Autor: agitosp

  • Mars Petcare alerta para fraturas dentárias em pets

    Produtos com densidade inadequada representam risco à saúde bucal de animais domésticos

     – A empresa global de alimentos para animais de estimação, Mars Petcare, dona de marcas como PEDIGREE®, WHISKAS® e OPTIMUM™ se uniu à Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, no último ano, para conduzir uma série estudos que demonstrassem cientificamente os efeitos da densidade de brinquedos e petiscos na saúde oral de cães. A pesquisa também busca estabelecer padrões de segurança para densidade de produtos, agindo de maneira preventiva frente ao risco de fraturas dentárias.

    Especialistas veterinários reconhecem mordedores e petiscos como estímulo mental importante para cães. No entanto, ainda é possível encontrar produtos que não possuem textura e densidade adequadas, aumentando os riscos de lesão na região bucal. Fraturas dentárias estão entre os acidentes mais comuns e podem causar perda de apetite, dor e infecções generalizadas.

    “A fratura dos dentes não é facilmente percebida sobretudo porque poucos tutores têm o hábito de realizar a escovação regularmente e com isso, quase nunca olham a boca do pet. Por ser um problema silencioso, a melhor estratégia é selecionar com cuidado produtos que não representem risco e ofereçam benefícios para saúde oral do cão, como é o caso do petisco funcional DentaStix™”, comenta Marcello Roza, doutor em odontologia veterinária e sócio fundador e membro do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Odontologia Veterinária.

    O produto, que integra o portfólio da marca de PEDIGREE®, foi desenvolvido minuciosamente pelo instituto Waltham, autoridade científica que realiza estudos sobre Nutrição e Bem-Estar Animal há mais de 50 anos e dedica-se a pesquisas focadas em saúde preventiva. A composição, densidade e formato em “X” incorporadas à DentaStix™ são fortes aliados no combate à formação de tártaro nos dentes e gengiva, contando com ingredientes cientificamente testados para garantir boa digestibilidade.

    “A Mars Petcare gera conteúdo científico e busca constantes atualizações para trazer impacto positivo para a vida dos pets e suas famílias. Estamos comprometidos em compartilhar informações de qualidade e dar visibilidade às questões ligadas a saúde oral dos cães, incluindo a necessidade de adotar padrões de segurança para textura dos petiscos e alimentos”, comenta Roberto Valdrighi, Gerente de Marketing da Mars Petcare no Brasil.

  • Escovar os dentes dos pets não é frescura, é prevenção

    Dia Mundial da Saúde Oral reforça a importância dos cuidados com a saúde bucal dos animais domésticos

    No Dia Mundial da Saúde Oral (20/03), o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) alerta para a importância dos cuidados com a saúde bucal dos pets. O simples hábito de escovar os dentes ajuda a evitar sérias infecções que podem, inclusive, comprometer a vida dos animais.

    A escovação diária dos dentes, aliada a consultas periódicas ao médico-veterinário, é uma medida preventiva importante para a saúde do animal, como explica o médico-veterinário Leonel Rocha, conselheiro do CRMV-SP. “Quando a gente fala que a saúde começa pela boca, a saúde literalmente começa pela boca!”

    A periodontite é a doença mais frequente em pequenos animais e acomete de 70% a 80% dos cães. “Cães pequenos têm dentes e raízes grandes. Muita raiz e pouco osso os deixam mais vulneráveis a doenças periodontais”, observa Leonel. 

    A detecção e o tratamento precoces são essenciais, porque a doença periodontal avançada pode causar graves problemas, além de provocar dor. “Outros problemas de saúde podem ser encontrados em associação com a periodontite, como alterações renais, hepáticas e musculares do coração”, alerta o presidente da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP, Marcio Thomazo Mota.

    Periodontite é vilã da saúde e bem-estar dos pets

    Provocada pela presença de placas bacterianas, a doença periodontal se caracteriza pela alteração na estrutura da gengiva e dos tecidos de sustentação dos dentes, mostrando-se uma vilã na manutenção da saúde geral dos pets. 

    Mota explica que a doença começa com a placa que se torna tártaro. “A placa bacteriana e o tártaro abaixo da linha gengival são prejudiciais e estabelecem o cenário para infecções e danos à mandíbula e aos tecidos que conectam o dente ao osso maxilar”. 

    Atenção aos sintomas

    No que se refere aos sintomas, Leonel Rocha afirma que o mau hálito nos pets não deve ser considerado algo normal, mas um sinal de que existe algum problema. “A gengivite – aquela linha vermelha acima dos dentes, a retração da gengiva e secreção na boca do animal também demonstram que pode haver algo errado.”

