Autor: agitosp

  • Desafio Meteor no Wet’n Wild

    O Wet’n Wild comemorou aniversário em outubro e hoje fomos curtir o parque aquático.

    Durante todo o mês de novembro, os visitantes que toparem descer no Meteor, o tobogã com cápsula mais alto do mundo, ganharão um ingresso para retornar ao parque em abril de 2020 (de 01 a 26).
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    Além do Meteor, o Wet’n Wild reúne mais de 25 atrações classificadas em família, moderadas e radicais que, juntas, totalizam sete milhões de litros de água tratada e reutilizada, garantindo diversão para todas as idades.

    O Wet também está com uma programação especial: no dia 01/12 vai ter show do Gusttavo Lima e no Réveillon do Wet’n Wild quem anima o parque é o quinteto Inimigos da HP.
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    Para adquirir os ingressos acesse wetshop.com.br.
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    Ah, uma #dica bacana. No site dá para adquirir antecipadamente vouchers do estacionamento, armário grande e alimentação com descontos e dá para parcelar 😉.

  • Sexo e romance são mais apetecíveis na primavera?

    O sol, menos roupa, os aromas, as viagens e a própria alimentação são algumas das razões para o despertar interesse por outras pessoas

    De acordo com a sexóloga Carla Cecarello, consultora do Solteiros50 (www.solteiros50.com.br), a primavera abre oportunidades para uma frequência das relações sexuais e a prática está relacionada ao fato de que o período oferece inúmeros atrativos. A temperatura mais amena faz as pessoas saírem mais, divertirem-se mais e assim se socializarem de forma permanente. É a época de fazer contatos, conversar mais, conhecer pessoas, segundo a especialista. “Uma coisa leva a outra, as pessoas se conhecem e a consequência é um envolvimento que pode ser superficial ou mais intenso”, afirma a psicóloga Yris Monalizza de Souza, consultora de relacionamentos do site Amor&Classe (www.amoreclasse.com.br).

    Para os mais românticos, de acordo com a psicóloga Yris de Souza, a luz solar também influencia os comportamentos humanos. “A mudança produzida com o aumento da luminosidade e da temperatura tem implícita uma alteração no estado de espírito, desajustando a nossa atividade hormonal”, diz a psicóloga. Para além disso, segundo a especialista, a luz estimula a produção de serotonina. “Isto nos permite ser mais comunicativos, mais receptivos a conversas, a relações sociais, ao amor e no fim a relações sexuais”, afirma Yris Souza.

    Quando o assunto é sexo, a consultora do site Solteiros50, especializado em um público mais maduro, destaca algumas razões pelas quais a libido desperta nestes meses. O primeiro aspecto, segundo Carla Cecarello, está ligado a temperatura e as roupas usadas na estação. “Com o aumento da temperatura aproveita-se mais a vida no exterior, as pessoas usam roupas mais leves e mais coloridas, menos aborrecidos. Os corpos ganham mais sensualidade e isso influencia não apenas a libido, mas o desejo de se aproximar, conhecer, manter contato, conversar e saber mais do outro”, diz a profissional.

    Homens e mulheres elegantes acabam por se produzirem melhor, desde roupas aos cosméticos. Assim, a temperatura mais amena faz os perfumes intensos se conservarem durante mais tempo. Eles se mosturam com a maior secreção de feromonas produzidas nesta época do ano. “Este cocktail influencia o estado de espírito e o interesse em relacionar-se com outras pessoas, aumentando o desejo de forma exponencial quando a oxitocina ou a dopamina também marcam presença”, explica a sexóloga Carla Cecarello, do Solteiros50.

    Segundo as especialistas, essa época do ano é ideal para as escapadelas dos casais que estão em uma relação ou para conhecer novas pessoas e engatar novos amores. “As viagens de lazer, são propícias para isso”, destaca a piscóloga Yris de Souza, do Amor&Classe. Não é a toa que as escapadelas e as viagens são os momentos ideais para deixar a libido primaveril se libertar assim como as possibilidades de conhecer e se envolver em um romance.

    Para aqueles que estão à procura de um novo amor, a psicóloga Yris de Souza observa que até mesmo a alimentação faz parte do conjunto de atrativos do período que facilitam e ampliam as possibilidades de relações sociais. A sugestão é compartilhada pela sexóloga Carla Cecarello, já que nos meses de primavera e de verão aumenta a ingestão de frutas, o que estimula e ativa o desejo sexual. “O abacate nas saladas, os figos, a banana e inclusive a baunilha nas sobremesas são alguns exemplos de alimentos que potenciam a energia sexual e despertam os instintos mais primários”, garante a sexóloga do Solteiros50.

