Autor: agitosp

  • 4 receitas práticas e saborosas com Nissin Lámen

    Por conta da quarentena, a maioria das pessoas passou a realizar todas as refeições em casa. E nada melhor do que uma opção prática para quando bate a fome, não é mesmo? Pensando nisso, a NISSIN FOODS DO BRASIL separou quatro receitinhas diferentes para levar mais sabor a sua cozinha:

    Nissin Lámen Mineiro

    Ingredientes:

    1 pacote de Nissin Lámen sabor galinha caipira

    1 colher (sopa) de manteiga

    1 colher (sopa) de cebola ralada

    ½ xícara (chá) de milho verde

    ½ xícara (chá) de queijo branco

    3 colheres (sopa) de creme de leite sem soro

    Modo de preparo:

    Cozinhe o Nissin Lámen conforme as instruções da embalagem e reserve. Em uma frigideira, coloque a manteiga e a cebola, deixe dourar levemente, junte o milho verde, o queijo branco e o creme de leite (sal e pimenta a gosto). Acrescente o macarrão reservado e misture rapidamente. Sirva em seguida.

    Nissin Lámen com espinafre

    Ingredientes:

    1 pacote de Nissin Lámen sabor carne

    1 colher (sopa) de manteiga

    2 dentes de alho cortados em lâmina

    50g de bacon picado

    1 xícara (chá) de espinafre cozido e picado

    1 colher (sopa) de molho inglês

    Modo de preparo:

    Prepare o Nissin Lámen conforme as instruções da embalagem e reserve. Em uma panela coloque a manteiga e o bacon e refogue, junte o alho e deixe dourar. Acrescente o espinafre e misture bem, coloque o molho inglês e verifique o sal. Junte o macarrão reservado e misture bem. Sirva em seguida.

    Nissin Lámen Mexido

    Ingredientes:

    1 pacote de Nissin Lámen sabor bacon

    1 colher (sopa) de manteiga

    ½ xícara (chá) de presunto picado

    1 ovo batido

    2 colheres (sopa) de queijo ralado a gosto

    Modo de preparo:

    Cozinhe o Nissin Lámen conforme as instruções da embalagem e reserve. Coloque em uma panela a manteiga, o presunto e deixe fritar um pouco, junte o ovo batido e vá mexendo até fritar todos os ingredientes. Coloque a fritada em cima do macarrão reservado, polvilhe queijo ralado e sirva a seguir.

    Nissin Lámen com legumes

    Ingredientes:

    1 pacote de Nissin Lámen sabor Galinha

    ½ cebola pequena

    1 batatinha média

    1 cenoura pequena

    3 ramos médio de brócolis cozidos

    Modo de preparo:

    Corte a cebola, a batatinha e a cenoura em cubos pequenos e reserve. Em uma panela coloque 500ml de água e ¼ do sache de tempero, quando a água estiver fervendo, coloque a cebola, as batatas e a cenoura – sugerimos também incluir um peito de frango (25g) cortado em cubos – para cozinhar. Depois, acrescente na panela a massa do lámen e o brócolis cozido e cozinhe por três minutos. Adicione o resto do tempero e retire do fogo.

    Caso queira variar, utilize o Nissin Lámen sabor Carne, com cubos de músculo no lugar do frango.

  • 5 passos para a higienização correta de frutas, verduras e legumes

    Professores do curso de Nutrição da Uninter esclarecem dúvidas 

    Os cuidados com a higiene na manipulação dos alimentos são fundamentais para controlar a contaminação com micro-organismos e evitar doenças. Essas precauções devem fazer parte da rotina de todas as famílias e estabelecimentos, mas a correta higienização de frutas, legumes e verduras, por exemplo, ainda gera dúvidas. 

    Os professores do curso de Nutrição do Centro Universitário Internacional Uninter, Thais Regina Mezzomo e Alisson David Silva, explicam que a primeira coisa a se fazer é avaliar a forma como o alimento será servido. Frutas, verduras e legumes que serão consumidos in natura, sem sofrer tratamento térmico, devem ser sanitizados. 

    O procedimento de higienização compreende duas etapas: a limpeza para remoção da sujeira visível, como terra, insetos; deve ser feita sob água potável e, quando for o caso, escova com cerdas de nylon exclusivas para essa finalidade. E a sanitização para remoção da contaminação, que deve ser feita com imersão em solução de hipoclorito de sódio por 15 minutos e depois, enxágue.

    Confira o passo a passo. 

