Autor: agitosp

  • São Roque é conhecida nacionalmente como a “Terra do Vinho”

    Conhecida nacionalmente como “TERRA DO VINHO”, São Roque traz em sua história a elaboração de uma das mais antigas bebidas da humanidade. O vinho produzido em São Roque possui os traços e elementos utilizados pelos imigrantes portugueses e italianos que iniciaram a produção, num primeiro momento, para o próprio consumo e se transformando com o passar do tempo,numa das principais atividades econômicas da cidade. 

    Hoje, praticamente todos os produtores descendem dos imigrantes que escolheram São Roque para fincar suas raízes. Alguns ainda mantêm uma forma mais artesanal de produção de vinho e sucos, outros aderiram a uma produção em escala industrial. Mas o que mais chama a atenção em relação aos vinhos produzidos em São Roque é a valorização da cultura e história de seus antepassados. Cada vinhateiro, e olha que já estão na terceira e quarta geração, carrega no sangue a herança de como produzir vinhos, seja na forma ou nas receitas que vieram nas bagagens da família.

    Hoje, a cidade conta com várias vinícolas, que produzem vinhos de diferentes variedades, entre elas, Vinho Fino, Vinho Branco, Vinho Licoroso, Vinho Rosado, Vinho Tinto, Frisante e Espumante. Além dos mais variados derivados, como coolers e licores. A região é responsável pela comercialização de cerca de 20 milhões de litros devinho por ano, sendo cerca de 75% de vinhos de mesa e 25% de vinhos finos. Conta também com um forte desempenho no segmento do turismo, gastronomia e enoturismo através do Roteiro do Vinho e da Expo São Roque – Vinhos e Alcachofras.

    Venha para a Expo São Roque! Você vai se surpreender!!

    Serviço: 

    27º Expo São Roque Vinhos e Alcachofras 

    Data: 04 de outubro até 10 de novembro de 2019

    Sextas, sábados, domingos 

    Horários: das 09h até 19h

    Local: Recanto da Cascata 

    Endereço: Av. Antônio Maria Picena, 34

    Cidade: São Roque, SP.

    Telefone: (11) 4712-3231

    Ingressos: Inteira R$ 35,00 e Meia R$ 17,50

    Compra de Ingressos no site: www.exposaoroque.com.br

  • 8 dicas para fazer belas fotos com o celular

    Especialista explica como é possível registrar belas imagens com pequenas mudanças de hábito

    Fotografia e saudades são duas palavras que andam de braços dados. E só nos damos conta do quanto guardar recordações em imagens é bom depois que o tempo passa, e vem a vontade de reviver uma viagem, um almoço com os amigos ou até mesmo os momentos ao lado dos filhos, que já cresceram.

    Antes da era digital, uma das coisas que mais geravam ansiedade entre os apaixonados por fotografia era aguardar a revelação dos filmes – que nem sempre correspondiam às expectativas. Ainda bem que muita coisa mudou nos últimos 15 anos e já existem inúmeros recursos para tornar as fotos caseiras mais bonitas.

    “Quando os smartphones chegaram, trouxeram uma grande mudança na fotografia. Todos passaram a fotografar mais, o que permitiu muita experimentação às pessoas. Hoje, existem aparelhos disponíveis no mercado que nos permitem realizar excelentes registros”, afirma Elcio Ohnuma, coordenador dos cursos de Fotografia da Panamericana Escola de Arte e Design. Porém, ele ressalta que não é somente a qualidade do equipamento que faz a diferença. “O olhar de quem fotografa é fundamental”.

    Por isso, o especialista preparou uma lista com 8 dicas para fazer fotos lindas, perfeitas para o colocar no porta-retratos, usando o celular. São pequenas mudanças de hábito que podem tornar as fotos muito mais inesquecíveis:

    1 – Mude a perspectiva

    Embora a tecnologia tenha avançado bastante e as câmeras dos celulares estejam muito boas, o que realmente agrega valor a uma foto é o olhar diferenciado. Experimente fotografar debaixo para cima, por exemplo, ou de uma posição nova. “Na Panamericana, fazemos um exercício de criatividade incrível, que é fotografar do ponto de vista de uma lagartixa: grudada na parede, escondida por trás de alguma coisa. Esse tipo de coisa produz resultados instigantes”, sugere o coordenador.

    2 – Ajuste o foco

    As câmeras dos celulares possuem foco automático, mas você precisa sempre direcioná-lo. Nas situações em que você está próximo do objeto a ser fotografado, o celular pode procurar o primeiro plano, que está em maior escala, e consequentemente, desfocar o fundo. Mas também existe a possibilidade de focar o fundo: basta selecioná-lo com o dedo e ele vai desfocar o objeto em primeiro plano.

