Autor: agitosp

  • 5 motivos para beber água todos os dias

    Médico fala sobre a importância do consumo diário da bebida para o nosso organismo

    Pode parecer bobagem, mas muitos de nós não consumimos a quantidade de água diária indicada para o bom funcionamento do nosso organismo. “A água tem papel importantíssimo no nosso corpo, porém muitos não conseguem ingerir a quantidade mínima indicada, que é de 2 a 3 litros por dia. Essa falta de hidratação pode gerar problemas”, comenta o Dr. Aier Adriano Costa.

    Segundo o especialista, 72% do nosso organismo é composto de água, o que torna o seu consumo ainda mais importante. E se você ainda não está convencido disso, o Dr. Aier elencou cinco motivos pelos quais devemos beber água todos os dias.

    Evita doenças: quando não consumimos a quantidade recomendada, podemos ter quadros de desidratação crônica, que levam ao envelhecimento precoce e podem colaborar com o aparecimento de doenças como as alergias (asma), doenças intestinais, enxaqueca e artrite reumatoide.

    Auxilia no controle da pressão sanguínea: a água tem papel importante na densidade do nosso sangue, quando consumimos pelo menos o mínimo recomendado (2 litros diários), ela se torna um importante regulador da nossa pressão sanguínea.

    Regula o intestino: ela ajuda na hidratação das fibras alimentares, auxiliando no bom funcionamento do intestino. A não ingestão de água pode levar a prisão de ventre e outras doenças intestinais e metabólicas.

    Melhora o funcionamento dos rins: a ingestão de água é uma das melhores formas de evitar as temidas pedras nos rins.  A ingestão na quantidade indicada facilita o trabalho dos órgãos na excreção de nutrientes desnecessários.

    Transporta nutrientes: além das outras funções, a água facilita o transporte de nutrientes e algumas vitaminas pelo nosso corpo. A baixa ingestão pode dificultar essa tarefa, evitando que esses nutrientes cheguem de forma adequada a todas as células deixando-as enfraquecidas.

    “As pessoas precisam entender a importância do consumo da água. É um assunto muito batido, mas percebemos que o hábito de se hidratar com água ainda encontra muita resistência. Um corpo hidratado corre muito menos riscos de sofrer com inúmeros problemas”, completa o médico.

  • Já pensou em adotar uma videira?

    Vinícola Legado lança campanha Adote uma Videira para inovar na experiência de vinhos no Brasil

    Amantes de vinho do Brasil podem adotar uma videira para garantir sua produção em uma iniciativa lançada pela Vinícola Legado, do Paraná. Intitulada ‘Adote uma Videira’ essa ação vai além dos clubes de vinhos tradicionais ao permitir que seus participantes, além de receberem em casa produtos da premiada vinícola, possam ‘adotar’ uma videira de uvas como Cabernet Sauvignon, Viognier, Merlot, Fiano, Pinot Noir, Meunier, Chardonnay e Alvarinho.

    A iniciativa funciona da seguinte maneira. Os ‘adotantes’ contribuem com um valor mensal variando em um pacote standard de R$ 110 o pacote premium de R$ 175 que se encerra em novembro de 2020. Cada pacote dá direito a receber em casa mensalmente dois produtos da vinícola Legado (vinho ou espumante), uma videoaula do preparo de uma receita harmonizada com os produtos, além, é claro, do direito de “batizar” uma parreira da sua casta favorita com o seu nome. No plano premium, o participante recebe também um produto inédito e uma surpresa, exclusivos do clube. Para cada assinatura, a cada mês uma refeição será doada pelo projeto #PFDOBEM, organizado pela Good Truck BR, que atende comunidades carentes em Curitiba. Todas as videiras adotadas receberão uma placa com o nome do benfeitor, que futuramente (após o período de isolamento social) poderá visitar a vinícola para acompanhar a sua adotada. O participante também pode optar por adotar a logística reversa e devolver as garrafas consumidas para a vinícola na entrega seguinte.

    “As videiras são plantas perenes que produzem apenas uma vez por ano, mas precisam ser cuidadas o ano inteiro. Sem esse cuidado, elas ficam vulneráveis a inúmeras doenças e podem morrer”, explica a sócia-proprietária da Vinícola Legado, Heloise Merolli. “Esse projeto indica também uma afinidade com os nossos valores de preservação ambiental, fomento de empreendimentos locais e consumo consciente. Percebemos pela reação dos nossos clientes à crise que eles percebem a importância desses valores”, complementa Heloise.

