Autor: agitosp

  • Cistite em gatos – Causas, sintomas e tratamento

    CISTITE EM GATOS: CAUSAS, SINTOMAS E TRATAMENTO

    O veterinário da Total Alimentos, Marcello Machado, explica as causas, sintomas e tratamento para essa afecção que provoca muitas dores nos felinos

    A cistite em gatos é um problema urinário bastante comum que provoca muita dor e incômodo ao felino. Trata-se de uma inflamação na bexiga que pode ter origem em diferentes questões ou até ocorrer por causa desconhecida. “Além disso, a doença pode desencadear outros distúrbios no sistema urinário e, se não tratada adequadamente, motiva complicações graves”, explica o médico veterinário da Equilíbrio e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado.

     

    Em geral, a ocorrência dessa enfermidade é mais frequente em animais machos entre dois e seis anos. “A identificação da cistite felina acontece por meio de exame clínico, testes de urina e exame de imagem, sendo importante que, ao fechar o diagnóstico, sejam identificados os possíveis agentes causadores do problema”, explica o médico veterinário.

     

    Causas da cistite em gatos

    Diferentemente da maior parte dos animais, as bactérias não são os principais causadores da cistite em gatos. É mais comum que o aparecimento da patologia tenha relação com fatores como:

     

    • idade;
    • alimentação incorreta;
    • baixa ingestão de água;
    • doenças anteriores;
    • obesidade;
    • estresse.

     

    Gatos estressados, ansiosos e agressivos sofrem alterações no sistema endócrino, neurológico e de defesa do organismo, e isso aumenta a predisposição do pet ao desenvolvimento de cistite. Nesses casos, o diagnóstico é mais complicado e requer uma análise mais detalhada sobre cada sintoma.

     

    “A cistite causada por estresse ocorre quando o animal vive em um ambiente sem condições adequadas para o desenvolvimento saudável e não recebe os cuidados necessários referentes a alimentação, saúde, atenção e higiene”, conta Machado.

     

    Ainda existem casos de cistite idiopática, em que o agente causador é desconhecido.

     

    Sintomas da cistite em gatos

    Quanto mais cedo a patologia for identificada, menos o felino sofrerá com os sintomas e menores as chances de complicações. Para isso, é fundamental manter uma rotina de acompanhamento veterinário e ter atenção às mudanças de comportamento do animal. Caso note algum dos sintomas de cistite em seu animal de estimação, procure a orientação de um especialista para realizar exames detalhados:

     

    • periúria;
    • dor ao urinar;
    • sangue na urina;
    • diminuição na quantidade da urina;
    • urina com odor forte.

     

    Qual a melhor ração para cistite em gatos?

    Os felinos diagnosticados com cistite devem receber medicação recomendada pelo veterinário e ter cuidados especiais com a ingestão de água e alimentação. A melhor ração para gato com cistite deve ter quantidades reguladas de sódio, magnésio e fósforo.

     

    “Equilíbrio Veterinary Urinary foi desenvolvida para oferecer um auxílio no tratamento da cistite, pois proporciona uma nutrição completa ao animal e tem uma formulação específica para não sobrecarregar o sistema urinário”, indica o médico veterinário da Equilíbrio.

     

    Essa ração para gatos possui qualidade super premium, baixo teor de proteínas e pH urinário adequado, tudo para cuidar da saúde do trato urinário do felino.

  • Saiba como é feito um ensaio newborn

     

    Por trás de lindas fotos é necessário higiene, produção e muito preparo profissional

     

    Registrar os primeiros dias de vida de um bebê é eternizar uma recordação para a vida toda. Pequenos gestos, espontaneidade e o olhar do fotógrafo são detalhes que retratam o melhor do ensaio, mas para se chegar a um resultado final de encher os olhos de quem vê, é preciso muito preparo profissional, cuidados com a higienização de ambientes e objetos e, também, o estilo fotográfico trabalhado.

    Abaixo, conheça os segredos do ensaio newborn (recém-nascidos) e acompanhe como é feita a produção de uma sessão fotográfica com bebês que acabaram de chegar ao mundo:

    1-   Higienização

    Antes mesmo de o bebê chegar é preciso preparar o ambiente. Não apenas para recém-nascidos, mas para bebês de qualquer idade, o espaço onde acontecerá o ensaio deve ser higienizado corretamente. “A limpeza é feita com água e produtos neutros, além de álcool gel a 70%. A assepsia do ambiente é fundamental para a segurança do bebê e dos profissionais envolvidos na sessão”, explica o fotógrafo Roni Sanches.

