Especialista explica o que é e como funciona o procedimento cirúrgico
Pouco popular entre o público masculino, a vasectomia é um método contraceptivo feito através de procedimento cirúrgico que interrompe o fluxo de espermatozoides produzidos pelos testículos. Apesar de ser um dos métodos mais efetivos e seguros para quem não pretende ter filhos, muitos homens ainda resistem em realiza-lo pois acreditam que pode interferir na produção de hormônios e no desempenho sexual.
De acordo com Emilio Sebe Filho, urologista e fundador da Lifemen, rede de clínicas que reúne serviços especializados na área de saúde sexual masculina, a ideia de que a vasectomia causaria disfunção erétil é um mito. “O procedimento torna os homens estéreis, mas em nenhum momento interfere na produção de hormônios, tampouco na ereção. É apenas um método contraceptivo extremamente seguro para casais ou homens que decidem não ter filhos”, explica. O especialista acrescenta que em muitos homens a realização da vasectomia pode gerar um aumento na libido, pois deixam de lado a preocupação sobre uma possível gravidez e passam a aproveitar a relação sexual de maneira mais intensa e comprometida.
Para quem ainda tem dúvidas, é importante ressaltar que a vasectomia é um procedimento simples, que leva apenas alguns minutos, não exige jejum prévio ou internação pós-operatória. “O paciente pode sentir um desconforto momentâneo nos testículos, mas nada que o impeça de seguir sua rotina normalmente”, comenta.
O médico explica, ainda, que a reversão da vasectomia é possível, mas trata-se de um procedimento complexo e delicado, que não tem eficácia garantida. “Tempo não é limitante, mas recomendamos que a reversão seja realizada até cinco anos depois da vasectomia, para melhores chances de recuperar a capacidade fértil. Por isso, é importante que o paciente esteja seguro sobre querer filhos, principalmente se estiver em um relacionamento sério”, conclui Dr. Emilio.
Maior região portuguesa guarda igrejas e museus importantes para a religião católica
Portugal é um importante destino para o turismo religioso, com diversos patrimônios significativos para os cristãos. O Alentejo, maior região do país, não é diferente. Por isso, separamos os pontos do território que não podem ficar de fora de um tradicional roteiro de fé. O ideal é alugar um carro para percorrer esses destinos com liberdade.
O itinerário começa em Évora, a 1h30 de Lisboa, a maior cidade do Alentejo. É lá que fica a Sé de Évora, a maior catedral medieval do país. Seu nome verdadeiro é Basílica Sé de Nossa Senhora da Assunção, e ela foi construída em granito, marcada pela transição do estilo romântico para o gótico. Esta igreja possui um belíssimo crucifixo chamado “Pai dos Cristos”, que se encontra acima de uma pintura de Nossa Senhora da Assunção, os bustos de São Pedro e São Paulo e um espetacular órgão do período renascentista.
Dirigindo por quarenta minutos, é possível chegar em Estremoz e conhecer o fascinante Convento dos Congregados, que foi construído onde antes havia um palácio. A arquitetura barroca tem fortes influências italianas, e o interior possui incríveis painéis de azulejos. Atualmente, também abriga a Câmara Municipal, uma biblioteca e um Museu de Arte Sacra.
Pouco mais de meia hora de viagem separa Estremoz de Elvas, lar da Igreja Nossa Senhora da Assunção. Ela chama atenção por seu design, principalmente pelas portas laterais manuelinas, a capela mor barroca e os altares barrocos de talha dourada e de mármore. A sacristia e o órgão de tubos dão um tom temporal a esta bela e antiga construção. Anexo a este templo, é possível visitar também um museu de arte sacra.
Há muitos museus do tipo espalhados pela região, e a próxima atração do roteiro é um deles: o Museu de Arte Sacra de Moura. Um pouco mais distante, a cidadezinha fica a quase duas horas de Elvas, e o museu está instalado na antiga Igreja de São Pedro, um edifício que conta com um fascinante revestimento de azulejos do século 17 em seu interior. Aberto desde 2004, tem exposições do patrimônio eclesiástico, com centenas de peças que demonstram as tradições religiosas locais.
