Autor: agitosp

  • São Roque é conhecida nacionalmente como a “Terra do Vinho”

    Conhecida nacionalmente como “Terra do Vinho”, São Roque traz em sua história a elaboração de uma das mais antigas bebidas da humanidade. O vinho produzido em São Roque possui os traços e elementos utilizados pelos imigrantes portugueses e italianos que iniciaram a produção, num primeiro momento, para o próprio consumo e se transformando com o passar do tempo,numa das principais atividades econômicas da cidade. 

    Hoje, praticamente todos os produtores descendem dos imigrantes que escolheram São Roque para fincar suas raízes. Alguns ainda mantêm uma forma mais artesanal de produção de vinho e sucos, outros aderiram a uma produção em escala industrial. Mas o que mais chama a atenção em relação aos vinhos produzidos em São Roque é a valorização da cultura e história de seus antepassados. Cada vinhateiro, e olha que já estão na terceira e quarta geração, carrega no sangue a herança de como produzir vinhos, seja na forma ou nas receitas que vieram nas bagagens da família.

    Hoje, a cidade conta com 14 vinícolas, que produzem vinhos de diferentes variedades, entre elas, Vinho Fino, Vinho Branco, Vinho Guéfen, Vinho Licoroso, Vinho Rosado, Vinho Tinto, Frisante e Espumante. Além dos mais variados derivados, como coolers e licores. A região é responsável pela comercialização de cerca de 18 milhões de garrafas de vinho por ano, sendo cerca de 75% de vinhos de mesa e 25% de vinhos finos. Somente no período da Expo São Roque são comercializados em torno de 120mil garrafas de vinhos, espumantes, sucos e afins.

    Venha para São Roque degustar os melhores vinhos, você vai se encantar!! 

    Realização

    O evento é realizado pelo Sindicato da Industria do Vinho de São Roque (Sindusvinho) e tem o apoio da Prefeitura da Estância Turística de São Roque.

    Venha para a Expo São Roque! Você vai se surpreender!!

     

    Serviço: 

    26º Expo São Roque Vinhos e Alcachofras 

    Data: 05 de outubro até 11 de novembro de 2018

    Às sextas, sábados, domingos e nos feriados “12 de outubro e 02 de novembro”

    Horários: das 09h até 19h

    Local: Recanto da Cascata 

    Endereço: Av. Antônio Maria Picena, 34

    Cidade: São Roque, SP.

    Telefone: (11) 4712-3231

    Ingressos: Inteira R$ 32,00 e Meia R$ 16,00

    Compra de Ingressos no site: www.exposaoroque.com.br

  • Você sabia que grávidas e lactantes não podem fazer mamografia?!

     

    Ultrassom e ressonância são algumas alternativas para avaliar a saúde das mamas

    Gestantes e mulheres que estão na fase de amamentação não podem se submeter ao exame de mamografia. A principal causa da proibição, de acordo com o ginecologista e obstetra Alberto Guimarães, “é a compressão da mama, que estará maior e mais dolorida nesses períodos”.

     

    Para avaliar a saúde mamária e detectar possíveis doenças, como o câncer de mama, os mais indicados, segundo Guimarães, são o ultrassom e a ressonância.

     

    “Durante o período de gestação e amamentação não é indicada a realização da mamografia. Existem outros exames que podem ser feitos, como o ultrassom de mamas e até a ressonância nuclear magnética de mamas”, ressalta o médico.

     

    De acordo com o ginecologista, a mamografia deve ser feita aos 35 anos e, se não houver fator de risco, repetida anualmente a partir dos 40 anos. Já o autoexame deve ser realizado mensalmente, 3 a 5 dias após a menstruação ou em data definida pela mulher, se ela não menstrua ou está grávida.

  • Alcachofras: é tempo de se deliciar com esta iguaria cultivada em São Roque

     

    Com a aproximação da chegada da primavera também tem início a colheita das alcachofras na cidade de São Roque. E não há lugar melhor para provar estas delícias do que numa festa preparada especialmente para celebrar o que de melhor é produzido na cidade: os vinhos e as alcachofras. A 26ª edição da Expo São Roque reúne uma deliciosa gastronomia a base da alcachofra, um chef especializado nesta iguaria e que prepara as mais deliciosas receitas aos olhos do público. Além, é claro, da possibilidade de harmonizar os pratos com os diferentes tipos de vinhos de São Roque.

