Autor: agitosp

  • Como se proteger da leishmaniose

    Veja como se proteger da leishmaniose, doença transmitida pela picada do mosquito

    A leishmaniose é uma doença parasitária transmitida pela picada de mosquitos infectados, e pode afetar tanto humanos quanto animais. A doença pode causar lesões na pele e mucosas (leishmaniose cutânea) e em órgãos como estômago, fígado e baço (leishmaniose visceral – calazar).

    Os sintomas variam dependendo da forma da doença. Na visceral é comum a pessoa sentir febre prolongada, fraqueza, perda de peso significativa, falta de apetite, aumento do tamanho do baço e fígado, palidez nas gengivas e olhos, anemia e tendência a sangramentos.

    Na cutânea, podem aparecer pequenos caroços avermelhados que aumentam de tamanho até formar uma ferida com crosta ou secreção que demoram a cicatrizar. Também é comum o aparecimento de lesões no nariz e boca, braços e pernas.

    Dados do Ministério da Saúde apontam que no estado de Rondônia são cerca de mil casos anuais de Leishmaniose.

    Na Semana Nacional de Combate e Controle à Leishmaniose (8 a 15/8), o Hospital Bom Pastor (HBP), unidade própria da Pró-Saúde em Guajará-Mirim (RO), alerta sobre os principais sinais e dá orientações sobre como prevenir a doença.

    “O tipo visceral é a forma mais grave da doença e requer tratamento médico imediato, pois pode levar à morte. A doença não é contagiosa, nem se transmite diretamente de pessoa para outra, nem de um animal para outro, nem dos animais para as pessoas”, alerta o médico Juan Carlos Boado.

    Para prevenir a leishmaniose, recomenda-se:

    1. Use repelentes;
    2. Use roupas de manga comprida e calças para minimizar a exposição à picada de insetos, especialmente durante o amanhecer e o entardecer;
    3. Conserve o ambiente limpo e livre de acúmulo de lixo, que pode atrair mosquitos;
    4. Mantenha seus animais de estimação protegidos, com uso de coleiras repelentes e evitando o contato com áreas propícias à transmissão;
    5. Elimine possíveis criadouros de mosquitos, como água parada em recipientes, pneus e outros locais propícios à reprodução.

    As medidas acima são simples, mas podem fazer uma grande diferença na prevenção da leishmaniose. 

    O médico também destaca que ao notar os sintomas é fundamental buscar atendimento imediatamente, pois o diagnóstico precoce contribui para um tratamento mais eficaz.

  • Costão do Santinho Resort participa da Resort Week

    De 10 a 16 de agosto, o Costao do Santinho Resort, localizado na praia do Santinho, em Florianópolis, participa da semana de ofertas para estadas ao longo do ano de 2023 e primeiro semestre de 2024, realizada pela associação Resort Brasil. “É uma ação que reúne os melhores resorts do país visando fomentar o turismo no país e oportunizar experiências inesquecíveis. O Costao, por toda sua trajetória e relacionamento com o trade, é um dos participantes desta campanha”, destaca Daniela Rocco, diretora comercial e de marketing do Costao.

    Em 2023 a Resort Week conta com a participação de mais de 25 resorts em 11 estados brasileiros. “O Costão é o único resort de praia do sul do país a participar da campanha e é uma excelente oportunidade para quem deseja desfrutar de momentos inesquecíveis de hospedagem e aproveitar todas as opções que o Costao oferece, em todas as estações do ano”, completa Daniela Rocco.

    Os descontos são progressivos e variam com o número de diárias. O regulamento completo e as datas disponíveis podem ser conferidos no portal da Resort Week: https://www.resortweek.com.br/resorts/cost%C3%A3o-do-santinho.

    “Santa Catarina vem recebendo um fluxo de turistas cada vez maior, seja a lazer, de eventos e do mercado corporativo, tanto oriundos do Brasil quanto do exterior. Temos uma infraestrutura completa e pacotes para os mais diversos públicos e projetos, para todas as épocas do ano, mostrando que sim praia combina com todos os momentos e com todos os estilos”, finaliza a diretora comercial e de marketing do Costao, Daniela Rocco.

  • Colesterol é um assunto pouco conhecido dos brasileiros

    Colesterol é um assunto pouco conhecido dos brasileiros

    Professor do Centro Universitário São Camilo alerta que mesmo com a facilidade de realizar exames em farmácias é importante o acompanhamento médico dos resultados do Colesterol Total.

    De acordo com pesquisa de uma indústria farmacêutica 64% dos brasileiros desconhecem o risco cardiovascular causado pelo colesterol “ruim”, o LDL, considerado o vilão dos ataques cardíacos e derrames cerebrais. Ainda de acordo com o estudo 80% dos entrevistados que conhecem o termo colesterol sabem pouco sobre o assunto e não se preocupam com ele. 

    A expectativa é que, com a possibilidade de fazer exames de Colesterol nas farmácias, aumente o número de pessoas que acompanharão sua saúde com mais regularidade. Desde o dia 1º deste mês, as farmácias podem realizar vários exames, entre eles o de Colesterol Total, importante para acompanhar como está o nível de gordura no sangue.

    O professor Titular da Disciplina de Cardiologia do Centro Universitário São Camilo, Lafayete William F. Ramos, informa que o resultado dos exames deve ser avaliado por um médico capacitado, para que as orientações pertinentes sejam realizadas. “O local onde o exame será realizado não importa, o mais relevante é a confiabilidade do resultado”, afirmou.