    2-   Objetos e acessórios

    Conhecidos como “props”, os acessórios e objetos que são utilizados nas sessões devem estar todos a mão, pois facilita a sua rápida manipulação durante as fotos. Esses também merecem cuidados especiais. “Itens como toucas, laços e adornos em geral são higienizados imediatamente após um ensaio realizado, além das cenografias. Após esta etapa, são separados por gênero menino ou menina e ficam disponíveis para os pais terem a liberdade de escolher o que gostariam de usar no bebê, gerando fotos diferentes”, explica Sanches. “Acessórios de qualidade e bem produzidos dão um toque especial a qualquer ensaio”, completa.

    3-   Iluminação

    Luz natural é sempre inspiração para ensaios infantis, principalmente de recém-nascidos. Por isso, priorizar o período em que serão realizadas as fotos é um grande truque para um resultado ainda mais bonito. “Nos dias mais escuros e chuvosos, a iluminação artificial pode ser usada. A opção que usamos é a light cold de quatro lâmpadas, que ajuda a simular a luz do dia e o resultado é bem parecido com o natural”, comenta Sanches.

    4-   Manipulação do bebê

    Higienizar as mãos frequentemente é item obrigatório nos ensaios fotográficos. Na hora de lavar as mãos, fazê-la com água e sabão antisséptico e, após secar as mãos, espalhar uma pequena quantidade de álcool gel a 70% sobre mãos e punhos, é recomendação para todos os profissionais. “Também é utilizado luvas de vinil para manipular os bebês durante o ensaio e máscaras cirúrgicas”, explica a artista plástica do Estúdio Roni Sanches, Adriana Sanches.

    5-   Tempo ao Tempo

    Um registro aqui, outro ali e o bebê acorda para mamar ou trocar a fralda. Fazer o ensaio no tempo do bebê é um dos segredos para não deixá-lo agitado. Além disso, esses intervalos também podem gerar importantes registros fotográficos espontâneos. “O bebê é quem conduz o ensaio. É um book afetivo, em que a interação entre mãe, pai e filho é muito estimulada e rende fotos lindas”, explica Adriana.

    6-   Olhar artístico

    Os melhores momentos são os espontâneos, um bocejo, um carinho dos pais, um sorriso. “Nossas inspirações são construídas a partir da história de cada família que nos procura. A chegada de um bebê sempre vem carregada de emoções que, muitas vezes, são retratadas nas fotos. A sensibilidade do fotógrafo para registrar o conceito do que é passado em uma história, faz com que o registro seja eternizado em pequenos detalhes, de uma produção delicada a um olhar fotográfico rápido e sensível”, afirma Roni Sanches. 

    O fotógrafo Roni Sanches é especializado em fotos de recém-nascidos, bebês e crianças com mais de 1 mil ensaios realizados. Mais informações: www.ronisanches.com

  • Febre amarela: especialista explica a doença e como evitá-la 

     

    Transmitida por mosquito, a enfermidade pode ser evitada com vacinação e alguns cuidados especiais em regiões de alto risco

     

    A febre amarela tem chamado a atenção de várias regiões do País nos últimos dias. A doença infecciosa, que é transmitida por mosquitos e que pode causar hemorragia de órgãos do corpo, é chamada de “febre amarela”, porque em casos graves, a pele fica de cor amarela.

     

    A febre amarela é transmitida aos seres humanos pela picada de mosquitos infectados, principalmente, das espécies Aedes aegypti (o mesmo da dengue em áreas urbanas, na forma doméstica) e Haemagogus (em áreas florestais, na forma silvestre). Ambas são causadas ​​pelo mesmo vírus. A febre amarela silvestre acontece quando insetos de áreas florestais se infectam picando primatas portadores da doença (como o macaco, por exemplo) e podem transmitir a um humano que visite esse ambiente. Já a urbana ocorre quando um humano infectado anteriormente pela febre amarela silvestre a transmite para pernilongos urbanos, como o Aedes aegypti, que a espalham.

     

    A infectologista Christianne Takeda, do Hapvida Saúde, diz que os sintomas da febre amarela devem ser observados. “A pessoa doente pode ter febre, dor de cabeça, icterícia (amarelidão do corpo), dor muscular, náuseas, vômitos e fadiga.   Uma pequena proporção de pacientes que contraem o vírus apresentam sintomas graves e aproximadamente metade deles morre no período de 7 a 10 dias”, explica.