    1. Lave as mãos e utilize utensílios limpos
    Antes de iniciar o contato com os alimentos, lave bem as mãos e utilize utensílios limpos. É importante também evitar a contaminação cruzada: por exemplo, não utilize a tábua de carnes para cortar legumes. 

    2. Retire as partes danificadas dos legumes e verduras antes de realizar a higienização dos mesmos
    Eventualmente, apenas uma folha pode estar estragada. Elimine-a. 

    3. Lave em água corrente
    O objetivo de lavar os alimentos em água corrente é para retirar as sujidades aparentes, como terra, folhas e insetos. Neste momento, é possível utilizar escovas de nylon exclusivas para lavar as cascas de alimentos. 

    4. Coloque as frutas, legumes e verduras em solução de hipoclorito de sódio
    Utilize uma colher de sopa (10 ml) de hipoclorito de sódio ou água sanitária na concentração de 2,0% ou 2,5% – ou duas colheres de sopa de hipoclorito na concentração de 1% – para cada litro de água. Coloque os alimentos em imersão nesta solução por quinze minutos. 

    5. Enxague em água corrente
    Retire as frutas, os legumes e/ou as folhas da solução clorada e enxágue em água corrente. Pronto, o seu alimento está adequado para o consumo.

    Thais ainda esclarece uma dúvida comum da população, a solução clorada não elimina os agrotóxicos. “Neste caso o objetivo é eliminar os micro-organismos que não são visíveis a olho nu e que podem causar sérias doenças ao nosso organismo. Contudo, alguns estudos têm demonstrado o poder do bicarbonato de sódio em solução (10g/L) com frutas e legumes por 15 minutos em reduzir o percentual de agrotóxicos nos alimentos”.

    Silva reforça que o vinagre apenas remove sujeira e não faz a desinfecção, e acrescenta: “não recomendamos o uso de detergente, pois pode conter resíduos químicos e deixá-los nas cascas dos alimentos”. 

  • Por que a chupeta e a mamadeira nem sempre são contraindicadas

    Durante a maternidade, o que não faltam são dúvidas do que é indicado ou não. Entre as recomendações que causam incertezas, uma é a influência do uso de bicos artificiais, como chupeta e mamadeira, na amamentação. Segundo a pediatra do Hospital Edmundo Vasconcelos, Mariana Jordão, é importante que a mulher esteja ciente dos prós e contras desta alternativa a fim de fazer sua escolha de forma leve e sem culpas.

    Equilíbrio é a palavra chave na hora de tomar a decisão. A pediatra explica que, ao mesmo tempo em que existem estudos que estabelecem a relação do uso dos bicos artificiais com o desmame precoce, outros não indicam efeito significativo. Por isso, ela aconselha uma conversa com o especialista para avaliar a necessidade e o contexto, sem radicalismo.

    “Os bebês têm necessidade de sugar desde a gestação. Por isso, o uso da chupeta pode trazer benefícios, como acalmar a criança – algo que, para a família e a mãe, significa um pouco de conforto em um período de muita doação, como é o caso do puerpério e da amamentação. Além disso, a alternativa auxilia quando há ausência materna e pode até mesmo prevenir o risco de morte súbita”, reforça.

    Por outro lado, a médica sinaliza que a escolha pode sim trazer consequência ao aleitamento quando iniciada de forma precipitada. “Quando o aleitamento não está estabelecido, ou seja, quando há uma dificuldade no vínculo entre a mãe e o bebê, existe sim o risco de ocorrer a confusão de bicos, e, portanto, da mamadeira e da chupeta favorecerem o desmame precoce”, explica.

    Para evitar o quadro, é importante ficar atento a alguns sinais, como a redução do tempo da mamada, surgimento de fissuras e de dor ao amamentar, além da evolução do peso do bebê. “Caso sejam detectados esses problemas, é indicado suspender o uso do bico artificial até que a amamentação fique estabelecida”, complementa a especialista.

  • O inverno e os pets: combinação perigosa

    Veterinária dá dicas de como proteger os animais de estimação nesses dias mais frios

    Com o frio se aproximando em quase todas as cidades brasileiras, surge mais uma preocupação: como proteger os animais de estimação? Muitas pessoas pensam que, por terem pelos, os pets não sofrem com temperaturas baixas, mas a especialista Luana Sartori, veterinária responsável pela Monello Select, da Nutrire, alerta que cães e gatos podem ficar doentes se não forem aquecidos em dias com vento, chuva e frio.

