Autor: agitosp

  • Celebre o Dia do Macarrão com receitas repletas de umami


    Celebrado em 25 de outubro, o Dia do Macarrão é uma ótima oportunidade para explorar novas combinações e saborear esse prato tão versátil e delicioso. Dos cogumelos salteados ao tradicional molho ao sugo, há algo em comum, o umami, quinto gosto básico do paladar humano, responsável por intensificar a experiência gustativa.

    E nada melhor do que finalizar os preparos com um bom queijo parmesão. Além de indispensável, ele está entre os alimentos mais ricos em umami, elevando ainda mais o sabor da receita. Um prato simples, que com os ingredientes certos, entrega muita deliciosidade em cada garfada.

    No clima do Dia do Macarrão, confira quatro receitas em que o gosto umami é o protagonista:
     

    PENNE INTEGRAL “ALLA PUTTANESCA”

    Tempo de Preparo: 30 minutos

    Rendimento: 4 porções

    Elaboração: Portal Umami

    Ingredientes

    • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva (30 ml)
    • 2 dentes de alho cortados em lâminas (10 g)
    • 1 lata de sardinha em pedaços (125 g)
    • 1 lata de atum escorrido (120 g)
    • 2 colheres (sopa) de alcaparras em conserva escorridas (25 g)
    • 1 colher (sopa) de azeitonas-pretas sem caroço e cortadas em rodelas (10 g)
    • 2 colheres (sopa) de champignon em lâminas (30 g)
    • 2 xícaras (chá) de polpa de tomate (400 ml)
    • 1 colher (chá) de sal (5 g)
    • 2 colheres (sopa) de manjericão picado (15 g)
    • 250 g de macarrão tipo penne integral cozido “al dente”

    Modo de preparo

    • Em uma panela média, aqueça o azeite em fogo alto e refogue o alho por 1 minuto ou até dourar.
    • Junte a sardinha, o atum, as alcaparras, as azeitonas e o champignon, e misture bem.
    • Acrescente a polpa de tomate e o sal, e cozinhe em fogo baixo, com a panela tampada, por 5 minutos. Adicione o manjericão, misture e retire do fogo.
    • Regue o macarrão, misture e sirva em seguida.
       

    ESPAGUETE COM COGUMELOS

    Tempo de Preparo: 40 minutos

    Rendimento: 4 porções

    Elaboração: Portal Umami

    Ingredientes

    • 1 pedaço de 7 cm de alga kombu
    • 1 xícara (chá) de água (200 ml)
    • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva (30 ml)
    • 1 cebola média cortada em tiras finas (150 g)
    • 300 g de cogumelos shimeji
    • 300 g de cogumelos shiitake
    • 2 colheres (sopa) de molho shoyu (30 ml)
    • 500 g de espaguete cozido “al dente”
    • 3 colheres (sopa) de manteiga sem sal gelada (45 g)
    • 4 colheres (sopa) de flocos de peixe bonito (katsuobushi)
    • 2 colheres (sopa) de alga nori cortada em tiras finas

    Modo de preparo

    • Em uma tigela, coloque a alga kombu de molho na água por 10 minutos. Transfira para uma panela pequena e leve ao fogo baixo por 20 minutos, tendo o cuidado para não deixar ferver. Retire do fogo e reserve.
    • Em uma panela média, coloque o azeite e leve ao fogo médio para aquecer. Junte a cebola e refogue por 1 minuto ou até ficar transparente.
    • Adicione os cogumelos e refogue-os por 5 minutos ou até começarem a murchar. Acrescente o caldo de alga kombu reservado e o molho shoyu. Cozinhe por 3 minutos, para que os cogumelos soltem seu sabor natural.
    • Retire do fogo, junte a manteiga e mexa até derreter. Acrescente o espaguete cozido e misture até envolver o macarrão pelo molho.
    • Distribua o katsuobushi e o nori por cima, e sirva em seguida.
       

