Autor: agitosp

  • Nova edição da campanha “Compartilhe Uma Coca-Cola”.

    Nova edição da campanha “Compartilhe Uma Coca-Cola”.

    A Coca-Cola preparou uma experiência única para celebrar o lançamento da nova edição da campanha “Compartilhe Uma Coca-Cola”.

    Um fenômeno global ao substituir o logo de Coca-Cola por nomes na lata e que agora volta com um foco ainda maior em compartilhamento e personalização, refletindo os desejos por experiências autênticas da nova geração.

    Ainda, como parte da ação de lançamento da campanha, duas gigantes da música, Pabllo Vittar e Nathy Peluso se unem pela primeira vez em uma collab inédita para celebrar o retorno da campanha “Compartilhe uma Coca-Cola” na América Latina. 

    A campanha parte de uma ideia simples: quando a gente compartilha momentos com quem gosta, coisas incríveis podem acontecer e essa colaboração é a prova disso.

    No momento tivemos oportunidade de criar momentos e vivenciar a magia da Coca-Cola em estações para ganhar pins e depois tentar a sorte na máquina de bolinhas para ganhar um brinde.

    A customização de chinelos da Coca-Cola Shoes também foi outra atração bastante concorrida e uma lembrança super bacana do evento.

    Para encerrar a noite, foi apresentada a nova campanha em primeira mão e uma sessão especial de cinema com pipoca e claro, Coca-Cola.

    Em breve também haveria a divulgação de locais para customizações das latas e você pode acompanhar tudo através dos instas  @cocacola_br e @cocacolabrasil 

     #CompartilheUmaCocaCola 

  • Dor pós-atividade física é sinônimo de treino eficaz?

    Especialista explica crença generalizada no mundo fitness sobre relação entre dor muscular e ganho de força

    “Sem dor, sem ganho”. Essa é uma das premissas mais conhecidas no mundo fitness. Existe uma crença generalizada entre praticantes de atividade física de que, se não há dor após o treino, é sinal de que o corpo não está evoluindo ou que os músculos não foram trabalhados suficientemente para ganhar força. Mas será isso verdade ou apenas um mito?

    O coordenador da UPX Sports (complexo esportivo localizado no campus Ecoville da Universidade Positivo), Zair Cândido, esclarece que a dor pode, sim, ser uma resposta inflamatória natural do corpo após a atividade física  —  um sinal de que o músculo foi estimulado. “O exercício gera pequenas lesões nas fibras musculares, chamadas microlesões, que são importantes para o processo de recuperação. Com descanso,  alimentação e hidratação adequados, esse músculo se regenera mais forte para os próximos treinos”, explica. 

    No entanto, Zair alerta que é preciso observar o grau da dor e o tempo necessário para a  recuperação. “O desconforto pode fazer parte desse processo inflamatório, especialmente quando a carga ultrapassa o que o músculo está acostumado a suportar. Contudo, a dor, por si só, não é sinônimo de qualidade de treino. Por isso, carga e intensidade devem ser sempre monitoradas”, ressalta.

    O que são as dores musculares pós-treino e por que elas acontecem?

    A dor que surge após exercícios físicos é conhecida como DOMS (Delayed Onset Muscle Soreness), ou dor muscular tardia. Normalmente aparece entre 12 e 48 horas após o treino, podendo durar até 72 horas, dependendo da intensidade das atividades realizadas. 

    Segundo o especialista, essa sensação acontece por conta das microlesões nas fibras musculares que surgem durante o esforço físico. “As fibras musculares são compostas por actina e miosina, proteínas que realizam um movimento de deslizamento durante as contrações.  Quando o esforço é muito intenso, tanto em atletas quanto em sedentários, ocorrem pequenas rupturas nas fibras”, explica. Para pessoas sedentárias, essa dor costuma ser mais intensa, pois a musculatura ainda não está adaptada ao  esforço. Outro fator relevante é o tipo de contração muscular realizada. Quando aproximamos a articulação do centro do corpo, ocorre uma contração concêntrica, com encurtamento do músculo. Já no movimento inverso, quando afastamos a extremidade do centro do corpo, ocorre uma  contração excêntrica, em que o músculo se alonga sob carga. Esse segundo tipo de contração gera mais rupturas e, consequentemente, costuma provocar mais dor muscular”, completa. 

