Autor: agitosp

  • Interação com pets auxilia no bem-estar mental das crianças

                                                                                                    

    Estudo revela que pets são atenuadores de estresse; Veja oportunidades para adoção de cães em SP/RJ patrocinadas pela PEDIGREE®

     
    No começo do ano um estudo realizado pela Universidade de Cambridge e pelo Centro WALTHAM™ revelou que crianças se relacionam melhor com seus animais de estimação do que com seus irmãos. Apesar de o pet não responder, verbalmente, o nível de revelações para eles é grande e é visto como um benefício, pois isso significa que eles não fazem nenhum tipo de julgamento, estabelecendo uma relação de muita confiança com o tutor. 
    Esse estudo demonstra que a relação de pets com crianças é uma ótima receita para o convívio saudável entre entes familiares e para o desenvolvimento das crianças. Com base nisso, indicamos para as mamães, crianças e todos àqueles que interagem e se relacionam com pets, a visitar um evento de adoção realizado pelo Programa PEDIGREE® Adotar é Tudo de Bom, que no Brasil completou 10 anos em 2018 e já mudou a realidade de mais de 70 mil cães abandonados por meio do estímulo à adoção e posse responsável. 
    O Programa PEDIGREE® Adotar é Tudo de Bom luta contra o abandono de cães e gatos no Brasil. Segundo a OMS – Organização Mundial da Saúde - ainda existem 30 milhões de animais abandonados no país, sendo que 20 milhões são cães.

    A Mars Petcare tem como compromisso fazer do mundo um lugar melhor para os pets e para ajudar a reduzir o número acima, o programa realizará alguns eventos de adoção neste sábado (11), nas seguintes unidades de São Paulo da rede Cobasi: Radial Leste, São Caetano do Sul, Marginal Tietê e Braz Leme. Como parte do compromisso com a posse responsável, um dos grandes focos do programa, todos os cães disponíveis para adoção já estão castrados e vacinados. Os interessados em oferecer um lar feliz para os animais, além de passarem por uma entrevista de avaliação de perfil, devem estar munidos dos seguintes documentos: originais e cópias de RG, CPF e comprovante de residência.

    Reflita sobre a escolha de um Cãopanheiro

    PEDIGREE® acredita que um cachorro é capaz de despertar o melhor em seus tutores. Um cão faz parte de uma família por anos e, por isso, é importante reservar tempo para pesquisar sobre o tipo de pet que mais se encaixa no estilo de vida e perfil da família, bem como planejar sua chegada e integração. Há quem esqueça que cuidar de cães exige tempo para oferecer carinho, levá-los para passear, ao Médico-Veterinário e limpar as fezes e xixi e, muitas vezes, são estes os motivos que geram a devolução de pets adotados aos abrigos.

    Confira 10 dicas sobre posse responsável para uma decisão consciente de se ter um pet:

    1) Pesquise sobre o animal e veja se ele é compatível com o seu estilo de vida e perfil familiar.

    2) Quanto menor é a sua casa, menor deve ser o cão. Cachorros grandes, em um ambiente pequeno, podem ter problemas de adaptação.

    3) Considere que o tempo médio de vida de um animal é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados. Não haja por impulso.

    4) Caso já tenha outros cães em casa, apresente o novo morador de forma gradual e fique sempre atento à convivência.

    5) Mantenha o pet sempre dentro de casa, jamais solto na rua. E na hora do passeio, leve-o com uma coleira que contenha a plaquinha de identificação.

    6) Evite as ninhadas indesejadas. Castre machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contraindicações.

    7) Todo pet precisa de alimentação de qualidade, que leve em conta suas necessidades, e muita água fresca e limpa.  Seu bem-estar também depende de uma boa nutrição.

    8) Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao Médico-Veterinário. Dê banho, escove e exercite-o.

    9) Zele também por sua saúde psicológica. Dê atenção, carinho, ambiente adequado e reserve um momento do dia para as brincadeiras.

    10) O Brasil tem milhões de cães abandonados. Cães adultos também se adaptam com facilidade às mudanças e tem condições de oferecer e receber muito carinho.

    SERVIÇO:

    Evento de Adoção PEDIGREE® Adotar é Tudo de Bom

    Data: 11 de maio (sábado)

    Locais:

    Cobasi Radial Leste (Av. Alcântara Machado, 4360) – das 14 às 20 horas

    Cobasi São Caetano do Sul (Alameda Caulin, 125) – das 15 às 21 horas

    Cobasi Marginal (R. Maria Prestes Maia, 745) – das 13 às 19 horas

    Cobasi Braz Leme (Av. Braz Leme, 278 – Casa Verde) – das 10 às 16 horas

  • O bebê chegou, e agora? Dicas para conciliar a rotina dos pets com filhos

    Veterinário explica como conciliar maternidade e os cuidados com os bichinhos de estimação

    crédito da imagem: freepik

    Uma pesquisa realizada pelo Ibope revelou que 14% das pessoas que abandonam seus pets, justificam o ato com motivos que poderiam ser contornados facilmente, como a falta de tempo ou nascimento de um filho. Para o veterinário Jorge Morais, fundador da rede Animal Place, trata-se de um problema social e cultural. “Falta informação, nem todos buscam entender melhor as necessidades e características do animal”, afirma.

