Autor: agitosp

  • Conhecemos e recomendamos a Ohana Maresias House

    Conhecemos e recomendamos a Ohana Maresias House

    Neste final de semana estamos em Maresias para conhecer a Ohana Maresias House.

    Diferente do que estamos habituados a conhecer pousadas e hotéis, a Ohana Maresias é uma casa para locação familiar. Como diz na animação da Disney Lilo & Stitch: “Ohana quer dizer família”.

    Sua localização é excelente, são poucos km após terminar a serrinha de Maresias e próximo do centrinho da praia. A casa fica em um condomínio fechado de alto padrão com segurança 24 horas e monitoramento por câmeras.

    O estacionamento fica em uma área gramada, próximo da portaria e cabem até 3 carros.

    Ao entrar, tem uma sala de estar com TV 55”, SKY, Netflix e Amazon Prime, ar condicionado, cadeiras, sofá, tapete e mesa de centro de madeira com um vaso de suculentas.

    Na sequência tem uma mesa de jantar com 6 lugares e a cozinha com ilha gourmet. Na bancada tem quatro banquetas altas, cooktop e exaustor.

    A cozinha é equipada com pia com duas cubas, geladeira frost free de duas portas, forno e microondas. E olha só que bacana, para maior conforto dos hóspedes, tem cafeteira, liquidificador, sanduicheira, batedeira planetária, cafeteira Dolce gusto e air fryer.

    Há também copos, taças, pratos de plástico (para utilizar na área externa) e louça, talheres, utensílios domésticos, panelas, detergente, buchinha e até pano de prato para secar as coisas.

    Ou seja, tem tudo para você se sentir em casa e preparar suas refeições. Agora se você não quiser cozinhar, há opções de delivery e restaurantes bem próximos da casa (dá para ir à pé).

    Há ainda um banheiro social debaixo da escada e toda a lateral da casa possui portas de vidro (com cortinas) que dão acesso ao deck externo.

    :: Acomodações

    Subindo as escadas para o primeiro andar, há três suítes. Todas possuem TV, ar condicionado, roupa de cama, abajur, cabideiro 3 ganchos de madeira, cortina blackout, banheiro com secador de cabelos, frasco com sabonete líquido, odorizador de ambiente, uma ducha maravilhosa e toalhas fofinhas.

    As suítes das pontas tem duas camas de solteiro com um criado mudo entre elas e mais dois colchões auxiliares debaixo das camas. E ainda tinha uma almofada com espaço para balde de pipoca e copo para maratonar a valer.

    Na suite da direita, há uma varanda com rede e duas cadeiras. Já a suíte central tem a cama Queen como diferencial.

    Subindo para o segundo andar, temos a suíte master, que conta com todos os itens das suítes do primeiro andar, alterando a cama para King e adicionando recamier (aquele estofado que fica na frente da cama) um frigobar e mesa para trabalho com vista para o condomínio.

    Há também um Rooftop em reforma, que dá para apreciar as montanhas e o pôr-do-sol.

    :: Área Externa

    Vamos conhecer a área externa da casa?

    Seu acesso ocorre através das 3 grandes portas de vidro que tem na sala ou por um portãozinho. Ao seu redor há plantas altas (que garantem um pouco de privacidade com a casa vizinha) e um pequeno jardim.

    O deck é todo de piso de madeira e tem disponível sofás com almofadas, espreguiçadeiras, mesa de 6 lugares com centro giratório e uma ducha.

    A piscina não é aquecida e possui dois níveis de profundidade.

    Além de toda essa área super gostosa para relaxar, ainda há uma área gourmet coberta com forno de pizza, máquina de gelo (uma mão na roda por não precisar ficar comprando aqueles sacos de gelo), churrasqueira, cervejeira e todos utensílios para preparo do churrasco e pizza. No armário ainda tem copos e pratos de plástico.

    Ao lado do forno de pizza tem uma portinha que dá acesso à área de serviço, onde tem armários com toalhas de piscina, lava roupa, tanque, pano de chão e duas lixeiras (uma para orgânicos e outra para recicláveis).

    :: DogFriendly

    A Ohana Maresias recebe dogs de todos os tamanhos, inclusive tem uma plaquinha na parede da cozinha “nesta casa os animais são da família”.

    Por ser uma casa privativa para sua família, eles tem liberdade para se divertirem e brincarem (claro que cada tutor tem que cuidar para que ele não danifique nada da casa). Eles podem até entrar na piscina e nadar a valer.

    Na cozinha tinha também um potinho de água e comedouro e em um dos pilares do deck, tem uma cabeça de cachorro de plástico com saquinhos cata caca à disposição.

    Se quiser passear pelo condomínio, precisa usar a coleira.

    :: Pé na areia

    Outro diferencial do Ohana Maresias é a sua localização. A casa fica à poucos metros da praia de Maresias e é só você abrir o portão e pisar na areia. Para retornar é só apertar o interfone ou levar a chave.

    Há ainda cadeiras e guarda-sol disponíveis para uso. E tem até um carrinho para ajudar no transporte.

    Nós adoramos conhecer a Ohana Maresias, a casa tem uma estrutura maravilhosa com TUDO para proporcionar conforto e comodidade aos hóspedes.

    Ah, o Wi-Fi também é bem estável. Quem está trabalhando de home office dá pra aproveitar a casa e depois do expediente curtir a piscina e a praia.

    Tivemos uma excelente experiência! E olha que (depois de uma semana com muito sol) neste final de semana choveu.

    Para saber mais e fazer sua reserva, acesse o insta @ohana.maresiashouse ou pelo Airbnb https://abnb.me/oyzoacOHCpb

    Agradecemos à Andrea e ao Sérgio Medina pela atenção e hospitalidade.

