Mortes por asfixia acidental cresceram quase 40% em três anos; crianças estão entre as principais vítimas. Especialista alerta para necessidade de prevenção e preparo da população
O simples ato de comer ou brincar pode terminar em tragédia quando não se sabe como agir diante de um engasgo. Em 2023, mais de 2 mil pessoas morreram no Brasil vítimas de asfixia por corpo estranho, segundo dados do Ministério da Saúde. Entre as vítimas, 319 eram crianças de 0 a 4 anos — uma estatística que representa quase uma morte por dia e um aumento alarmante de quase 40% em relação a 2020.
A ameaça é real em todas as faixas etárias, como mostrou recentemente o caso do artista plástico Carlos Romero, de 74 anos, que morreu após se engasgar enquanto era alimentado por uma cuidadora em Salvador, onde residia. O episódio evidencia que acidentes desse tipo não são restritos a crianças e podem ocorrer em qualquer ambiente, exigindo preparo imediato.
Asfixia por engasgo é a quarta principal causa de morte acidental em crianças menores de 5 anos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Mas a ameaça é real em todas as faixas etárias — especialmente quando falta preparo para lidar com situações de emergência.
“O engasgo geralmente acontece sem aviso: um alimento, um líquido, um pedaço de brinquedo ou até saliva”, explica o Dr. Gilberto Ulson Pizarro, especialista em Otorrinopediatria do Hospital Paulista. “Reconhecer imediatamente os sinais — como incapacidade de respirar, de falar ou de tossir — pode significar a diferença entre a vida e a morte.”
Acidentes evitáveis, consequências irreversíveis
Na maioria dos casos, o engasgo ocorre de forma rápida e silenciosa, principalmente em crianças pequenas, que ainda estão desenvolvendo os reflexos de mastigação e deglutição. Um pedaço de maçã, um grão de pipoca ou uma pequena peça de brinquedo podem se transformar em armadilhas letais.
Além dos pequenos, adultos também correm riscos — principalmente em situações de distração ou consumo de bebidas alcoólicas. Casos fatais durante refeições continuam ocorrendo em restaurantes, festas e dentro de casa, geralmente por falta de conhecimento sobre como agir corretamente.
Segundo o Dr. Pizarro, treinamento básico em primeiros socorros deveria ser parte da formação de todos, não apenas de profissionais da saúde. “Este tipo de preparo permite que qualquer pessoa possa agir com segurança e agilidade. O tempo de resposta é essencial: cada segundo conta.”
Você saberia o que fazer?
A Manobra de Heimlich — compressão abdominal usada para desobstruir as vias aéreas — é eficaz em casos de engasgo total, mas não deve ser usada em bebês menores de 1 ano. Para lactentes, recomenda-se alternar 5 tapas firmes nas costas (com o bebê de bruços sobre o antebraço, apoiando cabeça e pescoço) e 5 compressões torácicas (de barriga para cima, pressionando o meio do peito com dois ou três dedos, cerca de 4 cm). Repita até que o objeto seja expelido ou chegue ajuda. Em crianças acima de 1 ano e adultos, a Manobra de Heimlich continua sendo indicada.
“É preocupante que, mesmo com o aumento dos casos, o tema receba pouca atenção nas escolas, empresas ou meios de comunicação. É preciso falar mais sobre isso, fazer campanhas, ensinar a população. Estamos perdendo vidas por falta de preparo”, alerta o médico.
Prevenção começa em casa
Especialistas recomendam que os pais evitem oferecer alimentos de alto risco para crianças pequenas, como uvas inteiras, amendoim, balas duras e pedaços grandes de carne. Brinquedos com peças pequenas devem ser evitados, e refeições devem ser feitas com calma e supervisão.
Em ambientes públicos, como creches, escolas e restaurantes, a presença de pessoas treinadas pode salvar vidas. Instituições já promovem treinamentos em primeiros socorros, mas o alcance ainda é restrito.
“Assim como ensinamos a escovar os dentes ou a atravessar a rua, precisamos ensinar o que fazer em caso de engasgo. Não podemos tratar isso como algo raro ou imprevisível. O risco é real e está ao nosso redor o tempo todo”, conclui o Dr. Pizarro.
DICAS PARA PREVENIR O ENGASGO:
Supervisione crianças durante as refeições.
Evite brinquedos com peças pequenas para menores de 3 anos.
Corte alimentos em pedaços pequenos e adequados à idade.
Ensine as crianças a mastigar bem e comer sentadas.
Faça cursos básicos de primeiros socorros — presenciais ou online.