    Segundo ele, o acompanhamento periódico dos níveis de colesterol é de boa norma. De acordo com o professor do Centro Universitário São Camilo, “o colesterol LDL elevado é fator de risco para doenças cardiovasculares e ainda mais perigoso se estiver associado ao colesterol HDL baixo. Acredito que quando a ampliação do horizonte na realização dos exames pode melhorar os índices de diagnóstico. Mas as pessoas precisam se conscientizar da importância de realizá-los.”.

    Os exames feitos nas farmácias facilitam a detecção de doenças, mas não devem ser usados de forma isolada para a tomada de decisões clínicas. A opinião médica não deve ser deixada de lado e a automedicação deve ser evitada”.

    De acordo com a Sociedade de Cardiologia de São Paulo, o colesterol foi o fator de risco menos controlado pelos brasileiros para proteger o coração. Apesar de estarem em uso de medicação para controle da doença, somente 13% dos pacientes estavam com os níveis dentro dos parâmetros considerados normais (LDL abaixo de 100 mg/dl). A elevação dos níveis de colesterol e de triglicerídeos é um dos principais fatores de risco para eventos cardiovasculares.

  • Discussão de casal: 6 frases tóxicas

    Gaslighting é o termo usado para descrever uma técnica de manipulação que busca fazer com que as pessoas questionem sua sanidade ou sua capacidade de ver a realidade.

    Geralmente, quem usa essa estratégia tem o objetivo de obter algo da outra pessoa.

    “É uma tendência muito humana, embora haja momentos em que podemos estar fazendo isso sem nem perceber”, diz Cortney S. Warren, psicóloga da Universidade de Harvard, à BBC Mundo (o serviço em espanhol da BBC). 

    O perigo dessa técnica é que é difícil perceber quando ela está sendo usada contra você.

    Um dos pontos-chave é perceber se, quando alguém diz algo para você, isso te deixa inseguro ou desconfortável, “como se você estivesse se questionando”, explica Warren.

    A especialista é autora de Letting Go of Your Ex: CBT Skills to Heal the Pain of a Breakup and Overcome Love Addiction (Desapegue do seu ex: habilidades para curar a dor de uma separação e superar o vício do amor, em tradução livre para o português).

    Ela recomenda fazer uma pausa sempre que alguém disser algo “tóxico” que pode nos deixar desconfortáveis ​​e pensar sobre o que nos incomoda naquele comentário.

    Dessa forma, explica, é possível avaliar nossas vulnerabilidades e trabalhar nelas.

    Warren resume esse processo em três etapas: conscientização, avaliação e ação.

    O objetivo, diz a especialista, é se conhecer e construir uma forte autoestima para responder a uma situação de gaslighting.

    “Você tem sua perspectiva, seus sentimentos, sua experiência, sua história, sua formação. A partir desse lugar, você precisa confiar para lidar com qualquer coisa com respeito, mas também com limites”, diz Warren.

    Mas como esse caminho às vezes não é tão fácil, a BBC Mundo conversou com a psicóloga sobre as frases tóxicas que podem aparecer em uma discussão e como responder a elas.

    1. ‘Você é louco (a) / Você está exagerando / Você é muito sensível’

    Segundo a especialista, quem afirma isso normalmente quer dizer que a outra pessoa está fora da realidade.

    Já quando a acusação tem relação com a sensibilidade, ela até pode derivar de uma percepção real de que a outra pessoa está mais emotiva. Mas tudo bem se sentir assim, diz. 

    Nenhuma dessas frases, porém, ajuda em uma discussão, já que quem acusa basicamente descarta qualquer crítica razoável, necessidades ou emoções que seu parceiro esteja sentindo no momento. 

    Além disso, dizer que alguém é sensível demais não significa demonstrar preocupação, afirma Warren.

    Segundo ela, algumas respostas possíveis para esse tipo de afirmação são as seguintes:

    “Você pode pensar que estou exagerando, mas esta é a minha realidade agora. É assim que eu me sinto. É nisso que acredito e é isso que vejo.”

    “Não estou disposto (a) a debater meus sentimentos. Vou te ouvir, mas espero que você respeite essa condição. Esta é a minha experiência neste momento.”

    A especialista dá ainda um conselho extra: fazer uma pausa na discussão quando as emoções estão fortes demais. Vale a pena dizer: “Vou respirar um minuto e depois conversar sobre o que realmente está me incomodando”.

    2. ‘Eu estava brincando’

    Essa frase, que pode ser tóxica, geralmente segue um comentário duro ou doloroso, diz a psicóloga.

    Às vezes, as pessoas são muito críticas ou maldosas e depois fingem que tudo não passava de uma piada, apesar de estarem falando sério. Esse comportamento tende a apresentar um elemento de mesquinhez, afirma Warren.

    A resposta possível, segundo a especialista, ressalta que o comentário não teve graça.

    “Você pode ter pensado que isso era uma piada, mas não é engraçado e realmente machucou meus sentimentos.”

    3. ‘Você me fez fazer isso/ É tudo culpa sua’

    Pessoas manipuladoras adoram culpar os outros por suas escolhas, diz a especialista.

    Então, podem dizer coisas como “eu gritei com você hoje porque você estragou tudo” ou “você chegou tarde em casa, então me fez gritar com você”.

    Mas, como Warren explica: “Você nunca, nunca, nunca é responsável pelo comportamento de outra pessoa”.

    Na mesma linha, algumas pessoas podem tentar culpar o parceiro ou parceira por “tudo”. Segundo a psicóloga, a afirmação costuma ser extrema e, como tal, deve ser interpretada com cautela.

