Autor: agitosp

  • Caça aos Biscoitos para pets no Shopping Frei Caneca

    Shopping Frei Caneca promove caça aos biscoitos para pets no Halloween

    Ação nos dias 31 de outubro e 1º de novembro convida tutores e cães a percorrerem lojas em busca de petiscos

    O Shopping Frei Caneca, na região central de São Paulo, prepara uma programação especial de Halloween para os pets e seus tutores. Nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, o empreendimento realiza o ‘Caça aos Biscoitos’, uma atividade que convida os visitantes a explorarem as lojas participantes em busca de petiscos para seus companheiros de quatro patas.

    Das 14h às 19h30, em três sessões disponíveis (14h, 16h e às 18h), durante a brincadeira, os tutores percorrem diferentes pontos do shopping seguindo um mapa que orienta o trajeto. A cada parada, os cães ganharão biscoitinhos, e o tutor ganhará um brinde, transformando o passeio em uma experiência interativa que combina diversão, convivência e o clima descontraído do Halloween.

    Para encerrar a programação, os pets são convidados a participar de um desfile de fantasias, momento dedicado à criatividade dos tutores e à caracterização dos animais para a data. Para participar do Caça aos Biscoitos, é necessário realizar cadastro pelo link https://eventos.besistemas.com.br/freicaneca/event/3gnoconwlisa6e74/caca-aos-biscoitos, a partir do dia 19 de outubro. 

    Serviço
    Caça aos Biscoitos para pets no Shopping Frei Caneca
    Datas: 31 de outubro e 1º de novembro de 2026
    Horário: das 14h às 19h30 – em três sessões, às 14h, 16h e 18h
    Dinâmica: caça aos biscoitos pelas lojas participantes, com mapa de percurso, e desfile de fantasias dos pets.

  • Playcenter Family anuncia Mega Chocomonstro no Shopping Aricanduva

    Playcenter Family anuncia Mega Chocomonstro como nova atração no Shopping Aricanduva

    Com visual inspirado nos personagens da linha da Cacau Show, o brinquedo traz giros aleatórios, elevação e movimentos pendulares

    O Playcenter Family, localizado no Shopping Aricanduva, em São Paulo (SP), passa a contar com uma nova atração fixa em seu complexo de lazer: o Mega Chocomonstro. O lançamento integra o plano de investimento e atualização contínua de atrações do parque, trazendo uma experiência mais dinâmica e cheia de diversão para os visitantes.

    Tematizado com a identidade dos personagens da linha Chocomonstros da Cacau Show, o brinquedo chama a atenção pelo visual colorido e pela dinâmica divertida. A atração combina a rotação da base principal com giros nos próprios assentos, além de movimentos de elevação e um leve balanço de um lado para o outro. O resultado é uma sequência de giros surpresa e uma sensação de flutuação durante o percurso.

    O Mega Chocomonstro comporta até 16 visitantes por ciclo, garantindo fluidez e conforto ao público do parque. A novidade expande as opções de lazer para famílias e grupos de amigos que buscam atrações de média intensidade na Zona Leste de São Paulo, se somando ao mix de atrações do parque indoor.

    Para a utilização da atração, é necessária altura mínima de 1,40 m e máxima de 1,90 m, respeitando o limite de até 90 kg por assento e o uso obrigatório das travas de segurança do equipamento. O acesso ao brinquedo é realizado por meio do Cartão Playcard, com valor de R$9,50 na tarifa regular e R$7,50 para clientes cadastrados no programa VIP da rede por ciclo. O Cartão Playcard pode ser adquirido no caixa física pelo valor reembolsável de R$7.

    Serviço

    Playcenter Family Aricanduva – Shopping Aricanduva

    Endereço: Av. Aricanduva, 5555 – Vila Matilde. São Paulo (SP).

    Horário de funcionamento: segunda a sexta das 12h às 22h; aos sábados, domingos e feriados das 11h às 22h.

  • 10 mitos e verdades: antes ou depois de fazer uma tatuagem 


    Tatuador esclarece 10 mitos e verdades que todo mundo já ouviu antes ou depois de fazer uma tatuagem
     

    Enio Conte, fundador da Tattoo Week e um dos precursores da tatuagem no Brasil, explica o que realmente faz diferença antes, durante e depois de tatuar
     

    Carne de porco faz mal para quem acabou de fazer uma tatuagem? Pode beber antes de tatuar? Tatuagem precisa “respirar”? Passar mais pomada faz a pele cicatrizar mais rápido? Com a popularização da tatuagem, dúvidas como essas deixaram de circular apenas entre tatuadores e clientes e passaram a fazer parte das conversas nas redes sociais, onde diferentes recomendações sobre o procedimento são compartilhadas diariamente.
     

    Com mais de quatro décadas de experiência na tatuagem, o artista e fundador da Tattoo Week, maior evento de tatuagem do mundo, Enio Conte, acompanhou de perto a transformação da prática no Brasil. Quando começou a tatuar, nos anos 1980, o cenário era bastante diferente do atual: havia preconceito em relação à arte, dificuldade para encontrar materiais adequados e pouca informação disponível sobre os cuidados antes e depois do procedimento. Ao longo dos anos, além de desenvolver seu trabalho artístico, Enio viajou pela Europa, realizou intercâmbios com tatuadores de diferentes países e acompanhou a profissionalização do setor.
     