    Para o profissional, a convivência entre o bichinho e o bebê é perfeitamente possível e saudável, desde que haja paciência e vigilância dos tutores.A enfermeira Caroline Saturno de Deus, de 32 anos, é um exemplo e explica que essa rotina não é tão complicada assim. Mãe da Laura, de 2 anos, ela possui  quatro cães da raça Schnauzer -um macho e três fêmeas-, e ainda dá conta de cuidar do gatinho Merlin, que foi encontrado nas ruas. “Muitas pessoas me perguntavam como eu conseguiria, mas não tive problemas. Só não consigo passear com os cães com a frequência que eu gostaria. Em compensação, eles brincam juntos entre eles e também com a minha filha”, conta. Segundo ela, o felino Merlin é o maior fã da pequena Laura. “Ele a segue pela casa toda”, descreve.

    Ciúmes e brincadeira

    Para driblar o ciúmes, motivo de queixa entre muita mulheres que já tinham pets antes da maternidade, o veterinário recomenda deixar o cão ou o gato chegar perto da barriga durante a gestação sempre que possível, além de não proibir o acesso do animal ao quarto da criança. “O cão ou gato precisa sentir que participa desse momento e que faz parte da família”, aponta.

    A hora da brincadeira, segundo ele, demanda um pouco mais de atenção dos pais e tutores. “Cães e gatos têm por hábito brincadeiras como correr, pular e se esconder. É preciso levar em consideração a idade da criança e, se forem pequenas, é bom evitar esses tipo de contato”, afirma. Os responsáveis também precisam chamar a atenção da criança, caso ela invada o espaço do animal ou insista em comportamentos que o incomodem. “E na hora que o animal estiver se alimentando, por exemplo, não é recomendado interagir com ele”, aconselha o veterinário.

  • Acidentes de trânsito: aprenda sobre os principais riscos para as crianças

    O trânsito é a principal causa de morte acidental de crianças e adolescentes no Brasil. Entenda mais sobre a importância de promover a cultura de prevenção para evitar esse tipo de acidentes.

    O trânsito é a principal causa de morte por acidente de crianças e adolescentes de zero a 14 anos no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. Só no ano de 2016, morreram 1.292 meninas e meninos brasileiros em decorrência de acidentes no trânsito (Datasus/2016). O dado reflete a importância de governo e sociedade pensarem em formas de garantir mais segurança nesse ambiente e também que é urgente focarmos na prevenção.

    Neste texto, vamos falar sobre o porquê a criança é um dos atores mais frágeis no trânsito e também expor os principais fatores de risco que resultam em tantos acidentes nas vias.

    Acidentes de trânsito em números

    Das 1.292 crianças e adolescentes que morreram em 2016 por acidente de trânsito, 469 (36,3%) ocupavam veículos, seguido por 386 (29,9%) na condição de pedestre e 137 vítimas de motocicletas (10,6%).

    As maiores vítimas, em qualquer situação, são meninos e meninas de 10 a 14 anos, que representaram 545 mortes só em 2016. Como nesta faixa etária a criança já adquiriu mais independência, há menor vigilância dos pais ou responsáveis quanto aos procedimentos seguros no trânsito. Não usar o cinto de segurança e atravessar a rua distraídos são alguns descuidos comuns. O mesmo fator atinge outra faixa etária, de cinco a nove anos de idade, representando 352 vítimas no ano.

    Os números de crianças e adolescentes internados por acidente de trânsito também é bastante expressivo. Só em 2018, o Brasil registrou 11.037 internações, de acordo com o Datasus. Dessas, 3.596 representam meninas e meninos que se encontravam em condição de pedestre, 2.634 representam acidentes em que a criança ou o adolescente em motocicleta e 2.483 crianças em bicicletas.

    A legislação brasileira recomenda que, até os 10 anos de idade, as crianças sejam transportadas no banco traseiro do veículo automotivo, usando cinto de segurança. E, até os sete anos e meio elas precisam usar um dispositivo de retenção veicular (bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação). Quando usados e instalados corretamente, esses dispositivos reduzem em até 71% a chance de morte de uma criança em caso de acidente de trânsito.

    Leia mais sobre como prevenir acidentes de trânsito

    Dados sobre acidentes de trânsito com crianças e adolescentes

    Número de mortes de crianças e adolescentes em acidentes de trãnsito (2016)

    Tipos de acidentesMenor 1 ano1 a 4 anos5 a 9 anos10 a 14 anosTotal
    Ocupante de veículo60104141164469
    Pedestre9131119127386
    Ciclista03134864
    Motocicleta31616102137
    Outros185163104236
    Total903053525451.292

    Fonte: Datasus – 2016

    Número de internações de crianças e adolescentes em acidentes de trãnsito (2016)

    Tipos de acidentesMenor 1 ano1 a 4 anos5 a 9 anos10 a 14 anosTotal
    Pedestre87801135213563596
    Ciclista1919881314532483
    Motocicleta11546159514632634
    Ocupante de veiculo742354416581408
    Outros28193321374916
    Total3231.8883.5225.30411.037

    Fonte: Datasus – 2018

    Fatores de risco para acidentes de trânsito

    A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) estabeleceu seis principais fatores de risco para acidentes de trânsito, expostos em sua publicação Salvar VIDAS. Entre eles, destacamos:

    1. Velocidade;
    2. Não usar sistema de retenção para crianças; e
    3. Distrações.

    Velocidade

    O excesso de velocidade é uma das principais causas de acidentes de trânsito. Quanto maior é a velocidade de um veículo, mais tempo ele precisa para parar totalmente após o motorista acionar o freio. Além disso, quanto maior a velocidade, maior é o impacto em caso de colisão.