    Introduzida na região há mais um século pelos imigrantes portugueses, italianos e espanhóis que trouxerem na bagagem seus hábitos culturais e dentre eles o cultivo desta flor, hortaliça, a alcachofra se adaptou ao solo de São Roque e seu cultivo virou tradição. Num primeiro momento era cultivada apenas para o consumo local, mas pesquisas realizadas remontam a década de 50, como oinício da produção comercial em maior escala. O processo de seleção natural foi realizado pelos próprios agricultores, que encobriam as plantas com jornal para evitar os raios solares, surgindo assim, as famosas “Alcachofras Roxas de São Roque”.

    Embora São Roque não tenha a maior área de produção da região, são pouco mais de 40 hectares cultivados, são aspráticas tradicionais do cultivo natural conservadas pelos produtores locais que diferenciam as alcachofras de São Roque: o cultivo é feito através do método de propagação vegetativo, onde se faz uma nova muda a partir do broto para ser replantada, de forma sustentável. Outro fator é a produção de mudas sem estimulantes de floração, ou seja, hormônios vegetais, respeitando o ciclo natural da planta e seu desenvolvimento.

    A estimativa para a colheita que se iniciou em setembro e vai até novembro é de cerca de mais de 1milhão e 200 mil unidades de alcachofra.

    Venha para a Expo São Roque! Você Vai se surpreender!

    Realização

    O evento é realizado pelo Sindicato da Industria do Vinho de São Roque (Sindusvinho) e tem o apoio da Prefeitura da Estância Turística de São Roque.

    Venha para a Expo São Roque! Você vai se surpreender!!

     

    Serviço: 

    26º Expo São Roque Vinhos e Alcachofras 

    Data: 05 de outubro até 11 de novembro de 2018

    Às sextas, sábados, domingos e nos feriados “12 de outubro e 02 de novembro”

    Horários: das 09h até 19h

    Local: Recanto da Cascata 

    Endereço: Av. Antônio Maria Picena, 34

    Cidade: São Roque, SP.

    Telefone: (11) 4712-3231

    Ingressos: Inteira R$ 32,00 e Meia R$ 16,00

    Compra de Ingressos no site: www.exposaoroque.com.br

     

     

  • Água sanitária mata a larva do mosquito da dengue, chinkungunya e zika

    A água sanitária (hipoclorito de sódio diluído)  é um produto coringa, que não pode faltar na limpeza da casa.  Ajuda na higienização de verduras, frutas e legumes, eliminando bactérias, além de a ciência já ter comprovado que água sanitária é a solução mais eficaz para prevenir doenças relacionadas com enchentes, como leptospirose, hepatites do tipo A e E e gastroenterites e no combate ao Aedes aegypti,  transmissor da zika, chikungunya,dengue e febre amarela urbana. A prevenção é a melhor maneira de combater o mosquito e evitar doenças.

    A ação do produto é reconhecida pelo Ministério da Saúde (http://combateaedes.saude.gov.br/pt/prevencao-e-combate/indicacoes-agua-sanitaria) e foi comprovada por um estudo realizado pelo Laboratório de Radiobiologia e Ambiente do Centro de Energia Nuclear na Agricultura,  da Universidade de São Paulo (USP). O estudo, realizado a pedido da Associação Brasileira da Indústria de Cloro, Álcalis e Derivados (Abiclor),  mostrou que o hipoclorito de sódio é quase 100% eficaz para este uso, diz o doutorando Andre Ricardo Machi, um dos responsáveis pela pesquisa.  Esse novo estudo corroborou  pesquisas anteriores, de 2002 e 2008, desenvolvidas pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz – ESALQ/USP.

    Por isso, a higienização das casas para eliminar as larvas do mosquito é um hábito a ser incorporado na rotina das famílias e empresas, considerando-se que 80% dos focos estão dentro de casa. 

     

    Dicas práticas de uso da água sanitária

     

    Verduras, frutas e legumes. Coloque numa bacia plástica água misturada com água sanitária, na proporção de 1 colher  das de sopa (15 ml) de água sanitária para cada litro de água. Lave as verduras, frutas e legumes com água corrente em abundância e depois mergulhe-as por 30 minutos na bacia plástica,  agitando–as ocasionalmente. Passado esse tempo, lave novamente a verdura na torneira tirando o excesso de água sanitária.

    A água usada na desinfecção dos alimentos pode ser aproveitada para lavagem de pias, pisos, bancadas e utensílios domésticos em geral, inclusive toalhas e panos de pia.

     

    Ralos. Despeje solução de água sanitária na proporção de uma colher de sopa por litro de água em ralos de pias, banheiros e cozinha. Atenção: Faça a limpeza das pias e dos ralos à noite, antes de dormir, para que a água sanitária possa agir por mais tempo.