  • Pediatra fala sobre atividades físicas para crianças em cada idade

    A prática de exercícios físicos é muito importante para todas as idades. Para as crianças, auxilia no desenvolvimento da coordenação motora, do raciocínio, da atenção, da memória, auxilia na prevenção e no tratamento da obesidade, a hipertensão arterial, o diabetes mellitus e a osteoporose, além de melhorar a autoestima e a socialização.

    É importante criar o hábito da prática de atividades físicas desde a primeira infância ou começar assim que possível. Há opções adequadas para todas as idades. Mas será que alguma atividade não deve ser feita por crianças? Quem responde a essa pergunta é o ortopedista pediátrico Átila Viscardi Reis*, professor do curso de Medicina da Anhembi Morumbi, integrante da rede internacional de universidades Laureate.

    Crianças até 3 anos de idade

    A partir dos seis meses de idade a atividade física deve ser realizada através de brincadeiras, de preferência acompanhada pelos pais, reforçando as relações familiares. São estimulados os movimentos de curta duração, como puxar, empurrar e segurar objetos várias vezes ao dia. As aulas de natação podem ser iniciadas, beneficiando a respiração e a capacidade psicomotora. As crianças acima dos 12 meses de idade devem ser estimuladas a caminhar, subir e descer escadas, rolar e pular no chão, sempre em ambientes seguros. 

    Crianças de 3 a 5 anos de idade

    Para favorecer a concentração e a coordenação motora das crianças nesta faixa etária, as atividades físicas ainda devem ser realizadas por meio de brincadeiras e muita diversão. “Nesse momento ainda não devem ser propostas atividades com regras que desestimulem os pequenos”, enfatiza.  Para isso, reserve 60 minutos, de 3 a 4 dias por semana para estimular atividades como caminhar na rua, andar de bicicleta ou triciclos, subir e descer escadas, jogar bola ou dançar. Essas crianças também podem praticar moderadamente ginástica artística, atletismo ou natação.

    Crianças de 6 a 10 anos de idade

    “São acrescentados para esta faixa etária esportes com maior grau de dificuldade técnica, com regras e realizados em grupos, para continuar colaborando no desenvolvimento da coordenação motora e do convívio social, que, por fim, favorecerá o aprendizado de valores, como o respeito, a solidariedade e a experiência sobre como ganhar e perder”, explica. Entre as opções disponíveis para estas crianças estão os esportes com bola (basquetebol, voleibol, handebol, beisebol etc), as artes marciais (judô, karatê, tae-kwon-do, kung-fu e jiu-jitsu), hipismo, tênis de mesa e de campo. O especialista sugere que, na medida do possível, seja feito um rodízio de modalidades esportivas para que criança tenha oportunidade de experimentar diferentes tipos (individual ou coletivo, com ou sem interação entre os adversários etc.), desenvolver todas as suas habilidades e identificar suas preferências e aptidões.

    Crianças de 10 a 12 anos de idade

    As atividades físicas moderadas, quando praticadas regularmente, por meninos e meninas entre 10 e 13 anos de idade, estimulam a produção do hormônio do crescimento (GH), favorecendo o crescimento estatural. No entanto, a prática intensa (mais de 36 horas por semana) está relacionada a diminuição no ganho estatural, pois inibe a produção deste mesmo hormônio. “Para meninas, pode ainda resultar em um atraso puberal, com ciclos menstruais sem ovulação ou mesmo ausência de menstruação”, completa.

    O ideal nesta fase é concentrar a prática de uma ou duas atividades esportivas preferidas, com intensidade moderada, durante uma hora por dia, visando a participação em pequenas competições, pois já apresentam condições psicológicas para lidar com as derrotas e as vitórias. No entanto, manter o espírito recreativo das atividades esportivas ainda é essencial.

    Crianças de 13 a 17 anos de idade

    Para adolescentes, a maioria das modalidades esportivas estão liberadas, inclusive a musculação o o crossfit, devido ao grau de desenvolvimento muscular atingido. As participações nas competições esportivas e a realização de carga de treinamento de alta intensidade são sobrecargas psicológicas e físicas melhor administrada pelos atletas nessa faixa etária.

