Autor: agitosp

  • Verão: atenção redobrada com a saúde dos pets

    Verão: atenção redobrada com a saúde dos pets

    O uso correto do vermífugo e antipulgas pode salvar a vida do animal

    Sol, calor e dias mais longos são um convite a aproveitar a praia, caminhadas nos parques e até algumas aventuras. Se acompanhados por nossos pets, esses passeios ficam ainda melhores. Mas vale o alerta: os cuidados com a saúde dos animais nesse período deve ser multiplicado.

    O calor e a chuva em excesso contribuem na proliferação de mosquitos, pulgas e carrapatos tornando os pets mais suscetíveis a uma infestação. “A prevenção é sempre o melhor remédio”, comenta a veterinária da DrogaVET Andressa Felisbino. “Os tutores devem seguir as orientações dos médicos veterinários quanto a melhor fórmula e ao prazo para aplicação do antipulgas e administração do vermífugo, considerando a rotina e o ambiente que o pet frequentará”, explica.

    Nas regiões litorâneas ou com rios e lagos, por exemplo, há o risco de o animal contrair a dirofilariose – o chamado “verme do coração”, doença transmitida por mosquitos. “Nestes casos o ideal é o uso do vermífugo mensal, que previne essa doença, além dos demais vermes”, alerta Andressa. O uso de repelentes próprios para animais também são indicados para complementar a prevenção dessa doença, de picadas comuns e mesmo como coadjuvante na prevenção da leishmaniose.

    Além do desconforto causado aos cães e gatos, as pulgas também podem causar problemas de pele, como a DAPP (dermatite alérgica a picada de pulga) e transmitir alguns parasitas. Se não tratado adequadamente, o pet pode até mesmo desenvolver anemia e outras consequências mais graves.

    Mas os grandes vilões da estação são os carrapatos, que podem transmitir a babesiose e erliquiose ao bicho de estimação e a febre maculosa nos seres humanos. “Os parques e gramados são os locais com maior risco de contaminação para os cães, por isso, o uso do carrapaticida e o exame frequente na pele do animal são fundamentais”, reforça Andressa.

    Já as viroses preocupam durante o ano inteiro e a prevenção vacinal não deve nunca ser esquecida. Porém, no verão, há o risco maior de contaminação por leptospirose e novamente a orientação veterinária quanto aos cuidados e vacina específica para esta doença é fundamental.

    Auxílio a prevenção

    Para facilitar a vida dos tutores na hora de administrar os vermífugos dos pets, a DrogaVET pode manipulá-los em forma de biscoitos, xarope ou pasta oral e nos sabores preferidos dos pets. “Para os gatos, por exemplo, a preferência é pela pasta oral que pode ser aplicada na pata do animal induzindo-o a lamber o medicamento”, indica a veterinária. Já as apresentações dos antipulgas variam conforme os princípios ativos. Podem ser produzidos para uso oral ou tópico, como pour-on e spray.

    Complementando os cuidados, os tutores contam ainda com a opção de repelentes naturais feitos a partir do óleo de Neem e Citronela.

    Saiba Mais

    Dirofilariose – é transmitida por mosquitos que passam a hospedar o parasita depois de picar animais contaminados. As larvas instalam-se no coração do animal afetado e provocam sintomas como tosse crônica, prostração, perda de apetite e dificuldades respiratórias.

    Erliquiose – é uma infecção gravíssima transmitida por carrapatos contaminados por bactérias do gênero Erlichia que atacam os leucócitos. Provoca anemia, petéquias, hemorragias, aumento do volume do baço, alterações neurológicas, insuficiência renal, perda de peso, baixa da imunidade, podendo levar o animal à óbito.

    Babesiose – é transmitida por carrapatos contaminados pelos protozoários do gênero Babesia que parasitam as hemácias causando anemia, perda de apetite, palidez, icterícia, urina escura, cansaço e depressão no animal. Se não diagnosticada e tratada corretamente também pode ser letal.

  • Ar condicionado: vilão ou aliado?

