Autor: agitosp

  • Atração imperdível: Conheça os porcos 🐷 nadadores das Bahamas

    Simpáticos e fãs de uma boa comida, os porcos nativos das Bahamas se tornam cada vez mais um “must see” para os turistas 

    Com seus porquinhos mundialmente conhecidos, a Praia dos Porcos Nadadores, nas Bahamas, tem se tornado um destino cada vez mais procurado. Localizada na Ilha de Major Cay, Exumas, o destino oferece aos turistas tranquilidade, contato com a natureza, aguas cristalinas e claro os porcos silvestres que habitam a região há anos.

    Ao chegar na região, os animais, já acostumados com novos visitantes, seguem ao encontro dos barcos em busca de comida ou um simples carinho. A população de porcos na ilha gira em torno de 40, desde filhotes aos mais velhos, e alguns deles chegam a pesar até 60 quilos.

    Além dos porcos, as Ilhas das Exumas oferecem diferentes opções de atrações. Conhecidas principalmente por suas praias, com suas ilhotas e enseadas, pelos esportes aquáticos como mergulho e pesca, o destino também é ideal para se velejar. Os amantes do mergulho e snorkeling ao redor do mundo também acreditam que As Exumas são um dos lugares mais espetaculares nas Bahamas para essa atividade, dada a beleza e riqueza do seu mundo subaquático, com enormes recifes de corais e cardumes de cores brilhantes.

    O acesso até As Exumas é muito fácil e pode ser feito de avião ou barco, diariamente. As paisagens deslumbrantes, o pôr do sol cinematográfico e o clima fazem das Bahamas um dos lugares mais desejados por turistas em todo o mundo. Não só por sua beleza natural exuberante, mas também por oferecer 700 opções de ilhas diferentes que agradam a todos os tipos de gostos. Em 2018, o destino espera continuar recebendo viajantes novos e os que retornam para proporcionar eventos que fazem valer a pena viajar para viver experiências incríveis! Não faltam lugares perfeitos para tirar fotos de férias #NoFilter, ou seja, que não precisam de retoque, é só postar. Agora visitar as Bahamas está mais fácil que nunca: há um novo serviço aéreo de Atlanta e de Houston direto para Nassau, com uma infinidade de voos para os turistas poderem desfrutar deste paraíso e aproveitar as compras nas pequenas “Ilhas boutique”!

    Sobre as Bahamas

    As Ilhas das Bahamas oferecem um lugar ao sol para todos. Cada ilha tem sua própria personalidade e atrações para uma variedade de estilos de férias, com alguns dos melhores lugares do mundo para mergulho, pesca, vela, passeios de barco, bem como compras e restaurantes. O destino oferece um refúgio tropical de fácil acesso e dispõe da conveniência para os visitantes da América Latina ao não requerer visto, solicitando apenas de passaporte válido, certificado internacional da vacina contra a febre amarela e passagens de ida e volta para entrar nas Bahamas com fins turísticos. O dólar das Bahamas está igualado com o dólar americano. Faça tudo ou não faça nada, apenas lembre-se que tudo é melhor nas Bahamas.

    Para mais informações acesse: www.bahamas.com

  • Oftalmologistas respondem as dez dúvidas mais comuns sobre cirurgia refrativa

    Entre as questões explicadas pelos especialistas da Clínica Canto estão as contraindicações e os graus possíveis de corrigir

     

    De acordo com estatísticas da Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que até 30% da população com menos de 40 anos de idade necessita ou necessitará de óculos para corrigir os erros de refração, que são a miopia, o astigmatismo, a hipermetropia e a presbiopia. Outra solução é a cirurgia refrativa corneana, que corrige definitivamente o problema de visão. O procedimento faz um remodelamento da córnea para ajustar o grau e criar um foco preciso em cada olho. 

    Existem muitas dúvidas sobre a cirurgia refrativa corneana e em quais casos é indicada. Para ajudar a esclarecer essas questões, os oftalmologistas Geraldo Canto e Ana Paula Canto, da Clínica Canto, respondem as dez perguntas mais comuns sobre o procedimento. 

     

    1. A cirurgia refrativa corneana pode ser feita em pessoas com o grau muito alto?

    A cirurgia a laser até pode corrigir graus mais altos, mas, o procedimento também depende de outros fatores, como a curvatura e espessura corneana pré-operatória. Por isso, é preciso respeitar alguns limites. Para miopia, o indicado é para pessoas com até 10 graus e nos casos de hipermetropia e astigmatismo, seis graus. 

     

    1. A cirurgia pode ser feita em pessoas com o grau baixo?

    A cirurgia pode ser realizada, geralmente, em pessoas com mais de um grau de miopia, astigmatismo ou hipermetropia. Mas, sempre é necessário avaliar cada caso. 

     

    1. A miopia, astigmatismo ou hipermetropia pode voltar depois da cirurgia?

    A correção da miopia costuma não ter regressão do problema. Pode acontecer de o grau não estar totalmente estável no período em que a cirurgia foi realizada, o que pode levar ao surgimento de algum grau de miopia novamente. Nas correções de astigmatismo e hipermetropia, pode ocorrer uma leve regressão de 15% nos primeiros anos. 