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    Avaliação #AgitoSP
    Atendimento 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻🏆🏆
    Alimentação –
    Ambiente 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻🏆🏆
    Conforto 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻🏆🏆
    DogFriendly 🐾🐾🐾🐾🐾🏆🏆
    Wi-Fi 👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻👍🏻🏆

  • Provando o outro lado das cidades da Grã-Bretanha

    Descubra algumas das últimas tendências gastronômicas na Grã-Bretanha, incluindo comida de rua, microcervejarias a alimentação sustentável:

    Em movimento: mercados de comida de rua e lugares efervescentes

    Para entender de verdade o que faz uma cidade funcionar, basta comer sua comida de rua. Não há melhor maneira de se conectar com um lugar – e seu povo – do que provando os melhores petiscos locais e conhecendo seus talentosos criadores. Veja o caso do Brixton Market de Londres, onde as típicas tortas e cervejas britânicas são servidas ao lado de frango condimentado jamaicano, dosas indianas e curry japonês. Mais de 70 culturas estão representadas aqui – um delicioso sabor da vida no sul de Londres.

    No Food Festival de Edimburgo (julho de 2022), você pode experimentar de tudo, desde lagosta de East Lothian a suculentos hambúrgueres das Highlands. Já o Riverside Market de Cardiff combina petiscos tradicionais galeses (pense em queijos, pães e bolo bara brith frutado) com sabores da Itália, França e Portugal. Para ir mais fundo, participe de um tour de degustação com a Loving Welsh Food: explorando Cardiff a pé, você provará carnes curadas, berbigão, laverbread (e muito mais) dos principais produtores da capital.

    Em algumas cidades, os mercados surgem nos lugares mais improváveis, transformando recantos pouco conhecidos em verdadeiros pontos gastronômicos – como o Spark, no centro de York, que encheu contêineres com pizzaria, bar de burritos e churrascaria. Em Bristol, o Boxhall (inauguração em junho de 2022) levará um salão de comida de rua e música ao vivo para o renomado porto da cidade. Manchester, por sua vez, abriga o Escape to Freight Island, que transformou um antigo depósito ferroviário em Mayfield em um local espetacular para restaurantes independentes, shows e noites de comédia.

    Novas cervejas: bares e microcervejarias para descobrir

     A Grã-Bretanha é apaixonada por seus pubs e os pints de cerveja, mas espere até provar nossos uísques e gins de pequenos lotes e as sidras artesanais. Para bebedores exigentes, há muito a descobrir – e as cervejarias e destilarias do país oferecem passeios e degustações em abundância. Em Glasgow, a Drygate Brasserie tem 23 cervejas em torneira, bem como uma seleção de garrafas com curadoria, todas provenientes de sua cervejaria premiada. Em Birmingham, a Indian Brewery Taproom celebra as diversas raízes da cidade, combinando suas cervejas artesanais e IPA com comida de rua picante. 

    Na Glengoyne Distillery, perto de Glasgow, você pode saborear os tons de mel dos single maltes, a poucos passos dos reluzentes alambiques de cobre. A cervejaria familiar, de ambiente acolhedor, produz uísque desde 1833, mas está cheia de ideias inovadoras – com suas próprias colmeias, pântano com vida selvagem e abastecimento com energia 100% renovável. Enquanto isso, a Cooper King Distillery de York criou o primeiro gim de carbono negativo do mundo (seco e aromático), e o Oxford Artisan Distillery defende a agricultura orgânica de baixo impacto com seus uísques premiados. Todos os locais oferecem visitas guiadas, para que você possa ver (e provar) os resultados e conhecer as pessoas que os fazem.

    Depois de provar os drinques da Grã-Bretanha, você pode até tentar criar o seu próprio – com uma pequena ajuda dos especialistas, é claro. Em uma Gin Making Experience na Hensol Castle Distillery, perto de Cardiff, você pode selecionar as ervas, ter a experiência prática do processo de destilação e levar sua criação para casa para desfrutar. Ou você pode escolher virar chefe cervejeiro com a oficina Beer Making da London Beer Lab. Se a pedida é uísque, participe de uma sessão Blend Your Own na Scotch Whisky Experience de Edimburgo.

    Mordidas sustentáveis: bom para as pessoas e para o planeta

    Comer de forma sustentável não apenas ajuda o meio ambiente: aproxima você do coração de um lugar, conecta-o às comunidades locais e inspira nossos restaurantes a experimentar coisas novas e emocionantes. É o que acontece no restaurante italiano Contini George Street, em Edimburgo, que tem suas próprias colmeias espalhadas pela cidade – incluindo duas na Scottish National Gallery of Modern Art. Seu cardápio é repleto de culinária hiperlocal, proveniente de mais de 70 artesãos escoceses e suas hortas.

    Em junho de 2021, o Gauthier Soho de Londres se tornou 100% vegano, com o chef Alexis Gauthier emitindo um grito de guerra por uma abordagem mais “progressista e compassiva” à gastronomia. O resultado deixou os críticos em êxtase, celebrando a generosidade natural da Grã-Bretanha em pratos como risoto de trufas negras e quenelle do mar – um “caviar” ao mesmo tempo salgado e doce feito de algas. Muitos dos restaurantes com estrelas Michelin da capital também desenvolveram menus veganos, como Galvin La Chapelle em Spitalfields e Pied à Terre em Fitzrovia, provando que a gastronomia à base de plantas veio para ficar.

    Mas isso não é novidade no Food for Friends de Brighton, que é especializado em cozinha vegetariana e vegana desde 1981. Seu menu sazonal em constante mudança, com “costelas” de milho verde com molho de churrasco de tamarindo ou berinjela vitrificada e satay de pimenta doce, significa que sempre há algo novo para descobrir. Enquanto isso, em Cardiff, o Nook tem o apoio do Guia Michelin para seus vinhos orgânicos e biodinâmicos, todos perfeitamente combinados com especialidades de origem galesa.

  • 8 hábitos e posturas que prejudicam sua lombar e como mudá-los

    A dor nas costas, em algum momento, vai afetar você. Estima-se que cerca de 90% da população tem ou terá algum episódio de lombalgia ao longo da vida. A condição é a principal causa de afastamento do trabalho e de incapacidade física.
     
    Mas, por que as dores na coluna são tão prevalentes em nossa sociedade? Segundo a fisioterapeuta Walkíria Brunetti, especialista em Reeducação Postural Global (RPG) e Pilates, parte do problema reside em hábitos da vida moderna e em posturas inadequadas.
     