     

    As primeiras semanas de 2017 já mostraram um pouco como serão os dias até o final do verão no Brasil. Algumas regiões registraram termômetros nas máximas, com sensação térmica chegando aos 55 graus – ou mais – em algumas localidades. Com isso, é natural que o ar condicionado seja um companheiro inseparável em muitas casas e muitos escritórios. Mas nem sempre a invenção de Willis Carrier será benéfica para a saúde das pessoas, principalmente em se tratando do grupo dos alérgicos, que não é pequeno. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 35% das pessoas ao redor do mundo já apresentam algum tipo de alergia, percentual que só cresce.
    Para o coordenador técnico do Brasil Sem Alergia, o médico Marcello Bossois, o ar condicionado, quando em funcionamento, reduz bastante a umidade e produz um ressecamento do local. “Com um ar mais seco, o ambiente acaba sendo prejudicial para quem sofre de alergia respiratória, provocando rinite, laringite, faringite e até a rinoconjutivite, que é a inflamação dos olhos”, comenta.
    Mas os problemas não param nas alergias. Com o passar do tempo e com o uso constante do aparelho, os dutos e as tubulações do ar condicionado acumulam colônias de bactérias e até animais em decomposição, como no caso de insetos, pombos e morcegos. Ao respirar o ar contaminado, as pessoas dão espaço para o surgimento de diversas doenças, principalmente nas vias respiratórias, sobretudo nos pulmões.
    Segundo Dr. Bossois, uma das bactérias mais perigosas encontradas nas tubulações é a legionella, que é a causadora de infecções agudas e pneumonia, podendo até levar à morte. O ex-ministro das Comunicações, Sérgio Motta, por exemplo, faleceu por complicações como decorrência desta doença, após contraí-la da tubulação de um ar condicionado central.
    A partir do falecimento do ex-ministro, o Ministério da Saúde criou uma portaria que esclarece normas da higienização mensal dos aparelhos de ar. A limpeza deve ser feita com uso de um produto biodegradável notificado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
    A limpeza não deve se restringir apenas ao filtro do aparelho, de acordo com a alergista Patrícia Schlinkert, mas o ar condicionado deve passar por uma manutenção de 6 em 6 meses. “A sujeira acumulada pode ser bastante prejudicial às pessoas, especialmente aos idosos, que já são mais suscetíveis a infecções respiratórias”, alerta. “A pneumonia atípica, que é silenciosa e não apresenta sintomas, é perigosa e pode levar crianças e idosos a óbito”, completa Dra Schlinkert, que também coordena o projeto social Brasil Sem Alergia.
    A solução é simples, segundo os especialistas:
    – Procure manter o ar condicionado em uma temperatura amena, evitando deixar o ambiente muito seco;
    – Jamais deixe o ar no máximo;
    – Faça a limpeza do filtro mensalmente;
    – Faça uma manutenção do aparelho a cada seis meses.

  • Confira cinco dicas para deixar de comer frituras

    Doenças cardiovasculares, resistência à insulina e má absorção de nutrientes são alguns dos malefícios causados à saúde

    Apesar de serem conhecidas como opções nada saudáveis, as frituras ainda fazem parte do cardápio de boa parte dos brasileiros. É difícil quem resista ao pastel de feira, coxinha e batata frita. No entanto, os malefícios que o consumo em excesso de alimentos fritos trazem à saúde são muitos, entre eles, doenças cardiovasculares, resistência à insulina e má absorção de nutrientes.

    Para conscientizar e contribuir com as pessoas que desejam parar ou diminuir o consumo de frituras, Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, listou cinco motivos para deixar de comer alimentos fritos. Confira:

    Pode causar diabetes

    Segundo Cyntia, o consumo de alimentos fritos leva à resistência a insulina, hormônio que controla as taxas de glicose no sangue. “A resistência insulínica é quando a insulina que circula no sangue não exerce sua atividade de forma plena. As principais consequências são cansaço, mal-estar, dores de cabeça, falta de energia e, em alguns casos, o desenvolvimento do diabetes”, afirma.

