Autor: agitosp

  • O que torna o Alentejo um destino único na Europa?

    Turismo do Alentejo

     

    Região portuguesa é mestre em receber bem os turistas, que ainda aproveitam de paisagens deslumbrantes e clima excelente

    Imagine um destino com cenários de tirar o fôlego, hotéis incríveis e atrações encantadoras. O Alentejo, maior região de Portugal, se enquadra em todos esses quesitos. Mas este é um destino de viagem único em toda a Europa. Quer saber por quê?

    1. É um destino tranquilo
    Se você já visitou alguma das grandes cidades europeias no verão, sabe bem como elas ficam abarrotadas de turistas, principalmente em seus principais pontos de interesse. O Alentejo, por outro lado, ainda não foi descoberto pelo turismo de massa. Suas cidades são muito tranquilas e, com isso, uma viagem por lá se torna extremamente agradável.

    2. Os moradores são acolhedores
    Nesta charmosa região portuguesa, é impossível fazer um turismo impessoal. Onde quer que você vá, será bem recebido pelos alentejanos. Funcionários de hotéis, donos de restaurante e guias de museus tratam os visitantes como amigos, fazendo-os sentir-se parte do lugar.

    3. Tudo a seu tempo
    Esqueça aquelas excursões puxadas, em que é preciso acordar todos os dias às 6h da manhã e bater perna até o sol se pôr. No Alentejo, a vida passa mais lentamente, e o turistas também usufruem desse ritmo diferenciado. É o tipo de férias perfeitas para quem quer curtir, mas também descansar.

    4. Hotéis de primeira
    As opções de hospedagem no Alentejo são absolutamente incríveis. Entre hotéis instalados em antigos palácios e hospedagens personalizadas em propriedades rurais encantadoras, é certo que você vai se sentir em casa, ter noites de sono fantásticas e amar cada segundo.

    5. Sol o ano todo
    Esta região portuguesa pode se gabar de ter 300 dias de sol por ano. O clima é muito agradável e, por isso, dificilmente suas férias serão arruinadas por chuvas, principalmente se a viagem for no verão, estação tipicamente quente e seca.

    6. Vinhos deliciosos
    Fazer vinhos é uma das atividades econômicas mais importantes do Alentejo, e você poderá provar muitos dos excelentes rótulos locais. Muitos deles estão entre os melhores do mundo. Além disso, é possível ver de perto como são produzidos, explorando as vinícolas e adegas.

    7. Paisagens deslumbrantes
    Prepare-se para ver cenários inesquecíveis onde quer que você vá. As pequenas vilas construídas em colinas, com um castelo no topo, são belíssimas; de cima delas, a vista para os campos ao redor é de tirar o fôlego; o lago Alqueva recortando as planícies, o rio Tejo correndo por entre o verde e as vinícolas subindo e descendo pelo relevo da região fazem brilhar os olhos.

     

    Sobre o Alentejo

    Considerado o destino mais genuíno de Portugal, o Alentejo é a maior região do país. Privilegiando um lifestyle tranquilo em que a experiência de viver bem dá o tom, conta com belas praias intocadas e cidades repletas de atrações ímpares, como castelos e monumentos históricos. Detentor de quatro títulos da UNESCO e diversos outros prêmios e reconhecimentos internacionais no setor do turismo, o Alentejo oferece opções para todos os tipos de viajantes, sejam famílias, casais em lua de mel ou aventureiros. Para mais informações, visite www.turismodoalentejo.com.br.

  • Uso de óculos de sol não é apenas estético. Ele também previne câncer ocular  

    O retinoblastoma é o câncer ocular mais comum em crianças pequenas. Ele atinge a retina e é visível nas fotografias, já que evidencia um brilho branco em um dos olhos da criança. Já entre os adultos, há dois tipos de câncer que merecem muita atenção: o melanoma e o linfoma.  De acordo com o oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, ainda existe o câncer que tem origem em outro órgão, como mamas ou pulmão, por exemplo, e depois acaba atingindo os olhos. Em todos os casos, o diagnóstico precoce aumenta as chances de cura. Mas o ideal, segundo o médico, é apostar na prevenção através do uso de óculos de sol.