    Vale lembrar que, caso o foco não esteja ajustado, não há chances que a foto fique boa. Por isso, decida qual objeto deve ser colocado em destaque, antes de clicar.

    3 – Dispense o flash e verifique a iluminação do local

    O flash é um recurso que ilumina somente um local, deixando o restante mais escuro do que estava. Por isso, o ideal é tentar enxergar no local qual luz vai agregar valor àquela imagem; pode ser uma janela próxima ou um spot de luz. “O bom fotografo sempre busca da melhor luz, seja natural ou artificial. Lembre-se de que a pessoa, objeto ou o que deve ser fotografado deve estar iluminado”.

    4 – Verifique se a lente está limpa

    Diferentemente das profissionais, a câmera do smartphone fica a maior parte do tempo em contato com os dedos, no interior da bolsa, nos bolsos da calça ou da jaqueta, logo as lentes ficam sujas e engorduradas. Se você gosta de tirar fotos, mantenha as lentes limpas, para garantir registros mais belos.

    5 – Não use o zoom

    Definitivamente, o zoom digital das câmeras dos smartphones atuais não é um recurso interessante. Isso porque ele vai tirar resolução da imagem, assim como o zoom do computador, fazendo com que a foto perca resolução. O melhor usar o zoom ótico, com duas ou três lentes (alguns celulares já oferecem essa opção) ou comprar acessórios.

    6 – Segure o celular com as duas mãos

    Isso vai impedir que a imagem fique tremida ou desfocada. Porém, se a ideia é fazer uma selfie, procure deixar o braço bem firme, encostado no próprio corpo. Teste várias vezes até encontrar a melhor posição.

    7 – Aposte sempre na câmera traseira do celular

    Embora se mostre como melhor opção para as selfies, a lente frontal não tem a qualidade tão boa quanto a traseira. Muitas vezes o sensor tem menos da metade da qualidade do sensor da câmera principal. Portanto, se você deseja fotos com mais resolução, evite.

    8 – Experimente aplicativos

    Muitos apps de edição de fotos dedicam-se a tornar a imagem ainda mais interessante e bem trabalhada. O download da maioria dos aplicativos é grátis, porém em alguns casos você tem que pagar pelos filtros mais especiais. Teste as possibilidades e escolha aquele que oferece filtros com mais variedade de cores e que são categorizados por tipo de foto e clima.

    Panamericana oferece cursos de formação e de curta duração em fotografia

    A Escola Panamericana de Arte e Design oferece diversos cursos de fotografia, tanto de formação quanto de curta duração. No local, os alunos contam com laboratório digital e equipamentos de última geração, que permitem aos alunos ampliar o repertório imagético, artístico e cultural, criando portfólios de alta qualidade técnica e artística.

    Além de ambiente inspirador, a Panamericana tem professores qualificados, que são profissionais atuantes no mercado, apaixonados por ensinar e que acompanham o aluno em todo o seu desenvolvimento durante o curso, até que o futuro profissional esteja preparado para a realidade do seu novo mercado de trabalho.

    O curso de formação tem duração de 18 meses e não exige pré-requisitos. A grade curricular equilibra teoria e prática, proporcionando um aprendizado gradual, aliando técnicas e desenvolvendo o olhar e o senso estético do aluno.

    Já os cursos de curta duração têm duração de 24 e 36 horas. Entre as modalidades, estão Fotografia como Hobby, Foto Gourmet & Foodstyling, Photoshop, Adobe Lightroom Classic CC, Retratos Experimentais e Impressão Fine Art e Mercado de Fotografia Autoral.

  • Dez perguntas e respostas sobre a relação entre fumo e câncer

    O tabagismo é diretamente relacionado ao câncer de pulmão e também ao desenvolvimento de câncer de cabeça e pescoço, de boca, laringe, faringe e bexiga

    Segundo dados do Ministério da Saúde, aproximadamente 10% dos brasileiros fumam – o que significa que temos uma população de cerca de 20 milhões de fumantes no país. Em comparação com os dados mundiais o Brasil mostra redução da população tabagista em decorrência das campanhas e proibições desde a década de 90, entretanto o número absoluto de tabagistas ainda é alarmante – 20 milhões. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), 20% das pessoas do mundo fumam, e um em cada cinco desses indivíduos não sabe que existe uma relação entre o vício em cigarros e doenças como o câncer ou as do sistema cardiovascular.

    Mas a ligação entre o fumo e o desenvolvimento de problemas de saúde existe e é forte: ainda segundo a OMS, 7 milhões de pessoas morrem por ano no mundo devido a doenças causadas pelo tabaco, e 12% são fumantes passivos. No Brasil, são 400 mortes por dia (ou 146 mil por ano) decorrentes do tabagismo.