     

    1. Quais doenças oculares que impossibilitam a cirurgia?

    As doenças que contraindicam a cirurgia refrativa são o ceratocone, a diabetes descompesada, o herpes ocular, a ambliopia severa, as distrofias corneanas e as doenças autoimunes mais graves. Também não é possível realizar o procedimento durante a gestação ou amamentação.

     

    1. Quem tem dois problemas, como miopia e astigmatismo, pode fazer a cirurgia?

    Sim, é possível corrigir dois erros de refração pela cirurgia refrativa, mas respeitando os limites de grau. 

     

    1. Somente pessoas com mais de 18 anos podem fazer a cirurgia?

    A cirurgia refrativa é indicada a partir de 18 anos, pois é a partir dessa idade que costuma ocorrer a estabilização do grau. Em alguns casos é recomendado aguardar até completar 21 anos. 

     

    1. Há quanto tempo meu grau precisa estar estável para realizar a cirurgia?

    Geralmente, é preciso ter uma variação menor de 0,50 graus em um ano. Contudo, quando a pessoa tem mais de seis graus, é indicado aguardar não apenas essa estabilidade, mas também serem completados 21 anos de idade, pois pode ocorrer uma progressão tardia de grau nesses casos. 

     

    1. A cirurgia é feita com laser?

    Sim, ela é feita com laser. Nos pacientes da Clínica Canto, é utilizado o Excimer, um laser de alta precisão que faz o remodelamento da córnea para a correção do grau, por meio de duas técnicas: o PRK e o LASIK, sendo que nessa última também é usado um segundo tipo de laser chamado femtosegundo para a confecção de um flap na córnea. A escolha da técnica dependerá da avaliação da córnea (curvatura e espessura) e grau do paciente.

     

    1. A cirurgia é muito demorada? Ela causa alguma dor?

    A cirurgia costuma durar entre 12 a 16 minutos por olho e é realizada sob anestesia tópica (colírio anestésico). O tratamento efetivo com o laser para a correção do grau leva alguns poucos segundos. A cirurgia em si é indolor. No pós-operatório dos primeiros dias o paciente pode sentir algum desconforto como ardência, lacrimejamento e sensibilidade à luz. 

     

    1. Depois de quanto tempo da cirurgia eu posso voltar às minhas atividades normais?

    Geralmente, é possível voltar às atividades normais depois de sete dias, mas depende da técnica utilizada na cirurgia. Quando o procedimento é feito pela técnica de PRK, o paciente costuma ter mais dor e sensibilidade à luz nos primeiros três dias e a visão demora cerca de sete dias para melhorar, quando é possível voltar às atividades rotineiras. Já quando é usada a técnica do LASIK, o desconforto visual é menor e a recuperação visual é mais rápida, podendo ser notada já no dia seguinte à cirurgia. Em ambos os casos, a cicatrização total ocorre entre um a quatro meses, quando a qualidade visual é totalmente estabelecida.

     

  • Câncer de bexiga: conheça os sinais de alerta e alternativas de tratamento

     

    Tratamentos com imunoterapia, que estimulam as defesas naturais do corpo, abrem novas possibilidades para o controle de tumores em estágio avançado

    Embora ainda pouco divulgado, o câncer de bexiga está entre os tumores que mais acometem os brasileiros. Segundo estimativas do INCA (Instituto Nacional de Câncer), são estimados 9.480 mil novos casos, sendo que é o sétimo tumor que mais acomete os homens¹. No mundo, são mais de 430 mil casos atualmente.

    O carcinoma de células transicionais é o tipo de tumor mais comum, com mais de 90% dos casos segundo o INCA, e afeta as células do tecido interno da bexiga. De acordo com o Dr. André Fay, Chefe do Serviço de Oncologia do Hospital São Lucas da PUCRS, esse tipo de câncer é mais frequente em homens, sendo que o principal fator de risco é o tabagismo, responsável por 65% dos casos².

    “O tabagismo aumenta em três vezes a chance de desenvolver um tumor de bexiga” comenta o especialista. “Após inaladas, as substâncias químicas presentes no cigarro entram na corrente sanguínea e são filtradas pelos rins. Quando a urina chega à bexiga, alguns componentes químicos do cigarro ainda estão presentes, contribuindo para danificar as células da região” explica.

    O Dr. Fay destaca ainda que os principais sintomas de alerta são sangue e espuma na urina, dor ao urinar e episódios frequentes de infecção urinária. “É importante salientar que os sintomas do câncer de bexiga podem ser confundidos com outras enfermidades menos graves, por isso todos os sinais de alerta não devem ser ignorados e investigados por um especialista” afirma.