    “Adotar uma videira significa acreditar em um projeto pioneiro em nossa região. Somos uma referência na questão da qualidade da manutenção dos nossos vinhedos, no cuidado com o meio-ambiente, no respeito à natureza e aos seus ciclos”, explica o sócio e enólogo Dr. José Luiz Marcon Filho. Ele acrescenta que todo o trabalho tem gerado vinhos de alta qualidade, premiados em diversos concursos nacionais e alguns internacionais. “Cuidar bem da planta significa ter uma excelente matéria-prima, fundamental para vinhos autênticos e de qualidade”. Esse projeto pode abrir caminho para outros projetos que incluam uma maior participação dos nossos apoiadores no futuro”, finaliza. 

    A iniciativa já teve a adesão de dezenas de assinantes e possui participação limitada. Saiba mais em www.adoteumavideira.com.br 

  • Principais causas de atendimentos clínicos de cães e gatos no Brasil

    Pesquisa revela as principais afecções que levam ao atendimento dos pets no país

    O Brasil é o segundo país em população de cães e gatos no mundo, com 54 e 24 milhões de animais respectivamente, de acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), uma pesquisa de base domiciliar, de âmbito nacional, realizada em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no ano de 2013.

    Com o intuito de conhecer a realidade dos atendimentos veterinários dos pets no Brasil, a Comac (Comissão de Animais de Companhia do Sindan), realizou uma pesquisa intitulada Radar Vet, em 2018, na qual foram entrevistadas 772 pessoas e teve como objetivo entender o perfil dos estabelecimentos do mercado pet brasileiro.

    De acordo com os dados da pesquisa, o atendimento aos cães corresponde a mais da metade dos atendimentos, sendo as ocorrências mais comuns: as doenças gastrointestinais (43%), as doenças transmitidas por vetores (carrapatos), como as hemoparasitoses (babesiose e erliquiose) com 34% das ocorrências, e as  afecções dermatológicas (32% dos casos).

    Já os gatos possuem menor participação no total de atendimentos clínicos dos veterinários, correspondendo menos de um terço. Em geral, enfermidades nos gatos são as doenças renais e do trato urinário (79%). Outros exemplos comuns de afecções são as doenças gastrointestinais e dermatológicas, semelhante aos cães.

    Sobre a incidência das afecções listadas, o Dr. Leonardo Brandão, médico-veterinário e coordenador da Comac, explica: “As doenças dermatológicas e gastroentéricas são muito comuns em cães e gatos e suas causas podem ser muito variadas”, explica.

    Segundo ele, por serem doenças com manifestação clínica (sintomas) relevante, chamam a atenção dos tutores que levam seus pets ao atendimento veterinário, o que pode explicar a elevada incidência. “Vale ressaltar que o nível de atendimento clínico dos pets no Brasil ainda é muito realizado com base em tratamentos e pouco em ações de prevenção (como vacinação ou consultas de check-up)”, completa.

    Recomenda-se sempre que os tutores busquem realizar check-ups de rotina com periodicidade para identificar o quanto antes qualquer mudança na saúde do animal, a fim de evitar maiores problemas.

  • 9 dicas para baixar a temperatura do bebe antes de levar ao médico

    A febre pode ser um forte indício de que há algo errado no organismo, como uma infecção causada por vírus ou bactéria, por exemplo. Por isso, é muito importante ter um termômetro em casa, para poder informar ao médico a temperatura exata.

    A temperatura corporal normal é mais elevada em crianças pré-escolares e mais elevada entre os 18 e os 24 meses de idade. Contudo, a despeito dessas variações, a maioria dos médicos define a febre como uma temperatura de 38 ºC ou mais quando medida com um termômetro retal

    De acordo com Departamento Cientifico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria, atendimentos pediátricos, a febre, é uma das queixas mais comuns entre os pais e representa de 20% a 30% das idas de crianças aos consultórios. Já nas emergências esse número aumenta para 65% e nos serviços de emergência (pronto socorro), atendimento telefônico ou por aplicativos eletrônicos de comunicação chega a 75%.