    Animais podem pegar gripe? 

    Sim, eles também ficam resfriados e os sintomas são bem parecidos com os da gripe nos humanos. “Espirros, falta de apetite, secreção ocular e nasal, e febre podem ocorrer. Além disso, quando estão gripados, os animais ficam apáticos, sem vontade de brincar ou interagir com seus tutores”, explica Luana. Muito embora eles possam ficar gripados em qualquer estação, o inverno é sempre mais perigoso, principalmente para os animais que dormem nos pátios das casas. Filhotes e idosos também sofrem mais com o frio e estão bem mais suscetíveis às doenças respiratórias. 

    Como saber se meu pet está com frio?

    Vários sinais podem indicar que o seu melhor amigo está com frio. “O pet busca lugares quentes, como os cantinhos da casa, por exemplo. Eles costumam ficar enroladinhos no próprio corpo, os focinhos e orelhas ficam gelados”, indica. Os gatos procuram as cobertas para se aquecer. Luana alerta que felinos com acesso à rua estão mais propícios ao frio. “O principal fator de risco para a saúde e segurança dos gatos é rua”, acrescenta.

    Devo colocar roupas em cães e gatos?

    A resposta é: depende. Cachorros são mais tolerantes, mas os gatos realmente não gostam de roupinhas, com algumas exceções. “É preciso analisar com bom senso, pois o que pode ser bonitinho para as pessoas, pode ser desconfortável ao extremo para o pet”, diz. Luana revela que cachorros mais velhos e filhotes se adaptam melhor ao uso de roupas. “Para os animais idosos ou com pelo curto, que sentem mais frio, as roupinhas são uma boa opção”, explica.

    No mercado há vários tipos de tecidos que ajudam a combater o frio, mas alguns pets podem ser alergicos, esse cuidado é essencial que você tenha ao escolher o tipo de roupa, converse com o veterinário antes. “Não esqueça que animais de rua sofrem muito mais com as temperaturas baixas. Se você quiser ajudar a aquecer um bichinho sem dono, encontre uma entidade protetora perto de você e doe o que puder”, pede a especialista.

    Meu cachorro dorme no pátio, e agora?

    A primeira coisa é garantir uma casinha com cobertura e cobertor para o pet, nunca em espaço aberto. Se o pet está acostumado a dormir na rua, garanta que ele esteja longe da chuva e do vento direto. “Proteja a cama do cão colocando revestimento de borracha ou estrado evitando o contato direto com o chão”, diz.

    Devo diminuir a frequência do banho?

    Se for possível, sim. Além disso, banhos devem ser com água morna e a secagem é muito importante. Não deixe o pet molhado e nem saia com ele após o banho. Espere, no mínimo, 30 minutos. “Nesses tempos de quarentena, os passeios devem cessar. Se o animal precisa sair para as necessidades fisiológicas, evite locais com aglomeração de pessoas. No retorno do passeio, lave as patinhas com água e sabão”, explica. Nos gatos, aumente a frequência da escovação. “Com o frio eles se lambem mais e, consequentemente, engolem mais pelos que podem prejudicar o estômago. A indicação é que o tutor escove o pet três vezes por semana”, conclui a veterinária. 

    Animais podem pegar o novo Coronavírus?

    Até o momento não há indicações de que isso possa acontecer. A gripe felina se chama Rinotraqueíte Felina e pode ser provocada pelo vírus Herpesvírus felino tipo 1 ou FeHV-1. “Por ser caracterizada pelos sintomas respiratórios, é também conhecida como Complexo Respiratório Viral Felino (CRVF) e acomete o trato respiratório superior”, explica. Seu período de incubação é curto, sendo que no inverno os casos se multiplicam e se manifestam com muita intensidade.

    Já nos cães, a gripe é pelo vírus influenza A e a Traqueobronquite Infecciosa Canina é fruto da infecção por parainfluenza, bordetella e adenovirus. Cães e gatos também podem pegar resfriados mais comuns, onde os sintomas também são mais leves”, conclui a veterinária. A indicação da OMS é de que humanos com sintomas do Covid-19 devem ficar longe de seus animais de estimação, evitando o contato o máximo possível. Embora não haja evidências científicas de contágio, o cuidado é sempre bem vindo.