    Aumenta as chances de doenças cardiovasculares

    De acordo com a nutricionista, quando os óleos utilizados para fritar alimentos são submetidos a alta temperatura as características químicas dos mesmos são alteradas, transformando-os em gorduras saturadas que, frequentemente, se acumulam nos vasos sanguíneos e entopem as artérias. “Esse acúmulo impede a passagem do sangue ao coração, o que pode causar um infarto ou um AVC (Acidente Vascular Cerebral), caso o sangue fique impedido de chegar ao cérebro”, explica.

    É a principal inimiga de uma alimentação com baixo valor calórico

    Para quem deseja emagrecer, excluir as frituras do cardápio é o primeiro passo. “Além dos malefícios à saúde, o acúmulo de gordura abdominal e o aumento de peso são consequências de seguir um cardápio que prioriza a ingestão de opções fritas”, pontua Cyntia.

    Causa a perda de nutrientes nos alimentos

    A consultora da Superbom ressalta que, quando um alimento é colocado em óleo, seja ele vegetal ou animal, a uma alta temperatura, ele se desidrata e perde nutrientes, principalmente substâncias antioxidantes como a vitaminas. “Por isso, além de mais calóricos, os alimentos fritos são menos nutritivos”.

    Contribui para o envelhecimento

    O consumo em excesso de gordura saturada, presente nas frituras, é um fator que contribui para o aumento da produção de radicais livres em nosso organismo. “O grande problema é que a liberação excessiva de radicais livres causa um fenômeno conhecido como estresse oxidativo, que está associado ao envelhecimento”, conclui a especialista.

  • Quer economizar combustível? Confira 8 dicas que vão aliviar o seu bolso

    Férias ficam melhores ainda se a gente puder fazer um pouco de economia. Ainda mais se for de combustível. Por isso, a Ford preparou algumas dicas que farão você sentir a diferença no tanque e no bolso. Para tirar dúvidas e falar mais sobre o assunto, o executivo João Filho, Engenheiro-chefe da Ford para América do Sul, está à disposição.

    Tanque amigo

    Quem nunca deixou o tanque ficar na reserva? Mas saiba que este é um dos vilões do consumo do carro. Para ter uma ideia, os veículos com injeção eletrônica têm uma bomba de combustível que é refrigerada pela gasolina ou álcool. Quanto menos combustível tiver ali, menor será a refrigeração. Isso pode danificar a bomba. E aí, quando a bomba pifa, o carro para de funcionar e não liga mais.

    Além disso, ao deixar o tanque com menos de ¼ de combustível, ou seja, na reserva, todas as impurezas e sujeiras ficam alojadas no fundo do compartimento e são transportadas para os bicos injetores quando o combustível está acabando, e isso pode entupir estes bicos, fazendo o motor falhar. O ideal é deixar o tanque cheio ou, no máximo, na metade de sua capacidade. Assim, pouco volume de ar fica armazenado no tanque do carro, evita a evaporação do combustível e não deixa a sujeira chegar nos bicos injetores, além de refrigerar a bomba. Uma dica certeira que pode fazer seu combustível render muito mais.

    Calibre os pneus

    A pressão dos pneus abaixo do indicado no manual do proprietário faz o motor trabalhar mais e, com isso, há maior gasto de combustível. Isto acontece pelo aumento da área de atrito do pneu com o solo. De acordo com o instituto canadense Natural Resources Canada, por exemplo, rodar com até 8 libras abaixo do recomendado pode aumentar o consumo em 4%, além de reduzir a vida útil dos pneus.

    Desligue o motor apenas em paradas prolongadas

    Outra maneira de economizar combustível é desligando o carro sempre que ele estiver inativo por mais de 60 segundos, por exemplo, quando se estaciona para esperar alguém. Manter o automóvel parado, com o motor ligado, por mais de 60 segundos, consome mais do que desligar o motor e ligá-lo novamente.

    Acelere e freie suavemente

    Essa é uma prática importante em qualquer momento ao dirigir um veículo: evite acelerar e frear bruscamente ou sem necessidade. Uma condução agressiva gasta muito combustível – até 15% a mais na cidade, segundo o Natural Resources Canada. Mantenha distância do carro à frente, antecipe o tráfego e freie de forma suave. O sistema de injeção eletrônica corta a emissão de combustível ao motor quando o acelerador está liberado.