    Sempre existe uma maneira de contribuir para a disfunção em nossos relacionamentos, mas uma pessoa nunca pode ser culpada por todos os problemas do relacionamento.

    Respostas possíveis para esse tipo de comentário são as seguintes:

    “Seu comportamento é, na verdade, um reflexo de suas escolhas, não minhas.”

    “Posso ter feito coisas que não fizeram você se sentir bem, mas a maneira como você agiu é responsabilidade sua, não minha. Como você agiu depende de você, não de mim.”

    Já quando você é culpado pela totalidade de um problema, é melhor buscar o meio termo e dizer algo assim, segundo ela:

    “Tenho certeza de que meu comportamento dificulta as coisas. Eu assumo parte da culpa, mas não toda a responsabilidade porque você também desempenhou um papel nessa situação.”

    4. ‘Se você me amasse, faria isso / me deixaria fazer isso’

    Pode ser qualquer coisa, desde pedir para você pagar todas as contas, parar de falar com alguém ou ter um relacionamento aberto.

    Segundo Warren, o último caso é o mais comum entre seus pacientes. “Às vezes, as pessoas usam esse argumento para solicitar diferentes comportamentos sexuais que o parceiro não deseja. É uma forma de gaslighting para tentar alterar seus limites”, aponta.

    Além disso, de acordo com a psicóloga, esse tipo de comentário traz um elemento de culpa, que pode fazer com que um dos membros do casal se sinta rígido demais em alguns comportamentos.

    “Em qualquer relacionamento há o dar e o receber. Todos nós temos necessidades diferentes, mas não é saudável quando tudo não passa de manobra para te convencer a fazer algo que você não quer. Também não é bom quando te pressionam dizendo que você não ama o suficiente, não é um bom par ou não é bom o suficiente.”

    Nesses casos, a psicóloga aconselha refletir bem sobre os próprios limites e tentar cumpri-los. Algumas respostas possíveis:

    “A razão pela qual não estou fazendo isso não tem nada a ver com meu amor por você. Estou agindo assim porque é como eu sou e como quero viver.”

    “Não me sinto confortável fazendo isso. Você pode me dizer que é porque eu não te amo o suficiente e não posso controlar o que você diz, mas ainda assim não vou fazer isso.”

    5. ‘Todo mundo concorda comigo, menos você…’

    Algumas pessoas, para provar que estão certas e que seus parceiros são pessoas complicadas ou conflituosas, usam como argumento que outros indivíduos importantes na vida do casal, como membros da família, colegas de trabalho ou amigos, pensam da mesma forma que elas.

    Segundo Warren, quem se utiliza dessa tática a usa como forma de tornar suas opiniões pessoais mais fortes. Ao mesmo tempo, isola e inferioriza o parceiro buscando algum apoio externo, que geralmente não é real. 

    Para ela, é um recurso desrespeitoso e falso que pode ser respondido com as seguintes afirmações:

    “Eu gostaria que você falasse por si mesmo e não por outras pessoas.”

    O objetivo aqui é se lembrar de que, assim como você fala por si mesmo, a pessoa que está usando o gaslighting também o faz. E que se alguém em sua vida tiver um problema com você, é possível conversar sobre isso de forma adulta.

    6. ‘O verdadeiro problema aqui é…’

    Essa é uma tática para tentar mudar de assunto, desviar do foco da conversa, segundo a psicóloga de Harvard.

    É quase como se a pessoa dissesse: “Eu sei que você está falando sobre isso, mas na verdade o foco não está aqui, está ali”.

    Para Warren, o desafio aqui é tentar manter o foco no problema real e não deixar o outro sair pela tangente. Não se distraia e diga algo como:

    “Você sabe que estou disposto a falar sobre qualquer coisa, mas agora o problema que tenho é este.”

    “Essa é uma questão separada que terei prazer em discutir com você mais tarde, se desejar. Mas agora o problema central é outro”.

    Fonte: BBC

  • ALESP proíbe venda de animais em pet shops e sites

    Assembleia Legislativa de São Paulo proíbe venda de animais em pet shops e sites

    Será criado um cadastro para reunir os estabelecimentos habilitados à venda de cães, gatos e pássaros domésticos

    A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) proibiu, por unanimidade, a venda de animais em pet shops e sites.

    A lei foi pensada para proteger cães, gatos e pássaros domésticos.

    Será criado o Cadastro Estadual do Criador de Animais (Ceca) — apenas com ele será possível vender os bichinhos.

    “A criação de um cadastro de criadouros, para reunir os estabelecimentos habilitados à venda dos animais acima mencionados, e a proibição de venda desses mesmos animais em outros comércios não cadastrados, possibilitará o combate ao reiterado crime de maus-tratos”, argumenta a proposta.

    A comercialização de filhotes vem crescendo e, com isso, o mercado ilegal, não respeitando o bem-estar das cadelas, muitas vezes vistas como matrizes — utilizadas para fins reprodutivos.

    Com a aprovação da lei, o projeto vai para sanção do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

    Fonte: CNN

  • Cinco coisas que você precisa saber sobre a AME

    Cinco coisas que você precisa saber sobre a Atrofia Muscular Espinhal

    Informação é a chave para combater o preconceito e aumentar a inclusão social de pessoas com AME

    O dia oito de agosto marca o Dia Nacional da Pessoa com Atrofia Muscular Espinhal, uma doença neuromuscular grave e progressiva que afeta aproximadamente um em cada 10.000 nascidos vivos e está entre as principais causas genéticas de

    morte infantil.