    Além desses sintomas, o médico-veterinário Marcio Thomazo Mota orienta que os tutores verifiquem os seguintes sinais: 

    • dentes quebrados ou soltos;
    • dentes extras ou dentes de leite retidos;
    • dentes descoloridos ou cobertos de tártaro;
    • mastigação anormal ou comida caindo da boca;
    • excesso de baba;
    • apetite reduzido ou recusa em comer; 
    • dor dentro ou ao redor da boca;
    • sangramentos bucais;
    • inchaço nas áreas ao redor da boca.

    Alguns cães e gatos podem ficar irritados quando têm problemas dentários, mas, no geral, eles não costumam demonstrar que estão com dor. “Na vida selvagem, se os animais demonstram que estão com dor podem virar uma presa ou se mostrarem sinal de fraqueza podem ser isolados do bando”, esclarece Rocha. 

    Por isso, é fundamental ficar atento ao pet e, ao menor sinal de problema, marcar uma consulta com o médico-veterinário.

    Prevenção e tratamento 

    A melhor forma de prevenção é a escovação. O médico-veterinário Leonel Rocha diz que se o processo de escovar o dente do pet for difícil, então deve ser feita a profilaxia oral com um profissional de Odontologia Veterinária. “A limpeza supragengival deixa um aspecto bonito, mas o mais importante é a limpeza para tratar as bolsas periodontais, onde se acumulam alimentos”, explica. 

    Exames de raio-X podem ser necessários para determinar a gravidade da doença. Quando o pet passa por um tratamento periodontal, isso não minimiza apenas desconfortos ou mau hálito, mas aumenta a longevidade do animal. “Animais que têm a saúde oral em ordem vivem mais”, enfatiza o conselheiro do CRMV-SP.

    Confira 5 dicas para cuidar da saúde bucal dos pets

    O médico-veterinário Marcio Thomazo Mota pontua algumas medidas preventivas relacionadas à saúde bucal dos pets:

    Escovação: escove os dentes todos os dias com creme e escova dental específicos para animais. Se esse processo for novo para o pet, certifique-se de introduzi-lo gradualmente e fornecer recompensas e reconhecimento.

    Ração seca dentária: alimente o pet com uma dieta dentária, que incentiva a mastigação, o que ajuda a desalojar a placa bacteriana. Para saber a dieta dentária mais indicada para o animal, procure orientação de um médico-veterinário.

    Petiscos: ofereça ao animal alguns petiscos que estimulam a mastigação e a produção de saliva saudável, ajudando a remover a placa bacteriana.

    Brinquedos: os brinquedos de borracha para mastigar duram muito mais tempo do que o petisco e a mastigação é a chave para ajudar a desalojar a placa.

    Exames dentários regulares: certifique-se de visitar o médico-veterinário para exames dentários regulares. Eles são vitais para manter o controle da saúde geral do pet.

  • Caqui: motivos para consumir e dicas para comprar

    Renata Guirau, nutricionista do Oba Hortifruti, informa os benefícios nutricionais da fruta e apresenta receitas variadas para incluir o alimento no cardápio do dia a dia

    Apesar de ser uma fruta originária da região asiática, o sabor adocicado do caqui conquistou o paladar brasileiro e, graças ao clima tropical do país, conseguiu se adaptar ao plantio para alegria de quem gosta de consumi-lo com regularidade.

    Além de ser bastante procurado pela suculência, o alimento é conhecido por ser rico em vitaminas e, portanto, traz grandes benefícios para manter a saúde em dia.

    Com aproximadamente 120 kcal para cada 100g da fruta, o caqui é considerado um grande aliado para promover energia ao corpo. Renata Guirau, nutricionista do Oba Hortifruti, indica os seus benefícios nutricionais.

    “Por ter uma grande quantidade de vitamina C, a fruta aumenta a imunidade corporal e também atua como antioxidante, com a função de inibir e/ou reduzir os danos causados pela ação dos radicais livres”, informa.

    Renata ainda explica que o caqui é uma fonte interessante de potássio, capaz de auxiliar no controle da pressão arterial e na diminuição de câimbras.

    Por apresentar esses benefícios, o seu consumo antes e depois da realização de atividades físicas pode ser uma aposta interessante para manter a performance e estimular um bom desempenho durante o exercício.

    A nutricionista aproveita para destacar que o alimento possui uma alta taxa de licopeno, que está relacionado à prevenção de doenças cardiovasculares e câncer de próstata. O cabelo, a visão e o retardamento do envelhecimento precoce também são outros aspectos que a fruta pode trazer melhorias ao ser inserida no cardápio.