Zoológico de São Paulo divulga imagens do nascimento de uma das maiores corujas do mundo
Cinco filhotes nasceram entre os dias 27 de setembro e 8 de outubro; momento em que a ave quebra o ovo foi registrado por câmeras de segurança
Filhotes nasceram com cerca de 30g (Divulgação Zoo SP)
O Zoológico de São Paulo comemora a chegada de novos moradores: cinco corujas-águias (Bubo bubo), uma das maiores espécies do mundo, nasceram entre 27 de setembro e 8 de outubro. Um exame de DNA será realizado nos próximos dias para identificar o sexo das aves. As equipes registraram o instante em que os filhotes utilizaram o chamado “dente de ovo” – estrutura temporária que ajuda as aves a romper a casca.
Embora a incubação seja, em geral, responsabilidade dos pais, quando os animais são inexperientes ou pertencem a espécies ameaçadas, os biólogos da instituição recolhem os ovos para garantir o sucesso reprodutivo. No caso das corujas, por se tratar da primeira postura do casal – que chegou recentemente de um criadouro em Minas Gerais – os ovos foram mantidos sob incubação artificial, em ambiente com controle de umidade e temperatura.
Os filhotes recebem alimentação rica em proteínas e passam por monitoramento constante de peso, temperatura e desenvolvimento. Eles nasceram com cerca de 30 gramas e podem atingir mais de quatro quilos, além de chegar a 75 centímetros de altura, com envergadura de asas de até 1,80 metro.
“A coruja-águia é uma predadora de topo e exerce papel fundamental no equilíbrio dos ecossistemas, controlando populações de pequenos e médios vertebrados”, explica Fernanda Vaz Guida, chefe do setor de aves do Zoológico de São Paulo.
A espécie é nativa da Europa, da Ásia e do norte da África, e não ocorre nas Américas.
Serviço:
Promoção
Durante todo o mês de outubro, em celebração ao Dia das Crianças, a entrada será gratuita para os pequenos acompanhados de um adulto pagante. Consulte o site.
Funcionamento Zoo e Jd. Botânico: de segunda a sexta-feira das 09h às 16h (visitação até 17h) e sábados, domingos e feriados das 09h às 17h (visitação até 18h).
Simba Safari: de segunda a sexta-feira das 09h às 17h (visitação até 18h) e sábados, domingos e feriados das 08h às 17h (visitação até 18h).
Entrada pelo Zoo: de segunda a sexta-feira das 09h às 16h (visitação até 17h) e sábados, domingos e feriados das 09h às 17h (visitação até 18h).
Lavar o frango antes de cozinhar pode matar, e a ciência explica o porquê
Mais de 400 mil pessoas morrem todos os anos no mundo por intoxicação alimentar, segundo a OMS. Um dos hábitos mais perigosos da cozinha doméstica é justamente aquele que muitos acreditam ser um cuidado: lavar o frango cru.
Lavar o frango antes de cozinhar é um gesto comum e, paradoxalmente, letal.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças transmitidas por alimentos causam mais de 600 milhões de casos e 420 mil mortes por ano no mundo.
Entre as principais fontes de contaminação, está o manuseio incorreto de carnes cruas.
A especialista em segurança dos alimentos Paula Eloize alerta que, embora pareça um cuidado higiênico, o ato de lavar o frango cru espalha bactérias invisíveis por toda a cozinha.
“A água não elimina as bactérias. Ao contrário: ela carrega micro-organismos do frango para pias, louças, utensílios, bancadas e até para as mãos e roupas do manipulador”, explica Paula.
Entre os patógenos mais perigosos associados ao frango estão a Salmonella e a Campylobacter, bactérias que podem causar infecções gastrointestinais graves, febre alta, diarreia intensa e, em casos mais severos, hospitalizações e óbitos.
“Muitas pessoas acreditam que estão deixando o alimento mais limpo, mas estão transformando sua cozinha em um foco de contaminação cruzada”, reforça Paula.
O erro que custa caro: quando o cuidado se transforma em risco
Estudos internacionais mostram que as gotículas de água espalhadas durante a lavagem de carnes podem viajar até um metro de distância, contaminando superfícies, esponjas, panos e alimentos prontos para o consumo.
E a verdade é simples: nenhuma lavagem é capaz de eliminar bactérias patogênicas.
A única forma segura é o cozimento. O frango precisa atingir pelo menos 74°C para que o calor destrua os microrganismos.
“O calor é o único aliado da segurança. A água só espalha o problema”, resume a especialista.
Outros hábitos domésticos que colocam sua saúde em risco
1. Deixar alimentos prontos fora da geladeira
As bactérias se multiplicam rapidamente entre 5°C e 60°C, a chamada “zona de perigo”. Leve os alimentos prontos à geladeira em até duas horas após o preparo.