    Reativando o sistema imune

    Segundo o Dr. André Fay, a maior parte dos pacientes é diagnosticada quando a doença já está localmente avançada, o que traz diversas limitações ao tratamento. “Em tumores de bexiga, a média de idade para o diagnóstico é de 70 anos, faixa etária em que o tratamento tradicional com quimioterapia por vezes não é considerado mais uma opção segura, seja pela idade avançada, ou outras condições clínicas associadas” explica. Nesses casos, o tratamento com imunoterápicos vêm se mostrando uma alternativa promissora. Em linhas gerais, essa vertente de tratamento estimula o próprio sistema imunológico do paciente a atacar as células cancerosas.

    Para entender melhor o mecanismo de funcionamento da imunoterapia neste tipo de tumor, é importante saber o papel da proteína PD-L1 nessa história: O ligante PD-L1 está presente na superfície das células cancerosas, e seu papel é inibir as células imunes que atacariam as células tumorais. “Imagine que o tumor é um “soldado”, que libera proteínas, ou ligantes, que se encaixam aos receptores dos linfócitos T – que integram o sistema imune – e impedem que eles iniciem um ataque. A ação dos imunoterápicos bloqueia os ligantes da doença. Consequentemente, o sistema imune se vê livre para começar a combater as células cancerosas” explica o Dr. Fay.

    A análise da proteína PD-L1 ajuda os especialistas a identificar quais pacientes podem se beneficiar desse tipo de terapia. Estudos clínicos tem demonstrado que a expressão de PD-L1 pelos tumores de bexiga pode estar associado a um maior benefício clínico dos pacientes³. Nesse contexto, especialistas enxergam com otimismo os desafios para o tratamento do câncer de bexiga. “A última década tem sido a mais promissora em avanços para esse tipo de tumor. Estamos observando ganhos que eram impensáveis algumas décadas atrás, com tratamentos que demonstram maior precisão e eficácia relacionada a uma incidência menor de reações adversas, o que é um ganho importante para o bem-estar do paciente” finaliza o especialista.

    Referências:

    1. Instituto Nacional do Câncer (INCA) http://www.inca.gov.br/estimativa/2018/sintese-de-resultados-comentarios.asp <acesso em 20.04.018>
    2. Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP)

    http://www.icesp.org.br/sala-de-imprensa/noticias/291-cigarro-e-responsavel-por-65-dos-casos-de-cancer-de-bexiga-em-homens <acesso em 05.01.2018>

    1. Powles et al. JAMA Oncol. 2017 Sep 14;3(9):e172411.
  • Urologia: quando a especialidade médica deve ser procurada?

    Além de doenças relacionadas ao sistema reprodutor masculino, o médico urologista cuida do trato urinário

    Ao contrário do que se parece, o urologista não trata apenas de doenças relacionadas ao sistema reprodutor masculino e sim de todos os problemas relacionados ao trato urinário masculino e feminino. Isso inclui rins, ureter, bexiga e uretra. Esse especialista também deve ser procurado na presença de alguma queixa relacionada, como por exemplo: cólica renal, sangramento na urina, alterações na região genital masculina, perda urinária, dificuldade para urinar e infecção urinária recorrente. 

     

    O Dr. Daniel Makoto Tsuchie, urologista do Hospital Dom Alvarenga, conta que entre as doenças urológicas que afetam as mulheres estão infecções urinárias, bexiga hiperativa, incontinência urinária e cálculos. “Além disso, as mulheres podem ser afetadas por diversas patologias congênitas e tumores, como o câncer de rim e bexiga”.

    O especialista reforça que várias patologias urológicas são crônicas e necessitam de acompanhamento periódico, como cálculos renais, bexiga hiperativa, incontinência urinária e tumores, por exemplo.

     

    Além de tratar as doenças renais e vesicais que afetam tanto homens quanto mulheres, o urologista é extremamente importante para o cuidado da saúde masculina. O Dr. Daniel reforça que os homens devem ir anualmente ao urologista e que o check-up deve fazer parte do cotidiano masculino.

     

    Durante o acompanhamento clínico, o médico solicita e analisa exames de rotina, como os de sangue, próstata (realizado em homens a partir dos 50 anos que não tenham histórico familiar de câncer de próstata e 45 anos para os que têm) e testes de níveis hormonais, como a testosterona – hormônio sexual masculino. Assim, o urologista cuida de forma completa da saúde masculina, de maneira preventiva.

  • Candidíase: ginecologista explica sintomas e tratamento

    Muitas mulheres já foram diagnosticadas pelo menos uma vez com candidíase, doença causada por algum dos tipos do fungo Cândida, presente em cerca de 20% da população feminina. No entanto, a ginecologista do Hospital e Maternidade São Cristóvão, Dra. Maria Rita Curty, explica que não é preciso temer a presença dele, o qual convive em harmonia com outros micro-organismos da flora vaginal. “A candidíase surge quando há a proliferação demasiada da Cândida albicans ou glabrata em relação aos outros micro-organismos presentes”, esclarece a profissional.