    Plantas. Essa mesma solução (água sanitária na proporção de uma colher de sopa por litro de água) também pode ser usada para a rega de plantas, particularmente  que acumulam água entre as folhas, como as bromélias. Esta solução não faz mal às plantas e evitará o desenvolvimento da larva do mosquito.

    Vaso sanitário. Coloque o equivalente a duas colheres de hipoclorito de sódio por litro de água no vaso sanitário, nos ralos do banheiro, cozinha e a área de serviço. Esse é um cuidado que se deve ter antes de viajar, quando a casa fica fechada por algum tempo.

    Piscina. É importante manter a piscina tratada, mesmo que não esteja sendo usada. Com o tempo, o cloro pode evaporar, e a piscina se tornar um foco da larva do mosquito. Durante o inverno, por exemplo, é comum deixar a piscina coberta. Nesse caso, não deixe acumular água de chuva na lona de cobertura, pois pode ser um foco do mosquito.

    Caixas d’água.  A limpeza deve ser feita a cada seis meses. Feche a entrada de água e esvazie a caixa quase toda. Deixe sobrar água suficiente para lavar, com uma escova, as paredes e o fundo da caixa. Não use produtos de limpeza nessa etapa. Enxágue bem e esvazie toda a água suja, dando repetidas descargas no vaso sanitário. Depois de limpa, encha a caixa novamente e adicione um litro de água sanitária para cada 1.000 litros de água. Espere duas horas e esvazie novamente a caixa, abrindo todas as torneiras, para limpar os canos da casa, até sair água limpa. Depois, encha com água potável e tampe.

     

     

    Importante:  Por ser um produto químico, é fundamental tomar alguns cuidados na hora de utilizar o produto, evitando o contato com os olhos e a pele e a ingestão.

    >Mantenha o produto longe de crianças e animais

    >Guarde a água sanitária em recipiente fechado e em local ventilado, longe dos raios solares e calor.

    >Nunca misture com vinagre, ácidos ou outros agentes de limpeza.

    >Não reutilize a embalagem.

  • 23ª SP Restaurant Week oferece menus vegetarianos e veganos

     

    Hambúrguer de Falafel – Restaurante Arabia

    Uma das maiores cidades em número de restaurantes da América Latina, São Paulo recebe novamente a Restaurant Week. Celebrando os “Menus de Sucesso”, a 23ª edição do festival acontece na capital e região metropolitana até o dia 21 de outubro.

    Atentos aos gostos e novos hábitos de consumo de seu público, alguns dos restaurantes participantes oferecem opções vegetarianas e veganas no Menu Week.

    “A missão da Restaurant Week é democratizar a gastronomia, e isso não se aplica apenas aos preços. É importante que nossa seleção de casas parceiras tenha cardápio variado e atenda aos diversos paladares e escolhas culinárias”, acredita Fernando Reis, idealizador e responsável pelo festival no Brasil.

    Confira os restaurantes com opções de vegetarianas e veganas na 23ª SPRW:

    • Arabia
    • Bistrô da Enoteca
    • Chez Vous
    • Felix Bistrot
    • Huaco
    • KEZ Bagel & Café
    • L´Aperô Bistrot
    • La Mar
    • La Piadina Cucina Italiana
    • Lapin
    • Mangiare Gastronomia
    • Padaria da Esquina
    • Paellas Pepe
    • Rendez-Vous
    • Trebbiano
    • Vinheria Percussi

    Os menus de cada restaurante e lista completa de participantes pode ser encontrada em www.restaurantweek.com.br .

    Durante o período do evento, os restaurantes criam menus especiais a preços fixos para entrada + prato principal + sobremesa em duas categorias diferentes: Tradicional, na qual o almoço sai por R$ 46,90 e o jantar R$ 58,90 e Premium, com almoço por R$ 68 e jantar por R$ 89. Para essa última categoria, é obrigatório fazer reserva pelo site do evento – www.restaurantweek.com.br. Além disso, os consumidores podem doar R$ 1 no valor final da conta para a Fundação Cafu. Outra forma de fazer o bem é doar as notas fiscais sem CPF para a APAE SP – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, por meio do aplicativo da Nota Fiscal Paulista.