    O que pode ser feito após o treino para minimizar as dores?

    Segundo Zair Cândido, a maneira mais eficiente de evitar dores musculares intensas após o treino é controlar a intensidade dos exercícios, adotando uma programação semanal bem estruturada que permita monitorar as cargas e prevenir sobrecargas. Uma prática recomendada é realizar alongamentos leves ao fim da atividade, proporcionando relaxamento muscular. “É importante também se hidratar bastante, garantindo uma reposição hídrica adequada, o que contribui para reduzir as dores. Além disso, uma alimentação equilibrada logo após o treino é fundamental”, orienta. O especialista ressalta o papel das proteínas nesse contexto: “As proteínas são compostas por aminoácidos, que auxiliam na reparação das fibras musculares. Por isso, fazer uma refeição ou suplementação rica em proteínas até 45 minutos após o treino ajuda significativamente a minimizar as dores.”

    Zair também menciona que, em alguns casos, o acúmulo de ácido lático pode intensificar o desconforto muscular. “Para essas situações, é recomendada a recuperação ativa, como uma caminhada leve. Outras estratégias eficazes incluem crioterapia, aplicação de gelo ou imersão em  banheira fria, procedimentos que promovem vasoconstrição intensa e ajudam a diminuir processos inflamatórios.” 

    Quais as principais diferenças entre dores musculares normais e lesões?

    A dor muscular após o treino pode durar até 72 horas, diminuindo progressivamente — especialmente se houver respeito ao intervalo ideal de recuperação entre os treinos. Sentir incômodo leve a moderado é comum e esperado, desde que não prejudique os movimentos nem interfira na rotina de exercícios. No entanto, o especialista alerta para sinais que podem indicar uma lesão muscular: “Quando a dor é muito aguda ou o desconforto é intenso, a ponto de impedir tarefas simples como descer escadas, sentar ou andar normalmente, pode ser indicativo de que a intensidade do treino foi excessiva”, explica. Esses casos costumam vir acompanhados de inchaço, rigidez extrema ou pontadas agudas, demonstrando que o músculo não está plenamente recuperado. “Nesse cenário, há risco aumentado de ruptura das fibras musculares, que ficam mais frágeis e suscetíveis a lesões”, completa Zair.

    Diante desses sintomas, a recomendação é buscar orientação profissional o quanto antes para realizar uma avaliação adequada. “É fundamental identificar rapidamente se há lesão e definir o melhor tratamento possível”, enfatiza o coordenador da UPX Sports.

    Quais estratégias ajudam a prevenir a dor muscular após o treino?

    A maneira mais eficiente de evitar dor muscular tardia é adotar um treino bem planejado, com objetivos claros, controle da intensidade e inclusão de atividades regenerativas, fundamentais para a recuperação muscular adequada. “Costumamos dizer que é essencial praticar um treino inteligente, com equilíbrio entre estímulo e recuperação para reduzir desconfortos”, destaca Zair Cândido. 

    Outros fatores igualmente importantes são o descanso adequado, especialmente uma boa noite de sono, que permite à musculatura se recuperar plenamente, e uma alimentação equilibrada. Hidratação adequada também faz toda a diferença nesse processo”, enfatiza o especialista. Zair reforça ainda a importância de respeitar os intervalos entre as sessões de treino, fazer aquecimentos antes das atividades e preparar o corpo com atenção especial às articulações, aos ligamentos e à circulação sanguínea muscular. Por fim, o especialista orienta os iniciantes a começar com cargas mais leves e evoluir gradualmente, respeitando os limites do corpo e construindo capacidade física de forma consistente e segura.