    Elimine o peso extra

    Evite carregar pesos desnecessários e deixar muitas “tralhas” no carro. O peso da bagagem interfere no consumo de combustível. Dados da pesquisa canadense apontam que o consumo pode aumentar em até 1% a cada 25 kg carregados. A recomendação também vale para a instalação de bagageiros externos, já que também afetam a aerodinâmica e eficiência do veículo.

    Use o ar-condicionado com moderação

    O ar-condicionado, em geral, utiliza a potência do motor e diminui sua eficiência. O instituto canadense aponta que, conforme o veículo, o ar-condicionado pode aumentar o consumo em até 20%.

    Observe as rotações corretas do motor

    O tacômetro, conhecido popularmente como conta-giros, fica no painel do carro e indica as rotações por minuto (identificadas pela sigla rpm) do motor. Há, para cada marcha, a rotação mais adequada. Quanto mais o motor ficar fora do giro indicado, maior será a quantidade de combustível utilizado. No manual do veículo, também há a recomendação da velocidade ideal para fazer as trocas de forma mais eficiente.

    Motores eficientes

    Hoje, muitos carros têm motores extremamente eficientes e a Ford tem uma gama variada desses propulsores que funcionam de maneira bastante produtiva tanto no etanol como com gasolina. É claro que uma série de fatores, particulares de cada carro, como o conjunto de motorização e aerodinâmica, influencia no gasto de combustível. Por isso, ao comprar um automóvel novo ou usado, é importante verificar o potencial por meio do Ranking do Inmetro, que informa sobre a eficiência em termos de consumo e emissões.

    Há exemplos desde motores 3 cilindros 1.0 até a tecnologia híbrida, como o Fusion Hybrid, o carro mais econômico do País que utiliza um motor elétrico e outro à gasolina, que podem trabalhar individualmente ou em conjunto. O sistema ainda é autossuficiente: o motor elétrico é alimentado pelo de combustão e pelos freios regenerativos, que transferem a ele parte da energia perdida na frenagem. Com isso, obtém uma média de consumo de 20 km/l.

  • Entrar na água depois de comer faz mal para a saúde?

    Com as altas temperaturas batendo recorde em todo o País, quem resiste a uma piscina ou a um mergulho no mar? É preciso, no entanto, tomar alguns cuidados após a ingestão de alimentos. De acordo com o gastroenterologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Eduardo Berger, qualquer pessoa pode entrar na água após as refeições, desde que não seja praticada nenhuma atividade física exaustiva.

    “É mito achar que comer e entrar na água faz mal. O problema é praticar atividades esportivas que exijam demais do corpo, principalmente da função cardíaca. O coração precisa mandar mais sangue para os músculos, só que a digestão também requer energia”, complementa. O esforço realizado na água, por exemplo, pode provocar câimbras ou a falta de sangue no cérebro, gerando desmaios e afogamentos.

    Berger explica ainda que, quando o alimento é digerido, o estômago precisa receber fluxo sanguíneo, mas ao fazer exercícios, o organismo passa a priorizar a distribuição do sangue para os músculos. “Para qualquer atividade é indicado esperar ao menos 30 minutos para iniciar um exercício após se alimentar”.

    O especialista reforça que o cuidado deve ser tomado principalmente com crianças que gostam de pular e fazer piruetas na água. “Estes movimentos também exigem esforço do corpo e podem gerar algum mal-estar”, afirma o médico.

    Para o gastroenterologista, a recomendação é aproveitar a estação sem exageros. “Se for se exercitar por um longo período, coma alimentos leve e evite abusar de comidas pesadas, gordurosas ou com muito açúcar”, finaliza.

  • Dicas na hora de viajar com seu Pet

    O Vet Quality Centro Veterinário 24h oferece dicas para o bem estar e saúde dos cães e gatos que irão viajar com seus tutores para as férias e festas de fim de ano.

    Quem tem um bichinho sabe que às vezes planejar uma viagem pode ser complicado, já que deixá-lo sozinho por muito tempo não é de modo algum uma opção.

    Embora existam alguns locais que cuidam dos pets por um tempo, optar por levar seu animal para uma viagem pode ser uma experiência incrível para ambos.

