Autor: agitosp

  • Vai viajar nas férias? Veterinário alerta sobre as regras no transporte de animais

    Equipe do Grupo Vet Popular fala sobre os cuidados necessários na hora de realizar uma viagem com animal de estimação.

    Chegamos à reta final do ano, e em poucos dias estaremos no mês popularmente favorito para viajar, o verão. Esse período também costuma ser marcado pelas férias escolares e pelas viagens em família. Entretanto, é importantíssimo que a viagem seja feita de forma consciente, priorizando o bem-estar de todos os envolvidos, sejam eles adultos, idosos, crianças ou pets.

    Questões como: a distância da viagem, o tipo de transporte a ser utilizado (carro, ônibus, avião), o clima no destino e os dias de permanência devem ser avaliados, já que será preciso organização prévia para que esse momento de diversão não se torne traumático ainda mais se os animais de estimação estiverem juntos.

    Segundo a veterinária e diretora geral do Grupo Vet Popular, Caroline Mouco Moretti, antes de decidir viajar com gatos e cachorros é preciso ter em mente que se estes animais não podem ser submetidos a mudanças drásticas de rotina ou de clima. Os gatos, por exemplo, costumam ser mais exigentes e seletivos, então para não os estressar muito, o ideal é fazer viagens curtas. Se o gato vive em um ambiente calmo e com poucas pessoas, evite colocá-lo em uma casa repleta de convidados, som alto e festa por dias consecutivos. 

    Se estiver pensando em deixá-los em hotéis, Caroline indica que sejam feitos testes gradativos antes do período longo propriamente dito. “É preciso avaliar a adaptação desse felino e o nível de estresse no qual ele pode estar sendo submetido antes da decisão final.  Já os cães, apesar de serem mais adaptáveis, se a rotina mudar drasticamente também podem dar um pouco de trabalho. Testar a adaptação deste cão antecipadamente no hotel escolhido ou avaliar se ele aceita a pessoa que ficará responsável pelos seus cuidados, mesmo que esse seja em sua própria casa, também é de grande valia” – resume.

    Mas se optar em levá-los e a viagem for de carro, procure forrar o banco do carro com a coberta que ele costuma dormir, assim ele se familiariza com o ambiente e fica mais tranquilo. Não esqueça que o animal deverá estar na caixa de transporte ou utilizando  cinto de segurança ou em cadeirinhas próprias para os pets serem transportados, de acordo com o tamanho do animal. “Muitos tutores questionam isso e querem levar o pet no colo, mas esquecem da segurança. Os animais são como crianças e podem se assustar, querer brincar e de repente, sair de colo do tutor, assustando o motorista. Além disso, se nós humanos precisamos de cinto de segurança, porque os animais não precisariam? A lei serve para todos! E o transporte inadequados dos pets também pode ocasionar em multa de trânsito!”– alerta. 

    Agora, se a viagem for de avião, será preciso conhecer as regras de cada companhia aérea no que diz respeito ao transporte de animais. Embora cada companhia tenha a sua, a exigência principal é que o pet esteja com a carteira de vacinação em dia (vacinado e vermifugado). “A preparação para uma viagem de avião deve começar bem antes, já que as vacinas devem ser feitas com antecedência para que seu título máximo de imunidade já esteja presente no dia da da viagem?” – resume.

    Já para uma viagem internacional, além das vacinações atestadas e comprovadas na carteirinha do animal é preciso apresentar um atestado de saúde fornecido pelo médico veterinário. Em alguns casos, será exigido o CZI (Certificado Zoossanitário Internacional) que só pode ser emitido por órgãos especializados. A dica da especialista é se informar o quanto antes, já que algumas autorizações levam tempo para ser emitidas. “E se o animal precisar ser transportado em uma caixa específica não esqueça de revesti-la com um material que contenha e absorva urina e fezes, evitando vazamento durante o transporte” – finaliza Caroline Mouco Moretti. 

  • Check-up médico anual pode evitar doenças de alto risco

    Especialista vascular explica quais os principais exames a serem feitos todos os anos e por que não devem ser ignorados

    O clima de fim e começo de ano favorece para que as pessoas queiram se cuidar e iniciar um novo ciclo da melhor maneira possível. Cuidar da saúde é algo que não pode faltar, por isso, um check-up se faz importante na prevenção de doenças, ou mesmo no diagnóstico precoce de algum mal.