     

    “Os fatores de risco para o melanoma ocular incluem pele clara, olhos claros (verdes ou azuis), idade superior a 45 anos, histórico de câncer na família e excesso de exposição dos olhos ao sol. Vale ressaltar que pessoas que trabalham no campo, em alto-mar, ou nas praias também têm risco aumentado para a doença por conta da superexposição aos raios ultravioleta (UVA e UVB). Por isso, é fundamental proteger sempre bem os olhos com óculos escuros – mesmo em dias nublados. O uso de boné ou chapéu em dias ensolarados também é altamente indicado, até mesmo para quem tem olhos castanhos”, afirma o oftalmologista.

     

    Neves diz que o tumor ocular, quando diagnosticado e tratado logo no início, tem grandes chances de cura. “Quando, ao invés daquele reflexo vermelho provocado pelo flash da máquina fotográfica, os pais notam um reflexo branco nos olhos do bebê, devem levá-lo a um oftalmologista sem demora. O retinoblastoma é um tipo comum de câncer infantil, causado pelo crescimento de um tumor na camada celular da retina. Hereditariedade é fator de risco que corresponde a apenas 10% dos casos. Os outros 90% ainda têm causas desconhecidas. Portanto, é importante prestar muita atenção aos olhos do bebê desde que nasce – conferindo sempre os reflexos nas fotos”.

     

    Já o melanoma ocular pode atingir tanto a parte interna do globo ocular (úvea), quanto a membrana que reveste e protege a córnea (conjuntiva). “O melanoma ocular costuma ser assintomático, daí a importância da prevenção. Queixas de alterações visuais constantes, ‘moscas volantes’, flashes luminosos, e até mesmo descolamento da retina geralmente surgem quando a doença se encontra num estágio com prognóstico pouco favorável. Normalmente, esse tipo de câncer ocular acomete pessoas entre 40 e 60 anos de idade, sendo necessário fazer um mapeamento da retina, bem como uma ultrassonografia, além dos exames oftalmológicos comuns”, diz o médico.

     

    “Pessoas com o sistema imunitário mais vulnerável, como pacientes em tratamento de Aids, são mais suscetíveis ao câncer ocular do tipo linfoma. Embora raro, é mais facilmente percebido, já que implica no crescimento anormal de uma massa de tonalidade rósea sobre a conjuntiva – atrapalhando a visão até mesmo quando se esconde nos cantos das pálpebras. Somente a biópsia poderá dizer quando é um tumor benigno ou maligno. De todo modo, o tratamento com radioterapia logo no início da doença tem se mostrado promissor. Diante desse quadro, é muito importante que as pessoas compreendam que os óculos de sol são muito mais do que um acessório estético – sendo fundamentais para a prevenção da doença”, conclui o oftalmologista.

  • Hard Rock Hotel Los Cabos é a próxima parada no México

    Resort administrado pela RCD Hotels trará luxo e estilo para a praia de Cabo San Lucas

    Nas areias de Los Cabos cresce um novo Hard Rock Hotel administrado pela RCD Hotels. Operando no sistema all inclusive, o Hard Rock Hotel Los Cabos será o ponto de encontro dos turistas que passarem pela bela cidade mexicana de Cabo San Lucas, localizada na chamada Baja Califórnia, ponta da península ocidental do México. A região é rica em beleza, esbanjando um mar cristalino, areia branca e formações rochosas que conferem a ela singularidade e encantos.

    A previsão é que a nova unidade do Hard Rock Hotel Los Cabos esteja pronto para receber os turistas em 2019. A estrutura do hotel contará com o Rock Spa®, com 27 cabines de tratamento, Body Rock® Fitness Center, uma academia com os equipamentos mais modernos do universo fitness, o POSH® Beauty Salon & Boutique oferecendo serviços de cabelereiro, manicure, maquiagem e barbearia, além do Kids Club – um espaço exclusivo para que as crianças aproveitem ao máximo o hotel e as férias. Tem também o Cavern Club – área para a família e os adolescentes se divertirem sem preocupações, além de dois campos de golfe, sendo um deles desenhado pelo lendário jogador Tiger Woods, quadras de tênis, basquete e pistas de boliche.

    Para quem quer se deliciar com o all inclusive, o Hard Rock Hotel Los Cabos terá 8 restaurantes, cada um com culinária típica de algum país, garantindo que todos possam viver o melhor dessa experiência. Além dos restaurantes, serão 3 bares, 3 lounges, e mais 5 bares dentro das piscinas, e para completar um serviço de quarto 24hrs. Opções para comer e beber não vão faltar!