    A partir dessa experiência, ele esclarece alguns dos mitos mais comuns sobre tatuagem:
     

    1. Comer carne de porco ou chocolate depois de fazer tatuagem atrapalha a cicatrização?

    Mito. Não existe uma regra geral que determine que carne de porco ou chocolate devem ser eliminados da alimentação após fazer uma tatuagem. O mais importante é manter uma alimentação equilibrada e seguir a dieta que está acostumado, além dos cuidados recomendados para a região tatuada.
     

    “Esse é um daqueles mitos que passam de geração para geração. O que o tatuador deve orientar é que o cliente cuide da pele e observe qualquer reação diferente durante a cicatrização. Não é simplesmente comer determinado alimento que vai fazer uma tatuagem cicatrizar mal”, explica Enio.
     

    2. Beber álcool antes de fazer uma tatuagem pode aumentar o sangramento?

    Verdade. O consumo de álcool próximo ao procedimento pode favorecer o aumento do sangramento, o que pode dificultar o trabalho do tatuador e interferir na experiência do cliente. “Quando comecei, muita coisa era aprendida na prática. Hoje existe muito mais informação sobre como se preparar para uma sessão. Chegar bem hidratado, descansado e sem ter consumido álcool é uma forma de tornar o procedimento mais tranquilo tanto para quem tatua quanto para quem está sendo tatuado”, afirma.
     

    3. É verdade que não se deve coçar ou arrancar a pele que descama durante a cicatrização?

    Verdade. A descamação faz parte do processo de recuperação da pele e não deve ser retirada à força. Coçar ou arrancar casquinhas pode provocar novos traumas na região e prejudicar a aparência final do trabalho. “É normal a tatuagem passar por uma fase em que começa a descascar e coçar. O problema é tentar acelerar esse processo. É tentador, eu sei, mas a pele precisa se recuperar naturalmente”, orienta o tatuador.
     

    4. Tatuagem recém-feita não deve ser exposta ao sol?

    Verdade. Durante a cicatrização, é importante evitar a exposição direta ao sol. Depois que a pele estiver completamente recuperada, a proteção solar continua sendo um cuidado importante para preservar a tatuagem ao longo do tempo.
     

    “Uma tatuagem é uma arte que fica na pele para sempre. Então, o cuidado não termina quando a sessão acaba. A exposição ao sol ao longo do tempo pode alterar a aparência dos pigmentos, por isso proteger a região tatuada é também uma forma de preservar a arte”, explica Enio.
     

    5. Entrar no mar ou na piscina logo depois de fazer uma tatuagem pode prejudicar a cicatrização?

    Verdade. Durante a recuperação, é recomendado evitar mar, piscina e outros ambientes que possam aumentar a exposição da pele a microrganismos, produtos químicos e atrito. “Quem acabou de tatuar precisa entender que aquela região está passando por um processo de recuperação. Não é o momento de entrar na piscina ou passar horas no mar. É importante aguardar a recuperação completa, que pode levar cerca de 30 dias após a tatuagem”, afirma.
     

    6. Tatuagens feitas em áreas de maior atrito desbotam mais rápido?

    Verdade. Regiões que sofrem atrito frequente, como mãos, pés, dedos e algumas áreas próximas a articulações, podem apresentar maior alteração na aparência da tatuagem ao longo do tempo.
     

    “Algumas partes do corpo estão constantemente em contato com roupas, calçados ou outras superfícies. Além disso, mãos e pés passam por uma rotina de exposição e movimentação muito grande. Por isso, é preciso considerar a região do corpo quando se pensa na durabilidade de uma tatuagem”, explica.
     

    7. Tatuagens coloridas exigem mais cuidados do que as pretas?

    Mito. O cuidado durante a cicatrização é importante independentemente da cor utilizada. O que pode mudar é a forma como determinados pigmentos aparecem e se comportam ao longo do tempo.
     

    “Não é correto pensar que uma tatuagem colorida necessariamente precisa de um cuidado completamente diferente. O mais importante é cuidar da pele durante a cicatrização e manter a região protegida depois. A qualidade do trabalho também depende da técnica, do pigmento e da forma como a pele responde”, afirma Enio.
     

    8. Tatuagens de traço fino perdem definição mais rápido?

    Depende. O resultado de uma tatuagem de traço fino ao longo dos anos está relacionado a diversos fatores, como técnica utilizada, região do corpo, exposição solar, características individuais da pele e envelhecimento.
     

    “O traço fino exige precisão do profissional e uma escolha adequada da região onde será feito. Não dá para dizer que todo traço fino vai perder a definição rapidamente. Existem trabalhos muito delicados que permanecem bonitos por muitos anos quando são bem executados e recebem os cuidados necessários”, explica.
     

    9. Tatuagem precisa “respirar” para cicatrizar?

    Mito. A tatuagem não precisa ficar exposta ao ar como uma regra para cicatrizar. Os cuidados devem seguir as orientações dadas pelo tatuador e considerar as características de cada procedimento. “Essa expressão de que a tatuagem precisa ‘respirar’ é muito comum, mas o mais importante é não inventar cuidados por conta própria. Cada profissional pode orientar uma rotina de acordo com a técnica utilizada e com o trabalho realizado”, afirma.
     