    Devido a isso, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que o limite máximo de velocidade em vias urbanas seja de 50 km/h. De acordo com estudos, um pedestre atropelado por um veículo que circula até essa velocidade tem menos de 20% de chance de morrer em caso de atropelamento. Quando os automóveis circulam à 80 km/h, a probabilidade de óbito é de quase 60%.

    Não usar sistema de retenção para crianças

    Usar a cadeirinha, o bebê conforto ou o assento de elevação é a única maneira segura para transportar crianças em veículos. De acordo com a legislação brasileira, é obrigatório o uso do equipamento de retenção para crianças de até sete anos e meio. Se a lei não for cumprida, o infrator deverá pagar uma multa de R$ 293,47, perde sete pontos na carteira de habilitação e tem o veículo retido para regularização.

    Para cada idade, peso e altura de meninas e meninos, existe um equipamento correto a ser utilizado, que sempre deve possuir certificação o Inmetro e ser instalado corretamente. Saiba qual é o equipamento mais indicado para cada caso:

    Qual cadeirinha usar de acordo com a idade, peso e altura da criança?

    Distrações

    Para dirigir carro ou moto, pedalar uma bike ou andar pela rua com segurança é preciso muita atenção o tempo todo. Qualquer distração pode provocar um acidente. Por isso, sempre que estiver no trânsito – seja como motorista ou pedestre – evite usar fones de ouvido ou o celular. Caso precise atender uma ligação ou responder uma mensagem, pare em um local seguro. Converse com as crianças e adolescentes sobre a importância de manter sempre atento olhos e ouvidos ao trânsito para evitar acidentes,

    Os outros fatores de risco citados pela publicação são:

    1. Não usar capacete;
    2. Dirigir sob efeito do álcool; e
    3. Não usar cinto de segurança.

    A criança e o trânsito

    Quando falamos das questões relacionadas ao trânsito e infância, não podemos deixar de considerar a diferença do desenvolvimento cognitivo, físico e emocional de uma criança em comparação ao adulto.

    Por isso, quando o foco das ações de prevenção de acidentes são as crianças, é necessário, além dos dados, levar em consideração as especificidades da criança e sua correlação com a mobilidade e o trânsito.

    Abaixo, seguem os principais característica física e psicológica que tornam as crianças mais vulneráveis no trânsito.

    Visão

    A criança não enxerga como um adulto. Ela não tem a mesma amplitude de visão periférica que uma pessoa adulta tem. Devido a isso, os pequenos praticamente só enxergam o que está na frente deles.

    Além disso, uma criança leva aproximadamente quatro segundos para que consiga perceber se um automóvel está parado ou em movimento.

    Conceitos como “altura” e “distância” também são confusos para crianças. Por exemplo, um automóvel, que é menor, parece mais afastado que um caminhão, que é grande.

    A mesma confusão acontece com os conceitos de “ver” e “ser visto”. Se uma criança vê um automóvel, ela imediatamente acredita que também foi vista. Entretanto, isso nem sempre acontece, até mesmo em consequência à sua baixa estatura, que pode acabar deixando o pequeno fora do campo de visão dos motoristas.

    Audição

    Uma criança não ouve como um adulto. Ela não consegue detectar bem de onde provêm os sons e os ruídos da vida cotidiana a distraem, fazendo com que elas prestem atenção apenas nos barulhos que a interessam (algum colega a chamando, por exemplo).

    Relação causa-efeito

    A criança não compreende a relação causa-efeito. Com isso, ela entende que o automóvel pode parar imediatamente assim que motorista frear. Para ela, é incompreensível o conceito de que é preciso uma distância e um tempo para um veículo parar completamente após o motorista pisar no freio.

    Imitação

    As crianças tendem a imitar os adultos. Por exemplo, ela vê um adulto atravessando a rua e, imediatamente, acredita que ela também pode atravessar, sem compreender que, no trânsito, em alguns segundos a situação pode se alterar completamente.

    Satisfação das suas necessidades

    Para a criança, brincar, mover, chegar na hora na escola ou em casa, juntar-se aos seus pais do outro lado da rua ou recuperar a sua bola é mais importante que observar a circulação. Para isso, ela é capaz de correr para a rua sem observar antes se um carro está vindo.

    Desenvolvimento da criança

    Os acidentes têm consequências mais sérias com crianças e adolescentes porque seus corpos são mais frágeis que um corpo adulto. Isso acontece porque eles ainda estão se desenvolvendo.