    Saiba como baixar a febre do bebe em casa:

    • Mantenha a criança em quarto ventilado e em repouso relativo.
    • Ofereça líquidos (água, chá) generosamente, mas sem forçar.
    • Alimente a criança de acordo com o apetite, sem insistir.
    • Banhos de imersão: use água morna (temperatura um pouco inferior à do paciente).
    • Prolongue o banho por dez minutos ou mais, deixando a água esfriar lentamente. Ao mesmo tempo, ponha compressas (panos) frias na testa da criança.
    • Nunca coloque álcool no corpo da criança nem na água do banho, pois há perigo de intoxicação.
    • Nunca ponha a criança com febre em água gelada ou fria, pois pode ser perigoso (choque térmico levando à diminuição rápida da temperatura com risco de crise convulsiva).
    • Sempre que surgirem tremores, suspenda o banho e agasalhe moderadamente a criança.
    • Não coloque uma criança que está tendo convulsão em banho de imersão.
  • Como o estresse pode impactar a saúde do corpo?

    Conheça os efeitos que o estresse pode causar na pele, cabelos e outras partes do organismo

    O aumento da preocupação com a saúde e as incertezas trazidas pela pandemia do novo coronavírus podem ter efeitos negativos em todo o organismo. O estresse gerado em situações desafiadoras, como a que vivemos agora, tem consequências não só na cabeça, mas em diversas outras partes do corpo. 

    O farmacêutico Adriano Ribeiro, da rede de farmácias Extrafarma, lista abaixo os principais efeitos do estresse na saúde e como combatê-los.

    Pele

    A pele é o maior órgão do corpo humano e um dos primeiros a mostrar os sinais do estresse no organismo. Entre os problemas mais comuns estão o aparecimento de problemas como eczema e psoríase, geralmente causados pelo aumento nos níveis de cortisol, hormônio ligado ao estresse que provoca uma resposta inflamatória do organismo. Vermelhidão, coceira e descamação da pele são alguns dos sintomas do eczema. A psoríase também causa manchas vermelhas e coceira, além de ressecamento.

    O cortisol também pode causar o agravamento da acne em indivíduos que tenham predisposição a esse problema. “Pomadas, cremes e loções específicos para cada situação ajudam a amenizar a inflamação e tratar a pele. O recomendável é consultar um dermatologista ou procurar a ajuda de um farmacêutico para escolher o produto mais indicado”, afirma Ribeiro.

    Cabelos

    O estresse pode levar ao aumento da oleosidade dos cabelos e desencadear problemas como a dermatite seborreica, uma doença crônica que pode afetar tanto o couro cabeludo quanto a pele.

    A dermatite seborreica se manifesta por meio de lesões avermelhadas, coceira e descamação da pele e é mais comumente observada no couro cabeludo, barba, região da sobrancelha e atrás das orelhas. No couro cabeludo, a descamação da pele causa o aparecimento da caspa.

    “Além de controlar o estresse, o uso de shampoos e loções específicos para a dermatite seborreica ajudam a amenizar o problema”, indica o farmacêutico.

    Enquanto algumas pessoas notam aumento de oleosidade nos cabelos, o estresse também pode levar ao ressecamento dos fios, aumentar a quantidade de fios grisalhos em pessoas que têm essa predisposição, provocar o afinamento dos fios, deixando os cabelos mais ralos, e até mesmo causar sua queda.

    “Cada organismo responde de um jeito diferente ao estresse, por isso é muito importante buscar a orientação de um especialista antes de realizar qualquer tratamento”, reforça Ribeiro.

    Estômago

    Quando sentido por períodos prolongados ou de forma muito aguda, o estresse tem a capacidade de mudar o nível de acidez do estômago, o que pode causar azia, má digestão, gastrite e, em casos mais graves, a formação de úlceras.

    “Em momentos de estresse, é comum descuidar da alimentação, o que pode agravar os problemas digestivos e intensificar sintomas como dor, queimação ou azia. Por isso, além de buscar ajuda médica para tratar o estômago, é preciso manter uma dieta equilibrada para que o órgão se recupere”, diz Ribeiro.

    Músculos

    Um dos principais sintomas do estresse é a tensão muscular, que se manifesta principalmente na região do pescoço, ombros e costas. O estresse pode causar torcicolos, dores lombares e, em casos em que é mais acentuado, até mesmo dores de cabeça, desencadeadas pela tensão nos músculos das costas e pescoço.