    Com riqueza de fibras, o caqui é uma boa aposta para o funcionamento do intestino. Além disso, por possuir essa mesma qualidade, a fruta é capaz de auxiliar na perda de peso, visto que fornece maior tempo de saciedade.

    “O melhor de tudo é que há várias maneiras de consumi-lo. Apostar na forma in natura, em lanches ou em sobremesas, é o ideal. Entretanto, é possível incluí-lo em receitas como geleias, sorbet, tortas doces, mousses e até mesmo pavês. Uma fruta bastante versátil, já que também podemos trabalhar com receitas salgadas, como molhos para massas, saladas e canapés”, indica.

    Como escolher o caqui?

    Na hora da compra, vale a pena observar a cor da casca do caqui, que deve estar entre o tom alaranjado e o vermelho.

    É importante observar se essa superfície está íntegra, sem bolores. “Se a casca tiver alguma rachadura, o caqui deverá ser consumido mais rapidamente.

    Ao toque, a polpa deve estar firme. Caso esteja muito amolecida, também deverá ser consumido mais rapidamente. O armazenamento deve ser feito em geladeira, para maior vida útil da fruta”, aconselha Renata.

    Para deixar as refeições da rotina mais saborosas, a nutricionista separou três receitas com o caqui como um grande protagonista para obter suculência.

    Confira:

    Compota de caqui

    4 caquis maduros picados
    ½ xícara (chá) de açúcar demerara
    Suco de 1 limão

    1) Em uma panela, adicione os caquis e o açúcar

    2) Cozinhe por 5 minutos ou até começar a desmanchar.

    3) Coloque no liquidificador e bata por 1 minuto.

    4) Volte o creme para a panela e acrescente o suco do limão.

    5) Cozinhe em fogo baixo até começar a engrossar (em média 5 minutos).

    6) Leve à geladeira e sirva com pães e torradas ou como doce de colher.

    Molho de caqui para carnes

    1 colher (chá) de azeite de oliva
    1 dente de alho amassado
    1 cebola picada ou ralada
    1 colher (chá) de mostarda
    2 caquis maduro picados
    1 xícara (chá) de vinho tinto
    2 colheres (sopa) de salsinha

    1) Em uma frigideira, adicione o azeite, a cebola e o alho. Refogue bem.

    2) Acrescente o restante dos ingredientes, exceto a salsinha.

    3) Mexa delicadamente, deixe encorpar, até o caqui amolecer ligeiramente.

    4) Tempere com a salsinha e sirva sobre bifes grelhados ou carne assada em fatias.

    Creme saudável de caqui

    3 caquis grandes e bem maduros
    1 colher (sopa) cheia de sementes de linhaça
    1 colher (sopa) cheia de chia em sementes
    5 tâmaras sem caroço picadas
    1/2 xícara (chá) de água

    1) Deixe a linhaça e as tâmaras de molho na água por pelo menos 20 minutos.

    2) Bata no liquidificador junto com os caquis e a chia, até ficar homogêneo.  

    3) Despeje em duas taças e leve para gelar.

    4) Se desejar, coloque castanhas trituradas ou nibs de cacau por cima.

  • “Não Me Ligue”: cadastro do Procon-SP é ampliado

    Nova lei garante mais direitos aos consumidores do estado de São Paulo que não querem receber ofertas de telemarketing

    Legislação estadual que passou a valer a partir 10/3 amplia os direitos previstos pelo cadastro de bloqueio de telemarketing. Gerenciado pelo Procon-SP, o “Não me Ligue” foi instituído pela Lei nº 13.226/2008 – agora atualizado pela Lei nº 17.334 /2021 – com a finalidade de proteger a privacidade dos consumidores paulistas que não desejam ser incomodados com ofertas de telemarketing.

    A nova lei prevê que, além das ligações (inclusive, as automáticas ou robocallls), as empresas não poderão enviar mensagem SMS ou por aplicativos (via Whatsapp, por exemplo) buscando o titular da linha ou terceiro. As empresas também não poderão fazer ligações ou enviar mensagens com o objetivo de fazer cobrança de qualquer natureza.

    “Com a ampliação do serviço alcançando também SMS e aplicativos de mensagem, o consumidor agora tem a garantia de que não será importunado. Ele precisa apenas fazer o cadastro de sua linha telefônica no site do Procon e a fiscalização exigindo o cumprimento da lei será feita por nossas equipes. Empresas que desrespeitarem esse direito à privacidade serão multadas”, afirma Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP.

    A regra, que atinge empresas que atuam em todo o país, vale para ligações ou mensagens feitas diretamente por funcionários da empresa, por terceiros contratados, por gravações ou qualquer outro meio.

