Autor: agitosp

  • Mês da Masturbação: 32% das mulheres preferem a “mão” para chegar ao orgasmo, segundo pesquisa

    Os dados são do Sexlog, maior rede social adulta do Brasil, que avaliou as preferências das mulheres para atingir o orgasmo; estímulos com as mãos e sexo oral foram as principais respostas

    Maio é o Mês da Masturbação e, para saber as preferências das mulheres para chegar ao orgasmo, o Sexlog, maior rede social adulta do Brasil, realizou uma pesquisa que mostrou que 32% da mulherada prefere se masturbar ou receber estímulos com as mãos do parceiro; 29% das respondentes optaram pelo sexo oral.

    Ainda falando sobre chegar ao clímax, as mulheres disseram que a posição durante a transa também é muito importante: “de quatro” é umas das preferidas (32%), mas elas também gostam de ficar por cima (25%) e a menos preferida é o tradicional “papai mamãe” (14%).

    Segundo a pesquisa, 94% das brasileiras já tiveram um orgasmo. Ainda bem, né? E, ainda, 50% delas disseram ter tido até 3 orgasmos durante uma única transa. Para conferir a pesquisa completa, acesse: http://www.datasexo.com.br/

  • Astigmatismo atinge 60% dos brasileiros

    Falta de informação e insegurança dificultam adesão de pacientes e médicos a lentes de contato corretivas

    O Dia do Oftalmologista é comemorado anualmente no dia 07 de maio. A data tem o objetivo de homenagear os profissionais que nos ajudam a preservar a saúde ocular. Um de seus propósitos é reforçar uma parte importante da rotina dos oftalmologistas: a de conscientizar a população sobre problemas oculares, que são muito comuns e contam hoje com métodos corretivos como óculos e lentes de contato.

    Um dos problemas de refração mais comuns é o astigmatismo, que atinge cerca de 60% dos brasileiros1, um número superior à média mundial. Olhos astigmatas não formam a imagem em um único ponto focal na retina – camada mais interna do olho que é sensível à luz – fazendo com que as imagens sejam formadas em mais de um ponto e, por isso, acabam sendo interpretadas como “borradas”. O astigmatismo pode apresentar diferentes graus de intensidade e a correção é indicada mesmo para graus baixos, já que impedem uma visão nítida.

    Até pouco tempo, a única forma de corrigir o astigmatismo era por meio de óculos. A boa notícia é que existem, hoje, lentes de contato corretivas capazes de resolver o problema e garantir ao paciente uma visão perfeita mesmo quando o uso dos óculos não é recomendado – como durante atividades físicas. Mas nem todos se beneficiam ainda: “Apesar do astigmatismo ser muito comum, é preciso levar mais informação à população sobre os métodos corretivos. Cerca de 22% dos pacientes não sabem que têm o problema e 12% acham que ele não é possível corrigi-lo”, afirma a Dra. Tatiana Souto, oftalmologista da Johnson & Johnson Vision. Isso ocorre não só por falta de informação, mas também porque o astigmatismo pode estar associado com miopia e hipermetropia, o que pode confundir pacientes.

    Além disso, os pacientes com a condição alegam não se adaptar ao uso de lentes de contato: cerca de 65% dos que abandonam a categoria têm astigmatismo2. Isso acontece pois na maior parte dos casos ele não é corrigido da forma adequada, já que requer um tipo específico de lente de contato. Esses pacientes acabam usando lentes esféricas, indicadas para miopia, hipermetropia e presbiopia, quando deveriam usar lentes tóricas, próprias para o astigmatismo. As lentes tóricas contam com uma tecnologia de estabilização que ajuda a posicioná-las corretamente e garantir uma correção eficiente em qualquer situação. É o caso de ACUVUE OASYS® para ASTIGMATISMO com HYDRACLEAR® PLUS, que conta com o exclusivo desenho de estabilização acelerada. Essas lentes, além de corrigir o astigmatismo, garantem aos pacientes conforto, estabilidade visual, hidratação ocular adequada e alto nível de proteção UV.

    “É importante informar pacientes e médicos sobre os benefícios das lentes tóricas, já que cerca de 28% dos astigmatas não sabem que existem lentes próprias para a condição e 18% dos oftalmologistas não as prescrevem por não conhecerem a categoria ainda”, afirma a especialista. O desafio é o de incentivar pacientes com astigmatismo a conversarem mais à fundo com os seus médicos sobre o uso de lentes tóricas, que são muito bem aceitas por pacientes e médicos. Cerca de 78% de astigmatas que usam esse tipo de lente reconhecem a sua superioridade em relação às lentes esféricas3 e 9 a cada 10 profissionais consideram as lentes tóricas fáceis de adaptar4).