    TALHARIM AO SUGO

    Tempo de Preparo: 30 minutos

    Rendimento: 4 porções

    Elaboração: Portal Umami

    Ingredientes

    • 500 g de tomates maduros sem pele e sem sementes picados
    • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva (30 ml)
    • 1 cebola média picada (150 g)
    • 2 dentes de alho picados (10 g)
    • meia colher (chá) de sal (2,5 g)
    • meia colher (chá) de glutamato monossódico AJI-NO-MOTO® (2 g)
    • meio pacote de macarrão tipo talharim cozido (250 g)

    Modo de preparo

    • No copo do liquidificador, coloque metade do tomate e bata até obter um suco. Reserve.
    • Em uma panela média, coloque o azeite e leve ao fogo alto para aquecer. Junte a cebola e o alho, e refogue por 3 minutos ou até que dourem ligeiramente.
    • Acrescente o tomate restante e deixe cozinhar em fogo baixo, com a panela semitampada, por 10 minutos ou até desmanchar parcialmente.
    • Adicione o tomate batido, o sal e o glutamato monossódico, e cozinhe em fogo médio por 5 minutos.
    • Retire do fogo, regue o macarrão e sirva em seguida.

    Dica: se preferir um molho mais encorpado, acrescente 2 colheres (sopa) de extrato de tomate.

    BOLINHO DE MACARRÃO

    Tempo de Preparo: 30 minutos

    Rendimento: 4 porções

    Elaboração: Portal Umami

    Ingredientes

    • 1 e meia xícara (chá) de sobras de macarrão cozido com o molho
    • 2 colheres (sopa) de farinha de trigo
    • 1 colher (sopa) de cebolinha-verde picada
    • 1 cenoura pequena ralada
    • 1 ovo
    • meia colher (chá) de sal
    • meia colher (chá) de AJI-NO-MOTO®

    Modo de preparo

    • Sobre uma tábua, coloque o macarrão e pique em pedaços menores. Transfira para uma tigela grande, junte a farinha de trigo, a cebolinha-verde, a cenoura, o ovo, o sal e o AJI-NO-MOTO®, e misture.
    • Com o auxílio de 2 colheres (sopa), modele os bolinhos e frite em imersão, em óleo não muito quente, por 3 minutos ou até dourarem. Escorra em papel-toalha e sirva em seguida.
  • Aprenda a não errar na hora de fazer massas

    Parece fácil, mas não é: aprenda a não errar na hora de fazer massas

    Sabor, técnica e um pouquinho de poesia direto da cozinha curitibana. Chef Cesar Rissetti Valerio traz dicas infalíveis para não errar a receita de um bom macarrão

    No Ponte Vecchio, tradição e sabor se encontram na ponta do garfo. E o chef Cesar Rissetti Valerio, à frente da casa há 30 anos, garante: fazer uma boa massa é como conduzir uma orquestra, onde cada ingrediente entra na hora certa e qualquer descuido desafina o resultado. 

    “A massa perfeita não precisa de truques. Só de respeito ao tempo e à simplicidade”, resume o chef, que traz dicas para a receita de um macarrão perfeito. 

    Veja o passo a passo:

    1. A alquimia da água e do sal

    Parece banal, mas tudo começa ali, na quantidade de água e sal. 

    Use pelo menos um litro de água para cada 100 gramas de massa. E sal? “Salgue como se fosse água do mar”, diz César, que completa “isso tempera a massa de dentro pra fora”. 

    2. Óleo? Nem pensar!

    Nunca coloque óleo na água. “Ele impede que o molho ‘grude’ depois na massa”, pontua o profissional.

    3. Al dente, sempre

    O relógio pode ser um guia, mas o verdadeiro termômetro é o dente, não tem jeito. 

    A dica do chef, nesse ponto, é: leia o tempo indicado na embalagem, mas prove sempre antes de escorrer. A textura firme é o que dá vida ao prato. 

    Truque de mestre: guardar meia xícara da água do cozimento. “Essa água é poesia líquida, pois contém amido, sabor e o poder de unir tudo num só gesto”.

    4. Misture a massa ao molho, não o contrário

    Aqueça o molho, adicione a massa já escorrida e um pouco de água do cozimento – que você separou no passo anterior. Mexa bem até a massa “absorver” o molho, e não deixe o molho só por cima.

    5. O grand finale: frigideira, fogo e instinto

    Terminou de cozinhar? Agora é hora de transformar o simples em sublime. 

    Massa, molho e um fio da água do cozimento se reencontram na frigideira, fogo baixo, mexendo até que os aromas falem por si. O resultado é puro Ponte Vecchio: “isso ‘casa’ todos os sabores e deixa o prato profissional”, finaliza César.

    DICA EXTRA para fazer um “aglio e olio” inesquecível:

    “Spaghetti alho e óleo não precisa ser sem graça: use alho dourado no azeite, finalize com pimenta calabresa e salsinha fresca”. Quer impressionar?  O chef recomenda adicionar camarões ou cogumelos salteados. 