  • Seis pontos imperdíveis de ecoturismo no Uruguai

    Natureza é opção de refugio seguro para relaxar após a pandemia

    Respirar o ar puro das “Sierras de Las Ánimas”, fazer trilha na “Quebrada de los Cuervos”, seguindo até os riachos ou passear a cavalo pelos cerros, tocar a água com as mãos ao avistar as mais de 400 aves imperdíveis que oferece Uruguai são uma deliciosa recompensa após cumprir a quarentena.

    Um destino, várias experiências para desfrutar a uma curta distância. O Uruguai propõe 6 destinos imperdíveis para visitar virtualmente, e mais para frente estar após tudo isso passar.

    Ser recebido por um anfitrião local com chá ou café e uma atenção caseira recém assada é o início de uma experiencia única, que cumpre as expectativas de segurança e confiança para toda a família. Enquanto isso, podemos curtir no conforto de casa a beleza e atração desse segmento no Uruguai, pelo canal de youtube Uruguay Natural TV ou selecionar alguma das 50 escapadas pelo Guía Vacaciones en Familia Uruguay para as próximas férias.

    A busca por espaços ao ar livre, por práticas de atividades típicas de cada lugar, conhecer as tradições e simplesmente observar a fauna e flora de um destino facilitam um descanso perfeito e parece ter mais sentido depois da pandemia.

    Quebrada de los Cuervos

    Se o que o visitante procura é paz e sentir a Natureza, a “Quebrada de los Cuervos” se tornará o destino ideal para presenciar a majestosa paisagem. Esse paraíso escondido é um acidente geográfico que combina uma fenda aberta pelo arroio “Yerbal Chico e Sierras Agrestes”.

    Um destino de aventura, para experimentar a natureza de perto e apreciar 180 espécies de aves, mamíferos, anfíbios e peixes. Entre os serviços disponíveis se encontram: trilha, observação de aves, atividades de educação ambiental, centro de visitantes, serviço de guarda florestal, camping e cabanas. Também existem algumas restrições: como a entrada com animais de estimação, caça, pesca, fogueiras e recolocação de plantas.

    Como chegar?

    A 45 quilômetros da cidade de “Treinta y Tres”, acesso pela Rota 8 quilômetro 306, desviando pelo quilometro 24 a Oeste por uma estradinha.

    Visitas guiadas: turismo33.gub.uy/

    Laguna de Rocha

    Um lugar, a somente 8 quilômetros de “La Paloma”, onde convivem uma grande variedades de aves autóctones e migratórias, por esse motivo é considerada a Biosfera para Educação, Ciência e Cultura pela Organização das Nações Unidas. A vegetação é abundante e se encontra cerca de 200 tipos de aves para avistamento em um trajeto curto. Além de pescar e contar com passeios em barco guiado pelos pescadores. Não se pode ir embora do local sem antes provar “La cocina de la Barra”, onde se preparam pratos artesanais com produtos do mar, elaborados por um empreendimento de mulheres da comunidade.

    Como chegar?

    Acesso na intersecção das rotas 10 e 15, no quilometro 8, indo para o leste por um caminho de terra. Dali outro caminho permite aproximar-se da barra, onde e possível observar a fina faixa de areia que separa do oceano.

    + info y reservas: Beatriz Ballesteros (+598)095 669 936) – Cecilia Laporta (+598)099

    065 254)

    O Monte de Ombúes

    Percorrer o maior agrupamento de “Ombúes” – árvore nativa da Região, na zona do Prata é uma aventura que transporta e conecta diretamente com a natureza. É habitual encontrar raposas, gambás, doninhas, gatos selvagens e lagartos, entre outros animais. Os Ombúes que não crescem juntos, nesta região é uma exceção.

    São 20 quilômetros beirando a “Laguna de Castillos”, localizado em Rocha. É possível acessar por bote ou lancha pelo “Arroyo Valizas” ou de alguns estabelecimentos particulares da zona.

    Como chegar?

    O ponto de partida do trajeto é a ponte sobre o “Arroyo Valizas”, que conecta a “Laguna Castillos” com o Oceano Atlântico e se localiza no quilometro 267 da Rota 10. Dali, vários botes saem rumo ao “Monte de Ombúes” em horários diurnos, sempre com um mínimo de seis passageiros.

    + info: http://turismorocha.gub.uy/de-interes/vacaciones-de-invierno-en-familia-en-rocha-6-planes-imperdibles-67

    Valle del Lunarejo

    Maravilhar-se com os riachos moldados pela água, as colinas com topos achatados e a vegetação exuberante do Parque Natural Regional do “Valle del Lunarejo”. Um destino imperdível para os amantes da conservação, com mais de 200 espécies de vertebrados identificadas, entre elas animais que não se encontram em nenhum outro lugar do Uruguai.