    “A obesidade atingiu níveis preocupantes nos últimos anos. Estudos apontam que no Brasil cerca de metade da população está com sobrepeso. O sedentarismo é outro fator de risco importante para problemas na coluna, por exemplo. Em relação às posturas, as pessoas adotam ao longo da vida posições inadequadas, porque são mais confortáveis”.
     
    “Com o passar do tempo, essas posturas se tornam vícios, com grande potencial para causar doenças e lesões no sistema musculoesquelético. Na maioria dos casos, a coluna é a área mais afetada pela má postura, pelos maus hábitos e pelo estilo de vida”, comenta Walkíria.    
     
    Acompanhe agora os principais vícios de postura que podem prejudicar a coluna lombar e saiba como se livrar deles.
     
    1- Permanecer em pé com os joelhos muito esticados 
    Ficar em pé na fila do banco, da padaria, do mercado, do transporte público etc., com os joelhos muito esticados, pode levar à dores na região lombar. Essa hiperextensão dos joelhos sobrecarrega a parte inferior da coluna.

    Recomendação: Para aliviar o desconforto, o ideal é “destravar” os joelhos, fazendo movimentos sutis com as pernas para frente e para trás.
     
    2- Carregar bebês e crianças muito pesadas no colo
     O ato de carregar bebês e crianças no colo pode prejudicar bastante a coluna lombar, principalmente quando o peso ultrapassa 10% do peso corporal de quem as carrega.
     
    Essa regra dos 10% vale para qualquer coisa, seja uma criança, um pet, uma caixa, uma mala etc. Outra posição comum é quando a mãe encaixa a criança em um dos lados do quadril. Por último, pegar a criança do berço, carrinho ou do chão sem flexionar os joelhos também pode causar lesões na lombar.

    Recomendação: A primeira dica é sempre flexionar as pernas para levantar a criança e levá-la ao colo. O peso da criança não deve ser maior que 10% do peso corporal de quem a carrega. Um exemplo: uma mãe que pesa 60 Kg deveria carregar até 6 kg. Jamais carregar a criança encaixada no quadril. Procurar distribuir o peso da criança ao segurá-la também é importante.
     
    O sling e o canguru são interessantes. Contudo, se a criança for muito pesada, pode causar problemas na coluna também. Nesses casos, ou seja, para crianças maiores, o ideal seria levá-las em carrinhos.
     
    3- Curvar-se para frente
    Provavelmente, a maioria das pessoas tem dificuldade para manter a coluna ereta do dia a dia. Seja na posição sentada ou em pé, a tendência é se curvar para frente. Em outros casos, muito para trás.
     
    Ao longo do tempo, essa postura pode causar dores na coluna dorsal (meio das costas) e na lombar. Além disso, há o risco de a pessoa desenvolver a cifose, famosa corcunda.
     
    Recomendação: Seja em pé ou sentado, a melhor posição para a coluna é procurar manter o tronco na posição ereta. A cadeira de estudo ou de trabalho precisa apoiar a coluna lombar. Esse apoio é essencial para facilitar a manutenção dessa postura.
     
    4- Sapato alto ou baixo demais
    Tudo na vida exige equilíbrio. E isso vale para os calçados. Os sapatos com saltos muito altos, no caso das mulheres, desorganizam toda as partes da coluna. A tendência é jogar a lombar para trás. Com o tempo, isso pode causar uma lordose e muitas dores na região. Já as sapatilhas e rasteirinhas também podem levar à lombalgia.
     
    Recomendação: O ideal é deixar os saltos para ocasiões especiais. No dia a dia, o ideal é optar por calçados com saltos de 3 a 4 cm. Homens devem evitar sapatênis sem um solado mais alto, por exemplo.
     
    5- Apoiar o peso do corpo em uma das pernas
    Quando precisamos ficar muito tempo em pé, temos a tendência de procurar alguma superfície para encostar, como muros, paredes, carros etc. Outra postura, nessas situações, é apoiar o peso do corpo em uma das pernas. Seja como for, essas posturas levam a uma assimetria do corpo que prejudica o eixo da coluna.

    Recomendação: Sempre procure distribuir o peso do corpo nas duas pernas, mantendo os joelhos um pouco flexionados. Evite encostar-se nas superfícies. Faça o trabalho de destravar os joelhos e se movimentar de forma sutil no lugar.
     
    6- Abaixar sem flexionar as pernas
    Esse vício de postura é clássico. A maioria das pessoas se esquece de dobrar as pernas ao se abaixar. Outro erro é pegar o peso do chão de um lado só.

    Recomendação: O agachamento correto é feito com as pernas flexionadas. O peso deve ser levado pelos dois braços, junto ao peito. 
     
    7- Estar acima do peso
    O sobrepeso e a obesidade são muito prejudiciais para a coluna.

    Recomendação: O ideal é perder peso até atingir àquele que se adequa ao peso e à altura de cada pessoa.
     
    8- Dormir de bruços
    Dormir com a barriga para baixo é péssimo, uma vez que o pescoço e a coluna não ficam em uma posição neutra. Essa postura sobrecarrega a musculatura dessas duas regiões e pode causar dores e outras lesões na coluna.

    Recomendação: A melhor posição na hora de dormir é de lado, com as pernas semiflexionadas. Outro ponto é avaliar se o colchão está em boas condições e é adequado para o peso e altura. Isso vale também para o travesseiro.
     
    “A conclusão é que precisamos ter mais consciência corporal, ou seja, perceber melhor nossas posturas no dia a dia. A partir disso, é possível corrigi-las para prevenir problemas na coluna e em outras partes do corpo”, finaliza Walkíria.

  • Cuidados com cães idosos

    Cães idosos: tutores devem ter atenção redobrada à alimentação e aos exercícios físicos

    Vetnil® dá dicas importantes para proporcionar mais qualidade de vida nessa fase

    Com o passar dos anos, os cães idosos deixam de se comportar da mesma maneira que antes, alguns problemas podem começar a surgir e as idas ao médico-veterinário devem se tornar mais frequentes. Diversos sinais indicam que o pet está envelhecendo e os tutores devem redobrar a atenção para proporcionar mais qualidade de vida nessa fase.

