Autor: agitosp

  • Quais alimentos são “amigos” do coração?

    Aumento da ingestão de bebidas alcoólicas, comidas gordurosas e produtos ultraprocessados fizeram disparar número de casos de doenças cardiovasculares durante a pandemia

    A receita para reduzir o risco de um infarto e de doenças cardiovasculares todo mundo sabe: alimentação balanceada, atividades físicas e controle do peso. Mas, durante a pandemia, o que se viu foi um aumento assustador no número de mortes causadas por problemas no coração: 132% – de acordo com uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

    As mortes por doenças cardiovasculares não especificadas (por falta de um diagnóstico preciso), infartos e AVCs (Acidentes Vasculares Cerebrais) aumentaram 132% em Manaus, 126% em Belém, 87% em Fortaleza, 71% em Recife, 38% no Rio de Janeiro e 31% em São Paulo entre março e maio de 2020, na comparação com o mesmo período de 2019. O crescimento se deve a diversos fatores, como a covid-19, a hipertensão e a diabetes, agravadas por conta da pandemia, e, também, pela diminuição da frequência dos exames diagnósticos e acompanhamento de doenças.

    O cenário requer atenção redobrada e muita preocupação com os alimentos que são ingeridos, assuntos que são abordados de forma ainda mais abrangente no Dia Mundial do Coração, lembrado em 29 de setembro. Saber o que colocar e, principalmente, o que deixar de fora da lista de compras é uma das principais medidas em prol do coração e da saúde como um todo. 

    “Os estudos apontam mudanças benéficas na qualidade alimentar do brasileiro em alguns momentos na pandemia. Mas, em outros levantamentos, os dados são preocupantes”, reconhece a nutricionista e consultora da Jasmine Alimentos, Bruna Nogueira. O aspecto positivo na avaliação dela foi que, no período mais crítico da pandemia, as pessoas aproveitaram um tempo maior em casa para preparar suas refeições, fazendo escolhas saudáveis e equilibradas de alimentos. Também prestaram mais atenção aos rótulos, buscando incluir no dia a dia produtos, mesmo que industrializados, com ingredientes funcionais ou benéficos ao organismo. “O lado negativo foi que o uso de aplicativos de delivery de refeições e o consumo de doces, frituras, alimentos ultraprocessados e álcool também cresceram consideravelmente”, lamenta.

    Na visão do cardiologista Paulo Negreiros, do Hospital Marcelino Champagnat, de Curitiba (PR), esse comportamento equivocado de alimentar-se mal foi potencializado com o aumento do sedentarismo. “Infelizmente, com a pandemia, houve um crescimento expressivo do consumo de fast food e diminuição da prática dos exercícios físicos. Essa combinação é catastrófica para o coração”, alerta. 

    Dados do periódico científico Nutrients (da University of South Australia) e da NutriNet Brasil sobre comportamento alimentar reforçam essa contradição. Pela amostra da NutriNet Brasil, vinculada à USP (Universidade de São Paulo), e que acompanha o comportamento alimentar dos brasileiros em todas as regiões, houve aumento de consumo de itens como frutas, hortaliças e feijão de 40,2% para 44,6% na pandemia. Contudo, o consumo de alimentos ultraprocessados passou de 77,9% – número que já é altíssimo na comparação com outros países – para 79,6%. Com outro recorte, o periódico Nutrients constatou aumento no consumo de frutas e hortaliças durante o distanciamento social por parte dos adolescentes em cinco países, inclusive o Brasil. Mas também identificou o crescimento da ingestão de doces e frituras entre os jovens.

    De acordo com a nutricionista, um padrão alimentar saudável deve ser rico em vegetais, cereais integrais (como farelo de aveia, arroz integral, aveia em flocos, quinoa), azeite de oliva, sementes (linhaça, chia, semente de abóbora, por exemplo), leguminosas, frutas, peixes e castanhas (castanha-do-Brasil, amêndoas, nozes, pistache etc.). “Esses alimentos favorecem uma vida mais equilibrada e, ainda, atuam como cardioprotetores, já que são fontes de fibras, ômega-3, vitaminas, minerais e fitoativos, que são importantes nesse cuidado integrado”, esclarece. 

    Segundo Bruna, a combinação ideal seria a da chamada “dieta do Mediterrâneo”, à base de carnes magras (em destaque, a de peixe), e rica em frutas, verduras, legumes e grãos, evitando-se embutidos e industrializados. Os hábitos alimentares saudáveis e equilibrados podem atuar na prevenção e no tratamento dos eventos cardiovasculares, e, também, na redução de alguns fatores de risco associados ao desencadeamento das doenças cardiovasculares e crônicas, como: dislipidemias (redução dos níveis de HDL-c e/ou aumento dos níveis de colesterol total, LDL-c e/ou triglicerídeos no sangue), aumento da glicemia, inflamação e estresse oxidativo. “Um corpo bem nutrido é capaz de exercer o seu melhor potencial de saúde”, completa Paulo Negreiros.

    Fora da lista pró-coração

    Alimentos e produtos com alto teor de gorduras trans e saturadas, além de carboidratos simples, com alto índice glicêmico (com capacidade de gerar picos de glicemia) e ricos em aditivos artificiais, como embutidos, frituras, bebidas adoçadas, biscoitos recheados, farinhas refinadas, salgadinhos industrializados não saudáveis, carnes vermelhas, entre outros, impactam negativamente os níveis de glicemia, colesterol e triglicerídeos séricos. 

    Além de prejudicar a saúde do coração, eles podem levar ao ganho de peso, inflamação e estresse oxidativo, que também comprometem a performance física, reduzindo a vitalidade, a disposição e a qualidade de vida. 

    “Os fatores genéticos são os maiores preditivos das doenças do colesterol (dislipidemias), no entanto, uma dieta saudável é crucial para que se atinjam níveis aceitáveis de colesterol para prevenção de doenças cardiovasculares, apesar de os fatores genéticos de alguns poderem levar a níveis elevados de colesterol”, explica o cardiologista. 

    “Podemos dizer que a genética não é destino, isso porque o que irá determinar que um gene seja expressivo ou não, na maioria das vezes, é a interação do indivíduo com o ambiente e a nutrição”, acrescenta o especialista, que defende: “O trinômio ‘alimentação, exercício físico e saúde mental’ exercem maior influência do que o perfil genético e a idade isolados, além de reduzirem em 80% os riscos de doenças crônicas e cardiovasculares”.