    Como chegar ao “Valle del Lunarejo”?

    No departamento de Rivera, próximo ao limite com Artígas e Salto. Acesso pela Rota 30 próxima a “Masoller” e “Tranqueras”.

    Grutas del Palacio

    Destino aconselhado para aqueles amantes da geologia, paleontologia e arqueologoa. Os turistas poderão visitar antigas covas formadas há 66 milhões de anos com pinturas rupestres, desfrutar de paisagens e observar os grandes lagos existentes no Geoparque, que conta com um reconhecimento da UNESCO.

    Para admirar a falha geológica de mais de um quilometro de extensão deve-se chegar a Flores e tomar a Rota 3 até o quilometro 236, a 46 km destino ao norte da cidade de Trinidad.

    A somente 3 km de Trinidad, está a Reserva Rodolfo Tálice, que tem uma superfície de 75 hectares, alberga ao redor de 1500 animais de mais de 150 espécies diferentes, predominando a fauna local.

    + info: https://www.youtube.com/watch?v=y_UR8zF37Bo&feature=youtu.be

    Parque Nacional Esteros de Farrapos e Ilhas do Rio Uruguay

    Conta com várias ilhas e constitui o último refúgio do Puma no Uruguai, é a única área protegida onde existe registros de aguará-guazú. “O Parque Nacional de Los Esteros de Farrapos e Islas del Río Uruguay” está composto por 17.496 hectares de flora e fauna nativa, típico da costa do meio, próximo ao rio Uruguai.

    É considerado a porta de entrada para observar as aves no Uruguai na região litorânea do país (chamada “Corredor de los Pájaros Pintados”), dado que ali confluem 5 ecossistemas.

    O Parque Nacional se desenvolve entre dois povoados, “Nuevo Berlín” ao Sul e San Javier ao Norte, este último originado da antiga colônia de imigrantes russos que chegou ao país em 1913 e que, ainda hoje, conserva algumas de suas tradições.

    A localidade conta com a estação fluvial de “Nuevo Berlín” para desenvolvimento da atividade náutico-recreativa no Rio Uruguai, com um centro de informação ao turista.

    Como chegar?

    Para entrar no parque, pe necessário fazer-lo desde “Nuevo Berlín”, a 45 km da cidade de Fray Bentos (no departamento de Río Negro), pela Rota Nacional Nº 20.

  • Um em cada cinco casais tem problema para engravidar

    Idade fértil, DSTs, endometriose e baixa qualidade de espermatozoide são algumas causas da doença

    Junho é o mês Mundial de Conscientização da Infertilidade. Segundo informações da OMS (Organização Mundial de Saúde) 15% da população sofre com a dificuldade de engravidar. Os números chegam a 80 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo 8 milhões de casos apenas no Brasil.

    Dados do IBGE comprovam que as mulheres estão optando por adiar os planos de maternidade devido a outras prioridades, que incluem investimento em carreira profissional e a dificuldade de encontrar o parceiro que considere ideal. Com o passar dos anos, a diminuição progressiva da fertilidade acaba sendo natural. “A fase mais fértil da mulher acontece na faixa dos 25 aos 30 anos. Após esse período, é normal a diminuição da produção e da qualidade dos óvulos”, afirma Fernando Prado, ginecologista e obstetra especialista em reprodução humana, responsável médico da Clínica Neo Vita.

    Para um casal ser considerado infértil é preciso estar tentando engravidar, sem o uso de nenhum método contraceptivo, pelo período de 12 meses. Se a gestação não acontecer naturalmente, é hora de procurar ajuda de um especialista.

    Doenças sexualmente transmissíveis, menopausa precoce, além de efeitos colaterais de tratamentos oncológicos estão entre os fatores que podem colaborar para o desenvolvimento da infertilidade. “A doença tubária, por exemplo, decorrente de DSTs é responsável por praticamente 25% dos casos de infertilidade conjugal”, complementa o especialista.

    A endometriose também representa 10% dos casos da infertilidade feminina. “A doença é diagnosticada pelo crescimento anormal do revestimento interno do útero. Geralmente começa com lesões superficiais, facilmente tratáveis, mas pode evoluir para quadros graves que atingem os ovários e intestino”, explica. Segundo o último estudo da Sociedade Européia de Reprodução Humana e Embriologia, cerca de 60% das mulheres afetadas pela endometriose conseguirão engravidar.

