Autor: agitosp

  • Extraiu o dente do siso? Veja quais são os cuidados recomendados para você

     

    Dentista dá dicas sobre repouso, alimentação e higienização após a realização do procedimento

    Apesar de causar certo medo em muitas pessoas, no geral, a extração do dente siso é considerado um procedimento simples pelos dentistas. A cirurgia é segura e, sendo realizada por um profissional capacitado, tem tudo para ser um sucesso. Segundo Rosane Menezes Faria, dentista da Odonto Empresas, do grupo Caixa Seguradora, a extração só deve ser feita nos casos em que o dente atrapalha o alinhamento da arcada ou cause algum tipo de inflamação. “Mesmo sem ter uma função específica, se estiver posicionado corretamente, a pessoa pode conviver com ele sem maiores problemas”, afirma.

    No entanto, para quem precisa fazer o procedimento, existem certos cuidados que precisam ser tomados para que não aconteça nenhum tipo de complicação no pós-operatório. E quais seriam essas preocupações?

    Para esclarecer as principais, a especialista listou algumas recomendações. Confira:

     

    Alimentação

    A alimentação após a cirurgia, especialmente nos primeiros três dias, deve ser exclusivamente líquida para evitar infeccionar e irritar o local. Os movimentos de sucção também estão proibidos neste primeiro momento. “Posteriormente, já é recomendado o início de uma dieta pastosa, mas sempre evitando a mastigação na região. A volta para o cardápio usual só pode ser concretizada após a retirada dos pontos”, orienta Rosane.

     

    Higienização

    A higienização dá área operada tem que ser feita na frente do espelho, utilizando uma escova de dente com cerdas macias e com quantidade reduzida de creme dental, para que se forme pouca espuma. “A orientação é que escove os dentes de forma bem suave para evitar o contato brusco da escova com a região afetada. Os pontos retêm alimentos e bactérias que podem causar infecções. Por isso, a importância de manter a boca limpa e bem cuidada”. Também é importante lembrar que não se pode bochechar vigorosamente nos quatro primeiros dias.

     

    Repouso e compressa com gelo

    De acordo com Rosane, ficar em repouso o maior tempo possível, sem fazer força ou atividade física é imprescindível. “O principal movimento que se deve evitar é abaixar a cabeça. Para garantir que não aconteça nenhum sangramento forte, ao repousar, deixe a cabeça sempre erguida”. 

    A compressa com gelo ou bolsa térmica gelada nas primeiras 24 horas também é muito importante para evitar ou diminuir o inchaço proveniente da extração. Outra recomendação é  evitar a exposição ao sol e não fazer o consumo de álcool e tabaco antes da retirada dos pontos.

     

    Retorno ao dentista

    Por fim, a especialista pontua que a prescrição medicamentosa e os horários dos remédios devem ser rigorosamente respeitados. Em caso de dor forte ou febre, é necessário entrar em contato com o cirurgião-dentista o mais breve possível. “Uma semana após a extração do siso, em média, acontece a retirada dos pontos. Esse retorno também é uma oportunidade para o dentista verificar se a cicatrização ocorreu sem nenhuma complicação”. 

     

  • Grávida pode dirigir? 5 dicas da Dunlop Pneus para gestantes na direção

     

     

    Uma dúvida muito comum das mulheres é sobre até quando podem dirigir durante a gravidez. Será que é possível viajar de carro? E como ficar confortável e segura ao dirigir? As futuras mamães se preocupam em manter o bebê seguro muito antes de segurá-los em seus braços, e nós também, da Dunlop. De acordo com a legislação de trânsito brasileira, esse tempo não está delimitado. Entretanto, alguns cuidados devem ser tomados para garantir a segurança da mãe e do bebê.

     

    Por isso, a Dunlop Pneus reuniu abaixo 5 dicas que podem ser usadas nas matérias sobre esse assunto ou sempre que julgarem necessário. A Dunlop Pneus também pode contribuir com informações específicas sobre uso de pneus para diferentes utilizações e necessidades. Estamos à disposição sempre que precisarem, inclusive colocando um técnico da fábrica para esclarecer as dúvidas.

     

    A Dunlop Pneus destaca, primeiramente, que o pneu, por ser o único ponto de contato do carro com o solo, tem funções extremamente importantes na segurança do veículo, atuando como uma peça essencial no transporte de vidas. Para obter a máxima eficiência desse item tão importante do automóvel deve-se sempre:

     

    • escolher pneus de qualidade, de marcas comprometidas com a segurança dos usuários;
    • calibrar os pneus semanalmente;
    • realizar corretamente seu rodízio;
    • respeitar a carga máxima suportada pelo veículo;
    • evitar arrancadas e freadas bruscas;
    • substituir os pneus antes de chegarem na marca de segurança (TWI);
    • substituir as válvulas no pneu (quando necessário);
    • fazer alinhamento e balanceamento regulares.