Depois disso, parta para Serpa, a 45 minutos dali. Em meio às belas paisagens da Serra de São Gens, a dois quilômetros de Serpa, fica a Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe. Com o estilo mudéjar típico da Península Ibérica, de arquitetura simples e sem riquezas decorativas, a ermida é um pequeno refúgio que abriga a imagem da santa, homenageada anualmente em uma festa que começa na Páscoa e dura cinco dias.
O próximo destino é Mértola e sua Igreja Nossa Senhora da Anunciação. Praticamente vizinha do castelo da cidade, é uma igreja peculiar, uma vez que a construção era originalmente uma mesquita islâmica. Foi adaptada e se tornou uma igreja cristã, mas ainda é possível ver características góticas, muçulmanas, manuelinas e renascentistas na edificação. Entre as modificações, o altar principal foi deslocado para a parede na direção norte e o qibla, que indicava a direção para Meca, foi retirado. A grande diferença desta igreja está na posição da entrada, que fica na parede da direita em relação à nave.
Siga então para Castro Verde. A pequena cidade tem uma igreja que, por fora, é uma bela construção, mas é seu interior que realmente encanta. A Basílica Real de Castro Verde tem as paredes interiores revestidas inteiramente dos tradicionais azulejos portugueses e um incrível altar-mor de talha dourada.
A última parada fica no litoral, em Sines. A Igreja Nossa Senhora das Salas guarda a imagem da padroeira da cidade, que todo dia 15 de agosto é levada em procissão pela baía em um barco. A construção tem quase 500 anos e hoje possui um tesouro, um museu que exibe joias, vestidos da antiga nobreza portuguesa e objetos de prata utilizados nas missas. Encerrando o roteiro em Sines, em cerca de 1h15 é possível estar novamente no ponto de partida: Lisboa.
O câncer nos ovários está entre os dez tipos de tumor mais comuns. Ele é pouco sintomático e, por isso, é preciso estar atenta; oncologista do Hospital 9 de Julho esclarece as principais dúvidas sobre a doença
Embora o câncer de ovário seja pouco incidente – apenas 3% dos tumores diagnosticados – ele está entre as principais causas de morte relacionadas a câncer nas mulheres. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), em 2018 foram registrados 6 mil novos casos de câncer de ovário no Brasil aproximadamente, valor muito inferior ao número de mulheres com diagnóstico neste mesmo ano de câncer de colo de útero (16.370 mulheres) e de mama (59.700 mulheres), por exemplo. Apesar da baixa incidência, está entre as principais causas de óbito relacionadas ao câncer nas mulheres. Isso está ligado ao fato de que 70% dos casos são diagnosticados em estágio localmente avançado ou com metástase (quando a doença já atingiu outros órgãos).
Aproveitando que 8 de maio é o dia de conscientização sobre o tema, a oncologista Dra. Michelle Samora do Centro de Oncologia do Hospital 9 de Julho, reuniu algumas dúvidas comuns e que podem fazer a diferença na busca pelo diagnóstico e tratamento da doença. Fique atenta e alerte seus familiares e amigas.
1- Durante a idade fértil (antes da menopausa) as mulheres não desenvolvem câncer de ovário.
Mito: Esse tipo de câncer é realmente mais comum em mulheres que já estão na menopausa, acima de 50 anos, mas isso não é uma regra. Recomenda-se que durante a idade fértil, as mulheres mantenham acompanhamento ginecológico regular, não apenas em razão do câncer de ovário, mas também para prevenção do câncer de colo de útero e avaliação de doenças sexualmente transmissíveis.
2- Tomar pílula diminui as chances de câncer nos ovários?
Verdade: Estudos apontam que mulheres que fazem uso de medicamentos anticoncepcionais têm menos chances de desenvolver câncer nos ovários, mas não significa que quem toma ou tomou anticoncepcional não terá a doença.