    Dentro da lista pró-coração

    De acordo com Bruna Nogueira, a indústria de alimentos saudáveis evoluiu muito e, atualmente, oferece produtos que substituem ingredientes refinados por opções integrais e menos processadas, como farinha de trigo integral, aveia, açúcar mascavo, açúcar demerara e mel. “A tecnologia tem ajudado no desenvolvimento de produtos altamente nutritivos, saborosos e com baixo ou nenhum risco à saúde. É possível encontrar nas prateleiras dos supermercados muitos produtos industrializados com alto poder nutritivo”, destaca. 

    Confira quais são os alimentos considerados “cardioprotetores” e que devem ser presença constante na lista de compras: 

    Farelo de aveia – Apresenta uma excelente concentração de fibras solúveis, principalmente beta-glucanas, além de avenantramidas, compostos bioativos com efeito anti-inflamatório e antioxidante. O consumo frequente contribui com a redução do colesterol total e do LDL-c de forma significativa, de acordo com diversos estudos recentes;

    Frutas vermelhas e roxas – Morango, açaí, cranberry, goji berry são algumas das frutas ricas em polifenóis, como as antocianinas, procianidinas, quercetina, ácidos fenólicos e polissacarídeos, além de fibras, que estão associadas à melhora dos níveis de colesterol, e favorecem a saúde cardiovascular.

    Sementes de chia e de linhaça – Ambas são fontes de ômega-3 e de fibras solúveis e insolúveis, que trazem benefícios para a saúde do coração e redução do colesterol ruim.

    Castanhas – Nozes, castanha-do-Brasil, pistache, amêndoa, avelã e outras sementes são ricas em selênio, zinco, magnésio e compostos bioativos, que atuam em diferentes mecanismos para contribuir com a saúde cardiovascular.

    Cereais integrais (arroz integral, quinoa) – Têm boa concentração de fibras que irão beneficiar a saúde do coração, uma vez que auxiliam desde a diminuição dos níveis de colesterol até a redução da inflamação.

    Azeite de oliva – É considerado um grande cardioprotetor, por favorecer a redução dos níveis de colesterol LDL e total, e por estimular o aumento do HDL-c.

  • Conheça os Benefícios do Açaí para a Saúde da Mulher

    O açaí é uma fruta popular brasileira, oriunda da região norte do país. Seu consumo é bastante diferenciado em cada parte do Brasil, no Amazonas e no Pará ele é bastante consumido puro, como guarnição para as refeições, acompanha muito bem peixes e todo tipo de carne. Nas demais regiões do país, principalmente em regiões litorâneas, o açaí é consumido como sobremesa.

    Em São Paulo, o açaí paraense 100% orgânico, é facilmente encontrado no restaurante, Amazônia Soul, que fica localizado na Vila Mariana. O Chef Pedro Amaral, que é dono do restaurante, conta que o açaí vendido no Amazônia Soul, vem semanalmente de Belém. 

    Seja em pratos salgados ou doces, é fato que o açaí é uma fruta riquíssima em nutrientes e traz uma série de benefícios para a saúde da mulher, confira alguns deles.

    Combate o envelhecimento – Por ser rica em vitaminas C e E, o açaí atua como antioxidante, reduzindo a ação de radicais livres e a oxidação das células, combatendo o envelhecimento precoce.

    Melhora do Intestino – O açaí é rico em fibras e ajuda a regular o intestino, evitando a diarreia e prisão de ventre.

    Combate Doenças Degenerativas – Os antioxidantes do açaí reduzem o acúmulo da proteína Beta-amilóide no cérebro, que está diretamente ligada a doenças degenerativas, como por exemplo o Alzheimer, que acomete um número maior de mulheres do que homens.

    Faz bem para a saúde do coração – Por possuir quantidades significativas de antocianina, nutriente que dá a cor roxa a fruta, o açaí é considerado um importante aliado do coração. Pois essa substância evita a degeneração celular, impedindo o surgimento de problemas cardiovasculares. Além disso a fruta possuí uma concentração de polifenóis, que aumentam o fluxo sanguíneo do coração, fazendo com ele se mantenha saudável.

    Alivia dores do ciclo menstrual – O açaí também é rico em cálcio. Ele ajuda a reduzir as sensações de dores e inchaço que são comuns durante o período menstrual. 

    Garante energia para praticar atividades físicas – Por ser rica em calorias e por conter carboidrato, o açaí é extremante energético e garante energia para a prática de atividades físicas, o ideal é que o consumo da fruta seja antes das atividades, já que sua digestão é rápida.

    Amazônia Soul      

    Com cardápio fixo, o restaurante faz entregas para até 7 km ou retirada no local. Entre as sugestões estão; Suco de fruta natural (R$ 7,90) Isca de Dourada (R$ 32,90), Costela de Tambaqui (R$ 57,90), Pirarucu de casaca (R$ 63,90), Menu executivo a partir de (R$ 22,90), Tacacá em versão grande (R$ 31,90) e açaí paraense orgânico e 100% puro (R$ 25,90 – 500ml). Pedidos pelo tel. (11) 5083-4046  Instagram: @amazoniasoulsp. Retirada: R. Áurea, 361, Vila Mariana. Atendimento somente por delivery enquanto a cidade de São Paulo, estiver na fase vermelha. 

  • 7 erros na Farmacinha de viagem

    Farmacinha de viagem: 7 erros que podem transformar um imprevisto em problema

    Orientações atualizadas de autoridades de saúde reforçam que embalagem original, validade, armazenamento e possíveis interações devem ser considerados antes de colocar medicamentos na mala

    Dor de cabeça, febre, desconfortos gastrointestinais e outros sintomas inesperados podem surgir durante uma viagem. Por isso, incluir alguns medicamentos na bagagem é um hábito comum. O problema começa quando a preparação é feita sem verificar como os produtos devem ser transportados, quais são suas contra indicações ou se podem ser combinados com outros tratamentos.

    Uma pesquisa realizada pelo Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade em parceria com o Datafolha, divulgada pelo Conselho Federal de Farmácia em 2025, ouviu 2.009 brasileiros e mostrou que 64% acreditam que a atuação do farmacêutico reduz as chances de automedicação. O dado chama atenção para a importância da orientação profissional mesmo diante de medicamentos conhecidos ou já utilizados anteriormente.

    1. Tirar os medicamentos das embalagens originais

    Transferir comprimidos para potes ou organizadores pode economizar espaço, mas dificulta a identificação do medicamento, de sua concentração, lote e validade.

    Na edição 2026 do Yellow Book, publicada em abril de 2025, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos recomenda que viajantes internacionais mantenham os medicamentos em seus recipientes originais e identificados. A orientação também reduz problemas em fiscalizações e facilita a identificação do produto em uma emergência.

    2. Viajar sem a bula ou sem acesso às informações do medicamento

    A bula reúne indicações, contra indicações, possíveis reações adversas, interações e orientações de uso. Em atualização realizada em abril de 2026, a Anvisa reforça que esse documento possui função sanitária e reúne informações necessárias para o uso seguro do medicamento.