    Informações importantes para os usuários de lentes de contato

    A escolha da lente de contato deve ser feita pelo paciente em conjunto com o oftalmologista e o uso deve ser acompanhado regularmente pelo médico. Para evitar desconforto e problemas oculares originados pelo mau uso, siga sempre as instruções de utilização e troca que acompanham o produto e são fornecidas pelo fabricante, além de seguir as recomendações extras fornecidas pelo oftalmologista. Não use lentes de contato se tiver infecção ocular ou desconforto, lacrimejamento excessivo, alterações da visão, vermelhidão ou outros problemas oculares. Se um desses problemas ocorrer, entre em contato com seu oftalmologista imediatamente. Você nunca deve compartilhar as lentes de contato com outras pessoas. Para obter mais informações sobre uso, cuidados e segurança apropriados, consulte o guia de instruções ao usuário (fornecido com o produto) ou fale com seu oftalmologista. Visite a página acuvue.com.br para saber mais sobre a lente mais adequada para cada tipo de usuário.

  • Depressão pós-parto. Como lidar com esse momento delicado da mulher?

    Depressão pós-parto. Como lidar com esse momento delicado da mulher?

    Os indicadores podem ser desânimo, apatia, tristeza profunda e sentimento de culpa

    Após a chegada do bebê, muitas mães sentem que algo não está como antes. Não apenas a rotina da família que muda com a chegada da criança, o lado emocional e até mesmo as condições físicas da mulher se modificam com o início da maternidade. De acordo com a psicóloga e professora do curso de Psicologia da Universidade UNIVERITAS/UNG, Silvia Sueli de Souza Maia, essas características podem ser indício de depressão pós-parto, que é uma doença como outra qualquer, exige tratamento com terapia e muitas vezes, com medicamentos. Saiba mais sobre essa patologia e as dúvidas mais frequentes acerca do assunto. 

    O que é depressão pós-parto? 

    A depressão pós-parto (DPP) é um transtorno de humor que pode afetar as mulheres após o nascimento do bebê. Não tem uma causa única e, provavelmente, resulta de uma combinação de fatores biológicos, emocionais e sociais. Esta patologia desencadeia sentimentos de tristeza, ansiedade e exaustão, que podem ser extremos e interferir na capacidade de cuidar de si mesma ou do filho. Geralmente, se manifesta por um conjunto de sintomas como irritabilidade, choro frequente, sensação de desamparo e desesperança, diminuição da energia e motivação, desinteresse sexual, transtornos alimentares e do sono, ansiedade, sentimentos de incapacidade de lidar com situações novas. É importante conhecer estes aspectos que demarcam consequências prejudiciais ao desenvolvimento cognitivo, social e emocional das crianças. Na depressão pós-parto, há um aumento na intensidade e na constância da apatia, sentimento de rejeição, falta de prazer, que intensificam o sofrimento psíquico. Os custos emocionais ligados à doença fazem com que a mãe interaja menos com a criança. Com isso, os filhos de mães que tiveram depressão pós-parto podem apresentar problemas de ajustamento social na adolescência, com maior propensão à depressão, apatia e abuso de substâncias psicoativas.  

    A depressão pós-parto é uma condição comum?

    É relativamente comum a incidência do transtorno da depressão pós-parto. Um levantamento mundial estima que cerca de 60% das mães passam por uma forte melancolia após esse momento, conhecida como baby blues. No Brasil, cerca de 40%  das puérperas desenvolvem depressão, sendo que 10% apresentem a sua forma mais severa, denominada depressão pós-parto. Recomenda-se que psicoterapia e acompanhamento médico sejam realizados por mulheres que vivenciam esse tipo de transtorno. Aquelas que desenvolvem depressão pós-parto possuem maior risco de desenvolver depressão em outro momento da vida. Se não for tratada, a doença pode durar vários meses.  

    A depressão pós-parto costuma gerar muita culpa na mulher. Da mesma forma, o julgamento das pessoas ao redor também pode agravar o quadro. Como podemos explicar que a depressão pós-parto não é culpa da mãe? 

     

    Embora sem culpa alguma, as mulheres costumam se sentir responsáveis pelo inevitável afastamento de seus filhos que a depressão pós-parto gera, com descompensações psíquicas e tentativas frustrantes de atenuar as ações do transtorno.  

    Quanto tempo após o parto a depressão costuma aparecer? 

    Esse transtorno tem seu início em algum momento durante o primeiro ano do pós-parto, havendo maior incidência entre a quarta e oitava semana após o nascimento da criança e podem durar meses, se não tratado de maneira devida. 

    Por que a depressão pós-parto acontece?