    10. Quanto mais pomada passar, mais rápido a tatuagem cicatriza?

    Mito. Usar uma quantidade maior de produto não significa necessariamente acelerar a cicatrização. O excesso pode, inclusive, deixar a região abafada e desconfortável. “Não é porque um produto faz parte do cuidado que quanto mais você usar, melhor. A orientação do profissional deve ser seguida em relação ao produto, à quantidade e à frequência. Exagerar não significa cuidar mais”, explica Enio.
     

    De materiais improvisados à maior convenção de tatuagem do mundo

    A experiência de Enio com a tatuagem começou nos anos 1980, em um pequeno estúdio em São Caetano do Sul. Na época, além do preconceito que cercava a atividade, um dos desafios era a dificuldade para encontrar equipamentos e materiais adequados no Brasil.
     

    A busca por aprimoramento levou Enio à Europa, onde realizou intercâmbios com tatuadores internacionais e passou temporadas trabalhando fora do país. Durante essas viagens, conheceu convenções de tatuagem e começou a imaginar a criação de um grande evento no Brasil que reunisse artistas, admiradores e empresas ligadas à arte na pele.
     

    Depois de algumas tentativas de realizar eventos em São Paulo e no ABC, o projeto ganhou forma com a criação da Tattoo Week, em 2012. Ao lado da esposa e sócia, Esther Gawendo, Enio transformou a ideia em uma convenção que passou a reunir tatuadores brasileiros e estrangeiros, além de marcas, fornecedores, artistas e público.
     

    Em 2026, a Tattoo Week retorna a São Paulo entre os dias 20 e 22 de novembro, no Expo Center Norte, com uma programação que reúne mais de 3 mil artistas, 650 expositores e expectativa de mais de 55 mil pessoas. A convenção também amplia a experiência para além da tatuagem, com atrações musicais e atividades que aproximam a arte na pele de diferentes territórios da cultura.
     

    SERVIÇO

    Tattoo Week São Paulo 2026

    Local: Expo Center Norte – Zona Norte de São Paulo
    Data: 20, 21 e 22 de novembro de 2026
    Shows: Fresno, Bad Luv, Dead Fish, Matuê, Brandão, NandaTsunami, Yunk Vino e Mato Seco
    Ingressos: partir de R$95,00 + taxas; crianças de até 12 anos não pagam
    Ingresso solidário Mato Seco: R$20,00 + taxas, mediante doação de 2 kg de alimentos

  • Hyundai inicia as comemorações de 15 anos do HB20 no Brasil

    • Modelo começou a ser vendido no País em outubro de 2012 e trouxe para o segmento dos compactos de entrada itens de série como freios ABS, ar-condicionado, trio elétrico e computador de bordo
    • Primeiro veículo a ser produzido na fábrica da Hyundai em Piracicaba (SP) segue compartilhando com o SUV CRETA e o recém-lançado i20 as linhas de montagem que estão preparadas para acomodar mais modelos nos próximos anos

    O primeiro carro da Hyundai desenvolvido e produzido no Brasil para o consumidor brasileiro surgiu em outubro de 2012 e mudou a referência para os compactos nacionais ao incluir, de série em todas as versões, freios ABS, ar-condicionado, trio elétrico e computador de bordo. Agora, o HB20 entra em seu 15º ano de produção e comercialização, consolidado como a opção de entrada para o portfólio nacional da Hyundai no País, que conta com o i20 para gama intermediária, na transição entre compactos e SUVs, e o SUV CRETA, líder em seu segmento nas vendas de varejo.

    Os três produtos compartilham as linhas de montagem da Hyundai em Piracicaba (SP) que, dentro do plano de investimentos de US$ 1,1 bilhão confirmados para o Brasil até 2032, estão preparadas para fabricar mais modelos nos próximos anos. As instalações do parque industrial da Hyundai conseguem produzir diferentes veículos de forma eficiente em linhas compartilhadas, garantindo flexibilidade para responder à demanda de volumes do mercado.

    Uma das primeiras ações que marcam o 15º ano de produção e comercialização do HB20 no Brasil é a sua inclusão na nova modalidade de vendas para microempresários que conduzem seu próprio veículo no transporte de pessoas por aplicativo. Junto com versões do i20 e do CRETA, o HB20 Comfort recebe condições altamente competitivas para aquisição. A expectativa da Hyundai é que o HB20 participe ativamente das vendas neste nicho ao longo de 2027, aproveitando as políticas de incentivo, a excelente relação custo-benefício e sua comprovada robustez e durabilidade.

    Também, está prevista para os próximos meses uma otimização das atuais versões do HB20. Uma nova variante será apresentada reunindo pacotes de tecnologia e conforto mais completos para as opções de entrada do segmento, abaixo de R$ 100 mil.  Essa nova versão reforçará, antes mesmo da chegada do ano/ modelo 2028 às linhas de montagem da Hyundai em Piracicaba, a alta competividade do HB20 exatamente naquilo que o consagrou desde o começo: reunir de série itens valorizados pelo consumidor já nas opções de entrada.