3- Cisto no ovário é câncer!
Mito: Definitivamente ter um cisto não significa ter um câncer. Mas é importante que a mulher que tem um cisto faça acompanhamento médico para que seja tratado corretamente e, dependendo do caso, removido.
4- Câncer de ovário não tem sintomas.
Mais ou menos: É verdade que no estágio inicial da doença os sintomas são bem discretos, mas podemos considerar os sinais abaixo como um alerta:
● Aumento desproporcional na vontade de urinar;
● Dores na região abdominal;
● Indigestão;
● Cansaço intenso e sem motivo aparente;
● Sangramentos vaginais anormais;
● Rápida perda de peso.
O câncer de ovário possui maior incidência principalmente em mulheres na menopausa e o risco de desenvolver este câncer ao longo da vida é de 1,3%. Entre os fatores que contribuem para um risco aumentado desta doença estão a primeira menstruação precoce (abaixo dos 12 anos), menopausa tardia (acima dos 52 anos), obesidade e tabagismo. Por outro lado, a gravidez, a amamentação e o uso de contraceptivos orais agem reduzindo o risco do câncer de ovário.
Cerca de 15% dos tumores ovarianos são decorrentes da predisposição genética hereditária, herdada de pai ou mãe. No entanto, especialistas ressaltam que as mutações genéticas que predispõe ao câncer de ovário podem não se limitar às mulheres com uma forte história familiar da doença. De fato, cerca de 1/3 das pacientes portadoras da mutação do gene BRCA (principal gene envolvido no surgimento desta enfermidade) não apresentam sequer um familiar portador de câncer. É por este motivo que ao se realizar o diagnóstico de câncer de ovário, todas as mulheres devem ser testadas geneticamente. “Se você é mulher, não deixe de procurar o seu ginecologista periodicamente. Isso pode fazer toda a diferença para a sua saúde”, finaliza a Dra. Michelle Samora.
“Quanto mais brevemente se controla o diabetes, melhor será a evolução do paciente, com menores complicações crônicas. É importante não deixar de rastrear o diabetes e o pré-diabetes naqueles pacientes com fatores de risco. E uma vez feito o diagnóstico, não se pode retardar o tratamento”, comenta Dra. Andressa Heimbecher, endocrinologista daSociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM-SP).
Veja abaixo sete mitos e verdades sobre o diabetes.
O mito – Comer doce leva ao diabetes. A verdade – Para ter diabetes é preciso ter pré-disposição genética à doença e outras associações, como obesidade, sedentarismo e histórico familiar. Portanto, consumir açúcar exclusivamente, não leva à doença. Mas para quem tem diabetes, certamente há necessidade de moderar esse consumo.
O mito – é fácil saber os sinais do diabetes. A verdade – Os sintomas do diabetes não são claros e variam de uma pessoa para outra. É importante fazer exames de rotina para saber os fatores de risco e obter diagnóstico preciso.
O mito – É possível curar o diabetes. A verdade – Existem vários estudos sérios para achar a cura, mas nada ainda que possa ser afirmado. “Portanto, cuidado com falsas promessas disseminadas na internet”, reforça Dra. Andressa.
O mito – diabéticos podem ter mais gripes e resfriados. A verdade – não há relação. O que os médicos indicam é que portadores de diabetes tomem a vacina, pois gripes e resfriados costumam dificultar o controle do diabetes, levando a complicações.
O mito – só obesos têm diabetes tipo 2. A verdade – embora o sobrepeso seja um fator, não é causa única. A doença também está associada ao histórico da família e à idade. Muitas pessoas consideradas magras também são diabéticas.
O mito – diabéticos não podem comer pães, batata e massas. A verdade – não há restrições, o que se deve fazer é controlar a porção. Isso porque a alimentação saudável é a chave da boa saúde. Os diabéticos que precisam controlar a quantidade de carboidrato ingerida devem ficar atentos aos níveis de glicose, para saber a porção certa desses alimentos a ser ingerida.