    Caso a versão impressa não esteja disponível, o Bulário Eletrônico da agência permite consultar gratuitamente bulas atualizadas pelo nome comercial ou pelo princípio ativo. Isso vale também para medicamentos identificados por marcas comerciais, como Spidufen, cuja bula pode ser consultada antes ou durante a viagem sempre que houver necessidade de confirmar alguma orientação.

    3. Não conferir a validade antes de fechar a mala

    Medicamentos que permanecem durante meses em bolsas, nécessaires ou armários podem chegar à próxima viagem já vencidos. A Anvisa orienta conferir na embalagem tanto a data de validade quanto informações como número do lote e registro do produto.

    Também é recomendado observar alterações de cor, cheiro, textura ou aparência, mesmo quando o medicamento ainda estiver dentro do prazo indicado.

    4. Ignorar temperatura e condições de armazenamento

    Deixar medicamentos no carro, expostos diretamente ao sol ou próximos de fontes de calor pode comprometer as condições previstas pelo fabricante. O Ministério da Saúde indica que sejam armazenados em locais secos e frescos e que produtos que exigem refrigeração sigam orientações específicas.

    Em viagens longas, a condição de transporte merece atenção especial, principalmente quando o medicamento depende de determinada faixa de temperatura.

    5. Escolher medicamentos sem considerar o próprio histórico de saúde

    Ter utilizado um produto anteriormente não significa que ele seja adequado em qualquer situação. Mudanças no estado de saúde, novos tratamentos, alergias, gestação ou outras condições podem alterar os riscos envolvidos.

    O Ministério da Saúde recomenda que viajantes que utilizam medicamentos regularmente conversem com o médico antes da viagem e levem quantidade suficiente para o período, acompanhada da prescrição quando necessária.

    6. Tratar medicamentos conhecidos como automaticamente seguros

    A familiaridade não elimina contraindicações. A mesma atenção deve ser aplicada aos medicamentos isentos de prescrição, a disponibilidade sem exigência de receita não substitui a leitura da bula nem a avaliação de possíveis restrições individuais ou interações com outros produtos.

    A orientação ganha importância quando a farmacinha reúne medicamentos de diferentes classes para situações distintas, já que nomes conhecidos ou experiências anteriores não bastam para determinar segurança em um novo contexto.

    7. Combinar medicamentos sem verificar possíveis interações

    Um dos maiores riscos está em utilizar simultaneamente produtos sem saber se possuem princípios ativos semelhantes ou se interagem entre si.

    A preparação da farmacinha, portanto, começa antes da escolha do que colocar na mala. Conferir embalagens, bulas, validade, condições de conservação, tratamentos em andamento e regras do destino reduz situações evitáveis e permite buscar orientação profissional antes do embarque, e não apenas quando um problema já apareceu.

  • “Miraculous Ladybug: O Show Musical” chega a São Paulo

    “Miraculous® Ladybug: O Show Musical” chega a São Paulo para temporada inédita no Teatro Villa Lobos

    Após passar por diferentes cidades brasileiras, a produção baseada na premiada série de TV Miraculous: As Aventuras de Ladybug e Cat Noir, fenômeno mundial da Miraculous Corp, chega a São Paulo para temporada no Teatro Villa Lobos.


    “Miraculous® Ladybug: O Show Musical”, adaptação oficial para o palco da série de sucesso Miraculous: As Aventuras de Ladybug e Cat Noir, da Miraculous Corp — joint venture entre Mediawan e ZAG —, chega a São Paulo para temporada de 3 de outubro a 1º de novembro, no Teatro Villa Lobos, localizado no Shopping Villa Lobos. A capital paulista recebe a superprodução internacional após sua passagem por diferentes cidades brasileiras ao longo da turnê nacional. Apresentada pelo Ministério da Cultura e pela Brasilprev, com patrocínio da Eurofarma, a realização é da Passos na Arte e Touché Entretenimento. Os ingressos estão à venda pela Sympla e bilheteria local.

    Dirigida por Marllos Silva, esta produção espetacular e voltada para a família, promete uma experiência inesquecível para públicos de todas as idades. Apresentando efeitos especiais de tirar o fôlego, cenários majestosos e um show de luzes deslumbrante, a performance ao vivo mistura magia, narrativa envolvente, coreografias impressionantes e canções originais criadas exclusivamente para o palco. O resultado é uma jornada totalmente imersiva que aproxima os personagens amados mais do que nunca de seus fãs.

    Para dar forma a essa experiência, a equipe criativa conta ainda com direção musical de Laura Visconti, canções originais adicionais de Daniel Rocha, coreografias de Danilo Santana, desenho de som de Gabriel D’Angelo, desenho de luz de Felipe Antello, cenários da artista plástica Flávia Junqueira e João Azevedo, com cenografia executiva de Victor Aragão, figurinos de Bruno Oliveira e visagismo de Anderson Bueno.

    Miraculous® Ladybug: O Show Musical convida o público para o mundo mágico de Paris — onde Marinette, uma adolescente comum, se transforma na icônica super-heroína Ladybug ao lado do enigmático Cat Noir. Enquanto Marinette se prepara para comemorar seu aniversário, uma nova ameaça paira sobre a cidade. O sinistro Hawk Moth usa seus poderes sombrios para drenar as cores do mundo, mergulhando tudo no caos. Marinette e Adrien devem enfrentar o desafio, confrontar seus medos e abraçar seus destinos. Guiados pelo poder dos Miraculous, eles embarcam em sua maior batalha até agora — para proteger sua cidade e restaurar a esperança. O lançamento brasileiro segue adaptações anteriores de sucesso na Espanha e na França.

    O elenco é liderado por Isabella Daneluz (Marinette/Ladybug), Enzo Campeão (Adrien Agreste/Cat Noir), Sofia Ferrer (Alya Césaire), Victor Marinho (Nino Lahiffe), Nicole Lara (Sabine Cheng), Lucas Cordeiro (Tom Dupain), Beatrice Miranda (Chloé Bourgeois e Saturadora), Bia Passos (Sabrina Raincomprix e Tikki), Bruno Albuquerque (Mestre Fu), Júlio Félix (Hawk Moth) e Talihel (Plagg). Completam a companhia os integrantes do ensemble Marina NogueiraAna Júlia CestaroAlicia Silvano e Cassio Cöllares, além de Giovanna Melo como swing feminino e Júnior Pires como swing masculino.