    Como funciona

    Os consumidores paulistas que não desejam ser incomodados com ofertas de produtos e serviços e com cobranças podem fazer a inscrição de até cinco linhas telefônicas de sua titularidade (fixo ou celular) no site do Procon-SP. Após o 30º (trigésimo) dia da inscrição no cadastro, as empresas de telemarketing e fornecedores de produtos ou serviços que utilizam este serviço não poderão fazer ligações ou enviar mensagens para esses números.

    Uma vez inscrito, o número de telefone permanecerá no cadastro por tempo indeterminado. O consumidor pode fazer a exclusão da linha a qualquer momento e também autorizar ligações de uma ou mais empresas das quais deseja receber ligações ou mensagens.

    A legislação não atinge empresas que pedem doações.

    Veja mais informações aqui https://bloqueio.procon.sp.gov.br/#/

    Linhas cadastradas e reclamações

    Desde que entrou em vigor, no ano de 2009, foram cadastradas 2.828.981 linhas telefônicas e registradas 209.850 reclamações. Do início deste ano até hoje (10/3), foram cadastradas 60.526 linhas e 16.659 reclamações.

    Desde 2010, foram instauradas pela fiscalização do Procon-SP 852 averiguações de bloqueio de telemarketing e aplicadas 348 multas, que juntas somam cerca de R﹩ 260 milhões.

  • Hoje é comemorado o Dia Mundial do Rim

    Os rins têm a função de prevenir muitas enfermidades e manter o bom funcionamento geral do organismo, como eliminar as toxinas e resíduos desnecessários através da urina, por isso é considerado um dos mais importantes órgãos do corpo.

    Qualquer enfermidade nos rins pode ser muito grave e para prevenir possíveis complicações, o ideal é adotar hábitos mais saudáveis, começando pela alimentação.

    O ideal é escolher alimentos que fornecem um bom aporte de nutrientes antioxidantes e anti-Inflamatórios, cujas melhores fontes são as frutas, legumes e verduras em geral. A boa hidratação 🧉 também é fundamental para manter os rins saudáveis.

    Mais de 10% da população mundial apresenta algum tipo de disfunção renal. Os números mais recentes mostram que a previsão é um aumento de 17% para a próxima década.

    Enquanto isso a Doença Renal já é reconhecida como um problema global de saúde pública. Os principais grupos de riscos para o desenvolvimento da doença são: hipertensos, diabéticos, obesos e aqueles que tem histórico familiar de Doença Renal ou Cardiovascular.

    Ser diagnosticado com Doença Renal pode ser um grande desafio, tanto para o Paciente quanto para as pessoas do convívio. O diagnóstico e tratamento em estágios avançados da doença, têm impacto severo na vida do paciente. Muitas vezes também dos familiares, reduzindo a capacidade para as atividades cotidianas como: trabalho, viagens e socialização. Enquanto isso, causa também vários sintomas como por exemplo, fadiga, dor, depressão, prejuízo cognitivo, problemas gastrointestinais e de sono.

    Por isso, é importante praticar exercícios físicos, controlar o colesterol, a glicose, o peso e a pressão arterial, não usar medicamentos sem indicação médica, evitar o excesso de sal e carnes vermelhas, realizar exames preventivos como o de urina e creatina e consultar o médico com regularidade.

  • Três sintomas que merecem atenção durante a atividade física

    Médico do esporte do HCor lista sinais que podem indicar problemas pulmonares ou cardiovasculares

    A prática regular de atividade física é uma grande aliada para melhorar a saúde e a qualidade de vida. Apesar disso, a realização de exercícios precisa ser orientada por um profissional de educação física, se possível após uma avaliação clínica mais completa.

    De acordo com o cardiologista e médico do esporte do HCor, Nabil Ghorayeb, a recomendação se dá porque, embora o exercício físico seja importante para a redução do risco cardiovascular a longo prazo, a prática de atividades de alta intensidade também pode ser um gatilho para doenças cardiocirculatórias silenciosas.

    O especialista relembra ainda que, mesmo depois de serem avaliadas as condições clínicas do indivíduo e de ele ser liberado para seu esporte ou exercícios físicos, é preciso estar atento para alguns sintomas durante a prática esportiva.

    Abaixo, o médico do esporte enumera quais são eles:

    1. Falta de ar

    Ocorrências de falta de ar não habitual durante a prática esportiva podem ter causas cardíacas ou pulmonares, como por exemplo uma crise de broncoespasmo com chiado no peito ou mesmo alguma doença aguda do pulmão, não devendo ser negligenciadas.