    Todas essas comodidades do Hard Rock Hotel Los Cabos serão comportadas em um lindo resort de arquitetura moderna de frente para o Pacífico e com quase 1km de areia ao redor. Com tudo isso será possível aproveitar a bela cidade com todo o conforto, requinte e sofisticação que se deseja.

    Conheça Los Cabos

    Los Cabos é uma região que engloba as cidades Cabo San Lucas e San José Del Cabo, situada no encontro entre o Oceano Pacífico e o Mar de Cortéz. O destino foi eleito em 2017, pela National Geographic, como um dos lugares que precisam ser conhecidos. Sua localização permite a formação de diferentes topografias e paisagens. São praias, desertos e montanhas.

    As opções para lazer por lá são varias também. Durante o inverno é possível observar baleias, que passam pela região no período migratório, além de ser possível fazer mergulho, escalada, conhecer a região com quadrículos e muito mais.

  • 5 dicas para proteger os cães dos fogos de artifício

     

     

    Típicos nas comemorações de Natal e Ano Novo, os artefatos causam estresse e medo nos pets. Porém, medidas simples podem auxiliar no controle da fobia

    O mês de dezembro chegou, e com ele as aguardadas comemorações de Natal e 
    Ano Novo, mas para os cães o momento de alegria pode ser sinônimo de estresse. Isso, por conta dos fogos de artifícios, que são utilizados nas festas.

    Os cães têm uma audição aguçada, por isso detectam sons a longa distância. Durante a queima de fogos os animais ouvem o barulho alto e estridente dos fogos em uma frequência diferente e não conseguem identificar a origem do ruído, por isso, o interpretam como uma ameaça, isso causa pânico e medo. É comum que os cães se escondam, e em casos graves a fobia pode até mesmo provocar a fuga ou acidentes.

    Por isso, é necessário investir em medidas que auxiliem os pets a lidarem com o problema. Pensando nisso, a Médica-Veterinária e Gerente de Produtos da Unidade de Pets da Ceva Saúde Animal, Priscila Brabec, preparou cinco dicas que ajudam a melhorar o bem-estar dos cães durante a queima de fogos.

    1. Não deixe o animal sozinho: É comum que o cão fique agitado. Alguns podem correr pela casa, outros podem tentar se esconder em locais perigosos. O ideal é que o animal não fique sozinho, pois ele pode se machucar ou até mesmo tentar fugir por conta do pânico. É indicado que o tutor deixe o cão em quarto preparado e aconchegante (veja dica 3) fique junto ao pet. Isso evita acidentes e muitas vezes serve como ferramenta para minimizar o medo do animal.
    2. Algodão no ouvido: Abafar o som é uma estratégia que pode auxiliar a diminuir o estresse do animal. A medida é simples, basta enrolar um chumaço de algodão e colocar no ouvido do pet. O item deve ficar firme para não cair da orelha durante o momento de agitação, porém é preciso tomar cuidado ao introduzir o algodão para não machucar o animal.
    3. Prepare o ambiente: Para segurança do pet, prepare um quarto com os acessórios, brinquedos preferidos e comidas/petiscos que ele goste. Mantenha as janelas e portas fechadas (para abafar o barulho) e torne o momento agradável, oferendo o petisco preferido e brincando com ele. Como muitos animais se escondem por conta do barulho e podem acabar buscando abrigo em locais perigosos, a melhor saída é criar um refúgio em um ambiente seguro.
    4. Use o Adaptil difusor: O Adaptil é uma ótima ferramenta para auxiliar os cães a lidarem com o desafio dos artefatos. O produto, um análogo sintético do odor materno canino, auxilia na adaptação dos cães em situações adversas do dia a dia, trazendo a sensação de segurança, conforto e bem-estar. O tutor deve plugar o Adaptil Difusor na tomada no ambiente onde o cão ficará durante a queima de fogos com pelo menos 3 dias de antecedência. O produto é espécie-específico, ou seja, só os cães conseguem identificar o odor no ambiente e tem a duração de 30 dias.
    5. Prepare os cães para as viagens: Se as comemorações envolverem viagens é imprescindível acostumar o animal com o carro antes. Isso fará toda a diferença para o pet e ajudará no controle da ansiedade, agitação e medo. O treinamento nesse caso é baseado em primeiro acostumar o cão com o carro parado e depois passeios curtos com o veículo. O objetivo é acostumar o cão com os sons, cheiros, e movimentos, assim no momento da viagem o animal estará adaptado. Além disso, o tutor pode borrifar o Adaptil Spray na caixa de transporte e no veículo, o produto irá auxiliar o cão a lidar melhor com a situação e transmitirá a sensação de segurança e conforto. Para segurança do cão, mantenha-o em caixa de transporte ou utilize o cinto de segurança específico para evitar acidentes.
  • Principais fatores que atrapalham o desempenho sexual