    “Quando a criança e adolescente têm a atividade física incluída em sua rotina desde bebê têm mais chances de tornarem-se adulto com hábitos esportivos. Porém, nunca é tarde para começar”, alerta o professor. No caso de crianças sedentárias, os pais devem dar o exemplo praticando as atividades físicas e convidando seus filhos para acompanhá-los nessa prática. Além disso, é preciso conversar com a criança sobre os benefícios de se praticar regularmente atividades físicas e as desvantagens relacionadas ao sedentarismo.

    Outra dica importante é que os pais acompanhem a programação das aulas de educação física da escola, verificando e estimulando a participação do filho nessas aulas. “É ainda mais fundamental que os pais estimulem os filhos a brincarem ao ar livre e a participarem de jogos e esportes da escola, do bairro, do condomínio ou do clube que frequentam, mas sempre com a saúde em dia”, conclui Reis.

    *Átila Viscardi Reis é médico especialista em Ortopedia e Traumatologia pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e em Ortopedia Pediátrica pela Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica (SBOP). Atualmente, ministra aula de Ortopedia e Traumatologia no curso de Medicina da Universidade Anhembi Morumbi.

  • Mitos da gravidez

    Toda mamãe faz mil pesquisas sobre o que fazer e o que não fazer durante a gravidez, além de dar ouvidos a  muitos conselhos de familiares, amigos e conhecidos que sim, são bem-intencionados. Mas, com tanta informação, como saber o que é fato e o que é ficção? O Dr. Alberto Guimarães listou os cinco mitos comuns e o que é real:

    1- Comer por dois:
    Espere! Antes de se servir de mais porção de torta lembre-se de que você está comendo para as suas necessidades e as do bebê e não por dois adultos.

    Embora não haja regras rígidas sobre quanto peso você pode ganhar durante a gravidez, o ideal é ganhar de 11 até 15kgs.Se ganhar muito peso na gestação, o risco de desenvolver pressão alta durante a gestação aumenta. Cuidado com essa crendice popular“do comer por dois” que não traz benefícios.

    2- Não pode comer peixe
    O peixe pode ser uma fonte incrível de ômega-3que ajuda nodesenvolvimento saudável do cérebro do seu bebê. Para obter o máximo benefício dos ácidos graxos ômega-3, as mulheres devem comer pelo menos duas porções de peixe por semana e durante a gravidez ou amamentação.

    Você pode comer salmão, pescada e filé de tilápia mas deve evitar peixes com alto teor de mercúrio como o atum, tubarão, peixe-espada, agulha, cavala e robalo chinês. E tudo sempre assado ou cozido, nunca cru.

    3- Não pode colorir seu cabelo:
    Esta afirmação não é exatamente um mito, já que a maioria dos produtos para colorir os cabelos tem amônia e acetato de chumbo na sua composição, que são substâncias que podem causar danos aos bebês.

    Contudo, algumas colorações temporárias não são altamente tóxicas e podem ser usadas durante a gravidez, mas sendo sempre aplicadas longe da raiz.

    Se a mamãe não conseguir ficar sem mexer no cabelo durante o período da gestação, prefira o estilo Ombré Hair que ilumina o seu cabelo sem chegar perto do couro cabeludo, mas somente a partir do segundo trimestre da gravidez.

    4- Não pode viajar de avião durante a gestação:
    As viagens aéreas são consideradas seguras para mulheres que têm uma gravidez saudável, mas é sempre recomendável que você converse com seu médico antes de viajar. Você pode ficar impedida de voar se tiver uma gravidez de alto risco ou se houver uma chance de parto prematuro. Entre a 14ª e a 28ª semanas é o período mais indicado para viagens longas. Após esse período, consulte sempre seu médico antes de reservar o voo.

    5- Evitar o sexo durante a gestação:
    Ter relações com seu parceiro é seguro para você e para o bebê. O líquido amniótico no útero ajuda a proteger seu bebê durante as relações.

    Há momentos, porém, em que você precisa se abster de fazer sexo, como no caso de gravidez múltipla (gêmeos, trigêmeos ou mais); um aborto anterior ou se você corre o risco de ter um agora; ou se você já teve um bebê prematuro antes ou corre o risco de ter um parto prematuro agora. Em condições de gestação saudável, as relações do casal podem continuar normalmente.