    Os clientes Restaurant Week contam ainda com diversas vantagens oferecidas pelos parceiros do evento. A Cabify disponibiliza aos novos usuários do aplicativo a primeira corrida gratuita, limitada a R$20 de desconto, utilizando o cupom de desconto RESTAURANTWEEK2018. Além disso, quando o cliente fizer a reserva pelo site oficial do evento, ele recebe, por e-mail, um código para ganhar desconto na corrida do aplicativo.  Já os usuários da TudoAzul, programa de vantagens da Azul Linhas Aéreas, podem trocar pontos por voucher digital para consumo do Menu Week. Esses cupons deverão ser utilizados apenas mediante reserva no site www.restaurantweek.com.br.

     Serviço:
    O que: 23ª edição da São Paulo Restaurant Week
    Quando: Até 21 de outubro
    Tema: Menus de Sucesso
    Valores: Menu Week- R$ 46,90 o almoço e R$ 58,90 o jantar
    Menu Premium – R$ 68,00 o almoço e R$ 89,00 o jantar – Somente com reserva
    Site: www.restaurantweek.com.br

  • O que saber antes de viajar de avião com seu pet

    Documentação, reservas e caixa de transporte… especialista fala sobre os cuidados para voar com cães e gatos

    O número de animais de estimação no Brasil está cada vez maior. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apenas em 2016, as famílias brasileiras eram responsáveis por cuidar de 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos, e a tendência é que a população de pets cresça 5% ao ano.

    Com a tendência das famílias terem cada vez mais animais de estimação em casa, fazer uma viagem de férias ou planejar uma mudança de cidade pode ser um desafio. “Considerando essa mudança no comportamento dos núcleos familiares, as companhias aéreas têm se adequado às novas demandas e hoje é muito comum e viável voar com cães e gatos, mas é preciso cumprir as exigências impostas por cada empresa”, afirma Mario de Almeida, Gerente de Marketing da Allianz Travel, empresa líder na oferta de seguro viagem. No Brasil, a Allianz Travel atua como representante de seguro da Allianz Seguros no segmento viagem.

    E para ajudar nessa tarefa, Mario separou orientações importantes que podem fazer toda a diferença na hora do embarque:

    Atestado de saúde
    Antes de embarcar, é preciso visitar um médico veterinário. A maioria das companhias áreas exigem um atestado de saúde – também conhecido como Certificado de Inspeção Veterinária – para garantir que o animal está em condições de viajar. O documento deve conter a assinatura do profissional registrado no Conselho Regional de Medicina e pode ser emitido até 10 dias antes da data da viagem.

    Restrição de raças
    Nem todas as raças de cães e gatos podem embarcar em um avião. Pois é, animais de focinho diminuído ou achatado, como cães das raças pug e pitbull, correm mais risco de terem problemas respiratórios durante um voo e, por isso, são vetados pela maior parte das companhias aéreas.

    Custo adicional
    Para transporte do animal, existe o custo adicional que, normalmente, o preço é fixo para transporte na cabine e variável para transporte no compartimento de cargas da aeronave.

    Caixa de transporte
    Atualmente, as principais companhias aéreas brasileiras oferecem transporte de cães e gatos no compartimento de cargas da aeronave ou na cabine de passageiros. O fator que determinará se o bichinho de estimação irá com o dono ou em uma área especial são as dimensões e o peso da caixa de transporte (kennel) somado ao peso do pet. Isso, entretanto, varia de acordo com cada companhia aérea, portanto verifique antes de embarcar.

    Documentos exigidos
    Além do atestado de saúde, é necessário estar atento às documentações necessárias para voar com seu pet. A seguir, está a lista com os principais itens a serem providenciados antes do embarque:

    – O principal documento exigido é a carteira de vacinação em dia.

    – Exigências específicas dos destinos: cada país tem requisitos próprios para autorizar o ingresso de cães e gatos no seu território. Sendo assim, é necessário entrar em contato com a embaixada/consulado do país de destino e pedir ao médico-veterinário os atestados solicitados.

    – Para viagens internacionais, algumas outras documentações são necessárias como o Certificado de Aclimatação, que atesta que o animal pode ser exposto a temperaturas extremas (quente ou fria) sem prejudicar a saúde.

    – Passaporte animal: o Ministério da Agricultura emite, gratuitamente, um documento para livre trânsito do pet, que pode ser requisitada aqui.

    – Apresentação de comprovante de idade do animal. A maioria das companhias aéreas só aceita transportar animais com mais de oito semanas de vida.

    Faça a reserva com antecedência
    Por último, vale ressaltar que o número de animais de estimação na cabine é limitado, então é necessário fazer a reserva com antecedência para garantir o lugar do bichinho de estimação.