    “Na Itália, dizem que quem acerta a massa entende de amor. E aqui, a gente entende dos dois”, finaliza o chef.

  • Enjoo no carro? Saiba como controlar a cinetose

    Enjoo no carro? Saiba como controlar a cinetose, doença que causa mal-estar durante viagens

    Especialista explica principais causas e orienta o que fazer ao se sentir enjoado durante deslocamentos no transporte ou em veículos de passeio

    Se ao entrar no carro, transporte público ou em barcos você sente náuseas, tontura e passa mal, saiba que isso tem nome: cinetose. Este tipo de mal-estar é ocasionado por um desequilíbrio entre as informações que o corpo recebe da visão, do ouvido interno e do sistema nervoso central. De acordo com a Associação de Transtornos Vestibulares dos Estados Unidos, entre 25% a 40% da população mundial sofre com algum nível de cinetose.

    Segundo o otorrinolaringologista da Rede de Hospitais São Camilo, Dr. Augusto Abrahão, a condição é comum e pode afetar pessoas de todas as idades. “A cinetose ocorre quando o cérebro recebe sinais conflitantes sobre o movimento. Por exemplo, quando alguém está lendo dentro de um carro em movimento, os olhos veem algo parado – o livro – , mas o ouvido interno sente o balanço do veículo. Essa discrepância é o que desencadeia o enjoo”, explica o especialista.

    Como evitar o enjoo durante viagens

    Entre as medidas preventivas, o médico destaca alguns cuidados simples que podem reduzir o desconforto:

    • Escolha bem o assento: em veículos, dê preferência aos bancos dianteiros; em navios, escolha as áreas centrais; e em aviões, procure assentos próximos às asas, onde há menos oscilação.
    • Evite ler ou usar telas durante o trajeto: focar em objetos fixos dentro do veículo pode piorar a sensação de desequilíbrio.
    • Mantenha o olhar no horizonte: observar um ponto fixo à frente ajuda o cérebro a alinhar as informações visuais com o movimento.
    • Prefira refeições leves: antes de viajar, evite alimentos gordurosos ou pesados. Comer pequenas porções e se manter hidratado também ajuda.
    • Ventilação é importante: o ar fresco pode aliviar a náusea. Se possível, mantenha uma janela aberta ou use o ar-condicionado.
    • Faça pausas em trajetos longos: levantar, caminhar e respirar profundamente pode amenizar os sintomas.

    Tratamentos e quando procurar um médico

    Para quem sofre frequentemente com o problema, existem medicações específicas para prevenir ou tratar a cinetose, que devem ser indicadas por um médico. “Antieméticos (remédios para controlar enjoo) podem ser úteis em alguns casos, mas o uso deve ser orientado por um profissional para evitar efeitos adversos”, alerta o Dr. Augusto.

    Além disso, técnicas de respiração e controle da ansiedade podem auxiliar pessoas que ficam apreensivas antes de viagens. A reabilitação vestibular, que consiste em exercícios focados na recuperação e na estabilização do nosso equilíbrio/labirinto, tem um papel fundamental no tratamento da cinetose e de outras labirintopatias. Em casos persistentes, o especialista recomenda uma avaliação detalhada com um otorrinolaringologista, que poderá investigar se há alterações no equilíbrio/labirinto.

    Com atenção a esses cuidados e orientação médica quando necessário, é possível viajar com mais conforto e reduzir significativamente os sintomas da cinetose. Pequenas mudanças de hábito, como escolher bem o assento e manter o corpo bem alimentado e hidratado, podem fazer toda a diferença para quem costuma enjoar em movimento – garantindo que o trajeto seja tranquilo do início ao fim.

  • Vermifugação de filhotes é fundamental para a saúde

    Vermifugação de filhotes é fundamental para a saúde e o desenvolvimento adequado dos cães

     

    Parasitas internos são um problema comum nos atendimentos veterinários e dentre eles destacam-se principalmente os que habitam o trato gastrointestinal. Com isso, a vermifugação é um dos cuidados mais importantes para a saúde dos pets nos primeiros meses de vida.

    “Muitos filhotes podem nascer com vermes intestinais ou serem expostos a eles logo após o nascimento, já que a transmissão pode ocorrer da mãe para o filhote durante a gestação (via placentária) ou até mesmo pelo leite, via amamentação”, explica a médica-veterinária Manuela Soares, coordenadora de produtos da linha pet da Syntec.