    Estudiosos do desenvolvimento infantil dizem que crianças menores de dez anos ainda não possuem habilidades motoras e cognitivas totalmente amadurecidas para perceber e para reagir de forma segura diante dos riscos e das regras que o trânsito dispõe.

    Por conta de sua baixa estatura, em caso de atropelamento, por exemplo, o impacto de um veículo contra o corpo de uma criança atinge regiões da cabeça, pélvis e abdômen, que são muito frágeis do corpo humano, o que acaba aumentando as chances de lesões gravíssimas e fatais.

    Além disso, crianças de até 12 anos ainda não possuem um desenvolvimento perceptivo-motor completo para transitarem de forma segura em vias públicas. Esse desenvolvimento se manifesta por meio da observação, da percepção e da interpretação adequada dos estímulos do ambiente. Isso tudo servirá como ferramentas que as ajudarão na tomada de decisão e ação eficientes e eficazes diante dos riscos.

    Por isso, cabe aos pais, familiares, responsáveis e cuidadores desde cedo explicar os conceitos de segurança no trânsito para os pequenos e observarem as crianças durante os trajetos para perceberem se elas já estão preparadas para andarem sozinhas na rua com segurança.

  • Cães podem auxiliar na prevenção de doenças do coração e até diminuir o risco de alergia nas crianças

    A Universidade Estadual de Nova York, nos Estados Unidos, revelou o resultado de um estudo que mostrou a importância dos animais de estimação para reduzir o estresse das pessoas. Mas não são apenas os adultos estressados que se beneficiam com a companhia de um cão, por exemplo, pois também foi comprovado que o cérebro das crianças agem positivamente devido às substâncias que esses tipos de elos provocam.

    Para a Dra. Luana Sartori, veterinária da Nutrire – indústria de alimentos de alta performance para pets, o contato com os animais aumenta a produção de endorfina, que ao ser liberada estimula a sensação de bem-estar, conforto e alegria. “Além da endorfina, a produção de outra substância também aumenta com a relação entre tutores e seus pets: a ocitocina, que promove a afeição e diminui a pressão arterial”, explica.

    Segundo os pesquisadores Brian Hare e Vanessa Woods, da área de evolucionismo da Universidade de Duke, nos Estados Unidos,  as mesmas sensações sentidas em situações de afeto entre humanos também acontecem entre espécies diferentes.

    “Recentemente, o hospital Albert Einstein, em São Paulo, liberou visitas dos pets aos tutores internados, visto que a humanização do tratamento é consequência do resultado positivo que os animais exercem na cura dessas pessoas”, explica Dra. Luana. Além dele, muitas instituições e ONGs realizam a chamada Pet Terapia e trabalham levando os animais até centros de recuperação. “É claro que há indicações de segurança e higiene que precisam ser seguidos, conforme determinação de cada espaço de saúde”, complementa.

    Os cães também são responsáveis pela diminuição no risco das crianças desenvolverem alergias, segundo estudo da Universidade de Wisconsin-Madison. A pesquisa revelou que  as chances de ter esse tipo de problema são 33% menores com um animal de estimação. Para o pesquisador, responsável pelo estudo, até o sistema imunológico dos pequenos fica mais forte com a convivência canina.

    Além de tudo isso, os cães e gatos podem auxiliar na preservação da saúde do coração. É o que garante o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e o Instituto Nacional de Saúde (NIH), nos Estados Unidos. Há pesquisas que dizem que um pet pode diminuir o colesterol e o nível de triglicérides.

    “De uma forma geral, os pets só trazem benefícios tanto para crianças, como para adultos e idosos. Os animais são compreensíveis, solidários e muito fiéis aos donos. É isso que estabelece a relação de confiança e afeto entre eles. E é isso que movimenta todas as energias boas que os bichos são capazes de provocar. É por isso que nossas atenções devem estar voltadas para o bem-estar dos bichos, garantir que tenham uma vida feliz, saudável, com alimento de qualidade e acompanhamento veterinário periódico. É isso que todos eles merecem.”, completa Luana. 

  • Game of Thrones – Por dentro da trilha sonora

    GAME OF THRONES é um divisor de águas na história do entretenimento e uma das razões para que isso aconteça é a trilha sonora. O tema de abertura da série é amplamente conhecido e está na cabeça dos milhões de fãs. A mente por trás deste trabalho grandioso para GAME OF THRONES – incluindo o tema principal – é o compositor alemão de ascendência iraniana Ramin Djawadi, de 44 anos. Discípulo de Hans Zimmer, músico e compositor que venceu o Oscar® pela trilha sonora da animação O Rei Leão, ele criou mais de 100 partituras para filmes e séries de sucesso.

     Algumas das suas composições mais famosas são as trilhas sonoras de Westworld e de Iron Man, que lhe rendeu uma indicação ao Grammy; assim como a música de “The Dragon and the Wall”, do último episódio da sétima temporada de GAME OF THRONES, com a qual ele ganhou um prêmio Emmy® no ano passado.