    O foco para o HB20 em 2027 passará a ser as versões com motorização aspirada, que são totalmente produzidas no Brasil, a partir da fábrica de motores da Hyundai e seus fornecedores também instalados em Piracicaba. Essas versões 1.0 aspiradas sempre representaram a maioria das vendas nacionais do HB20 e oferecem a combinação ideal de baixo consumo de combustível e o mais competitivo custo de manutenção.

    O HB20 segue altamente competitivo na faixa de preço de R$ 90 mil a R$ 100 mil ao iniciar seus 15 anos de produção e comercialização no Brasil, reunindo de série a lista mais completa de equipamentos de sua categoria, com seis airbags, assistente de partida em rampa, piloto automático com limitador de velocidade, sinalização de freio de emergência, direção elétrica progressiva, sistema de carro conectado Hyundai Bluelink e central multimídia de 8” com conectividade sem fio para Apple CarPlay e Android Auto. Conforme a versão, são incluídos ainda recursos como sensor crepuscular para acionamento automático dos faróis, retrovisores externos com ajuste elétrico e luz indicadora de direção, vidros elétricos com função one touch, chave presencial Smart Key, partida do motor por botão, volante com regulagem de altura e profundidade, sensor de estacionamento traseiro, câmera de ré e alerta de presença no banco traseiro.

    Também, desde 2012, os proprietários do HB20 desfrutam de uma das mais extensas garantias de fábrica do País, com 5 anos de duração, sem limite de quilometragem. E o plano de manutenção para os primeiros 60.000 Km é, historicamente, o mais barato entre os concorrentes.

    Mais novidades do HB20 serão anunciadas ao longo de 2027, celebrando seus 15 anos de produção e comercialização no Brasil.

  • Cobasi comemora 41 anos com ofertas de até 60%

    Cobasi comemora 41 anos com campanha de aniversário e ofertas de até 60%

    Ações incluem presença em TV aberta e rádio, redes sociais, promoções e ativações em lojas físicas

    A Cobasi, empresa pioneira no Brasil no conceito de megaloja com produtos para pets, casa e jardim, lança sua grande campanha de aniversário deste ano. A estratégia envolve um plano robusto de comunicação omnichannel, ofertas com até 60% de desconto e ação comemorativa presencial para toda a família e pets.

    Para marcar seus 41 anos, a empresa estruturou um plano integrado de mídia nacional e regional, contemplando mais de 90 inserções em TV aberta e mais de 700 inserções em emissoras de rádio. No ambiente digital, as redes sociais contarão com conteúdos exclusivos, parceria com influenciadores e um time de embaixadores realizando visitas presenciais às lojas. O ecossistema inclui artigos no blog oficial e conteúdos no YouTube, Instagram e TikTok.

    “A comemoração do nosso aniversário é um momento muito especial para conectar ainda mais a marca aos tutores e pets. Preparamos uma celebração que garante ofertas relevantes e experiências nas nossas lojas físicas e nos canais digitais”, destaca Caio Bernardo, Diretor Comercial e de Marketing do Grupo Petz Cobasi.

    Experiências nas lojas

    As comemorações presenciais ganham destaque com decorações temáticas em todas as lojas. No dia 17, das 10h às 14h, unidades selecionadas em São Paulo (Villa-Lobos, Granja Viana, Osasco e São Caetano), Rio de Janeiro (Barra Carrefour, Mário Tourinho e Jardim Botânico) e Porto Alegre (Ipiranga) também promovem ações especiais para os visitantes, incluindo distribuição de cupcakes, bótons personalizados e balões em formato de cães e gatos.

    “Esperamos reunir diversas pessoas e animais e garantir que os vínculos destes com a Cobasi aumentem ainda mais. São também formas de agradecer a confiança de quem faz parte da nossa trajetória e de celebrar essa relação tão especial que construímos ao longo de mais de quatro décadas”, finaliza Bernardo.

  • Escape 60′ cria experiência imersiva Xtreme para o Halloween

    Escape 60′ cria experiência imersiva Xtreme para o Halloween na unidade da Vila Olímpia

    Ação acontece exclusivamente de 30 de outubro a 1º de novembro; ativação terá atores ao vivo e welcome drink da Bacardí, enquanto demais unidades do país garantem clima festivo, leve e sem sustos extremos para todos os públicos

    Para quem quer viver um Halloween diferente, repleto de suspense e adrenalina, o Escape 60’, pioneiro em jogos de fuga no Brasil, é o destino certo para a data. Aproveitando o momento de alta dos temas de mistério e a verdadeira obsessão do público pelo gênero de suspense e true crime, a marca desenvolveu uma experiência focada em adrenalina e imersão para os visitantes, que acontece exclusivamente, na unidade da Vila Olímpia, em São Paulo, nos dias 30 e 31 de outubro, das 16h às 00h, e 1º de novembro, das 16h às 22h. 

    O carro-chefe da temporada será o Halloween Xtreme, uma experiência criada especialmente para o público que busca emoções mais intensas e quer testar os próprios limites, a atração se conecta com a tendência de suspense e terror psicológico que domina o mercado cultural.

    A experiência mergulha os jogadores no realismo e sustos: cinco salas da unidade contarão com a presença de um ator ao vivo em cada uma, interagindo com os participantes e tornando a fuga ainda mais aterrorizante. 