    ITENS BÁSICOS PARA BAGAGEM DO SEU ANIMAL:
    – Coleira e guia
    – Ração em quantidade adequada para período da viagem
    – Potes para água e comida
    – Shampoo de costume e toalha
    – Cama, brinquedos
    – Medicamentos de uso contínuo e para emergências

    PREVENÇÃO DE DOENÇAS:
    – O animal deve estar com vacinação e vermifugação atualizadas.
    – Viagens para litoral exigem prevenção contra Dirofilariose ou verme do coração.
    – Viagens para localidade rural exigem prevenção contra pulgas e carrapatos, além de cuidados com berne e picadas de insetos que podem ocasionar reações alérgicas.
    – Consultar Médico Veterinário para maiores informações.

    TRANSPORTES:
    A escolha do meio de transporte mais adequado vai depender da distância até o destino final. Viagens longas de carro causam maior estresse ao animal, dê preferência pelo transporte aéreo.

    Antes da viagem, seja ela de carro ou avião, evite alimentar o animal para evitar enjôo.

    CARRO:
    – O animal deve ser transportado no banco traseiro utilizando cinto de segurança especial para cães ou caixa de transporte adequada (cães e gatos).
    – O ambiente dentro do automóvel deve estar fresco, o excesso de calor pode causar danos irreversíveis à saúde do animal.
    – Em caso de viagens longas, parar a cada 2 horas para oferecer água e passear com o animal.

    AVIÃO:
    – Atentar-se as regras de cada companhia aérea quanto ao tipo e tamanho de caixa de transporte necessário, necessidade de sedação do animal, reserva da viagem, documentação necessária para embarque do animal, e lembrar que o número de animais por vôo é limitado.
    – Algumas companhias permitem a viagem do animal na cabine junto com seu dono ao invés de ir no bagageiro, informe-se com a companhia aérea.

    DOCUMENTAÇÃO VIAGENS DE CARRO OU AVIÃO:

    VIAGENS NACIONAIS:
    – Certificado de vacinação antirrábica para animais com mais de 4meses de idade contendo o nome do laboratório produtor da vacina, lote e validade da vacina. A vacina deve ser aplicada há mais de 30 dias e menos de 1 ano da data da viagem.
    – Atestado de saúde emitido por um médico veterinário, com informações sobre as condições de saúde e se o animal está apto para viajar. O atestado possui validade de 10 dias a partir data de emissão.

    VIAGENS INTERNACIONAIS:
    – Certificado Zoosanitário Internacional (CZI) emitido pelo Ministério da Agricultura, gratuitamente, nos aeroportos internacionais. Agendar com antecedência uma consulta para realização dos procedimentos necessários para emissão do documento. O prazo para emissão do mesmo pode passar de 30 dias úteis.
    – Atestado de saúde emitido por um médico veterinário, com informações sobre as condições de saúde e se o animal está apto para viajar. O atestado possui validade de 10 dias a partir data de emissão.
    – Carteira de vacinação atualizada.
    – Documento de comprovação da aplicação do microchip, contendo o número, data da aplicação e localização, devidamente firmada pelo técnico responsável.
    – Alguns países exigem exames e documentos específicos, além de realizarem quarentena na chegada do animal. É importante se informar antes de agendar a viagem.

  • Chegou a hora de conhecer Curitiba

    Com atrações para toda família, a capital paranaense está atraindo cada vez mais turistas

    Curitiba é uma cidade que conta com suas peculiaridades durante vários meses do ano. A começar por seu clima, mais ameno, mesmo nos meses mais quentes, como no verão. Pela cidade, diversos parques e pontos turísticos fazem os moradores e visitantes sentirem-se em casa, tanto para conversar com os amigos, sair com a família e até mesmo ter contato com a cultura local.

    A capital paranaense conta com a Linha Turismo, ônibus que roda por diversos pontos turísticos em toda a cidade. Ela opera regularmente de terça a domingo, das 9h às 17h30, com saída inicial na Praça Tiradentes, no centro da cidade. Nos períodos de férias de julho, e de dezembro a fevereiro, a Linha Turismo passa a funcionar todos os dias.