  • Terrazza 40 completa 5 anos

    Além da gastronomia internacional, o grande diferencial da casa é a  experiência que os clientes têm no ponto mais alto da capital paranaense

    No dia 12 de outubro o restaurante panorâmico de Curitiba – Terrazza 40 – completa cinco anos. No entanto, podemos dizer que sua história começou em 1992 com a inauguração do Edifício Champagnat Tower, onde está localizada a atração, no 37º andar, com uma das vistas mais exclusivas da capital paranaense.  Na época da construção o projeto do prédio contava com um shopping térreo, uma torre comercial e outra residencial, onde na cobertura já se esperava receber um restaurante panorâmico com elevador exclusivo. Foi apenas em 2013 que o projeto de origem foi executado, passando de um escritório para um restaurante panorâmico. Desde então, o ponto mais alto da cidade se consolidou como um novo atrativo turístico à capital. 

     

    Além de receber muitos clientes curitibanos, cerca de 30% dos visitantes do restaurante são de outras cidades ou países. Seja a lazer ou negócios, um dos destinos mais procurados pelos turistas é o Terrazza 40 – o único a oferecer uma vista de praticamente 360° da cidade. O restaurante está no ponto mais alto da capital e, lá de cima, é possível apreciar uma vista única, seja durante o dia ou noite. Do alto, também é possível que o cliente conheça a capital como um todo, tendo noção de onde estão as principais atrações turísticas e, a melhor parte: tudo isso enquanto comem, tomam vinho ou um café com a família. 

    Algumas de suas sobremesas são reproduções de conhecidos e renomados ícones do turismo da cidade: Museu Oscar Niemeyer, Estação Tubo e Floreira da Rua XV. A proposta é valorizar a cultura e o turismo, não apenas de Curitiba. A casa apresenta seu menu em quatro idiomas e alguns colaboradores são bilíngues, pensando em proporcionar experiências únicas a todos. E para celebrar os cinco anos, a casa vai lançar um novo cardápio com diversas receitas doces e salgadas, uma delas será a sobremesa praça do Japão.

     

    E, por falar em experiências únicas, o aniversário do restaurante também lembra de milhares cenas de amor. A casa é muito frequentada por casais que celebram datas especiais como aniversário de namoro, casamento e noivado e, impulsionado pelo romantismo, o Terrazza 40 oferece um serviço exclusivo de Concierge, no qual os clientes podem solicitar flores no momento da reserva e outros serviços como violinista, transporte particular e presentes. Neste ano, o restaurante inaugurou um novo espaço: o Bistrô do Terrazza 40 – um ambiente pequeno e intimista, com 10 mesas exclusivas para casais junto às janelas: o lugar mais disputado do observatório.  Segundo o gerente de reserva Alexandre Lopes, que trabalha na casa desde a inauguração, em 2013, todas as noites acontecem pedidos de casamento. “Já foram mais de 2.000 pedidos de casamento aqui no restaurante, alguns deles inclusive até foram temas de lindas reportagens”, diz. 

     

    Consolidado como um imponente cartão postal, o restaurante completa cinco anos de muitas histórias na capital. Está localizado no Bigorrilho, mas, com suas paredes totalmente de vidro, traz uma vista ímpar de todos os lados da cidade, desde o Parque Barigui, Largo da Ordem, Igreja dos Passarinhos e muitas outras atrações. A casa prepara uma novidade para seus clientes: até o final de novembro todas as 70 janelas irão ganhar uma comunicação informando uma região da cidade ou atrativo turístico. Nesse mesmo local o cliente poderá encostar seu celular e, em parceria com o site Curta Curitiba, será possível conhecer a história do parque Barigui, por exemplo.

     

    Serviço

     

    O Terrazza 40 fica na Rua Padre Anchieta, 1287, cobertura – em frente à Praça da Ucrânia. O restaurante abre todos os dias para almoço e jantar, com mesas de no máximo 12 lugares, exceto nas segundas no horário de almoço. Nas noites de segunda, a casa promove a Confraria do Vinho: a ocasião perfeita para os clientes levarem de casa seus rótulos preferidos (sem pagar taxa rolha) ou adquirir rótulos de vinícolas brasileiras com 30% OFF. 

     

    As reservas podem ser feitas pelo site www.terrazza40.com, mas também é possível ir ao restaurante sem ter feito uma e aguardar uma mesa no Lounge Bar.