    Exercícios de alongamento específicos para essas regiões do corpo diminuem a tensão e as dores musculares. Além disso, mexer o corpo regularmente ajuda a aliviar o estresse.

    “Além de afetar diversas partes do corpo, o estresse prejudica o sistema imunológico. No momento atual, é de extrema importância preservar a imunidade do organismo, o que torna essencial buscar formas de combatê-lo”, conclui o farmacêutico.

  • 7 Maneiras De Ter Uma Vida Sexual Ativa E Melhor

    Como tornar o sexo com o parceiro mais interessante que um filme de TV quando já a prática já não é costumeira

    Se você percebe que atualmente um filme é melhor que uma sessão cheia de carícias e tesão com a parceria, então as coisas não vão bem. O sinal de que algo está errado é quando o clima ocorre e gasta-se muita energia, mas o sexo parece previsível. Nestes casos, o ideal é não se desesperar, garantem as especialistas Carla Cecarello, sexóloga e terapeuta de casais e consultora do C-date (www.c-date.com.br) e Yris Monalizza de Souza, piscóloga especialista em relacionamentos e consultora do Amor&Classe (www.amoreclasse.com.br). Elas lembram que você não é o único que está passando por um período assim e dizem que é possível trazer a emoção, a paixão e o tesão de volta.

    Os problemas de relacionamento existem tanto para aquelas pessoas que gostam de sexo e preferem não se amarrar em ninguém, caso dos adeptos do sexo casual, como para quem não conseguem fazer sexo com qualquer um, pois é preciso gostar, amar, ter interesse na outra pessoa. Quando a vida sexual já está um tanto quanto monótona, a psicóloga em relacionamentos, Yris Monalizza de Souza, explica que isso ocorre com o passar do tempo e quando surgem as inúmeras barreiras emocionais. “A maioria desses problemas estão relacionados principalmente à má imagem corporal que leva inclusive ao tédio entre os casais”, diz a psicóloga.

    Por outro lado, “há várias formas como as pessoas podem se reconectar a sensualidade”, afima a sexóloga Carla Cecarello. A especialista informa que é possível acender o fogo quando a relação já entrou na fase de perda de interesse ou de falta de inspiração para o jogo sexual. Para isso, ambas profissionais indicam algumas saídas para melhorar a relação, partindo de iniciativas que os parceiros devem adotar para que a relação seja melhor e mais quente, especialmente se já estão a um bom tempo juntos.

    “Um dos maiores problemas para o fim do apetite sexual está nas pessoas”, afirma a psicológa do Amor&Classe. Segundo Yris de Souza os problemas começam na própria relação, quando os parceiros deixam de conversar sobre o que lhes aflige. Para se ter uma ideia, uma pesquisa feita nos Estados Unidos aponta que 80% das mulheres sofrem de uma imagem corporal negativa e normalmente levam este problema para a cama com o parceiro, pensando mais nos problemas que no ato em si.

    Para Carla Cecarello as mulheres que resolveram as questões que envolvem os aspectos emocionais conseguem ter mais prazer. Em 2004, a autora do livro Fearless Sex já apontava que as mulheres com melhor vida sexual se sentiam bem com seus corpos e se viam como fortes e sexy. “Quando não há questões emocionais a resolver, os problemas sejam quais forem ficam fora do quarto”, diz a sexóloga do C-date. A baixa estima para a maioria das mulheres está relacionada ao corpo enquanto para os homens é o de dar prazer à parceira que seja inesquecível e que, neste caso, nem sempre é alcançado.

    Foi pensando nestas questões que as especialistas indicam algumas maneiras para aumentar a confiança e manter a relação amorosa e sexual em dia, longe dos problemas que afetam a maioria dos parceiros, seja do lado feminino seja do masculino.

    1. Verificar a realidade

    O ideal é perceber que as mulheres e homens atraentes possuem diversidade de tamanhos de corpos. São baixinhos ou altos, gordinhos ou magros, fortes ou comuns, em forma ou não. Isso é apenas uma questão de quem faz a observação. Verificar a realidade nada mais é que perceber que não é o corpo que define a felicidade sexual, mas a forma como encaramos essa realidade. Pergunte ao parceiro(a) o que ele(a) ama no seu corpo e anote. Leia a lista todas as manhãs e elogie-se. “Elogiar-se é trazer coisas boas”, diz Yris de Souza. A ideia é que uma vez por semana, a pessoa faça elogios so seu corpo concentrando-se nos seus recursos favoritos – por dentro e por fora. “Diga a si mesmo o que você gosta sobre seu corpo para reforçar seus sentimentos”, diz a piscóloga do Amor&Classe.