     

    A especialista ressalta que, além da vacinação, medidas de prevenção de picadas de mosquitos devem ser tomadas. Os insetos que transmitem a febre amarela geralmente são ativos durante o dia. Por isso, algumas medidas podem ser tomadas em regiões de alto risco:

    • Use um repelente de mosquitos contendo DEET ou icaridina;
    • Use roupas de cor clara e de mangas compridas quando estiver ao ar livre;
    • Evite que os mosquitos entrem em sua acomodação mantendo as portas / telas fechadas;
    • Use um mosquiteiro à noite se pernilongos estiverem presentes.

     

    Vacina

    A febre amarela é prevenida por uma vacina extremamente eficaz, que é segura e acessível. Uma única dose é suficiente para proteção ao longo da vida. A vacina é segura e oferece proteção efetiva de 90% em 14 dias e 99% em 30 dias para pessoas vacinadas.   Com poucas exceções, a vacinação é recomendada para todos os viajantes para países ou áreas onde há alto risco de transmissão da febre amarela ou para moradores de regiões em que estejam vivendo “surtos” da doença.

     

    Tratamento

    Atualmente, não existe um medicamento antiviral específico para tratar a febre amarela, mas cuidados específicos para combater a desidratação, insuficiência hepática e renal, e febre melhoram os resultados. “Nos casos de pacientes infectados, o tratamento de suporte precoce feito em hospitais melhora as taxas de sobrevivência”, explica a infectologista.

  • Verão: sol, calor e maior risco para doenças oculares, inclusive nas crianças

    Grupo Hospital de Olhos Brasil (HOBrasil) alerta para a importância do uso de óculos de sol para proteção contra os raios UVA e UVB

    Férias e verão, tudo junto e misturado. Sem dúvidas, a estação do ano mais divertida para adultos e crianças que buscam praias, piscinas, parques de diversão, além de circularem por festas com grandes aglomerações.  Especialista do Grupo HOBrasil alerta, no entanto, que os cuidados com os olhos nessa época do ano devem ser redobrados, pois é nesse período que há maior incidência de doenças oculares como conjuntivite, olho seco, alergias e transtornos ocasionados pela exposição excessiva à radiação solar.

    Para ajudar a prevenir essas doenças, o uso de óculos de sol com proteção total contra a radiação solar que bloqueiam entre 99% e 100% os raios UVA e UVB, é essencial. O oftalmologista Rogério Farsoni do HOBrasil da Bahia lembra que os pais geralmente têm dois ou três óculos de sol, mas permitem que as crianças saiam de casa sem qualquer proteção ocular. “Os efeitos dos raios ultravioleta UVA e UVB não atingem apenas adultos, são nocivos e acumulativos também para as crianças e os bebês”.

    O especialista explica que uso de óculos escuros em crianças muito pequenas é uma questão controversa e explica que, como a criança não nasce com a visão totalmente desenvolvida, o uso frequente de óculos escuros antes dos três anos de idade pode causar alterações nesse desenvolvimento, no que se refere, principalmente  à diferenciação de cores e luminosidade. “Nesses casos, podemos lançar mão da utilização de outras alternativas para criar essa barreira física, como viseira, chapéu com aba larga ou boné”, sugere Farsoni.

    Dentre as doenças oculares causadas pelo  excesso de radiação solar, estão o carcinoma da conjuntiva, um tumor maligno que pode atingir a camada superficial do olho; a pinguécula, uma lesão amarelada e pouco elevada que se forma na conjuntiva, próxima à córnea; o pterígio, formação espessa e vascularizada da conjuntiva que avança sobre a córnea; a ceratite, inflamação da córnea; a catarata, a retinopatia solar, lesão na retina causada pela exposição direta dos olhos ao sol por período prolongado; e a degeneração macular, doença degenerativa da retina que provoca perda progressiva da visão central.

    De acordo com Farsoni, os pais devem criar o hábito e incentivar os filhos desde a idade apropriada a usar os óculos de sol, uma vez que os efeitos da radiação ultravioleta são cumulativos.