  • Cardiologista do HCor alerta sobre o excesso de gordura abdominal e riscos cardíacos

    DIA NACIONAL DE PREVENÇÃO DA OBESIDADE (11/10) 

    Na semana em que se comemora o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, celebrado no dia 11/10, o Dr. Ricardo Pavanello, cardiologista e supervisor da Cardiologia Clínica do HCor reforça o alerta para a população quanto aos riscos de doenças cardiovasculares causados pelo acúmulo predominante de gordura na região abdominal. “A concentração de gordura no abdômen favorece a proliferação do processo inflamatório, que afeta os vasos sanguíneos, e acelera a formação de placas de gorduras que dificultam a passagem do sangue – principal causa do infarto agudo do miocárdio e do AVC (Acidente Vascular Cerebral)”, alerta.

    A gordura localizada no abdômen é considerada um importante fator de risco para doenças cardiovasculares. Habitualmente encontra-se associada com níveis altos de triglicerídeos, baixos níveis do bom colesterol (HDL), resistência à ação da insulina com elevação dos níveis do açúcar no sangue (diabetes). “A gordura abdominal é responsável, também, por causar o aumento da gordura no fígado e, frequentemente, está associada com a hipertensão arterial e aumento da viscosidade do sangue”, esclarece Dr. Pavanello.

    De acordo com o cardiologista do HCor, a obesidade é causada pelo excesso alimentar combinado a vida sedentária. “É importante lembrar que outros fatores podem desencadear ou agravar a obesidade tais como fatores genéticos, neurológicos, psicológicos, metabólicos e socioeconômicos”, esclarece.

    Se o indivíduo tem uma dieta rica em gordura saturada (que é encontrada principalmente em produtos de origem animal) pode ocorrer um aumento da taxa de colesterol no sangue, principal causa da formação de placas de gordura nas artérias. “Com esse acúmulo, as artérias coronárias vão se tornando mais estreitas, além de diminuir o fornecimento do sangue para o músculo cardíaco”, diz.

    Como identificar o excesso de peso: é possível identificar o excesso de peso baseando-se no índice de massa corporal (IMC). O cálculo é feito dividindo o peso (em quilogramas) pela altura (em metros) ao quadrado. Esta fórmula possibilita diagnosticar se uma pessoa tem um peso normal (IMC de 20 a 25), se está com sobrepeso ou excesso de peso (IMC de 25 a 30) ou ainda, se está obesa (IMC superior a 30). A gravidade da obesidade é dividida em grau I (moderado excesso de peso) quando o IMC situa-se entre 30 e 34,9; grau II (obesidade leve ou moderada) com IMC entre 35 e 39,9 e, por fim, grau III (obesidade mórbida) na qual IMC ultrapassa 40.

    Gordura na barriga, perigo à vista!

    Quando a gordura se acumula entre os órgãos do abdômen ela se torna perigosa. Este tipo de gordura está por trás de muitos males fatais associados à obesidade. Na avaliação do tamanho da cintura dos brasileiros feita pelo IBGE, a conclusão foi que 37,7% da população tem cintura aumentada, o que também eleva riscos de doenças cardiovasculares e diabetes. Entre as mulheres, o problema foi bem mais prevalente: 52,1% das mulheres e 21,8% dos homens têm o problema. “A medida da circunferência abdominal reflete de forma indireta o conteúdo de gordura entre os órgãos da região. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece que a medida igual ou superior a 94 cm em homens e 80 cm em mulheres já aumenta o risco – especialmente para doenças ligadas ao coração”, explica Dr. Pavanello.

    Doenças que são consequências da obesidade: na medida que ficamos acima do peso, o risco de desenvolver uma doença cardiovascular aumenta gradativamente. Veja abaixo algumas doenças cardiovasculares relacionadas à obesidade:

    Hipertensão arterial: boa parte dos pacientes que sofrem com hipertensão arterial estão acima do peso. O aumento da pressão arterial é maior quando a obesidade é de distribuição abdominal.

    Insuficiência cardíaca: a obesidade também pode levar à insuficiência cardíaca. Essa é uma condição grave em que o coração não consegue mais bombear sangue suficiente para atender às necessidades do corpo.

    Insuficiência venosa, trombose e embolia pulmonar: o aumento do volume intravascular, associado à diminuição da mobilidade, encontrada em indivíduos obesos, reduz a função de bombeamento dos músculos da panturrilha e da perna, e pode resultar no refluxo de sangue. A incidência de tromboembolismo venoso também é aumentada na obesidade, bem como o risco de embolia pulmonar, principalmente em mulheres, que fazem uso contínuo de anticoncepcionais. 