     

    Normalmente, há suspeita de desequilíbrio na flora quando ocorre o sintoma de prurido (coceira) vulvar, vaginal e na região da virilha. “Nós, ginecologistas, conseguimos identificar por meio de avaliação visual, devido à vermelhidão, e ao passar o aparelho espéculo que observa o colo do útero, indicando caso as paredes vaginais estejam avermelhadas e com secreção esbranquiçada”, comenta Dra. Maria Rita. Também é possível diagnosticar o fungo no resultado do exame de Papanicolau.

     

    A principal causa para o aumento da Cândida no organismo é a queda da imunidade. “Isso pode acontecer pelo uso de antibióticos, anticoncepcionais com elevadas doses de hormônios, diabetes descompensada, entre outros motivos. É um fungo comum, mas que, com a imunidade baixa, se prolifera pelo meio propício que é a vagina com suas mucosas, úmida e quente”, explica a ginecologista.

     

    De acordo com a Dra. Maria Rita, a candidíase pode ser evitada com hidratação diária, alimentação regrada com nutrientes e vitaminas, boas noites de sono e atividades que amenizem o estresse. Também o consumo de vitamina D e probióticos (bactérias que fazem bem) costuma ser eficaz em pacientes que apresentam os sintomas repetidamente. 

     

    Para tratamento, são receitados antifúngicos via oral e em cremes ou pomadas vaginais. “Se não cuidar, além da maior proliferação fúngica, pode ocorrer alterações na quantidade de bactérias, com aparecimento de secreção amarela esverdeada, agravando os sintomas e necessitando de antibiótico”, alerta. 

  • A temporada de gripe chegou: fique atento às diferenças entre gripe e resfriado

     

    Chegou a temporada em que a temperatura cai e nós permanecemos muito tempo em ambientes fechados. Esse costume contribui para que alguns vírus sejam disseminados mais facilmente e as doenças respiratórias começam a dar sinal¹. É justamente quando começamos a ouvir queixas sobre gripe e resfriado, mas há diferenças importantes entre essas duas doenças e é necessário conhecê-las para prevenir e evitar complicações².

    Gripe e resfriado são causados por vírus diferentes, mas que apresentam vários sintomas em comum². O resfriado é motivado por algumas espécies de vírus: Rinovírus (principal causa dos resfriados), Adenovírus, Vírus Sincicial Respiratório, Coronavirus, Echovirus e Paramixovirus, entre outros². Os sinais e sintomas dos resfriados aparecem dois ou três dias após a exposição ao vírus. Os mais comuns são: coriza, espirros, tosse, dor de garganta, lacrimejamento, moleza, febre baixa e de curta duração².

    Realizar o diagnóstico diferencial entre gripe e resfriado é essencial para seguir com o tratamento adequado². O agente etiológico da gripe é o vírus Influenza². A transmissão pode ocorrer por contato direto, de pessoa para pessoa, via espirro, por exemplo, ou indireta, por meio de superfícies ou objetos contaminados². O indivíduo com gripe pode transmitir o vírus a outras pessoas em até mais de um metro e meio de distância².

    A principal diferença nos sintomas de gripe e resfriado é a intensidade. “Uma pessoa com resfriado apresenta as vias aéreas superiores obstruídas, já na gripe os sintomas podem ser mais severos, como a febre alta, dor de cabeça e fadiga”, explica Ana Paula Flora, gerente médica da Sanofi Pasteur. (veja quadro abaixo)

    Figura 1 – Resfriado versus gripe2-5

     

    A melhor estratégia de prevenção contra a gripe é a vacinação anual, o que reduz significativamente o risco de adquirir a doença e também de complicações e hospitalizações6.  Quanto mais pessoas forem vacinadas, menos o vírus influenza será disseminado e mais pessoas dos grupos prioritários e de risco, que podem ser atingidos de forma mais grave, estarão protegidos6.

     

    Outras medidas de prevenção também podem ser feitas para garantir mais proteção, como higienizar bem as mãos com sabão ou usar álcool-gel, evitar utilizar lenços de tecido, ou objetos de uma pessoa doente e utilizar uma proteção descartável ao espirrar, tossir ou falar8.

    Informações para imprensa

    Ketchum

    Nathália de Angelis (11) 5090-8900 – r 8644 / nathalia.angelis@ketchum.com.br

    Stela Zeferino (11) 5090.8900 – r 8933 / stela.zeferino@ketchum.com.br

    Danilo Ribeiro (11) 5090-8900 – r 8510 / danilo.ribeiro@ketchum.com.br

    Aline Veríssimo (11) 5090-8900 – r 8437 / aline.verissimo@ketchum.com.br

     

    Referências:

    1. Souza CG. A influência do ritmo climático na morbidade respiratória em ambientes urbanos – dissertação (mestrado). [Internet] Disponível em:http://www2.fct.unesp.br/pos/geo/dis_teses/07/camilagrosso.pdf. Acesso em: 2017 Jun 20.
    2. Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). Influenza (gripe). [Internet] Disponível em:https://www.infectologia.org.br/admin/zcloud/125/2017/04/INFLUENZA-2-de-abril-de_2017-15.pdf. Acesso em: 2017 Jun 13.
    3. Center for Centers for Disease Control and Prevention (CDC).Cold versus Flu. [Internet] Disponível em:https://www.cdc.gov/flu/about/qa/coldflu.htm. Acesso em: 2017 Jun 9.
    4. Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Common Colds: Protect Yourself and Others.[Internet]Disponível em:https://www.cdc.gov/features/rhinoviruses/index.html. Acesso em: 2017 Jun 20.
    5. Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Clinical Signs and Symptoms of Influenza.[Internet]Disponível em:https://www.cdc.gov/flu/professionals/acip/clinical.htm. Acesso em: 2017 Jun 20.
    6. Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Key Facts About Seasonal Flu Vaccine.[Internet]Disponível em:https://www.cdc.gov/flu/protect/keyfacts.htm. Acesso em: 2017 Jun 13.
    7. Kostova D, et al. Retrospective public health impact of a quadrivalent influenza vaccine in the United States. PLoS One. 2013 Jun 19;8(6):e66312
    8. Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Preventing the Flu: Good Health Habits Can Help Stop Germs.[Internet] Disponível em:https://www.cdc.gov/flu/protect/habits.htm. Acesso em: 2017 Jun 13.
  • Melanoma, o câncer de pele mais letal, é um desconhecido dos brasileiros

    Maio é o mês de conscientização sobre a doença e a biofarmacêutica Bristol-Myers Squibb lança uma campanha com objetivo de informar como identificar e evitar esse tipo de câncer de pele

     

    O Instituto Nacional do Câncer (INCA) indica que 6.260 novos casos de melanoma serão diagnosticados entre 2018 e 2019 no Brasil.1 O melanoma é um tipo de câncer de pele que atinge os melanócitos, células produtoras de melanina, e pode levar à morte devido à grande possibilidade de metástase. Mesmo assim, os brasileiros têm pouca informação sobre a doença. É o que aponta uma pesquisa inédita encomendada pela Bristol-Myers Squibb para o Instituto Datafolha que revelou que 78% da população brasileira não sabe o que é melanoma.

     

    Além do desconhecimento sobre a doença, os dados revelam que a população não consegue identificar corretamente os fatores de risco, colocando apenas o sol como o grande vilão. Quando questionadas a respeito de quais são fatores de risco que aumentam as chances de desenvolver melanoma, exposição ao sol atingiu o índice de 86% das respostas, seguido de herança genética (36%) e excesso de pintas no corpo (36%). Mas, um importante indicativo, que é a etnia, obteve somente 20% das menções. “Embora a incidência solar excessiva tenha grande influência, outras características importantes devem ser levadas em conta, como cor da pele e estilo de vida”, explica Roger Miyake, diretor médico da Bristol-Myers Squibb. “O melanoma é mais comum em pessoas de pele clara, mas isso não significa que ele não atinja pessoas com tons de pele mais escuros. O surgimento repentino ou alterações de pintas precisam ser observados com muita atenção por todos”, conclui o executivo.

     

    O desconhecimento contribui para o crescimento do percentual de casos aqui e em todo mundo. Dados da Agência Internacional de Pesquisa Sobre o Câncer (Iarc), da Organização Mundial de Saúde (OMS), indicam que a incidência do melanoma vem aumentando gradativamente nas últimas quatro décadas. De acordo com a Agência, cerca de 200 mil novos casos de melanoma são registrados por ano em todo o mundo.2

     

    No Brasil, ainda segundo o INCA, a região Sul é a que lidera os casos da doença. Entre os homens, o risco de incidência na região é de 5,71/100 mil e entre as mulheres 4,74/100 mil.3 Em seguida figuram as regiões Centro-Oeste, com 3,55/100 mil para homens e 2,15/100 mil para mulheres4 e Sudeste, com a incidência na população masculina em 2,69/100 mil e na população feminina em 2,58/100 mil.5 As regiões Nordeste e Norte tem as menores taxas, registrando incidência de 1,47/100 mil para homens e 1,18/100 mil para mulheres no Nordeste6 e 1,23/100 mil para homens e 0,64/100 mil para mulheres na região Norte.7

     

    Campanha #MostraTuaPele

    A falta de conhecimento sobre o câncer melanoma é ainda mais expressiva nas populações de baixa escolaridade e menor poder aquisitivo, sendo que nesse recorte o índice chega a 91%. Para melhorar esses indicadores e ampliar o conhecimento sobre a doença, identificar os sinais de risco e como prevenir, a biofarmacêutica Bristol-Myers Squibb criou a campanha #MostraTuaPele, e tem a parceria dos Institutos Lado a Lado Pela Vida, Melanoma Brasil, Oncoguia e Vencer o Câncer.