    No espetáculo, os personagens ganham vida através de performances habilidosas e figurinos meticulosamente elaborados que capturam a magia da série. Cenografia imersiva, elementos multimídia e tecnologia de palco inovadora transportam os espectadores diretamente para as ruas icônicas de Paris, recriando a atmosfera que os fãs conhecem do mundo animado.

    O musical combina canções familiares com composições originais inéditas criadas especialmente para o show, convidando o público a cantar junto enquanto descobre novas favoritas. Mais do que uma aventura de super-heróis, a história explora amizade, trabalho em equipe, bravura e amor através de reviravoltas emocionais e momentos inesperados. Ao longo da performance, cenas interativas convidam o público a se tornar parte da ação, ajudando Ladybug e Cat Noir a enfrentar Hawk Moth, Rhinosaur e um novo vilão misterioso, Spectre.

    Touché Entretenimento traz para a produção sua expertise em musicais familiares de grande escala, com créditos que incluem Beetlejuice – O Musical, Uma Babá Quase Perfeita, Peter Pan – O Musical da Broadway, Cinderella – O Musical da Broadway, Bob Esponja – O Musical e Patrulha Canina – O Musical! Corrida de Resgate. Essa experiência molda um show grandioso e de alta energia, projetado para unir pais e filhos em um evento teatral imersivo cheio de adrenalina, fantasia e emoção.

    “A Brasilprev tem construído sua atuação em cultura a partir de projetos que combinam relevância artística, alcance de público e potencial de conexão entre gerações. ‘Miraculous® Ladybug: O Show Musical” reúne esses atributos ao levar uma experiência teatral de grande escala para diferentes cidades do país”, afirma Laura Beltran, gerente de Comunicação da Brasilprev.

    A turnê nacional de “Miraculous® Ladybug: O Show Musical” percorreu diferentes capitais brasileiras ao longo de 2026, passando por cidades como Natal, Fortaleza, Brasília, Goiânia e Belém antes de chegar a São Paulo. Após a temporada paulista, o espetáculo segue para o Rio de Janeiro, onde realiza a última temporada já anunciada da circulação nacional. Ao longo desse percurso, a superprodução internacional ampliou o alcance da franquia no país e levou o universo de Ladybug e Cat Noir a públicos de diferentes regiões. 

    SERVIÇO SÃO PAULO:
    MIRACULOUS® LADYBUG: O SHOW MUSICAL

    Local: Teatro Villa Lobos – Shopping Villa Lobos
    Av. Dra. Ruth Cardoso, 4777 – Jardim Universidade Pinheiros, São Paulo – SP 

    Temporada: 3 de outubro a 1º de novembro de 2026

    Horários:Quintas e sextas-feiras, às 19h | Sábados, às 13h, 16h e 19h |Domingos, às 16h e 19h.

    Ingressos: R$25 a R$260Vendas: Sympla e bilheteria local
    Bilheteria: Aberta somente nos dias de apresentação, a partir de 3 horas antes do início de cada sessão.
    Totem de autoatendimento: Localizado no 4º andar do Shopping Villa Lobos, em frente aos elevadores. Disponível todos os dias, durante o horário de funcionamento do shopping, sem cobrança de taxa de conveniência.
    Classificação: Livre
    Duração: 80 minutos

  • Consumo diário de azeite é benéfico?

    Consumo diário de azeite é associado a uma redução de 19% no risco de morte por doenças cardiovasculares

    No Dia Mundial do Coração, nutricionista explica como incluir o azeite de oliva nas refeições e quais outros hábitos ajudam a proteger a saúde cardiovascular

    Manter a saúde cardiovascular depende de uma combinação de hábitos, entre eles, o consumo de determinados alimentos. A ingestão diária de mais de 7 gramas de azeite de oliva por dia — quantidade próxima a meia colher de sopa — foi associada a uma redução de 19% no risco de morte por doenças cardiovasculares, em comparação com pessoas que não consumiam o alimento ou o utilizavam raramente. O dado faz parte de um estudo publicado no Journal of the American College of Cardiology, que acompanhou mais de 90 mil adultos nos Estados Unidos ao longo de 28 anos. 

    Os pesquisadores também observaram que a substituição de margarina, manteiga, maionese e gordura láctea por azeite esteve associada a um menor risco de mortalidade. Os resultados reforçam que seu benefício está relacionado não apenas à presença do alimento no cardápio, mas ao lugar que ele ocupa na alimentação, especialmente quando substitui fontes de gordura saturada. 

    No Dia Mundial do Coração, celebrado em 29 de setembro, a nutricionista Dra. Aline Maldonado, consultada pela marca de azeite Nova Oliva, explica como incorporar o alimento às refeições cotidianas sem perder de vista o conjunto das escolhas feitas à mesa. 

    “O azeite de oliva é fonte de gorduras monoinsaturadas e contém compostos antioxidantes, especialmente quando na versão extravirgem. Sua presença na alimentação pode contribuir para um perfil de gorduras mais favorável à saúde cardiovascular, principalmente quando substitui alimentos ricos em gordura saturada. Isso não significa simplesmente acrescentar azeite ao que já se consome, mas observar a composição da refeição como um todo”, explica Aline. 

    A importância do tema fica evidente diante da frequência com que as doenças cardiovasculares afetam a população brasileira. Segundo o Ministério da Saúde, estima-se que ocorram entre 300 mil e 400 mil casos de infarto por ano no Brasil, com um óbito a cada cinco a sete casos. A Organização Mundial da Saúde ressalta, porém, que a maioria das doenças cardiovasculares pode ser prevenida pelo controle de fatores de risco como alimentação inadequada, sedentarismo, tabagismo, consumo prejudicial de álcool e obesidade. 

    Quanto azeite consumir por dia? 

    Não existe uma recomendação universal da OMS que determine uma quantidade diária específica de azeite. O Guia Alimentar para a População Brasileira orienta que óleos e gorduras sejam utilizados em pequenas quantidades para temperar e cozinhar alimentos e preparar refeições. 

    Como referência prática, o azeite de oliva pode ser distribuído entre diferentes preparações ao longo do dia, desde que a quantidade seja compatível com as necessidades individuais e com as demais fontes de gordura presentes na alimentação. A indicação pode variar conforme idade, condições de saúde, nível de atividade física e composição do cardápio. 

    A utilização não precisa ficar restrita às saladas. O azeite de oliva pode ser empregado para refogar legumes, preparar arroz e feijão, finalizar sopas, acompanhar pães e compor molhos. Também pode aparecer em bolos e outras sobremesas como alternativa a determinadas gorduras, desde que sejam respeitadas as características e as proporções de cada receita. 