    A seguir, com a ajuda da oncologista clínica Mariana Laloni, do Centro Paulista de Oncologia, do Grupo Oncoclínicas de São Paulo e com informações do Inca (Instituto Nacional de Câncer) e da OMS, esclarecemos dez dúvidas sobre a relação entre fumo e câncer.

    Em que medida o fumo aumenta o risco de câncer de pulmão?

    O tabagismo é diretamente relacionado ao câncer de pulmão e aumenta em aproximadamente 20 a 30 vezes o risco de desenvolver esta doença.

    Quais são os principais sintomas do câncer de pulmão?

    Infelizmente o câncer de pulmão nas fases iniciais, onde a chance de cura é maior é silencioso, ou seja, não apresenta sintomas. Em fases mais avançadas os sintomas estão relacionados ao próprio aparelho respiratório, como tosse, falta de ar e dor no peito.

    Quais são os principais tipos de câncer de pulmão?

    Existem dois tipos: o carcinoma de pequenas células e de não pequenas células. O segundo corresponde a 85% dos casos e se divide em carcinoma epidermóide, carcinoma de grandes células e adenocarcinoma – este último é o mais comum e representa quase 50% dos pacientes com câncer de pulmão.

    Como é o tratamento para câncer de pulmão?

    O tratamento depende da fase da doença. A cirurgia é o tratamento de escolha para casos iniciais. As técnicas minimamente invasivas com vídeo e robótica melhoraram os desfechos do tratamento cirúrgico, com menor tempo de internação. Para pacientes que apresentam contra-indicações para a cirurgia a radiocirurgia pode ser uma alternativa. A quimioterapia complementar (adjuvante) ao tratamento cirúrgico pode estar indocada para alguns pacientes – a intenção é de destruir células tumorais microscópicas residuais que ainda possam estar circulando no paciente. Para pacientes diagnosticados em uma fase mais adiantada a combinação de radioterapia com quimioterapia seguida de imunoterapia é uma excelente opção de tratamento.

    Para pacientes não candidatos ao tratamento loco regional com cirurgia e radioterapia ou combinação de terapias, o tratamento é sistêmico. Isso pode incluir imunoterapia isolada, imunoterapia associada a quimioterapia, quimioterapia ou droga alvo direcionada para alguma mutação específica do câncer de pulmão.

    A imunoterapia é uma modalidade de tratamento que ativa o próprio sistema imunológico do paciente para que ele consiga combater as células do câncer.

    Além do câncer de pulmão, o tabagismo aumenta o risco de outros tipos de câncer?

    Sim, o fumo aumenta especialmente o risco de câncer de cabeça e pescoço, boca, laringe, faringe e bexiga.

    Quais são os principais elementos cancerígenos dos cigarros convencionais?

    São quase cem substâncias cancerígenas, entre elas monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetaldeído, acroleína, nicotina e alcatrão. A principal e mais perigosa em termos cancerígenos é a nicotina.

    Qual dessas substâncias causa dependência em cigarros?

    É justamente a nicotina, uma substância psicoativa que produz a sensação de prazer e pode levar ao vício. A dependência à nicotina faz parte da CID (Classificação Internacional de Doenças) da OMS.

    O cigarro eletrônico também aumenta o risco de câncer de pulmão?

    O cigarro eletrônico vaporiza um líquido que contém uma grande quantidade de nicotina. Porém, ainda não é sabida a extensão do impacto dele no desenvolvimento de cânceres, devido ao tempo de existência desses dispositivos e também porque seu uso é muito variado: há pessoas que fumam apenas ele, outras que consomem cigarros eletrônico e convencional, aquelas que nunca fumaram cigarro convencional e foram direto para o eletrônico, as que substituíram o convencional pelo eletrônico.

    Depois de quanto tempo sem fumar há a diminuição do risco de desenvolvimento de cânceres ligados à nicotina?

    Os benefícios à saúde são perceptíveis em horas e dias, e o risco de desenvolvimento de cânceres diminui com o passar dos anos. Após 10 anos longe dos cigarros a pessoa pode se considerar com um baixo risco. Mas dependendo da carga tabágica (número de maços por dia multiplicado pelo número de anos que a pessoa fumou) a vigilância sempre deve acontecer.

    Que impacto haveria nos diagnósticos de câncer se todos os fumantes do mundo conseguissem se livrar do vício agora?

    O principal impacto seria a diminuição de aproximadamente 33% do número de casos de câncer diagnosticados. E ao longo do tempo uma redução ainda mais expressiva.