  • Viagem com animais: saiba como montar um kit de primeiros socorros para o seu pet

    Na hora de programar sua viagem de férias, além de organizar sua mala, também é importante preparar um kit de primeiros socorros para o seu pet, afinal, imprevistos podem acontecer e é preciso estar preparado.

    Alguns casos mais graves exigirão o acompanhamento de um profissional, mas prestar os primeiros socorros e saber identificar o ferimento do animal é essencial para não ocorrer complicações. É fundamental, também, estar atento para quando o pet apresentar indisposição e tentar identificar a causa: em alguns casos ele está apenas estranhando o ambiente novo, mas pode ter comido algo que não deveria.

    O primeiro passo de montagem do kit é juntar todos os itens dentro de uma maleta, lembrando que as propriedades dos produtos para humanos são diferentes, então os medicamentos devem ser apropriados para animais. O grupo Vet Popular, primeiro hospital veterinário popular do país, separou algumas dicas para montar um kit. Confira a lista abaixo:

    Focinheira: é importante prevenir incidentes: por mais dócil que o pet seja, quando estiver sentindo dor, poderá tornar-se agressivo.

    Termômetro: importante para verificar febre, deve ser de uso exclusivo e próprio para animais e esterilizado após o uso.

    Gazes: usadas para curativo, auxiliam a estancar sangramentos e limpar ferimentos.

    Tesoura:  utilizada para cortar a gaze – para não haver contaminação é fundamental que o uso seja exclusivo para os primeiros socorros.

    Luvas descartáveis: são indicadas para prevenir a transmissão de bactérias e germes.

    Esparadrapo e ataduras: servem para segurar o curativo e imobilizar a área afetada.

    Sabonete antisséptico: é utilizado para lavar o ferimento com água corrente para desinfetar a região.

    Conta-gotas: utilizado para inserir líquidos na boca do pet – é importante lavar bem após o uso para não acumular resquícios.

    Soro fisiológico: fundamental para fazer a limpeza dos ferimentos (em caso de feridas mais infeccionados utilizar água oxigenada).

    Pinça: auxilia na retirada de espinhos ou vidros,pode ser utilizada pinça de costureira, mas é importante esterilizar após o uso.

    Analgésicos e anti-inflamatórios: reduzem a sensação de dor e aceleram o processo de cura. Nunca utilize medicamentos de uso humano, apenas remédios prescritos pelo veterinário.

    Toalhas de pano ou cobertor: servem para manter o animal aquecido, também pode ser utilizado como maca.

    É importante manter todos os itens sempre organizados e verificar periodicamente a validade dos medicamentos. Caso não possa levar o pet na viagem, deixe a maleta de primeiros socorros com um cuidador junto com a carteira de vacinação e o contato do veterinário de confiança.

  • Dia Mundial do Diabetes: conheça 10 cuidados na hora da alimentação

    O Dia Mundial do Diabetes, celebrado amanhã, dia 14 de novembro, faz um alerta: de acordo com a última pesquisa do Ministério da Saúde em parceria com o IBGE, no período de 2008 a 2018 o diagnóstico da doença cresceu 24% entre os brasileiros de 18 anos ou mais. Segundo levantamento da IDF (International Diabetes Federation), o Brasil tem cerca de 14 milhões de diabéticos, ficando em 4º lugar no mundo em números de portadores.

    O naturopata Daniel Alan Costa, professor de fitoterapia na USP e coordenador do curso de pós-graduação em Naturopatia na UNIP, explica que mudanças dos hábitos alimentares são fundamentais para reduzir os sintomas e controlar a doença. “O nosso pâncreas é a glândula que produz a insulina, hormônio que permite a entrada da glicose vinda dos alimentos e que se transforma em energia para nosso organismo. Além da qualidade dos alimentos, devemos estar especialmente atentos aos hábitos alimentares”, explica.