    A depressão pós-parto, via de regra, ocorre quando a mulher e mãe já possui histórico de depressão durante a gravidez ou em outros momentos da vida, possui um diagnóstico de transtorno bipolar ou teve depressão pós-parto após uma gravidez anterior. Ainda é possível se justificar pelo fato de ter membros da família que tiveram depressão ou ainda outros problemas de estabilidade do humor; se experimentou eventos estressantes durante o período da gravidez, como complicações, doença ou perda de emprego, se o bebê nasceu com problemas de saúde ou alguma deficiência; tem dificuldade em amamentar; está experimentando problemas em seu relacionamento com seu cônjuge ou outro significativo; possui um sistema de apoio fraco, quer do cônjuge ou de familiares ausentes; possui ou está com problemas financeiros ou ainda se a gravidez não foi planejada ou foi indesejada. Os fatores podem ser os mais diversos. 

    É possível tomar medicamentos para tratar a depressão mesmo durante o período de amamentação?

    É possível tomar medicamentos durante a depressão pós-parto no período da amamentação desde que seguindo rigorosamente a orientação de um especialista. O tratamento médico da depressão pós-parto deve envolver, no mínimo, três tipos de cuidados: ginecológico, psiquiátrico e psicológico. Além da preocupação dos profissionais de saúde com o problema, são muito relevantes os cuidados sociais, comumente envolvidos com o desenvolvimento da depressão no período puerperal. Enfatiza-se a necessidade para o tratamento da depressão pós-parto para preservar uma vida adaptada da mãe, bem como para prevenir distúrbios no desenvolvimento do bebê e um bom relacionamento conjugal e familiar. Para tratamentos, a Psicologia de pacientes com quadro de depressão pós-parto tem-se destacado com o sucesso a abordagem cognitivo-comportamental. 

    A depressão pós-parto é mais comum no primeiro filho ou pode acontecer em qualquer gravidez?

    Não há registro de a incidência da depressão pós-parto ser mais comum após o nascimento do primeiro filho. Pode se desenvolver após o nascimento de qualquer criança.  

     

    Como os parentes podem ajudar uma pessoa que tem depressão pós-parto?

    Muitos maridos e familiares pensam que algumas mulheres, após o parto, ficam desanimadas, tristes e choram o tempo todo por estarem cansadas, porém pode ser indício de depressão pós-parto. Temos que ficar atentos à falta de apoio da família em alguns momentos complicados, para evitar a ocorrência do transtorno. Os indicadores de depressão pós-parto podem ser desânimo, apatia, tristeza profunda e sentimento de culpa. Em alguns casos, a mãe rejeita a criança por se sentir incapaz de cuidar do bebê e por não se considerar uma boa mãe. Esse transtorno leva a mudança de humor, que pode ser de grau moderado a grave.  

    Existe alguma maneira de prevenir a depressão pós-parto?

    A depressão pós-parto pode ser evitada.  Recomenda-se que sejam criados projetos de apoio à gestante. Faz-se necessário criar programas preventivos de saúde pública com a finalidade de identificar a sintomatologia do quadro. A sugestão do psicólogo Manoel José Pereira Simão, é que se ofereçam às grávidas terapias, grupos de discussão e orientação médica. Ele sugere que sejam criados programas alternativos de tratamento como acupuntura, massagem e relaxamento. Essas práticas são apontadas por pesquisadores como minimizadoras do sofrimento causado pela depressão pós-parto. Para prevenir esse transtorno é necessário identificar fatores de risco como depressão anterior, conflitos conjugais, ausência de suporte social, ou seja, falta de apoio do pai da criança ou de familiares durante a gestação tendo sido ela planejada ou não.  

    O que pode acontecer se a depressão pós-parto não for tratada?

    São graves e, por vezes, irreversíveis, as consequências do não tratamento da depressão pós-parto. O seu não tratamento pode incluir: suicídio e/ou infanticídio, este em proporção menor, negligências na alimentação do bebê, bebê irritável, vômitos do bebê, morte súbita do bebê, machucados “acidentais” no bebê, depressão do cônjuge e divórcio; já as tardias seriam: criança maltratada, desenvolvimento cognitivo inferior, retardo na aquisição da linguagem, distúrbio do comportamento e psicopatologias no futuro adulto. 

    Desta forma, as repercussões de uma depressão pós-parto são múltiplas. A mulher que está sofrendo da síndrome corre o risco de suicídio, como em qualquer outra situação depressiva; as relações interpessoais são perturbadas; o casal – se for o caso – também sofre, o que pode provocar uma ruptura e, por fim, as interações precoces mãe-bebê são alteradas, comprometendo o prognóstico cognitivo-comportamental do bebê.

  • Conheça cinco mitos e cinco verdades sobre os cuidados com a pele dos bebês

    O universo dos bebês é fascinante. O cuidado diário e apreciar de perto seu desenvolvimento é algo incrível e muito especial. Mas quando o assunto é cuidado com a pele deles, existem diversos mitos que se espalharam por várias gerações, deixando pais e mães na dúvida sobre o que pode ou não pode ser feito.
     