     

    De acordo com a especialista, esses vermes podem prejudicar o desenvolvimento e causar diversos problemas, como diarreia, vômitos e perda de peso. Além disso, representam risco para a saúde pública, já que são eliminados pelas fezes e podem infectar humanos. “Por esses motivos a vermifugação deve começar nas primeiras semanas de vida. Recomendamos que seja feita por volta dos 21 dias, pois ela atua evitando que os parasitas se multipliquem e provoquem sintomas ainda mais graves.”

     

    Após a primeira dose do vermífugo, são necessárias mais duas doses com intervalos de 3 semanas cada. “Fazendo isso está coberta a fase de amamentação, impedindo a proliferação de vermes que possam ter sido absorvidos pelo leite da mãe caso ela não tenha sido vermifugada como medida profilática”, ressalta Manuela. O desmame dos filhotes normalmente é iniciado por volta do 45º dia de vida.

     

    “Além de auxiliar na proteção do filhote, a vermifugação precoce contribui para a saúde coletiva ao interromper o ciclo de transmissão e reduzir os riscos de infecção tanto para outros pets quanto para os seres humanos”, destaca a coordenadora da Syntec.

     

    Pensando nisso, a Syntec desenvolveu o vermífugo Multitec, produto com amplo espectro de ação à base de praziquantel, pirantel e oxantel. Ele é recomendado para cães a partir de 21 dias e combate as formas adultas e larvais dos principais cestoides e nematoides (ancilostomídeos e ascarídeos). Em caso de suspeita de infecção, o tutor deve procurar um veterinário.

     

  • Primavera agrava alergias respiratórias

    Primavera agrava alergias respiratórias: veja como proteger o ar dentro de casa

    Rinite, asma e conjuntivite alérgica tendem a piorar nesta época. Ambientes fechados, bem filtrados e com ar-condicionado em dia podem ser aliados


    A primavera é celebrada como a estação das flores, mas, para quem sofre de alergias respiratórias, ela traz um cenário menos encantador. A maior liberação de pólen no ar, somada à queda na umidade e ao aumento das temperaturas, favorece o surgimento de crises de rinite, asma, bronquite e até conjuntivite alérgica, condições que afetam milhões de brasileiros nesta época do ano.

    Segundo a otorrinolaringologista Cristiane Passos Dias Levy, especialista em alergias respiratórias do Hospital Paulista, os atendimentos relacionados a sintomas alérgicos aumentam consideravelmente nesta estação.

    “Com a polinização mais intensa e o ar mais seco, as partículas alérgicas permanecem em suspensão por mais tempo. Isso agrava quadros de rinite alérgica, asma e até conjuntivite. Muitas vezes, os pacientes não percebem a relação direta entre os sintomas e a estação do ano”, explica a médica.

    Ambiente doméstico também exige atenção

    Mesmo longe de áreas com vegetação intensa, o pólen pode entrar em casa pelas janelas ou se fixar em roupas, calçados, móveis estofados e objetos têxteis. Além disso, outros agentes alérgenos típicos da vida doméstica, como ácaros, poeira e mofo, também se intensificam em ambientes mal higienizados ou com ventilação inadequada.

    Para minimizar a exposição a esses fatores, uma das medidas recomendadas é manter os ambientes internos bem fechados e com o ar filtrado — algo que o ar-condicionado pode oferecer, desde que utilizado da forma correta.

    “O ar-condicionado pode ser um grande aliado porque permite manter janelas fechadas e, ao mesmo tempo, promove a circulação e filtragem do ar. Com a manutenção em dia, o aparelho ajuda a reter partículas em suspensão, inclusive poeira e pólen”, afirma Romenig Bastos, supervisor de Pesquisa & Desenvolvimento da Gree Electric Appliances, líder mundial em vendas de ar-condicionado.

    A empresa oferece aparelhos com filtros de carvão ativado e sistemas de múltiplas camadas, além de modelos com tecnologia de autolimpeza, que inibe a proliferação de mofo e bactérias no interior do equipamento. O cuidado contínuo, no entanto, é indispensável.

    “A limpeza dos filtros deve ser feita com frequência — em geral, a cada 15 ou 30 dias, dependendo do uso. Um filtro sujo compromete a qualidade do ar e pode agravar os sintomas alérgicos, em vez de aliviá-los”, destaca Bastos.