    Djawadi compôs por intuição alguns dos temas mais memoráveis de GAME OF THRONES, como “Goodbye Brother”, a melodia da família Stark. No entanto, ele também criou músicas a partir de indicações que constam nos livros do autor George R.R. Martin, como é o caso das melodias, agora icônicas, que constam abaixo:

    “The Rains of Castamere”

    Quando esta música toca, é muito provável que alguma coisa ruim aconteça. Pelos livros de Martin, sabemos que ela foi composta quando Tywin Lannister eliminou a casa Reyne, que tinha desafiado o poder de Tytos, pai de Tywin. A partir daquele momento, tornou-se o “hino” dos Lannister e também uma espécie de grito de guerra. Não por acaso, “The Rains of Castamere” é a melodia que toca enquanto os Frey e os Bolton esquartejam Robb Stark, seguindo as instruções dos Lannister. No Casamento Vermelho, alguns membros do grupo The National aparecem tocando esta música. A versão mais memorável é a da banda irlandesa Sigur Ros, que lhe deu um tom mais trágico.

    “The Bear and the Maiden Fair”

    Trata-se de uma das canções mais populares de Westeros e personagens de todas as classes sociais cantaram a música em diversas ocasiões. Este tema aparece desde a primeira temporada em cenários variados, de Winterfell a King’s Landing. A letra fala de um urso que resgatou uma donzela e ela jurou nunca se aproximar de um homem que não fosse um cavalheiro. A história tem muitos reflexos na série. O mais mencionado, segundo os fãs, é na relação entre Brienne e Jaime. Embora fosse mais fácil comparar Brienne com a donzela e Jaime com o urso, existe uma teoria que diz que é o contrário. Isso ganha força quando os homens de Vargo Hoat cantam esta canção para Brienne depois de a atirarem para lutar com um urso, antes de ser resgatada por Jaime. A banda The Hold Steady e o vocalista do Snow Patrol interpretaram a canção na série.

    “Jenny of Oldstones”

    Na primeira vez, escutamos a música na (surpreendente) voz de Podrick, diante da chaminé no segundo episódio da oitava temporada. Depois escutamos de novo durante a exibição dos créditos do mesmo episódio, interpretada por Florence and the Machine. Trata-se de uma canção que aparece várias vezes nos livros e que fala de Jenny de Oldstones, um personagem que viveu muito antes dos acontecimentos da série e cuja vida parece estar relacionada com a profecia “Azor Ahai”, ou o “Príncipe que foi Prometido”, mas também tem relação com Lyanna Stark. Duncan Targaryen, um ancestral de Daenerys e Jon, abandonou sua mulher após se apaixonar por Jenny. Ela era amiga de uma anã que morava no bosque e tinha características semelhantes as dos Filhos da Floresta. Embora os livros não falem muito mais sobre Jenny nem Duncan, a canção diz que ela “dança entre fantasmas”, o que muita gente interpreta como um mau presságio para o desfecho da história. Isso, claro, é simplesmente uma mera especulação a partir de uma canção composta por Djawadi, com letra completa de D.B. Weiss e David Benhioff. O clipe oficial pode ser visto no link: https://itsh.bo/2UqXenO.

    “Power Is Power”

    É resultado de uma colaboração entre a cantora norte-americana SZA, o canadense The Weeknd (que se declarou grande fã da série) e o rapper Travis Scott. Desde o anúncio de que a trilha sonora For The Throne teria uma colaboração entre estes três artistas, a expectativa era grande e o resultado não decepcionou. Além da ótima reação da crítica, o videoclipe se tornou um dos mais vistos do canal deGAME OF THRONES no YouTube. Trata-se de uma música pop cheia de energia e dividida em três partes: a primeira gira em torno de Jon Snow, a segunda é sobre Daenerys Targaryen e a última sobre os White Walkers. Os artistas não confirmam, mas o título pode ter sido inspirado em uma conversa entre Cersei e Little Finger durante a segunda temporada da série, em que ele lhe diz: “conhecimento é poder” e Cersei responde contundentemente: “poder é poder”. O clipe está disponível aqui:https://youtu.be/eTkxsPBTrnk

    “The Long Night”

    Uma das peças musicais mais memoráveis da série faz parte do episódio mais longo de todos: o da Batalha de Winterfell. Ramin Djawadi criou a partitura para esse episódio como se fosse para um filme de terror. Por isso, a música faz parte do suspense, dos momentos alegres e também dos momentos de sofrimento pela morte de um personagem querido. O golpe de mestre da música deste episódio ocorre nos últimos dez minutos. Quando tudo parece terminado, uma peça de piano guia o público na tensão de ver (quase) todos os personagens perto da morte. A melodia é o acompanhamento perfeito para o que acontece depois. Nesta composição, Djawadi se inspirou em outra de suas criações, a trilha da série em que o suspense é tudo: Westworld.

    A trilha sonora de GAME OF THRONES está disponível na íntegra em uma playlist do Spotify:https://open.spotify.com/user/spotify/playlist/37i9dQZF1DXdnZT5DhATDx.