  • Mars lança SHEBA® e CESAR® no Brasil para gourmetizar a alimentação dos pets

    A Mars foi pioneira em introduzir a alimentação úmida no País e essa categoria é sua grande aposta no mercado brasileiro por acreditar que os alimentos úmidos representam o futuro da alimentação de cães e gatos. Por isso, acaba de lançar duas novas marcas de sachês super premium com o intuito de gourmetizar a alimentação dos pets: SHEBA® para gatos e CESAR® para cães.

    Estes lançamentos estão alinhados a uma forte tendência que vem sendo observada no Brasil. Dados de Kantar mostram que em outras categorias percebe-se que o efeito gourmet fez com que os consumidores buscassem por itens mais premium, uma vez que percebem valor agregado em produtos que estão associados ao prazer da alimentação. Mais uma vez, a Mars Petcare reforça seu perfil de inovação e pioneirismo e traz opções de alimentos para também gourmetizar a refeição dos pets.

    Os sachês super premium SHEBA® e CESAR® são alimentos completos e balanceados, que garantem uma entrega maior de proteína. Contam com cortes selecionados em sua composição, um formato diferenciado – são mais parecidos com carne picada – pois seus pedacinhos são cortados com uma nova tecnologia de produção que faz com que visualmente se pareçam mais com a comida de humanos. Além de ótima digestibilidade e palatabilidade, não levam conservantes ou corantes artificiais.

    SHEBA® e CESAR® são marcas consolidadas e um sucesso fora do Brasil e que trazem um conceito forte de conexão dos tutores com seus pets. Os produtos já estão disponíveis no mercado, em sachês de 85 gramas.

    “Pensamos na conexão com a alimentação humana nessa experiência de sabores que trazemos para o portfólio das duas marcas no Brasil. SHEBA® entrega uma verdadeira experiência, já que o alimento úmido é muito próximo da alimentação natural que os gatos encontravam na natureza. Para os cães, CESAR® chega para retribuir esse amor que os cães nos oferecem dando a oportunidade do tutor oferecer uma refeição deliciosa a eles”, explica Marianna Oliveira, Coordenadora de Marketing da Mars Petcare.

    A marca SHEBA® é a mais vendida na Europa e chega ao País com sachês nas versões filhotes (sabores carne ao molho e atum marinado) e adultos (sabores carne ao molho, atum marinado, frango assado e salmão ao molho).

    Os sachês de CESAR® são para cães adultos e estão disponíveis em quatro sabores: carne assada, cordeiro assado, frango marinado e o inédito sabor de filé mignon, sendo a primeira marca no Brasil a vender um alimento para pet com esse sabor.

    O alimento úmido, quando completo e balanceado, oferece uma série de benefícios para a saúde do animal: a ingestão total de líquidos diários é maior, o que favorece a saúde do trato urinário; ele contêm menos calorias, permitindo um consumo maior de alimento e promovendo a saciedade; a palatabilidade é superior e os animais demonstram mais satisfação no momento do consumo. SHEBA® e CESAR® tem o embasamento científico da maior referência em pesquisa científica sobre animais de estimação do mundo: WALTHAM™ – um Centro de Nutrição e Bem-estar Animal que atua como uma importante autoridade científica no desenvolvimento das fronteiras de pesquisas sobre nutrição, bem-estar e benefícios na interação humano-animal.

  • Uso consciente da água na hora de lavar a louça

    Que a água é um recurso fundamental para a sobrevivência do ser humano, todos já sabem. Porém a maioria das pessoas não utiliza esse precioso líquido com consciência para um futuro sustentável. Por isso torna-se fundamental o consumo sem desperdícios — fazer a captação da água da chuva, para usá-la nosafazeres domésticos, reaproveitar a água de reúso gerada pelo chuveiro e pela máquina de lavar roupas, entre outras ações.

    Atividades simples do dia a dia — como lavar a louça — podem ser modificadas com foco em reduzir o gasto excessivo de água. Segundo estimativa da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), a cada 15 minutos que uma torneira fica entreaberta, são desperdiçados cerca de 117 litros de água. Um número bem alto, se considerarmos a quantidade de água recomendada para uso diário pela ONU, que é de 110 litros por pessoa.

    Em pesquisas simples pela internet, é fácil achar diversos vídeos e postagens ensinando a tirar gordura da louça e economizar a água e o detergente na hora de lavar. Alguns mostram até como se deve empilhar a louça suja antes de pegar na esponja ou ainda exibindo formas mirabolantes de se livrar dos cheiros que ficam nos pratos, talheres e copos, mas é mais simples do que parece. “O melhor é sempre optar por detergentes que sejam concentrados, pois possuem uma ação mais potencializada, e controlam a quantidade que está sendo usada”, afirma Cristina Gaspar, gerente de Marketing da Casa KM.