    Cuidados com cão idoso vão de alimentação especial à adaptação de exercícios físicos

    Com o passar dos anos nossos cães idosos deixam de se comportar da mesma maneira que antes, quando eram mais jovens. Alguns problemas podem começar a surgir e as idas ao consultório veterinário devem se tornar mais frequentes.

    Diversos sinais indicam que o animal está envelhecendo e você, como tutor, se preocupa em proporcionar qualidade de vida ao seu animal de estimação.

    Mas isso também é novidade para você e as preocupações são muitas, não? Como saber se meu cão realmente está idoso? No que devo prestar atenção? O que muda nos cuidados? Como posso garantir que meu pet viva essa fase com melhor qualidade de vida?

    Entendemos a sua preocupação e, por isso, a Vetnil® preparou algumas dicas de cuidados para o seu cão idoso. Confira!


    Meu cão é idoso?

    Antes de começar a pensar em quais cuidados devemos tomar para garantir qualidade de vida aos animais idosos, é preciso prestar atenção nos sinais do seu envelhecimento.

    Como saber se meu cão está idoso? Essa resposta depende de vários fatores, dentre eles, o porte e a raça. Cães de pequeno porte normalmente são considerados idosos a partir dos 12 anos. Enquanto cães de grande porte, a partir dos 9 ou 10 anos de idade. Entretanto, há exceções a essas faixas etárias, por isso é importante avaliar outros fatores em conjunto.

    Nesse sentido, há alguns sinais que os animais podem apresentar que indicam se estão ou não próximos dessa fase. Segundo a médica-veterinária Maria Alessandra Martins Del Barrio, especialista em Medicina Felina e Geriatria Veterinária, alguns deles são:

    1 – Surgimento de pelos esbranquiçados;

    2 – Cheiro mais forte, especialmente no hálito;

    3 – Dificuldades na locomoção;

    4 – Comportamentos compulsivos, como andar em círculos;

    5 – Cansaço excessivo e sonolência;

    6 – Dificuldade em enxergar e desconforto em ambientes escuros;

    7 – Problemas de audição;

    8 – Maior sensibilidade a mudanças bruscas de temperatura.

    Apesar de os sinais citados acima serem mais comuns quando os cães atingem a maturidade, Martins Del Barrio explica que alguns deles podem começar a surgir ainda na fase madura, ou seja, a partir dos 7 anos em cães de pequeno porte e a partir dos 5 anos em cães de grande porte.

    O importante, reforça a veterinária, é que, logo que os sinais começarem a aparecer, o cão deve fazer uma visita ao veterinário geriatra.


    Quais são os principais cuidados com o cão idoso?

    Com as mudanças de comportamento e hábitos, surgem novas necessidades para cuidar do seu cão. Assim, é de responsabilidade do tutor se atentar a essas mudanças e procurar fazer adaptações para continuar proporcionando qualidade de vida na maturidade canina.

    Atenção à alimentação

    A ingestão de nutrientes por cães pode diminuir conforme envelhecem, mas a atividade física também pode diminuir, além de várias outras mudanças que acontecem no cão idoso e podem influenciar a quantidade de energia e nutrientes que ele precisará receber. Por isso, é necessário verificar e possivelmente mudar alguns hábitos alimentares.

    É sempre importante consultar o seu veterinário para que ele oriente como mudar a alimentação do seu cão. Só o profissional conseguirá avaliar e entender todas as alterações que surgem com o envelhecimento e verificar especialmente quais mudanças o seu cão está passando. No geral, a principal recomendação é oferecer alimentos balanceados para essa fase da vida.

    Assim, alguns nutrientes ganham maior importância em idosos, sendo importante suplementá-los, como inositol, colina, vitaminas, ômega 3, sulfato de condroitina, taurina, prebióticos, probióticos etc.


    Cuidados com a mobilidade restringida

    Com a idade, problemas como artrite, artrose e doenças nas articulações podem começar a surgir. Por esse motivo, cães idosos podem ter sua mobilidade reduzida.

    Existem tratamentos para melhorar a qualidade de vida dos cães que sofrem com esse tipo de problema, porém, os tutores têm um papel fundamental em adaptar o espaço de seus cães para lhes proporcionar mais conforto.

    Assim, manter a cama ou o local de descanso próximo ao comedouro e bebedouro do seu cão vai contribuir para a comodidade dele. Além disso, facilitar o acesso ao local onde ele faz as necessidades também é imprescindível. Lembre-se que é fundamental observar como seu cão caminha, se demonstra dificuldade e o quanto isso o impede de executar as atividades cotidianas. Qualquer sinal observado deve ser avaliado pelo médico-veterinário, pois quanto antes o tratamento for instituído, mais rápida e fácil será a recuperação.

    E se você quiser saber mais sobre doenças articulares em pets, o médico-veterinário Gustavo Vicente fala sobre os cuidados gerais com as articulações de cães e gatos.

    Acompanhe nosso canal no Youtube para mais informações sobre cuidados com os seus animais de estimação!


    Adaptação dos exercícios físicos

    Cães idosos precisam de uma rotina de exercícios para se manterem saudáveis, mas com algumas adaptações.

    Muito por conta dos problemas de mobilidade e da redução de energia, cães idosos têm dificuldades de se movimentar. Contudo, os passeios e as brincadeiras devem continuar a acontecer para que ele interaja com o ambiente, outros cães e controle o seu peso, evitando, assim, problemas de sobrepeso e obesidade.

    Nesse sentido, é responsabilidade do tutor proporcionar atividades em menor intensidade, quantidade e duração e, sempre que necessário, com adaptações, a fim de manter o cão ativo e saudável.


    Cuidados com as mudanças de temperatura

    Outra mudança que pode ocorrer no envelhecimento de cães é a sensibilidade a mudanças bruscas de temperatura. Por conta da maior vulnerabilidade de seu sistema imunológico, cães com idade avançada são mais propensos a contrair doenças em períodos mais frios.