  • No outono, cuidados com a saúde respiratória precisam ser redobrados

    Durante essa época do ano, algumas medidas simples podem ser tomadas para evitar doenças comuns e desconfortos causados pelo tempo mais seco

    O outono é a época do ano em que o clima é mais seco e é também, nesse período, que os desconfortos respiratórios parecem estar mais presentes. E isso não é ao acaso. O tempo árido realmente é mais propício ao aparecimento de algumas doenças respiratórias, mas que, com alguns cuidados, podem ser evitadas.

    Gripes, sinusites, resfriados, alergias e até mesmo pneumonia são algumas das doenças mais comuns neste período. Um dos principais motivos para esse aumento, que em 2017 chegou a atingir 40%, é que a baixa umidade favorece a proliferação de vírus e bactérias. Outro ponto é que o clima também favorece as pessoas a ficarem em lugares mais fechados e com consequente menor circulação de ar.

    “Como o ar está mais seco, é normal que as células do corpo sigam o padrão e fiquem mais desidratadas. Um exemplo prático para notar isso são os ressecamentos das mucosas, como nariz, boca e olhos, e até a pele”, conta Dr. Humberto Bogossian, pneumologista da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein. Também explica que a qualidade do ar é um dos agravantes, já que a poluição fica mais concentrada.

    Em um primeiro momento, pode parecer quase impossível evitar a exposição ao tempo seco, já que é uma condição climática característica desta época do ano, porém, é possível amenizar o desconforto. “Existem algumas dicas e cuidados que ajudam a diminuir a chance de desenvolver essas doenças, algumas atenções e escolhas práticas no dia-a-dia”, conta Dr. Bogossian. Abaixo, estão algumas delas:

    1.       Evitar ficar em lugares muito abafados e cheios – Os vírus e bactérias adoram estes lugares que facilitam a transmissão de doenças. Procurar lugares mais arejados, com alguma circulação de ar;

    2.       Hidratar-se – As células que estão mais ressecadas tendem a ficar doentes mais facilmente. Portanto, também é importante hidratar as mucosas, com colírios, soro fisiológico e até mesmo colocando algumas toalhas molhadas pela casa ou no quarto. O uso de umidificadores é útil e auxilia a manter a umidade adequada nos ambientes;

    3.       Deixar as vacinas em dia – Além da prevenção, as vacinas ajudam a controlar o número de casos das doenças, diminuindo toda a rede de transmissão;

    4.       Cuidar da imunidade – Deixar o sono em dia, manter a alimentação equilibrada e sem exageros e a prática rotineira de atividades físicas são as dicas de praxe para cuidar da saúde. Não seria diferente nessa época do ano em que a atenção precisa ser redobrada;

    5.       Estar preparado para as mudanças de temperatura – É normal que, nesta época, a temperatura do dia oscile entre momentos mais frios e outros mais quentes, por isso, é prudente estar preparado para sempre ter um agasalho por perto;

    6.       Lavar as mãos – Entre uma atividade e outra, lembrar-se de higienizar as mãos;

    7.       Pacientes com doença crônica devem manter as medicações e habituais e visitas regulares aos serviços de saúde de referência.

  • Saiba quais são os sintomas e as cinco principais causas do lúpus

    O dia 10 de maio é lembrado como o Dia Mundial do Lúpus para alertar sobre a doença

    Mais comum nas mulheres, lúpus é uma doença inflamatória autoimune que pode afetar múltiplos órgãos e tecidos, como pele, articulações, rins e cérebro. Em casos mais graves, se não tratada adequadamente, pode até causar a morte. 

    E para lembrar da importância de estar alerta para os sintomas e do tratamento adequado, é que o próximo dia 10 de maio é considerado o Dia Mundial do Lúpus. Conforme a reumatologista e presidente da Sociedade Catarinense de Reumatologia (SCR), Mara Suzana Cerentini Loreto, a doença tem um nítido predomínio em mulheres.  “A incidência em mulheres é mais alta entre os 20 e 40 anos de idade, quando a proporção é 10 mulheres para 1 homem. Nas demais faixas etárias de idade, o lúpus predomina em média em cada 3 mulheres para 1 homem”, explica Mara. 

    A reumatologista e vice-presidente da SCR, Adriana Fontes Zimmermann, que atua em Florianópolis, diz que em resumo, no paciente com lúpus o sistema imunológico produz anticorpos contra seus próprios constituintes, que passam a atacar os diversos tecidos do organismo. “Assim como nas demais condições reumatológicas, no lúpus também é fundamental o diagnóstico precoce e o tratamento correto.

    Este visa controlar a atividade da doença e seus sintomas, reduzindo o risco de progressão e de dano permanente à saúde do paciente”, complementa a reumatologista Adriana Zimmermann.