    A orientação é usar regularmente óculos de sol, boné, chapéu, protetor solar, e evitar a exposição excessiva ao sol, principalmente entre 10h e 16h. Dr. Farsoni ressalta que é fundamental a consulta ao oftalmologista para orientação sobre a escolha dos óculos escuros para cada paciente e dá algumas dicas:

    ·         Em primeiro lugar, levar em consideração se os óculos serão usados no dia a dia, na prática de esportes ou na praia. Isso pode auxiliar na escolha do modelo, tamanho da armação, cor e tipo de lente por exemplo

    ·         Observar se os óculos possuem proteção contra os raios UVA e UVB

    ·         Adquirir o produto em uma loja de confiança e, que tenha o certificado de origem

    ·         Levar a criança na hora da compra dos óculos para se ter a certeza do melhor formato para o rosto e conforto para o uso.

    Conjuntivite

    Praias e piscinas cheias levam ao aumento de casos de conjuntivite no verão.  oftalmologista Farsoni explica que podem surgir três tipos de conjuntivite, que é a inflamação da conjuntiva (membrana transparente que recobre a esclera, ou melhor, o branco do olho) nesta época; a bacteriana, desencadeada pelo contato direto com pessoas contaminadas; a viral que é mais frequente e propagada principalmente em ambientes de grandes aglomerações, ou indiretamente através do contato com objetos (toalhas e lençóis por exemplo) previamente tocados por uma pessoa contaminada; e a conjuntivite alérgica, ocasionada por ácaros ou algo que cause irritação dos olhos, como o cloro da piscina ou o protetor solar, por exemplo.

    O médico ressalta que os sintomas mais comuns, dependendo do tipo de conjuntivite são: olhos vermelhos, coceira, secreção ocular, lacrimejamento, aumento da sensibilidade à luminosidade, sensação de areia nos olhos e inchaço das pálpebras. Na bacteriana, a secreção é mais amarelada e abundante e, na viral é mais esbranquiçada e aquosa. “É importante procurar um especialista para a orientação correta de tratamento. Usar um colírio que achou bom, apenas por ter lido sobre ele na internet, pode piorar o caso e trazer mais desconforto”, alerta.

    De acordo com o especialista, ao detectar o problema o ideal é manter as mãos limpas, não coçar os olhos, evitar ambientes com muitas pessoas, não compartilhar colírio, toalhas, fronhas ou maquiagem, fazer compressas de água fria e procurar o seu oftalmologista para avaliação e definição da melhor conduta para o caso. Olho seco evaporativo e ceratite, inflamação na córnea que atinge mais pessoas que usam lente de contato, também acometem muitas pessoas no período de calor.

  • Chegou a época para trocar os óculos de sol

    Conheça as linhas que prometem ser as atrações da temporada de verão
    Os óculos de sol da Sillhouette são cheios de charme e estilo

    Dezembro e janeiro são os meses em que as ópticas registram maior procura para troca de óculos de sol. No entanto, ainda são muitos os brasileiros que negligenciam o tema. Segundo um levantamento do Instituto Penido Burnier com 814 entrevistados entre 25 e 65 anos, somente 45% protegem realmente os olhos do contato com a luz solar.

    Diante dessa realidade, a escolha do modelo ideal para curtir a temporada de verão envolve não só uma questão de estilo, mas também de segurança. A empresa austríaca Silhouette, líder mundial na produção de óculos de alto padrão, apresenta suas coleções de óculos de sol, sob medida para desfrutar da estação mais quente do ano e se preocupar apenas em relaxar.

    As armações são constituídas de materiais de alta tecnologia – o titânio e o SPX+, um polímero extremamente leve e exclusivo. “Trata-se de uma formulação mais resistente e flexível em comparação com o acetato, possibilitando a proteção total contra os raios UVA e UVB”, argumenta o diretor da marca no Brasil, Luiz Pissutto.

    Confira as dicas da Silhouette para curtir o sol sem medo e na moda.

    Explorer
    A nova linha representa uma interpretação inovadora e sofisticada do estilo aviador, inspirada no espírito dos anos 50. O diferencial está no encaixe de duas lentes, que causa a impressão de que os óculos têm aro. As lentes podem ser substituídas por outras de cor diferente ou mesmo por lentes de grau.

    Style Shade
    Com cinco diferentes formatos e três combinações de cores, o adaptador solar funciona como uma máscara e foi projetado para ser fixado aos óculos de grau – confira o vídeo demonstrativo no YouTube. A composição tem 87% de filtro de luz azul, o que garante uma visão clara.

    Urban Sun
    Esta linha surge em dois modelos – um masculino e outro feminino. Leves e resistentes, as armações proporcionam o conforto e a durabilidade ideal para enfrentar a exposição solar. Unem elegância e minimalismo.