O mito – frutas podem ser consumidas sem controle pelos diabéticos. A verdade – depende, pois, embora sejam muito saudáveis, elas contém carboidratos e, por isso, devem obedecer ao planejamento alimentar e à contagem dos carboidratos.
“Para profissionais de todas as áreas envolvidos no controle da doença, a abordagem multidisciplinar como base de tratamento deve ser sedimentada para alavancar processo de melhora nos níveis glicêmicos. Para o paciente, o entendimento das causas do diabetes e a implementação de uma rotina de mudanças de hábitos de vida é o pilar para todo o tratamento”, alerta a endocrinologista da SBEM-SP.
De acordo com o Atlas da International Diabetes Federation o Brasil tem cerca de mais de 12 milhões de diabéticos. Esse número representa quase 8% da população do nosso país, que é o 4º do mundo em números absolutos de portadores da doença. Globalmente, há 415 milhões de diabéticos, o que corresponde a uma pessoa em cada 11 habitantes.
O diabetes mata precocemente. Em 2015, no Brasil, 42% dos diabéticos que morreram tinham menos de 60 anos. No mesmo ano, 5 milhões de pessoas morreram no mundo por causa do diabetes, mais que a soma dos óbitos causados por AIDS, tuberculose e malária.
A deficiência auditiva pode ser causada por diversos fatores, como o evenlhecimento, por exemplo, que é um dos principais motivos para esse tipo de problema. Segundo dados do Hear-it, site referência na questão, a capacidade de ouvir piora a partir dos 40 anos de idade e mais da metade das pessoas, ao atingir os 80, sofre significantemente da deficiência, chamada de Presbiacusia quando relacionada à idade. Outro motivo comum que pode levar a perda auditiva é exposição a ruídos.
Pensando nisso, a Telex Soluções Auditivas e a fonoaudióloga Viviane Chein prepararam um material com os principais mitos e verdades sobre o tema. Veja:
1 – ESCUTAR MÚSICA ALTA EM FONES DE OUVIDO PODE CAUSAR SURDEZ?
Verdade! Segundo a fonouaudióloga Viviane Chein a perda de audição ocorre porque o som muito alto causa danos nas células sensoriais auditivas e essas não se regeneram. “O limite de exposição a sons recomendado é de 85 decibéis e o tempo de exposição não pode ultrapassar 8 horas”, alerta. Foi o caso do cantor britânico Brian Johnson, líder do AC/DC, que desde 2016 menciona o problema em entrevistas e palestras.
2 – PERDA AUDITIVA NÃO TEM SOLUÇÃO?
Mito! Em grande parte dos casos, a perda pode ser tratada com o uso de aparelhos específicos. Viviane conta que os dispositivos estão cada vez mais modernos e confortáveis. “Eles são capazes de amplificar os sons, ajudando as pessoas no processo de reabilitaç]ao auditiva de maneira bastante eficaz”, conta.
3 – ZUMBIDO E SENSAÇÃO DE TONTURA PODEM SER SINTOMAS DE PERDA AUDITIVA?
Verdade. Para a fonoaudióloga, tanto o zumbido quanto a sensação de tontura, podem ser indícios de problemas auditivos. “O ideal é procurar um profissional habilitado, que seja capaz de fazer o diagnóstico e indicar o melhor tipo de tratamento”, pontua.
4 – INFECÇÃO DE OUVIDO PODE CAUSAR PERDA DE AUDIÇÃO?
Verdade! As infecções de ouvido – otites –, podem trazer transtornos caso ocorram de forma repetitiva. “É necessário ficar atento, em especial no caso de crianças, que são mais sucetíveis a inflamações”, ressalta Viviane. Para evitá-las, o ideal é manter os ouvidos secos e tratar de maneira adequada gripes e dificuldades respiratórias, pois essas podem estar ligadas diretamente a audição. Não podemos deixar de ressaltar que a qualquer sinal de dificuldades é importante procurar seu médico otorrinolaringologista para avaliação detalhada.