     

    Mamães ao volante. 5 Dicas Dunlop Pneus:

     

    1 – Se a gestante não tiver nenhuma restrição médica, é possível dirigir com segurança até cerca de 34 semanas (aproximadamente oito meses). Deve-se evitar no último mês porque a posição do bebê começa a comprimir a bacia, o que pode causar desconforto e cólicas.

    2 –  O cinto deve ser colocado da mesma forma de quando a mulher não está grávida. A Abramet – Associação Brasileira de Medicina do Tráfego – publicou uma cartilha, que orienta para que a grávida use o cinto de três pontos. As gestantes precisam usar o cinto de segurança colocando a parte de ombro posicionada sobre a clavícula, ou seja, entre o pescoço e acima do braço, e a tira de baixo sob o abdome, o mais baixo possível. O cinto de segurança nunca deve ficar sobre ou acima da barriga. Ele precisa ficar confortável e cruzar todo o peito.

    3 – Para melhorar a tensão da região lombar, a gestante pode posicionar uma pequena almofada na região. Ajuste a poltrona também para que o volante fique ligeiramente alto e inclinado em direção ao seu peito em vez de ficar na direção do seu abdômen.

    4 – Após o parto, não há tempo exato para voltar a dirigir. Caso não haja restrição médica e a mulher tenha passado por uma cesariana, é recomendado voltar depois de 40 dias. Se o parto for normal, os obstetras afirmam que é possível voltar ao volante 15 ou 20 dias depois.

    5 – Mulheres grávidas correm risco maior de ter queda de pressão, ou seja, sempre que possível é recomendado que a gestante seja uma passageira. É aconselhável evitar longos trajetos e viagens e, se possível, optar por serviços de táxi ou aplicativos de motorista particular, além da boa e velha carona.

     

    Fontes: Dunlop e Abramet – Associação Brasileira de Medicina do Tráfego.

  • Congelamento de óvulos: quando e porque fazer o procedimento?

     

    Conheça as histórias de 3 mulheres que decidiram adiar a gravidez e realizaram o sonho da maternidade

    A escolha de engravidar é um ato de coragem e doação. Ato a dois ou individual que culmina no nascimento de uma nova vida e de uma nova família. Muitas vezes, os caminhos parecem tortuosos e algumas mulheres encontram dificuldades ou decidem esperar para gestar seus filhos.

    Depois dos 35 anos, as mulheres não têm mais os mesmos níveis hormonais e os óvulos estão mais envelhecidos tornando-as menos férteis. Nos tempos atuais, quando as mulheres valorizam suas carreiras e a ascensão profissional – ou têm contratempos e impossibilidade de engravidar -, cada vez mais procura-se alternativas para driblar o acaso e escrever o próprio destino. Atualmente, a evolução das técnicas na medicina reprodutiva têm sido cada vez mais rápida para ajudar as mulheres que querem ou precisam postergar a maternidade. 

    A engenheira Charlana Rodrigues, 40 anos, é mãe da pequena Camila, de quatro meses. A história dela começou aos 37 anos quando terminou seu primeiro casamento. “Sempre fui workaholic e não pensava até então em ter filhos“, pontua. “Minha prioridade sempre foi carreira, viajei muito, para todo o Brasil e para muitos países. Não me sobrava tempo para pensar em uma vida que dependesse de mim”. 

    A engenheira lembra que durante o processo de separação a ideia da maternidade vinha à cabeça e o relógio biológico começou a apitar. “Poxa, tá começando a chegar a hora. Pode demorar para eu encontrar um novo companheiro que também queira um filho “, relembra. 

    Charlana procurou ajuda da Clínica Mãe, que é especializada em fertilização humana, e congelou seus óvulos como forma de preservar sua fertilidade para o momento mais adequado. Demorou pouco para a engenheira encontrar o parceiro que, de acordo com ela, também quisesse embarcar na aventura de formar uma família.  Mas, o casal teve dificuldade para engravidar de forma natural e decidiu recorrer à fertilização in vitro. O tratamento foi um sucesso, “a sensação de pegar o positivo é indescritível. Você fica um pouco tensa porque há riscos de intercorrências”, lembra eufórica. E quando a pergunta é sobre como é ter filho após os 40 anos, ela revela: “Eu acho que ter o filho mais velha, para mim, foi muito melhor. Sou muito mais experiente e estabilizada do que há dez, vinte anos. Já tenho um reconhecimento profissional e estabilidade financeira para criar minha filha – muito mais do que se fosse mais jovem”. 

     

    Os motivos para a advogada R., de 48 anos, adiar a gravidez também envolviam sua vida profissional. Jurista competente, tinha enormes demandas profissionais, uma agenda lotada de viagens e muitas horas de estudo. “Eu priorizava a vida profissional e os estudos e fui adiando a maternidade ano após ano”, relembra. “Adiar é uma opção, mas eu quero ter filhos”, afirmava antes de tomar a decisão, aos 46 anos, de congelar os óvulos na Clínica Mãe. “Qualquer decisão seria definitiva – ter ou não ter. No momento eu não estava em nenhum relacionamento que me fizesse querer ter filho. Perguntei para a minha médica da Clínica Mãe como era o processo e decidi que já não queria mais esperar. Havia chegado minha vez”, conta R..