    A AME é caracterizada pela deterioração e morte das células nervosas da medula espinhal responsáveis por controlar os músculos. A doença impacta progressivamente funções vitais básicas, como andar, engolir e respirar, por isso o diagnóstico precoce e o cuidado adequado são muito importantes.

    Por ser uma doença rara e complexa, muitos aspectos sobre como é conviver com essa condição podem não estar claros para muitas pessoas, mas entender mais sobre a atrofia muscular espinhal é essencial para criar uma sociedade mais inclusiva. A Ana Carolina de Almeida, Medical Expert em doenças neuromusculares na Roche Farma Brasil, aproveita o momento de conscientização para discutir alguns aspectos que todo mundo deveria saber sobre a atrofia muscular espinhal.

    Os sintomas podem se iniciar em diferentes etapas da vida dependendo do tipo de AME

    A AME pode ser diagnosticada em bebês, crianças, adolescentes e adultos. Isso acontece pois não existe um único tipo da doença e sim, cinco, que são definidos de acordo com a idade de início dos sintomas e o maior marco motor alcançado.

    A pesquisa “Retrato da AME no Brasil”, feita pela Editora Abril com apoio da Farmacêutica Roche e do Instituto Nacional da Atrofia Muscular Espinhal (INAME), entrevistou 144 cuidadores e pessoas com AME de todo o Brasil a fim de entender as barreiras de quem convive com a doença. A pesquisa mostrou que 53% apresentaram os primeiros sintomas com até 6 meses de vida, 17% com até 1 ano e meio de vida, 15% com mais de 1 ano e antes dos 5 anos de vida, 7% apresentaram sintomas depois dos 5 anos e 6% com mais de 21 anos de idade.

    Apesar de não ter cura, há tratamento

    Existem hoje abordagens medicamentosas disponíveis, inclusive de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Combinados com terapias de suporte, como a fisioterapia e a terapia ocupacional, os medicamentos específicos podem alterar significativamente o curso natural da AME. Quanto antes iniciado o gerenciamento medicamentoso e não medicamentoso da doença, maiores são as chances de evitar a degeneração dos neurônios e o acúmulo de comprometimentos que impactem negativamente a qualidade de vida da pessoa acometida.

    A pesquisa também mostrou que 52% dos entrevistados relataram um melhor convívio com a doença com o uso de medicamentos específicos, enquanto outros 54% relataram essa melhora também com as terapias de suporte. Entretanto, muitos relatam ter dificuldade de acesso a ambos tipos de tratamento: 78% relataram dificuldade em conseguir acesso ao medicamento pelo SUS ou convênio médico, enquanto 63% apontaram essa dificuldade também em relação às terapias de suporte. 11% dos pacientes relataram não fazer qualquer terapia de suporte.

    A AME não afeta somente crianças

    Como citado anteriormente, a AME não é uma doença somente de bebês e crianças, podendo afetar também adolescentes e adultos. Para essa parcela da população, conviver com a doença traz outros pontos de atenção como autonomia, faculdade, lazer e mercado de trabalho.

    A pesquisa mostrou que 15% das pessoas com AME concluíram o ensino médio, 17% estão cursando ou já concluíram algum curso de nível superior e outros 12% exercem uma atividade laboral. Entretanto, um dos pontos de atenção observado por 49% dos entrevistados é a falta de inclusão no mercado de trabalho, que precisa melhorar muito para acolhê-los.

    Acessibilidade em espaços públicos ainda é um desafio

    Não é só o mercado de trabalho que precisa ser mais acessível para as pessoas com AME. A pesquisa revelou que 97% das pessoas com a condição já deixaram de frequentar um local por falta de acessibilidade, devido à falta de elevadores, portas muito estreitas, má condição de calçadas e até mesmo a ausência de alguma opção de transporte adaptado para levá-los até os locais desejados.

    Soma-se a isso o fato de 69% dos cuidadores apontarem que uma barreira muito grande para a sociabilização das crianças com AME é a falta de escolas preparadas para recebê-las. A falta de acessibilidade priva essas pessoas da vida em sociedade e do lazer, e nos mostra que é absolutamente necessário um olhar mais atento para que todos sejam incluídos nos ambientes comuns.

    O cuidador da pessoa com AME também precisa de cuidados

    O impacto da AME vai além do paciente e dados da pesquisa mostram que, não apenas 64% dos cuidadores – que na grande maioria das vezes são as mães – precisam deixar de trabalhar ou reduzir a jornada para participar ativamente dos cuidados da pessoa com AME, como 90% relatam problemas de saúde devido à falta de tempo para cuidados com si próprio.

    Ansiedade, dores nas costas, braços e pernas, insônia e depressão são apenas alguns dos problemas de saúde relatados pelos cuidadores. Isso mostra que é necessário fazer mais por toda a comunidade em torno do paciente, visando melhorar a qualidade de vida de toda essa comunidade.

  • 10 atividades imperdíveis para famílias em Park City

    A fama consolidada de Park City como um paraíso de inverno não diminui a opção de atividades que a cidade oferece aos viajantes durante o verão e o outono. Pelo contrário! O destino aproveita a estrutura existente e a vibe esportiva para renovar a proposta de aventuras em meio à natureza. Assim, nos meses mais quentes do ano, as pistas de esqui e snowboard se transformam em espaços para a prática de caminhadas e trilhas de mountain bike, com direito a belas paisagens sob o céu azul. 