    Existe uma falsa impressão de que colocar mais produto significa mais “força” e, consequentemente, mais limpeza, mas a verdade é que o importante é seguir as recomendações dos fabricantes. Como os concentrados rendem mais, basta colocar apenas algumas gotas na esponja ou, se preferir, em um pequeno recipiente com água e ir enxaguando a louça. Isso faz com que a reação de limpeza comece e não seja necessário utilizar o detergente diversas vezes.

    E quando os utensílios domésticos estão limpos, mas ainda têm algum odor? Já tem nas prateleiras dos supermercados produtos que reforçam a função de eliminar cheiros e gerar mais economia. “Um bom exemplo é o lava-louças Gel Care 30, da Casa KM, que além da limpeza comum, vem com uma tecnologia que elimina o odor de ovo e gordura, em todas as suas quatro versões — Deo, Aloe Vera, Proteína e Limão-Siciliano —, além de ser concentrado, rendendo 30% a mais que a versão anterior”, informa Gaspar.

    No entanto ela conta que existem dicas simples, que não dão trabalho algum e facilitam bastante todo esse processo:

    ·  Faça uma limpeza prévia com uma esponja seca antes de lavar.

    ·  Use a torneira aberta apenas para umedecer um pouco a louça na hora de ensaboar.

    ·  Deixar as louças mais sujas e engorduradas por último, geralmente na ordem copos, talheres, pratos, vasilhas e panelas. Assim, não há risco da gordura que fica na esponja se espalhar para outras peças e ter que usar mais detergente do que o necessário.

    ·  As louças mais engorduradas devem ficar de molho em água quente com algumas gotas de detergente.

    ·  No enxágue, a sequência é a mesma da lavagem, e as peças devem estar todas juntas, sempre procurando economizar o uso da água — não abrindo toda a torneira — para que não haja desperdício.

    ·  A secagem natural é a mais recomendada, já que panos de prato podem acumular bactérias.

    ·  Utilize detergentes concentrados, dermatologicamente testado e que tenham como benefício um eliminador de odores, como o Gel Care 30, da Casa KM.

    ·  A troca da esponja deve ser feita semanalmente.

    Com essas dicas, dá para realizar o uso consciente da água, economizar na conta do fim do mês e ainda ter uma boa higienização da louça. 

    Pequenas mudanças na atividade podem fazer toda diferençaAlta | Web


    Gel Care 30 da Casa KMAlta | Web


  • Dia dos Animais e a importância da posse responsável

    Neste 04 de outubro, Dia Mundial dos Animais, o Programa PEDIGREE® Adotar é tudo de bom alerta sobre a decisão consciente de se ter um pet.

    O Dia dos Animais é celebrado diariamente para quem tem a sorte de tê-los em casa como companheiros, mas dia 04 de outubro foi a data escolhida oficialmente para comemorar a data ao redor do mundo. 

    Não é novidade para ninguém os inúmeros benefícios na relação entre humanos e animais. Estudos do Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM™, parte da Mars Petcare, apontam que 82% dos tutores de pets confirmaram um impacto positivo deles em suas vidas. Além disso, 64% dos entrevistados alegam se sentir mais felizes e relaxados pela presença de animais em casa. Da mesma maneira que eles nos trazem esse bem-estar, também precisamos zelar e cuidar para que eles vivam saudáveis e felizes.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde, atualmente, no país há mais de 20 milhões de cães e mais de 10 milhões de gatos abandonados. Triste é saber que foram para as ruas por motivos simples e que envolvem a falta de responsabilidade na posse de um animal: ser destrutivo, sujar a casa, ser ativo demais, exigir muita atenção e ser desobediente. Antes de se tomar a decisão de ter um pet é necessário considerar uma série de fatores importantes. Cuidar de um gato ou cachorro exige um compromisso de longa data.

    Portanto, é importante reservar tempo para pesquisar sobre o tipo de pet que mais se encaixa no estilo de vida e perfil da família, bem como planejar sua chegada e integração. Há quem esqueça que cuidar de pets exige tempo para oferecer carinho, levá-los para passear, ao Médico-Veterinário, limpar as fezes e xixi e, muitas vezes, são estes os motivos que geram a devolução de animais adotados aos abrigos. 

    O Programa PEDIGREE® Adotar é tudo de bom, que já ajudou mais de 73 mil cães a encontrarem um lar ao longo dos 10 anos de sua existência, segurou 10 dicas sobre posse responsável para uma decisão consciente de se ter um pet:

    1) Pesquise sobre o animal e veja se ele é compatível com o seu estilo de vida e perfil familiar.

    2) Quanto menor é a sua casa, menor deve ser o cão. Cachorros grandes, em um ambiente pequeno, podem ter problemas de adaptação.

    3) Considere que o tempo médio de vida de um animal é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados. Não haja por impulso.

    4) Caso já tenha outros cães em casa, apresente o novo morador de forma gradual e fique sempre atento à convivência.