  • A esponja de cozinha é o item mais contaminado da sua casa 

    A esponja de cozinha é o item mais contaminado da sua casa 

    “É comum que a esponja concentre até mais coliformes fecais do que o próprio vaso sanitário”, alerta Paula Eloize

    Na rotina doméstica, a esponja de lavar louça parece um símbolo de limpeza. É ela que passa por pratos, copos, talheres, bancadas e até o fogão. Mas o que pouca gente sabe — e menos ainda coloca em prática — é que esse objeto inofensivo pode ser um dos maiores vetores de contaminação dentro de casa.

    Pesquisas microbiológicas revelam que a esponja de cozinha pode abrigar milhões de bactérias por centímetro cúbico, incluindo microrganismos perigosos como Salmonella, Escherichia coli (E. coli) e Listeria monocytogenes. Em comparação, é comum que a esponja concentre até mais coliformes fecais do que o próprio vaso sanitário.

    Paula Eloize, mestre em segurança dos alimentos pela Universidade de Lisboa, faz um alerta claro: “A umidade, o acúmulo de resíduos orgânicos e a temperatura ambiente criam um ambiente ideal para a multiplicação de bactérias. E o pior: essa contaminação é invisível aos olhos”, diz.

    Segundo ela, a percepção equivocada de que a esponja “limpa” contribui para o problema. “Na verdade, em muitos lares, a esponja está espalhando contaminação por toda a cozinha. Ao reutilizar a mesma esponja para lavar talheres, limpar a pia e secar respingos do chão, por exemplo, estamos ampliando os pontos de risco”, avisa.

    Risco real, mesmo com aparência limpa

    Uma das grandes armadilhas é a aparência. Mesmo sem cheiro forte ou manchas visíveis, a esponja pode estar colonizada por bactérias. “Você não precisa ver a sujeira para saber que ela está ali. Isso vale para a esponja e para outros itens domésticos, como panos de prato e tábuas de corte”, reforça Paula Eloize.

    Ela explica que a contaminação cruzada começa justamente nesses pequenos descuidos: uma esponja suja encostada num prato lavado, um pano úmido usado para limpar o balcão onde se vai preparar salada, ou uma faca que corta carne crua e logo depois legumes.

    “O ambiente doméstico não costuma seguir protocolos de higienização, como ocorre em cozinhas profissionais. Isso torna ainda mais importante a conscientização e o cuidado com esses objetos que usamos todos os dias sem perceber os riscos envolvidos”, destaca.

    Quando trocar? E como higienizar?

    Apesar de muitas pessoas acreditarem que ferver a esponja ou levá-la ao micro-ondas resolva o problema, a eficácia desses métodos é limitada. “Algumas bactérias são resistentes ao calor e podem sobreviver, especialmente quando a higienização não é feita com regularidade. 

    A recomendação mais segura continua sendo a troca frequente — pelo menos uma vez por semana, ou antes, se houver mau cheiro, descoloração ou textura comprometida”, orienta a especialista.

    Além disso, o ideal é que cada função tenha sua própria esponja: uma para lavar louça, outra para limpar superfícies e outra para o fogão, por exemplo. Isso reduz o risco de disseminação de microrganismos entre áreas diferentes da cozinha.

    Riscos à saúde

    As consequências da contaminação por esponjas sujas vão muito além de um simples desconforto gastrointestinal. “Estamos falando de infecções que podem evoluir para quadros graves, com febre alta, vômitos, diarreia intensa, desidratação e, em casos extremos, hospitalização. Grupos de risco, como crianças, idosos e gestantes, são ainda mais vulneráveis”, explica Paula Eloize.

    Segundo ela, os mesmos cuidados que se exige de restaurantes e cozinhas industriais precisam ser adotados no ambiente doméstico. “Segurança dos alimentos começa em casa. Não basta confiar no visual ou no hábito. É preciso rever práticas que se tornaram automáticas, mas que colocam em risco a saúde da família inteira”.

    Diante dos dados e dos riscos reais, a mensagem é direta: aquela esponja na beira da pia pode estar mais suja do que parece. E a prevenção começa com ações simples, mas conscientes — como trocar, separar e higienizar corretamente.