     

  • Especialista esclarece dúvidas sobre febre amarela

     

    Infectologista explica como identificar a doença que atingiu mais de 700 pessoas entre dezembro de 2016 e agosto de 2017

    A febre amarela é uma doença infecciosa febril e de gravidade variável. A doença, que pode se manifestar com febre alta, calafrios, cansaço, dores no corpo e até náuseas, possui dois ciclos distintos de transmissão: silvestre e urbano. No silvestre, os primatas não humanos, como os macacos, são os principais hospedeiros e os vetores são mosquitos com hábitos silvestres. Nesse ciclo, o homem participa como um hospedeiro acidental ao ter contato com áreas onde os mosquitos habitam. Já no urbano, a transmissão ocorre a partir dos mosquitos Aedes Aegypti (mesmo da dengue) infectados que picam o homem.

    No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, entre dezembro de 2016 e agosto de 2017, 777 casos foram confirmados e 261 pessoas morreram em decorrência da febre amarela. Segundo Hermes Higashino, infectologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, a vacina é a principal ferramenta de prevenção e controle da doença. “A vacina contra a Febre Amarela é gratuita e está disponível nos postos de saúde em qualquer época do ano. É contraindicada para gestantes, crianças com menos de nove meses de idade, pessoas com o sistema imunológico debilitado e alérgicas a gema de ovo. Neste caso, ao visitar áreas suscetíveis, é recomendado o uso de repelente, camiseta e calça compridas, meias e luvas.”

    De acordo com Hermes, é importante ficar atento aos primeiros sintomas que são: início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo, náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza. “A maioria das pessoas melhora após estes sintomas iniciais. No entanto, cerca de 15% apresentam um breve período de horas a um dia sem sintomas e, então, desenvolvem uma forma mais grave da doença. Nesses casos, o paciente pode apresentar sintomas como: febre alta, icterícia (a pele e os olhos ficam amarelos), hemorragia (de gengivas, nariz, estômago, intestino e urina) e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos.

    Procurar um médico assim que surgirem os primeiros sintomas deve ser a primeira atitude, pois muitos desses indícios podem ser confundidos com outras doenças como dengue e gripe. “O tratamento consiste em controlar os sintomas e prevenir complicações. É recomendado fazer repouso, ingestão abundante de água, boa alimentação e reposição sanguínea, quando indicado. Além disso, após a cura, não há riscos de reinfecção”, explica o infectologista.

    No Hospital São Camilo, as equipes administrativas e assistenciais participam de campanhas internas de vacinação, como forma de prevenção e controle da doença. A ação tem o intuito de conscientizar os funcionários para que também incentivem amigos e familiares a buscarem a vacina. Além desta medida, médicos, enfermeiros e demais funcionários, recebem todo o tipo de informação e treinamento, por meio dos diversos veículos de comunicação interna, para que tenham condições de prevenir e identificar possíveis casos que cheguem até às Unidades da Rede. 

    As ações ainda contemplam ampla distribuição de folders informativos para todos que circular pelas Unidades, explicando o que é a Febre Amarela, bem como seus sintomas, os possíveis tratamentos e as formas de prevenção. Este material é distribuído no  Pronto-Socorro Adulto, Centro Médico e SADT das Unidades da Rede. Além disso, o São Camilo também utiliza suas páginas nas redes sociais para informar todos os seguidores sobre a doença. 

    Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo
    A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo é composta por três modernos hospitais que fazem parte da história da capital paulistana: Pompeia, Santana e Ipiranga. Excelência médica, qualidade diferenciada no atendimento, segurança, humanização e expertise em gestão hospitalar são seus principais pilares de atuação. As Unidades têm capacidade para atendimentos eletivos, de emergência e cirurgias de alta complexidade, como transplantes de medula óssea. Hoje, a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo presta atendimento em mais de 60 especialidades, oferece ao todo 685 leitos e um quadro clínico de mais de 3,7 mil médicos qualificados. Seus hospitais possuem importantes acreditações internacionais, como a da Joint Commission International (JCI), renomada acreditadora dos Estados Unidos reconhecida mundialmente no setor, a Acreditação Internacional Canadense e a da ONA (Organização Nacional de Acreditação). A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo faz parte da Sociedade Beneficente São Camilo, uma das entidades que compreende a Ordem dos Ministros dos Enfermos (Camilianos), uma entidade religiosa presente em mais de 30 países, fundada pelo italiano Camilo de Lellis, há mais de 400 anos. No Brasil, desde 1928, a Rede conta com expertise e a tradição em saúde e gestão hospitalar.