2. Usar a mesma tábua para carnes e vegetais
O corte cruzado é um dos erros mais graves. Tenha tábuas exclusivas para carnes e para vegetais.
3. Não higienizar frutas e verduras corretamente
Lave bem em água corrente e deixe de molho em solução sanitizante própria para alimentos, respeitando o tempo indicado no rótulo.
4. Consumir ovos crus ou malcozidos
Ovos crus podem conter Salmonella. Prefira ovos pasteurizados e cozidos até a gema endurecer.
5. Usar leite e derivados não pasteurizados
O leite cru pode conter Listeria e E. coli — perigosas especialmente para gestantes, idosos e crianças.
6. Manipular alimentos sem lavar as mãos
A contaminação começa nas mãos. Lave-as sempre antes e depois de tocar em qualquer alimento cru.
Quando o corpo dá o alerta
Os sintomas de intoxicação alimentar surgem entre poucas horas e alguns dias após o consumo: náuseas, vômitos, febre, diarreia e dores abdominais.
“Se houver sinais de desidratação ou sintomas persistentes, é essencial procurar atendimento médico”, orienta Paula Eloize.
A informação como ferramenta de prevenção
Mais do que uma questão de limpeza, a segurança dos alimentos é uma questão de saúde pública global.
“O conhecimento salva vidas. Pequenas mudanças no preparo e na manipulação podem evitar doenças, internações e até mortes. Segurança dos alimentos não é luxo, é responsabilidade”, conclui Paula.
Altas temperaturas exigem atenção redobrada: saiba reconhecer os sinais de hipertermia e proteger a saúde do seu pet
Com a chegada dos dias mais quentes, cresce a atenção dos tutores para os cuidados com os pets diante das altas temperaturas. Situações simples, como deixar o animal alguns minutos dentro do carro, podem se tornar perigosas. Mesmo com janelas entreabertas, a temperatura no interior do veículo sobe rapidamente, transformando-o em uma estufa. Em dias quentes, apenas 10 minutos já representam risco à vida do pet.
Assim como nós, cães e gatos sofrem com o calor excessivo, mas não regulam a temperatura tão eficientemente quanto os humanos. Sem glândulas sudoríparas, eles perdem calor principalmente pela língua e pelos coxins — as almofadinhas das patas —, o que os torna mais sensíveis. Quando a temperatura corporal ultrapassa os limites saudáveis, ocorre a hipertermia, que compromete órgãos vitais como coração, fígado e rins e pode levar à falência respiratória e convulsões.
“A hipertermia é uma emergência e precisa ser tratada como tal. Em poucos minutos, o calor pode causar danos irreversíveis ao organismo do animal, por isso o ideal é nunca deixá-lo sozinho dentro do carro ou em locais fechados”, explica Dra. Sibele Konno, diretora médica do Grupo Pet Care.
Diversos fatores influenciam essa condição, incluindo características físicas do pet, o ambiente em que está (isso vale também para o quintal sob sol intenso), a temperatura do local e o nível de atividade física. Raças de focinho achatado (braquicefálicas), como Pugs, Bulldogs e Shih Tzus, são ainda mais vulneráveis, pois têm vias respiratórias estreitas e menor capacidade de dissipar calor, dificultando a regulação da temperatura corporal.
Quais são os sinais da hipertermia?
O primeiro sinal costuma ser a respiração ofegante e intensa, especialmente em cães, mas os gatos também podem ser afetados. Essa dificuldade respiratória pode vir acompanhada de salivação excessiva, fraqueza, desorientação e letargia, quando o pet apresenta falta de energia e dificuldade para se mover ou reagir aos estímulos. Outros indicativos incluem rigidez muscular, arritmias e taquicardias. Nos casos mais graves, o animal pode apresentar vômitos, diarreia, convulsões e até perda de consciência.
O que fazer ao notar os sinais?
Se você notar sinais de hipertermia no seu pet, mantenha a calma e aja rapidamente para reduzir a temperatura corporal de forma segura, evitando complicações. Se o animal ainda estiver consciente, retire-o do ambiente quente e leve-o a um local fresco, como uma área sombreada ou um cômodo com ar-condicionado.
Ofereça água em pequenas quantidades, sem forçar a ingestão, e utilize toalhas úmidas para refrescar regiões com menos pelagem, como barriga, axilas e virilha. Também é possível borrifar água ou dar um banho em temperatura ambiente, evitando choque térmico. Durante todo o processo, entre em contato com um médico veterinário e leve o pet ao hospital o quanto antes, lembrando que a hipertermia é uma emergência que exige ação imediata.
“A prevenção é sempre o melhor caminho. Nunca deixe seu pet, nem por cinco minutinhos, fechado dentro do carro, mesmo que pareça inofensivo. O amor e o cuidado estão justamente nas pequenas atitudes que garantem a segurança deles”, conclui a especialista.
