).

  • Andropausa: entenda o que é e como afeta a vida sexual masculina

    Condição pode causar queda na libido e disfunção erétil

    Ainda mal interpretada popularmente, a andropausa é uma circunstância comum entre homens no processo de envelhecimento – de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, a condição atinge de 15 a 20% dos homens acima de 50 anos. Em termos práticos, é o momento no qual ocorre queda drástica dos níveis de testosterona, o hormônio sexual masculino. Diferente do que acontece entre mulheres na menopausa, trata-se de um processo mais lento e silencioso, no qual pode haver mudança de humor, queda na libido, perda de energia e habilidades físicas.

    Dr. Emilio Sebe Filho, urologista e fundador da Lifemen, rede de clínicas que reúne serviços especializados na área de saúde sexual masculina, explica que os níveis de testosterona diminuem gradualmente em homens a partir de 40 anos – estima-se que entre 1% e 3% a cada ano. “Por isso, é importante criar uma rotina de exames e acompanhamento médico, para ter certeza de que a queda não é acentuada”, pontua.

    Os níveis adequados de testosterona variam entre 241 e 827 nanogramas por decilitro de sangue. De acordo com o especialista, homens que estão com níveis 50% abaixo do ideal podem experimentar, entre outros sintomas, diminuição da libido, ejaculação retardada, diminuição do número de ereções e até mesmo disfunção erétil – dificuldade em alcançar e manter a ereção do pênis para garantir uma penetração satisfatória. “Isso acontece porque além de ativar o desejo sexual, a testosterona é responsável por estimular as reações químicas necessárias para que ocorra uma ereção. Com níveis muito baixos, toda a dinâmica do corpo se altera”, pontua o especialista.

    Existem algumas abordagens para quem está disposto a mudar a rotina para controlar o problema, como manter uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos, ter uma boa noite de sono, evitar consumo de cigarro e álcool. Dr. Emilio acrescenta, ainda, que um tratamento de reposição hormonal deve ser feito apenas com indicação e acompanhamento médico.