    “O Halloween é uma sazonalidade que naturalmente desperta o interesse do público por experiências ligadas ao mistério, suspense e terror. Uma pesquisa proprietária mostra que o mistério é o tema preferido de 54% do público, enquanto o terror aparece na sequência, com 28%. Nesse contexto, a data é uma oportunidade de oferecer exatamente o que esse público busca, levando esses temas para dentro de uma experiência de imersão real, em que os participantes se tornam parte da história. É isso que buscamos com o Halloween Xtreme, ao combinar nossos desafios com ambientação, narrativa e interação com atores ao vivo,” comenta Jeannette Galbinski, sócia-fundadora do Escape 60’.

    Além do desafio de escapar das salas, a ideia das marcas é trabalhar o conceito de “esquenta para as festas de Halloween”, oferecendo uma opção de lazer diferenciada para o pré-balada. Como parceira oficial da atração, a Bacardí contará com um bar móvel exclusivo instalado na recepção, onde os participantes que agendarem e jogarem nas salas da atração Xtreme ganharão um welcome drink de Bacardí Mojito RTD. Além disso, os participantes que conseguirem escapar da sala terão o direito de girar uma roleta dentro da ativação da Bacardí para concorrer a brindes exclusivos da marca, além de garantir um drink também na saída.

    Para jogar, basta acessar o site da empresa ou entrar em contato com a unidade para efetuar a reserva. A única exceção na unidade será a sala do Irmão do Jorel, que permanecerá fora dessa dinâmica intensa de terror.

    Programação para quem prefere fugir do terror 

    Para além do circuito Xtreme, o Escape 60’ garante opções de entretenimento para famílias, grupos de amigos e pessoas que buscam comemorar a data de maneira leve e divertida. Nas demais unidades espalhadas pelo país, a marca celebra o Halloween no formato tradicional: ambientação temática decorativa, enigmas envolventes e o clima festivo clássico da data, mantendo a dinâmica original das salas sem sustos ou interações aterrorizantes.

    SERVIÇO 

    Halloween Xtreme – Escape 60’ Vila OlímpiaDatas: 30 e 31 de outubro 

    Horário: das 16h às 00h

    Valor: R$ 139,99 por pessoa

    Endereço: R. Baluarte, 18 – Vila Olímpia, São Paulo – SP

    Agendamentos: pelo site https://escape60.com.br/ ou diretamente no local, sujeito à disponibilidade de vagas

    Tel.:  (11) 3064-4896

    Whatsapp: 11 4306-9377

  • Viradinha tem circo, música e experiências sensoriais para bebês


     

    Programação acontece neste final de semana com circo, histórias e atividades sensoriais em diferentes regiões de São Paulo
     



    A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, oferece atividades gratuitas para bebês e crianças pequenas na segunda edição da Viradinha, de 16 a 18 de outubro. A programação reúne espetáculos de circo, experiências sensoriais, contação de histórias e apresentações musicais voltadas à primeira infância. Ao todo, o festival conta com mais de 400 atividades em mais de 120 espaços culturais da cidade.


    No sábado (17), às 11h, o Centro Cultural Santo Amaro recebe “Broto de Circo”, espetáculo voltado à primeira infância que combina poesia visual, movimento e música ao vivo. Sem falas, a apresentação aproxima bebês e crianças pequenas do universo circense por meio de estímulos visuais e sonoros. Ao final, o público é convidado a ocupar o picadeiro e explorar os objetos utilizados em cena.
     

    Também no sábado (17), às 11h, o Centro Cultural Olido apresenta “O Jardim dos Bebês”, intervenção cênico-literária destinada a crianças de 0 a 3 anos. A obra acompanha a jornada de uma criança pelo jardim da avó, onde descobre insetos, folhas, frutas e aromas. A música ao vivo e os sons inspirados na natureza compõem a experiência, que aborda as relações entre infância, família, ancestralidade e meio ambiente.
     

    No domingo (18), às 14h, a Chácara Lane recebe “Corpo Traço: O Bebê na Cidade”, atividade que transforma o ambiente em um espaço de exploração sensorial, com projeções de imagens da paisagem paulistana, luzes, sombras, tecidos e objetos, estimulando os bebês a explorarem diferentes formas de se relacionar com a cidade e o patrimônio público.
     

    No mesmo dia, às 14h, a Casa de Cultura Vila Guilherme recebe “Contos para a Primeira Infância”, do Grupo Malaebaú. Voltada a crianças de 0 a 6 anos, a apresentação reúne três histórias da cultura popular, contos de repetição, fantoches, canções e brincadeiras musicais inspiradas na tradição oral.

    Às 15h, também no domingo (18), o Centro Cultural São Paulo apresenta “Planeta Peteca”, espetáculo musical protagonizado por Cris Barulins e a Banda do Barulho. A apresentação reúne canções da cultura popular brasileira, elementos da tradição oral, línguas inventadas e instrumentos em uma experiência musical e lúdica voltada à primeira infância.
     

    Confira a programação completa:

    Link 

    Entrevistas com o Secretário de Cultura e Economia Criativa da Cidade de São Paulo sobre o assunto podem ser solicitadas pelo e-mail smcimprensa@prefeitura.sp.gov.br.
     