    ATEROSCLEROSE: caracteriza-se pela perda de elasticidade (endurecimento) ou entupimento parcial ou total das artérias. Este processo ocorre de forma gradual e é causado, principalmente, por acúmulo de placas de gordura no interior das artérias.

    Dicas do cardiologista do HCor para o controle da obesidade: a alimentação saudável, associada à prática de exercícios físicos é fundamental para diminuir o sobrepeso e evitar a obesidade. “Manter um controle nutricional adequado e praticar exercícios físicos regularmente são capazes de reduzir em até 58% o risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Por isso vale a pena adotar hábitos de vida saudáveis, praticar atividade física com frequência (30 minutos de caminhada diária), dar preferência para os alimentos sem gordura, bem como para o consumo de verduras, frutas e legumes”, aconselha.

  • Conheça os mitos e verdades sobre os motéis

    Piscinas, hidros, enxovais e cozinhas são os pontos de maior interesse dos hóspedes e que geram as dúvidas mais frequentes 

     

    Há alguns anos, os motéis de todo o País vêm passando por um processo de modernização do conceito e busca constante pela alta qualidade na prestação de serviços, seguindo os mesmos moldes oferecidos no setor hoteleiro.

    O mercado evoluiu. Nos estabelecimentos localizados principalmente na capital das grandes cidades, não há mais letreiros de néon intermitentes, paredes vermelhas em tons chamativos, carpetes e camas redondas. As transformações dos motéis, já podem ser vistas em quartos sem decoração erótica explícita, devido à decoração dos ambientes, que segue uma tendência mais “clean”. Além disso, essa nova fase também se estende as cozinhas dos motéis, que já oferecem opções no cardápio preparadas por chefs de cozinha.

    Mesmo com tantas modernidades e avanços, existem dúvidas que persistem e que se tornaram mitos sobre os estabelecimentos moteleiros. Para derrubar esses tabus, a ABMOTÉIS – Associação Brasileira de Motéis – preparou alguns esclarecimentos dos pontos que ainda causam desconfiança sobre os quartos de motel.

    – Piscinas – As piscinas dos motéis são seguras, já que recebem o mesmo tratamento de piscinas de clubes, hotéis, Spas, academias e condomínios. A água é tratada com cloro, conforme determinação da legislação específica, e os filtros ficam ligados 24 horas todos os dias. Outro ponto de destaque é que, no caso dos motéis, a rotatividade na piscina é menor, se comparado com outros locais, que têm as suas piscinas utilizadas por um grande número de banhistas.

    – Hidro – Não é necessário despejar água quente antes da utilização. As hidros são sempre higienizadas e esterilizadas em dois processos. A primeira etapa é a higienização da tubulação com um produto a base de cloro, já no outro processo é feito a esterilização de toda a superfície da banheira, utilizando os mesmos padrões empregados nas hidros de hotéis, pousadas e SPAs.

    – Enxoval – Em muitos casos os enxovais são lavados nas mesmas lavanderias tercerizadas, que fazem essa mesma higienização para outros meios de hospedagem.

    – Mobiliários – Assim como outros locais públicos, se não forem bem higienizados, podem apresentar perigos de contaminação da mesma forma que cadeiras e equipamentos de academias, cadeiras de praia, clubes e condomínios.

    – Cozinha de motel – Muitos estabelecimentos têm estruturas profissionais até melhor que restaurantes, além de contarem com chefs que assinam os cardápios. Normalmente as cozinhas dos motéis funcionam 24 horas e apresentam opções variadas de lanches e refeições completas, finalizando com sobremesas, além de opções de drinks e cartas de vinhos.

     

  • 11 de outubro é Dia Mundial da Visão

    Oftalmologistas explicam a importância do acompanhamento médico para evitar doenças assintomáticas que levam à cegueira

    O Brasil tem cerca de 1,2 milhões de pessoas cegas, sendo que 29 mil são crianças, de acordo com estimativas do Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Entretanto, quase 700 mil dessas pessoas poderiam estar enxergando se tivessem recebido tratamento adequado e precoce. Para ajudar a conscientizar a população sobre a importância dos cuidados com a saúde ocular, na quinta-feira, 11 de outubro, é lembrado o Dia Mundial da Visão. “Fazer um acompanhamento oftalmológico periódico é fundamental para detectar doenças que causam cegueira, pois há tratamento quando diagnosticadas no início. Muitos acreditam que só devem ir ao oftalmologista se tiverem a necessidade de usar óculos ou em casos de alergia e infecção, no entanto, isso é um erro grave. As consultas regulares não são apenas para verificar se existem dificuldades de visão. Também são realizados outros exames específicos fundamentais para descobrir doenças que não têm sintomas e podem levar à cegueira”, alerta Dr. Geraldo Canto, oftalmologista da Clínica Canto.