    Entre os locais de maior visitação da capital paranaense está a Ópera de Arame, que foi inaugurada em 1992. Em meio a lagos, vegetação típica e cascatas, faz parte do Parque das Pedreiras juntamente com a Pedreira Paulo Leminski. Outro lugar de destaque é o Museu Oscar Niemeyer, mais conhecido como MON. Ele é um dos maiores museus da América Latina e seu acervo abriga mais de 2.200 obras de artistas reconhecidos nacional e internacionalmente. Foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, onde a forma do anexo conferiu ao MON o apelido de “Museu do Olho”.

    Os parques curitibanos, reconhecidos em todo o país, são uma atração à parte no roteiro de lazer. O Jardim Botânico é um dos lugares mais conhecidos. Inspirado nos jardins franceses, o local tem com uma grande estufa, onde conta com muitas flores e plantas nativas, além de belos corredores, com espaço para piqueniques e reuniões. O Parque Barigui é outro ponto de encontro curitibano. Lugar preferidos dos amantes de esportes ao ar livre, o parque conta com uma área verde grande, além de um centro de convenções, restaurantes e bares. Já o Parque Tanguá conta com um dos pôr-do-sol mais bonitos da cidade, e tem ainda duas pedreiras unidas por um túnel, que pode ser atravessado a pé por uma passarela sobre a água.

    Por fim, em meio a agitação do centro, os turistas podem encontrar na Rua 24 Horas, um lugar para se alimentar e conhecer mais um ponto turístico tipicamente curitibano. Com um mix de sabores em seus mais variados restaurantes, a Rua 24 Horas se transformou em um polo gastronômico, onde é possível fazer todas as refeições durante o dia. “Hoje somos uma grande praça de alimentação a céu aberto. Estamos em um dos marcos de Curitiba, onde as pessoas podem transitar, se reunir e trazer a família para conhecer e se alimentar”, coloca Luiz Felipe Nodari, presidente da Associação de Lojistas da Rua 24 Horas.

    Para mais detalhes sobre passeios turísticos em Curitiba, acesse o site www.turismo.curitiba.pr.gov.br.

  • 5 dicas para você preservar a sua coluna em viagens

    Realizar alongamentos e ter cuidado com o peso da mala são alguns dos cuidados obrigatórios para quem vai enfrentar longas horas na estrada

    Já pensou se no momento da sua viagem, momento tão esperado, você sentir aquela fisgada na coluna? Isso acontece muito com quem resolve “levar a casa na mala de viagem” ou para quem passa muitas horas no trânsito sem ao menos dar uma esticada nos braços e nas pernas. Por isso, preste atenção nas dicas do ortopedista Rogério Vidal, especialista em coluna do Hospital das Clínicas, para não ter que encurtar a sua viagem de descanso.

    Dica 1 – Atenção com a postura

    A falta de postura pode fazer você trocar o lazer pela sala de fisioterapia. Por isso, é importante ter cuidado com a postura durante a viagem tanto durante o trajeto quanto nos dias de descanso. Evite também fazer movimentos bruscos ou fora do que já está acostumado. Se a atividade for muito intensa, ela poderá gerar aquela dor incômoda de fadiga muscular que persiste por alguns dias e limita o lazer.

    Dica 2 – Posição do banco do carro

    Fique atento a posição do banco enquanto estiver dirigindo. A distancia correta pode evitar dor nas pernas, braços e principalmente na coluna. O especialista comenta que é fundamental ajustar o banco do carro da forma correta. “É imprescindível corrigir a posição do banco, deixando a lombar totalmente apoiada. O banco não pode ficar nem muito para trás, nem muito para frente. Os braços não devem ficar totalmente esticados e tampouco muito dobrados limitando os movimentos”, explica o especialista

    Dica 3 – Faça alongamentos

    Caso o trânsito esteja muito ruim e o tempo parado no trânsito for longo, o ideal é alongar pernas e braços, alerta Dr. Rogério Vidal. “O movimento simples de abrir e fechar as mãos pode melhorar a circulação no membro superior e acaba melhorando também todo o retorno do sangue e até a posição da coluna cervical”. Outro alongamento considerado fundamental para aliviar a tensão e as dores nas costas é a movimentação do pescoço. “Enquanto o carro estiver parado, o motorista deve movimentar o pescoço de um lado e de outro. Umas cinco vezes de cada lado é o ideal. Esse simples movimento já vai aliviar bastante a tensão”, explica o especialista. O mesmo vale para voos e trajetos longos de ônibus. Procure andar e mexer os pés durante o voo e descer nas paradas para caminhar um pouco.