    Alívio começa dentro de casa

    Reduzir o contato com alérgenos é uma das estratégias mais eficazes para controlar os sintomas. Isso inclui manter a casa sempre limpa, evitar o acúmulo de poeira em tapetes, cortinas e bichos de pelúcia, e reduzir a exposição a produtos com cheiro forte ou componentes voláteis.

    “É possível, sim, passar pela primavera com menos crises. Para isso, o ambiente precisa estar limpo e o ar, bem cuidado. O uso adequado do ar-condicionado pode fazer parte dessa rotina preventiva, desde que acompanhado de medidas simples, como a limpeza regular e o controle de umidade”, reforça a Dra. Cristiane Passos.

    Ela lembra que, embora os aparelhos de ar-condicionado não tenham função específica de purificar o ar, seus sistemas de filtragem podem atenuar a exposição a partículas que desencadeiam ou agravam alergias, desde que estejam limpos e em bom estado de conservação.

    Primavera exige preparo

    A estação mais florida do ano também pode ser a mais difícil para quem convive com doenças respiratórias. Mas a prevenção começa dentro de casa. Controlar o ambiente, filtrar o ar e manter uma rotina de cuidados são atitudes simples que fazem diferença no dia a dia.

    “Não se trata de eliminar o pólen ou os ácaros completamente, mas sim de reduzir ao máximo o contato com essas substâncias. Isso já ajuda muito na qualidade de vida de quem é alérgico”, finaliza a médica do Hospital Paulista.

  • Como a alimentação do seu pet influencia na longevidade e vitalidade

    Especialista de Nestlé Purina destaca como antioxidantes, proteínas de qualidade e ingredientes funcionais ajudam na qualidade de vida dos cães e gatos

    O envelhecimento dos cães e gatos tem se tornado uma preocupação crescente para tutores e profissionais veterinários. Com os avanços na medicina e na nutrição animal, os pets vivem cada vez mais e demandam cuidados nutricionais específicos para manter saúde e bem-estar ao longo dos anos. Acompanhando essa tendência, neste dia mundial dos animais, Amanda Lopes, médica veterinária da Nestlé Purina, destaca a importância da nutrição preventiva e explica como uma dieta balanceada auxilia a qualidade de vida de cães e gatos. 

    Segundo a Abinpet, o Brasil é o 3º maior mercado pet do mundo e observa uma tendência crescente de produtos premium e funcionais, refletindo a preocupação dos tutores com a longevidade e qualidade de vida de seus animais. Estudos conduzidos pelo Purina Institute mostram que cães com alimentação controlada viveram em média cerca de 2 anos a mais de vida e apresentaram menor prevalência de doenças crônicas como a osteoartrite. Já em gatos, pesquisas de longo prazo apontaram que uma dieta enriquecida com antioxidantes, ácidos graxos e prebióticos proporcionou até 1,5 ano a mais de vida, preservando a condição corporal e a imunidade. 

    Com o avanço da idade, os pets sofrem alterações metabólicas, redução da massa muscular, maior risco de obesidade, desgaste das articulações e perda de eficiência digestiva. Cães e gatos precisam, em média, de 40 nutrientes diários em suas refeições, de acordo com a AbinPet.  

    “Não são todas as rações que atendem às necessidades específicas de cada animal. A dieta ideal deve respeitar a fase de vida e incluir proteínas de qualidade, fibras, antioxidantes e nutrientes funcionais. Isso auxilia na prevenção dos sinais de envelhecimento e reforça a qualidade de vida dos pets”, orienta Amanda Lopes, Gerente de informação Veterinária de Nestlé Purina. 

    Na prática, cada nutriente exerce um papel essencial, como: 

    • Proteínas nobres: preservam a massa muscular e apoiam o metabolismo. 
    • Ácidos graxos essenciais (ômega 3 e 6): promovem pele saudável e pelagem brilhante, além de ação anti-inflamatória. 
    • Antioxidantes naturais (vitaminas C e E, selênio, carotenoides): combatem os radicais livres e fortalecem a imunidade. 
    • Glucosamina e condroitina: protegem articulações e mantêm mobilidade. 
    • Fibras naturais: melhoram a digestão e equilibram a microbiota intestinal. 
    • Minerais como cálcio e fósforo: essenciais para ossos e dentes fortes. 