    Entre as especialidades médicas recomendadas para a checagem anual, a vascular é uma das mais importantes. “O check-up vascular deve ser visto da mesma maneira que a avaliação ginecológica anual é recomendada às mulheres e também a avaliação urológica aos homens, ou seja, a prevenção de doenças circulatórias”, explica o cirurgião vascular Dr. Gilberto Narchi Rabahie.

    No caso da especialidade do médico, o sistema venoso e arterial é analisado no check-up. “Por meio do exame físico específico, verifica-se a presença de varizes, edema em membros inferiores, palpação de pulsos em membros superiores e inferiores, entre outras análises”, explica Dr. Gilberto. O médico acrescenta que também é importante saber precocemente sobre fatores de risco que podem levar a doenças vasculares.

    Doenças mais comuns

    As doenças venosas são as mais detectadas – e atentar-se a elas no check-up anual é imprescindível. “Nesse sentido, as varizes são as mais importantes de se atentar, presente em aproximadamente 40% da população brasileira. Outra doença é a trombose venosa profunda, que leva ao edema e dor em pernas, e que pode ocasionar sequelas graves, como úlceras varicosas e edema crônico”, explica Dr. Gilberto.

    Outra complicação comum de ser detectada em um check-up anual é a oclusão ou dilatação de vasos, que também causam doenças arteriais. “A oclusão da artéria carótida no pescoço por exemplo, pode levar ao acidente vascular cerebral, quadro conhecido como derrame cerebral”, acrescenta o especialista.

    Mesmo que com menos frequência, a doença arterial periférica cursa com isquemia dos membros inferiores também é outra que pode ser detectada em uma checagem anual. A doença oferece risco de amputação, por isso, precisa ser identificada o mais precoce possível. “Já os aneurismas, que são dilatações das artérias que podem romper e causar sangramento intenso, tem altas taxas de óbito e precisam de atenção médica redobrada”, afirma o médico vascular.

    Como prevenção, o Dr Gilberto Narchi Rabahie afirma que o exame dopller ultrassom é o mais comum a ser pedido pelos especialistas. “Não invasivo e identifica a grande maioria das doenças vasculares. Pode ser realizado no próprio consultório médico de maneira rápida e muito segura”.

  • Cinco sinais que você deve evitar na sua vida financeira

    Segundo a pesquisa “Hábitos de Consumo para o Natal e Ano Novo” da Boa Vista, específico sobre o uso do 13º salário, caiu o percentual de consumidores que irão usar a renda extra neste fim de ano para quitar dívidas. Em comparação ao levantamento de 2018, houve uma queda de 45% para 33% no número de respondentes que irão usar o dinheiro do 13º salário para pagar as contas já existentes, ou seja, uma diminuição de 12 pontos percentuais. 

    A boa notícia é que 22% pretendem poupar os recursos. Destes, 21% pretendem poupar até 30% do valor recebido. 17% conseguirão guardar entre 30% a 50% do valor, e subiu de 26% para 31% aqueles que pretendem guardar mais de 50%. Em média os consumidores pretendem poupar até 38% do 13º salário. Por outro lado, 31% dos entrevistados não conseguirão poupar nada, contra 37% registrados em 2018 e 33% em 2017. 

    Na opinião da educadora financeira, Carol Stange, mesmo com os bons resultados da pesquisa citada acima, ainda existem muitos brasileiros que só conseguem um pouco de alivio em relação aos seus gastos pessoais quando recebem o 13º salário. “Por isso, alguns cuidados, se colocados em prática já em dezembro, podem trazer alívio financeiro no ano que vem.”

    Veja abaixo alguns sinais que você pode evitar e iniciar o Ano Novo com um comportamento financeiro mais saudável.

    Sinal número 1 – Você gasta todo seu salário e ainda faltam recursos mensais?

    Mapeie as suas despesas e se chegar à conclusão que não há caminhos cortar custos, existem três opções a considerar. A primeira delas é aumentar a receitasendo promovido no trabalho atual. Um bom curso técnico pode agregar valor imediato para as suas atividades e fazer brilhar os olhos dos seus superiores. A segunda opção é pesquisar no mercado quanto vale um profissional com as suas competências e habilidades. Se seu salário estiver abaixo do praticado no mercado, umarecolocaçãopode ser considerada, lembrando que é muito melhor trocar de emprego estando empregado do que ao contrário. A terceira opção é aumentar a receita com projetos de renda extra comprojetos bem estruturados de micro empreendedorismo. 

    Sinal número 2 – Não há qualquer poupança para a aposentadoria.