    Para esclarecer essas questões e garantir que nossas fofurinhas estejam sempre com as roupinhas corretamente limpas e confortáveis, e também com a pele hidratada e bem cheirosa, Omo, Comfort e Dove se uniram para criar uma lista com os principais mitos e verdades. Confira as dicas:
     
    MITOS
     
    1. Posso usar qualquer sabonete na pele do bebê.
     
    A pele do bebê é muito delicada e sensível, e pode perder hidratação até 5X mais rápido do que a pele de um adulto. Por isso, o cuidado na limpeza e hidratação da pele é muito importante. A escolha de um sabonete desenvolvido para essa pele delicada e que entrega suavidade para o banho do bebê é essencial.
     
    2. Não posso usar amaciante na roupa do bebê.
     
    Hoje em dia, há opções no mercado de amaciantes que foram dermatologicamente testados, além de serem hipoalergênicos e específicos para roupas de bebês, além de terem um cheirinho suave. 
     
    3. É necessário dar banho todos os dias.
     
    Hoje, a indicação dos pediatras é que o banho não precisa ser diário, principalmente em recém-nascidos. Por isso, não há grandes problemas se em dias mais corridos e cansativos não for possível dar banho no bebê. Entretanto, este é um momento de relaxamento para ele, e esse contato que o momento do banho proporciona é muito prazeroso para as mamães e papais também.
     
    4. A pele do bebê também precisa ser hidratada.
     
    Como a pele dos bebês já apresenta uma perda de água maior, utilizar hidratantes após o banho ajuda no controle da hidratação e nutrição dessa pele delicada. Além disso, a aplicação diária de loção hidratante ajuda a pele do bebê a se manter macia e saudável.
     
    5. As roupas do bebê só podem ser lavadas com sabão de cocô.  
     
    Não é verdade. O importante é lavar as roupinhas do bebê com produtos específicos para o seu cuidado, como, por exemplo, aqueles que são dermatologicamente testados e hipoalergênicos.  
     
     
    VERDADES
     
    1. É preciso separar as roupas do bebê na hora de lavar.
     
    Da mesma forma que os sabonetes comuns, os produtos para lavar roupa também contém diversas substâncias que podem causar alergias e irritações na pele do bebê. Por isso, é muito importante que elas sejam separadas e lavadas com lava roupas e amaciantes específicos para as roupinhas dos pequenos.
     
    2. Antes de o bebê entrar na banheirinha, é preciso limpar os genitais.
     
    A limpeza é fundamental para que restos de fezes e urina sejam retirados da pele do bebê, evitando a contaminação da água que estará em contato direto com a pele do bebê.
     
    3. O bebê perde mais água da pele do que os adultos.
     
    Os pequenos possuem uma pele mais delicada e fina em comparação com adultos. Este processo de desenvolvimento confere características mais sensíveis para a pele do bebê, fazendo com que a perda de água seja de 3 a 6 vezes maior. 
     
    4. Preciso lavar o cabelo do bebê apenas com shampoo ou sabonete infantil.
     
    É muito importante que a composição dos produtos seja adequada para o cabelo e a pele do couro cabeludo do bebê, promovendo uma limpeza suave e ajudando na manutenção e nutrição da região. Além disso, produtos hipoalergênicos e sem lágrimas ajudam a minimizar possíveis surgimentos de alergias e irritações.
     
    5.Não é preciso ferver sempre a água na hora do banho do bebê.
     
    Realmente não é necessário. A maior preocupação deve ser sobre a temperatura da água, que deve ficar entre 36,5 e 37 graus, independentemente da estação do ano. O ideal é usar um termômetro para acertar a temperatura apropriada.
     
  • Projeto Encontrei um Amigo do Unique Garden Hotel & Spa

     

    O Encontrei um Amigo é um projeto do Unique Garden Hotel & Spa, nascido a partir do amor e carinho da proprietária Tatiana Siaulys e sua família por cães, que, em uma noite chuvosa, resgataram a Pitchulinha das ruas e deram a ela uma nova oportunidade para ser feliz e cuidada como merecia.

    O sonho de que, assim como ela, outros animais pudessem ter um lar com amor, carinho e cuidados, fez com que nascesse o projeto. Em 2008 ganhou um nome e uma forma mais robusta e, para que mais cachorrinhos pudessem ser resgatados, a estrutura foi crescendo e ganhando uma proporção maior.

     

    Hoje são 90 baias, oito canis que acomodam mais de 220 cães e 13 funcionários. Todos os animais passam por uma triagem para detectar se existe alguma doença. Após esse procedimento, são encaminhados, se necessário, para o tratamento. Todos são castrados, vermifugados, vacinados e chipados.