    O tratamento de fertilização foi feito com o esperma de um doador de um banco genético e teve resultado positivo logo na primeira tentativa.  A filha tem hoje dois anos e é a grande companheira da mãe. “Foi uma decisão não ter filhos cedo, mas eu queria ter filhos”, afirma ela. “Eu tinha uma estrutura para receber e criar uma criança sozinha. Somos uma família que tem a mãe, mas não o pai. Tinha tranquilidade nesta questão: posso dar uma boa educação, estrutura, coisa que não poderia quando mais jovem. Foi uma criança muito esperada, amada e bem recebida por todos da família”, conta sorrindo ao afirmar que nunca sofreu nenhum tipo de preconceito por ter tomado a decisão de fazer uma produção independente.

    “O caso de R. exemplifica os dilemas enfrentados por muitas mulheres na sociedade atual”, pondera Dra. Paula Fettback, especialista em reprodução humana da Clínica Mãe. “O sonho da maternidade muitas vezes é adiado em virtude dos estudos, trabalho e dedicação à vida profissional. Esta história de demonstra de uma maneira bastante clara como a reprodução assistida pode contribuir para a realização do sonho da maternidade e para a formação de muitas famílias, livres de tabus e preconceitos”, conclui. 

    Em 2015, a enfermeira e dentista Bárbara Campos recebeu o diagnóstico: estava com linfoma de Hodking um tipo raro de câncer que tem origem nos linfonodos – gânglios – do sistema linfático, um conjunto composto por órgãos e tecidos que produzem células responsáveis pela imunidade. Sua melhor chance de recuperação, de acordo com os médicos, era receber um transplante de medula óssea, procedimento que aumenta muito as chances de esterilidade. A jovem tinha 23 anos e, diante do risco de complicações durante o tratamento, temia não poder mais engravidar. “Quando eu descobri a doença e escutei a opinião de alguns médicos, pensei: não vou conseguir realizar meu sonho de ser mãe. Um sonho tão básico de uma mulher”, lamentava-se.

    Bárbara também decidiu congelar seus óvulos na Clínica Mãe. Dois anos depois de ter se submetido ao tortuoso tratamento de rádio e quimioterapia contra a doença ─ e estar completamente curada ─ ela engravidou de um menino, “se eu não tivesse essa oportunidade estaria muito frustrada”, relembra. “Eu indico o congelamento de óvulos com toda a certeza, vale muito a pena, porque o amor que você sente quando está esperando um filho não dá para mensurar”.

    “O congelamento é uma alternativa real para mulheres que optam por adiar a maternidade. Não raro, quando a decisão de ser mãe surge, o corpo não corresponde. Ter óvulos congelados dá uma alternativa bastante segura para seguir o caminho da maternidade”, explica Dr. Vamberto Maia, especialista em reprodução humana da Clínica Mãe.

    Um mesmo sentimento uniu as histórias dessas três mulheres: o enorme desejo de serem mães. A engenheira, a advogada e a dentista driblaram as dificuldades e esperaram o momento certo de exercer o direito da mulher de escrever o seu próprio destino. Da decisão de congelar os óvulos ao primeiro choro do filho, elas nunca desistiram de sonhar. 

    “O congelamento de óvulos pode ser realizado em qualquer mulher que escolha esperar para engravidar ou que tenha a qualidade de seus óvulos em risco, seja por cirurgia nos ovários ou quimioterapia. A indicação é que o congelamento de óvulos seja feito até os 35 anos porque após esta idade há uma queda na quantidade e qualidade dos óvulos. A idade da mulher influencia diretamente em sua fertilidade. Por isso, se o momento é de esperar o congelamento de óvulos e embriões podem ser boas opções”, explica Dr Alfonso Massaguer, diretor da Clínica Mãe. 

     

  • 3 situações nas quais o seguro viagem pode te ajudar em deslocamentos nacionais

     

    ASSIST CARD apresenta situações que podem ser evitadas com a contratação do seguro, mesmo em viagens nacionais

    O planejamento de uma viagem não se encerra quando a hospedagem está definida, as passagens compradas e as malas prontas. O viajante precisa estar preparado para qualquer situação pois, independentemente do destino e motivo – seja viagem de lazer ou trabalho – imprevistos podem acontecer. E, caso algo saia fora do esperado, a melhor alternativa para solucionar ou, pelo menos, minimizar possíveis consequências, é contar com um bom seguro viagem.

    Nos dias de hoje grande parte da população utiliza planos de saúde, no entanto este benefício não é o mais adequado para uma viagem, visto que hospitais e outros serviços – como clínicas e centros médicos, por exemplo – são desconhecidos. Nestas situações, a melhor opção para o turista é o seguro viagem, que oferece soluções adequadas, de acordo com a necessidade de cada cliente.