    2. Melhores momentos da vida.

    Todos nós temos aqueles momentos que foram especiais em nossas vidas e que tem significados importantes. Neste caso, tanto ele como ela devem pensar naqueles em que sintonizam completamente com o corpo, como uma maratona ou exercício diário de caminhar. Ou natação ou ioga, quando há uma conexão corpo e mente. “Essa conexão é importante para a pessoa restabelecer o respeito e o contato com o próprio corpo, tornando-o sensual”, diz a psicóloga.

    3. Jogue sensualidade

    Em vez de se concentrar no objetivo final que é o prazer máximo, faça jogos de sensualidade e aprecie os corpos antes do sexo. Vale mais uma provocação a ambos que ir direto ao finalmente. Crie um clima. “Quando tirarem a roupa, apagarem as luzes e explorarem um ao outro, o prazer será maior”, define Carla Cecarello, do C-date. Para a sexóloga, o toque é uma forma de comunicar amor e sensualidade.

    4. Aventuras ajudam o sexo

    As aventuras estimulam o cérebro a produzir dopamina e consequentemente ajuda no desejo sexual. Por isso, ousadia é uma forma de fazer a dopamina aumentar. O interessante neste caso é encontrar uma atividade nova e desafiadora para que emocione e seja suficiente para despertar o desejo em ambos. Isso tem de ser feito fora do quarto, algo que os dois possam fazer juntos e ser uma experiência interessante que ajude a reproduzir essas sensações quando estiverem a sós.

    5. Ajudar faz bem

    “Nem todos sabem tudo sobre sexo”, afirma a sexóloga Carla Cecarello. Por isso, é sempre bom conversar antes. Se na “hora H” algo não estiver saindo como esperado, a melhor maneira de a experiência não cair por terra é ambos dizerem o que gostam e como gostam. Normalmente, a ansiedade de ser bom na cama pode atrapalhar o homem. Assim, é mais fácil explicar como agir e fazer aquilo que é bom e dá prazer. “Quando a mulher não tem contato com o próprio corpo, não sabe como ajudar. Portanto, vale a regra de conhecer-se, elogiar-se e tocar-se, para saber em quais pontos há boas sensações e ajudá-lo nestas horas”, afirma a sexóloga.

    6. Mude a rotina

    Quando você está estressado, é impossível se sentir sexy. Isso ocorre porque, quando você experimenta tensão crônica, seu corpo produz níveis mais altos de ocitocina, uma substância química que cancela os efeitos do hormônio sexual testosterona. Como resultado, sua libido é prejudicada. Por isso, deixe de repetir as mesmas coisas todos os dias e faça coisas diferentes, que ajudem a encontrar uma conexão consigo. “Coisas simples como ouvir uma boa música ou mesmo vestir algo que gostaria para se sentir bem com você”, afirma a piscóloga Yris de Souza.

    7. Visitar lugares

    Que tal sair para jantar, um bar ou mesmo um passeio ao ar livre? Para a relação ser sempre saudável é ideal escolher lugares que tragam sensações diferentes e experiências novas para renovar, como um lugar que nunca estiveram. Surpresas são sempre bem vindas nestes casos, especialmente se houver visitas ao parceiro(a) no trabalho, que pode revelar um lado diferente e reconectar as pessoas.

  • Preciso pensar em fertilidade antes dos 35 anos?

    A mulher vem participando cada vez mais do mundo corporativo, atingindo atualmente 48% do mercado de trabalho, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT). A autonomia, o reconhecimento profissional e o status social tornam-se conquistas importantes em suas vidas e, por conta da dedicação ao trabalho, muitas acabam adiando a gravidez.

    O diretor e médico da Clínica de Reprodução Humana, dr. Marcos Sampaio ressalta que, apesar da gravidez tardia ser uma realidade, vale lembrar que as mudanças biológicas não acompanham as transformações sociais.  “A mulher que deseja focar na carreira e engravidar mais tarde, precisar ter em mente a importância de conversar com um especialista sobre as possibilidades e os tratamentos adequados”, ressalta Sampaio.