    Restaurantes renovam cardápios, trazendo itens frescos, selecionados e comprados de produtores locais, às mesas. A cidade também se orgulha por oferecer uma grande variedade de atividades culturais, como tours artísticos e festivais de música para celebrar o verão. Os termômetros em ascensão são outro motivo de comemoração, especialmente entre os brasileiros acostumados a climas mais quentes. Durante o verão, a média é de 20ºC, enquanto no outono a média fica na casa dos 15ºC.

    No outono, o verde da folhagem dá lugar a uma diversidade de tons de vermelho, laranja e marrom, criando um cenário incrível para momentos únicos. A geografia contribui para transformar o local em um imenso campo de atividades externas, com opções para todos os gostos. Essa grande variedade de atividades faz de Park City o destino ideal para viagens em família, inclusive as multigeracionais, já que os anseios de diferentes perfis de viajantes podem ser prontamente atendidos pelos fornecedores locais. Conheça 10 atividades imperdíveis!

    1.              Vistas panorâmicas?

    Sim, temos! Os teleféricos de Park City Mountain Resort e Deer Valley Resort seguem em funcionamento durante o verão, levando os esportistas para as diferentes trilhas que podem ser percorridas a pé ou em bicicletas. Basta embarcar em um deles e escolher uma trilha para explorar ou apenas sentar-se confortavelmente e curtir a paisagem do entorno.

    2.              Pedalada consciente

    Uma boa dica é o tour em bicicletas elétricas, passeio que permite explorar as belas paisagens montanhosas e conhecer histórias sobre a cidade. E tem mais: as e-bikes reforçam o compromisso do destino com a sustentabilidade!

    3.              Cavalgadas

    Outra forma divertida de se aventurar pela natureza de Park City é sobre a sela de um cavalo. Diversas empresas promovem tour guiados, com duração que varia de uma hora e meia a quatro horas entre trilhas arborizadas. 

    4.              Esportes aquáticos

    Uma boa forma de explorar a região é relaxar em um passeio de barco ou veleiro pelos rios locais. Entretanto, se a ideia é adicionar um pouco de emoção, os viajantes podem optar pela prática de esportes aquáticos, como paddleboard, pesca esportiva ou rafting.

    5.              Mergulho inesquecível

    O mais antigo estúdio de ioga do mundo tem 10 mil anos e fica em Park City! Adeptos da prática podem viver essa experiência única dentro da cratera de um vulcão inativo, abastecido por água geotérmica. O local também permite mergulho, snorkeling e flutuação na piscina natural com temperatura que varia dos 32 aos 35o.C. O local tem estrutrutura com vestiários, equipamentos e coletes de flutuação.

    6.              Educação ambiental

    Se a ideia é fazer uma imersão na natureza e aprender mais sobre o ecossistema, a dica é conhecer o Swaner Preserve & EcoCenter. O espaço oferece uma série de atividades com destaque para as caminhadas acompanhadas por um, além de trilhas guiadas, exposições e muitas opções de atividades que combinam diversão e aprendizado.

    7.              Diversão nas alturas

    Park City oferece uma dupla imbatível que promete agradar as crianças de todas as idades. O Alpine Slide é um escorregador de quase mil metros de extensão que é um dos mais longos do mundo! Outra opção é a Mountain Coaster, uma montanha-russa que fica literalmente na montanha e é a mais longa do estado de Utah, serpenteando a 40 km/h por mais de 1.6 quilômetro, entre voltas e curvas.

    8.              Legado olímpico

    Construído para sediar parte das competições dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2002, o Utah Olimpic Park se transforma em campo para novas aventuras nos meses mais quentes. Dá para combinar a visita à tirolesa, circuito de arvorismo, tubing pelas encostas e muito mais. Viajantes a partir dos 16 anos também podem embarcar no eletrizante bobsled e descer a pista com um atleta profissional, em velocidade acelerada. Já os menores podem simular essa e outras experiências nos equipamentos de realidade aumentada.

    9.              Criatividade em alta

    A cena artística é movimentada e estimula a criatividade de moradores e visitantes. Quer investir em uma atividade diferente com as crianças? Programe algumas horas (ou um período inteiro) no Kimball Art Center, espaço que oferece exposições de arte e diversas opções de aulas para os pequenos. Pintura, cerâmica e fabricação de vidro são apenas alguns dos temas que são conduzidos por monitores experientes, em turmas divididas por faixa etária.

    10.           Compras!

    Park City oferece outro esporte que está entre os favoritos dos viajantes brasileiros: fazer compras! O Park City Outlets Mall fica a 20 minutos do centro, com ofertas de mais de 60 marcas famosas como Nike, Polo e Michael Kors, entre outras. Quem prefere levar itens autênticos para casa encontra uma infinidade de lojas locais nos arredores da Main Street, o coração do centro histórico da cidade.

  • Colesterol: como usar a gordura a favor da sua saúde

    4 em cada 10 adultos têm o nível de colesterol alto, o equivalente a quase 19 milhões de brasileiros

     

    08 de agosto é o Dia Nacional de Combate ao Colesterol, data criada para a conscientização e prevenção de doenças cardiovasculares. De acordo com o Ministério da Saúde, 4 em cada 10 adultos têm o nível de colesterol alto, o equivalente a quase 19 milhões de brasileiros que correm o risco de ter algum problema agudo a qualquer momento.

    Em pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, foi comprovado que, no Brasil, as pessoas desconhecem sua própria taxa de colesterol: 67% dos entrevistados assumiram não ter essa resposta.