    Uma das principais causas de cegueira irreversível é o glaucoma, que se desenvolve sem provocar sintomas perceptíveis. Seu diagnóstico é realizado somente por um oftalmologista. A doença pode ocorrer em qualquer pessoa e provoca uma alteração do nervo óptico, que entra em sofrimento e perde a capacidade de captar e transmitir os raios luminosos. “O glaucoma não tem cura, porém, tem tratamento, que deve ser iniciado no início da doença para evitar a cegueira. Na consulta, medimos a pressão do olho e avaliamos o nervo óptico para detectar possíveis lesões que surgem com a evolução da doença”, explica a Dra. Ana Paula Canto, oftalmologista da Clínica Canto.

    A degenaração macular relacionada à idade (DMRI), mais comum após os 65 anos, também não possui uma cura, mas pode ser estabilizada ainda no início para evitar a perda visual. “Existem dois tipos de degeneração macular relacionada à idade: a seca, mais comum e que provoca uma atrofia dos tecidos da mácula, área da retina responsável pela visão central, e a exsudativa, que causa um crescimento anormal dos vasos no fundo do olho, com produção de líquido e hemorragias”, relata a Dra. Ana Paula Canto.

    Já a catarata, responsável por 350 mil casos de cegueira por ano, tem cura por meio de cirurgia. “A doença provoca a opacidade da lente natural do olho, chamada de cristalino, por causa do envelhecimento, mas, ela pode ser tratada por meio de uma cirurgia, na qual é retirado o cristalino opaco e substituído por uma lente artificial transparente. É um procedimento rápido e seguro, que pode ser feito em qualquer estágio da doença, mas pode ter complicações se estiver em estágio muito avançado. Por isso, é importante um acompanhamento do oftalgmologista para decidir o melhor momento para a cirurgia”, ressalta Dr. Geraldo Canto.

    Acompanhamento deve começar na infância

    Embora as principais doenças que levam à cegueira sejam mais comuns na fase adulta e na terceira idade, elas também podem ser congênitas, ou seja, estarem presentes desde o nascimento. Por isso, Dr. Geraldo Canto explica que é fundamental  realizar exames logo após o nascimento, ainda na maternidade. “Antes de o bebê ter alta do hospital com a mãe, é importante realizar o teste do olhinho, que já verifica se há alguma doença ou dificuldade visual. Depois, as avaliações devem ser semestrais até os dois anos de idade.”

    Após esse período, devem ser realizadas consultas anuais ou a cada dois anos para acompanhar o desenvolvimento da visão da criança, que ocorre até os sete anos de idade. “A criança não percebe que não está enxergando bem e, caso exista algum problema que não seja corrigido com óculos, a visão pode não se desenvolver 100%, ocasionando a ambliopia, conhecida popularmente como olho preguiçoso. Se não for tratada durante esse período, a visão ficará prejudicada permanentemente”, ressalta Dr. Geraldo Canto.

    Confira as dicas dos oftalmologistas para manter a saúde ocular e prevenir a cegueira:

    – Solicite o teste de olhinho em seu bebê ainda na maternidade;

    – Leve seu filhos para consultas oftalmológicas regulares a partir dos seis meses de idade;

    – Faça consultas anuais com o seu oftalmologista para realização de exames para diagnóstico de doenças;

    – Quando sentir sintomas, como coceira, vermelhidão, sensibilidade à luz e sensação de areia, sempre procure um oftalmologista;

    – Nunca coce os seus olhos, pois isso pode provocar lesões na córnea;

    – Colírios só devem ser usados com prescrição médica, pois alguns deles podem ter efeitos colaterais graves;

    – Não use óculos de sol sem proteção adequada. Lentes mal feitas aumentam a exposição dos olhos aos raios UV e podem causar doenças e tumores oculares;

    – Não compartilhe maquiagens, pois elas podem transmitir desde conjuntivites até herpes. Também não use produtos com prazo de validade vencido, pois podem causar alergias e infecções;

    – Faça a higienização adequada das suas lentes de contato. Não use água ou soro fisiológico, pois eles podem estar contaminados e acabar provocando infecções oculares graves;

    – Se a sua profissão exige óculos de proteção, nunca deixe de usar. O acessório é fundamental para evitar lesões graves que levam à cegueira.