    O professor indica 10 cuidados e alimentos importantes para reduzir os sintomas da doença:

    1. Estudos mostram que adotar uma rotina alimentar com horários regrados é um dos principais benefícios para amenizar os sintomas da doença.
    2. No caso de diabetes infantil os mesmos cuidados devem ser tomados. A mudança de hábitos deve incluir toda a família, pois as crianças se espelham nos adultos.
    3. O ponto mais delicado quando falamos de diabetes é sem dúvida a ingestão de açúcar que deve ser moderada. Prefira sempre açúcar de malte, açúcar mascavo, alcaçuz, anis, malte de cevada ou mel. Refrigerantes e bebidas industrializadas que possuem grandes quantidades de açúcar devem ser evitados.
    4. Diabéticos devem restringir o consumo de carboidratos de cadeia simples, como arroz branco, macarrão, pão branco e substituir por exemplo por arroz, macarrão e pão integrais.
    5. Batata baroa, batata doce e Inhame são fontes de carboidratos mais complexos e que ajudam a controlar os níveis glicêmico, retardando a absorção da glicose.
    6. Proteínas e gorduras não podem faltar, assim como alimentos ricos em fibras.
    7. Abacate, farinhas funcionais (banana verde, berinjela, linhaça e chia), alimentos ricos em ômega 3 como o salmão, sardinha, atum e anchova, além de leguminosas são importantes aliados da alimentação.
    8. Outra alternativa são os alimentos funcionais. Um exemplo é o gengibre, que fortalece o sistema digestório e é um poderoso anti-inflamatório.
    9. O Blueberry ou mirtilo como é mais conhecido aqui, é um excelente alimento por conter taninos, além de ser antioxidante e proteger os capilares sanguíneos e a visão, e é indicado para prevenir as complicações do diabetes em especial as oculares. Na falta do mirtilo é possível substituir pelo consumo da amora ou pitanga.
    10. Maxixe, vagem, tanchagem e berinjela fortalecem a energia do elemento Terra da Medicina Chinesa, elemento este que quando em desequilíbrio pode levar a essa enfermidade.

    “O acompanhamento médico é fundamental para monitorar toda a evolução do tratamento. Mas vale ressaltar que as práticas integrativas como acupuntura, fitoterapia, aromaterapia e meditação têm trazido excelentes resultados no controle desta enfermidade”, finaliza Alan.

  • Diabetes descontrolado pode afetar visão

    Visita periódica ao oftalmologista auxilia na prevenção

    Se você tem diabetes e nota que está com alguma dificuldade para ler, sente dor nos olhos e se você sente alguma tontura em determinados momentos do dia, procure um oftalmologista urgente. A alta concentração de glicose no sangue é capaz de afetar seriamente os vasos sanguíneos do corpo, incluindo dos olhos, que são finos.

    Dia 14 de novembro é o Dia Mundial do Combate ao Diabetes. No mundo, 415 milhões de pessoas possuem a doença, sendo 14 milhões no Brasil, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde.

    As pessoas que têm diabetes apresentam um risco de perder a visão 25 vezes maior do que as demais, de acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes. 

    Por isso, os cuidados do paciente diabético relacionados à visão devem ser redobrados, com visitas no mínimo anuais ao oftalmologista. “No exame de consultório, checamos os vasos do fundo do olho e a retina. Com a alteração dos vasos, a probabilidade de hemorragias intraoculares aumenta muito”, alerta a dra. Cláudia Benetti do Centro de Cirurgia Oftalmológica, que já identificou diabetes em pacientes que não tinham conhecimento de que eram portadores da doença em uma consulta de rotina.

    Uma das doenças oculares mais comuns relacionadas ao diabetes é a retinopatia diabética, capaz de levar à cegueira total.  De acordo com a Organização Mundial de Saúde, ela atinge 75% das pessoas que têm diabetes há mais de 20 anos. 

    A retina é a região do olho responsável pela formação das imagens enviadas ao cérebro, com a alteração dela a visão fica comprometida. Quando o diabetes não está controlado, a hiperglicemia desencadeia várias alterações no organismo que, entre outros danos, levam à disfunção dos vasos sanguíneos anômalos da retina. “A alteração na circulação sanguínea nos vasos sanguíneos dos olhos também penaliza os nervos oculares, trazendo graves consequências à visão, trazendo uma baixa visão súbita. As hemorragias podem causar o deslocamento da retina.  E as alterações na retina são irreversíveis”, alerta Cláudia, que é também formada em Medicina Integrativa e procura entender o modo de vida de seus pacientes para os diagnósticos. “Muitas vezes, com uma conversa, conseguimos identificar o que o paciente está fazendo de errado, e damos algumas orientações. Pouca gente sabe, mas os conservantes dos alimentos têm tanto ou mais açucares do que o próprio alimento. Os exercícios físicos também ajudam muito no controle do diabetes”.