    As viagens nacionais não exigem o seguro e, em vista disso, ele é pouco procurado pelos turistas, que o enxergam como um custo extra totalmente desnecessário. Porém esse cuidado não deve ser visto como um peso, dado que, além de ser um caminho para evitar dores de cabeça maiores, existem bons planos com custos que cabem no bolso dos viajantes.

    Inserida nesse cenário e comprometida em facilitar e proteger a viagem de seus clientes, Alexandre Camargo, Country Manager da ASSIST CARD para o Brasil, líder mundial dedicada ao oferecimento de assistência integral ao viajante, listou abaixo algumas situações que podem ser facilmente contornadas com a contratação de um seguro:

    – Você chega ao seu destino, vai até a esteira, e depois de muito tempo aguardando percebe que sua bagagem foi extraviada. Com o seguro viagem você conta com um valor previamente acordado para comprar itens de primeira necessidade e ainda tem à disposição o apoio da equipe de assistência que entrará em contato com a companhia aérea para acelerar e auxiliar em todos os processos de buscas.

    – Você está viajando e aproveitando as férias – ou pelo menos tentando – já que uma dor de dente o incomoda o dia inteiro. Você sabia que não precisa esperar voltar de viagem para resolver este desconforto? Com o seguro viagem, você conta com cobertura para emergências odontológicas no destino em que se encontra. Para acioná-lo é muito fácil. Basta ligar para a central de atendimento ou até mesmo acessar o aplicativo da empresa fornecedora do seguro viagem para obter as informações e agendar uma consulta.  

    – Alguém de sua família ficou doente e você precisa antecipar o retorno de sua viagem? Se você estiver viajando com o seguro, poderá utilizar a coberta de antecipação de viagem para o pagamento da multa para remarcação do bilhete aéreo e poderá regressar tranquilamente para o seu destino.

    “Esses são apenas alguns dos vários imprevistos que podem ocorrer em uma viagem. Por isso é importante estar preparado, evitando que algo não planejado estrague suas férias ou seu trabalho. Lembre-se sempre que o seguro viagem auxilia, socorre e cobre custos. Também ressaltamos a importância de analisar todas as cláusulas do contrato para que não haja desencontros no momento da utilização do serviço contratado”, finaliza Camargo.

  • Meu pet está com pancreatite, o que fazer?

     

     

    Mais comum do que parece, a doença se manifesta, principalmente, em animais obesos e com alimentação rica em gordura.

    Cuidados com a rotina e visitas periódicas ao veterinário são fundamentais para reduzir as incidências da doença. Veja como agir.

     

    A inflamação do pâncreas em pets é um dos quadros mais comuns entre os atendidos em clínicas veterinárias nos últimos tempos. Os sintomas podem ser notados através do vômito, diarreia e dor abdominal. Mas essas manifestações podem ser confundidas com outras doenças. Apesar da incerteza sobre sua origem, sabe-se que, principalmente, hábitos alimentares do animal, como dietas muito gordurosas, tendem a provocar o aparecimento de inflamações facilmente relacionadas à pancreatite. Diabetes, insuficiência renal ou cardíaca podem, também, influenciar no aparecimento da doença, além da ingestão de medicamentos que tenham como efeito colateral o desenvolvimento de doenças inflamatórias crônicas.

     

    Como agir quando perceber comportamentos estranhos no seu pet?

    Os principais sintomas relacionados ao adoecimento são dor no abdômen, vômito e diarreia. Por isso, os tutores devem ficar atentos a esses sinais e, caso o animal apresente algum deles, é sempre recomendável consultar o médico veterinário o mais rápido possível. Segundo Mário Marcondes, médico veterinário, associado da Comac e Diretor Clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira, “procurar um serviço veterinário com estrutura de laboratório e de diagnóstico por imagem é a melhor opção”.

     

    Meu pet está com pancreatite, o que fazer?

    O tratamento para a pancreatite requer internação do pet para fluidoterapia, administração de antibióticos, protetores de mucosa, e também de medicamentos que aliviam o enjoo e vômitos, além de analgésicos quando houver dor abdominal. A administração de ração especial com baixo teor de gordura é outra orientação importante. E todos esses procedimentos devem ser seguidos com orientação e supervisão especializada.

     

    Quais os cuidados para o pós-tratamento?

    Depois de recuperado, o pet pode receber alta, mas deve ter sua rotina alimentar alterada. Rações com baixo teor de gordura são as mais indicadas para evitar a reincidência e a evolução para pancreatite crônica ou insuficiência pancreática exócrina. Nesse caso, o exame de sangue TLI auxilia no diagnóstico, além do ultrassom.

     

    A pancreatite, se não tratada, pode afetar o funcionamento de outros órgãos do animal e agravar seu quadro clínico geral. Se o pet for diagnosticado no início e tratado em ambiente hospitalar com internação, as chances de recuperação são muito mais favoráveis.