    Para manter equilíbrio físico e emocional é preciso atentar-se há alguns hábitos

    Inúmeras pesquisas mostram que a vida sexual é parte importante na saúde do homem. E que a atividade influência de maneira expressiva em outras funções essenciais do organismo, e em sensações como o bem-estar e o prazer. Por isso, é importante atentar-se para alguns hábitos que podem prejudicar a performance sexual.

    Segundo o cirurgião especialista em urologia, rins, próstata e prótese, e fundador da Lifemen®, rede de clínicas que reúne serviços especializados na área de saúde sexual masculina, Dr. Emilio Sebe Filho, práticas como fumar, beber, sedentarismo, estresse, ansiedade e má alimentação influenciam na vida sexual masculina.

    “Há uma série de questões que podem afetar o desempenho, tanto psicológicas, emocionais e físicos. Por isso a importância de entender cada fator e descobrir como evitá-los. O investimento e atenção com a vida sexual ativa deve ser constante”, explica Dr. Emilio.

    Abaixo, confira os principais fatores que atrapalham o desempenho sexual:

    Fumar

    O tabagismo é um dos piores hábitos que um indivíduo pode desenvolver quando o assunto é qualidade em saúde. Não somente prejudicial para o sistema respiratório e as estruturas pulmonares, o hábito de fumar também compromete o funcionamento do sistema cardiovascular, o sistema venoso e, consequentemente, a atividade sexual.

    Beber

    O consumo excessivo de álcool já é apontado como uma das causas do desenvolvimento de problemas cardiovasculares, de doenças como a diabetes e, até mesmo, do excesso de peso. Todos esses fatores influenciam de maneira direta ou indireta na prática sexual.

    Sedentarismo

    Ao não praticar nenhum tipo de atividade física, além de diminuir a disposição e, até mesmo, o condicionamento físico do indivíduo durante o sexo, também pode t consequências cardíacas e vasculares para o homem, influenciando na capacidade de manter uma ereção.

    Estresse

    O estresse está ligado diretamente a quadros de dificuldade de ereção, assim também como os de ejaculação precoce e falta de libido. Por isso, passar por estresse e viver rotinas intensas resultam em consequências sérias para a saúde emocional e sexual.

    Ansiedade

    A ansiedade é um problema que pode causar comportamentos extremos, como o consumo exagerado de álcool, a má alimentação e o tabagismo. A doença tem origem com a preocupação no desemprenho sexual, e também pode causar alguns distúrbios, como a falta de lubrificação, disfunção erétil e ejaculação precoce.

    Má Alimentação

    Uma alimentação irregular pode influenciar no desenvolvimento de alguns fatores complicadores da vida sexual, como o excesso de peso e o estresse. Por isso, manter uma dieta saudável e equilibrada faz total diferença na saúde.

    Insônia

    Com a falta de repouso necessário, muitos homens estão propensos a terem episódios de cansaço. Com isso o organismo tende a funcionar de uma forma mais ansiosa e estressada, afetando na forma como o sangue flui, e consequentemente prejudicando a ereção masculina.

    Medicamentos

    Alguns medicamentos indicados para diferentes problemas, podem interferir na dificuldade de ereção. Como, por exemplo, os remédios sugeridos para doenças no coração, que podem influenciar na libido, diminuindo o desejo e desempenho sexual.

    Diabetes 

    A diabetes provoca uma inflamação nas paredes das artérias, acumulando gordura e consequente provocando o entupimento dos vasos. Esse fator afeta diretamente o desempenho sexual, já que para uma boa ereção é importante que os vasos sanguíneos da região genital estejam saudáveis.

  • Prepare-se para o verão, com moderação

     

    Diretor médico do Instituto do Joelho HCor, Prof. Dr. Rene Abdalla, alerta para o excesso na carga de treinos em busca de resultados “imediatos”

             O verão vem ai! E as pessoas correm para alcançar a boa forma e deixar o físico em dia para exibi-lo nos dias mais quentes. Mas é preciso cuidado. Iniciar atividade física pode se tornar um perigo se não for feita de maneira correta, com planejamento, orientação médica e, principalmente muita paciência para os resultados acontecerem.