    “Se a gente consegue mudar o olhar sobre a esponja, muda também a forma como cuidamos da nossa cozinha. E isso impacta diretamente na prevenção de surtos alimentares dentro do lar, que hoje, infelizmente, lideram as estatísticas no Brasil”, conclui Paula Eloize.

  • Edson & Hudson renovam o repertório de atemporais com “Fã”

    Uma obra atemporal, que atravessa gerações e constantemente é atribuída a repertórios de artistas do primeiro escalão. “Fã” é um exemplo de poesia que nasceu para ser eterna. Agora, a canção também passa a ter a chancela de Edson & Hudson para o lançamento que promete entrar para a história. Isso porque esta é a primeira vez que os irmãos gravam um filme ao lado das esposas. Thayra Machado (Hudson) e Deia Cypri (Edson) são as protagonistas do filme dirigido por Pedro Ferraro. ASSISTA

     

    Mais do que a interpretação primorosa, que obviamente supera todas as expectativas, unindo a afinação e extensão vocal de Edson com a segunda voz precisa de Hudson, os artistas expandiram as tratativas, ampliando os horizontes quando se trata de amor.

     

    Como já era previsto, Edson & Hudson imprimiram uma nova temática à “Fã”, conduzindo a letra a caminhos inexplorados e fazendo com que ela fosse sim uma grande declaração, não se restringindo a relação homem e mulher, mas a todos aqueles cuja admiração, carinho e respeito são de dotada importância.

     

    O filme retrata cenas cotidianas dos dois casais, revelando um pouco sobre a intimidade de Deia, Edson, Thayra e Hudson. Com os relacionamentos mais que consolidados (Edson é casado há 12 anos enquanto Hudson acabou de renovar votos após 10 anos ao lado de Thayra), os filhos, frutos da união (Davi e Helena – filhos de Hudson e Thayra, e Bella, filha de Edson e Deia), também foram trazidos para o filme, dando cor a letra de Fátima Leão, Marcelo Melo e Netto.

     

    “Quero convencer seu coração

    Que o meu amor foi feito pra você

    Quero te dizer que esta paixão

    Não encontra outra forma pra dizer

    Sou fã do seu jeito

    Sou fã da sua roupa

    Sou fã desse sorriso estampado em sua boca

    Sou fã dos teus olhos

    Sou fã sem medida

    Sou fã número 1

    E com você sou fã da vida”

     

    A produção e direção musical de “Fã” é assinada por Hudson Cadorini. Exímio e experiente, Hudson vem assumindo os últimos trabalhos da dupla mostrando a sintonia e confiança que existe entre ambos. A parceria nos palcos, que supera os 45 anos, é descortinada no roteiro de Letícia Higa. O abraço entre eles expressa a frase emblemática “Não existe Edson sem Hudson, nem Hudson sem Edson”, repetidamente dita pelos irmãos.

     

    Originalmente, “Fã” foi gravada pela dupla Christian & Cristiano, alcançando o topo das paradas musicais em 2010. Agora, ela passa a integrar a obra fonográfica de Edson & Hudson, disponível nas plataformas de streams e viajando com dupla por todo o Brasil, tornando-se tema de muitas histórias de amor.

  • Pão francês pode na dieta?

    Pão francês pode na dieta? Nutróloga explica

    O pãozinho é um dos alimentos mais consumidos pelos brasileiros, mas será que ele pode ser incluído na dieta sem culpa? Nutróloga ensina receita saudável

       

    O pão francês está presente no café da manhã de milhões de brasileiros. Mas será que ele faz bem para a saúde ou pode atrapalhar a dieta? A Dra. Fernanda Vasconcelos, médica nutróloga e fundadora do Instituto Qualitté, explica como o pãozinho age no organismo e dá dicas para quem quer fazer escolhas mais saudáveis.

    O pão francês engorda?

    Sim, mas tudo depende da quantidade e do que a pessoa come ao longo do dia. O pão francês é um carboidrato refinado e quase não tem fibras, o que faz com que seja digerido rapidamente, aumentando a glicose no sangue e estimulando a produção de insulina.