    SERVIÇO

    *Programação Sujeita a Alteração
     

    Atração: Corpo Traço: O Bebê na Cidade
    Quando: Domingo (18), às 14h
    Onde: Chácara Lane – Rua da Consolação, 1024, Consolação
    Sinopse: A atividade convida bebês e suas famílias a explorar o museu e a cidade por meio do brincar livre, da luz, do movimento e das sombras. Com projeções de imagens da paisagem paulistana, tecidos e objetos, a proposta transforma a sala da Chácara Lane em um espaço de criação e exploração sensorial voltado à primeiríssima infância.
     

    Atração: Broto de Circo
    Quando: Sábado (17), às 11h
    Onde: Centro Cultural Santo Amaro – Avenida João Dias, 823
    Sinopse: Voltado à primeira infância, o espetáculo combina poesia visual, movimento e música ao vivo em uma experiência circense sem falas. Ao final, bebês e crianças pequenas são convidados a ocupar o picadeiro e explorar os objetos do circo.
     

    Atração: O Jardim dos Bebês
    Quando: Sábado (17), às 11h
    Onde: Centro Cultural Olido – Avenida São João, 473, Centro
    Sinopse: A intervenção cênico-literária acompanha a jornada de uma criança pelo jardim da avó, onde descobre seres encantados, insetos, folhas, frutas e aromas. Voltada a bebês de 0 a 3 anos, a apresentação combina música ao vivo, sons e estímulos sensoriais para abordar a relação com a natureza, a ancestralidade e a família.
     

    Atração: Contos para a Primeira Infância
    Quando: Domingo (18), às 14h
    Onde: Casa de Cultura Vila Guilherme – Casarão, Praça Óscar da Silva, 110, Vila Guilherme
    Sinopse: O Grupo Malaebaú apresenta três histórias da cultura popular selecionadas para crianças de 0 a 6 anos. A contação reúne contos de repetição, histórias cantadas, fantoches e brincadeiras musicais da tradição oral. Ao final, os artistas compartilham as fontes das histórias para incentivar a leitura e permitir que as famílias conheçam os contos.
     

    Atração: Planeta Peteca
    Quando: Domingo (18), às 15h
    Onde: Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1.000
    Sinopse: Protagonizado por Cris Barulins e a Banda do Barulho, o espetáculo musical para a primeira infância mistura canções da cultura popular brasileira, tradição oral, línguas inventadas e instrumentos inusitados em uma experiência sensorial e lúdica.

  • Pelo direito de toda criança chegar em segurança

    O trânsito é uma das principais causas de morbimortalidade infantojuvenil no Brasil: crianças atropeladas ao irem à escola, adolescentes vítimas de colisões em ciclofaixas, jovens passageiros em veículos sem equipamentos de segurança adequados, sendo que cada estatística esconde um nome, uma história, uma família.

    “Como pediatras e defensores da saúde integral de nossas crianças é nosso dever assumir o compromisso de defender políticas públicas de mobilidade segura, promover dispositivos de retenção infantis (cadeirinha) como hábitos inegociáveis e educar famílias sobre os riscos reais do dia a dia nas ruas”, afirma Sarah Saul, presidente do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP, enfatizando que proteger a criança no trânsito é proteger o seu direito ao futuro.

    Ela diz que quando uma criança morre no trânsito há quase sempre uma sequência de falhas: de fiscalização, de infraestrutura, de comportamento e de proteção. “Em geral, é um contexto evitável e não ‘obra do acaso’”, aponta a médica. Abaixo, a pediatra destaca algumas dicas de como prevenir lesões no trânsito.

    A criança como ciclista

    – Coloque corretamente o capacete, bem ajustado e sem folgas. Uso de joelheira e cotoveleira também é indicado;

    – Crianças pequenas devem pedalar sempre com a supervisão de um adulto;

    – Escolha locais seguros, priorizando ciclovias, parques e áreas fechadas;

    – A bicicleta deve estar do tamanho certo para a criança, a fim de que consiga apoiar os pés no chão;

    – Ensine sempre regras básicas de trânsito e lembre-se de que pais que seguem as regras incentivam o comportamento seguro;

    – Use roupas claras ou faixas refletivas e evite pedalar em dias chuvosos ou em terrenos escorregadios.

    A criança como pedestre

    – Ensine a criança a atravessar a rua corretamente, olhando para os dois lados, atravessando apenas na faixa de pedestre, após conferir que os carros realmente pararam. Ensine os significados básicos de placas e semáforos;

    – Ensine a criança a não brincar ou correr perto da rua, pois elas se distraem facilmente. Não usar o celular enquanto atravessa a rua;

    – Crianças pequenas devem dar a mão a um adulto ao atravessar e precisam sempre serem supervisionadas;

    – Muito cuidado com veículos estacionados, sempre procurar um ponto onde motoristas consigam ver a criança. Atenção deve ser dada também à entrada e saída de veículos. Pare e olhe antes de passar por esses pontos.