     

  • Apneia do sono é fator de risco para o AVC

    A apneia destrutiva do sono, caracterizada pela interrupção da respiração enquanto se dorme, além de prejudicar o descanso, é também fator de risco para o desenvolvimento de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). De acordo com o neurologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Tiago Sowmy, o problema é acompanhado por outras complicações.

    O distúrbio interfere em hábitos de vida e aumenta a possibilidade de arritmia cardíaca. “Há uma maior tendência em pessoas com apneia terem hipertensão ao longo da vida. Durante o período de parada da respiração no sono, pode ocorrer uma alteração dos batimentos cardíacos, que também é um fator de risco para o AVC”, complementa.

    Segundo estudos do Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP), a prevalência de distúrbios do sono em pacientes com AVC isquêmico é de aproximadamente 75% e com AVC hemorrágico, de 60%.

    O sono ruim ainda contribui para uma sequência de outros problemas. Sowmy também esclarece que dormir mal é um ponto inicial para o surgimento de cefaleia – dor de cabeça, aumento da fome e, consequentemente, de peso.

    O neurologista reforça que hábitos de vida saudáveis podem auxiliar na prevenção do AVC. Entre as mudanças necessárias estão atividade física regular e uma boa alimentação. Também é preciso, de acordo com Sowmy, controlar a hipertensão, diabetes e o peso para evitar o aumento de chances de ter a doença.

  • Conheça os mitos e verdades sobre a escovação dentária

    Existem vários erros e falsas verdades que acabam comprometendo a saúde bucal

     

    Escovar os dentes é um ato que vai muito além da estética. Um sorriso bonito acompanhado de um hálito fresco transmitem segurança e são considerados um ótimo cartão de visitas, podendo abrir muitas portas. Porém, apesar de parecer um processo relativamente simples, existem vários erros e falsas verdades que envolvem o ato de higienização e acabam comprometendo a saúde bucal.

     

    “Não escovar os dentes da forma correta pode acarretar muitos problemas, como o mau hálito, retração gengival, acúmulo de placa bacteriana, entre outros. Pouco adianta a pessoa realizar a escovação três vezes ao dia se o processo não for feito adequadamente”, afirma Rosane Menezes Faria, dentista da Caixa Seguradora Odonto.

     

    Foi pensando exatamente sobre a questão, que a especialista listou alguns mitos e verdades sobre a escovação. Confira:

     

    Enxaguantes bucais substituem a escovação

    Mito. Rosane destaca que os enxaguantes bucais possuem por grau representativo de importância dentro do processo de higienização bucal, mas, em hipótese alguma, substituem a escovação. “O enxaguante bucal é um agente auxiliar. Sozinho, sem a escovação e o fio dental, ele praticamente não tem utilidade nenhuma”.

     

    A troca de escova deve ser frequente

    Verdade. Dentista da Caixa Seguradora Odonto, conta que o ideal é trocar a escova a cada três meses. Porém, esse período pode ser maior ou menor, pois depende de fatores como o cuidado e a força dispensada na escovação. “Quando a escova fica velha, as cerdas perdem a eficiência e é necessário um aumento da força na hora de escovar os dentes, o que pode prejudicar a dentição e causar problemas como a gengivite e desgaste dental, por exemplo. Também é preciso observar se não há presença de fungos na escova”, alerta.

     

    A higienização noturna é a mais importante

    Verdade. Durante o sono, a salivação diminui e pode ser até interrompida, o que, aliado ao ambiente úmido e com pouca movimentação, causa um aumento considerável da proliferação de bactérias presentes na boca. “Além disso, o uso de creme dental com flúor na escovação noturna resulta em maior redução da evolução das bactérias em relação à escovação pela manhã. Isso acontece  porque no período noturno o flúor tem maior capacidade de repor os minerais que são perdidos durante todo o dia”, esclarece Rosane.

     

    O modelo da escova não possui nenhuma influência sobre a eficácia da escovação

    Mito. A especialista conta que apesar de poucas pessoas darem importância ao modelo da escova de dente, o mesmo interfere diretamente na eficácia da escovação. “O correto é optar por uma escova com cabeça pequena, arredondada e de cerdas macias, principalmente para quem tem abertura pequena na boca. A interdental, que é caraterizada pela cabeça extremamente fina e cônica, além de possuir menos cerdas na comparação com a escova ‘comum’, é perfeita para quem usa aparelho, já que limpa entre os dentes e por dentro dos brackets. Escovas com cerdas médias e duras devem ser descartadas”, explica.