    Azeite de oliva faz parte de um prato variado e equilibrado 

    Ainda de acordo com Dra. Aline Maldonado, a alimentação interfere em diferentes fatores relacionados ao risco cardiovascular. O excesso de gordura saturada pode contribuir para a elevação do colesterol LDL, conhecido como “colesterol ruim”, que pode se acumular nas paredes das artérias e favorecer a formação de placas.  

    Triglicérides elevados, níveis reduzidos de HDL, pressão arterial alta, glicemia alterada e excesso de gordura abdominal também merecem atenção. Quando combinadas, essas condições aumentam a probabilidade de doenças como infarto e acidente vascular cerebral. 

    Nesse contexto, o papel do azeite de oliva está principalmente relacionado à qualidade da gordura presente na alimentação. Por ser fonte de gorduras monoinsaturadas, ele pode substituir manteiga e outras fontes de gordura saturada em diferentes preparações. Essa troca, porém, deve estar inserida em um padrão alimentar que inclua frutas, verduras, legumes, grãos, leguminosas, castanhas e fontes adequadas de proteína. 

    “Proteger o coração não exige eliminar os alimentos que fazem parte da cultura brasileira. Arroz e feijão, por exemplo, podem e devem permanecer no prato. O mais importante é observar a variedade, as proporções, a frequência de consumo dos alimentos ultraprocessados e as quantidades de sal, açúcar e gordura saturada consumidas ao longo do dia”, orienta Aline. 

    Saúde cardiovascular também depende de hábitos fora da cozinha 

    A alimentação integra um conjunto mais amplo de medidas preventivas. Praticar atividade física regularmente, não fumar, evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, dormir adequadamente, administrar o estresse e acompanhar a pressão arterial, a glicemia e o colesterol são cuidados importantes para reduzir fatores de risco.  

    Quanto à prática de exercícios, a OMS aponta que a atividade física regular está associada a uma redução de 19% no risco de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral (AVC). Para adultos, a organização recomenda entre 150 e 300 minutos semanais de atividade aeróbica moderada ou de 75 a 150 minutos de atividade intensa, além de exercícios de fortalecimento muscular. 

    “O cuidado cardiovascular é construído pela repetição de escolhas possíveis. Uma refeição equilibrada, o uso adequado do azeite de oliva, a prática de atividade física e o acompanhamento da saúde produzem resultados quando deixam de ser ações ocasionais e passam a fazer parte da rotina”, conclui a nutricionista. 

  • Por que o câncer pode surgir mesmo sem casos na família?

    Câncer sem histórico: por que a doença pode surgir mesmo sem casos na família?

    Ausência de casos entre parentes não elimina o risco; hábitos de vida, envelhecimento e fatores ambientais também podem influenciar o desenvolvimento de diferentes tipos de tumores

    “Na minha família ninguém teve câncer. Então, eu também não preciso me preocupar?” A associação entre histórico familiar e câncer é comum, mas a ausência de casos entre parentes não significa que uma pessoa esteja protegida contra a doença. O câncer não tem uma causa única e pode surgir a partir da combinação de diferentes fatores, incluindo características do próprio organismo, envelhecimento, hábitos de vida e exposições ao longo da vida.

    “Ter histórico familiar é uma informação importante e deve ser considerada na avaliação médica, principalmente quando existem vários casos na família ou quando a doença aparece em pessoas mais jovens. Porém, a maioria dos cânceres não acontece exclusivamente por uma alteração genética herdada dos pais. Por isso, uma pessoa sem nenhum caso conhecido na família também pode desenvolver a doença”, explica Erika Simplicio, oncologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

    O câncer pode aparecer mesmo sem histórico familiar?

    Sim. O desenvolvimento do câncer é um processo complexo e pode envolver alterações que acontecem nas células ao longo da vida. Entre os fatores que podem aumentar o risco estão o tabagismo, o consumo de bebidas alcoólicas, o excesso de peso, a falta de atividade física, a alimentação inadequada e a exposição excessiva ao sol, além de alguns agentes presentes no ambiente e no trabalho.

    Isso explica por que duas pessoas com históricos familiares completamente diferentes podem desenvolver a mesma doença. Também significa que não é adequado avaliar o risco de câncer apenas pela existência ou não de casos na família.

    “O histórico familiar é apenas uma parte da avaliação. O estilo de vida e as exposições que uma pessoa teve ao longo dos anos também precisam ser considerados. Além disso, a idade é um fator importante, porque o risco de alguns tipos de câncer aumenta conforme envelhecemos”, afirma a oncologista.

    Ter casos na família significa que vou ter câncer?

    A resposta é não. Ter um familiar com câncer não significa que a doença necessariamente será desenvolvida por outros membros da família. Em alguns casos, porém, determinados padrões familiares podem indicar uma maior possibilidade de predisposição hereditária e merecem uma avaliação mais cuidadosa.

    Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de 5% a 10% dos casos de câncer estão relacionados a alterações genéticas hereditárias que aumentam a predisposição para determinados tumores.

    “Precisamos evitar os dois extremos: achar que quem tem histórico familiar necessariamente terá câncer ou acreditar que quem não tem nenhum caso na família está protegido. A análise deve ser individualizada, levando em conta o tipo de câncer, a idade em que os familiares foram diagnosticados e outros fatores”, orienta Erika.

    Hábitos podem ajudar a reduzir o risco

    Embora não seja possível evitar todos os casos de câncer, algumas escolhas podem contribuir para reduzir o risco. Não fumar, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física regularmente, cuidar do peso e proteger a pele da exposição excessiva ao sol estão entre as medidas importantes.

    A vacinação também tem papel importante na prevenção de alguns tipos de câncer. A vacina contra o HPV, por exemplo, ajuda a prevenir infecções que podem estar relacionadas ao desenvolvimento de alguns tumores, enquanto a vacinação contra a hepatite B contribui para prevenir casos de câncer de fígado relacionados ao vírus.

    “Prevenção não significa que uma pessoa estará 100% protegida contra o câncer. O objetivo é reduzir os fatores que podem aumentar esse risco. São cuidados que devem fazer parte da rotina ao longo da vida, e não apenas quando surge algum problema”, explica a especialista.

    Além de manter hábitos saudáveis, é importante conhecer o próprio corpo e não ignorar mudanças persistentes. Perda de peso sem explicação, sangramentos sem causa conhecida, alterações persistentes no funcionamento do intestino ou da bexiga, aparecimento ou mudança de características de uma pinta e sintomas que permanecem mesmo após medidas simples devem ser avaliados por um profissional.

    Isso não significa que esses sinais sejam necessariamente câncer. Muitas outras condições podem causar os mesmos sintomas. A orientação médica é importante justamente para identificar a causa e definir se são necessários exames complementares.