    O colesterol alto é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, de janeiro até o início de agosto deste ano já foram registradas quase 240 mil mortes em decorrência de alguma doença relacionada ao sistema cardiovascular. 

    Qual a função do colesterol

    Segundo a endocrinologista Claudia Chang, doutora e pós-doutora em endocrinologia e metabologia pela USP e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), o colesterol é o componente estrutural das membranas celulares do nosso corpo e está presente em vários órgãos, como cérebro e coração, sendo transportado pelo sangue por meio das lipoproteínas. 

    Existem vários subtipos de colesterol. O LDL (lipoproteína de baixa densidade, conhecido como mau colesterol) é depositado nas paredes das artérias, levando ao processo de aterogênese (formação de placas).

    Já o tipo HDL (lipoproteína de alta densidade, conhecido como bom colesterol), apresenta fator protetor, tendo uma correlação indireta com as doenças cardiovasculares (quanto maior seu nível, menor o risco).

    “Cerca de 70% do colesterol é sintetizado pelo organismo, enquanto 30% é proveniente da alimentação. Com isso, muitas vezes, mesmo indivíduos que têm uma alimentação balanceada, podem ter níveis elevados de colesterol por questões genéticas”, afirma Claudia Chang. 

    Quando o colesterol se torna uma ameaça à saúde?

    Um dos perigos do colesterol alto está relacionado a doenças cardiovasculares, como a hipercolesterolemia (aumento da concentração de colesterol no sangue), que aumenta o risco de aterosclerose, causada pelo excesso de gordura na corrente sanguínea, e, consequentemente, doenças nas artérias coronárias. 

    De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), cerca de 61,5% das pessoas possuem hipercolesterolemia no Brasil, sendo um importante alerta para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce das doenças cardiovasculares.

    Saiba usar a gordura como aliada da saúde

    Há diversos fatores que promovem o colesterol alto. Alguns são modificáveis, pois estão relacionados ao estilo de vida pessoal, como dieta inadequada, obesidade e sedentarismo. Outros, são inerentes e imodificáveis, como o fator genético. Atitudes simples auxiliam na prevenção do aumento do colesterol, assim como na redução, a começar pela adoção de atividade física regular e manter o bom senso na alimentação. 

    Segundo Claudia Chang, há três grupos de gorduras que consumimos no cotidiano: insaturadas, saturadas e trans:

    Gorduras insaturadas

    Estas são as mais saudáveis, pois atuam na redução do colesterol ruim (LDL), são ricas em ácidos graxos essenciais (ômega-3 e ômega-6), possuem ação anti-inflamatória, combatendo inflamações causadas por agentes externos (como vírus e bactérias) e causadas por maus hábitos de vida. “Por isso, essa gordura é conhecida como aliada do sistema imunológico”. 

    São obtidas principalmente em alimentos de origem vegetal e em alguns peixes. Exemplos: azeitonas, as oleaginosas (castanha-do-pará, amêndoas, macadâmia, nozes, castanha de caju), sementes de linhaça, chia, coco, abacate, sardinha, salmão, atum e nos óleos vegetais (soja, canola, azeite).

    Gorduras saturadas

    Estas são encontradas em alimentos de origem animal. Apesar de serem essenciais na produção de hormônios, elas se depositam nos vasos sanguíneos, formando placas, aumentando os níveis de colesterol ruim (LDL) e os riscos de doenças cardiovasculares. Por isso, seu consumo deve ser moderado.

    Estão presentes em todos os tipos de carnes, mas com maior concentração nas vermelhas e na pele de aves. Também se encontram em alimentos como bacon, creme de leite, ovos, queijo, manteiga e iogurte.

    Gorduras trans

    Os alimentos com gorduras trans são os mais prejudiciais. Por serem industrializados, passam por técnicas e processamentos químicos com alta quantidade de sódio, açúcar, gorduras hidrogenadas, corantes, conservantes e outras substâncias que realçam o sabor e os tornam mais atrativos ao paladar. 

    “No entanto, o prazer de consumi-los tem um preço alto: são alimentos pobres em nutrientes essenciais como vitaminas, sais minerais, água e fibras, além de aumentarem os níveis de colesterol ruim (LDL) e desenvolverem hipertensão arterial, doenças cardíacas, entre outras condições”, alerta Claudia Chang. 

    Na lista, estão incluídos enlatados, embutidos, congelados, sorvetes, preparações instantâneas, refrigerantes, salgadinhos, frituras, doces, gelatinas industrializadas, refrescos em pó, temperos prontos, margarinas, iogurtes industrializados, bolachas recheadas, achocolatados, entre outros.

    “Vale lembrar que, pelo fato de não manifestar sintomas, o colesterol alto só pode ser identificado por meio de exames de sangue, que mostram os níveis do HDL, LDL e triglicérides. Por isso, é fundamental realizar check-ups anualmente a partir dos 30 anos, ou, dependendo do histórico familiar e de doenças pré-existentes, fazer estas avaliações a cada seis meses”, finaliza Claudia Chang.

  • Suíte Dubai da Apple House Paraty – vc não vai querer sair dela!

    Suíte Dubai da Apple House Paraty – vc não vai querer sair dela!

    Nossa dica para se hospedar em Paraty é a Pousada Apple House, considerada uma das melhores da cidade.

    Agora há uma cancela para entrar na pousada e é realizado uma vistoria externa do veículo. Após assinar a vistoria, você vai até a recepção, que agora está em um prédio novo, chamado de Dubai.

    O estacionamento é externo e há dois bolsões (uma próximo do prédio Dubai e outro próximo da piscina e o restaurante.