     

    Focada nos canais digitais, a campanha é uma proposta de democratizar o acesso à informação qualificada, chamando a atenção para os sinais que aparecem na pele e porque é importante ficar de olho neles. A campanha inicia em 7 de maio e, ao longo do mês, que é conhecido como o mês internacional de combate ao melanoma, os institutos parceiros postarão conteúdos com imagens e vídeos sobre o tema em suas fanpages nas redes sociais, sempre acompanhadas da hashtag #MostraTuaPele.

     

    Metodologia da Pesquisa

    O levantamento para revelar essa radiografia da percepção do câncer melanoma ouviu 2077 pessoas em todo país, distribuídas em 152 municípios, de forma a representar as regiões geográficas do país. As pessoas ouvidas têm idade a partir de 16 a anos e pertencentes a todas as classes econômicas. Os dados foram coletados por meio de pesquisa quantitativa com entrevistas pessoais e individuais. Mais da metade dos entrevistados reside em cidades localizadas no interior (58%) e os que vivem nas capitais, 42%.

     

    A pesquisa também revelou que:         

     

    • 89% nunca falaram com o médico sobre a doença;
    • Apenas 36% da população sabe que o melanoma é o tipo mais letal de câncer de pele;
    • 25% sabem que o melanoma atinge quem tem histórico familiar da doença;
    • 63% não se preocupam em ser diagnosticado com a doença;
    • Menos da metade dos entrevistados (49%) estão conscientes que saber dos sintomas e fatores que causam o melanoma pode ajudar a salvar vidas;
    • 68% dos entrevistados procurariam atendimento para tratar a doença no SUS;

    Fontes:

     

    1.       http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/pele_melanoma/definicao
    2.       http://globocan.iarc.fr/Pages/fact_sheets_population.aspx
    3.       http://www.inca.gov.br/estimativa/2018/casos-taxas-regiao-sul.asp
    4.       http://www.inca.gov.br/estimativa/2018/casos-taxas-regiao-centro-oeste.asp
    5.       http://www.inca.gov.br/estimativa/2018/casos-taxas-regiao-sudeste.asp
    6.       http://www.inca.gov.br/estimativa/2018/casos-taxas-regiao-nordeste.asp
    7.       http://www.inca.gov.br/estimativa/2018/casos-taxas-regiao-norte.asp
  • Melanoma: Lesões podem ser sinal de câncer de pele

    Detecção precoce eleva chances de cura em 90% dos casos; Especialista do Grupo Oncoclínicas alerta para as principais características da doença 

    Os cânceres de pele são os mais incidentes no Brasil, representando cerca de 30% de todos os casos da doença – um número que chega a 180 mil novos casos por ano, segundo dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer). O melanoma corresponde a 4% deste total, mas, apesar de ser um dos tipos de tumores que afetam o órgão com menor prevalência entre a população, é considerado o mais grave e com grande potencial metastático. Entretanto, a chance de cura é de mais de 90% se houver diagnóstico precoce.

    Esse tipo de tumor surge por conta do crescimento anormal dos chamados melanócitos, células que produzem a melanina, dando cor e pigmentação à pele. Pessoas de pele clara, cabelos claros e sardas são mais propensas a desenvolver o câncer de pele. A idade é um fator que também deve ser considerado, pois quanto mais tempo de exposição da pele ao sol, mais envelhecida ela fica. Evitar a exposição excessiva e constante aos raios solares sem a proteção adequada é a melhor medida – e isso vale desde a infância. Vale lembrar que, mesmo áreas não expostas diretamente ao sol e menos visíveis – como o couro cabeludo – podem apresentar manchas suspeitas.

    De acordo com Dr. Bernardo Garicochea, oncologista e especialista em genética do CPO, unidade do Grupo Oncoclínicas em São Paulo, é importante a avaliação frequente de um dermatologista para acompanhamento das lesões cutâneas. “As alterações a serem avaliadas como suspeitas são o que qualificamos como ‘ABCD’- Assimetria, Bordas irregulares, Cor e Diâmetro. A análise da mudança nas características destas lesões é de extrema importância para um diagnóstico precoce”.

    Além dos cuidados gerais indicados à toda a população quando o assunto é câncer de pele, o que inclui o uso do protetor solar e atenção ao período de exposição solar prolongada, pessoas com propensão a desenvolver o melanoma devem estar constantemente mais atentas, pois ele pode surgir em áreas difíceis de serem visualizadas. “Uma lesão aparentemente inocente pode ser suspeita aos olhos do médico. Métodos diagnósticos auxiliares, como biópsia e dermatoscopia*, podem ser indicados. Além disso, pacientes que já tiveram um tumor de pele diagnosticado estão sob maior risco de apresentar uma recidiva, e devem ser submetidos a exames dermatológicos periódicos”, diz o Dr. Bernardo.

    Novos tratamentos dobram chances de cura

    O melanoma é o tipo de câncer que apresenta o maior número de mutações genéticas no DNA do tumor. Essas mutações podem confundir o sistema imunológico do paciente e dificultar a ação de terapias tradicionais. Por isso, a imunoterapia é uma das grandes aliadas no tratamento da doença.