    Na live, que acontecerá na próxima quinta-feira, dia 16, às 19 horas, pelo Instagram da Clínica Origen (@clinicaorigen), os médicos dr. Marcos Sampaio, dr. Selmo Geber, dr.  Jorge Abel Nepomuceno e a estudante de nutrição Jéssica Mendes vão discutir a questão. Os profissionais vão falar ainda sobre métodos contraceptivos e o futuro reprodutivo.  “Ter conhecimento sobre sua saúde fértil e todos os recursos que a medicina dispõe, tornam esta decisão mais segura e tranquila”, comenta dr. Selmo Geber.

    Sobre os participantes:

    Dr. Marcos Sampaio: Médico pela Universidade Federal da Bahia, diplomado em Fertilização in Vitro e investigação biomédica pela Faculdade de Medicina de Valência, na Espanha. Doutor em Ginecologia e Obstetrícia, pós-doutor em Embriologia e Fertilização In Vitro pela Universidade de Melbourne, na Austrália. Atualmente é Médico e Diretor do Centro de Medicina Reprodutiva – Clínica Origen.

    Dr. Selmo Geber: Médico da Clínica Origen, professor titular e livre docente do Departamento de Ginecologia da Faculdade de Medicina da UFMG. Membro Titular da Academia Mineira de Medicina.

    Dr. Jorge Abel Nepomuceno:  Graduado em Medicina e com especialização de ginecologia e obstetrícia pela Universidade Federal de Minas Gerais. É especialista em Mastologia pelo Hospital das Clínicas da UFMG.

    Jéssica Mendes: Estudante de Nutrição

    Live: Preciso pensar em fertilidade antes dos 35 anos?

    Dia: 16 de julho (quinta-feira)

    Horário: 19 horas

    Instagram da Clínica Origen:

    https://instagram.com/clinicaorigenreproducao?igshid=8jjrphqzaywc

  • Câncer de próstata ainda é uma das principais causas de mortes entre homens

    Doença é assintomática no estágio inicial. Por isso, neste Dia do Homem especialistas alertam para a necessidade de prevenção  e a quebra de tabus que levam ao não tratamento precoce

    O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens e deve atingir mais de 65 mil pessoas só em 2020, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), ficando atrás apenas do câncer de pele não-melanoma, que deve alcançar mais de 83 mil homens neste ano. Cerca de 15 mil homens morreram em 2018 devido a doença. Porém, os inúmeros tabus e até mesmo a preocupação de se procurar o especialista durante o período de pandemia podem ser fatores que levam os homens a não procurar por auxílio médico preventivo. Por isso, é importante a conscientização e a informação sobre novidades que tornam os tratamentos menos invasivos e mais seguros. O assunto ganha destaque neste Dia Nacional do Homem, comemorado anualmente em 15 de julho, justamente para lembrar os homens sobre a importância de cuidar da saúde. 

    De acordo com o médico urologista Fernando Leão (CRM-GO 9517), a negligência do público masculino pode resultar em um diagnóstico tardio do câncer de próstata. Portanto a avaliação periódica é o primeiro e mais importante passo. “Se a doença for diagnosticada precocemente, as chances de recuperação chegam até 90%. A ida ao urologista ajuda também a prevenir outras doenças, como o câncer de bexiga e renal”, alerta o especialista que também é membro da American Urological Association (AUA) e da Society of Robotic Surgery, ambas dos Estados Unidos, e da Société Internationale d’Urologie (SIU), do Canadá.

    A ida ao urologista é principal forma de prevenção da doença, já que a doença, em seu estágio inicial, é assintomática – não apresenta sintomas aparentes. “Os sintomas ficam mais evidentes apenas quando o câncer já está em um estágio mais avançado e, portanto, com um quadro mais difícil de ser revertido”, afirma Fernando Leão, que ainda ressalta que homens que já tiveram casos de câncer de próstata na família devem ficar mais atentos. “Esses pacientes devem ir ao especialista já aos 40 anos. Enquanto que os demais podem ir ao especialista a partir dos 50 anos. Pessoas com sobrepeso ou obesidade também devem ter mais cuidado”, completa.

    Entre os principais sintomas doença, geralmente em estágio avançado, estão a dificuldade para urinar, sangue na urina ou no esperma, diminuição do jato da urina e maior frequência de idas ao banheiro durante a noite. Já os fatores que podem prevenir o câncer de próstata são alimentação saudável – ricas em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais -, manter o peso ideal do corpo, praticar atividades físicas, não fumar e evitar o consumo de bebidas alcoólicas.