    Fique atento aos sintomas: – Dores nas articulações- Febre- Fadiga- Aftas na boca e nariz- Lesões na pele quando exposta ao sol, mesmo que por pouco tempo- Queda de cabelo excessiva- Manchas avermelhadas, especialmente no rosto (formato de asa de borboleta) que pioram com exposição solar- Ínguas- Anemia grave Conheça os cinco principais fatores de risco que podem desencadear lúpus em pessoas geneticamente predispostas: – Tabagismo- Exposição à luz ultravioleta (luz do sol nos horários de maior radiação UVA/UVB)- Infecções virais como Epstein-Barr (mononucleose) e Citomegalovírus- Uso de alguns medicamentos como hidralazina, procainamida, isoniazida- Estresse emocional contínuo e/ou muito intenso A reumatologista Mara Suzana Cerenti Loreto ainda destaca que o tratamento é feito com medicamentos aliados à prática de hábitos saudáveis. O número no Brasil é de 9 casos a cada 100 mil habitantes. “É sempre bom ficar de olho nos sinais e procurar um profissional o mais rápido possível para que os sintomas não prejudiquem e comprometam a qualidade de vida”.  

  • Como se prevenir das dores de ouvido em viagens de avião?

    Em algum momento da vida, em uma viagem de avião, você vai se deparar com uma dor intensa e a sensação de ouvidos “tampados”. Esses sintomas estão relacionados ao barotrauma, patologia ligada a variações de pressão. Levando isso em consideração, é essencial saber que há casos até de lesões graves, como perda de audição e tonturas com vômitos.

    Segundo o Dr. Gilberto Ulson Pizarro, otorrinolaringologista do Hospital Paulista, as lesões ocorrem com a variação de pressão atmosférica, presente em aviões, mergulhos, descida da serra ou ao atingir velocidades maiores que as de costume. “Em todos os casos, a obstrução nasal pode agravar o desconforto, pois a entrada de ar no nariz é menor. O recomendado é parar, se possível, e esperar a situação se normalizar para não chegar a circunstâncias mais graves”, explica o médico.

    Como prevenir ou amenizar o problema

    Para curtir a viagem sem se preocupar, aconselha-se consultar um otorrinolaringologista para avaliar o ouvido e o nariz. Além disso, evite viajar se estiver, por exemplo, resfriado, com gripe, rinite em crise e, até mesmo, com cera nos ouvidos. Caso seja necessário se expor à diferença de pressão com uma dessas condições, é recomendado deixar o nariz desobstruído e fazer o uso de chicletes.

    “Bebês e crianças são mais sensíveis às variações de pressão, por isso, na decolagem e/ou pouso do avião, o melhor a fazer é usar mamadeira para os bebês ou mascar chicletes, no caso das crianças”, orienta o especialista.

    Entretanto, é importante lembrar que o uso de descongestionantes deve ser prescrito por um otorrinolaringologista, para evitar potenciais efeitos colaterais, como arritmias cardíacas e hipertensão arterial.

    “Após sofrer com o barotrauma, o paciente deve marcar uma consulta com um especialista para tratar os problemas causados e verificar se não há agravamento. A recuperação sem tratamento leva, em média, 40 dias no caso de uma lesão leve. Já as lesões mais graves podem causar surdez e labirintite”, finaliza o profissional. 

  • Abuso sexual: saiba como identificar

    Nos últimos meses temos recebido notícias de mulheres denunciando abusos de médicos, guias espirituais e de pessoas dentro de seus ambientes de trabalhos. Por que elas estão denunciando somente agora, se muitos dos relatos ocorreram anos atrás?

    Começou a existir uma união na delação e na revelação de “segredos” que foram guardados a 7 chaves e que, muitas vezes, modificaram e trouxeram sequelas irreversíveis na vida dessas mulheres. Elas perceberam que não foi só com elas que isso aconteceu e que era também uma responsabilidade se manifestarem.

    A maioria de nós foi criada para não reagir imediatamente a algo ou à alguma ameaça, diferente dos homens que, em sua grande maioria, estão prontos para agir ou correr ao perigo e ameaça eminentes.

    Se pensarmos em um exemplo banal: pise no pé de uma mulher. Até que ela reaja, por alguns segundos se questionará: ‘Será que foi de propósito?’, ‘Será que a pessoa está percebendo que está pisando no meu pé?’, ‘Será que eu coloquei o pé no lugar errado?’.

    Agora, pise no pé de um homem e imediatamente ele se manifestará e reagirá.

    Mas o que precisa ser mudado em nós? Como não sair por aí gritando e prontas para uma boa briga simplesmente por um pisão no pé? Como saber com certeza a diferença entre um toque mais ousado ou algo que fuja do aceitável?

    Em primeiro lugar, saiba que existe uma diferença imensa de um carinho entre duas pessoas que evolui, dá prazer, tranquilidade emocional e é consensual, de algo que é indevido.

    Dê ouvidos aos seus instintos e conecte-se com seu corpo e eles lhe mostrarão. Mas, se ainda estiver em dúvida, responda à essas perguntas:

    • Achou esquisito?
    • Energeticamente sentiu que não havia sintonia?
    • Percebeu algo inadequado, mas não tem certeza?

    Diga NÃO. Não pare para SE questionar. Questione o outro.

    • O que está acontecendo aqui?
    • Não estou gostando da sua atitude!
    • Não gostei deste toque e deste gesto sem propósito!

    Você saberá a contradição entre um elogio, uma gentileza ou mesmo um contato bem-intencionado e um abuso e, na dúvida, não fique pensando:

    Será que é?

    Questione o outro e diga NÃO.