Configurações específicas ajudam a aumentar a vida útil do celular
Presentes tanto nos momentos de lazer quanto nas atividades profissionais, os smartphones já se tornaram indispensáveis na rotina dos brasileiros. Com o uso intenso, a necessidade de recarregar a bateria várias vezes ao dia é cada vez mais comum. Pensando nisso, a Xiaomi, referência em dispositivos que se destacam pela longa duração da bateria, reuniu 5 dicas práticas para ajudar a manter o celular ativo por muito mais tempo.
Desligue o bluetooth
É importante se lembrar de desativar o bluetooth quando não estiver utilizando. O bluetooth é um dos maiores responsáveis por drenar a bateria dos smartphones. Mesmo quando não está em uso ativo, consome energia para buscar dispositivos próximos e manter a conexão com os dispositivos emparelhados.
Atualizações do sistema
Outra dica é manter o software do smartphone sempre atualizado. É por meio destas atualizações que novas funcionalidades e recursos de otimização são instalados no aparelho, incluindo o desempenho da bateria.
Feche os aplicativos que estão no segundo plano
Terminou de usar um app no seu celular? A recomendação é fechar em seguida para economizar bateria. Não é necessário estar ativamente usando os aplicativos, que sobrecarregam o aparelho. Quanto mais apps abertos em segundo plano, mais rápido irá acabar a energia do smartphone devido ao uso de memória RAM, wi-fi e internet móvel.
Evite temperaturas extremas
Evitar deixar o smartphone exposto em dias de muito sol e calor excessivo é outro ponto importante. As altas temperaturas podem causar travamento, superaquecimento, carregamento lento e redução da velocidade das funções, promovendo falha no desempenho e sobrecarga da bateria. O frio extremo compartilha alguns dos sintomas causados pelo calor e o sol. As temperaturas extremas podem causar danos permanentes tanto na bateria quanto no smartphone.
Diminuir o uso de redes sociais
Às vezes passamos minutos ou até mesmo horas olhando as redes sociais, que são os aplicativos que mais consomem bateria, mesmo que esteja sendo utilizado em segundo plano. Os aplicativos de redes sociais precisam obrigatoriamente estar conectados à internet, seja através de wi-fi ou redes móveis, utilizam notificação de push, sincronização em tempo real de dados (mensagens, fotos, vídeos, etc), animações, uso de geolocalização (GPS) e muito mais. Todos esses fatores contribuem para acabar rapidamente com a bateria do celular, ou seja, o ideal é utilizar redes sociais com moderação.
Pequenos hábitos, incorporados ao uso diário, podem prolongar e muito tanto o uso do seu aparelho, quanto a vida útil da bateria. Simples ações, resultados eficientes.
Outubro Rosa Pet: câncer de mama em animais também é motivo de preocupação
Enfermidade compromete a saúde do animal de forma crônica e exige intervenções complexas que podem impactar na expectativa e qualidade de vida de cães e gatos
Assim como ocorre nos humanos, o câncer de mama é também uma das principais preocupações na saúde dos pets, em especial, cadelas e gatas, sendo a neoplasia mais comum entre as fêmeas caninas e a terceira diagnosticada em felinas. O estudo ‘Canine, Feline, and Murine Mammary Tumors as a Model for Translational Research in Breast Cancer’ (Tumores mamários caninos, felinos e murinos como modelo para pesquisa translacional no cancro da mama) conduzido por pesquisadores do Brasil, Inglaterra e Canadá, publicado na revista Veterinary Sciences, destacou a gravidade desse problema na Medicina Veterinária, reforçando a importância da conscientização, prevenção e diagnóstico precoce.
De acordo com o levantamento, os tumores mamários em cadelas e gatas apresentam semelhanças epidemiológicas, clínicas, biológicas e genéticas com as neoplasias mamárias em mulheres. A incidência de tumores mamários espontâneos é duas a três vezes maior do que a observada em mulheres e, assim como na espécie humana, os tumores mamários são raros em machos. A percentagem aproximada da doença malignas em mulheres é de 15%, enquanto em cães e gatos é de cerca de 85.
A doença em sua forma maligna caracteriza-se pelo crescimento desordenado de células mamárias, podendo invadir tecidos vizinhos e gerar metástases em órgãos como pulmões e linfonodos. Apesar de raro em machos, com incidência de apenas 1%, o problema é significativo em fêmeas. Identificar a doença em suas fases iniciais é fundamental para garantir o sucesso do tratamento e melhores prognósticos. De acordo com Patrícia Campos, coordenadora do curso de Medicina Veterinária da UniCesumar de Maringá, “os primeiros sinais geralmente incluem pequenos nódulos nas cadeias mamárias, que, mesmo indolores, podem evoluir para assimetria entre as mamas, secreções anormais e, em casos mais avançados, ulcerações cutâneas”.