    O descontrole da glicemia pode ainda agravar casos de catarata, alterar o grau refrativo e até mesmo causar glaucoma. Como o diabetes pode também ser genético, é interessante se informar sobre casos na família.

  • Diabetes e problemas vasculares: uma relação que todos precisam entender

    O aumento de açúcar no sangue pode provocar a pressão dos vasos sanguíneo, desencadear a trombose e outras complicações

    O desejo de uma vida longa é sinônimo de cuidados com a saúde, alimentação, corpo e alma. Esta é a receita saudável para evitar tendências à diabetes, uma doença sem cura que tem crescido consideravelmente nos últimos anos, normalmente relacionada à problemas vasculares por conta da ligação com o sistema circulatório, tendo como protagonistas as veias e artérias, que podem aumentar devido aos níveis de açúcar no sangue.

    Na maioria das vezes, a diabetes ocorre por conta do aumento do açúcar no corpo, causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, o hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo. Este mal pode se tornar uma enfermidade mais séria e causar grandes problemas se não forem tratadas corretamente, como por exemplo doenças vasculares, infecções na pele, ossos e órgãos, perda de membros corporais, danos na visão e até a morte. Dados da Organização Mundial de Saúde apontam que 16 milhões de brasileiros sofrem de diabetes. Estudo do Ministério da Saúde mostra que esta doença cresceu 54% nos últimos 11 anos.

    “É importante nos cuidarmos, pois esta doença não tem cura e desencadeia problemas vasculares, como a trombose,  obstrução das artérias, aneurisma da aorta, entupimento das veias, hipertensão, entre outras complicações”, explica Robert Guimaraes, especialista em cirurgia vascular, endovascular e angiorradiologia. Segundo ele, isso acontece porque o descontrole dos níveis de açúcar no sangue, junto da incapacidade de produzir e usar insulina, gera um estado de inflamação e aumento da pressão dos vasos sanguíneos. “Esse quadro favorece o surgimento de gorduras, aumento do colesterol ruim e outras substâncias nas paredes das artérias, restringindo o fluxo sanguíneo”, completa.

    De acordo com o médico, a diabetes pode ser uma doença genética ou desenvolvida por conta dos seus hábitos diários, portando é necessário prevenir este mal com mudanças na alimentação, prática de exercícios físicos, realização de exames, acompanhamento médico, adaptação da rotina de sono, redução dos níveis de açúcar no sangue, evitar o stress, cigarros e álcool.

    “Esta doença possui vários estágios com intensidades e sintomas diferentes, como por exemplo, a pré-diabetes, diabetes tipo 1, diabetes tipo 2 e a diabetes gestacional. Todas elas possuem tratamento específico e devem ser diagnosticadas por um médico especialista que lhe receitará medicações, dietas, tratamentos e até cirurgias dependendo da situação”, conclui o médico.

  • Dia Mundial do Diabetes: prevenção é a melhor medida

    O dia 14 de novembro é a data para a conscientização sobre uma das doenças não transmissíveis mais comuns: o diabetes. Criado pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), o Dia Mundial mobiliza para uma série de ações para alertar sobre os riscos da doença, reforçar sobre as formas de prevenção e a importância do tratamento adequado. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, o excesso de peso, sedentarismo, gordura abdominal e histórico familiar são os principais fatores de risco para o desenvolvimento de diabetes tipo 2.

    Além da consulta médica e os exames de controle realizados periodicamente, estudos comprovam que buscar um estilo de vida mais saudável com atividade física e dieta adequada são formas importantes de prevenção da doença.

    Os carboidratos de alimentos refinados, como pães, arroz e massas, elevam a glicose muito rapidamente. A substituição pela versão integral e a inclusão de grãos na dieta, como soja, feijão, lentilha, ervilha, grão de bico, ajudam a manter níveis mais adequados de glicose, insulina e lipídios (gorduras) no sangue, além de contribuir para outras funções do organismo e na redução do apetite. Dar preferência a gorduras insaturadas, como o ômega-3, principalmente os que trazem benefícios à saúde como o EPA e DHA, preferir carnes magras, aves ou frutos do mar são também opções mais adequadas. Além disso, é importante evitar o consumo do açúcar refinado, muitas vezes presente em bebidas industrializadas ou doces em geral. A Federação Internacional de Diabetes recomenda o consumo diário de três porções de vegetais e três porções de frutas frescas – o que também vai ajudar no consumo metabólico do açúcar.