    Por isso, mantenha o local de dormir e seus pertences em locais arejados e com iluminação direta, mas longe de correntes de vento.


    Socialização com outros pets

    Com o avançar da idade, os cães podem não ter mais disposição para interagir com outros animais. Além de ficarem mais cansados, muitos apresentam problemas de mobilidade e ter um cãozinho jovem e muito animado por perto pode deixá-lo irritado. Além disso, animais mais velhos podem ter maior dificuldade de se adaptar a novas situações, seja uma mudança de ambiente ou a chegada de um novo membro à família. Por isso, qualquer mudança, se necessária, deve ser feita aos poucos, respeitando o novo período de adaptação do seu pet.


    A importância de levar o cão idoso ao veterinário

    Todas as dicas de cuidados que acabamos de repassar a você são de extrema relevância para manter a qualidade de vida do seu cão durante a idade mais avançada. No entanto, nada substitui o acompanhamento de um médico-veterinário.

    Cães idosos precisam mudar de estilo de vida, mas cada um tem necessidades diferentes. Assim, somente um profissional qualificado pode fazer as recomendações específicas que o seu animal precisa.

    Portanto, ao perceber que seu cão apresenta sinais de envelhecimento, as visitas ao veterinário devem se tornar mais frequentes. Exames e avaliações em consultório devem ser feitos, no mínimo, a cada seis meses para garantir o monitoramento da saúde do seu animal, sendo que outras condições ou doenças, que o pet eventualmente possua, podem exigir um acompanhamento em intervalos menores, especialmente se houver uso contínuo de um medicamento.

  • 5 hábitos que prejudicam as mãos e como mudá-los

    Nossos hábitos podem dizer muita coisa a nosso respeito. Os hábitos são aquelas atitudes, costumes ou manias que praticamos no nosso dia a dia! O problema é que nem todos os nossos hábitos são benéficos para a saúde.

    Em muitos casos, nem temos consciência de que uma simples postura na hora de dormir, por exemplo, pode causar um problema sério no punho.

    Segundo Walkíria Brunetti, fisioterapeuta especialista em RPG e Pilates,a maioria das pessoas não tem consciência corporal. “Essa capacidade nos ajuda a perceber o nosso corpo por inteiro, prestar atenção nos movimentos, nos limites, na relação do corpo com o ambiente e na postura para cada situação”.

    “Porém, quando não temos essa capacidade bem desenvolvida, a tendência é procurar o conforto ao realizar um movimento. Essa posição mais cômoda, porém, vai se transformar em um vício de postura ou ainda pode se transformar em movimentos repetitivos. Em ambos os casos, o risco de desenvolver lesões musculoesqueléticas é muito grande”, explica Walkíria.

    Por isso, com a ajuda de Walkíria, elaboramos uma lista de posturas e hábitos que prejudicam as mãos, dedos e punhos. Confira.

    1- Usar o dedão para digitar no celular por tempo prologando

    Você sabia que 9 em cada 10 brasileiros têm um celular? Ou seja, quase toda a população usa o dispositivo no dia a dia. O problema é que esse excesso de tecnologia pode causar lesões, principalmente nas mãos, dedos e punhos.

    Em relação ao celular, o dedo polegar é o que mais sofre os efeitos dos movimentos repetitivos. A questão é tão grave que já tem nome: WhatsAppinite, apontado por pesquisadores como a tendinite causada pelo uso excessivo do celular.

    A repetição dos movimentos feitos pelo dedo polegar, ao digitar, causa uma sobrecarga no tendão que se resulta na inflamação dessa estrutura. Caso evolua, essa tendinite pode causar lesões mais severas no tendão e nas articulações da mão e do punho.

    Recomendação

    Como é praticamente impossível deixar de usar o celular, é preciso explorar os recursos de voz. Todos os aplicativos já possuem a opção de gravar mensagens, fazer pesquisas e outras ações usando a voz. Além disso, é sempre bom alongar as mãos e punhos ao longo do dia.

    2- Dormir com a mão embaixo da cabeça

    Muitas pessoas têm o costume de colocar as mãos ou braços embaixo da cabeça na hora de dormir. Contudo, essa postura causa a compressão do nervo mediano, que passa pelo túnel do carpo. Esse túnel é um canal estreito que fica no punho. Quando essa postura se torna repetitiva, a pessoa pode desenvolver a síndrome do túnel do carpo.

    Recomendação
    Ao dormir de lado, é recomendado deixar os braços livres. Um dos braços pode ficar sobre o colchão e o outro descansando no corpo, na altura da cintura, por exemplo.

    3- Apoiar os punhos na mesa para digitar

    O nervo mediano também pode ser comprimido quando a pessoa digita no computador apoiando os punhos na mesa ou no teclado do laptop, por exemplo.

    A digitação, inclusive, é um dos principais fatores de risco para desenvolver a LER (lesão por esforço repetitivo). As doenças mais comuns nesses casos são a tendinite, a tenossinovite e a síndrome do túnel do carpo.

    Recomendação 
    A ergonomia na hora de usar o computador é muito importante. Ou seja, a pessoa precisa ter uma estação de trabalho adequada para que o antebraço seja o apoio na hora de digitar e não os punhos.  

    4- Praticar esportes como tênis, ioga, ginástica

    A atividade física é sempre bem-vinda. Contudo, alguns esportes aumentam o risco de lesões nas mãos, dedos e punhos. O tênis, por exemplo, pode levar à tendinite pelo esforço repetitivo na hora de rebater as bolas.

    Na ioga, o perigo reside nas posições em que as mãos e punhos seguram o peso do corpo, principalmente nas posturas invertidas (quando a pessoa fica de ponta-cabeça). O risco também está presente na musculação, crossfit. Enfim, toda atividade que envolva as mãos e punhos e que exija esforço ou tenha movimentos repetitivos pode causar lesões. 

    Recomendação
    O alongamento das mãos, punhos e braços é um dos recursos que podem ser usados para evitar lesões. Além disso, é preciso fortalecer a musculatura da região. Uma forma simples de fazer isso é usar aquelas bolas próprias para essa finalidade, chamadas de “toning ball”. 