5 – CERA DE OUVIDO EM EXCESSO PODE DEIXAR SURDO?
Mito. O acúmulo de cera pode impedir o som de chegar ao tímpano. Entretanto, não é um problema que possa causar sudez. “Esse tipo de caso pode ser resolvido com a remoção do excesso de cerume e, posteriormente, a pessoa conseguirá ouvir de forma adequada”, finaliza a fonoaudióloga.
Até 26 de maio, turistas no destino português podem curtir programação especial da estação
A primavera já chegou no Hemisfério Norte, e, na Ilha da Madeira, charmoso destino português em meio ao Atlântico, é motivo para celebração. Desde o dia 2 e até 26 de maio, a Festa da Flor homenageia de estação das flores, com uma programação intensa ao longo do período. Isso porque, graças às condições climáticas do arquipélago, ali nascem e crescem espécies de flores de diversas partes do mundo.
O primeiro final de semana recebeu os eventos mais famosos da festa: o Cortejo Infantil, em que crianças madeirenses desfilaram e colocaram flores em um mural chamado de “Muro da Esperança”, que terminou com uma largada de pombos, e o Grande Cortejo da Flor, um dos acontecimentos mais marcantes e aguardados da ocasião, em que centenas de pessoas e carros alegóricos decorados com flores atravessaram o centro de Funchal, a capital da Madeira, mostrando a exuberante e diversificada flora local ao som de incríveis apresentações musicais.
A festa tradicional também tem outras atrações, como o Mercado das Flores, onde é possível conhecer inúmeras espécies, a Exposição das Flores, com flores cultivadas com muito esmero, que posteriormente são avaliadas por um júri especializado, os tapetes de flores que colorem o centro de Funchal em uma belíssima forma de expressão artística, além de workshops e mostras e artesanato.
Localizado na Patagônia argentina, El Calafate é considerada a capital nacional dos glaciares. A região cheia de atrativos inusitados é ideal para amantes de aventuras e mochileiros que curtem destinos fora do comum.
El Calafate é a cidade mais próxima, cerca de 80 quilômetros ao sudoeste da província de Santa Cruz, onde está o Parque Nacional Los Glaciares, que conta com uma área de 726.927 hectares e foi criado para preservar a gigantesca quantidade de gelo continental e geleiras e a floresta Andino-Patagônico Sul. Além disso, é o maior do Sistema Nacional de Áreas Protegidas Argentinas. A atração mais procurada é o glaciar de Perito Moreno. O gigante de gelo encanta não somente pelo tamanho surpreendente, mas também por desafiar totalmente o aquecimento global. Diferente de outros glaciares que infelizmente estão degelando e desaparecendo aos poucos, Perito Moreno cresce cada vez mais, o que faz dela uma das poucas geleiras estáveis no mundo.
Existem várias atividades para fazer entorno de Perito Moreno e três formas de conhecê-lo de ângulos diferentes. A primeira é no mirante, onde as pessoas se juntam nas passarelas e tiram muitas fotos do gigante de gelo. Outra alternativa é o passeio de barco, onde o visitante pode ficar bem pertinho da geleira e vê-la de baixo para cima.
E para aqueles que querem mais aventura existe a caminhada sob o glaciar. São duas opções de passeio: o Mini Trekking, onde os visitantes podem fazer uma caminhada pela geleira por 1h30, e o Big Ice, que tem um tempo maior de duração no gelo. Todos esses passeios são oferecidos através de pacotes pela agência Brasileiros em Ushuaia.
O passeio rios de hielo é outra atração surpreendente em El Calafate. Embarque em uma aventura para descobrir outros glaciares tão incríveis quanto Perito Moreno, como Upsala, Spegazzini e Seco, o mais alto dos glaciares. Além disso, é possível aprender um pouco sobre a glaciologia local, geologia, fauna e flora em um passeio bonito e cheio de aprendizagem.