    Mesmo com todo esse cenário, nem sempre a dificuldade de engravidar ocorre por causa da mulher. “Em números pode-se dizer que 40% dos casos de infertilidade é responsabilidade da mulher e 40% do homem. Os outros 20% não possuem causas definidas”, enfatiza Prado.

    Nos homens a causa mais comum de infertilidade está relacionada a baixa contagem e qualidade de espermatozóide. Há históricos também em que a varicocele, doença que interfere na drenagem do sangue dos testículos, interfere na fertilidade masculina. 

    Muitos casos de infertilidade estão sendo solucionados com o avanço dos tratamentos de reprodução assistida como a fertilização in vitro. “Mesmo assim a idade da mulher continua sendo fundamental para o bom prognóstico e sucesso na gestação”, finaliza.

  • 5 lugares da Ilha da Madeira para conferir vistas de tirar o fôlego

    A Ilha da Madeira, situada em meio ao oceano Atlântico, volta a receber turistas em 1º de julho. Embora seja relativamente pequena, com uma área de 741 quilômetros quadrados, seu território é montanhoso e atinge grandes altitudes, o que significa que há diversos pontos para apreciar suas paisagens inesquecíveis, com vistas para o mar, para a cidade, para as montanhas ou para a floresta.

    As atividades ao ar livre sempre foram os pontos fortes deste destino português, e devem ganhar ainda mais força durante a retomada do turismo. Por isso, confira abaixo cinco mirantes para apreciar as belezas da Madeira.

    Cabo Girão
    Talvez o mais famoso mirante de todo o destino, e com razão: ele não apenas está sobre uma parede rochosa de 580 metros debruçada sobre o mar, como também conta com uma passarela suspensa de vidro, conhecida como skywalk, que é de tirar o fôlego. De lá, os turistas conseguem conferir o oceano e Funchal, a capital da Madeira.

    Farol da Ponta do Pargo
    Enquanto o Cabo Girão fica no lado sul da ilha, o Farol da Ponta do Pargo está na ponta oeste, onde a paisagem do mar é mais selvagem. O farol em si tem 98 anos, e seu mirante fica a 312 metros de altitude. Este é o mirante perfeito para visitar no final da tarde e assistir ao sol se pôr no mar: um verdadeiro espetáculo de cores da natureza!

    Pico do Areeiro
    Diferente dos dois anteriores, este mirante fica no interior da ilha. Além disso, é bem mais alto, com 1.818 metros de altitude. É o segundo pico mais alto da Madeira, de onde é possível apreciar o cenário do maciço central do destino. Em alguns dias, os visitantes se sentem literalmente no céu, já que é possível ver as nuvens por cima.

    Pico dos Barcelos
    Situado em meio à cidade de Funchal, o Pico dos Barcelos garante uma vista diferente dos anteriores. De lá, é possível observar toda a Baía do Funchal e, nos dias mais claros, os visitantes conseguem ver até mesmo as Ilhas Desertas, conjunto de ilhas desabitadas que fazem parte do arquipélago. As grandes vantagens do Pico dos Barcelos são a localização de fácil acesso e a impressionante visão de 360 graus.

    Ponta do Rosto
    Encerrando a lista, temos Ponta do Rosto, que fica no extremo leste da Madeira. Este ponto permite observar tanto a costa norte quanto a costa sul da ilha e, em dias de sol, os turistas enxergam Porto Santo, a outra ilha habitada do arquipélago que guarda belas praias de areia dourada. Vale a pena conferir o contraste entre o mar do norte, com ondas mais agitadas, e o mar do sul, que é bastante pacífico.

  • Aprenda a reconhecer os principais sinais de perda auditiva

    Falar sobre perda de audição não é fácil. Muitas pessoas com dificuldades auditivas não tomam a iniciativa de procurar ajuda de um profissional especializado. Em geral, não admitem que começam a ter problemas para ouvir. Isso ocorre porque, na maioria dos casos, a perda auditiva acontece gradualmente. Além disso, a falta de informação e o preconceito fazem com que a consulta ao médico otorrinolaringologista seja protelada.

    O fato é que aproximadamente uma em cada dez pessoas, a partir dos 40 anos, já tem algum grau de perda auditiva. Com o envelhecimento natural do corpo, as células ciliadas do ouvido interno começam a morrer e não se regeneram. É um processo contínuo que, aos poucos, vai agravando a deficiência. Por isso, na Terceira Idade, a perda de audição tende a ser mais severa.