    1. Dor no peito ou na boca do estômago

    Queixas de dor torácica ou na boca do estômago, com sensação de queimação ou de aperto que se irradia para braços e costas, muitas vezes acompanhadas de náusea e tonturas, precisam de avaliação de urgência. Embora possam ter causas gerais, esses são sintomas de um infarto do miocárdio.

    1. Palpitações 

    Palpitações, acelerações e falhas dos batimentos cardíacos em qualquer momento durante a prática dos exercícios exigem a sua suspensão e a procura de atendimento médico. Essas são arritmias que podem ser simples e benignas, mas podem oferecer riscos, por isso a orientação é investigar.

    “Do ponto de vista médico, qualquer sintoma que ocorre durante um exercício deve ser averiguado, por isso, não se deve tomar analgésicos ou anti-inflamatórios antes de iniciar a prática. Esse hábito pode mascarar dores que são justamente o aviso de que algo não está bem”, explica.

    Vale lembrar que, se a pessoa estiver doente agudamente, a orientação é que se cuide até se sentir 100% curado. Nessas circunstâncias, o repouso é fundamental.

    Recuperados da Covid-19

    Os pacientes recuperados da Covid-19 também precisam estar atentos antes de retomar ou iniciar a prática de atividade física. As sequelas da doença ainda estão sendo investigadas a fundo, mas já se sabe que órgãos como o pulmão e o coração podem ser afetados pela infecção viral.

    Um estudo publicado pelos membros do Conselho de Cardiologia do Esporte Americano, na revista médica JAMA (The Journal of the American Medical Association), mostrou que até 22% dos pacientes hospitalizados com a Covid-19 apresentam lesão cardíaca aguda.

    Segundo Ghorayeb, pessoas que tenham sido infectadas pelo novo coronavírus devem realizar uma avaliação cardiológica antes de iniciar novas atividades físicas, ou mesmo de retomar exercícios e esportes que já executavam, sejam eles recreativos ou competitivos.

    A orientação também foi descrita em um posicionamento da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), que sugere que essa avaliação contemple anamnese, exame físico e eletrocardiograma para todos, e sustenta que a indicação de exames complementares varia a depender da gravidade do quadro clínico prévio da Covid-19.

    “Além do cuidado clínico necessário em quaisquer casos, dos assintomáticos àqueles que foram hospitalizados, a retomada de pacientes que foram infectados pelo novo coronavírus também deve respeitar um prazo de pelo menos duas semanas a partir da data do resultado positivo do teste e o seguimento das diretrizes de isolamento”, pontua.

  • Como prevenir e identificar doenças renais nos pets

    No Dia Mundial do Rim, 11 de março, o CRMV-SP alerta para os problemas renais que podem acometer os animais domésticos

    Assim como os seres humanos, os pets também precisam que os rins estejam saudáveis para que o restante do organismo funcione corretamente. Por isso, é preciso ficar alerta. Estudos indicam que um em cada dez cães e três em cada dez gatos desenvolvem a Doença Renal Crônica (DRC), em que a insuficiência renal persiste por um período prolongado.  

    No mês em que se comemora o Dia Mundial do Rim (11 de março), o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) alerta que os tutores podem e devem ajudar a prevenir ou minimizar os impactos da doença nos animais domésticos, ficando atentos às causas e aos sintomas.

    De acordo com o presidente da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais (CTCPA) do CRMV-SP, Marcio Thomazo Mota, cães e gatos podem desenvolver a DRC em qualquer idade. No entanto, estima-se um aumento de até 80% na incidência de problemas nos rins em animais idosos, devido ao processo natural de envelhecimento.

    A perda da função dos rins pode ser aguda ou crônica, sendo esta a mais frequente nos pets. O órgão desempenha uma série de funções importantes, garantindo que o sistema metabólico permaneça saudável. Se algo impede os rins de funcionarem como deveriam, isso pode ter consequências graves para a saúde do animal.

    Monitorar os fatores de risco é fundamental

    O médico-veterinário Otávio Verlengia, membro da CTCPA/CRMV-SP, explica que os principais fatores de risco para a DRC são: avanço da idade, raças predispostas, comorbidades, dieta desbalanceada, ingestão de substâncias nefrotóxicas e insuficiência renal aguda. 

    “Identificar e gerenciar os fatores de risco pode prevenir ou retardar o desenvolvimento da doença e reduzir as chances de mortalidade do animal”, reforça o médico-veterinário Marcio Thomazo Mota, presidente da CTCPA do CRMV-SP. 

    Raças com predisposição para problemas renais

    Segundo o médico-veterinário Otávio Verlengia, as principais raças de cães predispostas às doenças renais são shar pei, bull terrier, cocker spaniel inglês, cavalier king charles spaniel, west highland white terrier e boxer. 