O Lago Argentino, maior do país, merece destaque especial. Sua cor azul esmeralda tem influência das geleiras derretidas, que ajudam a compor o visual magnífico. A Brasileiros em Ushuaia dispõe de passeios em catamarãs que saem de um porto privado. O roteiro segue em direção ao Glaciar Upsala, e no caminho é possível ver as belezas da Punta Avellaneda e a Boca del Diablo, parte mais estreita do lago, onde os blocos de gelo ficam acumulados.
Há ainda uma excursão com enfoque antropológico para quem curte história. O roteiro inclui passeio de 4×4 na costa do lago, com guias que explicarão a formação da paisagem da fauna e da flora da região. De lá, a próxima parada é em Acantilado Punta Bonita, melhor lugar para obter uma vista panorâmica da cidade e seu entorno.
Ainda há visita a um sítio arqueológico para conhecer pinturas rupestres nas rochas e as técnicas utilizadas para pintá-las. E para finalizar com um almoço ou jantar, saboreando a deliciosa comida patagônica em uma caverna.
Sobre a Brasileiros em Ushuaia
A agência Brasileiros em Ushuaia é a empresa especialista em roteiros pelo Fim do Mundo e pela Patagônia argentina. Além de já ter atendido ao longo de seus 5 anos de operação mais de 100 mil turistas, em sua maioria brasileiros, tem uma equipe composta de profissionais que estão aptas a atender qualquer demanda dos visitantes.
A atividade sexual regular significa que você tem sempre espermatozoides no trato genital feminino, esperando esse óvulo a qualquer momento.Casais que desejam ter filhos precisam ter relação sexual pelo menos três vezes por semana: MITO OU VERDADE? Mito ou verdade? Muitas mulheres e casais perguntam se a frequência sexual está diretamente ligada as chances de ter uma gravidez espontânea e a resposta é sim. Estudos e especialistas de toda parte de mundo avaliam que manter relações sexuais diariamente ou em dias alternados, principalmente durante a semana que antecede a ovulação, intensifica de forma considerável as oportunidades de se conseguir uma gestação. De acordo com médica especialista em medicina reprodutiva, Lilian Serio, a recomendação hoje é que um casal que tente engravidar – com idade abaixo dos 35 anos – tenha atividades sexuais diárias ou pelo menos três vezes por semana, sobretudo após o fim ou início do ciclo menstrual. “A ovulação, na maioria das mulheres, ocorre 14 dias antes da menstruação seguinte. Porém, mesmo as mulheres que tem ciclos regulares, pode haver uma ovulação precoce ou tardia. Se não há uma certeza de quando vai ovular, é necessário ter relações sexuais todo dia ou 3 vezes por semana para garantir que tem uma reserva de espermatozoides em movimento no seu corpo”, disse. Outra dúvida de muitos casais tentantes é sobre a frequência regular enfraquecer a concentração de espermatozoide. Ainda segundo a diretora da Fertibaby e especialista em medicina reprodutiva, Lilian Serio, isso é um mito. “ A relação sexual regular não enfraquece concentração de espermatozoide, não existe isso. No homem que tem baixa concentração de espermatozoide, até aumenta essa concentração. A atividade sexual regular significa que você tem sempre espermatozoides no trato genital feminino, esperando esse óvulo a qualquer momento. Precisamos desmistificar essas questões, porque muitas vezes são um empecilho para os casais que tentam engravidar, mas têm medo de algumas questões que são inverídicas”, explica.
Acesso aos livros fortalece o desenvolvimento da criança e beneficia o hábito da leitura
O período que abrange a faixa etária de 0 a 5 anos é cheio de descobertas e novos conhecimentos. Nessa fase, também chamada de primeira infância, é hábito dos pais conversar, cantar e explicar as palavras novas que vão surgindo. Mas o que algumas pessoas não sabem é que nessa fase da vida o incentivo à leitura pode trazer inúmeros benefícios, como o fortalecimento da imaginação e dos vínculos familiares, além do desenvolvimento de habilidades importantes para o futuro.