    5) Mantenha o pet sempre dentro de casa, jamais solto na rua. E na hora do passeio, leve-o com uma coleira que contenha a plaquinha de identificação.

    6) Evite as ninhadas indesejadas. Castre machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contraindicações.

    7) Todo pet precisa de alimentação de qualidade, que leve em conta suas necessidades, e muita água fresca e limpa.  Seu bem-estar também depende de uma boa nutrição.

    8) Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao Médico-Veterinário. Dê banho, escove e exercite-o.

    9) Zele também por sua saúde psicológica. Dê atenção, carinho, ambiente adequado e reserve um momento do dia para as brincadeiras.

    10) O Brasil tem milhões de cães abandonados. Cães adultos também se adaptam com facilidade às mudanças e tem condições de oferecer e receber muito carinho.

    Cada vez mais, a adoção é uma opção real e comum entre as pessoas. Ao escolher um animal de abrigo, o tutor tem a oportunidade de dar a ele uma segunda chance de viver, se sentir seguro e amado, além de ganhar um melhor amigo. É por isso que o Programa PEDIGREE® Adotar é tudo de bom existe: para mudar a realidade do abandono dos cães no Brasil e conscientizar a população sobre a posse responsável.

  • Dia dos Animais e a importância da posse responsável

    Neste 04 de outubro, Dia Mundial dos Animais, o Programa PEDIGREE® Adotar é tudo de bom alerta sobre a decisão consciente de se ter um pet.

    O Dia dos Animais é celebrado diariamente para quem tem a sorte de tê-los em casa como companheiros, mas dia 04 de outubro foi a data escolhida oficialmente para comemorar a data ao redor do mundo.

    Não é novidade para ninguém os inúmeros benefícios na relação entre humanos e animais. Estudos do Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM™, parte da Mars Petcare, apontam que 82% dos tutores de pets confirmaram um impacto positivo deles em suas vidas. Além disso, 64% dos entrevistados alegam se sentir mais felizes e relaxados pela presença de animais em casa. Da mesma maneira que eles nos trazem esse bem-estar, também precisamos zelar e cuidar para que eles vivam saudáveis e felizes.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde, atualmente, no país há mais de 20 milhões de cães e mais de 10 milhões de gatos abandonados. Triste é saber que foram para as ruas por motivos simples e que envolvem a falta de responsabilidade na posse de um animal: ser destrutivo, sujar a casa, ser ativo demais, exigir muita atenção e ser desobediente. Antes de se tomar a decisão de ter um pet é necessário considerar uma série de fatores importantes. Cuidar de um gato ou cachorro exige um compromisso de longa data.

    Portanto, é importante reservar tempo para pesquisar sobre o tipo de pet que mais se encaixa no estilo de vida e perfil da família, bem como planejar sua chegada e integração. Há quem esqueça que cuidar de pets exige tempo para oferecer carinho, levá-los para passear, ao Médico-Veterinário, limpar as fezes e xixi e, muitas vezes, são estes os motivos que geram a devolução de animais adotados aos abrigos.

    O Programa PEDIGREE® Adotar é tudo de bom, que já ajudou mais de 73 mil cães a encontrarem um lar ao longo dos 10 anos de sua existência, segurou 10 dicas sobre posse responsável para uma decisão consciente de se ter um pet:

    1) Pesquise sobre o animal e veja se ele é compatível com o seu estilo de vida e perfil familiar.

    2) Quanto menor é a sua casa, menor deve ser o cão. Cachorros grandes, em um ambiente pequeno, podem ter problemas de adaptação.

    3) Considere que o tempo médio de vida de um animal é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados. Não haja por impulso.

    4) Caso já tenha outros cães em casa, apresente o novo morador de forma gradual e fique sempre atento à convivência.

    5) Mantenha o pet sempre dentro de casa, jamais solto na rua. E na hora do passeio, leve-o com uma coleira que contenha a plaquinha de identificação.

    6) Evite as ninhadas indesejadas. Castre machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contraindicações.

    7) Todo pet precisa de alimentação de qualidade, que leve em conta suas necessidades, e muita água fresca e limpa. Seu bem-estar também depende de uma boa nutrição.

    8) Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao Médico-Veterinário. Dê banho, escove e exercite-o.

    9) Zele também por sua saúde psicológica. Dê atenção, carinho, ambiente adequado e reserve um momento do dia para as brincadeiras.

    10) O Brasil tem milhões de cães abandonados. Cães adultos também se adaptam com facilidade às mudanças e tem condições de oferecer e receber muito carinho.