     

    Existe uma forma correta de escovar os dentes

    Verdade. De acordo com a dentista, o ideal é que a escova seja apoiada suavemente sobre a superfície dos dentes em um ângulo de 45 graus, com a metade das cerdas recobrindo a superfície dental e a outra metade envolvendo a gengiva. “Sem pressionar a cabeça da escova de forma exagerada, a recomendação é fazer movimentos circulares durante aproximadamente cinco segundos em cada uma das superfícies dos dentes. É fundamental seguir uma sequência contínua, dente a dente, para não esquecer nenhuma parte ou possível nicho de retenção de placa bacteriana. Outra dica é não se esquecer de escovar a língua e gengiva, pois o acúmulo de placas nessas regiões podem passar para os dentes”.

     

    É preciso usar grande quantidade de pasta dental

    Mito. Ao contrário do que muitos pensam, colocar bastante creme dental não é um sinônimo de boa higiene. “A quantidade recomendada de pasta de dentes a cada escovação é a correspondente ao tamanho de um grão de ervilha. Quando a pessoa exagera na quantidade de creme dental, a chance de engolir esse excesso aumenta consideravelmente. Quem já passou por tal experiência, sabe que não é nada agradável, além de ser um desperdício de creme dental. Além disso, existe o fato de o indivíduo querer se livrar do excesso de pasta dental, já que, normalmente, ela arde na boca. A ação mecânica da escova é muito mais importante que a ação química das pastas dentais, conclui.

  • Os primeiros dentinhos chegaram! Saiba o que esperar nessa fase

    Segundo especialista, mordedores gelados e uma dose extra de paciência podem ajudar a superar o nascimento dos primeiros dentes

     

    O nascimento dos primeiros dentes de um bebê é sempre um momento de muitas dúvidas. Qual é a hora certa dos dentinhos nascerem? Será que é muito cedo? Será que é muito tarde? É normal ter febre? Essas são apenas algumas das perguntas que surgem das mamães de primeira viagem nessa hora.

    Segundo Jorge Huberman, pediatra e neonatologista do Hospital Albert Einstein e do Instituto Saúde Plena, os primeiros dentes a se desenvolverem são os incisivos centrais inferiores, que não têm uma data exata para aparecerem, já que cada organismo pode reagir de um jeito diferente. Por isso que esse é um momento de muitas dúvidas. “Via de regra, os primeiros dentes começam a nascer a partir dos seis meses. Mas, é muito comum que alguns bebês desenvolvam a dentição mais cedo, a partir do quarto ou quinto mês de vida, assim como também podem surgir apenas mais perto dos doze meses de idade. Essa variação é absolutamente normal”, explica.

    Para o especialista, antes de o primeiro dentinho resolver despontar o organismo do bebê já apresenta alguns sinais de que isso pode acontecer em breve. “Os primeiros sintomas podem aparecer até um mês antes do primeiro dente nascer. Neste período, as gengivas ficam inchadas e avermelhadas, começam a coçar e incomodar. O bebê também passa a babar bastante, já que a erupção dos dentinhos causa salivação excessiva”, relata.

    Já na hora de estourar a gengiva, os sintomas se intensificam e costumam incomodar mais a criança, mas os sintomas podem variar. “É importante lembrar que cada organismo reage de um jeito. Tem bebês que não tem sintoma nenhum, outros podem ter mais alterações fisiológicas neste período. É bastante comum que a erupção dos dentinhos venha acompanhada de uma febre fraca, já que em alguns casos o nascimento dessa estrutura pode desencadear um processo inflamatório no bebê. Distúrbios gástricos e diarreias também são bastante comuns. Além desses sintomas, também é normal que a criança apresente dificuldade para dormir, falta de apetite, choro excessivo e irritabilidade”, detalha Jorge Huberman.

    De acordo com o pediatra, geralmente, os sintomas desaparecem em poucos dias, logo que o dente fura a gengiva, mas algumas dicas simples podem ajudar a amenizar dos sintomas. “Uma boa opção é congelar aqueles mordedores de gel. As temperaturas baixas costumam amenizar o incômodo. Massagear e coçar a gengiva do bebê também pode ajudar, assim como pressionar a gengiva com uma gaze embebida em soro fisiológico.”