    “A Imunoterapia é o tratamento que promove a estimulação do sistema imunológico por meio do uso de substâncias modificadoras da resposta biológica. Em resumo, trata-se de um grupo de drogas que, ao invés de mirar o câncer, ajuda as nossas defesas a detectá-lo e agredi-lo”, explica o oncogeneticista do CPO.

    De acordo com ele, 3% dos melanomas são hereditários. Ele indica alguns pontos de atenção que podem indicar propensão à doença:

    • Pessoas que possuem uma grande quantidade de pintas escuras espalhadas pelo corpo;
    • Incidência de melanoma em algum parente muito jovem (menos de 35 anos);
    • Mais de dois casos de melanoma na família (em qualquer idade).

    Nesses casos, há um teste genético capaz de identificar se há predisposição genética ao melanoma. O teste coleta uma amostra de saliva ou sangue para detectar a presença de genes ligados à doença. Já para quem não conta com um histórico ou indicação que justifique a realização do exame específico de analise do DNA, o Dr. Bernardo recomenda que, em especial para áreas em que há mais dificuldade de visualização, seja solicitado a um familiar ou conhecido um apoio para a avaliação dos sinais existentes no corpo. “Muitas das pintas suspeitas surgem nas costas e pescoço, lugares de difícil visualização. É muito importante também estar atento a manchas que surjam sob as unhas, na palma das mãos e planta dos pés”, finaliza o Dr. Bernardo

    *Dermatoscopia é um método que utiliza o dermatoscópio, espécie de microscópio que aumenta a imagem da pele em 10 a 70 vezes e permite a visualização das estruturas cutâneas sem nenhum corte ou desconforto. As imagens colhidas ficam em computador e são regularmente comparadas a cada visita médica.

  • Dúvidas comuns sobre Transplantes de Rins

    Transplante de Rins

    Médico esclarece quem pode ser doador e como é a recuperação de quem doa um órgão para outra pessoa

     

    A última novela da Globo, O Outro Lado do Paraíso, abordou um assunto muito importante: a doação de rins. A personagem de Glória Pires (Bete) doou o órgão para sua filha Adriana, interpretada por Julia Dalavia.

     

    No mundo real, ainda existem muitas dúvidas e receios em torno da doação intervivos. Porém, é de extrema importância dizer que esse procedimento, quando todos os cuidados prévios são tomados, é seguro. Quem afirma isso é o médico nefrologista Dr. Marcos Vieira, da Fundação Pró-Rim, referência nacional em tratamento e transplantes renais.

     

    “Hoje em dia a doação de órgãos é segura. Ao doar um rim, o organismo irá rapidamente se adaptar à nova realidade. Isso quer dizer que apenas um rim fará a função dos dois e isso é perfeitamente possível. Porém, isto não quer dizer que não existam possíveis riscos e complicações”, diz.

     

    O médico explica os principais questionamentos sobre a doação de rins em vida e garante que esse é mais um ato de amor que uma pessoa pode realizar. Confira!

     

    Quem pode ser doador?

    Normalmente, qualquer pessoa adulta que esteja saudável pode ser doadora. O primeiro requisito é demonstrar o desejo espontâneo de doar o órgão. Depois, é necessário que se comprove, através de análises, a compatibilidade sanguínea com o receptor.

     

    A segunda etapa é a avaliação clínica que mede se a função renal do doador está normal e não apresenta evidências de risco de doença renal ou de outros órgãos vitais.

     

    Além disso, o doador passa pela avaliação de um psicólogo, onde o profissional vai indicar se o doador está preparado para essa intervenção cirúrgica e para as consequências que podem ocorrer com a doação.

     

    “A pessoa deve estar preparada e consciente do seu ato. A doação não pode ocorrer por influência, pressão familiar ou troca de ‘favores’. Como toda cirurgia, o transplante envolve riscos e deve seguir uma rotina de cuidados para o resto da vida, tanto o doador quanto o receptor do órgão”, explica o médico.

     

    Pessoas que, mesmo que apresentem 100% de compatibilidade, tenham distúrbios psiquiátricos, façam o consumo excessivo de álcool, fumo, usem drogas, ou ainda, pessoas de idade muito avançada, ou portadores de câncer não estão recomendadas para realizar o procedimento.

     

    Pela Lei, parentes até o quarto grau e cônjuges podem ser doadores. Amigos e conhecidos só podem ser doadores mediante autorização judicial, onde devem comprovar o vínculo com o receptor. Esse processo impede que haja qualquer comércio ilegal de venda de órgãos, conforme estabelece a Lei Federal 9.434/9.

     

    Quais são os riscos da cirurgia de doação renal?

    A cirurgia do doador é feita com muito cuidado. Sob anestesia geral e todos os cuidados são tomados para preservar a saúde do doador. Pode ser feita por videolaparoscopia, evitando cicatrizes e propiciando um tempo de recuperação menor.

     

    Como é a recuperação do doador após a cirurgia?