    Cada vez mais, a adoção é uma opção real e comum entre as pessoas. Ao escolher um animal de abrigo, o tutor tem a oportunidade de dar a ele uma segunda chance de viver, se sentir seguro e amado, além de ganhar um melhor amigo. É por isso que o Programa PEDIGREE® Adotar é tudo de bom existe: para mudar a realidade do abandono dos cães no Brasil e conscientizar a população sobre a posse responsável.

  • Saiba qual é o sutiã para usar na academia


    Visco Air New.png

    De acordo com o diretor do segmento, o modelo chamado de Visco Air New é o mais indicado para treinar

    Uma questão que sempre vem a tona entre mulheres que frequentam academias e outros locais para praticar exercício, é em saber qual seria o tipo de sutiã mais indicado para treinar.

    Claro que, o top é o mais ideal para ser usado e muitas delas utilizam. Porém, algumas mulheres não gostam e preferem usar sutiã mesmo. O tema sempre está em alta, tanto que, algumas fitness influencer são referências para muitas que procuram dicas de lingerie nas redes sociais. Mas, será que somente essas postagem resolvem o problema e tiram todas essas dúvidas?

    Pensando nisso, resolvemos ajudá-las e indicar alguns modelos que são ideais para compor o look sem errar. Junior Zampol, diretor da Lut Lingerie, conta que, o sutiã de Visco Air New é um modelo que traz mais respirabilidade para a pele.

    “Esse sutiã Visco Air New é uma linha que foi desenvolvida pensando no segmento esportivo com um tecido de toque macio. Além disso, ele é tecnológico, possui duas tangas que faz o look com a mesma funcionalidade, além de permitir que a pele respire melhor”, explica.

    O diretor ainda revela outras qualidades da peça. “O modelo tem um elástico da base, conhecido como elástico de jacar, de 28 mm. Com isso, sua base torna-se maior, o que proporciona mais segurança, toque suave com a pele e um designer mais esportivo.”

    Gostou da dica? Quer saber mais? Então, acesse o site da Lutestil – http://www.lutlingerie.com.br para ver outras peças que também estão super em alta.

  • Dor no joelho ao correr: principais causas, sintomas e tratamento

    “A maioria dos praticantes do esporte realiza a atividade sem nenhum tipo de orientação e pode sofrer as consequências de uma corrida inadequada, principalmente no joelho”, alerta o Dr. Edson Santiago, fisioterapeuta esportivo.

    A corrida é um esporte que pode ser praticado por pessoas de todas as idades que buscam diversos objetivos, seja profissional, buscar o emagrecimento, por hobby/lazer ou para melhorar o condicionamento físico. Traz diversos benefícios para o praticante, mas, assim como qualquer atividade física de alto impacto, se não for realizada com o acompanhamento de um profissional, pode trazer malefícios como dores musculares e articulares.

    “Existem inúmeras causas para as dores no joelho durante ou após uma corrida, pois, o impacto contínuo sobre as articulações é até três vezes maior que o peso do praticante, o que pode acarretar muitas vezes no desequilíbrio da musculatura, gerando sobrecarga na cartilagem articular e maior necessidade de estabilização dos ligamentos, sobrecarregando a lesão”, relata Dr. Edson Santiago, Fisioterapeuta Esportivo, especialista em Musculoesquelética e Pesquisador em Dor pela Santa Casa de São Paulo.

    As anomalias mais comuns são:
    -Condromalácia: uma alteração da cartilagem que reveste a patela por dentro;
    -Tendinite Patelar: inflamação de um tendão;
    -Síndrome Iliotibial: inflamação no tecido conectivo do quadril às proximidades do joelho e a região do fêmur;
    -Tendinite da “pata de ganso”: hipersolicitação na região que tensiona os três tendões da tíbia (sartório, grácil e semitendinoso) gerando uma inflamação local.

    “Algumas dicas são bastante valiosas para evitar ou aliviar a dor no joelho ao correr, como aplicar gelo no local da dor por pelo menos 30 minutos, logo após a corrida e algumas vezes ao dia. Em caso de dor lateral do joelho, aplicar automassagem na região lateral da coxa com um rolo, fazer exercícios localizados para fortalecer a musculatura do joelho e quadril, manter o equilíbrio com boas horas de sono e alimentação saudável, e só aumente o volume do seu treino com orientação de um profissional”, completa Dr. Santiago.

  • Complexo de pênis pequeno pode ser prevenido e até tratado

    COMPLEXO DO PÊNIS PEQUENO ATINGE TODAS AS FAIXAS ETÁRIAS

    Complexo de pênis pequeno pode ser prevenido e até tratado com especialistas

    O tamanho do órgão reprodutor masculino é um tema que sempre teve grande importância, pois se associa tamanho do órgão genital à virilidade masculina, maior chance de conseguir parceiras, maior status social e até mesmo uma posição de liderança em grupos masculinos. É compreensível que homens com pênis menores, sejam desde cedo vítimas de bullying, e tenham grande risco de apresentarem inseguranças e até traumas, ou evoluir com um severo complexo de inferioridade devido o pênis pequeno. 