    De acordo com o Prof. Dr. Rene Adballa, ortopedista e diretor médico do Instituto do Joelho HCor, buscar resultados milagrosos não é a melhor maneira. “A palavra chave é orientação, tanto na parte nutricional quanto na musculoesquelética. Também é preciso ter paciência, pois os resultados vêm da combinação entre os exercícios físicos e a alimentação balanceada. Dessa forma, os benefícios para o corpo acontecem naturalmente, sem grandes problemas”, alerta Dr. Abdalla.

    A prática errada e exagerada de exercícios é uma das maiores causas de pacientes nas clínicas. O ortopedista acrescenta que, além de ter músculos fortes, eles devem estar equilibrados para evitar problemas.

    “Normalmente a musculatura posterior é 20% mais fraca em relação a anterior, e pode chegar até 40%. Por isso, antes de iniciar qualquer atividade é preciso checar como está a musculatura. E isso pode ser feito por meio de uma avaliação isocinética”, comenta o ortopedista.

    O teste isocinético é uma análise muscular computadorizada que vai avaliar os possíveis desequilíbrios e déficits musculares que podem levar ao aumento de desgastes prematuros nas articulações (joelho, quadril, ombro, cotovelo, punho, tornozelo e coluna lombar).

    “A partir da realização do teste teremos informações sobre força, potência e resistência muscular do paciente, podendo orientar de forma correta qual grupo de músculos deve ser trabalhado e de que maneira”, conclui.

     

    Dicas importantes

    O ideal é procurar orientação especializada antes de começar qualquer exercício físico, além de controlar a alimentação. Aqui vão algumas dicas para que a atividade seja prazerosa e segura e auxilie a chegar “no shape”, no verão.

    üProcurar um especialista e pedir orientação para a prática do exercício físico.

    üAntes dos exercícios alongar a musculatura para preparar o corpo para a atividade física.

    üFicar atento com os exercícios praticados e procurar uma série que melhor se ajuste as

    suas necessidades para não agredir o sistema musculoesquelético.

    üEvite excessos e saiba respeitar os limites do corpo. Deve-se iniciar de forma gradativa.

    üIntercale atividades, por exemplo, musculação com corrida.

    üNas corridas, escolha um calçado adequado, que proteja primordialmente os membros

    inferiores dos impactos e repetições de movimentos.

    üDê preferência a roupas com tecidos que permitam uma transpiração mais livre.

    üAo primeiro sinal de dor, interrompa os exercícios por 48 horas. Caso a dor persista procure o especialista.

      

  • CRUZEIROS: Saiba que documentos levar nas viagens de navio

     

    Dúvidas são frequentes para quem embarca pela primeira vez

    A temporada nacional de cruzeiros marítimos já começou e vai até abril de 2019. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Clia Brasil), está prevista a oferta de 500 mil leitos neste período, número 15% superior ao ano anterior. Muitos brasileiros viajarão pela primeira vez de navio e neste momento surgem dúvidas, como por exemplo, sobre a documentação necessária.

    “Para viajar de navio, os documentos são praticamente os mesmos que os das viagens de avião. A começar pelo nome, que deve ser sempre o primeiro e o último, e para os casados que incorporaram o sobrenome do parceiro, o nome informado no momento de compra deve ser o mesmo escrito no documento a ser apresentado no embarque”, explica o diretor de Hotelaria da RDC Férias, Júlio Castanheira. 

    BRASIL – Para cruzeiros no Brasil, é necessário apresentar RG com no máximo 10 anos de emissão ou CNH, e certidão de nascimento para crianças de até 12 anos, que se não estiverem acompanhadas de um dos pais, necessitam de uma autorização por escrito com firma reconhecida, e para o caso de estarem com um representante legal, é necessária autorização judicial específica. Em caso de um dos pais ser falecido, é preciso apresentar certidão de óbito original.

    MERCOSUL – De acordo com Castanheira, para cruzeiros em países do Mercosul, é requerido o RG com no máximo 10 anos de emissão e a CNH não vale nesse caso. Viagens para a Argentina necessitam de preenchimento de um formulário para ser entregue na entrada e saída (consulte o agente de viagem).  O passaporte com pelo menos seis meses da data de expiração também é aceito. Menores de 18 anos deverão apresentar passaporte e RG, e se estiverem sem um dos pais é necessária a apresentação de autorização por escrito e com firma reconhecida do responsável ausente.