Os fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de mama em cadelas e gatas são múltiplos, incluindo idade avançada, ausência ou atraso na castração, uso de contraceptivos hormonais e predisposição genética, especialmente em determinadas raças. “A influência hormonal é um dos principais fatores associados ao surgimento desses tumores. Por isso, a castração precoce é uma medida importante de prevenção, além de evitar o uso de anticoncepcionais hormonais, que podem causar alterações no tecido mamário”, complemente a docente da UniCesumar.
A prevenção também engloba hábitos simples, mas essenciais, como a palpação regular das cadeias mamárias. “Os tutores desempenham um papel crucial na detecção precoce do câncer de mama. Ao apalparem as mamas do animal com frequência e cuidado, podem identificar alterações e buscar ajuda veterinária imediatamente, aumentando as chances de sucesso no tratamento”, destaca Patrícia Campos. A realização de check-ups regulares também é imprescindível, sendo recomendada anualmente para cadelas e gatas adultas, e a cada seis meses para animais de meia-idade ou não castrados. Além disso, uma alimentação balanceada e a manutenção do peso ideal são fatores importantes para reduzir o risco da doença.
“O diagnóstico precoce é a chave para aumentar as chances de cura do câncer de mama em animais. Tumores menores e localizados têm maior probabilidade de resultados positivos em cirurgias e menor risco de metástase. Outubro Rosa Pet é uma oportunidade para lembrar que o cuidado com a saúde dos animais vai além do básico, exigindo atenção constante e medidas preventivas. Ao cuidar da saúde das nossas companheiras de quatro patas, garantimos não apenas mais anos de vida, mas também qualidade de vida”, conclui.
DER-SP inicia operação de mais 17 radares em rodovias estaduais nesta terça-feira (14) Fiscalização eletrônica reforça a segurança e amplia a cobertura em pontos estratégicos; total de equipamentos em operação chega a 352
O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-SP), órgão vinculado à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), colocará em operação, a partir de 0h desta terça-feira (14), 17 novos radares de fiscalização eletrônica em trechos estratégicos de rodovias estaduais paulistas.
Com isso, o total de equipamentos ativos nas rodovias não concedidas chega a 352; a lista completa com a localização dos pontos de fiscalização está disponível no site do DER-SP.
A medida tem o objetivo de reforçar a segurança viária, prevenir acidentes e salvar vidas, com radares instalados em trechos estratégicos e devidamente sinalizados com o limite de velocidade permitido.
Com a ativação, motoristas que trafegarem acima da velocidade máxima permitida passam a ser autuados, em uma ação que busca reduzir ao máximo o número de acidentes nas estradas paulistas.
“A instalação de radares reforça o compromisso do Governo de São Paulo com a segurança nas rodovias e com a meta de zerar os acidentes”, afirma o presidente do DER-SP, Sergio Codelo.
Os equipamentos fazem parte do contrato firmado a partir do Edital nº 145/2023, que prevê a implantação de 649 radares em pontos estratégicos dos mais de 12 mil quilômetros de rodovias estaduais não concedidas.
A escolha de cada ponto resulta de mapeamento técnico que considera fatores como histórico de acidentes, excesso de velocidade, características geométricas da via, pontos críticos e áreas com travessia de fauna.
Os demais equipamentos previstos seguem em fase de implantação, passando por testes e homologação antes de entrarem em operação.
O início efetivo da fiscalização será amplamente divulgado pelos canais oficiais do Governo, pela imprensa e no Diário Oficial do Estado de São Paulo.
Confira a localização dos 17 novos equipamentos em operação:
Lote – Rodovia – Km – Sentido – Município – Limite de velocidade
Viva a magia do Natal: 15 atrações e passeios para celebrar a temporada de festas em Nova York
Segundo a NYC Tourism + Conventions, são esperados cerca
de 8 milhões de visitantes apenas nesse período na cidade
A árvore de Natal do Rockefeller Center: visita indispensável na temporada de festas em Nova York (Crédito: Brittany Petronella/Divulgação)
A New York City Tourism + Conventions, organização oficial de promoção turística dos cinco distritos de Nova York, convida os viajantes brasileiros a embarcarem no espírito das festas de fim de ano. Nesse período, a cidade se transforma em um cenário encantado, recheado de espetáculos temáticos, exposições, cênicas instalações de luzes e uma infinidade de experiências para visitantes de todas as idades.