    Dica 4 – Cuidado ao carregar as malas

    O peso da mala também é um grande vilão para a coluna e a viagem tão esperada pode ser interrompida pela falta de postura na hora de carregar peso ou abaixar para levantar a mala. “É preciso retomar a atenção com a postura. Evite sobrecarga de peso na mochila de viagem, não faça movimentos bruscos e dê preferência para as malas com rodinhas quando possível”, afirma Dr. Rogério Vidal.

    Dica 5 – Comece já o trabalho de prevenção

    Alongar o corpo durante o dia e fazer caminhas são medidas que podem auxiliar na prevenção de dores na coluna. O especialista relata ainda que essas medidas simples podem também dar resultado quando os primeiros sintomas aparecem. “Primeiro é preciso que a pessoa se conscientize que o alongamento tem que fazer parte do dia a dia dela. Esse é um ponto fundamental para prevenir as dores. Lembrando que o alongamento deve ser feito antes, durante e depois do exercício, esforço”.

  • Sexóloga revela atitudes que devem ser evitadas para não esfriar o casamento

    Pesquisa aponta que para 95,3% dos casais o sexo é importante para o relacionamento.

    Não é de hoje que ouvimos casais reclamando sobre a diminuição da frequência sexual após o casamento, porém, muitas pessoas não sabem porque isso acontece com os casados. Segundo a sexóloga e fisioterapeuta Fabiane Dell’ Antônio, são vários os possíveis motivos, mas todos iniciam-se com a diminuição do desejo sexual por um dos cônjuges. Na maioria das vezes é a mulher que perde o desejo porque sua vida sexual está infeliz ou inadequada.

    A sexóloga afirma ainda que apenas 10 a 20% dos casados não fazem sexo em relacionamento estável, porém, algumas práticas como realizar com frequência preliminares para proporcionar prazer ao outro, usar a criatividade para fazer sexo, como mudar de ambiente e posições, adequar o horário da realização das práticas sexuais, utilizar produtos sensuais, fantasias entre outros, podem apimentar a relação, mas devem ter o consentimento do casal, assim haverá harmonia, parceria e satisfação sexual de ambos.

    Apesar das práticas sexuais frequentes existem artimanhas que o casal pode utilizar para melhorar a saúde sexual como a realização de estímulos prazerosos para os dois durante as preliminares e cuidar da saúde dos músculos do assoalho pélvico com exercícios e uso de produtos que auxiliam para essa melhora, “Um exemplo disso é o Peridell, massageador perineal que melhora a saúde sexual em homens e mulheres. Criei o produto com o intuito de ajudar o casal, visto que o Peridell atua em várias alterações físicas que interferem na saúde e qualidade de vida do casal, estimula o prazer sexual”, revela Fabiane.

    Além disso, segundo a pesquisa realizada pelo Mosaico 2.0, coordenada pela psiquiatra Carmita Abdo, do Programa de Estudos em Sexualidade (ProSex) do IPq, ouviu 3 mil participantes com idade entre 18 e 70 anos, divididos em cinco faixas etárias (ProSex), para 95,3% dos entrevistados, o sexo é importante ou muito importante para harmonia do casal; desses, 96,2% eram homens e 94,5%, mulheres.

    Por isso, algumas atitudes podem ser realizadas para evitar que as relações sexuais se tornem indesejadas como, não fazer sexo com frequência de modo “rapidinho”; após o almoço ou tarde da noite quando um dos cônjuges está cansado; fazer o sexo sempre na mesma posição; deixar de beijar na boca e ter momentos íntimos a dois; forçar o outro a fazer sexo e práticas sexuais; fazer sexo sempre com a luz apagada; deixar os filhos dormirem no quarto com os pais; críticas e brigas constantes entre o casal; não ter diálogo sobre a vida sexual, gostos e desagrados sexuais que cada um sente em relação a si e ao outro e esconder do outro frustrações e problemas sexuais.