    Para cruzeiros internacionais em outros países, seguem as regras acima informadas quanto ao passaporte, além do visto nos territórios em que são obrigatórios. Vale ressaltar que há países que exigem o certificado internacional de vacinação, que deve estar em dia. “Quando for viajar, é importante lembrar de tirar todas essas dúvidas com o agente de viagem, bem como com a operadora do cruzeiro, pois algumas especificidades podem ser exigidas dependendo da companhia e o destino do cruzeiro”, finaliza Castanheira.

  • Animais são parte das famílias brasileiras

    CRMV-SP promove reflexões sobre o olhar do médico-veterinário diante do papel dos pets nas dinâmicas familiares contemporâneas

    Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a realidade dos países europeus já integra o cenário das famílias brasileiras: nos lares, há mais animais do que crianças. Em cada 100 famílias, 44 criam pets e apenas 36 delas possuem crianças com até 12 anos de idade. Segundo a pesquisa, há 52 milhões de cães e 45 milhões de crianças; a população de gatos está em 22,1 milhões. 

    A afirmação “Não é meu animal de estimação, é parte da minha família” é uma expressão cada dia mais frequente. Um cão, gato ou outro animal que tenha sido escolhido para compartilhar a vida em um lar, pouco a pouco vai ganhando lugar de importância e afeto de seu tutor. No caso das pessoas que moram sozinhas, os animais de estimação ocupam espaço de ainda mais destaque dentro do contexto de vida social. 

    Cristiane Pizzutto, médica-veterinária e presidente da Comissão de Bem-Estar Animal do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) acredita que o aumento dos pets nos lares brasileiros é reflexo da mudança do perfil e do comportamento da população. “Muitas famílias estão optando por ter menos filhos ou não tê-los, e com isto, incorporam um animal no seu lar. Desta forma, eles ganham mais espaço dentro de casa, chegando a dividir até a própria cama com os tutores. Eles são carinhosos, recebem cuidados e atenção, e acabam tornando o vínculo homem-animal inseparável. Este é um processo irreversível”, conta.

    Essa transformação de perfil chacoalhou a setor pet e, consequentemente, a atuação do médico-veterinário. Hoje, o profissional que atua em clínica de pequenos animais deve compreender que os animais de companhia desempenham diferentes papeis em uma família, inclusive de filhos. Cristiane explica que o médico-veterinário ganha com o crescimento em diversos os aspectos, contudo, aumentam as necessidades do profissional manter-se cada vez mais especializado e diferenciado. “O mercado está mais complexo porque a sociedade se tornou exigente. Além do conhecimento tradicional, ele deve estar atento às questões comportamentais, psicológicas, de bem-estar e tudo que envolva a rotina de um animal dentro da rotina dos tutores”, alerta.

    Hoje, receber clientes em hospitais e clínicas vai além de atender. É preciso saber lidar com a personalidade e emoção dos tutores, pontos que, muitas vezes, se sobressaem na hora de procurar por serviços veterinários. De acordo com pesquisa por uma das maiores redes de hospitais americadas, a VCA, realizada com os clientes, entre os principais fatores para escolha de um serviço veterinário estão entender que o pet é uma extensão do indivíduo e conhecer o tutor e o animal.

    Segundo os pesquisadores americanos Ross e Sorensen (2007), para alguns tutores, essa relação é fonte de vínculo ou orgulho; para outros, é uma oportunidade de socialização, uma lembrança do passado ou até mesmo a representação de um filho. 

    “O médico-veterinário precisa usar todo o seu conhecimento e ser muito habilidoso para mostrar ao tutor que é possível cuidar de um pet como se ele fosse um filho, dar-lhe amor e carinho, porém, sem humanizá-lo. Humanizar um animal pode trazer consequências sérias ao comportamento e ao bem-estar do animal. É preciso respeitar as necessidades comportamentais e a essência natural de um cão ou de um gato”, ensina Cristiane. 

    Por conta do crescimento do vínculo afetivo entre tutor e animal, um dos maiores desafios dos médicos-veterinários que atuam em clínica de pequenos está em comunicar o óbito, principalmente em uma sociedade que não está acostumada a lidar com perdas. “Para muitos tutores, o momento da internação do animal é a primeira vez em que se deparam com a experiência de se separar do seu pet. O médico-veterinário deve saber trabalhar com demandas psicológicas dos familiares diante do adoecimento do animal e encontrar a melhor forma de abordar o diagnóstico do paciente”, diz Joelma Ruiz, psicóloga especialista em terapia do luto.