“Nova York ganha vida durante as festas de fim de ano como nenhum outro lugar no mundo, e este ano a emoção é ainda maior, pois celebramos o 400º aniversário da cidade”, disse a presidente e CEO da NYC Tourism, Julie Coker. “Com 8 milhões de visitantes esperados entre o Dia de Ação de Graças (celebrado em 27 de novembro) e o ano-novo, os nova-iorquinos e os viajantes desfrutarão de experiências inesquecíveis, de restaurantes e lojas a apresentações de altíssimo nível e atrações de fim de ano reconhecidas no mundo inteiro, ao mesmo tempo em que apoiam as empresas dos cinco distritos”.
Confira abaixo 15 atrações e atividades imperdíveis para quem planeja visitar Nova York no fim do ano – uma seleção especial que reúne
o melhor da cidade durante a temporada mais mágica e encantadora
do ano.
1. Desfile do Dia de Ação de Graças da Macy’s
27 de novembro | Manhattan
O evento que marca oficialmente o início do calendário natalino em Nova York chega à sua 99ª edição, trazendo impressionantes balões de hélio, carros alegóricos criativos, palhaços, grupos de performances, apresentação de trechos de musicais populares da Broadway, aparições de celebridades e muito mais. O desfile começará em seu ponto de partida tradicional, na West 77th Street e Central Park West, terminando em frente à loja principal da Macy’s na Herald Square.
2. Patinação no gelo nos rinques espalhados pela cidade
Outubro a março
Neste ano, o Wollman Rink, no Central Park, outro grande símbolo do período natalino
da cidade, chega à sua temporada de número 75 (Crédito: Billy Hickey/Divulgação)
Uma visita a Nova York na temporada de festas não fica completa sem os rodopios (ou a tentativa de fazê-los) num rinque de patinação. Neste ano, o Wollman Rink, no Central Park, comemora sua histórica 75a temporada, consolidado como uma tradição de inverno essencial da cidade e recebendo gerações de moradores e visitantes para patinar com o icônico horizonte de Manhattan como pano de fundo.
A querida vila de inverno Bank of America Winter Village, no Bryant Park, por sua vez, conta com a maior pista de patinação no gelo com entrada gratuita da cidade, além de um animado mercado natalino com mais de 180 lojas e um aconchegante bar e praça de alimentação ao lado da pista, no The Lodge. Em janeiro, o espaço fica ainda mais divertido, com a inclusão de carrinhos bate-bate na pista de gelo.
3. Compra de presentes originais e exclusivos nos mercados
de Natal
Durante toda a temporada de festas | Manhattan e Brooklyn
Union Square, um dos mercados para garimpar presentes de Natal mais diferentes e autênticos (Crédito: Jutharat-Pinyodoonyachet/Divulgação)
Os visitantes podem saborear um chocolate quente e comer waffle e outras guloseimas enquanto compram os presentes de Natal perfeitos nos mercados ao ar livre mais famosos da cidade – Union Square Holiday Market; Holiday Shops, na Winter Village do Bryant Park; e Columbus Circle Holiday Market – ou optar por passear nos mercados montados em ambientes fechados na Grand Central Holiday Fair, Brooklyn Flea e Chelsea Flea. No Upper West Side, o Grand Holiday Bazaar oferece compras indoor e ao ar livre, enquanto o Brooklyn Borough Hall Holiday Market, em Downtown Brooklyn, conta com 100 vendedores comercializando produtos locais.
4. Espetáculo Christmas Spetacular com as Radio City Rockettes
06 de novembro a 04 de janeiro | Midtown Manhattan
As apresentações das Rockettes ocorrem há nada menos do que 100 anos e são vistas
por mais de 1 milhão de pessoas a cada temporada (Crédito: MSG/Divulgação)
Um viva para a adorada e icônica tradição natalina que retorna ao palco do Radio City Music Hall para comemorar seu centenário. O espetáculo – com várias apresentações diárias, recebendo mais de 1 milhão de pessoas a cada temporada – encanta com seus trajes deslumbrantes, música alto-astral, coreografia precisa e performances inovadoras.
5. Exposição Holiday Train Show no New York Botanical Garden
15 de novembro a 11 de janeiro | Bedford Park, Bronx
A mostra enche o Conservatório Enid A. Haupt com quase 200 réplicas cintilantes de cartões postais da Big Apple feitos de materiais naturais, enquanto modelos de trens percorrem cenas e pontes emblemáticas da cidade. Os visitantes também podem apreciar a paisagem ao ar livre do belíssimo jardim botânico iluminado, além de desfrutarem das noites especiais do Holiday Train Nights, que oferecem uma experiência
mágica após o anoitecer ao combinar arte intricada e diversão para
toda a família.