    Fabiane conclui afirmando que todas as pessoas podem melhorar sua vida sexual em qualquer momento de sua vida.

  • Como se comunicar com seu melhor amigo?

    Fiéis e sociáveis os cães são considerados os melhores amigos do homem. Quem tem um cachorro, acredita que eles nos entendam muito bem, mas será que entendemos corretamente os nossos cães? O primeiro passo para melhorar a comunicação com o cão é assegurar que ele receba uma interação humana apropriada, além de sociabilização realizada de maneira correta.

    Empregando a linguagem corporal, expressões faciais e emissão de sons para mostrar o que sentem e pensam, esses animais utilizam um método de comunicação não verbal entre os indivíduos e as situações vivenciadas. Comunicação extremamente eficaz na interação cão-cão!

    Para criar harmonia quando estão em grupo, aprendem sobre cada um dos membros do bando e “trabalham” para evitar conflitos ao serem previsíveis. Ao viverem como animais de estimação, precisam de sinais claros dos humanos, ou seja, é muito importante a previsibilidade. 
    Para os cães, a previsibilidade reside em suas rotinas diárias e nas respostas consistentes nas interações sociais. Para esses animais, a previsibilidade torna as coisas mais claras. As mudanças e a inconsistência das tarefas rotineiras podem criar ansiedade e problemas comportamentais.
    Consequência disso é que muitas vezes as respostas indesejadas dos cães acabam sendo descritas erroneamente como “comportamento de líder” ou como sendo resultado de um “cão dominante”, mas normalmente ele está apenas confuso sobre o que o tutor deseja, ou, com o resultado de uma interação social.
    Muitas vezes, a ansiedade e a insegurança podem levar o cão a rosnar, mostrar os dentes ou morder, se muito assustado, caso se sinta ameaçado ou tenha sido punido.
    Os cães precisam que seus tutores estabeleçam regras claras de comunicação e sejam consistentes na recompensa oferecida pelos comportamentos desejados. Um comportamento desejável demonstrado pelo cão deve ser recompensado de forma consistente, como um agrado, a entrega de um biscoitinho, uma bolinha ou um stick de mastigação, de forma plausível.
    Já nos comportamentos inapropriados, o tutor deve ignorarsem gritar ou punir, não deixando dúvidas para o cão sobre a diferença entre as situações. A ambiguidade entre as respostas criará confusão e poderá levar a comportamentos indesejados nos cães, que necessitam de uma comunicação clara.
    Além da previsibilidade, o uso do análogo sintético do odor materno canino, colabora para bem-estar e conforto dos cães em diversas situações desafiadoras para eles, como por exemplo: adoção, adaptação de filhotes em casa, sociabilização de filhotes, transporte, medo de fogos de artifício, estadia em hotéis e mudança de ambiente. Durante a amamentação, as cadelas produzem um odor que faz com que os cães se sintam seguros e protegidos. Ter esse odor no ambiente ajuda no conforto e bem-estar dos cães.
    Utilizado em vários países há 15 anos, a Ceva Saúde Animal traz para o Brasil o Adaptil, um análogo sintético do odor materno canino que proporciona bem-estar e conforto para os cães em situações adversas do dia a dia. É a primeira linha de produtos não medicamentosos para uso no ambiente (difusor ou spray), não sedativo e sem efeito em pessoas ou outros animais, pois é espécie-específico ou seja, somente os cães conseguem detectar.
    Ser claro e previsível torna a relação com o cão muito melhor, diminuindo a chance dele se tornar ansioso/medroso e desenvolver comportamentos indesejados. O comportamento canino pode ser muito complexo, por isso, procure sempre a orientação do médico veterinário ou profissional habilitado.
     
    Priscila Brabec é Gerente de Produtos na Unidade de ​Animais de Companhia​ da Ceva Saúde Animal. Graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) em 2008, com MBA em Marketing pela Fundação Instituto de Administração (FIA) em 2011.