     

    Cuidados constantes e por toda a vida do pet são fundamentais devido às chances de reincidência. Assim, os tutores precisam estar atentos aos comportamentos e atitudes do animal de estimação. Se diagnosticado com antecedência, o tratamento será precoce e o pet poderá ter uma vida melhor.

     

  • Conheça as diferenças entre os check-ups laboratoriais para mulher até 45 anos e após os 45 anos

     

     

    Durante toda sua vida, além da gravidez, climatério e menopausa, a mulher passa por transformações fisiológicas e psicológicas que precisam do acompanhamento de um profissional da saúde. Sendo assim, o exame ginecológico regular e laboratorial, a mamografia e o pré-natal são necessários e se tornam uma parte importante ao cuidado feminino.

     

    Até os 45 anos, a mulher deve fazer check-ups anuais para rastrear as doenças mais frequentes, como câncer do colo do útero e de mama, diabetes, doenças da tireoide, DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) e HIV/Aids. Os exames laboratoriais são importantes para evitar o avanço das enfermidades e permitir a descoberta o mais precoce possível. Por isso, o check-up laboratorial até os 45 anos inclui os seguintes exames: Metabolismo das gorduras (HDL colesterol, LDL colesterol, VLDL colesterol, colesterol não HDL, Triglicerídeos, Colesterol Total), avaliação do rim (sódio, potássio, creatinina, urina tipo 1, taxa de filtração glomerular), metabolismo do açúcar (Hemoglobina Glicada Fração A1c), avaliação do fígado (Gama GT, Transaminase Glutâmica Oxalacética – TGO, Transaminase Glutâmico Pirúvica – TGP, proteínas totais e frações), avaliação da tireoide (Hormônio Tireoestimulante – TSH), hemograma e Proteína C ReativaUltrassensível.

     

    A partir dos 45 anos, além dos exames mencionados, a mulher deve incluir no seu check-up laboratorial aavaliação dos ossos (fósforo, Cálcio Iônico, fosfatase alcalina), Vitamina D, sangue oculto nas fezes eAvaliação Hormonal Feminina (Hormônio Folículo Estimulante – FSH, estradiol).

     

    Dr. Octavio Fernandes, patologista clínico e vice-presidente de operações do Labi Exames, informa que após a menopausa, acontecem naturalmente algumas alterações hormonais. Isso pode levar a uma queda do nível sanguíneo de fósforo, cálcio e a alteração da fosfatase alcalina, que deve ser investigada por meio de exame laboratorial. “O fósforo, o cálcio e a fosfatase alcalina são indicadores da saúde óssea”, acrescenta Dr. Octavio.

     

    O médico completa que a vitamina D ajuda na regulação da quantidade de cálcio e de fósforo no corpo, o que influencia na saúde dos ossos, já que são construídos principalmente com esses elementos. “Quando há pouco cálcio no sangue, a vitamina D aumenta a absorção de cálcio no intestino e diminui a eliminação dele na urina, ajudando a manter o nível sanguíneo dentro do normal”, explica.

     

    Já o exame de sangue oculto nas fezes busca pequenas quantidades de sangue que não podem ser vistas a olho nu. A origem do sangue é no sistema digestivo e pode ocorrer em doenças inflamatórias intestinais, úlceras no estômago ou câncer de cólon, por exemplo. “A partir dos 50 anos, a pesquisa de sangue oculto nas fezes é recomendada para o rastreio de câncer colorretal e deve ser feita anualmente. O exame também pode servir para determinar a causa de uma anemia em investigação”, destaca Dr. Octavio. Ele acrescenta que se a paciente tem doença inflamatória intestinal, já teve ou tem histórico familiar de câncer ou pólipos intestinais, seu risco de câncer colorretal é maior. “Neste caso, é recomendado iniciar o rastreio anual aos 40 anos.”

     

    Por fim, a avaliação hormonal feminina traz o FSH, um hormônio importante para a reprodução. O exame deve ser feito a partir dos 45 anos para avaliar o funcionamento do ciclo menstrual. “O valor do FSH pode estar aumentado em mulheres na menopausa ou com doenças no ovário”, acrescenta o médico. O estradiol também é um hormônio fundamental para a reprodução, já que atua na ovulação e na preparação do útero para a gravidez. “Quando as mulheres entram na menopausa, geralmente a partir dos 45 anos, há uma queda natural da produção de estradiol. Com esse exame, o médico pode avaliar essa diminuição e discutir com a paciente a necessidade de fazer uma terapia de reposição de estrogênio”, finaliza Dr. Octavio.

     

    Para comemorar o Dia Internacional da Mulher (8 de março) e incentivar o cuidado com a saúde, o Labi Exames oferece, neste dia, desconto de 50% para as mulheres em todos os check-ups. Mais informações sobre os pacotes no site www.labiexames.com.br.

     

  • Por que acordamos com mau hálito?