     

    A partir daí estão prontos para encontrarem uma família, dar e receber amor com muita alegria e lealdade. As adoções são feitas em eventos, pelo site ou através de contato por telefone.

     

    O site www.encontreiumamigo.com.br possui uma lista de pets que estão a espera de um novo lar. Após a adoção, a equipe faz um monitoramento e acompanhamento da nova vida dos cães, além de um cronograma de visitas às novas casas para checar como estão vivendo. 

     

    Unique Garden Hotel & SPA

    Estrada Laramara, 3500 – Mairiporã – SP

    Fone: (11) 4486-8700

    www.uniquegarden.com.br

  • Etiquetagem de pneus: o que você precisa saber

    Etiquetagem de pneus: o que você precisa saber

     

    Após três anos, o Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) de pneus chega à sua etapa de implementação final. A partir deste domingo, 29 de abril, os pontos de venda só poderão comercializar pneus novos radiais de passeio, comerciais leves, caminhões e ônibus com a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE). A resolução foi regulamentada pelo Inmetro por meio da Portaria 544/2012. Assim, a Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP) aproveita para explicar como a etiquetagem funciona e como impacta o consumidor e o comércio.

    O que está na etiqueta?

    A etiqueta possui três critérios a serem avaliados:

    Resistência ao rolamento

    Está diretamente relacionada à eficiência energética, uma vez que mede a energia absorvida quando o pneu está rodando. Com isso, quanto menor for a resistência ao rodar, menor será o consumo de combustível e, consequentemente, menor será o impacto ao meio ambiente (emissão de CO2). Na etiqueta, os pneus serão classificados em seis níveis, sendo A o mais eficiente e até F.

    Aderência em piso molhado

    É um indicador do desempenho que informa ao consumidor sobre a aderência do pneu em pistas molhadas. As escalas vão de A (melhor desempenho) até E, e abrange pneus para veículos de passeio e pesados. Essa classificação mede a distância percorrida pelo veículo após a frenagem quando a pista está molhada.

     

    Ruído externo

    Indica o nível do ruído produzido pelos pneus em decibéis (dB) e, consequentemente, o impacto no meio ambiente. Este critério deve ter como limite máximo 75 dB para pneus de veículos de passeio, 77 dB para pneus de veículos comerciais leves e 78 dB para pneus de caminhões e ônibus.

    Quais pneus devem ter etiqueta?

    Os pneus novos radiais de passeio, comerciais leves, caminhões e ônibus comercializados no mercado brasileiro, produzidos no Brasil ou importados, devem conter a etiqueta.

    Quais são as exceções?

    Não são obrigados a exibir a etiqueta os pneus reformados, pneus de bicicletas, pneus para uso exclusivo em veículos agrícolas, os destinados a veículos de competições, militares, industriais e pneus de empilhadeiras. Além disso, as categorias a seguir foram excluídas dos ensaios de desempenho e também não precisam da etiqueta: pneus de motocicletas, motonetas, ciclomotores, veículos de coleção, pneus diagonais, off road e pneus para uso exclusivamente temporário.

    Segundo a portaria, tem algumas características que o pneu deve apresentar para não se aplicar a necessidade dos requisitos de desempenho.

    Item 1.1.2

    1. g) pneus novos destinados a veículos comerciais e rebocados do tipo radial, projetados para uso misto, apenas no eixo de tração, onde a aplicação requer mais aderência na superfície de rolamento e que apresentem, simultaneamente, as seguintes características:

    g.1) profundidade de sulco ≥ 18mm;

    g.2) símbolo velocidade ≤ K;

    g.3) voidtofillratio (percentual de espaços vazios na área de contato do desenho da banda de rodagem com o solo) ≥ 30%

    Estes limites constituem uma ‘barreira’ que permite apenas a entrada de produtos que possuam um nível de performance compatível com o exigido na referida Portaria 544/2012. Tais performances trazem efetivos benefícios à saúde, segurança do usuário, bem como ao meio ambiente.

    Pneus em veículos novos também terão etiqueta?

    Não. Em veículos novos, a etiqueta não precisa estar afixada no pneu. Porém, os pneus devem estar devidamente certificados e com suas respectivas graduações informadas ao organismo certificador.

    O que muda para o consumidor?

    Na prática, o consumidor já tem acesso a pneus com a etiqueta do Inmetro desde 2015, quando teve início o Programa Brasileiro de Etiquetagem. A etiquetagem dá ao consumidor uma ferramenta de informação adicional no momento da compra, o que facilita a decisão pelo pneu mais adequado às suas necessidades. “A etiquetagem tem o objetivo de passar ainda mais transparência ao consumidor e ajudá-lo a escolher o pneu mais adequado ao seu veículo e tipo de direção”, explica Klaus Curt Müller, presidente da ANIP.