    A veterinária também traz dicas práticas para os responsáveis dos animais: escolha alimentos adequados à fase de vida do pet; faça a transição alimentar de forma gradual para evitar desconfortos digestivos; prefira produtos que indiquem claramente fontes de proteína e ingredientes funcionais; consulte o veterinário periodicamente para ajustar dieta, peso e saúde do animal; e evite oferecer alimentos caseiros sem orientação profissional. 

    “A ciência mostra que escolhas nutricionais corretas significam mais tempo de qualidade com nossos companheiros. E é isso que todo tutor deseja: compartilhar mais anos de saúde e bem-estar com seus pets.”, conclui Amanda Lopes. 

  • Receita para o Halloween: cupcake proteico

    O Halloween está chegando! Que tal entrar no clima da data — comemorada em 31 de outubro— preparando uma receita nutritiva, saborosa e com um toque assustadoramente divertido?

    O Cupcake Proteico de Halloween, desenvolvido pelo time de nutricionistas da Herbalife, é uma opção nutritiva, perfeita para quem quer festejar sem pesar na consciência!

    Ela é preparada com o Shake sabor Chocolate Sensation e o Shake sabor Coco, que fornecem boas doses de proteína, fibras, 23 vitaminas e minerais, além dos crispies proteicos crocantes Protein Crunch. O resultado é um cupcake delicioso com 18 gramas de proteínas por porção e apenas 178 calorias. Confira!

    Cupcake Proteico de Halloween

    Rendimento: 8 unidades

    Tempo de preparo: 35 minutos

    Informações nutricionais por unidade:

    Calorias: 178 kcal

    Proteínas: 18 g

    Fibras: 4,8 g

    Ingredientes: 

    12 colheres (sopa) de Shake sabor Chocolate Sensation¹

    12 colheres (sopa) de Shake sabor Coco¹

    6 colheres (sopa) de NutreV²

    2 ovos médios 

    1 xícara (chá) de água

    2 colheres (chá) de fermento químico

    1 banana-prata cortada em rodelas para decorar

    2 colheres (sopa) de Protein Crunch³ para decorar

    Modo de preparo:

    Em um bowl, coloque o Skake Chocolate Sensation, metade do NutreV, 1 ovo, metade da água, metade do fermento, misture bem com o auxílio de um fouet e reserve. Repita a operação em outro bowl usando o Shake Coco e o restante dos ingredientes.

    Despeje 1 ½ colheres de sopa de cada massa em forminhas de papel já inseridas em uma forma de cupcake ou muffin e leve ao forno a 180°C por cerca de 20 minutos.

    Retire do forno e, depois que esfriar um pouco, decore com as rodelas de banana e Protein Crunch.

    Dica: fica lindo com chapeuzinho de bruxa ou miniaranhas no topo do bolo.

    ¹Pó para o preparo de bebida para controle de peso sabor chocolate sensation/coco. Este produto pode ser usado em receitas; para utilizar como substituto de refeição, prepare conforme o rótulo. Somente quando preparado conforme o rótulo, o produto entrega todos os benefícios nutricionais, de qualidade e segurança.

    ²Alimento com proteína isolada de soja fortificado com vitamina e mineral.

    ³Alimento de proteína isolada de soja sabor chocolate.

    Para saber mais sobre os produtos da Herbalife, acesse www.herbalife.com.br. Leia atentamente o rótulo antes de consumir os produtos.

    Como adquirir os produtos Herbalife 

    Os produtos Herbalife são comercializados exclusivamente por distribuidores independentes. Eles também estão disponíveis nos EVSs (Espaços Vida Saudável) – procure o mais próximo de você – e para compra online direto da Herbalife por meio do programa Cliente Premium, que oferece descontos progressivos, entrega em domicílio, promoções exclusivas e todo o serviço personalizado do distribuidor independente (para quem se interessar).  Para se cadastrar como Cliente Premium, acesse o site https://clienteherbalife.com.br ou fale com um distribuidor independente Herbalife. O distribuidor independente é livre para definir seu próprio preço de venda para os clientes.

  • Rachaduras no banheiro? dicas práticas para resolver e evitar o problema

    Rachaduras no banheiro são frequentes, por conta da umidade, e pedem cuidados especiais

    As rachaduras nas paredes do banheiro são um dos problemas mais comuns nas residências e é também um dos que mais geram dúvidas. Por se tratar de um ambiente úmido e com grandes variações de temperatura, o banheiro exige atenção redobrada na hora da manutenção das paredes, revestimentos e acabamentos. Pensando nisso, a Telhanorte, pertencente a um dos maiores grupos de lojas de construção do Brasil, dá dicas de como resolver e evitar o problema.