    Segundo Joelma, a partir do momento em que o tutor recebe o diagnóstico de uma doença crônica, ele entra automaticamente em luto antecipatório. “A morte gera emoções intensas nas pessoas. As informações de óbito ou eutanásia devem ser precisas, mas passadas com delicadeza e empatia”.

    Carga horária excessiva em residências e hospitais veterinários, estresse em atendimentos e emergências, cobrança e falta de preparo para lidar com o luto animal são alguns dos motivos que levam o médico-veterinário a estar na liderança entre as profissões que mais apresentam doenças relacionadas ao estresse, como a síndrome de Burnout. Segundo dados do Sistema de Informação de Mortalidade do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus), entre 1980 e 2007, a Medicina Veterinária foi a profissão com a maior taxa média por ocupação e risco ocupacional de suicídio. A pesquisa mostra que a ocorrência de suicídios é 225% maior na Medicina Veterinária do que em outras profissões.

    Dicas sobre como tratar o luto na UTI

    • O médico-veterinário precisa ter cautela no momento de comunicar más notícias. O tipo de abordagem pode gerar conseqüências fisiológicas e psicológicas nos tutores, contribuindo para situações de estresse. A comunicação deve ser clara, objetiva e honesta;

    • A internação do animal pode gerar luto antecipatório, desencadeando angústia, dor e desorientação em alguns tutores. Em situações traumáticas, muitas pessoas manifestam o luto de forma agressiva ou hostil. Nestes momentos, o médico-veterinário deve saber ouvir e falar de maneira acolhedora sobre os processos naturais da vida;

    • Descrições no leito do tipo “animal bravo” devem ser evitadas. Essa medida pode gerar insegurança no tutor por acreditar que seu animal receberá atendimento diferenciado no hospital por ser considerado agressivo;

    • O luto depende do significado do animal na vida da pessoa. Os idosos que vivem sozinhos têm animais de companhia, então, essa perda pode ser muito importante. Para crianças, às vezes é a primeira perda. O médico-veterinário deve ter clareza sobre a importância do seu trabalho e dos impactos das suas ações na vida dessas pessoas.
  • Conheça os efeitos do álcool na saúde sexual

     

    Dr. Emilio Sebe Filho, urologista e fundador da clínica Lifemen®, explica os malefícios da bebida no desempenho sexual

    Consumir bebida alcoólica para diminuir a timidez antes de uma relação sexual é uma tática usada por muitos homens. Porém, o que poucas pessoas sabem é que o uso do álcool pode ser positivo para desinibir, mas por outro lado pode acabar prejudicando o desempenho sexual.

    Segundo o cirurgião especialista em urologia, rins, próstata e prótese, e fundador da Lifemen®, rede de clínicas que reúne serviços especializados na área de saúde sexual masculina, Dr. Emilio Sebe Filho, as bebidas alcoólicas mais atrapalham do que ajudam o homem na hora do sexo.

    “Um homem completamente embriagado perde muito de sua força, energia, concentração e sensibilidade. O álcool é um potente depressor do sistema nervoso central, ou seja, quem bebe pode ficar sonolento e com os reflexos lentos. Nesse estado não é possível desenvolver uma ereção satisfatória, e ainda que consiga manter uma ereção, a baixa sensibilidade no corpo e no pênis vai atrapalhar o usufruto de uma relação realmente prazerosa”, explica o Dr. Emilio.

    O álcool e muitas drogas atuam negativamente sobre a liberação de hormônios, incluindo a testosterona e a serotonina, provocando redução do apetite sexual. Se a quantidade de álcool for muito alta também poderá prejudicar o fluxo sanguíneo. “Pode ocorrer uma vasodilatação em todo o organismo, levando sangue para todas as partes do corpo, assim a quantidade de sangue nos vasos no pênis diminui, o que dificulta e não sustenta a ereção”, afirma o urologista.

    “Além disso, o uso excessivo de bebidas alcoólicas pode contribuir para o surgimento de diversas doenças, como as cardiovasculares, a diabetes, a obesidade. E todas atrapalham o desempenho sexual”, alerta Dr. Emilio.