    “Os exames preventivos são os principais meios de combate à doença. Dentre eles, temos a dosagem do PSA, o toque retal, que permite identificar as alterações na próstata, exames de imagem – ultrassom, ressonância de próstata – e biópsia de próstata em casos selecionados”, detalha Leão.

    Tecnologia como aliada

    Outro fator que pode contribuir para a redução do número de mortes provocadas pelo câncer de próstata é a evolução da tecnologia. Entre as tecnologias mais recentes utilizadas para a detecção do câncer de próstata está o PET PSMA (do inglês antígeno de membrana específico da próstata), utilizado para rastrear células cancerígenas que podem estar presentes no corpo. Segundo Leão, que também é cirurgião robótico, o exame possibilita a localização de um tumor e verificar se a doença se espalhou para outros órgãos. “Ele é mais sensível que outros procedimentos de imagens convencionais. Além disso, permite diagnosticar e estadiar de maneira mais precoce os cânceres”, explica o médico urologista.

    Segundo Fernando Leão, a cirurgia robótica pode contribuir para diminuir os riscos de infecções e as dores durante e após os procedimentos cirúrgicos. “Uma plataforma mais recente do Robô Da Vinci já comercializada no exterior, a Single Port, por exemplo, é mais minimamente invasiva, pois realiza apenas um orifício para passagem de todos os instrumentais para realização da cirurgia. Além de diminuir os riscos para o paciente, deixa a região da operação esteticamente mais agradável se comparada com o procedimento tradicional”, explica Fernando Leão.

    O especialista destaca que os benefícios dessas tecnologias durante as operações cirúrgicas e no período de recuperação também são significativos. “Com a cirurgia robótica há menor risco de infecção cirúrgica, menor tempo de internação hospitalar, raramente necessita de internação em UTI ou de transfusão sanguínea, recuperação pós-operatória mais rápida e menos dolorosa”, detalha Leão.

    Outra tecnologia que tem contribuído para o avanço dos procedimentos urológicos é Vaporização Fotoseletiva de Próstata (PVP) com Laser Greenlight, usado para o tratamento da Hiperplasia Prostática Benigna (HPB), doença que atinge cerca de 80% dos homens com mais de 50 anos caracterizada pelo aumento da próstata que obstrui parcial ou totalmente a uretra. No procedimento cirúrgico, a fibra de laser é inserida pela uretra do paciente, que permite a vaporização do tecido prostático, reduzindo os tempos de internação e recuperação pós-operatória. Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), a HPB atinge cerca de 14 milhões de brasileiros.

  • 4 dicas para adotar um consumo mais consciente em casa

    Especialistas em meio ambiente afirmam que o fim dos recursos naturais da Terra está cada vez mais próximo. Alta emissão de gás carbônico no ar e o desmatamento de áreas verdes são alguns dos maiores problemas e fatores que causam essa aceleração do esgotamento.

    Mas não são apenas os grandes desastres ambientais causadores desta crise; a relação diária com o consumo e o descarte de produtos também são agentes agravantes. Assim, a demanda por iniciativas mais sustentáveis é ainda mais urgente e simples atitudes podem fazer grande diferença para o futuro da humanidade no planeta. 

    Diante deste cenário, a Embalixo, empresa líder nacional na categoria de sacos para lixo, preparou uma lista com 4 dicas para adotar um consumo mais consciente em casa. Confira abaixo:

    1- Siga a lista de compras

    Desperdício é um dos piores hábitos, tanto para a natureza quando para o ser humano. A lista de compras, com apenas o que é de de fato necessário, é uma ótima aliada, além de garantir mais economia na conta final. 

    2 – Valorize a mão-de-obra nacional e pequenos produtores

    Apoiar o comércio local traz grandes benefícios também aos consumidores, já que a emissão de gases poluentes é mais baixa, principalmente por conta do menor percurso de transporte e/ou produção manual. 