     

    Problema pode estar relacionado com a brusca diminuição de salivação que acontece durante o sono

    Mesmo após realizar uma higienização completa, com a escovação dos dentes, língua e bochecha, uso do fio dental e do enxaguante bucal, é praticamente inevitável acordar com aquele desagradável mau hálito. Mas, afinal, por que isso acontece?

    Segundo Rosane Menezes Faria, dentista da Odonto Empresas, do grupo Caixa Seguradora, o principal motivo está relacionado com a brusca diminuição da salivação que acontece durante o sono. “Esse processo, aliado ao ambiente úmido e com pouca movimentação, causa um aumento considerável da proliferação de bactérias presentes na boca. À medida que elas se alimentam de micropartículas de comida que, inevitavelmente, permanecem nos dentes em um passo natural do processo de digestão, resultam na halitose”, explica.

    Outro fator agravante consiste no longo período de jejum que passamos quando estamos dormindo. “Quando o indivíduo fica muito tempo sem ingerir nenhum tipo de alimento, o organismo começa a liberar ácidos graxos, substâncias que, automaticamente, geram o mau hálito”, complementa a especialista.

    Como amenizar o mau hálito matinal?

    Mesmo que seja impossível acordar de manhã com um aroma de menta na boca, Rosane pontua que existem algumas práticas  que podem amenizar o mau hálito. “Nunca deixe de realizar a higienização completa da boca e língua antes de dormir e, em hipótese alguma, se esqueça do fio dental. Beber bastante água antes de dormir também é fundamental, uma vez que quando deixamos de ingerir o líquido, as glândulas salivares não produzem a quantidade de saliva adequada”, orienta.

    Não deitar em jejum e consumir maior quantidade de frutas e verduras são outras recomendações da dentista. “Alimentos como maçã, cenoura e pepino, quando comidos crus e com casca, realizam uma espécie de raspagem dos dentes que complementa a ação de limpeza do fio dental. Assim, ocorre o impedimento do acúmulo de bactérias que causam odores indesejados, principalmente enquanto estamos dormindo”, explica.

    Se o problema persistir, vá ao dentista

    Por fim, a dentista destaca que, caso o problema persista mesmo após as escovações diárias, é imprescindível consultar o dentista. “Halitose é um problema que pode prejudicar a vida pessoal e até profissional de quem sofre com o distúrbio. É normal acordarmos com o odor ruim na boca, mas se o cheiro se prolongar durante o resto do dia, é necessário procurar um auxilio profissional para que a causa do problema seja descoberta e o devido tratamento seja iniciado”.

     

  • Tumores urológicos correspondem a 35% do total de novos casos de câncer na população masculina

     

     Estimativa prevê mais de 68 mil novos casos de câncer de próstata e cerca de 7 mil de bexiga no Brasil neste ano

     

    O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima que em 2018 o Brasil terá aproximadamente 75 mil novos casos de tumores urológicos, aqueles que afetam a próstata, pênis, testículos, rins ou bexiga. Somados, esses tumores correspondem a 35% do número total de casos de câncer que devem acometer a população masculina.

    Esse panorama coloca em pauta a relevância da eficácia e da escolha dos tratamentos disponíveis, assunto que será debatido no IX Congresso Internacional de Uro-Oncologia, realizado entre 1 a 3 de março no hotel Sheraton WTC em São Paulo.

    Daniel Vargas Pivato de Almeida, médico do Centro Oncológico da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, instituição de referência em tratamento de câncer no Brasil, explica que os tumores urológicos podem ser tratados de diversas formas e que a escolha do método mais adequado envolve muitos fatores, entre eles a opinião do próprio cliente. “O estágio e a agressividade da doença, a idade e as doenças pré-existentes são fatores que podem ser determinantes para definir o tratamento. Nesse contexto, o cliente participa ponderando os riscos e potenciais efeitos adversos de cada método de tratamento e auxilia o médico na escolha da melhor estratégia”.

    O câncer de próstata, que representa mais de 90% dos novos tumores do aparelho geniturinário estimados para o ano de 2018 no Brasil pelo Inca, pode ser tratado por meio de cirurgias, radioterapia e a associação desses dois recursos com o apoio de medicamentos.

    As intervenções cirúrgicas pela via aberta ou por vídeo para retirada da próstata são tratamentos realizados com frequência e que nos últimos anos vem sendo cada vez mais realizadas com a ajuda robôs cirúrgicos. “O uso da cirurgia robótica nas intervenções radicais da próstata possui alguns benefícios não necessariamente relacionados apenas à eficácia do procedimento. Os estudos defendem que as cirurgias robóticas causam menor perda sanguínea e dores menos intensas após a cirurgia, bem como a redução do período de internação e recuperação pós-operatória”, esclarece o médico da BP.