    “O primeiro passo é aceitar que já há dificuldades para ouvir em certas situações do dia a dia, o que pode levar um tempo. Reconhecer a deficiência é importante, já que vários estudos comprovam que o tratamento adequado para recuperar a audição, geralmente com o uso de aparelhos auditivos, resulta em melhoras significativas na qualidade de vida, garantindo mais alegria e disposição para interagir com amigos e familiares”, ressalta a fonoaudióloga Marcella Vidal, da Telex Soluções Auditivas.

    Conheça 10 situações que mostram os primeiros indícios de perda auditiva.

    – Assiste TV em volume mais alto do que outras pessoas da casa, pedindo com frequência para aumentar o som;
    – Dificuldade para se comunicar em lugares ruidosos, como ônibus, festas, shoppings e restaurantes;
    – Faz leitura labial durante uma conversa;
    – Comunica-se com dificuldade quando está em grupo ou em uma reunião;
    – Escuta zumbido;
    – Pede com freqüência que as pessoas repitam o que disseram;
    – Ouve as pessoas falando como se elas estivessem sussurrando;
    – Se concentra muito para entender o que as pessoas falam ou cochicham;
    – Não ouve quando é chamado por uma pessoa que não está à sua frente ou está em outro cômodo;
    – Ouve com dificuldade o toque da campainha ou do telefone; ou mesmo fica embaraçado ao não entender o que outro diz durante uma conversa pelo telefone;
    – Família e amigos comentam que você não está ouvindo bem.

    O diagnóstico de perda auditiva deve ser feito por um otorrinolaringologista. A Telex Soluções Auditivas também oferece check-up auditivo gratuito, feito por fonoaudiólogos, em suas lojas. Cabe ao fonoaudiólogo decidir qual tipo e modelo de aparelho auditivo são indicados para atender às necessidades de cada pessoa.

    “Dificuldades de audição podem afetar a vida social e prejudicar as relações de trabalho. A perda auditiva acontece de forma lenta e progressiva. Com o decorrer dos anos, se não houver tratamento, a deficiência atinge um estágio mais avançado. Por isso, o uso diário do aparelho e o apoio da família são essenciais para que o indivíduo resgate a sua autoestima”, explica a Fonoaudióloga da Telex.

    A tecnologia tem sido uma grande aliada dos deficientes auditivos. Além da melhoria na qualidade do som, o design da maioria dos aparelhos auditivos atuais garante discrição e elegância. Atualmente, há uma diversidade de modelos de aparelhos, adequados para diferentes graus de perda de audição.

  • Aparelhos que mais consomem energia elétrica no inverno

    O aumento no valor da conta nesta época do ano é de, em média, 30% ou mais, devido ao uso de chuveiro, aquecedor, máquina de lavar-louças e torneira aquecida

    No dia 20 de junho inicia-se o inverno, período em que a conta de energia elétrica costuma aumentar por conta do uso de eletrodomésticos em potência alta, como o aquecedor, ar-condicionado (modo Heat), ferro de passar roupas, lava-louça, máquina de lavar e secar roupas, torneira elétrica, entre outros.

    Segundo o CEO e especialista em eficiência energética da W-Energy, Wagner Cunha Carvalho, o chuveiro elétrico é o grande vilão neste período, pois consome, em média, 25% a mais de energia que nos dias quentes. “Os cuidados com o uso do chuveiro elétrico precisam ser redobrados, pois, além do alto consumo de energia, também há o desperdício de água, já que o tempo do banho costuma ser maior. Isso sem falar no uso de torneiras aquecidas, máquina de secar roupas e aquecedores”, explica.

    No Brasil, temos uma média de consumo, por pessoa, de 180 litros de água por dia, sendo que a indicação é de cerca de 110 litros/dia. “Já passamos por uma forte crise hídrica e, por isso, o recurso merece toda atenção também nos dias mais frios. Banhos muito longos, uso demasiado da máquina de lavar roupas ou louças, ainda mais com o uso de água quente, afetam o setor”, relembra Wagner.

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que, por conta da pandemia do novo coronavírus, as contas de luz ficarão com bandeira tarifária verde até o fim do ano, mas isso não significa um descuido quanto ao gasto e consumo mensais.