    “Um sintoma isolado raramente significa que uma pessoa tem câncer. O que merece atenção é uma alteração persistente, sem explicação ou diferente do padrão habitual. Quanto antes uma alteração é investigada, maior é a possibilidade de identificar a causa e, quando necessário, iniciar o tratamento adequado”, alerta Erika Simplicio.

    Sem histórico familiar, preciso fazer acompanhamento?

    Sim. O acompanhamento médico e os exames preventivos não devem ser definidos apenas pela existência de casos de câncer na família. A idade, o sexo, os fatores de risco e as características individuais devem ser considerados para definir quais cuidados e exames são indicados para cada pessoa.

    “Não ter histórico familiar é uma informação positiva, mas não deve ser usada como motivo para deixar de lado os cuidados com a saúde. O mais importante é manter o acompanhamento adequado para a sua faixa etária e suas características, adotar hábitos que reduzam os fatores de risco e procurar atendimento quando houver alguma mudança persistente”, conclui a oncologista.

  • Magic Garden mantém campo de girassóis florido durante a Expoflora

    Magic Garden mantém campo de girassóis florido durante a Expoflora

    Magic Garden mantém campo de girassóis florido durante a Expoflora com plantio de 45 mil sementes

    Para que todas as pessoas que visitam a Expoflora, desde o primeiro fim de semana até os últimos dias da festa, encontrem um campo de girassóis floridos, o Magic Garden Holambra plantou cerca de 45 mil sementes em etapas. A atração, que funciona exclusivamente durante a Expoflora, recebe o público nos 16 dias de funcionamento do evento, distribuídos ao longo de cinco semanas.


    O primeiro canteiro de girassóis foi semeado em 25 de junho, na parte mais distante da entrada. Nas quatro semanas seguintes, novos plantios avançaram em direção ao início do percurso. Dessa forma, os canteiros chegam à floração em momentos diferentes e ajudam a renovar o cenário ao longo da festa.


    Segundo Paulo Fernandes, responsável pelo Magic Garden, as variedades de maior porte utilizadas no parque levam entre 70 e 90 dias para florescer e, depois de abertas, mantêm as pétalas em boas condições por cerca de 10 a 15 dias. Por isso, plantar todo o campo de uma única vez faria com que os girassóis atingissem seu melhor momento praticamente ao mesmo tempo.


    Em 2026, foram plantadas aproximadamente 45 mil sementes, 50% a mais do que as cerca de 30 mil utilizadas no ano anterior.

    Flores cultivadas para receber visitantes Localizado a aproximadamente seis quilômetros do recinto da Expoflora, o Magic Garden foi criado para a visitação e recebe entre 25 mil e 30 mil pessoas por edição.
    Em outros lugares, nos cultivos destinados à produção de flores de corte, o acesso aos canteiros normalmente é restrito e a colheita segue as exigências de comercialização. No Magic Garden, nenhuma das flores plantadas é destinada à venda. Isso permite que as plantas permaneçam no solo, desabrochem completamente e sejam cultivadas em canteiros pensados para a circulação do público. Corredores abertos entre as flores possibilitam caminhar pelo campo, observar as plantas de perto e fotografar em meio aos jardins.
    O passeio acrescenta à programação da Expoflora uma experiência diferente da encontrada dentro do recinto. Enquanto a festa reúne a Exposição de Arranjos Florais, a Mostra de Paisagismo e Decoração, atrações culturais, gastronomia e o Shopping das Flores, no Magic Garden o visitante encontra as flores ainda plantadas no campo.

    Novo rosedal tem 950 roseiras Uma das principais novidades desta edição é o novo rosedal, instalado no início do percurso. O espaço reúne aproximadamente 800 roseiras de variedades spray, que formam conjuntos de flores menores, e outras 150 roseiras de variedades maiores e perfumadas. Além do efeito visual, essas últimas acrescentam ao jardim o aroma das flores como parte da experiência do visitante.
    Outro novo ambiente é inspirado em borboletas, lagartas e joaninhas. Os destaques são uma grande escultura em forma de borboleta ornamentada com flores e um painel de borboletas-monarca criado para integrar as fotografias dos visitantes. Outras referências aos insetos aparecem ao longo dos canteiros.

    Esculturas permitem entrar nas composições Além dos jardins, o percurso reúne esculturas e cenários criados para a interação com o público. Entre eles estão uma torneira em grandes proporções e uma figura feminina que, vista de determinado ângulo, produz a impressão de estar levitando.
    Outro cenário traz uma silhueta desenhada no solo, onde o visitante pode se posicionar para ser fotografado de cima. O circuito inclui ainda outras composições que combinam flores, esculturas e recursos de perspectiva, além de lavandário, mini-orquidário, jardins ao ar livre e canteiros com diferentes espécies.
    A proposta é que o público possa circular entre as instalações e fazer parte das composições, em vez de observá-las apenas à distância.

    Preparação começa após o encerramento da festa Embora fique aberto ao público apenas durante a Expoflora, o Magic Garden leva praticamente um ano para ser preparado.
    Depois do encerramento de cada edição, as plantas sazonais são retiradas dos canteiros e encaminhadas para compostagem. O material se transforma em matéria orgânica e é utilizado posteriormente na preparação do solo para novos cultivos.
    Ao mesmo tempo, começa o planejamento da edição seguinte, com a definição dos temas, a escolha das espécies e a produção das esculturas. Algumas áreas exigem preparação com ainda mais antecedência. As roseiras que formam o novo rosedal de 2026, por exemplo, foram plantadas ainda no ano passado.
    Nos meses anteriores à abertura da Expoflora, o trabalho entra em uma nova etapa, com o preparo dos canteiros e o plantio das espécies sazonais. Neste ano, a semeadura do campo de girassóis começou em 25 de junho e prosseguiu durante cinco semanas.
    Assim, quando os visitantes chegam ao Magic Garden, encontram o resultado de um ciclo que começou praticamente no encerramento da Expoflora anterior. Depois dos 16 dias de visitação, o processo recomeça para preparar os jardins da edição seguinte.

    Serviço — passeio ao Magic Garden Holambra O Magic Garden Holambra está localizado a aproximadamente seis quilômetros do recinto da Expoflora. O acesso é realizado exclusivamente pelos ônibus oficiais do passeio, com transporte de ida e volta incluído no ingresso específico da atração.
    A frota funciona em sistema rotativo ao longo do dia. O visitante pode escolher o horário de retorno nos ônibus disponíveis, e o tempo médio de visita é de aproximadamente uma hora.
    Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente pelo site ou no estande do passeio localizado dentro do recinto. Os valores, as condições de compra e a disponibilidade devem ser consultados no momento da aquisição.
    O caminho principal é pavimentado e permite acesso às principais áreas do parque. Alguns trechos são de terra e podem exigir auxílio para pessoas com mobilidade reduzida.
    O espaço dispõe de sanitários, fraldário, posto de primeiros socorros e venda de água. A recomendação é utilizar roupas leves, calçados confortáveis e proteção contra o sol. Em caso de chuva, há áreas cobertas e guarda-chuvas disponíveis para empréstimo.