    Se você não poupa e investe dinheiro para a aposentadoria, está na hora de priorizar o seu futuro. Pelo menos 10% da sua renda deve ser destinada para investimentos de longo prazo. Lembrando que investimentos para essa finalidade devem ser feitos após a sua reserva de emergência montada! 

    Sinal número 3 – Há acúmulo de dívidas no cartão de crédito e no cheque especial

    Mesmo que isso ocorra por poucos dias, você já caiu no sinal de alerta vermelho. Os juros do cartão de crédito e do cheque especial estão entre os mais altos do mundo. Cinco mil reais podem se transformar facilmente no valor de um carro em 12 meses. É uma bola de neve difícil, muito difícil de controlar depois que começa a se formar. 

    Sinal número 4 – Você ignora o extrato bancário

    Uma boa solução é separar um dia da semana para verificar os gastos passados e planejar os gastos futuros.Fazer de conta que sua conta corrente não existe só vai acrescentando gotas d’água naquele balde prestes a transbordar.

    Sinal número 5 – Você não tem um orçamento 

    Você pode até afirmar que já conhece todos os seus gastos, portanto é desnecessário anotá-los, mas  saber para onde vai o seu dinheiro é o modo mais fácil e eficientede começar a controlar suas finanças.  Ter um orçamento é o primeiro passo para o desenho do seu Mapa da Vida Financeira, quemostra onde você está, para onde você quer ir, quais os caminhos a percorrer, atalhos, armadilhas, pontos de descanso e “reabastecimento”. Uma viagem, quando tudo isso está mapeado, fica muito mais confortável e rápida, não é? 

    Segundo Caio Fernandez, CEO da IVEST, consultoria de investimentos e consultor de investimentos CVM (Comissão de Valores Mobiliários), para quem está com as finanças em dia e já possui uma reserva para além da poupança, alguns investimentos podem ser muito bons! Para isso, é preciso desenvolver um perfil poupador especifico para  cada tipo de pessoa, de acordo com sua história, hábitos de vida e desejos. “Algumas pessoas com 20 anos ou 30 anos, têm em torno de 60% do seu patrimônio investidos em ações, visto que eles têm a vida inteira pela frente com chances de acumular patrimônio.  Já outros investidores, com idade entre 70 e 90 anos, já possuem um perfil mais conservador e focado no resgate de recursos, pois, possuem mais gastos com família e saúde”, explica ele. 

  • Noruega: país do luxo inusitado

    O luxo na Noruega está em viver experiências memoráveis, com cenários deslumbrantes ao fundo.  O país combina belezas naturais, grande riqueza cultural e um povo hospitaleiro, que valoriza a igualdade e o respeito. O destino oferece experiências inusitadas e exclusivas que passam pelos encantadores fiordes e pela magia da aurora boreal e do sol da meia-noite. De norte a sul, existem inúmeras possibilidades para deixar qualquer tipo de viajante extasiado, em qualquer época do ano. 

    Para degustar

    Em visita a Oslo, vale a pena se planejar e fazer uma reserva para conhecer o restaurante Maaemo, o primeiro da Noruega a receber a nota máxima de três estrelas no renomado Guia Michelin. Liderado pelo chef Esben Holmboe Bang, o estabelecimento oferece uma interpretação interessante da tradicional comida norueguesa. Já em Bergen, o Cornelius Seafood pode ser uma ótima opção. O restaurante situa-se junto ao mar, com vista extraordinária dos fiordes. Aberto todos os dias, seu famoso menu meteorológico é inspirado no clima da época, servindo pratos leves nos dias de verão e pratos com sabores mais fortes quando o tempo está mais frio. 

    Para relaxar

    Um bom hotel com certeza é um item importante para uma experiência incrível de viagem e na Noruega não faltam ótimas opções. O Juvet talvez seja um dos hotéis mais incríveis não só do país, mas de todo o mundo. A sensação que os quartos do hotel proporcionam aos visitantes com as suas paredes de vidro é de estar completamente imerso na natureza. O Ullensvang é um tradicional hotel histórico, com localização perfeita para aproveitar atrações como a famosa trilha até Trolltunga ou sobrevoo de helicóptero pelos topos nevados das montanhas do fiorde de Hardanger. Não é à toa que o hotel é um dos lugares preferidos de férias da Rainha Sônia da Noruega. No coração do fiorde de Nord está localizado o luxuoso resort Alexandra. O estabelecimento foi construído há centenas de anos, oferecendo tradição sem deixar de lado todo o conforto e modernidade. Com acomodações com vistas de tirar o fôlego, uma das grandes atrações do hotel é a gastronomia e seu excelente spa. 