    A internet e os celulares disseminaram a prática de comparação e competição dos jovens através de compartilhamento de imagens de nudes e a facilidade de comunicação em grupos, intensificou a questão de bullying pela internet. De acordo com o Dr. Flávio Iizuka, urologista, “a questão se intensifica um pouco mais tarde, no momento em que iniciam a sua vida sexual, pois os adolescentes ou adultos jovens inexperientes podem ter uma autoimagem inadequada, em situações que o pênis tem tamanho normal, porém podem evoluir pra situações de sérios complexos de autodepreciação por autoimagem distorcida”. Para diminuir o risco de isso acontecer, é importante que os pais acompanhem o desenvolvimento do membro desde o nascimento do menino. 

    Mas, antes de começar a se preocupar, é essencial ter em mente que o seu formato e o seu comprimento variam de pessoa para pessoa, e ao contrário do que se divulga de forma informal, o tamanho do membro não pode ser previsto por raça, estatura, tamanho do pé ou da mão, ou outra característica externa. “As estatísticas mostram que a média do tamanho do pênis dos brasileiros adultos é de 13,5 cm, mas a medida em si diz pouco sobre ele, já que ela não garante mais eficácia na hora de proporcionar prazer durante uma relação sexual e com cerca de 10 centímetros quando está ereto, ele já consegue fazer o seu papel reprodutivo” explica o urologista. Outro detalhe relevante é que pesquisas demonstraram que o falo pode se desenvolver até os 21 anos e que o maior salto no seu desenvolvimento acontece entre 11 e 15 anos. Os primeiros sinais que o pênis vai passar do aspecto infantil para o adulto são o aparecimento dos pelos genitais, barba e mudança na voz, assim como o estirão de crescimento, tudo costuma acontecer na mesma época.

    Diante de qualquer dúvida quanto ao bom desenvolvimento genital é indicado que o pediatra ou o uropediatria sejam consultados, pois é importante que ele faça os exames necessários e avalie se há alguma alteração relacionada ao desenvolvimento dessa parte do corpo que pode, sim, ser sinal de um problema e, se não for tratado na infância, trará consequências muito difíceis de correção na vida adulta. Se o especialista notar que de fato o órgão sexual está com um tamanho abaixo da média esperada para a idade enquanto ainda é criança, pode ser possível um pequeno empurrão na natureza, através de estimulação hormonal com creme local com ótimos resultados, quando bem indicado, e sempre com supervisão médica. 

    “Depois do salto do desenvolvimento genital entre 11 e 15 anos, o pênis do adolescente ou do adulto jovem não responde mais a estímulos, sendo ineficaz esta abordagem” ressalta o especialista. A situação de grande risco de complexos acontecem nos casos chamados de micropênis. Trata-se de uma condição rara, na qual a criança ou adolescente apresenta um órgão com aspecto normal, porém com tamanho muito menor do que o normal para a sua faixa etária, o que significa ter menos de 2 centímetros da ponta da glande ao osso pube quando está esticado. Diante desse diagnóstico, é interessante que uma equipe multidisciplinar, com pediatra, urologista, endocrinologista e psicólogo acompanhem a criança.

    Outra situação muito mais comum é o pênis embutido, observado em crianças com sobrepeso e excesso de gordura na região acima do púbis que acaba escondendo um pênis de tamanho normal, e que pode ser confundido com micropênis, pois se medir o tamanho do pênis que fica pra fora da gordura normalmente ele tem menos de 2 cm de comprimento. Nesses casos o indicado é que o médico acompanhe o quadro de perto e que, se necessário, o pequeno seja orientando a emagrecer, de preferência através não de dieta de regime, mas de uma melhor ingestão de alimentos, mais saudável e orientada por nutricionistas ou especialistas. Por fim, pode existir a ocorrência de má formação, sendo que as mais comuns são quando o pênis fica escondido pela pele da bolsa escrotal, a face inferior dele fica colada à bolsa escrotal ou a bolsa escrotal se implanta acima da base do falo. Normalmente elas não regridem espontaneamente e costumam necessitar de uma intervenção cirúrgica.

            Independentemente de existir ou não um atraso no desenvolvimento peniano ou um problema congênito, é muito importante salientar que a busca do correto diagnóstico e a correta orientação dos especialistas, para que os pais não deixem transparecer para o seu filho a sua ansiedade ou preocupação e que o ensinem a lidar naturalmente com a evolução e a aparência dessa parte do corpo, para que isso não se torne um problema para ele na infância ou quando ele for mais velho.