    “Cada unidade tem cerca de 50 a 60 gramas de carboidrato e apenas 7g de proteína. Para quem já consome muito carboidrato ao longo do dia, o excesso pode fazer com que o corpo acumule gordura, especialmente na região abdominal”, explica a médica.

    Diabéticos podem comer pão?

    A resposta é: depende. Para quem tem diabetes ou resistência insulínica, o pão francês pode ser um problema. “Por não ter fibras, ele faz a glicose subir rápido e pode piorar a resistência à insulina”, alerta.

    O ideal é escolher pães integrais, de fermentação natural ou com ingredientes ricos em fibras, que ajudam a evitar esses picos de glicose.

    O pão francês tem benefícios?

    Apesar das restrições, ele pode ser útil no pré e pós-treino. “A energia rápida que ele fornece pode ser um benefício para quem treina e precisa repor glicogênio muscular. Mas é importante combiná-lo com proteínas e gorduras boas para equilibrar a refeição”,recomenda.

    Qual a melhor alternativa ao pão francês?

    Para quem quer uma alimentação mais equilibrada, a nutróloga recomenda substituir o pão francês por versões mais nutritivas. “Pães feitos com farinhas integrais, aveia ou sementes são boas opções, porque têm mais fibras e ajudam a controlar a glicose no sangue”, diz.

    A Dra. Fernanda ensina uma receita fácil e saudável para substituir o pão francês no dia a dia:

    Ingredientes:

    350g de grão-de-bico cozido

    4 ovos

    1 colher de sopa de fermento em pó

    2 colheres de sopa de azeite extra virgem

    2 colheres de sopa de suco de limão

    1 colher de chá de sal

    Sementes de gergelim e abóbora (opcional)

    Modo de preparo:

    Bata todos os ingredientes no liquidificador, despeje em uma forma untada, polvilhe as sementes por cima e asse por 25 minutos na airfryer (180°C) ou 30 minutos no forno (180°C).

  • Disney’s Animal Kingdom recebe Tucker, novo filhote de girafa


    Hoje, 7 de abril, o Disney’s Animal Kingdom Theme Park celebra uma nova e encantadora adição à savana do Kilimanjaro Safaris! 

    A girafa-masai Mara deu à luz um lindo filhote, batizado de Tucker, que fez sua primeira aparição no Parque nesta manhã. Essa chegada tão aguardada marca o primeiro nascimento de uma girafa no Walt Disney WorldResort desde 2021 e reforça o compromisso contínuo do resort com a preservação da vida selvagem e a proteção das espécies.
     

  • Calor requer cuidado redobrado com as marmitas

    Brasileiros que levam comida caseira para o trabalho precisam de atenção com a qualidade dos alimentos e a limpeza das quentinhas; biomédica explica como melhorar a segurança alimentar

    Levar marmita para o trabalho virou hábito entre os brasileiros. Desde a pandemia, o número de trabalhadores que prefere consumir refeição caseira vem crescendo. A pesquisa Panorama da Alimentação no Trabalho, realizada pelo Instituto QualiBest, mostra que 42% de quem trabalha fora já aderiu a essa prática.

    O levantamento da Galunion, consultoria especializada no setor de alimentação fora do lar, traz números ainda mais expressivos: 71% dos trabalhadores brasileiros optam pela marmita. Destes, 78% são mulheres.

    O hábito de levar comida para o trabalho tem diferentes motivações. As principais são a escolha de alimentos mais saudáveis e a economia de tempo ou dinheiro. Seja qual for o caso, é essencial ter atenção ao tipo de alimento transportado e fazer a limpeza correta da marmita para evitar riscos à saúde.

    De acordo com a biomédica Yasmin Carla Ribeiro, as altas temperaturas registradas neste verão favorecem a multiplicação de microrganismos como Salmonella, Escherichia coli e Staphylococcus aureus – bactérias responsáveis por intoxicações alimentares que podem causar diarreia, vômitos e dor abdominal

    “Além do cuidado com a qualidade, a preparação e a refrigeração dos alimentos, os recipientes usados para levar a comida ao trabalho precisam ser higienizados corretamente”, alerta a professora do curso de Biomedicina do UniCuritiba – instituição que integra a Ânima Educação.