    Para se aventurar

    Já imaginou andar em um trenó puxado por renas? Hospedar-se em um hotel onde toda a construção e os móveis são feitos de gelo? E acompanhar de perto como é feita a pesca do famoso bacalhau norueguês? Essas são só algumas das atividades que podem ser feitas no norte do país. 

    Já na região dos fiordes, a aventura fica ainda mais incrível, com trajetos de barco, trilhas com cenários deslumbrantes, passeios em geleiras, excursões de caiaque e uma grande variedade de esportes radicais. A Noruega também oferece um vasto calendário de eventos que vão desde festivais de música e cultura até eventos esportivos como maratonas e campeonato de golfe sob a luz do sol da meia-noite.

  • Estudo revela que Pilates ajuda a controlar diabetes tipo 2

    Diabetes é uma patologia que aumenta os níveis de glicose no sangue

    De acordo com estudo publicado em 2018 no The Journal of Strength & Conditioning Research, com mulheres acima com idade média de 65 anos para participar de um programa de 12 semanas de Pilates, o treino da modalidade teve como resultado a melhora a capacidade funcional e ajudou no controle da glicemia (nível de glicose no sangue) nas mulheres que praticaram a atividade.

    O diabetes tipo 2 é considerado um problema de saúde pública, sendo um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares, que matam por ano cerca de 300 mil pessoas no Brasil e escolher uma atividade física como o Pilates é um ganho para a saúde e bem-estar. Nesse sentido, a instrutora Marcela Contursi, da Metalife Pilates, preparou um treino com quatro exercícios básicos:

    Merdmaid

    O merdmaid tem como objetivo o fortalecimento dos músculos oblíquos, além do quadrado lombar, latíssimo do dorso e peitorais. Esse exercício atua na mobilidade de coluna em flexão lateral do tronco, aumentando a amplitude e a mobilidade articulares. Tem ação de alongamento nos flexores laterais profundos do tronco e na musculatura intercostal e alongamento axial do lado convexo. Trabalha a mobilidade de gradil costal, aumenta a amplitude de movimento lateral do tronco e a estabilização escapular;

    Going up and Front

    Tem como objetivo a estabilização de cintura pélvica, manutenção da contração dos músculos abdominais profundos e assoalho pélvico chamado “Power House”. Trabalha em sinergia os músculos estabilizadores do tronco e os músculos do quadril. Tem como objetivo fortalecer os músculos do quadríceps femoral e do glúteo máximo. Faz com que o praticante de Pilates desenvolva controle excêntrico do movimento e equilíbrio, além do alinhamento corporal;

    Tríceps Front

    Tem como objetivo o fortalecimento do tríceps braquial, do vasto lateral e medial, do peitoral maior e do ancôneo. Trabalha muito a estabilidade escapular;

    Swan Front

    Tem como objetivo fortalecer: para vertebrais, romboide maior, reto abdominal, glúteo máximo e isquiotibiais. Trabalha mobilidade de coluna vertebral em extensão, alonga a cadeia anterior do tronco, além de promover estabilização escapular.

  • Mofo: quais são os perigos à saúde e como prevenir?

    Confira tudo que você precisa saber sobre esse fungo que é um pesadelo dentro de casa

    Materiais porosos como gesso, madeira e MDF estão mais propensos a proliferação do mofo

    Apesar de ser formado por estruturas microscópicas, o mofo pode ser um enorme pesadelo dentro de casa. Capazes de tirar o sono de qualquer morador, eles impactam diretamente na saúde e na qualidade de vida das pessoas que frequentam os locais onde estão presentes.

    No décor, o mofo também é um grande problema, além de deixar o ambiente com uma aparência desagradável, eles atingem com frequência materiais porosos, como a madeira, pedra, gesso e MDF, que facilitam a reprodução desses fungos, principalmente atrás de móveis, guarnições ou rodapés fabricados a partir dessas matérias-primas.

    Mas você conhece as principais causas que favorecem o aparecimento desse fungo e todos os riscos à saúde?

    Para esclarecer as dúvidas, a Indústria Santa Luzia separou tudo que você precisa saber sobre o mofo e as principais dicas para tratar e prevenir a proliferação dentro de casa. Confira:

    Riscos

    Os sinais mais comuns em pessoas que convivem constantemente com o mofo são dores de cabeça constantes, sangramento no nariz, fadiga, dificuldade em respirar, sinusite, asma, bronquite, tosse, náuseas e infeções crônicas.