    Serviço:

    43ª Expoflora

    Local: Holambra, Al. Maurício de Nassau, 675, Centro

    Data: 28 de agosto a 27 de setembro. Sempre às sextas-feiras, sábados e domingos, inclusive dia 7, das 9h às 19h

    Ingressos: Site Oficial

  • Brincar de boneca vai além da diversão

    Brincar de boneca vai além da diversão e ajuda a criança a criar, imaginar e compreender o mundo

    My Mini Mamãe e Bebê Surpresa, da Candide, aposta na experiência lúdica do faz de conta para que crianças experimentem diferentes papéis, reproduzam situações do cotidiano e desenvolvam habilidades sociais

    Em um mundo cada vez mais conectado e repleto de estímulos digitais, resgatar brincadeiras que dependem principalmente da imaginação pode ser uma oportunidade importante para o desenvolvimento infantil. Brincar de boneca, por exemplo, permite que a criança crie personagens, invente histórias e reproduza situações observadas em seu cotidiano, transformando o brinquedo em um ponto de partida para o faz de conta.

    A brincadeira simbólica dá à liberdade para decidir o que acontece na história. Uma boneca pode ser filha, irmã, amiga ou personagem de uma aventura criada naquele momento. Ao assumir diferentes papéis, os pequenos experimentam formas de comunicação, interação e pode expressar sentimentos, percepções e experiências de maneira espontânea.

    Uma história diferente a cada brincadeira

    É nesse universo de possibilidades que entra a My Mini Mamãe e Bebê Surpresa, da Candide. A boneca, que representa uma mamãe grávida, leva para a brincadeira a chegada do bebê ao mundo e convida a criança a criar suas próprias histórias.

    A experiência começa com o nascimento e se amplia com um enxoval completo. Entre os itens estão manta com orelhinhas, babador, bolsa e acessórios de cuidado, como mamadeira e chocalho.

    A brincadeira começa com a descoberta e continua muito depois dela. Ao cuidar da boneca e do nascimento do bebê, é possível imaginar uma rotina divertida, inventar diálogos, criar passeios, histórias e personagens ou reproduzir situações que fazem parte de sua própria realidade.

    Mais do que seguir um roteiro determinado, a proposta é oferecer elementos para que a criança construa o seu próprio. É justamente essa liberdade que torna o faz de conta tão rico: os acessórios ajudam a dar vida à história, mas é a imaginação da criança que determina o que acontece a cada brincadeira.

    Além de ampliar as possibilidades de faz de conta, os diferentes elementos do enxoval permitem que a criança explore, de maneira lúdica, situações relacionadas cuidado e afeto. Assim, a My Mini Mamãe e Bebê Surpresa transforma os momentos de brincadeira em oportunidades para criar narrativas, exercitar a imaginação e vivenciar diferentes experiências por meio do universo simbólico.

    Quando a criança brinca com a My Mini Mamãe, ela participa de uma experiência completa de cuidado e diversão. A brincadeira começa ainda na gestação, permitindo que ela acompanhe o nascimento, faça o ‘parto’, retire o bebê da barriga da mamãe e, depois, vivencie os primeiros cuidados, como acolher e cuidar do recém-nascido. Tudo isso acontece de forma lúdica, estimulando a imaginação, a criatividade e a construção de narrativas próprias. Mais do que brincar de cuidar de um bebê, a criança pode criar sua própria história e explorar diferentes situações a partir das possibilidades que o brinquedo oferece”, explica Bruno Verea, Diretor de Marketing da Candide.

  • Relacionamento com um narcisista: 7 sinais que não devem ser ignorados

    Relacionamentos marcados por comportamentos narcisistas nem sempre começam com conflitos, controle ou sofrimento. Muitas vezes, acontece o contrário. No início, existe intensidade, atenção, carinho e a sensação de ter encontrado alguém que realmente compreende você.

    O problema surge quando essa dinâmica muda e passa a se repetir em ciclos de aproximação, críticas, afastamento e reconciliação.

    É importante esclarecer que nem toda relação difícil envolve uma pessoa narcisista e que comportamentos isolados não permitem definir ou diagnosticar alguém. Mais importante do que buscar um rótulo é observar a repetição dos comportamentos e, principalmente, o impacto que a relação está provocando em você.

    Para auxiliar nessa identificação selecionei alguns sinais merecem atenção:

    A relação começou intensa demais

    No início, havia atenção constante, carinho, declarações e planos para o futuro. Você se sentia especial e acreditava ter encontrado alguém que realmente a compreendia.

    Depois que o vínculo emocional se fortaleceu, o comportamento mudou. Vieram críticas, cobranças, frieza ou afastamento.

    O sinal de alerta não está apenas na intensidade do começo, mas no fato de você passar a viver tentando recuperar a pessoa que conheceu naquela primeira fase.

    Você começou a duvidar da própria memória

    Ele nega coisas que disse, muda versões dos acontecimentos ou afirma que você entendeu tudo errado.

    Quando isso acontece repetidamente, você começa a questionar a própria percepção. Passa a reler mensagens, reconstruir conversas mentalmente e buscar provas de situações que viveu.

    Aos poucos, pode confiar mais na versão do outro do que em si mesma.

    Os conflitos terminam com você pedindo desculpas

    Você tenta conversar sobre uma atitude que a machucou, mas o foco rapidamente muda.

    Um erro seu é lembrado, sua maneira de falar vira o problema ou você é acusada de provocar a discussão. No final, aquilo que a incomodava deixa de ser discutido e é você quem acaba se justificando ou pedindo desculpas.

    Com o tempo, falar sobre seus sentimentos passa a parecer arriscado e você prefere se calar para evitar novos conflitos.

    O silêncio é usado como punição

    Precisar de um tempo para se acalmar durante uma discussão é saudável quando isso é comunicado. Outra situação é retirar a comunicação e o afeto para punir ou fazer o outro ceder.

    Quando você é ignorada, fica ansiosa, tenta descobrir o que fez de errado e acaba pedindo desculpas apenas para restabelecer o contato, o silêncio pode estar funcionando como uma forma de controle emocional.

    O controle aparece disfarçado de cuidado

    “Eu só quero proteger você.” “Essa amizade não faz bem para você.” “Estou falando isso porque me preocupo.”

    O controle nem sempre aparece como uma proibição explícita. Pode surgir por meio de críticas às suas amizades, roupas, rotina ou decisões.