    Pesquisadora nas áreas de Nanotecnologia, Cultivo Celular, Microscopia e Biologia Molecular, Yasmin explica que a combinação de calor, restos de alimentos, umidade ou contato da marmita com superfícies contaminadas pode colocar a saúde dos usuários em risco.

    Entre as boas práticas de higiene estão: lavar a marmita com água quente e detergente neutro; usar uma escovinha se o recipiente tiver muitas frestas ou cantos que podem armazenar restos de comida e higienizar a marmita com álcool 70% ou uma solução de água sanitária (uma colher de sopa em um litro de água).

    A professora de Biomedicina do UniCuritiba lembra que separar ou desmontar todas as partes da marmita facilita a higienização. “Depois de lavar cada peça é importante secar tudo com um pano limpo, já que a umidade residual pode favorecer o crescimento de microrganismos. Para guardar a marmita vazia, escolha um local protegido de poeira e insetos”, ensina a mestre e doutoranda em Biologia Celular e Molecular.

    Segundo a biomédica, a segurança alimentar das marmitas feitas em casa depende de um conjunto de cuidados básicos par reduzir o risco de contaminação, como: higiene da cozinha, dos utensílios, das mãos e dos próprios alimentos; escolha dos ingredientes; prazo de validade dos produtos; processos de cozimento e preparo correto dos alimentos; resfriamento das refeições antes de colocá-las na marmita; armazenamento em temperatura adequada e transporte das refeições em bolsas térmicas, dependendo da distância entre a residência e o local de trabalho.

  • Poluição e microplásticos podem ter relação com o aumento dos casos de dermatite atópica

    DA afeta de 15% a 20% das crianças e 3% a 7% dos adultos

    Nos últimos anos, observou-se um aumento nos casos de dermatite atópica (DA). Estudos recentes indicam que poluentes ambientais, especialmente microplásticos, desempenham um papel significativo na modificação da barreira cutânea, tornando-a mais permeável e desencadeando respostas inflamatórias que podem agravar essa condição.

    A dermatite atópica, também conhecida como eczema atópico, é uma condição crônica da pele que afeta cerca de 15% a 20% das crianças e 3% a 7% dos adultos globalmente. No Brasil, estima-se que a prevalência siga uma tendência semelhante à média mundial, com uma incidência maior em crianças.

    Resultante de uma combinação de fatores genéticos, ambientais e imunológicos, o paciente com dermatite atópica apresenta sintomas que geralmente incluem:

    · Coceira intensa, quase insuportável

    · Pele seca e escamosa, propensa a fissuras

    · Inflamação da pele e vermelhidão

    · Erupções cutâneas que podem aparecer em qualquer parte do corpo, mas são mais comuns nas dobras dos cotovelos, joelhos e pescoço.

    “Microplásticos, partículas plásticas com menos de 5 milímetros resultantes da degradação de plásticos maiores, estão presentes em nosso ambiente. Eles foram detectados não apenas no solo e na água, mas também no ar que respiramos. Evidências recentes revelaram a presença de microplásticos em locais preocupantes como sangue, leite materno e até mesmo na placenta humana”, conta Dra. Márcia Carvalho Mallozi, Coordenadora do Departamento Científico de Dermatite Atópica da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI).

    Além disso, segundo Dra. Mallozi, o expossoma, que é a interação entre o ambiente externo e os fatores internos do corpo humano, incluindo o microbioma da pele, pode alterar os sistemas biológicos. “Um microbioma desequilibrado, onde bactérias benéficas são menores que bactérias potencialmente prejudiciais, pode comprometer a integridade da pele e facilitar o desenvolvimento de condições como a dermatite atópica”, explica o especialista.

    A crescente urbanização e industrialização têm intensificado a exposição a vários poluentes, incluindo fumaças industriais e produtos químicos domésticos. O ambiente urbano, somado às alterações climáticas e eventos extremos como tempestades e incêndios florestais, contribui significativamente para a deterioração da qualidade do ar e do ambiente que nos cerca.