    A criança como ocupante de veículo

    – Utilize sempre os dispositivos de segurança adequados para a idade (bebê-conforto, cadeirinha e booster). A instalação deve ser correta, seguindo o manual;

    – Crianças de até 13 anos devem viajar sempre no banco traseiro;

    – Nunca deixe a criança sozinha no carro, pois há risco de exposição a calor extremo, asfixia e movimentação do veículo;

    – Seja sempre o exemplo ao dirigir, respeite os limites de velocidade, use o cinto de segurança e não use o celular;

    – Mantenha o carro com a manutenção em dia e com a trava infantil ativada;

    – Os objetos, como brinquedos e mochilas, dentro do carro devem estar bem fixados, para evitar que em caso de freada, virem “projéteis”.

  • Brasil lidera disposição para adotar pets

    Brasil lidera disposição para adotar pets, mas informação ainda é desafio para uma adoção responsável

    Mars lança nova pesquisa global que mostra quais as principais barreiras para quem quer ter um animal de estimação

    O Brasil aparece na liderança global quando o assunto é disposição para adotar um pet. É o que mostra a terceira edição da pesquisa realizada pela Mars em parceria com Censuswide, que ouviu 26 mil pessoas em 14 mercados do mundo. No país, 19% dos entrevistados afirmam estar prontos para adotar um animal hoje, contra 12% na média global.

    A familiaridade com o processo também é maior entre os brasileiros: 76% dizem compreender como funciona a adoção, ante 64% globalmente. Ainda assim, a decisão pode vir acompanhada de dúvidas e inseguranças. Para 20% dos entrevistados no Brasil, ter acesso a orientação especializada aumentaria a confiança para adotar.

    Entre os principais desafios apontados, a saúde e o histórico médico desconhecido aparecem em primeiro lugar, mencionados por 36% dos brasileiros. A adaptação à rotina e os custos também fazem parte das preocupações de quem considera receber um novo animal em casa. A integração com outros pets é citada por 21% dos entrevistados e ganha ainda mais relevância entre os mais jovens: 25% das pessoas de 18 a 24 anos e 26% da faixa de 25 a 34 anos apontam esse fator como um dos desafios, contra 15% entre aqueles com 55 anos ou mais.

    Para Katia Souza, diretora de Assuntos Corporativos da Mars Pet Nutrition no Brasil, os resultados mostram que a disposição para adotar precisa caminhar junto com acesso à informação e suporte ao longo da jornada.

    “A adoção responsável começa antes mesmo da chegada do pet à nova casa. Por isso, queremos entender o que aproxima e o que ainda gera dúvidas nas pessoas que consideram adotar, usando essas informações para tornar essa jornada mais clara e segura. O Global Adoption Weekend é uma plataforma para levar conhecimento, gerar identificação e incentivar escolhas responsáveis, contribuindo para que mais animais encontrem lares preparados para recebê-los, além de promover a missão da Mars de criar um mundo melhor para eles”, explica a executiva.

    Orientação ajuda a transformar intenção em cuidado

    A preocupação com a saúde é acompanhada por uma forte busca por orientação profissional. Entre os tutores brasileiros, 68% afirmam confiar no veterinário para receber orientações sobre alimentação, índice superior à média global de 57%.

    O levantamento também aponta que a experiência com a adoção varia entre gerações. Entre os brasileiros de 25 a 34 anos, 65% afirmam já ter adotado um animal de um abrigo ou ONG. Entre as pessoas com 55 anos ou mais, o percentual é de 40%.

    As condições da vida cotidiana aparecem como parte da equação. O Brasil registra os maiores índices entre os mercados pesquisados quando os entrevistados avaliam que mudanças na rotina das cidades e no trabalho poderiam facilitar a convivência com pets. Para 24%, a possibilidade de trabalho flexível ajudaria no cuidado com os animais, enquanto 27% gostariam de contar com mais espaços de lazer pet friendly. Globalmente, os índices são de 19% e 17%, respectivamente.

    Os dados reforçam que a adoção não termina quando o animal chega à nova casa. Questões relacionadas à saúde, alimentação, comportamento, rotina e convivência fazem parte da adaptação e podem exigir apoio de profissionais e informações confiáveis.

    Global Adoption Weekend

    Os dados fazem parte de um estudo inédito realizado pela Censuswide para a Mars como parte das iniciativas relacionadas ao Global Adoption Weekend, movimento que busca incentivar a adoção responsável. O objetivo da pesquisa é amplia os aprendizados do Mars State of Pet Homelessness Project (Projeto sobre a Situação da Falta de Lares para Animais de Estimação) ao aprofundar a compreensão sobre as barreiras enfrentadas por quem considera adotar e sobre o suporte necessário para que mais animais encontrem e permaneçam em lares preparados para recebê-los.

    Foram consultadas pessoas com 18 anos ou mais em 14 mercados — Reino Unido, Estados Unidos, França, Alemanha, Austrália, Nova Zelândia, Brasil, México, Índia, Polônia, Filipinas, Canadá, Itália e Japão — entre 16 e 29 de julho de 2026. No Brasil, foram entrevistadas 2.000 pessoas de todas as regiões do país, entre 16 e 23 de julho.

    A amostra brasileira foi composta por 1.052 entrevistados do Sudeste, 459 do Nordeste, 255 do Sul, 134 do Centro-Oeste e 100 do Norte. Os recortes regionais devem ser considerados como representativos da composição da amostra, sem interpretação de diferenças estatisticamente significativas entre as regiões.

  • Cinetose: por que algumas pessoas passam mal durante viagens e movimentos?