    Causas

    Facilmente identificado no visual, o mofo se prolifera com facilidade em locais úmidos como cozinhas e banheiros, além de ambientes quentes e escuros. O alerta é dobrado se você residir em uma região onde a combinação entre temperatura e umidade relativa do ar elevadas é frequente. O micro-organismo se espalha pelo ar e, se encontrar condições favoráveis em outros espaços, se multiplica.

    Como tratar / prevenir

    As principais medidas para evitar a reprodução desses fungos são buscar maneiras de manter os ambientes bem arejados, permitindo a entrada de luz solar, além de tratar e investigar possíveis infiltrações. Realize manutenções periódicas em aparelhos domésticos que podem gerar umidade, como o ar-condicionado.

    A higienização do ambiente é fundamental: caso já exista mofo no ambiente, limpe os fungos das superfícies duras com água e detergente, mas não deixe o ambiente molhado por um longo período de tempo. Além disso, evite a concentração de materiais porosos dentro de casa, que são mais propensos a serem afetados pelos fungos, como a madeira, gesso e o MDF.

    Alternativa

    Para substituir alguns desses materiais uma ótima aposta é optar pelos produtos Santa Luzia. Com um vasto portfólio de rodapés, guarnições, rodameios e rodatetos, as linhas da marca são compostas de perfis decorativos que levam como matéria-prima resíduos plásticos reciclados. O principal insumo é o Isopor®, conhecido tecnicamente como poliestireno expandido ou simplesmente EPS.

    Todos os perfis da Santa Luzia oferecem mais vantagens do que materiais como a madeira ou MDF. Por conta das características da matéria-prima de plástico reciclado, eles apresentam grande resistência à umidade, além de um maior tempo de vida útil, pois suas propriedades não estão suscetíveis ao ataque de qualquer tipo de pragas, fungos ou mofo.

    Quanto à estética, os produtos levam personalidade e elegância aos ambientes sem deixar de lado a praticidade: reproduzem fielmente o efeito da madeira e outros materiais e já saem acabados de fábrica, ou seja, não precisam de nenhum trabalho prévio na superfície antes de instalá-los.

  • 5 fatores que podem prejudicar a fertilidade da mulher

    Resultado de imagem para fertilidade da mulher

    Antigamente casar e formar uma família era o desejo da maioria das jovens que estavam chegando à vida adulta. Com o passar dos anos, este projeto tem sido adiado e vem perdendo espaço para outros desejos, como independência financeira e uma carreira bem-sucedida. Desta forma, quando muitas mulheres se sentem prontas para a maternidade, enfrentam problemas de infertilidade relacionados à idade. Mas ao contrário do que muitas pessoas pensam, não são só os anos a mais que dificultam a gestação.

    Muitas pacientes têm dúvidas sobre a dificuldade de engravidar. Entre os mais conhecidos, conheça os cinco fatores que podem prejudicar a fertilidade da mulher:

    1.      Cigarro: Conhecido como o vilão da saúde, ele também é prejudicial para quem planeja ter filhos. Segundo estudos, 13% dos casos de infertilidade estão ligados ao fumo. O tabaco deteriora os óvulos e aumenta os riscos de aborto, gravidez ectópica e menopausa precoce;

    2.      Idade: Quando a mulher nasce, tem um estoque de óvulos que nunca aumenta, ao contrário disso, ele vai diminuindo em qualidade e quantidade, com o passar do tempo, graças ao envelhecimento. Isto aumenta o risco de abortos, doenças cromossômicas (como a Síndrome de Down) e a infertilidade;

    3.      Obesidade: Reconhecida como um dos principais problemas dos países desenvolvidos, a obesidade afeta a fertilidade da mulher. Capaz de influenciar na longevidade e qualidade dos óvulos, ela levar ao desregulamento do ciclo menstrual e a ovulação não efetiva;

    4.      Estresse: Se manter distante dele é importante para a qualidade de vida, principalmente de quem está tentando engravidar. Mulheres estressadas apresentam 29% menos chance de engravidar, segundo estudo feito pela Ohio State University College of Medicine, em 2014;

    5.      Medicamentos: Apesar de resolverem alguns problemas, os remédios podem causar outros. É importante ficar atenta e informar ao seu médico, sobre os medicamentos que você está tomando, antes de começar a tentar engravidar, pois existem alguns que reduzem as chances de uma gestação. Remédios para depressão, ansiedade e epilepsia, podem alterar o ciclo menstrual.