    Identifique o tipo de rachadura

    As fissuras superficiais, finas como um fio de cabelo, podem ser causadas por dilatação térmica ou umidade. Já as rachaduras mais profundas ou que formam “mapas” na parede podem indicar infiltrações ou movimentação estrutural e exigem avaliação profissional.

    Corrigindo infiltrações antes de reparar a parede

    Não adianta apenas aplicar massa ou tinta. Se houver vazamentos no encanamento, falhas no rejunte ou problemas na impermeabilização, a rachadura voltará. É  essencial verificar o rejunte dos azulejos, o box e o sifão do lavatório.

    Uso de materiais adequados para áreas úmidas

    É indicado optar por massas acrílicas (nunca PVA) e tintas impermeáveis ou epóxi. Esses produtos resistem melhor à umidade e evitam o reaparecimento das fissuras.

    Reforçando a impermeabilização

    Antes do acabamento, a dica é utilizar mantas líquidas ou produtos impermeabilizantes específicos para banheiros. Esse cuidado ajuda a proteger a alvenaria da umidade constante.

    Investimento em ventilação e manutenção

    Ambientes mal ventilados acumulam umidade, o que favorece mofo e deterioração da parede. É necessário manter janelas abertas sempre que possível e fazer manutenção preventiva dos rejuntes e revestimentos.

    Dica extra: parece óbvio, mas quando se trata de reformas ou obras, economizar pode resultar em dor de cabeça no futuro. Por isso, a dica é contratar profissionais especializados e usar produtos de qualidade. Uma execução bem-feita com produtos confiáveis é o melhor investimento contra rachaduras futuras.

    “Nem toda fissura é sinal de problema estrutural. Muitas vezes, trata-se apenas de dilatação natural dos materiais ou de falhas na impermeabilização”, conclui Ana Paula Terras, responsável pelo Programa Obra Prima, da Telhanorte.

  • Fruteira ou geladeira? Descubra o segredo para ter frutas sempre fresquinhas 

    Nutricionista do Divino Fogão explica por que algumas devem ficar separadas na geladeira para não acelerarem o amadurecimento das demais 

    Na hora de organizar as frutas em casa, é comum surgir a dúvida: o que pode ficar na fruteira e o que precisa ser guardado na geladeira? A resposta faz diferença não só na durabilidade, mas também no sabor e na qualidade dos alimentos. Segundo a nutricionista do Divino Fogão, Jéssica Benazzi, o modo de armazenamento influencia diretamente no amadurecimento e misturar algumas frutas pode acelerar demais esse processo. 

    “Algumas frutas, como maçã, banana e abacate liberam etileno, um gás natural que estimula o amadurecimento. Quando ficam próximas de frutas mais sensíveis, como morango ou uva, acabam fazendo com que elas estraguem mais rápido”, explica a nutricionista. 

    Frutas que podem ficar na fruteira 

    Bananas, maçãs, abacates, mamões, mangas, pêssegos e peras devem ser mantidos fora da geladeira enquanto estiverem verdes ou firmes. “Essas frutas amadurecem melhor em temperatura ambiente. Depois de maduras, podem ir à geladeira para conservar por mais tempo”, orienta Jéssica Benazzi. 

    Frutas que devem ir à geladeira 

    Morango, uva, ameixa, kiwi, melancia (após cortada), melão (após cortado) e frutas vermelhas no geral devem ser armazenadas sob refrigeração. “Esses alimentos são mais sensíveis ao calor e à umidade. O ideal é guardá-los em potes de vidro ou plásticos bem fechados, de preferência forrados com papel toalha, para reduzir a umidade e evitar o mofo”, recomenda. 

    A nutricionista do Divino Fogão ainda concede algumas dicas que podem auxiliar na conservação. Separe as frutas maduras das verdes, pois isso evita que as maduras acelerem o amadurecimento das demais. Evite lavar antes de guardar, já que a umidade favorece o aparecimento de fungos. Neste caso, lave apenas antes de consumir. Use a gaveta da geladeira, ela mantém a umidade e a temperatura mais estáveis, ideais para a maioria das frutas. Congelar algumas porções já cortadas ajuda a aproveitar melhor frutas como banana, manga, uva, morango e abacate que podem ser usadas em vitaminas e sobremesas. “Cuidar da forma de armazenar as frutas é uma maneira simples de evitar o desperdício e garantir o consumo de alimentos sempre frescos, saborosos e nutritivos”, finaliza. 