    Qual é o impacto para o comércio?

    Desde 2015, a indústria passou a disponibilizar pneus com a etiqueta, adequando-se à nova regulamentação. Já os pontos de venda tiveram um período de três anos para vender o estoque sem esses requisitos, bem como as unidades que já possuíam o adesivo. Agora, a partir de 29 de abril de 2018, todos os pneus novos radiais de passeio, comerciais leves, caminhões e ônibus produzidos no Brasil e importados devem ser vendidos com etiqueta do Inmetro.

    Como a etiquetagem afeta a indústria?

    “Os fabricantes nacionais já produziam pneus de alta qualidade mesmo antes do início do programa. Desde 2015, além da diferenciação dos produtos no mercado, a etiqueta também passou a ser mais um estimulo à competitividade entre os fabricantes, o que favorece o desenvolvimento e a fabricação de produtos cada vez mais eficientes”, afirma Klaus Curt Müller, presidente da ANIP.

     

  • Ceratocone: o uso de lentes esclerais pode ser efetivo no tratamento da doença e impedir o transplante de córnea 

    A doença é a principal causa de transplante de córnea no Brasil  

     

    As doenças oftalmológicas podem causar baixa qualidade de vida, desconforto e preocupação. Embora as doenças mais conhecidas sejam o Astigmatismo, a Hipermetropia e a Miopia, uma patologia chama a atenção por ser a principal causa de transplante de córnea no Brasil: o Ceratocone. De origem genética, a doença ocorre devido a uma acentuada modificação no formato usual da córnea o que gera a perda progressiva da visão. 

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OSM), existem 1,2 milhões de pessoas cegas no país e estima-se que cerca de 80% dos casos de cegueira poderiam ser evitados ou tratados. Segundo o oftalmologista, Dr. Renato Neves, o tratamento do Ceratocone vem se aperfeiçoando cada vez mais e hoje já disponibiliza diversas técnicas que impedem que o paciente perca parcialmente ou totalmente a visão.  “Os tratamentos baseiam-se na melhora da visão por meio da correção da curvatura acentuada da córnea. Em casos iniciais, a correção da ametropia (grau) é feita com óculos e, naqueles casos onde os óculos já não permitem boa visão, faz-se uso de lentes de contato”, informa o médico. Segundo ele, os médicos devem tentar diferentes opções de lentes de contato antes de se decidir por uma cirurgia ou técnica mais invasiva. 

    Em casos muito graves, em que antigamente era indicado o transplante de córnea para devolver qualidade de visão, agora são indicadas as lentes esclerais. As lentes esclerais  são lentes de contato rígidas de gás permeáveis, porém com um diâmetro maior que as lentes de contato tradicionais. Os diâmetros começam a partir de 16 milímetros e o seu apoio não ocorre na córnea, mas sim na esclera (parte branca do olho, em volta da parte colorida).  

    Esse modelo especial visa corrigir até as deformações mais importantes da córnea. Além disso, esse tipo de lente evita a hipóxia (baixa oxigenação) na esclera que costumava acontecer no passado e incomodava muito seus usuários. Os novos materiais de alta permeabilidade ao oxigênio permitem a confecção de lentes seguras e muito mais confortáveis sendo uma das terapêuticas para o Ceratocone. 

     

    Sociedade Brasileira de Ceratocone – www.ceratocone.net.br  

    A Sociedade Brasileira de Ceratocone foi criada para estudar, educar e divulgar os tratamentos possíveis da doença aos profissionais da Oftalmologia Brasileira e a população em geral. O Presidente da Sociedade, Dr. Renato Neves, é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia a LASER e membro da American Academy of Ophthalmology. É pós-doutorado em Imunologia, Córnea e Catarata na Harvard Medical School – Massachusetts Eye and Ear Infirmary e no MIT – Massachusetts Institute of Technology. A Sociedade Brasileira de Ceratocone é filiada a World Keratoconus Society, a maior organização mundial de Ceratocone.Keratoconus Society, a maior organização mundial de Ceratocone. 

  • Sono e idade: como dormir bem em qualquer fase

    Entenda por que o ser humano dorme menos com o passar do tempo e como ter um descanso revigorante todas as noites

    Vital para o ser humano, o sono é responsável por funções importantes no organismo. Dentre elas, regular o metabolismo, auxiliar na manutenção da saúde do corpo e da mente, fortalecer o sistema imunológico, além de consolidar a memória e o aprendizado. Mas, assim como outras características do corpo, o sono também muda conforme o indivíduo envelhece. É normal a vontade de dormir mais cedo, a duração mais curta do sono e, geralmente, acordar com mais frequência durante a noite.