    A radioterapia, que consiste na emissão de radiação sobre as células cancerosas, também é uma alternativa terapêutica para o câncer de próstata. A atualização dos equipamentos e o trabalho conjunto das equipes multidisciplinares envolvendo radiologistas, oncologistas clínicos e cirurgiões diminuíram significativamente os efeitos colaterais desse tipo de tratamento.

    O câncer de bexiga, o segundo na lista dos tumores urológicos mais incidentes, com previsão de 7 mil casos para 2018 no Brasil, tem a cirurgia como principal método de tratamento. Em alguns casos a aplicação local de medicamentos também pode ser adotada. A radioterapia nos tumores de bexiga é de uso mais restrito e pode ser considerado um tratamento menos radical e com boas chances de sucesso nos casos selecionados.

    Os outros tipos de câncer urológicos são raros. Os tumores de pênis, testículos e rim não tem estatísticas divulgadas pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca).

  • 96% das mulheres se sentem culpadas pelo menos uma vez por dia, diz pesquisa

    O dia foi corrido, e você se dá conta que brincou menos com seu filho, não deu muita atenção para o marido e esqueceu de ligar para sua mãe. Com isso, lá vem a culpa apontando o dedo e tirando seu sono. Calma amiga, você não está sozinha!

    Uma pesquisa de opinião, feita por uma revista norte-americana, mostrou que 96% das mulheres se sentem culpadas pelo menos uma vez por dia e metade delas por mais de quatro vezes diariamente. Outra descoberta da pesquisa foi que 75% das mulheres sofrem mais culpa depois que se tornaram mães e mais da metade perde o sono ruminando a culpa. Entre os outros motivos para sentir culpa estão: não comer de forma saudável, não ter tempo para a família e negligenciar o trabalho.

    Não sou boa o suficiente?
    Segundo a psicóloga Marina Simas de Lima, terapeuta de casal, família e cofundadora do Instituto do Casal, as mulheres costumam sentir culpa quando têm a percepção de que não são boas o suficiente ou estão deixando a desejar em seus diversos papéis, como mães, profissionais, filhas, esposas, etc. “Isso decorre de valores culturais, familiares e religiosos, que ensinam que ser “bom” é o mais importante. Outro ponto que pesa é que a mulher se sente culpada, em muitos casos, por não colocar o outro em primeiro lugar”.

    Culpadas o tempo todo?
    A culpa é tão importante nas gerações atuais que ganhou até um nome: geração GAT (do inglês guilty all the time), algo como ‘culpada o tempo todo’. Será que a culpa de hoje é diferente da culpa das nossas mães, avós e tias?

    Para a psicóloga Denise Miranda de Figueiredo, terapeuta de casal, família e cofundadora do Instituto do Casal, as mulheres de gerações anteriores, especialmente na época em que não era tão comum a mulher construir uma carreira ou ser chefe de família, por exemplo, a culpa tinha outras razões.

    “Hoje a mulher se sente culpada por ir trabalhar e dedicar menos tempo à maternidade. Ou se sente culpada por ter largado o trabalho para ser mãe em tempo integral. São escolhas que as gerações anteriores não tinham que fazer. Temos as mulheres que não querem ter filhos por opção e se sentem culpadas também, aquelas que optam por estarem solteiras, etc. Ou seja, a culpa está por todos os lados”.  

    O lado bom da culpa
    Segundo as psicólogas, a culpa não é sempre um sentimento ruim. “Na verdade, ela surge para nos alertar sobre o nosso comportamento e pode ajudar a avaliar as situações para corrigirmos nossas atitudes. Você está trabalhando demais e tem tido pouco tempo para ficar com o parceiro, por exemplo. A culpa pode ajudar a refletir se é possível encontrar um ponto de equilíbrio entre a vida pessoal e profissional”.

    O lado negro da culpa
    Mas, como tudo tem dois lados, a culpa também pode ser destrutiva e isso acontece quando você passa a ruminar, ou seja, pensa sem parar no assunto. “Isso pode ser muito prejudicial, pois trará tristeza, pode afetar a autoestima e deixar a pessoa conectada ao passado, sem conseguir viver o presente”, dizem as psicólogas.

    Como lidar com a culpa

    • Aceite: Aceitar que não temos controle para mudar tudo que queremos é fundamental para se livrar da culpa. Se você não conseguiu brincar com seu filho hoje ou não deu atenção para o marido, faça isso amanhã.
    • Viva o presente: A culpa está ligada ao passado e quem vive no ontem não aproveita o hoje! Lembre-se que você não pode mudar o que passou, mas pode fazer um presente e um futuro diferentes a partir das experiências que deram errado.
    • Perdoe-se: A autocompaixão é essencial para se livrar da culpa destrutiva.
    • Não existe perfeição: Ninguém é perfeito e todos cometemos erros. Além disso, cada escolha é uma renúncia, mas isso não quer dizer que você precisa se sentir culpada por escolher ficar em casa ou trabalhar fora; ser mãe ou não ter filhos; comer o que gosta e estar de bem com o corpo mais cheinho. Enfim, o importante é você se sentir bem com as suas escolhas.
    • Oportunidade: A culpa pode surgir como uma oportunidade para refletir sobre seus comportamentos. É como se fosse um sinal de alerta para corrigir a rota.