    Outro exercício é pegar um elástico de cabelo, colocá-lo no polegar, dedo anelar e dedo médio, fazendo movimentos de abrir e fechar.

    5- Tricotar além da conta

    As atividades manuais, como tricotar, fazer crochê e outros artesanatos, também pode causar lesões nas mãos, dedos e punhos.

    Recomendação
    Exercícios de alongamento e fortalecimento muscular são bem-vindos. Além disso, o ideal é fazer pausas a cada 50 minutos para relaxar a musculatura.

    Recursos da fisioterapia

    A maioria dos problemas, como as tendinites, tenossinovites e a síndrome do túnel do carpo, podem ser tratadas com recursos da fisioterapia.

    Nas primeiras sessões, o objetivo será o alívio da dor. Para isso, podem ser usados a estimulação elétrica cutânea, estimulação elétrica neuromuscular, ultrassom, infravermelho e laser. Esses recursos reduzem o processo inflamatório e melhoraram a circulação.

    Também podem ser usados calor por imersão, crioterapia e banhos de contraste, além da terapia manual. Para complementar, são aplicados exercícios para aumentar a amplitude de movimento, fortalecer os músculos e recuperar os movimentos.

    O paciente também é aconselhado a diminuir os movimentos repetitivos com as mãos e realizar alongamentos e exercícios todos os dias.

  • Low carb é eficaz para o tratamento de diabetes mellitus

    A patologia se caracteriza pela intolerância à glicose e todo o carboidrato é digerido pelo organismo em glicose. Dessa maneira, é natural que haja melhora com essa estratégia alimentar

    Com o crescimento do uso de alimentos industrializados na mesa das pessoas, doenças crônicas, que antes não afetavam a população de um modo geral, começaram a se tornar frequentes. A diabetes é uma delas. No caso do Brasil, a situação ganha ares de calamidade, como mostra a Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada em 2017 pelo Ministério da Saúde. Segundo o levantamento, em apenas uma década, o número de pessoas diagnosticadas com diabetes cresceu 61,8%. 

    A solução eficaz para o manejo de diabetes está não apenas nos medicamentos existentes, mas, principalmente, em intervenções no estilo de vida através de melhores hábitos alimentares. Nesse quesito, a estratégia alimentar low carb aparece como uma das mais promissoras. Segundo o médico endocrinologista, diretor científico de Medicina da Associação Brasileira LowCarb (ABLC), Rodrigo Bomeny, no início do século XX, a diabetes mellitus tipo 2, era predominantemente definida como uma doença de intolerância aos carboidratos, sendo combatida fundamentalmente com a redução do consumo desses macronutrientes. “Essa restrição era uma forma particularmente bem-sucedida de tratar a diabetes tipo 2 antes da descoberta da insulina.”, explica o diretor científico de Medicina da associação.

    Segundo Bomeny, na última década diversos estudos científicos mostraram que reduzir os carboidratos é superior a reduzir as gorduras, tanto visando à redução do peso, quanto a uma maior eficácia no controle do diabetes. Isto levou o centro de referência no tratamento da doença nos Estados Unidos, a Joslin Diabetes Center, a propor que uma alimentação com menos carboidratos seja a melhor para o tratamento dessa patologia.  Essa recomendação faz todo o sentido, segundo o médico, diretor-presidente da ABLC, José Carlos Souto. Isto porque a diabetes mellitus se caracteriza pela intolerância à glicose e todo o carboidrato é digerido pelo organismo em glicose. “Dessa maneira, é natural que haja melhora com estratégia low carb.”, esclarece Souto.

    O aumento de glicose no sangue obtém como resposta do corpo humano o incremento na produção do hormônio insulina, cujo papel é controlar a glicose no organismo, mas não só. A insulina também é responsável por estocar gordura. Então, quando ela aumenta, é natural que também haja elevação da gordura no corpo humano. Não à toa, explica Souto, é muito comum que diabetes ou pré-diabetes venha acompanhada de obesidade, sobrepeso ou aumento da gordura visceral. Nesse sentido, ao optar por uma dieta com restrição de carboidratos, a tendência é de que a glicose diminua, assim como a produção da insulina, o que provoca a redução de peso.

    Além disso, a dieta low carb se distingue pelo maior consumo de proteínas e gorduras naturais, que são fontes mais ricas de nutrição do que os carboidratos. A preferência por tais alimentos acarreta uma maior saciedade por parte dos adeptos da estratégia alimentar, fazendo com que eles, consequentemente, comam menos, gerando, por sua vez, manutenção ou perda de peso.

    De acordo com o diretor-presidente da ABLC, a estratégia de dieta low carb também se mostra muito eficaz no tratamento da síndrome metabólica, que é o principal fator e risco para muitas doenças, entre as quais a diabetes. Caracterizada por alterações na glicose e triglicerídeos, elevação da pressão arterial, aumento da circunferência abdominal e baixo HDL (colesterol bom), a síndrome tem como causa a resistência à insulina e os níveis consequentemente elevados desse hormônio. “Ao remover o principal estímulo à elevação da insulina, a low carb produz grande melhora nesse quadro.”, destaca Souto.

    A utilização da estratégia alimentar no tratamento de diabetes mellitus pode ser tão eficiente que, em alguns casos, leva à suspensão do uso de medicamentos. Conforme o diretor-presidente da ABLC, um ensaio clínico recente mostrou que 94% dos pacientes diabéticos tipo 2 que usam insulina reduziram ou eliminaram completamente seu uso após um ano de low carb. “É crucial, no entanto, que tais pacientes sejam acompanhados por um profissional de saúde que tenha experiência com essa abordagem.”, alerta o médico

    No combate à diabetes tipo 1 – doença autoimune que surge, geralmente, na infância ou adolescência – a dieta com redução de carboidratos e aumento de proteínas também tem apresentado resultados positivos. Um estudo recém-publicado na revista científica Pediatrics mostrou que pacientes (crianças e adultos) que seguiram essa estratégia alimentar durante dois anos, em média, tomando medicamentos em doses menores do que as exigidas em uma dieta normal, apresentaram glicose no sangue em níveis mais controlados.