    Dra. Mallozi comenta ainda que a Amazônia, frequentemente denominada o pulmão do mundo, sofre com queimadas e desmatamento acelerados, agravando ainda mais o impacto da poluição atmosférica. “Esses fatores, combinados, criam um cenário preocupante para a saúde pública, com a dermatite atópica emergindo como uma das doenças mais prevalentes em decorrência dessas mudanças ambientais”, diz a Coordenadora da ASBAI.

    Sobre a ASBAI: A Associação Brasileira de Alergia e Imunologia existe desde 1972. É uma associação sem finalidade lucrativa, de caráter científico, cuja missão é promover a educação médica continuada e a difusão de conhecimentos na área de Alergia e Imunologia, fortalecer o exercício profissional com excelência da especialidade de Alergia e Imunologia nas esferas pública e privada e divulgar para a sociedade a importância da prevenção e tratamento de doenças alérgicas e imunodeficiências. Atualmente, a ASBAI tem representações regionais em 23 estados brasileiros.

  • 100ª unidade Madero no West Plaza

    100ª unidade Madero no West Plaza

    Centésima unidade Madero Steak Houseserá inaugurada no West Plaza no dia 3 de abril

    Novidade chega em momento de importantes melhorias do shopping, juntamente com a execução do projeto de retrofit. 

     O shopping West Plaza anuncia a chegada de mais uma grande marca ao seu mix de opções gastronômicas: Madero Steak House. A inauguração oficial ao público será no dia 3 de abrile um marco tanto para o shopping quanto para o Grupo Madero, já que essa será a centésima unidade da rede. 

    O novo espaço vem com uma proposta que une gastronomia diferenciada, comodidade para os visitantes e entretenimento para as famílias. São mais de 550 metros quadrados de área e capacidade para 168 pessoas, em um ambiente moderno, acolhedor e estratégico por sua localização. Isso porque a região concentra e recebe tanto executivos e profissionais que trabalham nas proximidades, quanto famílias. 

    Para atender todas as demandas de consumo, bem como de visitantes que circulam pelo shopping em função de shows e eventos culturais frequentes na região, o restaurante oferece um ambiente apropriado para refeição executiva de qualidade e opções direcionadas às famílias. 

    A unidade do West Plaza conta com o Maderoland, parque infantil interno e exclusivo do Madero, que agora conta com a parceria especial do universo do Gato Galáctico, proporcionando ainda mais diversão e encantamento para as crianças enquanto os adultos aproveitam com calma suas refeições.

    O cardápio da casa contempla pratos executivos especialmente pensados para quem tem uma rotina corrida, além dos já tradicionais sanduíches Madero, carnes grelhadas selecionadas e sobremesas artesanais.

    Para Junior Durski, CEO e Chef do Grupo Madero, a escolha do Shopping West Plaza para a nova unidade reflete o plano estratégico e sólido da marca para 2025. “Essa inauguração representa nosso compromisso em oferecer ambientes versáteis, atendendo às necessidades específicas dos nossos clientes. Além disso, seguimos firmes no propósito de oferecer uma gastronomia de excelência, com ingredientes selecionados e sabores únicos, tornando cada visita uma experiência memorável”, destaca.

    Já o superintendente do West Plaza,Antônio Saugo, ressalta que “a abertura do Maderoexpande ainda mais o leque de opções gastronômicas que o shopping oferece e chega dentro de um novo capítulo na história do empreendimento, marcado pela ativação de um projeto importante de retrofit. Estamos muito felizes em receber uma marca tão consolidada para atender nosso público, bem como atrair novos visitantes”. 

    Saugo acrescenta que receber a centésima unidade do Grupo Madero contribui diretamente para o fortalecimento de imagem do shopping na região e consolidação o empreendimento como um destino completo de compras, serviços e lazer. 

     

    Compromisso Social

    Como parte das ações de inauguração no West Plaza, o Grupo Madero promoverá um almoço especial para cerca de 50 crianças da ONG Associação Beneficente A Criança Desamparada Nossa Casa, reafirmando o compromisso social e os pilares ESG das marcas. Esse encontro acontecerá no dia 2 de abril. 