  • Seis dicas para fazer boas fotos sozinho para postar nas redes sociais

     
     
    O fotógrafo Vagner Carvalho ensina como tirar melhores fotos sozinho, com sua câmera ou smartphone, e fazer bonito nas redes sociais mesmo sem ter alguém para tirar fotos para você
     
     
    As redes sociais são o que há de mais popular na internet. Tanto famosos como anônimos buscam mostrar um pouco de sua rotina através de fotos, sejam estas de viagens ou até mesmo tiradas na esquina de casa, todos querem compartilhar seus melhores momentos na rede através de imagens.
     
    Mas e quando você está em um lugar incrível e quer fazer uma boa foto, mas está sozinho, sem nenhum conhecido que possa lhe ajudar? Como fazer boas fotos nessa situação?
     
    O fotógrafo Vagner Carvalho, também conhecido como ‘Photo Media’, é um especialista em fotos para redes sociais, e tem em seu currículo trabalhos voltados para este fim realizados na Europa e Oceania. Usando de toda sua experiência, Vagner traz dicas para quem quer fazer boas fotos, mas não tem quem as tire:
     
    Dica 1- Seja natural 
     
    A internet está cheia de fotos forçadas, manipuladas em programas de edição e nada espontâneas. Procure ser natural, sem forçar poses e os chamados “carões”. Se tiver de retocar as fotos, que seja pouco, para que não fique tão diferente a ponto de não te reconhecerem na rua. Os retoques existem e são bem vindos, como ajuste de cores, saturação, temperatura e detalhes, mas precisam ser usados com moderação e bom senso.
     
    Dica 2- Tenha um tripé portátil 
     
    Existem disponíveis pequenos tripés, de material flexível, que tem o suporte com a medida certa para o seu smartphone. Eles são leves, pequenos (cabem na mochila) e muito úteis. O famoso pau de selfie também pode ser útil, mas muitas pessoas não gostam de usá-lo por diversos motivos, inclusive a falta de estabilidade.
     
    Dica 3- Use o temporizador
     
    Todos os smartphones tem temporizador para fotos. Você pode colocar o aparelho apoiado no seu tripé portátil a uma certa distância, e acionar o temporizador para 10s, e posar no cenário que deseja. Mas, a depender de onde você está, fique de olho para não ficar sem o celular.
     
    Dica 4- Busque usar roupas da atualidade
     
    Faça uma pesquisa sobre os figurinos que mais chamam atenção. A escolha do figurino pode fazer a diferença na hora de conseguir mais likes. Estar alinhado às tendências da moda é importante neste quesito. Não se trata da roupa mais luxuosa e chamativa, e sim da mais elegante e que combine com você. As vezes, o menos pode ser mais.
     
    Dica 5- Poste de 3 em 3 fotos com o mesmo tom (deixar harmonioso visualmente suas redes sociais, é interessante)
     
    Para manter a coerência no seu feed, é bom aplicar talvez os mesmos filtros na sequência, ou colocar as cores na mesma temperatura. Isso deixa o feed mais homogêneo, menos aleatório, e agrada visualmente.
     
    Dica 6- Registre momentos casuais do dia a dia 
     
    Isso interessa muito às pessoas. As redes sociais existem porque as pessoas querem saber do dia a dia das outras, sejam amigos, anônimos ou celebridades. Registrar esses momentos casuais pode garantir muitos likes.
     
    Dica 7- Use cores que combine com seu estilo 
     
    Coerência é tudo. Se você não é naturalmente uma pessoa extravagante, não faz sentido usar um figurino com cores berrantes como verde neon, abóbora florescente ou rosa choque. A não ser que haja um motivo para você vestir algo assim, seja você mesmo e use cores que você habitualmente usaria.
     
    Dica 8 – Poste fotos que não tenho poluição visual
     
     Lembre que o foco é você. Um cenário visualmente atrativo é muito bom. A não ser que a intenção seja mostrar apenas a paisagem, não escolha lugares com muita informação visual, senão você vira um acessório, e não o destaque da imagem.
     
    Dica 9 – Cuidado com as selfies
     
    Escolher o melhor ângulo para selfies é fundamental. Fotos da câmera frontal costumam engordar o rosto e distorcer proporções, já que não apresentam a mesma qualidade, distância focal e profundidade das fotos da câmera traseira do smartphone. Invista algum tempo testando ângulos e posições, e poste o seu melhor take.