    3 – Separe o lixo para reciclagem

    É mais simples do que parece. Descarte o lixo seco, como embalagens, papéis, etc., em um recipiente separado e os molhados, que podem virar adubo, como restos de alimentos, cascas de frutas, em outro. É possível tornar o descarte ainda mais sustentável adotando sacos para lixo produzidos de forma responsável sem agredir o meio ambiente. Líder nacional na categoria de sacos para lixo, a empresa Embalixo desenvolveu produtos que são produzidos com material inteiramente reciclável, outros dois grandes exemplos são a linha Vegano, produzida com matéria prima 100% renovável com redução na emissão de gás carbônico e a linha Carbono Zero, feito de plantas e material gerado a partir da economia circular com zero emissão de carbono em todo o processo de produção, que contribuem diretamente na diminuição do aquecimento global. “Meio ambiente e sustentabilidade sempre foram pilares da Embalixo. Procuramos soluções inovadoras para facilitar o dia a dia das pessoas preservando a natureza”, explica o diretor comercial da Embalixo, Rafael Costa. 

    4 – Divulgue iniciativas sustentáveis

    Conte aos amigos, vizinhos, familiares, e mobilize todos a adotarem as práticas, ser sustentável é criar uma cultura de responsabilidade social e ambiental. Disseminar informação e sensibilizar os consumidores é o melhor caminho para fazer a diferença.

  • 9 Dicas de Cuidados com os Pets durante o Inverno

    Já estamos, oficialmente, no inverno. Em muitas regiões do país, isso significa uma queda na temperatura, com clima e ventos mais frios. Da mesma maneira que tomamos alguns cuidados com nossa saúde e com as práticas do dia a dia, nossos animais de estimação também necessitam de atenção durante esta estação do ano.

    A Médica-Veterinária Natália Lopes, Gerente de Comunicação Científica da ROYAL CANIN® e Representante do WALTHAM™ Petcare Science Institute no Brasil, separou 9 dicas que ajudarão os tutores a cuidar dos pets neste período:

    1) Comece com uma visita ao Médico-Veterinário do pet para uma avaliação geral e preventiva.

    2) Garantir que todas as vacinas estejam em dia é super importante: os cães podem tomar a vacina contra Gripe Canina. Já no caso dos gatos, a vacina essencial é a Quádrupla Felina.

    3) Diferente de nós, que costumamos sentir mais fome em dias frios, os animais não mudam este comportamento. Nutricionalmente também não requerem mudanças e, por isso, não é necessário aumentar a quantidade de alimento acreditando que o pet está sentindo mais fome. Respeite a recomendação do Médico-Veterinário ou as orientações da embalagem do fabricante.

    4) Fique atento ao peso do pet! A ideia de preguiça associada ao inverno serve apenas para os seres humanos. Por isso, promova uma rotina regular de exercícios, evitando assim o sobrepeso do animal. Evite dar petiscos e alimentos de consumo humano para não interferir na dieta e não haver riscos de sobrepeso ou até mesmo intoxicações alimentares.

    5) Embora nós, humanos, possamos achar o sofá e o edredom mais atraentes do que estar ao ar livre durante os meses de inverno, é importante que o cão mantenha uma rotina adequada de exercícios para minimizar o risco de ficar estressado, letárgico e pouco estimulado. Os filhotes de cães, em particular, podem desenvolver problemas comportamentais se não gastarem energia, como chorar, latir excessivamente, cavar, mastigar, morder ou brincar com agressividade.

    6) Deixe sempre água fresca disponível. Mesmo com um clima mais frio, é importante incentivar a ingestão de água pelos animais, seja espalhando fontes e tigelas pela casa ou modificando a dieta dos pets, incluindo mais alimentos úmidos como os sachês, que garantem que eles tenham uma boa ingestão hídrica ao mesmo tempo que nutricional.

    7) Preste atenção em sinais de que o cão pode estar sendo afetado negativamente pelo frio no inverno. Entre os sinais podem estar um tremor visível, encolhimento, patas levantando repetidamente ou tentativa constante de recolhê-las. Uma boa regra geral é: se a temperatura estiver muito fria para você, o mesmo valerá para o pet.

    8) Caso o clima da região onde mora seja mais fria, evite tosar os pelos do pet e correr o risco de deixá-lo sem sua proteção natural. Outra opção para evitar que o animal sinta frio, é disponibilizar casinhas e cobertores, assim como utilizar roupinhas sem adereços, como botões, que podem ser facilmente engolidos por eles.

    9) É recomendado diminuir a frequência de banhos durante essa estação, optando por banhar o animal apenas nos dias ensolarados, em que a temperatura está mais quente. Durante o inverno, a lavagem deve sempre ser feita com água morna e seguida de secagem.