     

    West Plaza

    Madero 

    Local: Piso 3 do Bloco A

    Endereço do shopping: Avenida Francisco Matarazzo – Água Branca, São Paulo – SP

    Site: www.westplaza.com.br

    Telefones: telefone (11) 3677- 4000 e (11) 94516-3051

  • Quaresma: tempo de limpar o coração

    *Padre Marcio Prado
     

    Já parou para pensar quanto tempo temos nesta vida? Idealizamos, estudamos, planejamos, até pensamos que conseguiremos fazer tantas coisas, mas, na realidade, não sabemos se vamos ou não concluir. Por isso, é importante também pensarmos sobre nossas limitações e finitude. Estamos no tempo quaresmal, propício para nos lembrarmos disso. Sim, um dia morreremos, porém, pensemos na morte com a esperança da vida, da vida eterna.

    Vivamos bem o dia de hoje, busquemos uma mudança de vida profunda, olhemos para o nosso interior. O que realmente queremos? Quais são as nossas reais intenções naquilo que fazemos? Trabalhamos e nos fatigamos para quê?

    Para nos ajudar a pensar na vida eterna, olhemos para aquele que nos deu essa vida, Jesus Cristo. Ele ensinou que devemos buscar em primeiro lugar o Reino dos Céus, que devemos ser santos (justos), que devemos confiar no Pai que provê todas as coisas (Mt 6,33), que devemos ser desapegados das coisas deste mundo (Mt 19,21). 

    Ao falar em desapego, em viver com o necessário, pensamos em Jesus. Ele, por excelência, viveu em total abandono a vontade do Pai. Neste tempo quaresmal, aproveitemos para rever, por exemplo, qual é o nosso comportamento com relação às coisas materiais: Vivemos com o necessário? Possuímos os bens ou eles nos possuem? 

    Nosso querido pai fundador, padre Jonas Abib, aprendeu no colégio Salesiano, desde pequeno, a viver o “Retiro da Boa Morte” uma vez ao mês. Como assim? Essa pedagogia, utilizada por Dom Bosco, consiste em se preparar para morrer, ou melhor, se preparar para o encontro com Deus.

    Preparar-se para morrer, na verdade é se preparar para viver na terra com o necessário. Pensemos: caso chegasse hoje a hora da nossa morte, estaríamos preparados?

    Durante esse período quaresmal, de observância das penitências, somos chamados a uma maior comunhão com Deus. Por isso, praticar o “retiro da boa morte” nos ajuda a arrumar a mesa, a carteira, o guarda-roupa, como ensina padre Jonas em seu livro e em suas pregações. São práticas externas – um “retiro exterior” (limpar, arrumar, doar o que não usa mais) – que devem nos levar a uma conversão interior, a um balanço de nossa vida interior, a ter mudanças de atitude, a exercitar mais o amor ao próximo. 

    Padre Jonas aprendeu que, após a faxina externa, vem a faxina interna, através do sacramento da confissão. Em outras palavras, ele aprendeu a organizar o exterior e o interior. Ao se livrar dos “entulhos” exteriores pensava nos lixos interiores. Pedir e dar perdão, buscar alguém para se reconciliar, doar algo e doar a si são atitudes de quem levou a sério pensar na morte e preparar-se para entrar na vida plena.

    Viver a Quaresma significa fazer uma revisão de vida, olhar para os erros e pedir perdão a Deus e ao próximo. Sim, a reconciliação com Deus consequentemente leva a pessoa a reconciliar-se consigo mesma e com o próximo. 

    Aproveitemos este tempo de graça e façamos uma boa revisão de vida. A partir do desapego dos bens materiais e dos maus pensamentos e sentimentos, arrumemos a mesa, a gaveta, o guarda-roupa e a casa do nosso coração. Desapeguemo-nos das coisas materiais e nos apeguemos aos verdadeiros valores, vivamos a santidade, como filhos de Deus!