    Aqui os 🐶 dogs de todos os portes são bem-vindos e há uma política Pet Friendly disponível no site. É necessário assinar um termo de responsabilidade no Check-in.

    Nós ficamos hospedados na suíte Dubai com Varanda, que é um espetáculo e mega confortável!

    Ela tem piscina privativa com vidro na sacada, varanda com poltrona e banheira de hidromassagem.

    Demais não é mesmo!? E tem mais!

    🛏️ Cama king size SUPER CONFORTÁVEL com muitos travesseiros (tem até travesseiro de corpo)

    🛋️ Sofá em formato de L

    🪑 Bancada com duas cadeiras

    🧊 Frigobar

    🪞 Armário com espelho duplo

    🔐 Cofre digital

    ☕️ Cafeteira

    📺 Smart TV de 65”

    🌬️ Ar condicionado

    💡 Mesa de cabeceira com abajur

    🧖🏼 Roupões

    ◼️ Cortina black-out

    🧖🏼‍♀️ Toalhas para a hidro e a piscina

    🛁 Sais de banho e espuma

    O banheiro é amplo, com espelho grande, ducha, secador de cabelos e amenities Melão & Jasmim.

    Você ainda pode pedir o café da manhã flutuante, onde no horário solicitado, eles trazem uma grande cesta com itens de café da manhã, para você desfrutar na piscina! Muito chique 🤩.

    Além da maravilhosa suíte da Pousada Apple House, olha só quanta coisa bacana tem aqui:

    🏊🏻‍♀️ 3 piscinas climatizadas

    ⛱️ Espreguiçadeiras e ombrelones

    🎱 Salão de jogos com fliperama, sinuca, pebolim, brinquedão para as crianças e cadeira de massagem, tudo grátis!! Só a banquinha de doces e a grua de bichinhos que são pagos

    💪🏻 Academia

    🌴 Área verde e um letreiro de Paraty para tirar selfies

    💦 Tem um riachinho que a Peppa adorou molhar as patinhas

    O café da manhã está incluso nas diárias e é servido das 6:30 às 10:30.

    Nas mesas externas os dogs podem acompanhar, dependendo do horário, bate sol nas mesas da frente e não tem cobertura.

    O buffet tem bastante variedade, tudo fica em recipientes fechados e todos os atendentes estão usando touca, luva e máscara.

    Há opções de frios, pães, folhados, frutas, sucos, leite, café, bolos, salsicha, ovos mexidos, cereais, sanduichinho, no sábado tinha churros e pastel de Belém. E você pedir tapioca também, são 5 sabores diferentes.

    Ah e agora a pousada conta com um restaurante e uma 🍔 hamburgueria, e eles fazem a entrega na suíte também.

    Nós provamos o bife ancho grelhado ($68) com arroz, fritas, vinagrete e farofa de bacon, dois burgers Salad Cheese ($34,90) e Bacon Cheese ($26,90) e uma porção de 🧅 onion rings ($30).

    Os burgers são de 160g e muito saborosos! Vale a pena experimentar! A onion rings também estava muito boa. (Só ficou sem foto, pq a gente estava com fome e esquecemos de tirar rs)

    Curtiu?! Então segue o insta @applehouseparaty e mande um whats para viver esta experiência.

    Pousada 🍎 Apple House Paraty

    📍 Rua Joaquim Gama, s/n

    @applehouseparaty

    [+] info Trip

    🧭 Distância de SP: aprox. 256 km

    🛣️ Pedágios: 8 (ida e volta) $47,35

  • Prazer feminino: 79% das mulheres já fingiram orgasmo

    Segundo pesquisa, 7 em cada 10 mulheres se masturbam; 74% já usaram brinquedos ou acessórios na hora da transa e 63% das mulheres gostariam de ter uma frequência maior de relações sexuais

    Medo de engravidar é maior do que o de pegar doenças e de que o parceiro não tenha tesão por elas
     

    É 2023 e ainda é tabu para muitas mulheres a conversa sobre a sexualidade feminina e como elas lidam com seu próprio prazer. Dados revelados na pesquisa “Prazer Feminino”, conduzida pela Hibou com mais de 2030 mulheres brasileiras mostram suas vontades, desejos e intimidades, destacando que ainda há muito o que conversar sobre o tema.

    Dentre as entrevistadas, 64% estão em algum relacionamento, seja um casamento ou namoro e 97% já iniciou a vida sexual, que apresenta satisfação em alta para 7 em cada 10. Os motivos são o parceiro (a), seja em relação ao amor (74%) ou à performance na cama (21%); embora 10% assumam que resolvem suas questões sexuais consigo mesmas e está ótimo.

    “Percebemos que a sociedade ainda tem grande poder quanto à sexualidade feminina. Muitas mulheres colocam seus parceiros à frente dos seus próprios interesses sexuais e buscam agradar ao outro. Mesmo com esse viés já observa-se um movimento onde elas estão se abrindo mais às novas experiências e se conhecendo melhor, ainda com uma preocupação sobre o que é dito por aí”, observa Ligia Mello, coordenadora da pesquisa e sócia da Hibou.

    3 em cada 10 mulheres não estão satisfeitas. Rotina e mesmice consomem o desejo sexual

    Da parcela das 30% que não está feliz, grande parte delas culpa a rotina diária (43%), horários e disposição (32%). Além disso, a frequência das relações sexuais e a realização de fantasias são insatisfatórias para 41% e 5% delas, respectivamente. 