    Essas sensações podem se tornar motivo de preocupação entre adultos e idosos. Mas, segundo a Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, não há porque se afligir, afinal, a mudança do sono conforme a idade é normal e faz parte de um desenvolvimento biológico. “Isso acontece porque o auge da produção de melatonina, hormônio responsável pela regularização do sono, acontece aos três anos de idade e, com o envelhecimento, sua formação vai diminuindo. Com 60 anos, uma pessoa possui a metade de melatonina de um indivíduo com 20, e com 70 os níveis são ainda mais baixos”, explica.

    É por esta razão que a necessidade de sono muda a cada fase da vida. “Um recém-nascido, por exemplo, chega a dormir até 18 horas por dia, quando são consolidadas as funções orgânicas fundamentais para o seu desenvolvimento. Em média, as crianças precisam de até 10 horas de descanso, tempo suficiente e essencial para o seu crescimento, a formação neurológica e a maturação de outros hormônios. Já para os adultos, o recomendável é dormir por cerca de oito horas, enquanto os idosos chegam a ter entre cinco e sete horas de sono”, complementa Renata.

    Quantidade X Qualidade
    Apesar da preocupação que muitos adultos e idosos sentem quando percebem essa alteração na rotina do sono, a consultora ressalta que o principal não é a quantidade de horas de descanso, mas a qualidade. “Muitas pessoas acreditam que, porque dormem menos, estão dormindo mal, mas nem sempre uma coisa está relacionada à outra. Algumas chegam a ter as oito horas diárias de sono, mas ainda assim se sentem cansadas quando acordam, mal-humoradas ou com dores no corpo”, esclarece.

    Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos revelou que o maior número de reclamações sobre distúrbios do sono e cansaço diário era feito por pessoas com idades entre 18 e 24 anos. Ao passo que, idosos, com 80 anos ou mais, apresentaram menos problemas na hora de dormir. Muitos jovens e adultos estão dormindo mal por conta da correria do dia a dia, estresse da vida urbana, transtornos e hábitos inadequados. “Já está mais do que comprovado que problemas de saúde, como a depressão, a falta de rotina e uma vida atribulada são causadores da má qualidade do sono”, destaca Renata.

    Para uma noite de sono ideal, em qualquer idade, é importante ficar atento a algumas dicas essenciais. Confira abaixo:

    • Atenção à postura
      A postura correta ao dormir é imprescindível para um repouso de qualidade. A posição de lado com dois travesseiros é a mais indicada pelos especialistas. Um deles deve apoiar a cabeça, em altura que se encaixe perfeitamente entre ela e o colchão, formando um ângulo de 90 graus no pescoço. É indicado que o segundo travesseiro fique entre os joelhos, que devem estar semiflexionados, para melhor alinhamento da coluna.
    • Silêncio e ambiente escuro
      Mantenha o ambiente escuro. A claridade interfere na produção da melatonina, o hormônio que avisa o cérebro que está na hora de dormir. Além disso, evite atividades que atrapalhem um sono profundo, como assistir TV deitado na cama, utilizar o computador ou ficar horas no celular.
    • Alimentos leves antes de dormir
      Quanto maior a refeição noturna, maior a dificuldade de digestão. Portanto, alimente-se até três horas antes de ir para a cama e dê preferência a alimentos que ajudem a relaxar, entre eles, alface, maçã, pepino, salsão e ervas, como a camomila e a cidreira. Alimentos ricos em triptofano, como banana, leite, queijo branco, abacate e soja, também ajudam a proporcionar noites bem dormidas, pois participam da formação da melatonina.
    • Atividades relaxantes
      Procure relaxar. Até três ou quatro horas antes de deitar faça alguns movimentos tranquilos de alongamento. Ao liberar adrenalina, o exercício físico aquece e relaxa a musculatura, evitando lesões, dores musculares e problemas ortopédicos.
  • Quatro em cada 10 homens brasileiros não fazem qualquer exame preventivo contra o câncer, aponta SBOC

     

    Estudo mostra ainda que cerca de 10% do público masculino não tem conhecimento algum sobre tumores com alta incidência na população, como próstata e pulmão

     

    O homem brasileiro ainda não colocou a sua saúde na pauta de prioridades do dia a dia. De acordo com dados da pesquisa proprietária da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), aproximadamente quatro em cada dez brasileiros (39%) afirmaram não realizar nenhum exame preventivo. Para piorar a situação, o estudo mostrou ainda que 10% dos homens não se preocupam sequer com possíveis produtos e/ou situações que possam favorecer o surgimento de um câncer.