  • Cinco dúvidas para evitar a candidíase vaginal durante o verão

    Estação exige cuidado redobrado com higiene íntima

    Verão é sinônimo de dias quentes, praia e piscina. Apesar de todos os encantos da estação, essa combinação pode desencadear candidíase – infecção na região vaginal que aumenta durante esse período. “O fungo que causa a candidíase está presente no corpo humano desde o nascimento. No entanto, quando há queda de imunidade ou aumento da agressão externa, por exemplo, com o uso excessivo de roupas de banho molhadas por muito tempo ou calça que aperte a região genital (que pode causar algum trauma ou a manutenção da temperatura elevada), pode ocorrer a proliferação dos fungos, desencadeando coceira na região íntima, corrimento de cor esbranquiçada e ardor ao urinar”, explica *Renato de Oliveira, ginecologista e infertileuta da Criogênesis.

    Para aproveitar os dias de calor com a saúde em dia, o especialista responde as principais dúvidas das mulheres: 

    Quais são os sintomas da Candidíase?

    O quadro clínico clássico da candidíase é coceira na vagina, sensação de ardor e presença de corrimento esbranquiçado sem cheiro. Na presença destes sinais ou sintomas, é necessário procurar avaliação médica. 

    Passar muitas horas com biquíni molhado pode desencadear o problema?

    Sim! Umidade e matéria orgânica é a combinação ideal para o crescimento de fungos. Quanto mais tempo a região estiver úmida, maiores as chances de desenvolver a candidíase. Portanto, para quem for passar longos períodos entre praia e piscina sugere-se, sempre que possível, trocar a roupa de banho.  

    Sentar direto na areia pode aumentar as chances de Candidíase?

    Pode, com ressalvas. Deve-se destacar que o tempo de exposição a substâncias que podem irritar a vulva e a vagina poderiam desequilibrar a flora vaginal. Para as mulheres mais sensíveis à areia, melhorar evitar este contato direto. 

    Quais cuidados devem ser intensificados durante o verão?

    No banho, lave adequadamente a região, com movimentos delicados e sabonetes próprios visando o equilíbrio da flora natural. Não use protetores diários, pois abafam a região e podem provocar corrimentos, coceira e infecções. No dia-a-dia, evite ficar muitas horas com biquíni molhado e não use roupas muito justas e de tecidos grossos. Quanto às calcinhas, priorize as de algodão e colocá-las para secar sempre em um ambiente fresco e seco. Dormir sem calcinha é uma boa medida para permitir a ventilação vaginal. Jamais realize duchas vaginais para a limpeza.

    Qual o tratamento caso a Candidíase seja diagnosticada?

    O tratamento é bem simples e consiste na indicação um antifúngico e pomadas anti-inflamatórias que amenizam a coceira e a vermelhidão.

  • Descubra quais são as doenças comuns no verão e como se prevenir

    O biomédico do Laboratório Rocha Lima, Rafael Padovani, explica quais são as enfermidades mais comuns nesse período e o que fazer em cada caso

    No dia 22 de dezembro, a estação mais quente do ano chega ao país. O verão é conhecido por ser um período de festas, férias, sol e mar. Porém, muitas doenças costumam surgir durante essa época, e alguns cuidados são necessários para evitá-las. Para quem quer aproveitar ao máximo essa estação da melhor forma possível, o biomédico do Laboratório Rocha Lima, Rafael Padovani, explica quais são as doenças mais comuns no verão e o que fazer em cada caso:

    – Dengue

    Nesse período, as chuvas são frequentes, e consequentemente, locais com água parada acabam sendo vistos com mais facilidade. São nesses locais que o Aedes aegypti se multiplica, o mosquito responsável por transmitir o vírus através de sua picada. Entre os sintomas que são causados pela dengue estão dores, manchas pelo corpo e febre alta. É importante sempre verificar telhas, garrafas, vasos e caixa d’água, além de colocar telas na janela e repelente. Existem vacinas contra ela, porém, ela não deve ser tomada por quem nunca teve o vírus.

    – Otite

    Seja na praia ou na piscina, um mergulho no verão é obrigatório para quem quer se refrescar. Porém, ficar muito tempo submerso pode resultar em acúmulo de água no canal auditivo. O resultado são dores fortes e incômodas, então o ideal é não exagerar ou se já estiver sentido alguma dor, não mergulhar.