    A frequência da prática sexual é em média semanal para 51% das mulheres, ou seja, elas transam com seus parceiros até quatro vezes em um mês. Para ¼ delas, a prática sobe para uma média de 5 a 9 vezes durante o mês. 

    63% das mulheres gostariam de ter uma frequência maior de relações sexuais e entre estas 51% acredita que o cotidiano consome o tempo do casal, sendo o principal motivo por estarem transando menos do que gostariam. Além disso, 24% alegam terem perdido interesse em levar uma vida sexualmente ativa e 13% afirmam que os problemas no relacionamento têm influência nas relações sexuais.

    64% iniciaram a vida sexual entre 15 e 19 anos. Entre todas, 35% alegam que tiveram seu primeiro orgasmo quando estavam nessa faixa etária. E o orgasmo ainda não é fácil: 2% assumem que nunca viveram essa experiência. 
     

    A experiência com outra mulher já aconteceu para algumas delas, sendo que 20% afirmam já terem beijado uma outra mulher na boca e 9% terem feito sexo. 
     

    E o orgasmo?

    42% afirmam que costumam ter dificuldade de atingir um orgasmo. E 79% já fingiram terem atingido o ápice do prazer. As justificativas para isso estão entre terminar logo o ato (53%); agradar o parceiro (30%); evitar explicações (17%); evitar constrangimentos (15%) e preferiram não responder (8%).
     

    A masturbação é praticada entre 7 a cada 10 mulheres

    71% das mulheres afirmam que se masturbam e colhem os benefícios da prática, como o autoconhecimento, alívio de stress e tensões, prevenção de infecções, entre outros pontos positivos apresentados por médicos e ginecologistas. 
     

    Embora seja uma prática saudável, dentre as 29% que não praticam, 62% não se sentem à vontade; 9% acham errado e 7% não sentem prazer.

    Para aquelas 71% que já se masturbaram, atingir o orgasmo é mais fácil, tanto que 96% afirmam terem experienciado orgasmos por meio da masturbação. 57% afirmam que já usaram um vibrador ou outro acessório. 

    A masturbação não é uma ação para se envergonhar e é indicada medicinalmente, 42% consideram uma prática natural; 21% a analisam como um método de autoconhecimento sexual; 12% veem como um modo de atingir o prazer quando estão sem parceiros; 6% veem como uma modalidade de sexo como outra. Já 11% não pensaram a respeito e 2% a avaliam como prática pela qual se envergonham. 

    Sexo no primeiro encontro vale!

    Embora a transa no primeiro encontro tenha sido um tabu e ainda tema de debates com viés machista, 51% das mulheres afirmaram já terem ido para a cama no primeiro encontro, ao menos, uma vez. 
     

    Deixar o mistério acontecer, não parecer uma mulher fácil ou se guardar para o parceiro já foram imposições, mas 26% confirmam que já transaram no primeiro date várias vezes; 15%, apenas uma vez; 10% fizeram e se arrependeram. 
     

    15% estão abertas à possibilidade e 30% foram categóricas em afirmar que não transariam no primeiro encontro.
     

    Na hora do “amor”, o cuidado e o carinho estão no topo da lista

    As mulheres priorizam o afeto durante a prática sexual. Carinho e preliminares (55%) e o carinho tendo maior importância que o sexo em si (47%) estão entre as prioridades. E, enquanto 36% preferem quando o parceiro “pega de jeito” ou “agarra com força”; 26% tomam a rédea da situação e, quando querem, assumem que quem agarra com força são elas mesmas.

    Além disso, fora do “basicão”, 36% concordam que os sextoys – brinquedo ou acessório sexual – podem ser úteis na cama mesmo quando estão acompanhadas; 31% adoram quando ouve obscenidades e 3% afirmam que experimentar sexo com outra mulher foi uma experiência deliciosa.

    E mesmo tendo a cumplicidade como terceiro elemento, o humor define o momento do sexo. Apenas 12% das mulheres afirmam que gostam de homens vorazes e ativos, ou seja, o Christian Grey aqui ficou um pouco de lado e a vida sexual não se resume aos 50 tons de Cinza.

    Medos falam muito mais sobre agradar do que sobre autocuidado

    Na cama, o medo de engravidar (24%), contrair doenças (23%) ou não ter um orgasmo (13%) estão atrás da insegurança de que o parceiro perca o tesão nelas (29%).
     

    Isso se agrava quando as mulheres assumem a responsabilidade em si mesmas para atender a quesitos e serem julgadas pelos os parceiros como “ruins de cama” (17%); gordas (15%) ou feias (13%). O tabu da menstruação durante o sexo também amedronta a 4%, assim como se expressar e serem vistas como vagabundas atinge a 2%.

    Os sextoys estão em alta

    Incrementar a relação com um sextoy – brinquedo ou acessório sexual – faz parte da fantasia, rotina ou de descobertas na cama e já foram usados por 73% das mulheres. Independente de serem usados com ou sem companhia, os brinquedinhos sexuais são usados quando há um parceiro (34%); 8% apenas experimentam sozinhas e para 58% a companhia e os acessórios independem, pois o importante é ter prazer.

    Dentre elas, 52% experimentaram um acessório por curiosidade; 41% com objetivo de ter prazer; e 30% para se conhecerem melhor. Além disso, 10% afirmam que usaram por fetiche.
     

    A experiência com acessórios e brinquedos devem seguir a regra do conforto da relação. O TOP 5 é formado por lubrificantes (60%); géis (46%); vibradores (36%); massageadores (18%) e vendas para os olhos (15%).