  • Universal Orlando lança nova experiência de projeção mapeada no Castelo de Hogwarts

    EXPERIÊNCIA DE PROJEÇÃO MAPEADA “THE NIGHTIME LIGHTS AT HOGWARTS CASTLE” ESTÁ CHEGANDO AO THE WIZARDING WORLD OF HARRY POTTER NO UNIVERSAL ORLANDO RESORT

    Esta mágica transformação do Castelo de Hogwarts trará as quatro casas da Escola de Magia e Bruxaria Hogwarts e estreia oficialmente em 31 de janeiro, continuando em noites selecionadas ao longo do ano

    Os visitantes poderão ver antecipadamente esta nova experiência durante “A Celebration of Harry Potter 2018”, em 27 e 28 de janeiro

    Convocando todos os Grifinórias, Corvinais, Lufa-Lufas e Sonserinas…

    Pela primeira vez na história do Universal Orlando Resort, os visitantes poderão celebrar o orgulho das suas casas de Hogwarts emuma nova experiência de tirar o fôlego – The Nighttime Lights at Hogwarts Castle –, que estreia em 31 de janeiro, quarta-feira, e continuará em noites selecionadas ao longo de todo o ano de 2018.

    Quando a noite cair no The Wizarding World of Harry Potter – Hogsmeade, no parque Universal’s Islands of Adventure, uma projeção mapeada de última geração, combinada a efeitos especiais e luzes, irá envolver o castelo de Hogwarts em um espetáculo deslumbrante, que irá celebrar as quatro casas de Hogwarts – Grifinória, Corvinal, Lufa-Lufa e Sonserina.
    Os visitantes irão assistir com fascínio aos elementos icônicos e espíritos de cada casa que ganharão vida no majestoso castelo – tudo programado com músicas incríveis baseadas nas canções originais dos filmes de Harry Potter.

    Essa será a segunda experiência de projeção mapeada que o Complexo Universal Orlando realiza no The Wizarding World of Harry Potter – Hogsmeade. Durante as festas de fim de ano, a Universal lançou o “The Magic of Christmas no Castelo de Hogwarts”, que deu vida a momentos natalinos incríveis inspirados na série Harry Potter. Ambas as experiências foram também realizadas no Universal Studios Hollywood.

    O “The Nighttime Lights no Castelo de Hogwarts” fará sua estreia oficial no Universal Orlando Resort no dia 31 de janeiro, quarta-feira, e acontecerá em noites selecionadas ao longo do ano – mas os visitantes do parque podem ver antecipadamente essa nova experiência nos dias 27 e 28 de janeiro, durante “A Celebration of Harry Potter 2018”. A experiência acontecerá continuadamente a cada noite, tendo início ao anoitecer.

    “The Nighttime Lights no Castelo de Hogwarts” está programado para acontecer entre 31 de janeiro e 5 de fevereiro e entre 7 e 12 de fevereiro. Datas adicionais serão anunciadas futuramente em www.universalorlando.com.br.

    Sobre o Universal Orlando Resort

    O Universal Orlando Resort é o destino único de férias, e é parte da família NBCUniversal Comcast. Há mais de 25 anos, o Universal Orlando tem criado férias épicas para toda a família – experiências incríveis que colocam os visitantes no centro de histórias e aventuras poderosas.

    Os três parques temáticos do Universal Orlando, Universal Studios Florida e Universal’s Islands of Adventure e Universal’s Volcano Bay, abrigam algumas das mais emocionantes e inovadoras atrações em parques temáticos do mundo, entre elas The Wizarding World of Harry Potter-Hogsmeade e The Wizarding World of Harry Potter-Diagon Alley. Os hotéis dentro do Complexo Universal Orlando – Loews Portofino Bay Hotel, the Hard Rock Hotel, Loews Royal Pacific Resort, Universal’s Cabana Bay Beach Resort e Loews Sapphire Falls Resort – apresentam um total de 5.600 quartos e são destinos em si mesmos. Seu complexo de entretenimento, o Universal CityWalk, oferece opções de restaurantes e entretenimento para todos os integrantes da família.

    O Universal Orlando Resort lança consistentemente experiências inéditas para seus visitantes, incluindo atrações poderosas, restaurantes incríveis e hotéis magnificamente temáticos. Já estão abertos o Universal’s Volcano Bay, uma experiência inteiramente nova de parque aquático temático, e Race Through New York Starring Jimmy Fallon, uma atração imersiva e interativa no parque Universal Studios Florida.

    O Universal Orlando Resort faz parte da NBCUniversal, uma companhia da Comcast. Siga-nos no nosso Blog, Facebook, Twitter,Instagram e YouTube.

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