    Por fim, o diretor científico de Medicina da ABLC, Bomeny, reitera os benefícios à saúde que podem ser gerados em uma estratégia alimentar que se proponha a diminuir a quantidade de carboidratos e encoraja as pessoas a tentarem. “Se você precisa emagrecer ou controlar o seu diabetes, já tentou restringir as calorias, e não conseguiu, experimente essa mudança no seu estilo de vida, com o acompanhamento de um endocrinologista e de forma segura.”, conclui.

  • 7 castelos imperdíveis para conhecer no Alentejo

    Reconhecido por seus vinhos, paisagens naturais e praias intocadas, o Alentejo também surpreende os viajantes com seu impressionante patrimônio histórico. A região mais autêntica de Portugal tem vilarejos medievais encantadores que abrigam construções magníficas, como igrejas, conventos e castelos, que são cheios de história para contar. Em alguns deles, inclusive, é possível se hospedar e desfrutar uma verdadeira vida de realeza.

    Confira sete castelos imperdíveis no Alentejo:

    Arraiolos
    Um dos poucos castelos no mundo com uma arquitetura circular, está situado a apenas 20 minutos de Évora, no topo do Monte de São Pedro, rodeado por uma muralha em forma de elipse. Além de visitar o castelo, é possível apreciar uma bela visão maravilhosa dos campos alentejanos.

    Beja
    O destaque desta construção é a torre que conta com 40 metros de altura. Mais que o tamanho e a imponência, no entanto, essa parte do castelo tem também uma beleza ímpar. O visitante pode subir seus 200 degraus para conferir uma vista de tirar o fôlego. A torre é composta por três salas, que contam com elementos de inspiração muçulmana, romana medieval e manuelina.

    Elvas
    Apesar de não ser um castelo, mas sim uma fortaleza, merece destaque. Considerado Patrimônio Mundial da UNESCO juntamente com às demais construções históricas de Elvas, é um dos melhores exemplares da arquitetura militar portuguesa. Devido a sua proximidade com a Espanha, até mesmo a cidade foi desenvolvida como uma verdadeira fortaleza e os turistas podem explorar diversos fortes e fortins espalhados pelo destino.

    Estremoz
    Com a espetacular Torre das Três Coroas, com 27 metros de altura e feita de mármore branco, foi construído originalmente para a Rainha Santa Isabel, conhecida pelo milagre de ter transformado moedas em rosas no século 14. Atualmente, o edifício abriga uma pousada cheia de charme, com decoração e mobiliário que remetem aos tempos medievais.

    Evoramonte
    O formato peculiar chama a atenção dos viajantes. Formado por quatro torreões arredondados, conta com três pisos nobres no estilo do Renascimento Italiano, e suas salas monumentais têm abóbadas góticas impressionantes.

    Marvão
    O Castelo de Marvão fica no ponto mais alto da Serra de São Mamede, a 843 metros de altitude, esbanjando uma vista e tanto. Todo construído em pedras, do topo da sua torre pode-se ver até mesmo além das fronteiras portuguesas. Ele também impressiona por seu excelente estado de conservação e extensas muralhas.

    Monsaraz
    Localizado em um charmoso vilarejo medieval nos arredores do Alqueva, o maior lago artificial da Europa, o castelo é um dos pontos mais visitados por ali. Situado no topo de um monte, por entre pequenas ruas de pedras e casinhas pintadas de branco, o lugar tem ainda uma outra atração muito procurada: seu pôr do sol magnífico.

    Sobre o Alentejo

    Considerado o destino mais genuíno de Portugal, o Alentejo é a maior região do país. Privilegiando um lifestyle tranquilo em que a experiência de viver bem dá o tom, conta com belas praias intocadas e cidades repletas de atrações ímpares, como castelos e monumentos históricos. Detentor de cinco títulos da UNESCO e diversos outros prêmios e reconhecimentos internacionais no setor do turismo, o Alentejo oferece opções para todos os tipos de viajantes, sejam famílias, casais em lua de mel ou aventureiros. A promoção turística internacional do Alentejo é co-financiada pelo Alentejo 2020, Portugal 2020 e pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER). Para mais informações, visite www.turismodoalentejo.com.br.

  • Confira como foi o show de Jorge & Mateus no Wet!

    Depois de dois anos do anúncio do primeiro show, cancelado devido à pandemia, hoje a dupla Jorge & Mateus se apresentou no parque aquático Wet’n Wild.

    Com o palco montado na piscina de ondas, a dupla colocou todo mundo para cantar e dançar com um repertório cheio de sucessos como “Cheirosa”, “Tijolão”, “Propaganda”, “Coração Calejado”, “Louca de Saudade”, “E aí já era” e muito mais.

    Antes do show, os visitantes puderam curtir as mais de 25 atrações do parque, em um dia bem ensolarado.

    Confira alguns momentos do show nos nossos Stories 😉.

  • Como ensinar as crianças sobre posse responsável?

     Pets e crianças: como ensinar as crianças sobre posse responsável?

    ROYAL CANIN® destaca os benefícios da relação humano-animal e faz um alerta sobre as responsabilidades dos tutores para uma convivência saudável com gatos e cães

    A chegada de um pet na vida das crianças pode contribuir na construção de princípios que irão as acompanhar pelo resto de suas vidas. Por exemplo, para ensiná-las a serem responsáveis e para que vivenciem uma relação de lealdade com um animal. A troca entre os pets e os pequenos também aumenta a autoestima infantil, ajuda a criar um senso de responsabilidade e a combater o sedentarismo, dentre outras vantagens para ambos. 

    A convivência com gatos e cães ajuda no alívio do estresse e é considerada uma fonte de apoio emocional às crianças, além de promover um estilo de vida mais saudável e o desenvolvimento cognitivo e da linguagem. Vale destacar, no entanto, que é importante criar condições ideais para que o pet viva de forma sadia, se sinta feliz, seja sociável e que enriqueça a vida da família e da sociedade. 