  • Exposição sobre o imaginário dos kimonos

    Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil inaugura exposição sobre o imaginário dos kimonos

    Exposição inédita faz homenagem aos 130 anos da Amizade entre Brasil e Japão, propondo uma viagem fascinante pelas cores, formas, símbolos e memórias dos kimonos que acompanharam os imigrantes japoneses em toda sua trajetória no Brasil

    Em celebração aos 130 anos do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre o Brasil e o Japão, o Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil, mantido pela Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social – Bunkyo, apresenta a exposição “Tecendo Histórias: O imaginário dos Kimonos, uma viagem pelas cores, formas e memórias preservadas do Museu”, uma homenagem à beleza, à tradição e à memória preservada nas vestes que atravessaram gerações de imigrantes japoneses.

    A mostra será exibida a partir de 23/10 até 14/12, no Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil (Rua São Joaquim, 381, 9º andar), e também no Pavilhão Japonês (Parque do Ibirapuera – portão 10), de 23/10 a 23/11.

    O projeto reúne cerca de 25 kimonos selecionados pela curadora Emiko Nakashima e pela produtora Leika Morishita, distribuídos entre os espaços expositivos do Museu da Imigração Japonesa e também no Pavilhão Japonês. 

    Considerado um dos mais ricos e representativos conjuntos de trajes tradicionais japoneses fora do Japão, a coleção de kimonos do Museu será mostrada em sua essência, seguindo uma rigorosa curadoria.

    Cada peça carrega histórias singulares — de casamentos, celebrações familiares, presentes recebidos de parentes no Japão ou trajes de apresentações teatrais e de trabalho, que acompanharam os primeiros imigrantes — revelando a trajetória da comunidade nipo-brasileira e seu profundo vínculo com a cultura ancestral.

    Os visitantes poderão apreciar kimonos cerimoniais, trajes masculinos e femininos, vestimentas infantis e roupas de uso cotidiano, em uma narrativa que percorre os ciclos da vida e das estações. As peças, cuidadosamente preservadas e documentadas, compõem um retrato sensível da fusão entre a tradição japonesa e a experiência do imigrante no Brasil.

    Para complementar o projeto, o Museu lançará também o catálogo da mostra, registrando com fotografias de H.T. Nobre, a beleza e o valor histórico de muitas das peças que não puderam ser expostas, mas que compõem o rico acervo de kimonos. O catálogo estará disponível para venda no próprio Museu, em dezembro, com parte da renda revertida para ações de conservação e pesquisa do acervo.

    “Mais do que vestimentas, os kimonos são testemunhos de afeto, identidade e continuidade cultural. Cada um deles guarda a memória de uma família, um momento e uma história, que hoje compartilhamos com o público brasileiro”, afirma Roberto Yoshihiro Nishio, presidente do Bunkyo.

    A exposição faz parte do Plano Anual de Atividades do Bunkyo, projeto viabilizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei Rouanet, e marca também o início das comemorações dos 70 anos de fundação do Bunkyo, instituição que desde 1955 atua como referência na preservação e difusão da cultura japonesa no Brasil e mantém o Museu como espaço de memória, pesquisa e intercâmbio cultural.

    Serviço:

    Ministério da Cultura e Bunkyo apresentam:

    Exposição: Tecendo Histórias: O Imaginário dos Kimonos

    Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil

    Período: de 23 de outubro a 14 de dezembro de 2025

    Local: Rua São Joaquim, 381, 7º, 8º e 9º andares – Liberdade, São Paulo/SP

    Horário: terça a domingo, das 10h às 16h

    Ingressos: R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia entrada) – 4ª feira – gratuito

    Informações: www.bunkyo.org.br/museu-historico | @bunkyodigital | @museumhijb

    Pavilhão Japonês – Parque do Ibirapuera

    Período: de 23 de outubro a 23 de novembro de 2025

    Local: Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – São Paulo/SP (Portão 10)

    Horário: quinta a domingo, das 10h às 17h

    Ingressos: R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia entrada) – 5ª feira – gratuito Informações: www.bunkyo.org.br/pavilhao-japones | @pavilhao_japones

    Patrocínio Master: Toyota

    Patrocínio: Banco Sumitomo

    Apoio: Denso, Mitsui &Co, Niterra

    Parceria: On

    Realização: Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social – Bunkyo, Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil e Pavilhão Japonês