     

    O resultado dessa falta de interesse é que uma porção relevante do público masculino não muda hábitos simples, que poderiam diminuir muito os casos de câncer diagnosticados no país, e desconhece formas bastante comuns de tumores. “São exemplos claros disso a falta de informação em relação aos tipos mais incidentes da doença entre homens: próstata, pulmão e intestino. Segundo o levantamento da SBOC, cerca de 10% dos homens não conhecem os dois primeiros e 19% afirmaram não conhecer o último”, explica Dr. Volney Soares Lima, diretor da SBOC. Segundo o especialista, esse completo desconhecimento em relação aos tipos mais comuns de câncer preocupa, pois faz com que quase 40% dos homens não realizem quaisquer exames preventivos – nem os mais simples, como check-ups e exames de próstata – e, destes, 22% digam que não os acham importantes.

     

    Além dos exames, outra forma de combate primário ao câncer é ignorada pelos brasileiros: a alimentação, por exemplo, é um tópico sensível para grande parte dos homens. De acordo com o levantamento, 38% dos brasileiros não identificam alimentos embutidos como fatores de risco para o desenvolvimento de tumores. O resultado disso é que 57% da população masculina ainda não evita o consumo de produtos industrializados e 27% não vê relação entre sobrepeso e câncer. Para piorar, um a cada 10 não acha que exercícios físicos ao longo da vida são importantes para evitar a doença. “A obesidade é segunda maior causa de câncer, atrás apenas do cigarro, segundo a OMS. O desenvolvimento de câncer de cólon e reto está diretamente ligado a hábitos de vida, como alto consumo de carnes vermelhas e carnes processadas, pouca ingestão de frutas, legumes e verduras, obesidade e inatividade física”, explica Lima.

     

    Outro vilão conhecido quando se trata de câncer é o álcool e, novamente, o comportamento dos brasileiros deixa a desejar. Segundo os dados da pesquisa, 32% deles não reconhecem que a ingestão de bebidas alcóolicas pode ser um fator relevante no desenvolvimento da doença e 44% ainda não procuram evitar o consumo de álcool. Pelo contrário: mais da metade dos homens (53%) ainda bebe – sendo que um a cada 4 bebe duas ou mais vezes por semana.

     

    “É preciso que a população tenha em mente que adotar hábitos saudáveis e procurar diagnósticos no estágio inicial são fatores cruciais de prevenção e combate. Com o câncer de próstata, por exemplo, as chances de vencer a doença chegam a 90% quando o diagnóstico acontece na fase inicial. Por isso, é essencial conscientizar os brasileiros sobre a importância de fazer realizar exames preventivos e adotar hábitos saudáveis no dia a dia”, alerta o Dr. Volney Soares Lima.

     

    SOBRE A SBOC – SOCIEDADE BRASILEIRA DE ONCOLOGIA CLÍNICA

    A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) é a entidade nacional que representa mais de 1,4 mil especialistas em oncologia clínica distribuídos pelos 26 Estados brasileiros e o Distrito Federal. Fundada em 1981, a SBOC tem como objetivo fortalecer a prática médica da Oncologia Clínica no Brasil, de modo a contribuir afirmativamente para a saúde da população brasileira. Desde novembro de 2017, é presidida pelo médico oncologista Sérgio D. Simon, eleito para o biênio 2017/2019. 

     

  • Revisão automotiva é essencial para uma viagem segura

    Verificar se todos os sistemas do veículo estão em completo funcionamento antes do feriado assegura uma viagem com menos riscos e ocorrências inesperadas
     
    Enfrentar grandes distâncias e longos períodos dirigindo é comum para quem quer fugir das metrópoles e aproveitar o feriado no interior ou no litoral. Para garantir uma viagem segura e evitar qualquer tipo de risco, é preciso estar em dia com a manutenção preventiva do carro e reforçar os cuidados com o veículo.

    O primeiro passo para assegurar o funcionamento completo de todas as peças do automóvel é fazer um check-up geral. “A revisão, feita em uma concessionária, abrange todos os sistemas do carro: verifica-se o motor, embreagem, freios, câmbio, suspensão, fios e cabos elétricos, bateria, pneus, ar-condicionado, entre outros, para garantir que tudo está em perfeito estado”, afirma Mateus Cusatis, Diretor de Serviços das Concessionárias Carrera.

    Um importante cuidado que o motorista deve ter no momento da viagem é verificar constantemente o nível de gasolina. “O marcador de combustível nunca deve ficar vermelho, já que o próximo posto pode não estar tão perto quanto imagina. Caso o tanque alcance menos de dois terços de sua capacidade total, já é recomendável parar e abastecer”, explica Cusatis.

    Na estrada, o motorista deve se lembrar da obrigatoriedade de trafegar com, pelo menos, o farol baixo aceso e ficar atento à sinalização. De acordo com Mateus Cusatis, o melhor jeito para ficar realmente tranquilo é planejar. “É preciso verificar as opções de caminho, ter sempre um GPS ou mapa em mãos, traçar rotas seguras, além de separar uma quantia em dinheiro para emergências”, completa.