    A ROYAL CANIN®, marca que oferece Saúde Através da Nutrição para gatos e cães, defende a posse responsável e estimula a conscientização das responsabilidades e necessidades do pet antes de sua chegada em uma família. 

    Confira as dicas da Médica-Veterinária Natália Lopes, da ROYAL CANIN®, para saber o que se deve levar em conta na hora de decidir se é o momento certo de aumentar os membros da casa: 

    – Você sabia que a expectativa de vida de um gato ou cão varia de acordo com a raça e o porte? Para cães pequenos e gatos, a média é de 16 anos, cães médios em média 14 anos, cães grandes, em média 12 anos, e, os cães gigantes, entre 10 e 11 anos. Por isso, é preciso ter em mente que cuidar de um deles demandará compromissos durante toda sua vida. Vale fazer essa pergunta para as crianças antes de optar pela chegada do animal: “Você está pronto para ajudar a cuidar do cãozinho ou gatinho”. Se a resposta for sim, crie uma lista definindo as responsabilidades que serão da criança, seja brincar diariamente, limpar o xixi etc., para que ela participe do processo e tenha noções de compromisso.

    – A guarda responsável também inclui o planejamento de cuidados por parte do tutor e custos fixos como uma alimentação adequada, visitas regulares ao Médico-Veterinário, vacinas, cuidados com a higiene, além da necessidade de exercícios, adestramento e brincadeiras. Esse fator deve ser discutido em família para a tomada de decisão.

    – Cão, gato ou os dois? Se a família optar por receber um pet em casa, é importante buscar conhecer mais sobre as características de cada espécie para fazer uma escolha com base no cotidiano e realidade do núcleo familiar, assim, a chegada do novo membro será mais consciente e cheia de amor:

    > Os gatos tendem a ser mais caseiros. Se você optar por um felino, será necessário, por exemplo, adaptar a casa com telas de proteção e investir em enriquecimento ambiental para que o bichano tenha uma vida segura e saudável.

    > Já os cães tendem a ser mais ativos. Se você está estudando a chegada de um cãozinho ao seu lar, dentre os cuidados com o animal estão os passeios diários e os banhos frequentes.

    – Por fim, consultar um Médico-Veterinário é um recurso-chave para buscar informações confiáveis. Ele será aliado nos cuidados do pet e pode, até mesmo, recomendar criadores ou ONGs que adotem diretrizes de bem-estar animal.

  • Infecções virais em crianças: cuidados e sinais de alerta

    O pediatra Marcelo Iampolsky, professor de Medicina do Centro Universitário São Camilo – SP, explica quais os principais sintomas a serem observados e indica as melhores formas de prevenção, além de orientar sobre a vacinação para bebês e crianças.

    Após o pico de casos de Influenza registrado no início do ano, cresce também o alerta para infecções virais entre bebês e crianças – além da necessidade de diferenciar entre este diagnóstico e o da Covid-19. E é agora, com o início do outono, que aumenta a incidência de doenças causadas por uma série de vírus, conforme aponta o pediatra Marcelo Iampolsky, professor de Medicina do Centro Universitário São Camilo – SP. 

    O especialista respondeu a algumas das principais dúvidas sobre os sintomas das infecções sazonais, e comentou também as formas de prevenção e vacinação. Confira:  

      

    Quais os principais sintomas das viroses desse período?  

    “Esses vírus têm como característica os sintomas gerais, que são: febre, cansaço, dor no corpo, dor de cabeça, tosse, diarreia, vômito. São sinais muito parecidos, de doenças que têm em comum a transmissão através de gotículas respiratórias. Por isso é importante que, na vigência dos sintomas, procure-se um profissional para fazer esses diagnósticos.”  

     

    Como se dá a vacinação contra gripe para crianças?  

    “A gente tem agora o início da campanha de vacinação contra Influenza, que é um dos principais vírus que causam a gripe. Essa vacinação para crianças é a partir de seis meses de idade, duas doses com intervalo de um mês, e acima de nove anos, uma dose. É uma vacina feita anualmente e, em 2022, ela ganha uma importância muito grande porque tivemos recentemente uma epidemia dos casos de gripe. Vimos os nossos prontos-socorros lotados por conta do vírus Influenza.   

    Surgiu uma cepa nova, chamada de Darwin, que foi responsável por esses casos. Essa cepa já está incorporada na nova vacina, então é extremamente importante que as crianças, idosos e pessoas nos grupos de risco sejam vacinados, para que a gente consiga proteger essa população.”  

     

    Além da vacinação, quais as outras recomendações para prevenir essas infecções?  

    “Lembrando que ainda estamos convivendo com a pandemia da Covid-19, então devem ser seguidas as mesmas recomendações de prevenção que valem para todas as infecções virais: manter um certo isolamento, evitar aglomerações, manter o uso de máscaras, higienizar as mãos com álcool em gel. São as únicas formas de prevenção que temos além das vacinas.”  

     

    Entre as doenças sazonais causadas por vírus, existe alguma que seja mais preocupante?  

    “Outros casos que aumentam bastante nesse período são os de uma doença chamada bronquiolite. Ela é causada por vários vírus, principalmente o vírus sincicial respiratório. Essa infecção é um pouco diferente das outras, porque acomete as vias aéreas mais baixas, ou seja, mais próximas do nosso pulmão e, por isso, tem o sintoma de desconforto respiratório maior, um cansaço maior para respirar, além de sibilos – que a gente chama de ‘chiado’ no peito.   

    Ela tem uma gravidade no fato de poder evoluir para uma insuficiência respiratória. Geralmente é uma doença que tem uma resolução boa, porém, principalmente em crianças menos de dois anos de idade ou com problemas cardíacos, pulmonares ou prematuras, a importância da proteção cresce ainda mais.”  

     

    E o que se recomenda para essa proteção?  

    “Para esses grupos de risco, temos a oportunidade de usar um anticorpo monoclonal, chamado de Palivizumab, que protege bastante e tem que ser tomado de preferência antes da sazonalidade, que estamos iniciando agora.”