    Já entre os gatos, as raças com maior risco de desenvolver uma DRC são persa, abissínio, siamês, ragdoll, birmanês e maine coon. “É importante não descartar os animais sem raça definida – popularmente conhecidos como vira-latas”, enfatiza Marcio Thomazo Mota. 

    Outras doenças e a alimentação podem afetar os rins

    Entre as comorbidades que podem favorecer o desenvolvimento de uma doença renal em cães e gatos estão a hipercalcemia, doenças cardíacas, doença periodontal, cistite, urolitíase, hipertireoidismo, diabetes e patógenos infecciosos, como a leishmaniose e a leptospirose. 

    Mota explica que algumas formulações dietéticas também têm sido associadas ao desenvolvimento da DRC, sobretudo em gatos. “A redução de potássio ou de fósforo, com dietas ricas em proteínas, foram associadas ao desenvolvimento de doença renal em gatos, no entanto, essas dietas podem não ter o mesmo efeito em cães.” 

    Sinais de que o pet pode estar com um problema renal

    Como os rins desempenham muitas funções, os sinais de que um animal doméstico pode estar com um problema renal podem variar. Segundo Verlengia, os sinais podem ser graves e perceptíveis ou podem ser sutis e lentamente progressivos. “Apesar da natureza crônica da doença, às vezes os sinais aparecem repentinamente.” 

    Aumento da ingestão de água e da produção de urina, vômito, diarréia, falta de apetite e perda de peso, apatia e fraqueza estão entre os sinais mais comuns. Marcio Thomazo Mota acrescenta à lista de sintomas quadros de desidratação, dificuldade para urinar, constipação, anemia, alteração da pressão sanguínea, gastrites intermitentes, úlceras e feridas na boca, mau hálito, pelos ressecados, sem brilho e arrepiados e dor abdominal.

    Cuidados e prevenção

    O médico-veterinário Otávio Verlengia diz que monitorar o comportamento do animal e comparecer a exames veterinários regulares são atitudes simples que ajudam a prevenir doenças renais e preservar a qualidade de vida do pet.

    Além de garantir uma alimentação balanceada, é importante estimular, ainda, a ingestão de água. A orientação dos médicos-veterinários é disponibilizar fontes e deixar vários potes de água limpa e fresca espalhados pela casa. Oferecer sachês (alimento úmido) para os gatos também é uma boa opção. 

    Ter um espaço adequado e de fácil acesso para as necessidades do animal e manter esse local limpo ajuda a manter a saúde do pet. Verlengia recomenda também manter cães e gatos longe de substâncias nefrotóxicas. “Alguns alimentos podem parecer inocentes, mas na verdade são perigosos se consumidos pelos animais, como uvas e passas, chocolate, alho, cebola, cebolinha, chá e café, assim como flores como o lírio.” 

    Por fim, check-ups periódicos com o médico-veterinário, especialmente para animais a partir de 4 a 6 anos, também são primordiais para evitar o surgimento ou o agravamento de doenças.

  • Rins saudáveis: o que incluir na rotina e o que evitar

    A boa alimentação, com consumo de frutas e verduras, e hidratação são fundamentais para o funcionamento correto dos órgãos, explica a nutricionista do Oba Hortifruti, Renata Guirau

    Os rins têm a função de prevenir muitas enfermidades e manter o bom funcionamento geral do organismo, como eliminar as toxinas e resíduos desnecessários através da urina, por isso é considerado um dos mais importantes órgãos do corpo. Qualquer enfermidade nos rins pode ser muito grave e para prevenir possíveis complicações, o ideal é adotar hábitos mais saudáveis, começando pela alimentação.

    Para a nutricionista Renata Guirau, do Oba Hortifruti, o ideal é escolher alimentos que fornecem um bom aporte de nutrientes antioxidantes e anti-Inflamatórios, cujas melhores fontes são as frutas, legumes e verduras em geral. 

    Ela alerta, que no caso da doença renal crônica, algumas pessoas podem precisar de restrição no consumo de proteínas, que deve ser avaliado por um profissional para orientação individualizada. 

    “Além disso, o equilíbrio no consumo de todos os nutrientes essenciais é fundamental em qualquer doença crônica e deve ser um alvo no que diz respeito à nutrição”, reforça a nutricionista. Ela ressalta que uma boa hidratação também é fundamental para manter os rins saudáveis. “O consumo de líquidos em geral, principalmente de água, faz toda a diferença”. 