    O sinal de alerta está quando você começa a mudar suas escolhas para evitar a reação do parceiro. Cuidado verdadeiro não elimina autonomia.

    O carinho vai e volta

    Depois de períodos de críticas, conflitos ou afastamento, o parceiro volta a ser carinhoso. Surgem promessas, pedidos de desculpas e demonstrações de afeto.

    Você sente alívio e acredita que, finalmente, a relação mudou.

    Mas, quando os problemas não são realmente elaborados, o ciclo tende a se repetir. Os momentos bons alimentam a esperança de que aquela pessoa carinhosa do início voltará definitivamente.

    É essa alternância que pode tornar tão difícil compreender porque alguém permanece em uma relação que lhe causa sofrimento.

    Você já não se reconhece

    Talvez este seja o sinal que mais merece atenção. Você pensa muito antes de falar, evita determinados assuntos, abandona planos, afasta-se de pessoas ou deixa de fazer coisas que antes eram importantes.

    Em vez de perguntar “o que eu quero?”, passa a pensar constantemente: “como ele vai reagir?”.

    Quando a vida começa a ser organizada em função das possíveis reações do outro, é importante observar o quanto da sua identidade e autonomia está sendo deixadas para trás.

    O que a relação provoca?

    A pergunta “ele é narcisista?” muitas vezes ocupa um espaço enorme na mente de quem vive uma relação difícil. Mas existe outra pergunta que considero ainda mais importante: como você está se sentindo e se comportando dentro dessa relação?

    Se existe um padrão de medo, culpa, confusão, silenciamento e perda de autonomia, esses sinais não devem ser ignorados.

    Reconhecer uma dinâmica que faz mal não significa que seja fácil sair dela. Existem sentimentos, vínculos, expectativas e esperança envolvidos. Por isso, esse processo precisa ser tratado com acolhimento, e não julgamento.

    No fim, talvez a pergunta mais importante não seja apenas “ele é narcisista?”, e sim “Quem eu estou me tornando para conseguir permanecer nessa relação?”

    E, a partir dessa reflexão, surge outra questão essencial:

    “Quem eu quero voltar a ser?”

  • 84% dos homens já viveu ejaculação precoce

    84% dos homens já viveu ejaculação precoce, mas metade nunca conversou sobre o assunto

    Pesquisa do Sexlog revela que o medo de decepcionar pesa mais do que a própria frustração e ajuda a explicar por que o tema ainda é cercado por silêncio

    A ejaculação precoce está longe de ser uma experiência rara. Pelo contrário: 84% dos homens ouvidos em uma pesquisa realizada pelo Sexlog, maior rede social de sexo e swing da América Latina, afirmam já ter vivido ao menos um episódio em que ejacularam mais rápido do que gostariam. Apesar da alta incidência, o assunto continua sendo pouco discutido dentro dos relacionamentos. Segundo o levantamento, 48,5% dos entrevistados nunca conversaram com a parceira sobre a questão.

    A enquete, realizada com mais de 3 mil respondentes, mostra que o constrangimento ainda é uma das principais barreiras para lidar com o problema. Para 84,9% dos participantes, existe muito ou algum preconceito em falar sobre ejaculação precoce. Embora o estigma seja amplamente reconhecido, ele segue dificultando conversas, a busca por informação e até o acesso a tratamentos.

    Segundo a especialista em saúde sexual Sanny Rodrigues, o silêncio pode acabar alimentando um ciclo que torna a situação ainda mais difícil. ” Se o homem tem uma experiência ruim, fica com medo de acontecer novamente, entra mais ansioso na próxima relação e essa ansiedade interfere ainda mais na resposta sexual. O sexo, que deveria ser uma experiência de prazer, começa a virar uma prova!”, diz.

    Ansiedade aparece como principal fator associado ao problema

    Entre os participantes da pesquisa, 48,4% apontaram a ansiedade como a principal causa da ejaculação precoce. Quando somados os entrevistados que associam a condição a problemas emocionais, o percentual chega a 62%.

    A percepção dos usuários acompanha as estratégias mais procuradas para lidar com a questão. Entre aqueles que buscaram algum tipo de solução, 37,1% recorreram a técnicas comportamentais, abordagem frequentemente recomendada para casos em que fatores emocionais e ansiedade desempenham papel importante.

    Segundo Sanny, um exemplo das técnicas utilizadas no tratamento da ejaculação precoce é a de start-stop, em que a pessoa aprende a reconhecer os sinais de aumento da excitação e interrompe ou reduz a estimulação antes de chegar ao ponto em que a ejaculação se torna inevitável. Depois, retoma-se a atividade quando a excitação diminui.

    Ela diz que outra estratégia é trabalhar a percepção das sensações corporais, ajudando o homem a identificar melhor as mudanças que acontecem ao longo da excitação, em vez de perceber a ejaculação apenas quando ela já está prestes a acontecer.

    O medo de decepcionar pesa mais do que a frustração pessoal

    Quando questionados sobre o impacto emocional causado pela ejaculação precoce, metade dos respondentes (50,5%) afirmou que o principal receio é decepcionar o parceiro ou a parceira, já a frustração consigo mesmo foi citada por 27,4%.

    Apesar do desconforto emocional, apenas 16,3% relataram já ter evitado iniciar uma relação sexual por causa do problema. Os dados sugerem que, para a maioria dos homens, o peso da ejaculação precoce é sentido através da insegurança e com a piora da autoestima, porém não costuma impactar na frequência sexual. 

    Existe disposição para buscar ajuda, mas poucos dão o primeiro passo

    Outro dado que chama atenção é a diferença entre intenção e comportamento. Quando perguntados se procurariam ajuda profissional caso enfrentassem o problema, 88% responderam que sim. Na prática, porém, 40,4% nunca procuraram qualquer tipo de ajuda. 

    Para Sanny Rodrigues, a distância entre discurso e ação reflete o peso do estigma masculino em torno da sexualidade. “O homem pode passar meses ou até anos evitando procurar ajuda porque acredita que admitir a dificuldade significa admitir uma espécie de fracasso e isso não é verdade. Afinal, sexualidade também é saúde.”

    Conversa e acolhimento podem fazer diferença

    De acordo com a especialista, a forma como o tema é abordado dentro da relação pode influenciar diretamente a disposição para buscar ajuda e enfrentar a situação sem culpa ou vergonha. “Uma abordagem acolhedora seria: ‘Percebi que isso parece estar te incomodando. Podemos conversar e, se você quiser, procurar ajuda?’. Quando o casal consegue tirar o sexo do lugar de prova e colocar no lugar de comunicação, prazer e intimidade, muita coisa pode começar a mudar.”