    – Conjuntivite

    A qualidade da água do mar depende muito da região e dos hábitos de seus frequentadores, e como nesse período costuma ser de alta temporada, o cuidado precisa ser redobrado para evitar que ela entre em contato com os olhos, pois eles podem ser contaminados e resultar em uma conjuntivite bacteriana. O resultado são olhos vermelhos, inchados e secreção logo ao acordar, então é importante ficar atento e não compartilhar toalha, coçar os olhos ou ficar em contato direto com pessoas que já estão com a doença.

    – Insolação

    É durante o verão que o sol fica mais intenso e muitos aproveitam para renovar o bronzeado, mas a exposição excessiva pode resultar na insolação, que causa febre, tontura, fraqueza e queimaduras. O horário ideal para tomar sol é antes das 10 da manhã, e sempre com um protetor solar com um fator maior de 30 fps.

    – Desidratação

    Um hábito que deve ser levado em consideração o ano todo é o de tomar bastante água. No verão, com o aumento da transpiração, o consumo de frutas e líquidos é obrigatório para evitar ficar desidratado. Mal-estar, ressecamento das mucosas e até mesmo ficar bastante tempo sem urinar são alguns dos sintomas da desidratação. O ideal é buscar uma alimentação leve e ficar na sombra sempre que o sol estiver muito forte.

    – Hepatite A

    As águas de praias poluídas podem propagar a Hepatite A, que afeta o fígado, causando sintomas semelhantes aos da gripe e icterícia, além de náuseas, vômitos e pele e olhos avermelhados. A doença pode ser prevenida através de vacina.

  • 7 maneiras de ter uma vida sexual ativa e melhor

    Como tornar o sexo com o parceiro mais interesante que um filme de TV quando já a prática já não é costumeira


    Se você percebe que atualmente um filme é melhor que uma sessão cheia de carícias e tesão com a parceria, então as coisas não vão bem. O sinal de que algo está errado é quando o clima ocorre e gasta-se muita energia, mas o sexo parece previsível. Nestes casos, o ideal é não se desesperar, garantem as especialistas Carla Cecarello, sexóloga e terapeuta de casais e consultora do C-date e Yris Monalizza de Souza, piscóloga especialista em relacionamentos e consultora do Amor&Classe. Elas lembram que você não é o único que está passando por um período assim e dizem que é possível trazer a emoção, a paixão e o tesão de volta.

    Os problemas de relacionamento existem tanto para aquelas pessoas que gostam de sexo e preferem não se amarrar em ninguém, caso dos adeptos do sexo casual, como para quem não conseguem fazer sexo com qualquer um, pois é preciso gostar, amar, ter interesse na outra pessoa. Quando a vida sexual já está um tanto quanto monótona, a psicóloga em relacionamentos, Yris Monalizza de Souza, explica que isso ocorre com o passar do tempo e quando surgem as inúmeras barreiras emocionais. “A maioria desses problemas estão relacionados principalmente à má imagem corporal que leva inclusive ao tédio entre os casais”, diz a psicóloga.

    Por outro lado, “há várias formas como as pessoas podem se reconectar a sensualidade”, afima a sexóloga Carla Cecarello. A especialista informa que é possível acender o fogo quando a relação já entrou na fase de perda de interesse ou de falta de inspiração para o jogo sexual. Para isso, ambas profissionais indicam algumas saídas para melhorar a relação, partindo de iniciativas que os parceiros devem adotar para que a relação seja melhor e mais quente, especialmente se já estão a um bom tempo juntos.

    “Um dos maiores problemas para o fim do apetite sexual está nas pessoas”, afirma a psicológa do Amor&Classe. Segundo Yris de Souza os problemas começam na própria relação, quando os parceiros deixam de conversar sobre o que lhes aflige. Para se ter uma ideia, uma pesquisa feita nos Estados Unidos aponta que 80% das mulheres sofrem de uma imagem corporal negativa e normalmente levam este problema para a cama com o parceiro, pensando mais nos problemas que no ato em si.

    Para Carla Cecarello as mulheres que resolveram as questões que envolvem os aspectos emocionais conseguem ter mais prazer. Em 2004, a autora do livro Fearless Sex já apontava que as mulheres com melhor vida sexual se sentiam bem com seus corpos e se viam como fortes e sexy. “Quando não há questões emocionais a resolver, os problemas sejam quais forem ficam fora do quarto”, diz a sexóloga do C-date. A baixa estima para a maioria das mulheres está relacionada ao corpo enquanto para os homens é o de dar prazer à parceira que seja inesquecível e que, neste caso, nem sempre é alcançado.