Assim, o acesso aos livros é um convite para as primeiras experiências literárias. “Mesmo antes de a criança compreender as letras e números ela já faz a leitura de imagens e símbolos. Ler e ouvir histórias nesta fase aproxima o conhecimento das informações do mundo e da própria cultura a sua volta”, explica Marcia Nanaka, especialista em educação infantil das Escolas Sociais do Grupo Marista.
Neste processo os adultos têm um papel fundamental como grandes incentivadores. A escola, por exemplo, é um local bastante propício para isso. No Centro Social Marista Irmão Robru, que atende gratuitamente mais de 300 crianças na educação infantil, na Zona Leste de São Paulo, além da biblioteca, há espaços especiais criados com intencionalidade e acesso livre aos livros em sala de aula. “É o momento em que eles podem se dedicar a leitura, a ouvir as histórias. Além disso eles podem levar o livro para a casa, e assim contar da sua maneira a história aos seus familiares”, revela Verônica Lemos, coordenadora pedagógica da unidade.
Em casa, os pais podem dedicar momentos para leitura em família, assim como programas ao ar livre que incluam a leitura.
Veja algumas dicas da especialista Marcia Nanaka para promover o incentivo à leitura desde a primeira infância.
Ler para as crianças
Ao ler histórias para seus filhos os pais podem utilizar vários tipos de entonação na voz, assim como objetos e recursos para ilustrar a leitura. Desta forma, além de ensinar, podem também entreter as crianças. “As histórias mais longas podem ser lidas em partes, todas as noites, antes de dormir, por exemplo”, reforça Marcia.
Visitar bibliotecas públicas e livrarias
Incluir um passeio também é uma ótima referência da importância da leitura. Nestes espaços é comum encontrar uma série de atividades, como contação de histórias, por exemplo, além da possibilidade de manusear os livros.
Oferecer os livros de banho
Os livros de manuseio, conhecidos como livros de banho, são feitos especialmente para serem os companheiros, principalmente dos bebês, na hora do banho. São maleáveis e indestrutíveis, estimulam o sensorial da criança e promovem a introdução ao mundo literário com textos curtos que podem ser lidos durante a atividade.
Levar livros para as atividades ao ar livre
Um piquenique no parque ou até um passeio na praia podem ser atividades nas quais os livros são inseridos. De maneira lúdica, o ato de ler e contar histórias conta com cenários ainda mais reais e bonitos.
Criar um canto de leitura
Manter os livros organizados em casa é essencial para que a criança tenha acesso facilitado a eles. Criar um canto de leitura no quarto também pode contribuir e despertar o interesse dos pequenos.
Quem andar pela praia de Porto das Dunas nos próximos dias terá um motivo a mais para se encantar: é que chegou o período de eclosão dos ovos das tartarugas marinhas na região, e o encontro de moradores e turistas com as pequenas tartarugas tem sido cada vez mais frequente. O Beach Park em parceria com a Pordunas, promove um treinamento anual para orientar colaboradores sobre a soltura das tartarugas no mar, com apoio de ONGs parceiras.
“Por estarmos localizados em um ambiente tão rico e que é compartilhado com diversas espécies de animais, é importante que invistamos também na formação educativa de nossos funcionários e visitantes, cuidando para que o ciclo de vida deles siga o mais tranquilo possível”, esclareceu a coordenadora de Meio Ambiente do Beach Park, Raíssa Bissol.
As cinco espécies de tartarugas marinhas encontradas no Brasil continuam ameaçadas de extinção, segundo critérios das listas brasileira e mundial de espécies ameaçadas. As que desovam no litoral, por estarem mais expostas, são as mais ameaçadas por isso é sempre importante ficar atento e procurar ajuda de órgãos responsáveis.
A orientação para quem encontrar ovos ou filhotes de tartarugas, encalhados ou não, é de entrar em contato com a Associação Pordunas ou com o setor de Gestão Ambiental do Beach Park, através do telefone (85) 98214.6799. O contato também pode ser feito através do aplicativo What’s App.
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