    Nas primeiras 24 horas após a cirurgia, poderá ocorrer dores. Mas, com a medicação adequada isso é rapidamente contornado. No dia seguinte a operação, o doador pode começar a caminhar e em torno de uma semana serão retirados os pontos. Segundo o médico, a alta geralmente ocorre três dias após a cirurgia. Toda cirurgia envolve riscos como infecções, sangramento e complicações das mais simples até grandes, porém estas normalmente não costumam ocorrer.

     

    Futuro com apenas um rim

    Após a doação, o paciente doador com um só rim, deve se cuidar mais, sempre buscando uma vida com saúde.

    O médico relata que o doador deverá testar sua função renal por meio de exames ao menos uma vez por ano. Isso é feito por meio de exames de urina e sangue. Além disso, é recomendado, assim como para qualquer pessoa, que cuide da pressão arterial e tenha hábitos de vida saudáveis.

     

    E ainda alerta que sempre que possível deve se dar preferência pelo transplante com doador falecido evitando assim risco ao doador vivo mesmo que sejam pequenos.

     

    Sobre a Fundação Pró-Rim (www.prorim.org.br): Referência nacional no tratamento e no transplante de rins, a Fundação Pró-Rim é uma entidade filantrópica com 30 anos de atuação. Possui unidades de hemodiálise em Santa Catarina e Tocantins e atende pacientes renais crônicos de todo o Brasil. Pioneira nos transplantes renais em Santa Catarina, sua equipe está entre as que mais realizam transplante no país. Já ultrapassou a marca de 1500 transplantes renais, é a primeira instituição de nefrologia do mundo a receber a certificação internacional Qmentum e a primeira unidade de hemodiálise do Estado a receber o nível máximo de Qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA – Nível 3). Recebeu o Prêmio Empreendedorismo Social pela Folha de S. Paulo e foi eleita pelo nono ano consecutivo pelo Guia Você SA como uma das 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil.

  • Alentejo: roteiro turístico ideal para os apaixonados

    Descubra lugares da região portuguesa para visitar a dois

     

    Um destino para aproveitar a vida no seu próprio ritmo. Esse é o Alentejo, a maior e mais autêntica região de Portugal, onde a natureza rodeia antigos castelos, o sol reflete nos campos em tons de verde e dourado, que se perdem de vista, e a cultura se expressa na gastronomia e nos melhores vinhos do mundo. Características como essas só podem resultar em um lugar perfeito para viver o amor em um roteiro a dois.

    Com tantas paisagens bucólicas, é imperativo se aventurar nos passeios ao ar livre. Seja em bicicleta, a cavalo ou mesmo a pé, o Alentejo possui diferentes opções para vocês conhecerem locais fascinantes. Uma boa dica é aproveitar a estação mais quente do ano para fazer um piquenique no fim de tarde, saboreando um bom vinho e petiscos típicos. A Adega Mayor, em Campo Maior, proporciona experiências deste tipo, acompanhadas de seus premiados rótulos e iguarias da região, como pão alentejano, azeites, queijos e compotas.

    Para o casal que deseja apreciar a arquitetura singular, a oferta é vasta: as estreitas e charmosas ruas de pedra de Monsaraz, as construções magníficas de Elvas e o rico patrimônio histórico da capital Évora são imperdíveis. É possível ainda contemplar as encantadoras vilas do alto, em um inesquecível voo de balão. 

    E nada melhor do que desfrutar o clima romântico em uma hospedagem de estilo. As terras alentejanas contam com edifícios históricos transformados em luxuosos hotéis, como a Pousada Convento de Arraiolos, ou então refúgios de charme, como a Herdade do Vau. Os spas tornam a estadia ainda mais relaxante, com massagens, tratamentos e saunas.

    Com a chegada do verão, o litoral quase que intocado do Alentejo também é ótima opção para descansar e curtir o amor. Os areais dourados e mar azul são panoramas que encantam os olhos e estão entre as melhores praias do continente europeu, excelentes para vivenciar momentos únicos e de muito romance.

    Localizado na Península de Tróia, o edifício moderno do cinco estrelas Tróia Design Hotel tem vista magnífica para o Atlântico e o “Melhor Spa Hotel de Luxo” do país segundo os World Luxury Spa Awards. Para os casais mais animados, Sines é uma antiga vila de pescadores que abriga as praias mais badaladas da região, como São Torpes, e ainda tem festivais de verão com atrações internacionais, como o Festival Músicas do Mundo.

     

    Sobre o Alentejo

    Considerado o destino mais genuíno de Portugal, o Alentejo é a maior região do país. Privilegiando um lifestyle tranquilo em que a experiência de viver bem dá o tom, conta com belas praias intocadas e cidades repletas de atrações ímpares, como castelos e monumentos históricos. Detentor de três títulos da UNESCO e diversos outros prêmios e reconhecimentos internacionais no setor do turismo, o Alentejo oferece opções para todos os tipos de viajantes, sejam famílias, casais em lua de mel ou aventureiros. Para mais informações, visite www.turismodoalentejo.com.br.