    A adoção desses hábitos saudáveis garantem outros benefícios diretos à saúde e à qualidade de vida. “A suplementação e o consumo de alimentos enriquecidos com ingredientes funcionais também podem apoiar uma nutrição saudável”, explica Cyntia Moreira, responsável pelo suporte técnico para Nutrição Humana da BASF para a América Latina. “Vitaminas, ômega-3 (EPA & DHA), antioxidantes como o licopeno e a luteína, entre outros ingredientes, são aliados para a manutenção da saúde e prevenção de doenças”, afirma.

  • Sete mitos e verdades sobre diabetes e retinopatia diabética

    Atualmente, mais de 13 milhões de pessoas vivem com diabetes no Brasil. Devido a sua relevância no país e no mundo, a doença tem no calendário da Organização Mundial da Saúde (OMS) uma data comemorativa, o dia 14 de novembro, em atenção aos cuidados com as consequências de sua evolução – entre elas, a retinopatia diabética, doença que pode levar à cegueira e que ainda é bastante desconhecida pela população, inclusive pelos diabéticos.

    Segundo o médico oftalmologista, Dr Octaviano Magalhães (CRM – SP 96249), o acesso a informação é a primeira ferramenta para ajudar a esclarecer alguns mitos sobre a retinopatia diabética e promover melhores acessos ao diagnóstico e tratamento adequado. Mitos que o especialista esclarece a seguir.

    1.    O diabetes tem cura.

    Mito. Tanto o diabetes tipo 1 quanto o tipo 2 ainda não têm cura, porque seus mecanismos de desenvolvimento ainda não estão bem definidos. Caracterizada por uma deficiência na produção da glicose pelo pâncreas, se não for controlada, a doença evolui com o comprometimento do funcionamento de outros orgãos, levando a sua falência. 

    Segundo a Federação Internacional de Diabetes, esta é uma doença que deve ter atenção de todas as famílias, pois é uma das principais causas de amputação, doença cardíaca, renal e morte prematura.

    2.    O diabetes pode causar cegueira irreversível.

    Verdade: Uma das complicações do diabetes para a saúde ocular é a retinopatia diabética, disfunção que afeta diretamente os pequenos vasos da retina. Esses vasos sofrem com o inchaço (o que chamamos de edema) e podem extravasar, desencadeando as dificuldades visuais.

    3.    A retinopatia diabética é uma doença silenciosa.

    Verdade. Enquanto os vasos sanguíneos sofrem alterações, as mudanças visuais são mínimas. Mesmo com a doença já instalada, raramente o paciente irá apresentar olhos vermelhos, secreção, coceira ou qualquer outro sintoma na superfície ocular. Desta forma, de maneira súbita e indolor, é comum que o indivíduo se dê conta da existência da doença somente quando perde a visão de um dos olhos.

    4.    Não há como prevenir a cegueira causada retinopatia diabética.

    Mito. Controlar a glicemia, o sistema metabólico, a pressão arterial, as taxas de colesterol e triglicérides e realizar os exames de rotina periodicamente com o médico endocrinologista e o médico oftalmologista podem ser efetivos para prevenção da cegueira.

    5.    A retinopatia diabética está associada à idade.

    Mito. A retinopatia diabética está diretamente relacionada ao diabetes, o que independe da idade, embora possamos considerar que as suas consequências evoluam junto com o envelhecimento do indivíduo.

    6.    A retinopatia diabétiica só pode ser descoberta com exames específicos

    Verdade. Para identificar a presença da doença é necessária a realização de um exame chamado de mapeamento de retina, que consegue visualizar o estado geral da retina e o fluxo sanguíneo. Sua realização deve ser feita a cada seis meses, especialmente em pessoas diabeticas.

    7.    Existe tratamento para controlar a evolução da retinopatia diabética.

    Verdade. O tratamento compreende primeiramente o controle da doença sistêmica, ou seja, do próprio diabetes por meio do controle da glicemia com apoio de medicamentos contínuos e hábitos de vida saudáveis (alimentação e atividade física). Em paralelo, é importante a consulta regular com o médico oftalmologista para prescrição de medicações específicas de controle da retinopatia diabética, como injeções de medicações intravítreo à base de dexametazona, anti-VEGF, fotocoagulação a laser e cirurgia