    O máximo que pode acontecer é você ter se enganado, o que é muito pouco provável. Antes o engano do que engolir o que não queria, duvidar de si mesma e levar as consequências, muitas vezes irreparáveis, para sua vida por contado seu silêncio.

  • Maternidade e carreira é possível

    Empresas como a Mars Inc. contam com políticas para fortalecer, cada vez mais, 
    o espaço das mães e de suas famílias dentro do universo corporativo

    Com a chegada do Dia das Mães, que acontece no próximo domingo (12), muitas empresas têm reforçado suas políticas em relação ao universo corporativo e a maternidade. Companhias como a Mars, detentora das marcas M&M’S®, TWIX®, SNICKERS®, PEDIGREE®, EUKANUBA®, ROYAL CANIN®, WHISKAS®, têm fortalecido iniciativas e ressaltado, interna e externamente, que todas as mulheres podem e devem ter suas aspirações pessoais e corporativas e os dois universos devem caminhar lado a lado, trazendo satisfação pessoal e realização profissional. Entre as políticas da Mars, criadas especialmente para oferecer poder de escolha às mulheres, está a licença maternidade estendida, em que as colaboradoras podem optar por ficar com seus bebês até um ano após o nascimento. 

    Apesar de muitas mulheres ainda enfrentarem dúvidas e receios em relação à carreira e maternidade, esse tem se tornado um tema recorrente em discussões no ambiente corporativo e, na Mars, optar entre o sucesso profissional e a vida em família não é considerado uma opção. Com as transformações do ambiente corporativo, a partir de empresas que tem colocado a qualidade de vida de seus colaboradores em primeiro lugar, as mulheres têm buscado, cada vez mais, se sentir seguras em relação às suas carreiras e suas aspirações particulares. As grandes companhias têm compreendido que essas iniciativas se refletem no negócio, mas, principalmente, se refletem nos seres humanos e em uma sociedade mais justa e cada vez mais igualitária. 

    A Mars, que traz em sua cultura políticas estabelecidas para garantir a qualidade de vida dos profissionais que fazem parte da companhia, está entre as pioneiras na criação de incentivos para que suas colaboradoras encontrem o equilíbrio necessário para alcançarem a satisfação pessoal. Exemplo disso é Vivian Irrizary, Diretora de Pesquisa & Desenvolvimento da Mars Wrigley e Mars Food no Brasil, que, além de exercer um cargo de destaque em uma companhia considerada uma das gigantes do setor de alimentos no mundo, é mãe de dois meninos, expatriada e foi promovida a um cargo de liderança durante sua primeira gestação. Para assumir o desafio que acompanhava a nova posição na empresa, a executiva contou com grande apoio da empresa e de seu gestor à época, que a incentivou a aceitar a proposta e a auxiliou a garantir que as necessidades de sua família fossem atendidas.

    Para Vivian, na Mars, foi possível encontrar o equilíbrio para conciliar os dois universos. “O equilíbrio não tem um tamanho único. É diferente para todos e provavelmente é diferente com base na situação. Então, se um de meus filhos tiver um concerto na escola, encontrarei uma maneira de sair do escritório mais cedo. Às vezes, isso é um desafio a ser gerenciado, por isso, tento encontrar, também, outras maneiras de estar presente, seja por uma mensagem de áudio, uma chamada de vídeo, ou por uma pequena anotação na mochila”. Segundo a profissional, o mais importante é estar presente nos momentos que mais significam para seus filhos.

    Vivian reforça, ainda, que algumas empresas estão mais bem preparadas ou dispostas do que outras para lidar com a relação entre a maternidade e a carreira das mulheres. “A Mars faz esforços constantes para atender a essas necessidades e fazer ainda melhor, não apenas para as mães, mas também para os pais”, ressalta a executiva. 

    Promovida durante a gestação 

    Com a formação de um novo segmento da Mars no Brasil, foi oferecida a Vivian Irrizary a oportunidade de ingressar no negócio no país, como líder de Pesquisa e Desenvolvimento. Quando a proposta aconteceu, Vivian revelou a seu gerente que estava grávida e ele lhe reforçou a oferta, ressaltando que não ela se preocupasse, pois encontrariam uma maneira de fazer tudo funcionar. Vivian não só aceitou o cargo como já faz planos para o futuro: “minhas aspirações contemplam continuar crescendo dentro do núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento, liderando mercados maiores, equipes maiores, continuando a me desenvolver e aos meus colegas de trabalho também”. 

    Dica para as mães

    Para a executiva Vivian Irrizary, assim como na sua carreira, se a mulher acredita que a maternidade é certa para ela, então é sobre arriscar: “nunca há um momento perfeito, nem sempre as mulheres terão todas as respostas porque experiências são diferentes umas das outras. Criar uma rede de apoio pode ser uma ideia, pois mesmo antes de ter filhos, há outras pessoas que partilham dos mesmos medos e das mesmas perguntas sobre equilibrar família e trabalho. Não é necessário descobrir tudo sozinho. É importante não descartar procurar por ajuda dos pais ao redor! Afinal, eles enfrentam as mesmas lutas e são empáticos com os desafios”.