    Foi pensando nestas questões que as especialistas indicam algumas maneiras para aumentar a confiança e manter a relação amorosa e sexual em dia, longe dos problemas que afetam a maioria dos parceiros, seja do lado feminino seja do masculino.

    1. Verificar a realidade

    O ideal é perceber que as mulheres e homens atraentes possuem diversidade de tamanhos de corpos. São baixinhos ou altos, gordinhos ou magros, fortes ou comuns, em forma ou não. Isso é apenas uma questão de quem faz a observação. Verificar a realidade nada mais é que perceber que não é o corpo que define a felicidade sexual, mas a forma como encaramos essa realidade. Pergunte ao parceiro(a) o que ele(a) ama no seu corpo e anote. Leia a lista todas as manhãs e elogie-se. “Elogiar-se é trazer coisas boas”, diz Yris de Souza. A ideia é que uma vez por semana, a pessoa faça elogios so seu corpo concentrando-se nos seus recursos favoritos – por dentro e por fora. “Diga a si mesmo o que você gosta sobre seu corpo para reforçar seus sentimentos”, diz a piscóloga do Amor&Classe.

    1. Melhores momentos da vida.

    Todos nós temos aqueles momentos que foram especiais em nossas vidas e que tem significados importantes. Neste caso, tanto ele como ela devem pensar naqueles em que sintonizam completamente com o corpo, como uma maratona ou exercício diário de caminhar. Ou natação ou ioga, quando há uma conexão corpo e mente. “Essa conexão é importante para a pessoa restabelecer o respeito e o contato com o próprio corpo, tornando-o sensual”, diz a psicóloga.

    1. Jogue sensualidade

    Em vez de se concentrar no objetivo final que é o prazer máximo, faça jogos de sensualidade e aprecie os corpos antes do sexo. Vale mais uma provocação a ambos que ir direto ao finalmente. Crie um clima. “Quando tirarem a roupa, apagarem as luzes e explorarem um ao outro, o prazer será maior”, define Carla Cecarello, do C-date. Para a sexóloga, o toque é uma forma de comunicar amor e sensualidade.

    1. Aventuras ajudam o sexo

    As aventuras estimulam o cérebro a produzir dopamina e consequentemente ajuda no desejo sexual. Por isso, ousadia é uma forma de fazer a dopamina aumentar. O interessante neste caso é encontrar uma atividade nova e desafiadora para que emocione e seja suficiente para despertar o desejo em ambos. Isso tem de ser feito fora do quarto, algo que os dois possam fazer juntos e ser uma experiência interessante que ajude a reproduzir essas sensações quando estiverem a sós.

    1. Ajudar faz bem

    “Nem todos sabem tudo sobre sexo”, afirma a sexóloga Carla Cecarello. Por isso, é sempre bom conversar antes. Se na “hora H” algo não estiver saindo como esperado, a melhor maneira de a experiência não cair por terra é ambos dizerem o que gostam e como gostam. Normalmente, a ansiedade de ser bom na cama pode atrapalhar o homem. Assim, é mais fácil explicar como agir e fazer aquilo que é bom e dá prazer. “Quando a mulher não tem contato com o próprio corpo, não sabe como ajudar. Portanto, vale a regra de conhecer-se, elogiar-se e tocar-se, para saber em quais pontos há boas sensações e ajudá-lo nestas horas”, afirma a sexóloga.

    1. Mude a rotina

    Quando você está estressado, é impossível se sentir sexy. Isso ocorre porque, quando você experimenta tensão crônica, seu corpo produz níveis mais altos de ocitocina, uma substância química que cancela os efeitos do hormônio sexual testosterona. Como resultado, sua libido é prejudicada. Por isso, deixe de repetir as mesmas coisas todos os dias e faça coisas diferentes, que ajudem a encontrar uma conexão consigo. “Coisas simples como ouvir uma boa música ou mesmo vestir algo que gostaria para se sentir bem com você”, afirma a piscóloga Yris de Souza.

    1. Visitar lugares

    Que tal sair para jantar, um bar ou mesmo um passeio ao ar livre? Para a relação ser sempre saudável é ideal escolher lugares que tragam sensações diferentes e experiências novas para renovar, como um lugar que nunca estiveram. Surpresas são sempre bem vindas nestes casos, especialmente se houver visitas ao parceiro(a) no trabalho, que pode revelar um lado diferente e reconectar as pessoas.