6. Árvore de Natal de origami no American Museum of
Natural History
Inauguração em 24 de novembro, com exibição por toda a temporada de festas | Upper West Side, Manhattan
Tradição nova-iorquina, essa encantadora árvore de Natal conta com mais de 1.000 modelos de origami feitos à mão por artistas locais, nacionais e internacionais e é parada indispensável para aqueles que visitam o museu nesta época do ano.
7. Árvore de Natal e presépio barroco napolitano no
Met Fifth Avenue
25 de novembro a 06 de janeiro | Upper East Side, Manhattan
Mais um clássico do fim do ano em Nova York, a árvore de Natal do Met se junta a um presépio barroco napolitano montado em sua base, o qual traz figuras sacras do século 18. As peças, reunidas pela artista e colecionadora norte-americana Loretta Hines Howard, foram doadas ao museu em 1964.
8. Exibição A Christmas Carol: The Manuscript, na Morgan
Library & Museum
25 de novembro a 11 de janeiro | Midtown Manhattan
Em toda temporada de festas, a Morgan exibe o manuscrito original de Um Conto de Natal, de Charles Dickens, na Biblioteca J. Pierpont Morgan. Encadernado em couro de cabra vermelho, o manuscrito foi originalmente dado ao advogado de Dickens, Thomas Mitton, antes de ser adquirido por Pierpont Morgan na década de 1890.
9. Cruzeiros natalinos da City Cruises a bordo do Spirit of New York e do Bateaux New York
27 de novembro a 1º de janeiro | Manhattan
No Dia de Ação de Graças (27 de novembro), na véspera do Natal e no dia do Natal e ano-novo, as embarcações partem do Chelsea Piers e realizam cruzeiros pelos rios East e Hudson com entretenimento ao vivo, decoração fazendo jus ao período, refeições gourmet e, claro, vistas deslumbrantes do skyline da cidade, desfrutadas a partir dos deques internos climatizados. Os roteiros de réveillon também contam com queima de fogos e bar aberto.
10. Espetáculo The Nutcracker (O Quebra-Nozes), de George Balanchine, apresentado pelo New York City Ballet
28 de novembro a 04 de janeiro | Upper West Side, Manhattan
Bailarinas do New York City Ballet em ação num dos atos de O Quebra-Nozes, mais um
clássico da temporada de fim de ano na Big Apple (Crédito: Paul Kolnik/Divulgação)
O público é convidado a vivenciar a magia do universo de O Quebra-Nozes, de George Balanchine, da árvore de Natal iluminada aos personagens e efeitos encantadores, que tomam o palco ao som da famosa trilha sonora de Tchaikovsky. A temporada, realizada no David H. Koch Theater, no Lincoln Center, termina em 04 de janeiro com uma apresentação especial adaptada para pessoas com dificuldades de processamento sensorial, incluindo autismo, com iluminação e som ajustados.
11. Passeio para ver as luzes e os locais de gravação de filmes de Natal com a On Location Tours
28 de novembro a 31 de dezembro | Manhattan
Os participantes podem vivenciar a magia do Natal de Nova York com a On Location Tours, visitando marcos locais e pontos escondidos vistos
em filmes natalinos adorados, como Elf, Esqueceram de Mim 2 e Scrooged. Partindo de Columbus Circle, o passeio inclui paradas na Bloomingdale’s, no Rockefeller Center e na famosa pista de patinação no gelo do Bryant Park.
12. Um sem-fim de atividades no Rockefeller Center
Dezembro | Midtown Manhattan
Comemorar o Natal em Nova York significa passear e explorar todas as possibilidades oferecidas pelo Rockefeller Center. De ver a icônica árvore de Natal a patinar no gelo no rinque local, de saborear uma guloseima no Glace ou no Ralph’s Coffee a encontrar o presente perfeito em lojas como Catbird, McNally Jackson e FAO Schwarz, há algo para todos os gostos. E, claro, nenhuma visita ao Rockefeller Center está completa sem conhecer o observatório Top of the Rock, com vistas 360 graus incomparáveis da cidade e oportunidades para tirar fotos com o Papai Noel em datas e horários estabelecidos.
13. Concertos festivos no Carnegie Hall
Durante todo o mês de dezembro | Midtown Manhattan
O Carnegie Hall dá as boas-vindas às festas de fim de ano com uma série de concertos festivos. Os destaques incluem a Orquestra de Câmara de St. Luke’s tocando Corelli e Vivaldi; o programa sazonal do Princeton Nassoons; a 151ª apresentação consecutiva de Messiah (Messias) feita pela Oratorio Society of New York; a Ópera de Gala da Noite de Natal, com estrelas como Sondra Radvanovsky e Thomas Hampson; e o Concert of the Future: A Christmas Dream(Concerto do Futuro: Um Sonho de Natal), uma mistura envolvente de música clássica e sons meditativos à luz
de velas.