    Entretanto, Denise e Marina alertam: se a culpa é um sentimento constante, que atrapalha o dia a dia e interfere na qualidade de vida, é preciso atenção. “A culpa também pode ser uma manifestação da depressão, por exemplo. Se é algo que se faz presente o tempo todo e interfere no dia a dia, o ideal é procurar ajuda”, finalizam as psicólogas.

  • Doença Renal Crônica: Diagnóstico precoce é primordial para a saúde de cães e gatos

     

    No mês internacional da prevenção às doenças renais, confira os cuidados necessários para o diagnóstico precoce e o tratamento adequado da doença renal nos pets

     

    Março é reconhecido internacionalmente como o mês de cuidado e prevenção das doenças renais em humanos, mas o que pouca gente sabe é que a insuficiência renal também acomete cães e gatos com frequência, especialmente aqueles que estão alcançando uma idade mais avançada.

    Fatores como hereditariedade podem contribuir para o desenvolvimento do mal, porém, por ser uma doença que tarda a apresentar sinais específicos, o diagnóstico precoce é a melhor opção para reduzir o agravamento da situação.

    A DRC (Doença Renal Crônica) é uma alteração degenerativa, que ataca um ou os dois rins do animal e tende a aparecer conforme eles ganham mais idade. É considerada a principal causa de mortes em gatos acima de 5 anos e a 3ª para cães da mesma idade. É progressiva, incurável e seu diagnóstico, na maioria das vezes, é realizado tardiamente, quando mais de 75% da função renal dos pets está comprometida.

    A predisposição também é um fator de risco para o desenvolvimento da doença. Os cães das raças Beagle, Bull Terrier, Chow Chow, Cocker, Pinscher, Pastor Alemão, Lhasa Apso, Shih Tzu, Maltês, Schnauzer, Daschund, Sharpei e Poodle e os gatos das raças Maine Coon, Abissinio, Siamês, Russian Blue e Persa possuem essa característica.

    Mas algumas atitudes podem fazer a diferença: com o diagnóstico precoce e o tratamento e a nutrição adequados, os pets com doença renal ganham mais tempo e qualidade de vida.

    Diagnóstico Precoce

    Até pouco tempo, o único exame disponível para o diagnóstico da DRC identificava a doença apenas quando 75% dos rins do animal estava comprometido. Agora, novos testes podem identificar a doença a partir de 25% de comprometimento do órgão.

    Por isso, é importante levar o seu pet regularmente ao Médico-Veterinário e fazer os exames indicados.  Ele poderá indicar o tratamento adequado – que tem a nutrição como grande aliado – caso o diagnóstico para a doença renal ocorra.

    Nutrição para pets com DRC

    “Com controle de nutrientes como o fósforo e a proteína, e enriquecido com ácidos graxos e antioxidantes, o alimento adequado irá contribuir para o retardamento da evolução da doença, alívio dos sintomas e manutenção do peso do animal, já que mais de 20% dos pacientes renais apresenta anorexia e perda do apetite.” Conta Luciana Peruca, Coordenadora de Comunicação Científica da Royal Canin.

     Segundo estudos científicos, a nutrição adequada pode proporcionar um aumento de 2,4 vezes na expectativa de vida dos pacientes com DRC, contribuindo também para a melhor qualidade de vida. “Quanto mais cedo a doença renal crônica for diagnosticada, melhor será a contribuição da alimentação correta para o controle dos sintomas e da progressão da doença.” afirma Peruca.

    A ROYAL CANIN®, referência em nutrição de gatos e cães, possui em sua linha de Nutrição Veterinária o portfólio mais completo do mercado para a alimentação dos pets com doença renal. Ela conta com diferentes produtos, nas texturas seca e úmida, para garantir a nutrição adequada, com alta palatabilidade e atratividade.

    E ampliando ainda mais este portfólio de opções, a marca lançará, em abril, o ROYAL CANIN® Renal Special Canine, nova opção de alimentos para os cães com DRC. Com este lançamento a linha passa a oferecer cinco opções de nutrição para satisfazer as variações de preferência características do quadro:

    • ROYAL CANIN® Renal Canine
    • ROYAL CANIN® Renal Special Canine
    • ROYAL CANIN® Renal Canine versão úmida
    • ROYAL CANIN® Renal Canine + ROYAL CANIN® Renal Canine versão úmida
    • ROYAL CANIN® Renal Special Canine + ROYAL CANIN® Renal Canine versão úmida

    A linha ROYAL CANIN® Nutrição Veterinária deve ser prescrita por um Médico-Veterinário e está disponível nas lojas especializadas, como pet shops e clínicas veterinárias, em mais de 15 mil pontos de vendas no Brasil.

    Saiba mais sobre os produtos no site da marca.