    Renata aponta que alguns estudos sugerem que o consumo adequado (não excessivo) de proteína animal e sódio pode ser importante para a prevenção de doenças renais. “Também há a sugestão de aumentar o consumo de proteínas de origem vegetal, em detrimento das proteínas de origem animal”, destaca.

    A especialista em nutrição aproveita para sugerir receitas saudáveis para o dia a dia!

    SMOOTHIE DE BANANA COM ÁGUA DE COCO 

    150mL de água de coco 
    1 banana picada congelada 
    ½ maçã 

    Preparo: Bata tudo no liquidificador ou mixer.  Se preferir pode comer de colher, adicionando castanhas picadas ou granola.   

    OVERNIGHT DE ABACAXI 

    1 col de sopa de linhaça dourada2 col de sopa de aveia ½ xícara de abacaxi maduro picadinho Polpa de 1 maracujá 100mL de leite 
    100 mL de iogurte natural 
    2 col de sopa de amêndoas laminadas ou lascas de coco 

    1) Misture a aveia, o maracujá e o leite. 

    2) Faça camadas em um recipiente, colocando primeiro a mistura, em seguida pedaços de abacaxi, o iogurte e por último a linhaça. 

    3) Deixe na geladeira durante a noite e sirva como café da manhã. 

    4)Antes de consumir, finalize com o topping de sua preferência (amêndoas ou lascas de coco) 

    SUCO DE COCO VERDE COM HORTELÃ

    1 xícara de polpa de coco verde
    1 xícara de água 
    5 folhas de hortelã
    Açúcar à gosto 

    1) Bata tudo no liquidificador e sirva em seguida.

    2) Se desejar, pode acrescentar gelo na hora de bater. 

    PICOLÉ DE MELANCIA COM GENGIBRE 

    1 xícara de chá de melancia 
    1 xícara de chá de água 
    Suco de 1 limão 
    1 col de chá de raspas de gengibre 
    2 col de sopa de mel 

    1) Bata tudo no liquidificador ou mixer e leve ao freezer em forminhas de picolé, por pelo menos 2 horas antes de servir.

  • Como escolher a torneira ideal para o banheiro ou a cozinha

    Lorenzetti apresenta dicas essenciais para a escolha do modelo perfeito

    No momento da escolha da torneira para compor banheiros e cozinhas, geralmente há dúvidas entre comprar torneiras ou misturadores. As opções no mercado são diversas, mas quais condições e atributos devemos levar em consideração? A Lorenzetti, referência em soluções para o lar, reuniu algumas dicas práticas e inteligentes sobre o assunto.

    Você sabia?  A diferença entre torneiras e misturadores é que a primeira tem somente uma entrada de água e a segunda opção, como o nome sugere, tem duas entradas de água, uma para água quente e outra fria, realizando a mistura entre as duas. Saber a diferença entre um misturador monocomando e um duplo comando também é essencial na definição da escolha da peça. O misturador duplo comando é composto por dois acionamentos, fornecendo em um deles água fria e no outro, água quente. No monocomando, a mistura da água ocorre sob o mesmo acionamento, de maneira gradual, controlando a vazão e temperatura da água. Para o uso de misturador é necessário um sistema de aquecimento de água independente, que pode ser a gás, solar ou elétrico.

    “É preciso se atentar ao fato do misturador monocomando demandar uma pressão de água maior, a partir de 4 m.c.a. (metro de coluna d’água), para atender de forma eficiente o ponto de uso”, destaca Edson Suguino, engenheiro da Lorenzetti.

    Banheiro e lavabo. Um dos aspectos que impactam na escolha da torneira é o tipo de cuba utilizada. Há uma grande variedade de cubas para banheiros disponíveis no mercado. Os modelos mais procurados são: de apoio, de embutir e de sobrepor.  As cubas de apoio convencionais, por exemplo, demandam torneiras ou misturadores mais altos e costumam ser mais utilizadas com as versões instaladas na bancada. Em contrapartida, existe o modelo de cuba de apoio com mesa (ou deck), o qual é instalado diretamente na louça, em que a cuba já apresenta furos demarcados, tanto para torneira, quanto para misturadores monocomando ou duplo comando, facilitando a instalação.

    Escolha gourmet! Devido ao crescimento de espaços gastronômicos presentes nos lares brasileiros e à integração de espaços, a procura por metais gourmet ganhou destaque. Para esse ambiente é recomendado contar com metais que possam receber água quente, o que garante diversas vantagens como: rapidez no preparo dos alimentos, facilidade para remoção de gordura das louças, melhor higienização dos alimentos, evitando a proliferação de bactérias e além disso, conforto térmico para as mãos, sobretudo nos dias frios de inverno. “Outra dica importante para esse espaço é apostar em modelos com bica móvel, que permite a rotação em 360º, com liberdade para a execução das tarefas gastronômicas”, aponta Suguino.