14. Celebração natalina com a New York Philharmonic
10 a 20 de dezembro | Upper West Side, Manhattan
A maestrina Jane Glover conduz o coro da Music of the Baroque e um elenco estelar de solistas em Messiah (Messias), de Handel, uma composição inspiradora de textos bíblicos repleta de melodias conhecidas. As famílias também podem curtir o clássico natalino Esqueceram de Mim, com a deliciosa trilha sonora de John Williams tocada ao vivo enquanto as aventuras do garoto Kevin McCallister, inesquecivelmente interpretado por Macaulay Culkin, se desenrolam na telona. Além disso, as adoradas matinês Sounds of the Season da filarmônica estão de volta, oferecendo uma amostra de músicas que têm tudo a ver com a temporada natalina.
15. Descida da bola na Times Square na virada do ano
31 de dezembro | Midtown Manhattan
A Times Square é o palco de um dos réveillons mais famosos do mundo
(Crédito: Michael Hull/Divulgação)
A descida da bola é um dos símbolos mais associados à virada do ano no mundo, e assistir a isso in loco é uma maneira emocionante e única de celebrar a chegada do ano-novo. Outra maneira de participar desse momento é enviando seus desejos pessoalmente, caso esteja na cidade, ou digitalmente para que sejam impressos nos confetes que serão lançados durante a celebração deste ano.
Titanique – O Musical: diversão, exagero e emoção no Frei Caneca
Em uma mistura audaciosa de teatro, música pop e comédia, Titanique – O Musical chega a São Paulo prometendo uma temporada pra lá de extravagante.
O espetáculo é uma paródia teatral do fenômeno cinematográfico Titanic (1997), dirigido por James Cameron, mas sob uma ótica completamente irreverente: a de Céline Dion como narradora, conduzindo o público por versões exageradas, emocionantes e humorísticas dos momentos mais icônicos do filme.
É um jukebox musical, com repertório composto por grandes sucessos de Céline Dion — como “My Heart Will Go On”, “All By Myself” e “It’s All Coming Back to Me Now”.
O estilo: besteirol, irreverência e celebração
Apesar de partir de uma tragédia, Titanique se apresenta como uma comédia exagerada — cujo estilo faz uso do “besteirol” nacional, do humor nonsense, do camp, de referências pop e muita quebra de lógica cênica. É um espetáculo que valoriza o riso como o ato principal, mesclando essa leveza com doses de emoção, tudo isso ambientado “em alto-mar”.
O diretor Gustavo Barchilon resume bem esse espírito: “Titanique é um besteirol de alto nível em alto-mar. É o riso como ato de amor. A tragédia como carnaval. Um lembrete de que, mesmo quando tudo parece afundar, a gente pode — e deve — continuar cantando.”
Serviço:
Local: Teatro Sabesp Frei Caneca – Shopping Frei Caneca, Rua Frei Caneca, 569 – 7º Piso, Consolação, São Paulo.
Sessões: sábados às 17h e às 20h / domingos às 15h e às 18h.
Duração: cerca de 110 minutos.
Capacidade do teatro: ~ 600 lugares.
Ingressos: valores variam, a partir de aproximadamente R$ 20.
Nascida em João Pessoa (PB), a Pizzaria Fettástica acaba de desembarcar em São Paulo, no charmoso bairro de Perdizes.
A proposta da casa é simples e irresistível: oferecer uma experiência acolhedora e saborosa, feita para reunir as pessoas em torno da mesa. O novo espaço traduz bem esse espírito — com um terraço descontraído e um ambiente interno que lembra uma sala de estar, com poltronas confortáveis e uma mesinha de centro que convida a longas conversas.
A ideia é descomplicar: aqui, a pizza é para comer com as mãos, sem cerimônia.
O cardápio conta com 21 sabores de pizzas (em versões de 6 ou 8 fatias), além de combos, fatias gigantes e as irresistíveis folhettas — mini pizzas de massa folhada.
Provamos as folhettas e adoramos: massa fininha, crocante e leve, com cerca de 9 cm — perfeita como entradinha. Nossas escolhas foram calabresa com cebola e frango com requeijão, ambas deliciosas.
Já as pizzas seguem a mesma linha: massa fina, bem recheada e muito saborosa. Pedimos meia carne de sol com requeijão e meia costela com barbecue — combinação perfeita!
Para fechar, as versões doces também merecem destaque. São três opções: chocolate, doce de leite e M&Ms. Provamos a de doce de leite e foi amor à primeira mordida — vem generosamente recheada, com flocos de arroz crocante que lembram um churros.
📍 Endereço: Av. Prof. Alfonso Bovero, 665 – Perdizes