    Náusea, tontura e mal-estar durante viagens podem estar relacionados a um conflito de informações entre sinais confusos enviados ao cérebro pelos olhos e pelo ouvido interno

    Aquela sensação de enjoo, tontura e mal-estar durante uma viagem pode não ser apenas um desconforto passageiro. Um estudo realizado pela Headache Center Brasil, em São Paulo, identificou uma possível relação entre a ocorrência de cinetose na infância e quadros de enxaqueca vestibular na vida adulta. Segundo a pesquisa, 73,6% dos pacientes adultos com enxaqueca e tontura apresentaram cinetose durante a infância.

    Afinal, o que é cinetose? Também conhecido popularmente como “enjoo de movimento”, esse distúrbio acontece quando o cérebro recebe informações conflitantes sobre o deslocamento do corpo. Os olhos, o ouvido interno e os músculos enviam sinais ao cérebro para ajudar na percepção de movimento, posição e equilíbrio. Quando essas informações não correspondem entre si, podem surgir sintomas como náusea, tontura, suor frio e mal-estar.

    “O labirinto é como o sensor de movimento da cabeça. Na cinetose, o cérebro não consegue organizar de forma eficiente a informação que recebe do labirinto, visão e tato, o que acaba causando esses sintomas de mal-estar”, explica a otorrinolaringologista Lisandra Arima, do Hospital IPO.

    O papel do labirinto na cinetose

    O problema está diretamente relacionado ao funcionamento do labirinto, estrutura localizada no ouvido interno que faz parte do sistema vestibular. Esse sistema é responsável por fornecer informações importantes para que o cérebro compreenda a posição e os movimentos do corpo, contribuindo para a manutenção do equilíbrio e da orientação espacial.

    Durante uma viagem de carro, por exemplo, o labirinto percebe acelerações, freadas e curvas, enquanto os olhos podem estar concentrados em um celular ou em um livro, recebendo uma informação diferente sobre o movimento. Esse conflito entre os sentidos pode fazer com que o cérebro tenha dificuldade para interpretar corretamente o que está acontecendo no corpo e desencadear os sintomas da cinetose.

    Quem está mais sujeito à cinetose?

    A cinetose pode ocorrer com qualquer pessoa, mas alguns indivíduos apresentam maior sensibilidade aos estímulos de movimento. Pessoas que já tiveram episódios de tontura ou apresentam alterações no funcionamento do labirinto também podem ter características que merecem atenção, principalmente quando os sintomas são frequentes ou aparecem mesmo fora de situações de movimento. De acordo com a otorrinolaringologista “Pessoas com histórico pessoal ou familiar de enxaqueca têm maior predisposição à cinetose, mas isso não significa que o problema seja exclusivo desse grupo”.

    Apesar de o problema estar geralmente associado a viagens e outros deslocamentos, é importante observar a frequência e a intensidade dos sintomas. Tonturas recorrentes, crises que surgem mesmo quando a pessoa está parada ou manifestações que não têm relação clara com situações de movimento podem indicar que existe outra condição vestibular que precisa ser investigada.

    É possível “acostumar” o labirinto?

    Em algumas situações, o organismo pode desenvolver um processo de adaptação aos estímulos responsáveis pela cinetose. Com a exposição repetida a determinados movimentos, o sistema vestibular pode passar por um processo de adaptação, fazendo com que os sintomas diminuam em algumas pessoas. No entanto, essa adaptação não significa que todas as pessoas deixarão de apresentar sintomas e também não deve ser confundida com uma forma de tratamento por conta própria.

    “A exposição frequente aos movimentos que provocam os sintomas pode fazer parte do tratamento. Uma das estratégias é a reabilitação vestibular, que consiste justamente em trabalhar a adaptação do sistema vestibular aos movimentos ou cenários que desencadeiam a tontura”, ressalta. “Esse processo deve ser realizado com a orientação de um fisioterapeuta especializado. Quando os sintomas são frequentes ou acontecem mesmo sem movimento, é importante investigar se existe alguma outra alteração vestibular associada”, orienta a otorrinolaringologista.

    Como prevenir e quando procurar ajuda

    Algumas ações simples podem ajudar a reduzir as chances de desenvolver cinetose durante viagens e outras situações de movimento. Entre elas estão evitar a leitura ou o uso prolongado de telas durante o deslocamento e, quando possível, manter os olhos direcionados para o ambiente e para a direção em que o veículo está se movimentando.

    Também é importante observar quais situações costumam desencadear os sintomas. Em casos recorrentes, a avaliação de um otorrinolaringologista pode ajudar a identificar se os episódios são compatíveis com uma cinetose típica ou se existe alguma alteração no funcionamento do sistema vestibular que precisa de investigação.

    “Os hábitos simples ajudam em casos de cinetose típica. Já para tonturas acompanhadas de perda auditiva, dor de cabeça, visão dupla, dificuldade para caminhar, que aparecem ao se deitar na cama ou que persistem por mais de 24 horas, mesmo sem movimento da cabeça, devem ser investigadas por um especialista”, indica Arima.

    Entender o papel do labirinto nesse processo ajuda não apenas a compreender por que algumas pessoas passam mal durante deslocamentos, mas também a identificar quando tonturas e outros sintomas podem indicar a necessidade de uma avaliação especializada.