    Praticidade no manuseio! A escolha pelo acionamento é outro item importante, pois deve atender a necessidade do usuário. Atualmente, grande parte dos metais sanitários contam com o tradicional mecanismo cerâmico ¼ de volta, capaz de evitar o desperdício devido à rapidez na abertura e fechamento da água. “Para lugares públicos, que requerem produtos higiênicos, os produtos mais indicados são aqueles com acionamento por sensor ou automático, que garantem também a economia de água, resultando em até 70% de redução no consumo hídrico”, acrescenta Suguino.

    Curiosidade! É possível evitar o desperdício hídrico com a utilização de dispositivos economizadores, que podem ser instalados em todos os modelos de torneiras e misturadores de mesa, possibilitando, em média, 50% de economia, podendo chegar a 70%, de acordo com a regulagem e a pressão da água no local da instalação. O EcoCasa, da Lorenzetti, é um exemplo de regulador de vazão.

  • Mal-estar na gestação: como diminuir os sintomas através da medicina integrativa

    Período da mulher em que medicamentos não são aconselháveis, saiba como aliviar o mal-estar da gravidez de forma natural, por meio da aromaterapia, acupuntura, homeopatia, entre outras técnicas.

    A gestação é um período que traz muitas transformações às mulheres. O corpo se prepara para a formação da criança e para o parto, o que pode ocasionar fases de diferentes incômodos. “Tudo depende de qual trimestre a gestante deve estar. É muito comum no primeiro trimestre ter enjoo, moleza, muito sono, dores na região do abdômen, prisão de ventre. Já no início do segundo trimestre esses sintomas melhoram, porém, ao final do segundo e no terceiro trimestre, conforme a barriga vai crescendo, surgem dores na lombar ou torácica, dor no ciático, prisão de ventre, inchaço, ansiedade e, por consequência, noites mal dormidas”, diz Natália Lima, Mentora Gestacional e Terapeuta Holística do Espaço Tatva, em São Paulo.

    Para diminuir esses sintomas as gestantes podem usar e abusar da medicina integrativa, já que não podem utilizar remédios alopáticos nessa fase. Técnicas como a acupuntura, moxaterapia, ventosaterapia, aromaterapia e a homeopatia são recursos poderosos para a melhora de todos os sintomas. “Como terapeuta holística de gestantes, posso dizer que, no acompanhamento  que faço,  99 por cento se sentem bem melhores, passando o mal-estar por total. Além disso, exercícios específicos como spinning babies, auxiliam nas dores de nervos e músculos do corpo”, explica Natália.

    A técnica da medicina integrativa a ser utilizada varia para cada mulher. Primeiramente é feita uma avaliação, pois em cada gestante os métodos funcionarão de uma forma. Por exemplo, a aromaterapia ajuda bastante alguns sintomas das gestantes, principalmente na questão emocional como ansiedade e stress, além disso, inchaço e dores musculares também aliviam bastante, trazendo um grande bem-estar. “A aromaterapia, como atua na hipófise, eu consigo utilizar  também durante o trabalho de parto. Óleos como alecrim, lavanda, ylang lang são poderosos na gestação”, informa a mentora gestacional.

    A acupuntura, ciência comprovada que  cada vez mais tem ganhado espaço, é  um grande recurso na gestação,  pois ela pode ser utilizada para amenizar qualquer sintoma de mal-estar. Além disso, auxilia na questão da fertilidade, durante o parto e no pós-parto. É uma técnica que envolve questões emocionais da gestante, portanto não existem pontos específicos a serem utilizados, cada gestante terá um tratamento de acordo com sua avaliação, feita previamente pela terapeuta. “ É extremamamente importante a qualificação do profissional escolhido, pois, em alguns pontos, a acupuntura não deve ser aplicada, pode haver rompimento de bolsa ou desencadear o trabalho de parto”, adverte a terapeuta holística.

    Já, a homeopatia, da mesma forma que a acupuntura, envolve toda uma questão energética e emocional, atuando por meio de estímulos energéticos desencadeados por medicamentos homeopáticos com o intuito de reequilibrar a energia vital dos pacientes. “Conforme a potência utilizada, a homeopatia vai funcionar de formas específicas no corpo e não existem restrições, porém, como qualquer tratamento na gestação, é preciso acompanhamento profissional para aplicar. Desde que seja prescrita e acompanhada por um homeopata, não há contra-indicações, só benefícios!”, finaliza Natália.