    Outra dica importante, em tempos de home office, é estar atento às luzes dos ambientes, equipamentos de uso intermitente em tomadas, que interferem no consumo de energia e na eficácia de outros aparelhos. Na escala de maior gasto, estão o ar-condicionado – na função quente ou fria – e a geladeira, que no total do consumo de uma casa representa 30%, o chuveiro elétrico 25%, a iluminação 20%, aparelho de televisão 10%, o ferro elétrico 6%, máquina de lavar 5% e todos os demais, como micro-ondas, roteadores, etc, 4%.

    “Um ponto esquecido é o tipo de iluminação do ambiente. Lâmpadas decorativas podem consumir bastante energia sem percebermos. A tecnologia LED (Light Emitter Diode), hoje em dia é uma das mais eficientes e contribui muito para redução do consumo. As famílias que viajarem neste período do inverno devem desligar o maior número possível de aparelhos e colocar a geladeira em potência baixa, pois mesmo na opção de stand by, apresentam consumo”, finaliza o especialista.

  • Pesquisa revela por que os casais brigam durante o isolamento social

    Uso excessivo de celular, divisão das tarefas domésticas e excesso de críticas estão entre os principais motivos

    O romântico “enfim, sós”, na prática, não é tão sedutor assim. A convivência entre o casal é permeada por conflitos de todos os tipos: pessoais, financeiros, conjugais, emocionais… E saber lidar com eles é um desafio diário, afinal, não existe um “Manual de Instrução” do matrimônio e, talvez por isso, os “contos de fadas” sempre terminam depois do “sim”.

    Para entender quais os motivos desses conflitos durante o isolamento social, o Instituto do Casal (IC), organização que se dedica a práticas, estudos e educação em relacionamentos e sexualidade humana, realizou uma pesquisa e comparou os resultados com outro levantamento feito em 2018, que também apontava as principais razões das brigas de casal. O objetivo é analisar o comportamento dos casais durante a pandemia.

    Os dados revelam que o uso excessivo de celular subiu para a primeira posição dentre os principais motivos de briga apontados por 33% das pessoas. Em 2018, esse mesmo motivo ocupava o terceiro lugar. “No atual contexto, é provável que os casais tenham flexibilizado os valores quanto ao uso do celular, pois é por meio dele que estão se conectando com o trabalho, amigos, família. Essa flexibilização, sem limites, tornou-se um conflito e precisa ser administrado”, analisa Marina Simas, cofundadora do Instituto e especialista em Terapia de Casal e Família.

    A divisão das tarefas domésticas também subiu de posição e veio parar no segundo lugar, apontada por 32% dos respondentes. Em 2018, estava em quinto. Em seguida veio o excesso de críticas, que há dois anos estava em quarto lugar e, agora, é motivo de brigas de 31% dos casais. A falta de diálogo, por sua vez, caiu da segunda para a sexta posição durante o isolamento: apenas 24% apontaram este motivo de briga na relação.

    A pesquisa também revelou a frequência dos conflitos: 31% responderam que brigam, pelo menos, uma vez por semana; 20% mais de uma vez por semana e apenas 19% afirmaram que raramente têm conflitos. E para resolvê-los, 60% preferem conversar no mesmo dia sobre o problema, sem deixar para depois; 35% conseguem resolver a briga depois de alguns dias e 2% procuram logo um terapeuta para resolver a situação.

    Para Denise Figueiredo, também especialista em Terapia de Casal e Família e cofundadora do IC, o fato de os casais passarem mais tempo juntos, precisam

    aprender a negociar, por exemplo, a nova rotina, ritmos de sono, atividades, humor, espaços, tarefas domésticas, entre outras coisas. “Toda negociação pode gerar tensão, estresse e desconforto. A melhor maneira é escolher que discussão vale a pena começar. Em uma relação, nem tudo necessita ser discutido. Se for algo relevante, então é bom escolher a melhor hora e conversar com o(a) parceiro(a) sempre na primeira pessoa: ‘eu sinto…’, ‘eu penso….’, isso diminui a chance de quem escuta criar resistências. O diálogo e o acolhimento são essenciais para essas resoluções de conflitos”.

    Para 53% dos casais, o isolamento social trouxe mais ansiedade para a relação; outros 52% afirmaram que ficar em casa o dia todo alterou a rotina e 35% apontaram mudanças e desconfortos na área financeira. O humor e o sono também foram afetados pelo isolamento, sendo indicados por 31% e 30% dos participantes, respectivamente. Quando o isolamento acabar, o que os casais mais querem fazer é viajar (18%), rever os amigos (91%) e sair (7%).